Fomos de férias com meu marido, o melhor amigo dele e a esposa dele. Conhecemos eles há anos, mas nunca tínhamos viajado juntos. Na primeira noite, nos divertimos comendo alguma coisa e bebendo uns drinques até tarde. Foi bem legal e, na hora de dormir, cada casal foi pro seu quarto. Tenho que confessar que eu tava bem excitada, já fazia mais de duas semanas que não transava com meu marido e tava com muita vontade. Meu marido chegou primeiro, achei que ele tivesse preparando tudo, mas quando entrei pronta pra agarrar ele sem parar, ele já tava deitado, praticamente dormindo! Não acreditei, não liguei e peguei na pica dele pra acordar bem dura, mas ele, sem nem abrir os olhos, me empurrou e virou de lado. Nossa, que ódio, a tesão que eu tava! Não tive escolha a não ser virar e dormir. Pra piorar, começaram a ouvir uns gemidinhos bem baixinhos vindo do quarto ao lado. Daquela putinha. Que sorte a dela, sendo comida e eu nada. Gemidos suaves foram os primeiros, mas não demorou pra começar a ouvir o barulho inconfundível do colchão. Tava oficialmente puta da vida com meu marido. A cada minuto que passava, os gemidos aumentavam de volume e ficavam mais e mais cheios de prazer, o barulho do colchão virou o da cama batendo na parede, e minha raiva começou a se transformar em excitação. Tinha duas opções: ou ela tava exagerando descaradamente, ou o amigo do meu marido tava realmente acabando com ela. Não pararam! Devia ter passado mais de 40 minutos daquele show incessante de gemidos, batidas na cama, tapas na bunda e muita, muita umidade dentro de mim. Eu me tocava, parando o ouvido debaixo do lençol pra que o idiota do meu marido não percebesse. Os gritos de prazer dela quando chegaram ao clímax tinham um nível de excitação que me fez gozar no mesmo instante que eles. Quase como se eu estivesse lá. Claramente, no dia seguinte, não consegui olhar pra eles com os mesmos olhos. Senti muita inveja daquela gostosa que tinha recebido tudo que queria e ainda por cima comia o amigo do meu marido, que pra ser sincero é bem gostoso. Depois de ouvir o que aconteceu ontem, realmente tô afim dele agora. Com meu marido a gente transava pouco e ele nunca me fazia gritar daquele jeito, muito menos durava quase uma hora inteira igual esse macho fez com a sortuda. A gente passeou todo mundo de tarde e voltou pra casa, eu mandei meu marido acender a lareira. A gostosa foi fazer compras, eu acho, e o garanhão tava tomando banho. Vi que ele tinha deixado a toalha preparada bem perto da porta, porque tava só encostada, e peguei ela pra esconder. E fiquei perto do banheiro esperando ele terminar. Aí ouvi: — Amor! Me aproximei e falei: — Sua love não tá aqui, acho que foi fazer compras, precisa de algo? — Uai, male, que bom que é você, parece que esqueci a toalha, pega pra mim? (Eu já tava com ela na mão) Abri a porta rápido, fingindo surpresa de encontrar ele obviamente fora do chuveiro e sem nada pra se cobrir, e não resisti em tirar a dúvida e ver... aquela pica. E aí sim, fiquei louca. Uma pica linda e grossa que eu não imaginava como seria toda dura e nas minhas mãos. Ele ficou vermelho e assim que pegou a toalha se cobriu rápido. Falei: — Desculpa, não queria te assustar, só queria tirar uma dúvida. (Saí do banheiro) e ele ficou realmente confuso. Corri pro quarto, não conseguia me segurar, queria aquela pica já. Era linda, muito maior e mais grossa que a do idiota do meu marido, e nem preciso falar do que ela era capaz de aguentar bem dura e me dando prazer. Quando de repente a porta abre e ele aparece ainda só de toalha e me diz: — Que foi, bebê? Queria ver uma pica de verdade? Meu coração batendo na boca, minha buceta toda molhada quando ele abre a toalha deixando à vista aquela pica linda já um pouco dura, e eu me joguei de cabeça. Não resisti, abri minha boca o máximo que pude e só parei quando ela chegou no fundo da minha garganta, me fazendo engasgar de tão enorme que era. Quando a gente ouviu meu marido entrando em casa lá fora. Nós dois... Olhamos preocupados e eu disse que cuidaria disso. Tirei a camiseta e o sutiã e saí do quarto. Encarei ele e a reação dele ao me ver de peitos de fora foi de desespero — cara! O que cê tá fazendo pelada? Se cobre que o Martin vai te ver. (Haha se soubesse) — não posso, amor, tô muito tesuda e não sei por que, mas acho que hoje vou levar uma boa foda. Vem pro quarto comigo. — mas e o fogo? Agora te parece? — sim, amor, não dá pra esperar. E comecei a tocar naquela que agora me parecia uma piquitinha pra ele... ficar excitado, e o otário em um segundo já tava entregue. Falo pra ele — gordo (com a voz de putinha que mais excita ele) quero vendar teus olhos e te amarrar na cama pra te comer bem bem forte. Claro que ele obedeceu. Vendei os olhos dele. Fechei todas as portas de casa pra que a gostosa ficasse lá fora se voltasse, e entramos no quarto. O pauzão ali em silêncio, pronto pra tudo, e a rola duríssima. Deitei meu marido na cama e tirei a roupa dele bem rápido, sem perder