Testemunho de Infidelidade 5 Final

Me dei a noite pra pensar no que tinha que fazer. De manhã, vi a Pamela, o Sergio e o Felipe se comportando como aquela família feliz de sempre, que eu sabia que não eram. Ficar monitorando as conversas da Pamela e da Sofia não era algo que eu queria fazer pra sempre, e meu instinto dizia que confessar tudo era a coisa mais justa e honrada a se fazer. Por outro lado, a parte racional do meu cérebro mandava eu esquecer tudo: o perfil da Pamela, a traição dela e a mentira em que ela tava fazendo os amados dela viverem; me intrometer não ia me trazer benefício nenhum e, pelo contrário, podia me meter em encrenca. Quando cheguei em casa, abri o perfil da Pamela e vi que não tinha conversas recentes, então por aquele dia resolvi relaxar um pouco sem pensar nesse dilema. Brinquei no computador e, de tarde, um jantar gostoso com minha família. Eu curtia aquela tranquilidade, aquela sensação de relaxamento que tinha antes de descobrir todo aquele escândalo, e por isso decidi ir pro meu quarto e fechar o perfil da Pamela pra não ter que pensar mais naquela situação. Não sei se foi por sorte ou azar que, bem na hora que ia fechar, chegou uma notificação de mensagem. Era a Sofia respondendo algo que a Pamela tinha escrito.Testemunho de Infidelidade 5 Final— Adorei o bolo, papi.
— Muito bem, gata, muito bem. Me diz, cê gostou do meu creme especial?
— Sim. Muito. Era a parte mais gostosa. Ah, e o viadinho também gostou pra caralho.
— Kkkk. E o que ele disse do meu creme? Ele gostou?
— Disse que tinha um gosto meio estranho, mas no geral gostou de tudo, kkk.
— Kkkk. Agora ele já tem uma ideia do tipo de dieta que eu tô te fazendo seguir.
— Na próxima vez quero um só pra mim, papi.
— Sim, gata, todo o creme que você quiser.

Terminei de ler aquilo e me joguei na cama pra dormir, sabendo que de qualquer jeito eu tinha que fazer o Sergio saber o que a esposa dele tava fazendo pelas costas dele. Depois de ver o bolo de aniversário que a Pamela deu pro Sergio, entendi que não podia ficar de braços cruzados, então preparei um plano pra informar ele do que tava rolando. Eu não tinha um pendrive, então tirei umas fotos de algumas conversas entre a Pamela e a Sofia, o suficiente pra ele entender, imprimi quando meus pais não estavam em casa e guardei tudo numa pasta que coloquei na minha mochila. Agora vinha a parte difícil: como entregar isso pro Sergio sem ser eu mesma dando na mão dele? Por sorte, minha rotina diária incluía fazer um pedaço do caminho com a família feliz e ver pra que lado eles iam. Depois de deixar o Felipe no jardim de infância, a Sofia entrava no negócio do velho e o Sergio ia pro outro lado esperar o ônibus pra ir trabalhar.

