Cumpliendo dieciocho

Hannah e suas duas amigas, Nika e Itziar, tinham uma aposta desde o ensino médio: quando completassem a maioridade, transariam com algum desconhecido. A aposta era que as outras escolheriam com quem. As três são loiras de olhos claros e estudam na escola mais cara da cidade. Obviamente, já tinham alguma experiência anterior. A primeira a cumprir a aposta seria a Itziar, e era lógico que não escolheriam alguém de quem gostassem. Hannah sugeriu o motorista do táxi, mas a Nika acertou.

—O professor Nájera, aquele velho nojento —todas se entreolharam, e Itziar balançava a cabeça negando. —Não, porra, ele é um velho broxa, não dá! —Ah, vai lá, é só uma trepada! —Hannah dizia aos risos. —Pelo amor, outra pessoa, melhor o motorista! —O professor! —disse Nika, decidida.

O professor Nájera dava aula de física para elas. Os números não eram a parte mais divertida, mas além disso, ele as odiava por ficarem o tempo todo trocando mensagens ou tirando selfies durante a aula. Itziar era baixinha, 1,50m, loira de olhos azuis. Embora quase não tivesse peitos, seu atrativo era o bumbum avantajado que carregava há anos. Apesar de ela não gostar, as sardas no rosto também a deixavam linda. Parecia uma garotinha delicada. Mas as três sabiam que ela era a mais tarada do grupo — foi ela quem as introduziu ao mundo do hentai, e quase sempre suas mensagens eram fotos com paus enormes.

Então, decidida, Itziar esperou o fim da aula, até que todos saíssem, para se aproximar do professor.

—Oi, professor, olha, estou preocupada com minha média… —Pensei que sua única preocupação era ficar bem nas fotos — ele interrompeu. —Eu sempre fico bem, professor, mas gostaria de revisar um pouco para a prova final. —Sério?! Nossa, senhorita, me surpreende. Não é uma das suas brincadeiras, né? —perguntou, espantado, tentando disfarçar o nervosismo que aquela jovem loira lhe causava. —Não, queria mesmo revisar. Poderia ir à sua casa. —Você sabe onde eu moro? —Claro, o apartamento acima da loja de tintas — o professor franziu a testa e engoliu seco. —Como você sabe? —Minha mãe faz terapia em frente, já vi o senhor saindo de lá algumas vezes. —Ok. só posso depois das 7, tá bom? —perfeito! Te vejo hoje —hoje? —não dá? –perguntou ela se aproximando com olhar de putinha triste —sim, claro… me avisa, te dou meu número… —eu chego –disse ela enquanto se afastava e ele observava sua bunda balançando.
Bastou uma sessão para que Itziar conseguisse seu objetivo. Com um shorts pequeno e justo, bateu na porta do professor, que abriu nervoso. —sua mãe te trouxe? –perguntou nervoso —Não, vim sozinha –disse, passando com confiança —Tem carregador de iPhone? –perguntou ela —sim, toma –respondeu rápido, entregando o carregador. Ela notou que o professor cheirava a perfume; ele sempre cheirava a cigarro, e isso a deixou mais confiante —e mora sozinho? –perguntou com cara de dengosa e se encostando muito nele —sim, me divorciei há alguns anos e… bom, o que quer revisar? Sentaram-se no sofá e ela o encarava fixamente, enquanto ele engolia seco e recitava fórmulas e números que não importavam para ela. —a que veio, senhorita? –perguntou, já confuso —a isso –disse ela e o beijou. Ele tentou se afastar, mas ela o puxou. —tem certeza? —Já fiz 18 e você sabe, deu like na minha foto de aniversário… e sim, tenho certeza. Finalmente, ele se deixou levar e a beijou, enquanto as mãozinhas desabotoavam sua camisa e depois a calça. —isso aqui tá muito duro –disse, segurando com as duas mãos seu pau —é você que me deixa assim, senhorita –disse o professor, tirando sua blusa para chupar seus peitinhos. Ela deslizou e se ajoelhou, puxando a cueca do professor para chupar seu pau. —puta que pariu, que gostoso! –exclamou o cara, gritando e vendo aquele rostinho sardento sorrir enquanto lambia a ponta. —tem um