um minuto. Ele me dizia — meu amor, como cê tá gostosa!! Vai chupar toda a rola? — sim, gordo, não aguento mais esperar. Com a própria roupa dele, amarrei bem bem forte os braços e as pernas dele na cama pra ele ficar imóvel. — tão muito apertados, amor, já tá doendo. Não vou conseguir sair (falava o baita otário). Montei em cima dele e chamei o verdadeiro macho da sala e falei — me fode todinha, gostoso, com essa rola linda. E o baita idiota do meu marido, que já tinha seus 12 cm totalmente eretos dando pena, me respondeu que não podia porque tava amarrado. Antes que ele tivesse outra ideia idiota, com um tapa bem dado na cara, enfiei na boca dele minha calcinha fio dental que já tava toda ensopada e falei — cala a boca, inútil, hoje você vai ver como se fode de verdade uma gatinha. Enquanto tirava a venda dos olhos dele, aquela rola enorme começou a me penetrar e eu soltei um grito: uff, que lindo. Não sei o que era melhor: a cara do otário vendo como eu era comida ou aquela pica me dando bem bem forte desde o começo. — que foi, bobão? Ah ah ah! Não dormiu a sua... rola? Falo pra ele. entre uns gemidos impossíveis de calar - te excita ver aah um homem de verdade me comendo? Ele olhava com a boca tapada e só se contorcia. Óbvio que tava excitado. Eu, enlouquecida, aquela pica me fazia sentir prazer em lugares onde aquela porquinha que ele tinha nunca tinha chegado antes. - Olha isso? (Se mostrando) olha que grande que é. O que cê acha, cabe toda na minha boca? E aproximando a peça do rosto, chupei de novo até a garganta. Toda até o fundo e, ao sair, toda aquela saliva com gosto de pica eu cuspia na boca dele, o corno manso. E ele se contorcia todo, adorando me ver bem macetada de uma vez na vida. Apoiei um joelho no peito dele, olhando na direção dos pés dele, e fiz o pica grossa começar a arrebentar de verdade minha buceta bem na cara dele. Aaaai meu Deus, quando ele começou a empurrar, vi estrelas, aquela cabeça tão dura abrindo minha buceta bem molhada pela chupada gostosa que eu tinha dado. Me dava uma dor misturada com prazer 10 vezes mais intensa do que qualquer coisa que eu já tinha sentido. Quando ele conseguiu enfiar tudo, me senti entregue demais. - Ai, gordo, nunca mais você vai poder me comer na buceta! Agora ela vai rebolando sempre. E com um tapa forte na bunda, o potro que me comia me fez calar a boca quando enfiou tudo até o fundo, se deitou em cima de mim, me segurando forte pelo cabelo com uma mão e com a outra me tocando a buceta tão bem que nem eu mesma teria feito melhor. Ele empurrava cada vez mais e eu achei que ia me partir. Quando... ao me tocar tão gostoso, em pouco tempo fez eu gozar como nunca. Nunca tinha jorrado um esguicho lindo como o que tava saindo agora, tudo em cima do meu marido virgem, que quando sentiu toda aquela umidade e viu aquele jato, seguido de umas contrações de prazer que ele nunca tinha conseguido me fazer sentir. Sem ninguém roçar na pica dele, começou a soltar bocadas de porra inútil, se lambuzando todo no peito igual um bebê. Que risada que eu e o homem atrás demos. dessa porra gigante. -mostrar como um homem termina!! Eu disse enquanto colocava ela de volta na boca. Não podia ser tão gostoso chupar aquela pica, era incrível. Chupei ela de mil maneiras e ele me deixou fazer de tudo. -pfff que bem você chupa, deusa! Ele repetia, soltando baforadas de ar violentas, mas não se apressou pra gozar como outros teriam feito! E comecei a bater uma pra ele com toda força, colocando a boca debaixo da cabeça da pica e dizendo -por favor, me dá esse leite, quero sentir tudo na minha boca! Já! Vai, vai, vai, siiiim. E ele soltou um jorro enorme que consegui segurar inteiro entre meus lábios, mas a segunda golfada transbordou por todo o meu rosto e começou a escorrer em cima do meu marido, que já não faltava nada pra gozar de novo depois desse show de porra que o amigo dele nos deu. Que amigo! Quem mais é capaz de deixar a mulher de um amigo tão feliz assim? E com a minha mão, depois de espremer tudo, comecei a espalhar o leite dele que o trouxa tinha no peito… mais o que agora era de outro, por todo o corpo dele e juntei com meus dedos tudo que pude e passei na cara dele. Me apoiando nele, decidi apalpar a pica dele pra ele gozar. Ele estava prestes a explodir e, incrivelmente, pra fechar com chave de ouro, com um mínimo toque que eu dei, ele gozou de novo sem conseguir resistir. Por favor! Saímos do quarto com o Martin e fomos tomar banho. Obviamente ele me comeu de novo e me deixou totalmente exausta. Graças a deus a gostosa não chegou até aquele momento e encontrou o marido dela fazendo o churrasco e eu terminando de limpar. Perguntei pelo meu marido e dissemos que ele estava se sentindo mal, que foi deitar, que não o incomodasse. Ele ainda está deitado lá, já vamos comer, deixamos ele com a luz apagada, todo cheio de porra, amarrado de pés e mãos com a minha calcinha molhada na boca. Talvez mais tarde eu o solte. Pobre.
2 comentários - Gostosa no cio