Quando chegou o dia de agir, eu tava muito nervosa. Quando os três entraram no ônibus, tentei não olhar pra eles. Na hora de descer, me apressei, fiquei na frente deles andando rápido. Passei da minha escola, virei a esquina e comecei a correr até o ponto de ônibus. Com as mãos tremendo, abri minha mochila e deixei a pasta no banco do ponto, escrevendo com um marcador vermelho em cima: PRA SERGIO. Minha respiração tava muito acelerada de medo de ser descoberta, e por isso me escondi perto pra ver se o coitado do homem encontrava a pasta. Dois minutos depois, o Sergio chegou e ficou esperando o ônibus. Ele não... Ele sentou pra esperar, ficou de pé e não viu o que tinha deixado pra ele. Todo esse esforço pra nada? Não queria perder aquela oportunidade, então peguei uma pedrinha, joguei perto do banco e me escondi bem. O barulho fez o Sergio se virar e ver a pasta. O momento tinha chegado. Eu sabia que tinha que ir pra escola, mas queria me perder naquele instante. O coitado do Sergio abriu a pasta e começou a olhar as folhas. Ele tava de costas pra mim, então não dava pra ver o rosto dele, mas dava pra ver bem o movimento das mãos, que viravam as páginas cada vez mais rápido, e agora eu via que as mãos dele também tremiam. Ele tava quase chegando na última folha quando caiu sentado no banco. O ônibus chegou naquela hora, duas pessoas desceram, mas ele não subiu; em vez disso, ficou sentado olhando as provas da grande traição. Eu não tinha impresso todas as conversas; só as partes que deixavam claro que a Pamela tava sendo infiel e mais alguns trechos pra ele não ter dúvida de que era ela nas fotos. Vendo a reação do pobre homem, sabia que tinha tomado a decisão certa; se ele tivesse visto mais, talvez tivesse tido um infarto. O Sergio começou a esfregar os olhos como se não acreditasse no que tava lendo. Eu esperava que ele desse um grito ou socasse uma parede, igual nos filmes, mas não foi isso que aconteceu. Ele começou a olhar as folhas de novo, da primeira à última, e depois colocou as mãos na cabeça, andando em círculos com os olhos fechados, murmurando algo que eu não conseguia ouvir.vadiaDe repente, Sérgio começou a olhar em volta, acho que pra ver quem tinha deixado os papéis no banco, mas não me viu. Eu já tinha feito minha parte e podia ir embora, mas vi ele tirar o celular do bolso pra ligar pra Pamela. Ele ficou parado esperando a resposta da esposa, mas ninguém atendia, e eu sabia o porquê, talvez ele também. Depois de uns 5 minutos, Sérgio saiu correndo na direção de onde tinha vindo. Eu fui atrás dele, a uma certa distância, pra ver quais eram as intenções dele. Ele chegou até o ponto de ônibus onde todo dia eu e Pamela esperávamos o busão pra voltar, e acho que ele esperava que ela ainda estivesse lá. Ainda tinha gente esperando o ônibus, o que significava que ele não tinha passado ainda, mas Pamela não estava lá. Dava pena ver a situação do Sérgio, dava pra ver claramente o desespero nos olhos dele enquanto ele começava a perguntar pros desconhecidos no ponto se tinham visto a mulher dele. O pessoal ficava olhando pra ele por um tempo, de susto ou surpresa, porque naquele momento ele parecia um louco, mas ninguém respondia que tinha visto ela. Ele perguntava pra um lado e pro outro, mas ninguém conseguia ajudar, até que ele se virou na minha direção. — Você... menino... não é que... (respira fundo)... não é que você viu minha esposa? É uma mulher de cabelo castanho, olhos verdes, ela é muito... me diz, você viu