pau bom, professor –disse e começou a chupar, olhando para o professor, que estava hipnotizado por seus olhos verdes —nossa, que gostoso! Mmm. Depois, se levantou e lentamente abaixou o shorts; por baixo, não usava nada, então o professor Nájera pôde ver sua bunda rosada e os lábios de sua buceta. Subiu no sofá e empinou. —me fode –pediu, enquanto o professor segurava a própria cabeça diante daquele espetáculo. Posicionou seu pau na sua bucetinha, mas depois mudou de ideia, então recarregou na sua bunda e empurrou. —Vai me dar pelo cu? —Mmm, siim haaa —Ele empurrou com força até que seu pau entrou um pouco, depois entrou suavemente —Ai, tá doendo que delícia, professor, mete ah ah mete seu pau. Suas nádegas batiam contra ele, que suava e bufava que nem louco, agarrava suas nádegas e empurrava forte. —Isso, que delícia, professor, que delícia —Mmm ha mm ha ha. Ele parou um pouco, pois sentia que ia gozar a qualquer momento, e beijou seu pescoço, lábios, costas, nádegas, bunda e boceta. —Você está deliciosa —Mmm, que delícia, professor. Depois ela o derrubou e montou nele, que ao sentir seu pau entrando de novo na sua bunda, fechou os olhos. —Meu Deus! —Mmm, ai ai, entrou mmm. Quando abriu os olhos, Itziar já estava quicando sobre ele, suas nádegas batiam e faziam um som de palmas. —Eu gostooo aaah, eu gosto pelo cu aaah, que delícia —Mmm, sim, assim, assim, continua mmmm. O professor fechou os olhos e cerrou os dentes, Itziar sentiu ele enchendo seu cu de porra e, com movimentos circulares, rebolou até sentir que não saía mais nada. —Mmmmm huuu —Encheu meu cu de porra, professor, mmm, que delícia. Ela se levantou lentamente e se ajoelhou para chupar os restos de porra no pau do professor, que ainda a olhava incrédulo. —Já temos 10? —Temos? —perguntou o professor Nájera. —Sim, 10 para mim e minhas amigas, ou não ganhei? —Puta do caralho, até 11, mas não posso dar 10 para as três, elas não sabem porra nenhuma da matéria. —Ei, professor, enchi minha bunda com sua porra! —Olha, 10 para você e para elas 9 ou 8, mas nada disso para ninguém, me ouviu? —Prometo —disse Itziar enquanto levava porra da sua bunda à boca. Depois de ver o vídeo que pau quando colocou seu telefone, as três estavam um pouco molhadas. Itziar nunca mais dirigiu a palavra ao professor, que teve que engolir a raiva e dar boas notas a elas. Um mês depois, Nika fez aniversário e, justo na sua festa com amigos e familiares, elas discutiam com quem diabos iriam transar. —O Motorista! — disse ela — de jeito nenhum, eu fodi aquele professor de matemática, pelo menos aquele velho que fica olhando sua bunda na loja — eu pego ele, eu pego ele – disse Hannah — Não Hannah, já vi sua cara — pelo amor de Deus! – disse Hannah quase morrendo de rir — claro que sim! – exclamou Itziar — Não, não zoem, aquele cara é um idiota — Por isso mesmo! - exclamaram as duas. Jesus era colega de escola delas, vinha engordando e crescendo há anos. Mais de 1,85m mas era um otaku, se fantasiava de personagens de anime e jogava com cartas. Além do vício em videogames. Um perdedor suarento que todo mundo tirava sarro. Quando Nika se aproximou dele, a escola inteira virou pra olhar. Jesus estava confuso, com certeza ela queria que ele fizesse alguma tarefa pra ela. — Oi, gatinho, o que tá fazendo? — Se você veio tirar sarro de mim, por favor, vai tomar no cu, sua puta! — Ei, calma! Olha, eu sei que é estranho eu… bom… eu sei que a gente é uma merda de amiga… enfim… — O que você quer? – disse ele enquanto dava um gole no seu copo em forma de Pokémon — Vamos direto ao ponto, é bem fácil. Apostamos que você teria medo de transar comigo. — O quê?! – ele falou tão alto que todo mundo olhou — Se você tem medo, então deixamos pra lá, é sério – disse ela com cara séria. — Mas por que eu? — Isso importa? — Não — Então? – perguntou