ela? — Eu... não... desculpa, senhor. Ele foi nos comércios perto pra perguntar: uma sorveteria, uma padaria e depois... naquela barraquinha. Eu ficava olhando do ponto pra disfarçar que tava esperando o ônibus, mas o resto do povo me olhava estranho porque não era normal ver criança naquela hora, naquele lugar, logo depois que muitos moleques tinham entrado na escola. Com certeza achavam que eu era um daqueles que matava aula. Eu sabia que o negócio do velho tava sem ninguém pra atender, mas isso devia ter feito ele sair e continuar perguntando pra outras pessoas, mas não foi assim. Sérgio não saía do negócio, então eu... Cheguei mais perto pra ver. Não tinha ninguém. Entrei e notei numa mesa uma jaqueta pequena de mulher, a idiota da Pamela, com certeza na empolgação do momento, tinha deixado ela ali. E o Sergio? A porta que dava pro corredor estava aberta, e aí eu já sabia a resposta. Tava com medo de que o Sergio estivesse prestes a fazer alguma coisa terrível. O que eu devia fazer? Chamar a polícia ou uma ambulância? Voltar pra minha escola ou continuar me intrometendo? No final, decidi continuar investigando, mas não podia entrar na porta daquele corredor escuro, o Sergio ia perceber, e o mais importante pra mim era ficar anônimo nessa história. Por sorte, lembrei que na primeira vez que vi eles, no depósito tinha uma janelinha que dava pra rua. Saí correndo do estabelecimento e dei a volta no prédio pra achar aquela janela. Não foi tão difícil encontrá-la, porque assim que cheguei perto, já dava pra ouvir claramente os gemidos da Pamela saindo por uma pequena abertura na parte de baixo da janela. A rua onde eu tava não era muito movimentada, mas com certeza se alguém passasse nos momentos em que os dois amantes estavam se pegando, também ia poder testemunhar o que eu estava prestes a ver. A janela era um pouco alta e suja, então tive que ficar na ponta dos pés e limpar um pouco com a mão. Lá dentro, a puta da Pamela tava de pernas juntas, de bruços, oferecendo a buceta pro velho Hari, que por cima metia nela com golpes violentos.esposaEu esperava encontrar uma cena de crime com dois amantes mortos e um marido em plena fúria homicida, mas não era assim. Sergio estava do outro lado de onde eu estava, em frente à porta onde eu tinha me escondido tempos atrás. A expressão dele era cheia de dor e as lágrimas revelavam o sofrimento dele diante do que estava vendo. Ele não se escondia, estava como petrificado diante da maior traição que podia imaginar.interracialA cada enfiada, a Pamela repetia: "Ah... Ah... Ah... Ah..." que nem um disco arranhado, mas eu, que tava de frente pra eles, via a cara de puro tesão dela enquanto o Sergio, do outro lado do depósito, observava de longe o corpo daquele ogro gigante destruindo a mulher dele. Os dois amantes continuaram sem perceber os dois intrusos. O Dom Hari, que já tinha se cansado daquela posição, com um movimento rápido se levantou e agarrou a presa pelo cabelo, que soltou um gritinho de dor enquanto ele a colocava de joelhos pra ela engasgar com a pica dele.mae-Glac, glac, glac, glac
-Ajj, que gostoso é sentir sua boca, puta. O velho tratava ela como um boneco sexual, sem respeito ou carinho; tudo ao contrário do que o marido fazia com ela na hora do amor, e ela parecia saber bem qual era o favorito. Ficaram assim por uns minutos, formando uma poça debaixo deles, feita de uma mistura da saliva que escorria da boca dela com os próprios fluidos vaginais. Pamela estava mais excitada do que nunca.