ela franzindo a testa — Do jeito que eu quiser? — Óbvio, só não me fantasio de nenhuma dessas porcarias chinesas — Ok — Ok o quê? — Sim, te como — Te vejo na sua casa? – perguntou ela sorrindo — Sim, meus pais só chegam à noite do trabalho, temos a tarde toda — Calma, tigrão - disse ela sorrindo e se afastou rindo. Nika chegou à tarde muito confiante, embora com um pouco de nojo, na casa de Jesus, tocou a campainha e ele olhou pela câmera do interfone. A loira de pernas longas que só andava com caras mais velhos estava ali na sua porta. Ela tocou a campainha de novo e levantou os óculos escuros. Ali estavam os olhos verdes que o deixavam louco e aquele corpo perfeito com o qual ele tantas vezes se masturbou no banheiro. — Oi, pensei que você ia me deixar aqui – cumprimentou ele de beijo na bochecha, o primeiro beijo que recebia de alguém que não fosse sua mãe ou avó. — ainda acho que é brincadeira, mas acontece — se fosse brincadeira nem teria vindo, você tem carregador de iPhone? — sim, ali na estante — Obrigado, e então aqui está sua coleção de coisas – disse sem saber mais o que falar — na verdade estão no meu quarto, vem vamos — Bom, levo o cabo Ele mostrou suas coleções, espadas, cartas, fantasias, funkos e então o sorriso sumiu e ele olhou para ela com desejo. — vamos transar? — sim, mas sem pressa… — tira a calça, mas deixa a calcinha fio-dental, você usa fio-dental? — …sim… – disse ela tirando o jeans lentamente — você sempre foi tão perfeita — Obrigada! — agora deixa eu ver seus peitos – disse de modo autoritário — você nunca…? — Não, mas vejo pornô todo dia. Sei como é, não sou bobo – disse com voz infantil. — ok, e agora? — chupa – disse ele abaixando a calça e mostrando o pau debaixo de uma enorme barriga — se ajoelha aí, é assim que fazem no pornô. — ha ha ha ok vou – ela se ajoelhou e segurou o pau dele que não era enorme mas também não era ruim, chupou um pouco e ele segurou sua cabeça. — ai ai que sensação engraçada, chupa, putinha! Ela estranhou aquele jeito esquisito, mas continuou chupando, pensando que eles iam gostar muito de ver isso. — haagh aaaagh ei! – ele apertava sua nuca para manter o pau dentro. — é assim que as putas do pornô chupam, chupa… putinha — haaagh gaaaagh mmm – sua testa batia na barriga que começava a suar, então ela tentou se esforçar, tomara que ele gozasse rápido. No entanto, ele continuou até se cansar, a barriga não deixava ver aquele rosto que o deixava louco. — vem aqui, sobe… putinha – disse enquanto se deitava. — ok – disse ela limpando um pouco a boca e a testa. — Não tira a calcinha – ela se posicionou em cima dele, apontou o pau para a bucetinha e desceu. — está quentinho… sua puta safada – Nika quase soltou uma risada em alguns momentos, mas segurou. — Isso, você gosta, cachorrinho? Mmm – Jesus estava ocupado chupando seus peitos então no contexto, mas ele agarrou as nádegas para movê-la com mais força. —mmm caralho, você já não é mais virgem —balança essa bunda, puta —ai! –exclamou e rebolou sabendo que ninguém resistia. —hahaha, é gostoso foder. Nika se cansou e respirou fundo, enquanto Jesus se levantou com dificuldade e ainda mais suado. —Empina, mas até o fundo, levanta essa bunda —assim? –ela disse, divertida —você tem uma bundona, Mika —Nika! —já sei, mm aaah –assim que posicionou o pau, ele enfiou com força e começou a penetrá-la vigorosamente, Nika sentia o suor daquela barriga enorme agora molhando suas nádegas. —mmm é isso, caralho, vai assim, siim sii —que bundona do caralho, você tá bem gostosa… puta. Nika estava quase no ponto do orgasmo, não imaginou que Jesus duraria tanto, pensou que seria bem fácil e rápido. —você parece uma puta daquelas do pornô —na sua vida vai ter uma dessas de novo, caralho, mmm continua, porra, sim, sim —já sei –ele disse e saiu do quarto. Voltou com um vibrador de plástico na mão. —é da minha mãe, eu escuto quando ela usa, ela geme mais do que com o papai —ei, mas… —você disse que seria como eu quisesse, vira de costas –Nika se ajeitou de quatro e sentiu o vibrador entrando em sua buceta, depois começou a vibrar. —mmm que gostoso, mmm agora entendo sua mãe, uuui. Depois ele se posicionou e tentou duas vezes enfiar o pau no cu da Nika sem sucesso, na terceira ele se apoiou até que finalmente o pau entrou. —ai, caralho, ai ai não brinca, duplo haaa ai dói um pouco mmm —é assim que elas são fodidas no pornô, vou te foder de novo? —NÃO! –ela disse, muito segura —então seja minha puta –ele agarrou seu cabelo e puxou tão forte que Nika não sabia se gemia de dor no cu ou de dor no couro cabeludo. —mmm ai ai aaay mmm pppfff ha ai mmm —é estranho pelo cu… mas eu gosto… puta haaa —mmm caralho, porra mmm ai ai mmm gostoso aaay. Finalmente Jesus estava prestes a gozar e a puxou até o chão enquanto pegava seu telefone. —eu também tô gravando –ele disse enquanto se masturbava a centímetros do rosto dela —como você sabe? —é uma aposta, você tem que trazer a prova mmm levanta a cara vou jogar em você igual às putas do pornô aaah Nika levantou a cara e vários jatos de porra caíram no seu rosto, igual ao suor que ainda escorria da sua barriga. —aaah assim sim que tasty –disse ele segurando o celular para filmar a Nika —já posso me levantar? –perguntou ela já com nojo —sim, espera… levanta os polegares igual às putas do pornô –ela obedeceu– pronto Ela limpou o rosto com as mãos e depois de perguntar pelo banheiro, lavou o rosto. Estava prestes a se vestir quando ele a parou. —Não, espera —e agora? –perguntou ela olhando para ele ali ainda pelado e suado. —me dá sua calcinha –Nika tirou e jogou pra ele, ele cheirou e sorriu. —Obrigado… puta —JÁ! –disse ela séria —ok As três olhavam o vídeo dando risada —Não fode como sua a buceta —caralho não fode, tudo escorria em mim —bem que você fazia força vadia —tava com um vibrador e uma pica na bunda, não fode quase gozei com a buceta ha ha ha —Bem, um mês e já Hannah, já temos quem… —quem? —você vai ver vadia —Filhas da sua puta mãe não quero nem imaginar Assim chegou seu aniversário quase no fim do ano e ela pensou que tinham esquecido, mas não. —já é sua vez Hannah e você tem que pagar sua aposta —já sei que vão passar dos limites comigo vadias Quando disseram que era o zelador, ela se recusou e implorou por outro. —o professor ou o gato, mas não fodam, aquele velho? —nós já cumprimos, a buceta já até acha que eu falo com ela —e tira nove numa matéria que não entende, então não tem jeito Hannah —FILHAS DA PUTA! Seu Pepe era um velho rabugento de quase 60 anos, magro e duro, com um bigode mal cortado e fedido. Hannah não sabia nem como chegar perto dele, além do mais ele odiava elas e todo mundo. “Puta que pariu esses pivetes” Era sua frase favorita. Então ela respirou fundo e no final das aulas ficou mordendo os lábios até não sobrar um único aluno, depois viu os professores saírem nos seus carros. —que porra você tá fazendo aqui? – disse don Pepe, pegando-a de surpresa — sua puta da MÃE! Me assustei, don Pepe — faz tempo que te vi, onde estão suas amigas? Agora que porra vocês querem fazer? — Não, não, nada, estou sozinha — batem em você em casa? Tem problemas ou o quê? — Não e não, só que já estamos quase terminando o curso e, bom, eu queria que o senhor e eu — Fala claro, menina, já todo mundo foi embora, por que você ficou pra trás, caralho? — pra transar, puta que pariu, pra transar! — não fala merda! Com quem? Onde ele tá escondido? — tá parado na minha frente – don Pepe deu uma volta e depois outra — Não fala bobagem! Comigo? — não gostou ou o quê, don Pepe? – perguntou já de pé e um pouco irritada, mais do que nervosa. — Filha, você tem olhos azuis, é loira, todo dia vejo a