Pra terminar o boquete, o Dom Hari tirou o pau da boca dela e começou a sacudir na frente do rosto dela, batendo nos lábios dela, e a safada abria a boca igual uma puta ansiosa pra chupar um osso suculento.
-Mais tarde, puta, mais tarde. O velho não se cansava de humilhar a Pamela, que já tinha perdido qualquer vestígio da mulher que era antes.

Por um momento, reparei no Sergio, que não se mexia do lugar e continuava olhando o que faziam com a esposa dele.

O bruto orcão depois agarrou a linda Pamela e jogou ela em cima de um colchão, abrindo as pernas dela com as mãos enquanto ela olhava direto nos olhos dele e se masturbava com uma mão, enquanto a outra esfregava os mamilos.
-Me diz, puta, você quer que eu enfie na sua buceta?
-Mmm… sim.
-Quer que eu te abra no meio, puta?
-Sim, sim… no meio.
-Quero que você fale. Me diz o que você quer?
-Seu pau, quero seu pau… quero que você enfie na minha buceta, quero que me parta no meio, quero que estoure minha buceta.

O velho não esperou nem um segundo e, de uma enfiada só, cravou tudo.
-Aaah! Pamela soltou um grito de prazer que a deixou sem ar por um momento. Nessa posição, deitada de costas, pernas abertas, o velho começou a martelar com força, fazendo o corpo da Pamela sacudir.infiel-Oh, oh…Meu Deus…sim, sim, sim, sim
-Que delícia sua buceta, ainda tá bem apertadinha.
-Sim, sim, sim, mais, mais

Pamela não parava de gemer sentindo o tamanho inteiro da vara do seu macho até o fundo das tripas dela. A cara dela era de uma putinha morrendo de prazer e as mãos dela seguravam firme os lençóis pra não cair do outro lado do colchão, vendo como com tanta violência o gordo Hari comia ela.

-Ai…tô…já…já vou…
-Goza, gostosa, goza com minha permissão, haha.

A putinha explodiu num orgasmo que fez ela tremer que nem um terremoto enquanto continuavam metendo na buceta dela. Parecia que o show ia acabar, então olhei meu relógio. Já tinham passado umas duas horas desde que comecei a espiar eles. Minhas pernas também tavam cansadas de ficar tanto tempo na ponta dos pés, então me levantei normal e procurei algo pra alcançar a janela mais fácil. Por sorte, uma cadeira velha quebrada tava perto e usei ela, mesmo parecendo meio instável.

Pamela e Dom Hari já tinham se separado: ela tava deitada no colchão toda suada, olhos fechados e respirando fundo de cansaço, enquanto ele sentou numa poltrona de couro vermelho tomando uma cerveja.

Era incrível que ainda não tinham percebido o Sergio, que tava onde eu deixei ele. A escuridão daquele lugar, claro, ajudava, assim como o fato de que os dois tavam longe e de costas o tempo todo. Até eu tinha esquecido dele por um momento.

Um minuto depois, Pamela se levantou e olhou nos olhos do macho dela.
-É assim que eu gosto de você, putinha.

A vagabunda se ajoelhou e, olhando pro velho sentado na poltrona de pau duro, começou a engatinhar até ele. Que espetáculo era aquele. Não dava pra negar que era terrivelmente excitante.casadaComeçou por baixo, beijando os testículos e passando a língua pra lamber eles. Quando viu que deixou eles brilhando, a puta se dedicou a chupar devagar, como se fosse algo romântico pra ela. Enquanto isso, Don Hari tava sorrindo e com uma mão acariciando os cabelos dela. Pamela subiu mais pra cima e, depois de cheirar os ovos dele e o pau, passando o nariz por cima com desejo, também lambeu eles como se fossem os picolés mais doces. Dava pra ver claramente como a esposa do Sergio tratava o membro do velho e como adorava ele. Já não tinha diferença entre aquela mulher e um animal submisso ao seu dono. A puta continuou com suas demonstrações de amor por aquele pau, mas agora ela esfregava ele no rosto todo, com os lábios abertos.maduroO tratamento que Dom Hari estava recebendo era de outro mundo, algo que muita gente só consegue imaginar nas fantasias mais lascivas, mas pra ele era rotina diária. A mascote do velho agora tinha passado a chupar a pica do seu dono e fazia isso com muita dedicação. Dava pra ver da janela a cabeça dela descendo e subindo com movimentos longos que marcavam a grandiosidade daquele membro e a prática que ela tinha acumulado. O boquete durou vários minutos até que o velho, satisfeito, se levantou sem dizer nada, com a pica ainda na boca da sua escrava sexual. Sem falar nada, caminhou até um móvel, abriu uma gaveta e tirou uma câmera de vídeo que era diferente da que eu lembrava; talvez agora tivesse comprado uma melhor. Essa nova câmera era maior e parecia mais sofisticada. Servia pra gravar vídeos de qualidade.

Por um momento, foquei no Sergio e vi que finalmente ele não estava mais parado como um idiota observando a mulher ser comida por outro; agora ele estava sentado, encostado na parede como um idiota, com a mulher sendo fodida a poucos metros dele. Não dava pra ver o rosto dele porque estava meio abaixado, mas notei que nas mãos, que usava pra tampar os ouvidos, ele tinha as folhas e outra coisa que não conseguia distinguir. Agora, com certeza, eles não iam percebê-lo, já que ele estava ainda mais escondido. Passei de sentir pena e tristeza por ele a ficar com raiva e decepcionado com a covardia dele, a passividade e a falta de atitude. Era um moleque naquela época, mas me perguntava como um homem podia ficar sem fazer nada diante daquela traição. Dom Hari, enquanto isso, tinha colocado a câmera num tripé que filmava os dois se dando um beijo lascivo e apaixonado.

— Me diz, Pamela, de quem você é?
— Sua.
— Você é minha o quê?
— Sua puta.
— E mais o quê?
— Sou sua puta, sua mulher, sua gostosa, sua vadia, sua escrava, seu brinquedo.
— E por que você é isso?
— Porque adoro sua pica, sua pica magnífica. Não consigo viver sem ela.
— Muito bem, gatinha.

Pamela, com essas palavras, se humilhou na frente da câmera. E ela fez isso com seriedade e naturalidade, o que me fazia entender que ela tinha compreendido seu verdadeiro ser ou pelo menos que o tinha aceitado. Ao terminar sua confissão, o velho a girou de repente, agarrou-a nos braços como se fosse uma boneca e ela se segurou com as mãos no pescoço dele.TraicaoO velho, apesar da idade, ainda tinha força e energia pra empalar ela no pau dele com pancadas fortes e ritmadas. Pamela não parava de gritar de prazer com uma expressão de êxtase total até que chegou o segundo orgasmo, que deixou ela tremendo de novo. Os amantes continuaram a foder por horas, sem se importar com o barulho que faziam ou com quem podia descobri-los. Trocavam de posição a cada meia hora sem descansar. Enquanto isso, a alma do pobre Sergio estava destruída, quase como a buceta da esposa dele. — Muito bem, gatinha, agora vamos ver de arrebentar teu cu também. — Sim, sim, pelo cu. Pamela ficou de quatro e o Dom Hari começou a penetrar ela com toda a força que tinha, abrindo o buraco dela como fazia todo dia.casada infiel- Ah, ah, ah, ah, que gostoso, sim, sim, que gostoso
- Você gostou que eu enfiei no seu cu, né, puta?
- Sim, sim, adoro!
Os dois estavam suados e exaustos pela trepada que durava horas, e nenhum dos dois queria parar, mas o velho ainda não tinha terminado de me surpreender. Ele fez a sua raposa se deitar de lado e, por trás dela, pegou uma perna e levantou acima da cabeça dela, e aí começou de novo a meter no cu dela.InfieldadDe novo a Pamela gozou, eu já tinha esquecido de todas as vezes a essa altura. O sexo não tinha fim e os dois não paravam de se revirar naquele colchão de todos os jeitos possíveis.Testemunho de Infidelidade 5 FinalEnquanto isso, Dom Hari mudou de expressão e seu olhar ficou fixo numa parte do depósito. Ele tinha percebido que Sergio estava ali. —Diz, putinha, você gosta da minha pica? —Sim, claro que sim. Ele começou a foder ela mais forte e mais rápido. —Você gosta mais da minha pica do que a do seu marido? —Sim, sim, sim —Por que você gosta mais da minha pica? —Porque a dele é maior, muito maior. —Hahaha. Como é a pica dele? Me conta. —A pica dele… dela… é tipo uma agulha. —Hahaha Sergio pareceu acordar do coma e, com um olhar de ódio, se levantou. O velho continuava olhando pra ele. —Com quem você quer dormir hoje, putinha? —Com o senhor, com o senhor —Não com seu marido —Não, não, ah, ah, não com meu marido —E por quê? —Ah, ah, ah, ah, ah, ah —POR QUÊ? —Porque o senhor é um homem… ah, ah, ah… e ele é um viadinho. Sergio deu um passo à frente e, com a mão fechada num punho que apertava forte, amassando as folhas. Consegui ver que o pobre corno estava com a calça molhada, ou pelas lágrimas ou porque tinha mijado nas calças. —Diz o que você prefere, putinha… minha pica ou a pica do seu marido corno? —Seu… seu pau —Mais alto pra ele ouvir! —Eu amo seu pau, amo seu pau mais que o pau do meu marido corno. Sergio parou e as lágrimas começaram a cair como cachoeiras. A última coisa que sua esposa disse tinha acabado com ele de vez. —Pa… Pam… PAMELA! O grito de Sergio fez a putinha se virar pra ver a cara cheia de lágrimas do marido. —Sergio!