bunda de você e das suas amigas. Você agrada até as professoras. — então? — é brincadeira? Quer que me demitam? — Não e não, mas mesmo assim é melhor eu ir… — nada disso, você quer foder, então vamos foder – disse, interpondo-se entre ela e a porta — só deixa eu conectar meu telefone que quase não tenho bateria Mal terminou de conectá-lo, don Pepe estava sobre ela, metendo a mão nas suas nádegas e peitos. — Don Pepe? – disse ela virando-se e segurando um pouco a respiração por causa do cheiro. — Don Pepe nada, vem cá – deitou-a sobre a mesa e baixou sua calça até os tornozelos, afastou a calcinha de Hannah e começou a lamber sua boceta. — mmm don Pepe espere mmm aaaah — abre as pernas, garota, deixa eu chupar seu xoxota Suas mãos ásperas separavam suas pernas e sua língua entrava em sua boceta, passava a língua por baixo, chupava sua bunda e depois voltava para sua boceta, metendo sua língua até o fundo e cuspindo nela. Depois a virou e a posicionou de quatro em cima da mesa. — filha da puta, você tem uma ppk bem rosadinha, mas você é uma puta, tá com a xereca depilada — ai ai aaaah O velho só a virou para poder chupar bem minha bunda, abria suas nádegas e metia sua língua. Depois meteu dois dedos em sua boceta em forma de gancho, procurando o ponto G e os gemidos de Hannah Diziam que ela acertou, então ele começou o mete e saca de forma desesperada, sem parar de lamber seu ânus. —Haaa haaam siii —Pequena loirinha geme, empurra, puta, empurra mais —Aaaah uuuh si aaaah. Hannah sentia o orgasmo se acumulando entre suas pernas, já não pensava no cheiro do velho, seus olhos estavam em branco e seu corpo relaxava. Um jato grande saiu de sua vagina. —Aaaah —Ha ha ha isso puta, que puta tão mais puta você é —Aaauh —Os jatos paravam, mas don Pepe voltava a frontal tão rápido quanto podia e o squirting voltava, algo que até aquele dia Hannah e suas amigas achavam que era falso. —Isso ha ha ha, mais? —E ele voltava a dar prazer com dedos e língua até ela tremer como se estivesse convulsionando, com os olhos em branco. —Agora vem aqui, pequena puta —disse, abaixando a calça e tirando seu pau de dentro de uma cueca roída. Hannah desceu da escrivaninha e olhou todo o chão molhado. Virou e viu don Pepe acomodado num banco com seu pau nas mãos e um grande sorriso. —Vamos, gostosa, vem pegar seu doce —disse, esfregando o pau que, para sua idade, parecia bem grande e duro. Hannah se agachou e pôde sentir o cheiro desagradável que vinha dali, mesmo assim lambeu a ponta e depois chupou. —Aaaag —Sentiu vontade de vomitar ao ter aquele gosto rançoso na boca, mas respirou e continuou lambendo até se acostumar e o colocou lentamente em sua boca. —Chupa, menina estúpida, isso aqui é um pau de macho. Não como os dos pirralhos a quem você dá a bunda. Assim que ela começou a chupar de forma constante, ele a pegou pelo cabelo para empurrar e fazer com que todo seu pau entrasse naquela boquinha. —Aaagh —Isso! Isso, putinha! Chupa ele todo! —Ggggh —Gosto assim, suculentas, safadas e putas! —Ggggj aaaah —Ela tomou ar e, sem hesitar, colocou aquele pau de volta na boca —Que pedaço de puta, caralho! Don Pepe se levantou e agora fodia sua boca como um louco —Ahh ahh ahh agggjh —Puta, mãe do céu, que delícia —Suas bolas batiam no queixo de Hannah, ela babava e melecas que se misturavam com as lágrimas pelo esforço de aguentar as investidas daquele pau. Quando ele finalmente se cansou, tirou seu pau, e com uma mão espalhou toda aquela meleca que escorria do rosto de Hannah no rosto dela, testa, olhos. Depois a levantou e a apoiou na mesa, dando palmadas em sua bunda branca que ficou avermelhada assim que recebeu a primeira palmada. —¡aauch! —vamos experimentar essa bunda, loirinha –separou suas nádegas e enfiou seu pau em sua boceta que ainda estava sensível. —aaaah deva… ga… rinho aaaay —levanta essa bunda, putinha –disse segurando seus quadris para enfiar todo seu pau e começar a comê-la. Pegou suas mãos para puxá-la, o som de suas nádegas como palmas ecoava na sala vazia. —aaah aahhh mmm —foda-se putas, mas nenhuma vagabunda tão linda quanto você —aaah ah ah —e muito menos gggg ah que vem e me pede para fazer dela minha putinha huu! Essa bunda minúscula tão gostosa, vadia —mm haaaa aaah Ele tirou seu pau e enfiou seus dedos, quando sentiu a loira se dobrar, enfiou seu pau de novo e então se afastou para que outro squirt fosse expulso. —huuum aaaah –as pernas de Hannah estavam bambas, don Pepe, satisfeito, aproveitou para enfiar seu pau em seu cu. —aaaay –com as mãos ele cobriu sua boca pelos dois lados, puxou-a com força uma vez e outra. —aaaaagh —isso putinha, isso! Que delícia que está esse cu! —aaaagh —vem e chupa, putinha –disse e a puxou até que ela estivesse novamente com seu pau na boca. Ao gosto rançoso agora se somava o gosto de sua própria bunda, ela engoliu tanta saliva quanto pôde para passar aquele gosto e continuou chupando o pau daquele velho que acabou sendo um filho da puta. —pra cima –disse até levantá-la pela cintura para sentá-la na mesa. —aaaah –o frio em suas nádegas a fez pular, o velho separou suas pernas e enfiou seu pau em sua boceta, aproximando-se para beijar seus peitos. —aaah aaah —o mau hálito da boca daquele homem lhe dava mais náuseas do que o do seu pau, justamente quando ela tomava fôlego ele virou para beijar seus lábios. —essa carinha de menina direitinha capa e olha ha ha ha putinha – continuou beijando-a e depois seguiu para o pescoço. —mmm aaah mmm —você é uma puta, vem aqui
Ele tirou a camiseta e jogou no chão, a colocou de quatro, antes de penetrar contemplou aquele bunda perfeita, cuspiu algumas vezes nela e uma terceira na própria pica. Ela via as manchas molhadas no chão, tinham saído dela e isso a excitava. Sentiu a pica entrar e fechou os olhos. Um velho nojento estava dando o melhor sexo da vida dela. —mmmm aaaah —puta mãe aaah —dentro não dentro não! —dentro filha da putaaa! Dentro! Aaaah puta mãe que gostoso!
Continuou penetrando-a um pouco mais depois de encher suas entranhas de porra, depois se levantou e puxou seu cabelo. —volta a chupar, gata —aaaagh –agora se somava o sabor de sêmen em sua boca —limpa ela putinha, lambe ela toda —glup aaaah mmmm —Não sei por que não paro mas graças a Deus por colocar essa puta no meu caminho, agora se veste e some. —seu velho safado –disse ela limpando-se um pouco, depois se aproximou e beijou-o nos lábios. —e isso? —foi gostoso pra um velho porco como você —vai tomar no cu puta! E conta pras suas amigas, aquela baixinha bunduda e a outra metida que me olha de cima. Diz pra elas que quando quiserem eu dou uma boa enfiada de pica.
Hannah mostrou o dedo do meio, depois pegou sua mochila e saiu, embora tenha voltado alguns minutos depois. —tá trancado –viu o velho ainda se masturbando —vamos, eu abro putinha
Durante o caminho até a porta ele deu palmadas na sua bunda, apertou seus peitos e esfregou sua boceta. —Até amanhã puta —amanhã nem fala hein –disse ela como advertência
Quando fechou a porta, finalmente parou de fingir. A Hannah estava com a bunda doendo e as pernas dormentes. À noite, na casa da Nika, ela ficou molhada de novo lembrando como aquele velho tinha usado ela. —Não brinca, acho que você se deu melhor puta –disse Itziar —Itziar aquele velho tava fedendo pra caralho —mas que foda gostosa ele te deu, não brinca, com certeza você tá molhada –disse Nika metendo a mão —ei! —siim! Que puta —Eu tô toda molhada –disse Itziar —chegando nos vinte e um a gente pega alguém assim –disse Hannah —melhor um conhecido –disse Nika —um parente –replicou Itziar rindo NEM FODENDO! –gritaram as outras

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