… Eu… desculpa… eu… Mesmo com o marido ali, o velho não parou de foder a esposa dele, pelo contrário, parecia que aquilo o animava ainda mais, e com estocadas mais rápidas e violentas fez a putinha da Pamela começar a gemer de novo. —Ah… um pouco… ah, ah. —Por que, Pamela? Por quê? —Eu… ah, ah… desculpa… perdoa… ah, ah Pelo que eu via, a putinha não sabia o que fazer. Tentava pedir perdão ao marido, mas ao mesmo tempo não parava de gemer com as estocadas do amante, que ela nem pedia pra parar. —Diz pra ele, gostosa, diz de quem você é. —Eu… ah, ah, ah… sou sua… eu —Diz pra ele quem você ama mais, o cock dele ou o meu? -Eu…desculpa…ah,ah,ah,ah…desculpa, ah, ah, ah…eu amo o cock dele, Sergio estava perto deles observando e ouvindo melhor como sua amada esposa proclamava sua traição sem vergonha alguma. -Diz, puta, diz quem você ama mais, o meu cock…ou a sua família! -Eu…ah,ah,ah,ah…Ai meu Deus -Diz agora ou eu tiro? -ah,ah…o cock dele…amo mais o cock dele do que a minha famíliiiia. Pamela terminou de dizer isso e teve um orgasmo mais forte que os anteriores. -Não, não Pamela. Chega. Chega! Sergio estava desesperado e não sabia o que fazer, só assistir como aquele gordo, velho malvado roubava o amor da vida dele a golpes de cock. A cada enfiada, a cara de Pamela mudava mais. Se antes ela tentava se controlar, agora já não. A cara dela era de uma mulher feliz e satisfeita, de uma mulher que estava num paraíso de prazer sexual. -Ah,ah, ah, ah, Deus, Deus meu, sim, ah, ah, ah -Eu te odeio, Pamela! Te odeio! O velho fodia a esposa dele na frente dos olhos dele com um olhar de orgulho e satisfação. A verdadeira Pamela tinha se libertado por completo. Sem mentiras, sem vergonha, sem freios. A gostosa se deixou levar pelo prazer que o macho dela dava, agora que aquele último orgasmo tinha quebrado as correntes da moral, do amor e da compaixão dela. -Sim, sim, mais, mais, mais cock, mais forte, me fode mais forte. -Toma, puta! Toma! -Aaah, sim, sim, por Deus, sim. -Já não liga mais pro seu marido, pro seu filho, pra sua família? -FODA-SE MINHA FAMÍLIA! AH,AH,AH,AH, eu quero cock! Era difícil pra mim continuar vendo aquele horror, mas mesmo assim continuei assistindo a tortura de Sergio e a depravação de Pamela. -Você é uma puta, Pamela! Era uma puta! Esquece de voltar pra casa, Pamela! -Ah, ah, ah, ah, ah, ah -Esquece de mim e esquece do Felipe. Você não vai mais nos ver. Entendeu, Pamela? -Ah, ah, ah, ah, ah -PAMELA! -Você virou uma porra de um cuck de merda que se masturba!…me deixa foder em paz! Naquele momento, Pamela e Dom Hari gozaram juntos. Sergio levantou as folhas que eu deixei numa mão e na outra tinha um celular. -Eu tenho as provas Pamela. Se você acha que vou te dar um centavo… O velho se levantou furioso e com um soco na barriga deixou o pobre Sergio sem ar, que agora estava caído no chão tentando respirar. – Viadinho de merda! O malvado ogro estava parado ao lado dele quando, com o pé, pisou no celular do Sergio, destruindo suas esperanças, e com as mãos rasgou as folhas que eu fiz. Durante tudo isso, Pamela tinha se acomodado tranquilamente, deitada olhando o celular, dando uma olhada por cima do ombro, sem dizer nada, vendo o velho humilhá-lo ainda mais.vadiaPamela depois de um tempo começou a engatinhar de novo e foi até perto do marido para limpar com a boca o pau dele.esposa-É hora de buscar nosso filho Sérgio. Daqui a pouco eu encontro vocês. Sérgio, sem ter outra opção, obedeceu. Eu não tinha percebido que horas eram. Já era hora de eu voltar pra casa. As crianças estavam lá fora com os pais, entre eles também Felipe e Sérgio. Como ela mesma disse, agora Pamela se dirigia na direção do marido e do filho, sorrindo e acenando pro menino como se nada tivesse acontecido. -Sai pra lá, Pamela! Não deixo você encostar no meu filho. -Também é meu filho. -Lembra do que você disse? Você… você não tem mais filho. Ela ficou olhando pra ele por um momento, como se estivesse pensando no que dizer, enquanto o pequeno chorava implorando pro pai não falar assim com a mãe. Pamela olhou pro Felipe e se ajoelhou. -Felipe, meu tesouro… Com quem você fica? Com a mamãe ou com o papai? -Nãooo… não fala assim, mamãe. O pequeno Felipe chorava desesperado com a pergunta absurda da mãe, e ela olhava pra ele sem um pingo de empatia nos olhos. -Tá bom… cuida do seu pai. Pamela se levanta, se afasta do filho e vem na minha direção. Eu, pra disfarçar, comecei a andar no mesmo rumo. -Mamãe! Onde você vai? Pamela vira e responde sorrindo. -Vou ficar com a Sofia, filho.interracialA brutalidade daquele momento, nunca vou esquecer. Naquele dia, tinha matado o dia inteiro de escola, mas não tava nem aí. Os problemas que eu ia enfrentar não eram nada perto dos daquela família. Passou um mês sem ver os três no ônibus e um mês sem ver o perfil da Pamela. Ficava me perguntando o que tinha acontecido com eles. Entrei no perfil dela e a primeira coisa que me chamou a atenção foram as fotos que ela tinha postado.mae


infiel

casada
maduro
Traicao
casada infiel
Infieldad
Testemunho de Infidelidade 5 Final


vadia

esposa
interracial
maeAcho que foram essas fotos a causa de todos aqueles novos seguidores/amigos que ela tinha agora. Percebi também que alguns dos amigos com quem ela era mais próxima deixaram de ser amigos dela no Facebook e, suponho, também na vida real. No chat dela, dava pra ver mensagens do tipo: como você pôde fazer isso com ele, não tem vergonha?, você é maluca, não pensa no seu filho?, etc. As atitudes dela contra a própria família não passaram despercebidas, e isso me dava um certo alívio. Karma, pensei. O último que conferi foi a conversa com o marido ou ex. Desde o dia em que a verdade foi revelada, não tinham mais mensagens entre eles, exceto uma de quatro dias antes. — Olha, viado. Olha que vou tomar café da manhã na sua casa amanhã, sentado na cadeira que você usava, hahaha. Boa sorte pra achar outro apartamento, hahaha.infielO vídeo com certeza tinha sido enviado pelo velho Hari usando o celular da Pamela. Até hoje eu me pergunto se fiz a coisa certa em revelar tudo. FIM.

1 comentários - Testemunho de Infidelidade 5 Final

No daré puntos.
No resulta agradable no existante. Es más lamentable.
Ficticio. Y para ser el final bajo mucho el... Realismo.