E aí, vamos ver, não sei se isso é a minha praia, mas já que tô no site, posso contribuir com alguma experiência. Então, não sei com que frequência, mas vou postar algumas das minhas aventuras. Não vou fazer em ordem, nem vou dar nomes ou idades (embora às vezes eu diga há quanto tempo aconteceu, aí dá pra calcular minha idade na época), porque algumas são bem comprometedoras (principalmente para as outras pessoas).
Também deixo claro que não sei contar histórias e não tenho imaginação pra inventar, então vou relatar sempre do meu ponto de vista e sensações. Também tem alguns casos em que eu tava chapada ou muito bêbada e lembro dessas experiências pela metade, então se um dia eu contar alguma dessas, peço desculpas desde já. Enfim, não acho que tenham entrado pra ler tudo isso, então vamos lá.
Isso começou há uns 6 anos, eu ainda no ensino médio. Um dia, pra um aniversário importante da escola, que coincidia com uma data cívica e a aposentadoria de um diretor que tava lá há uns 20 anos, organizaram um trabalho em conjunto dos vários cursos, misturando turmas diferentes e até ex-alunos. Um desses ex-alunos era um cara que basicamente todo mundo na escola conhecia, daqueles caras chatos, que sempre aprontam alguma, e das pesadas, mas que, além de punições e tal, não era um mau cara em si e sempre era perdoado (além do mais, era muito gostoso). Ele já tinha 25 anos, não tinha terminado o ensino médio, tinha abandonado, mas entre os professores, digamos, era conhecido. A questão é que o meu grupo o tinha como parte dele, o que incluía mais três pessoas (duas meninas e um cara), preparando maquetes e tal. A maior parte do trabalho a gente fazia na escola, a vibe era boa, mas esse cara, ex-aluno, basicamente ia pra passar o tempo, era a desculpa dele pra escapar do trabalho. Um dia, a gente combinou de se encontrar e até trabalhar até bem tarde pra terminar de uma vez toda a nossa tarefa, Depois de muita discussão, decidimos que seria na casa daquele cara que morava sozinho; por vários motivos, fomos eu e outra das meninas até a casa dele, enquanto os outros dois integrantes nunca apareceram. Durante os dias anteriores, ele e eu tivemos várias brigas, já que ele não ajudava em nada no trabalho e fazíamos tudo nós mesmos; enfim, aquela tarde/noite foi muito tensa, até que por um telefonema a menina que tinha ido precisou ir embora. Como íamos em direções opostas, não podíamos pedir o mesmo táxi, então combinamos com o mesmo taxista que, depois de deixar minha colega, ele voltaria para me pegar.
Enquanto juntava tudo que sobrou e guardava, o cara com quem fiquei sozinha na casa dele começou a me provocar, basicamente por estar "incomodando" ele, falando coisas sobre a falta de ajuda dele, já que mesmo ali na casa dele ele não fez nada além de tomar mate; durante um tempo discutimos até que o tom aumentou e aí ele me disse: "O que você precisa é de uma boa foda". E eu respondi algo tipo: "Só porque você é forte não te dá o direito de deixar os outros fazerem tudo por você". Ele reagiu e me encurralou, me perguntou: "Então você me acha forte?". Eu sou muito sincera, e disse que sim, mas que mesmo assim ele era um idiota. Aí ele agarrou minhas duas mãos, levantou elas ao mesmo tempo que me beijou contra a parede e se apoiou com força em mim. Quando ele se afastou, eu cuspi nele, e ele disse: "Então vou ser eu que vou te dar essa boa foda" e começou a me apalpar toda.
Naquele momento, eu fiquei excitada, nos dois sentidos: fiquei com raiva porque sabia que ia deixar ele continuar e não era verdade o que ele disse sobre eu precisar de foda, mas era como dar razão a ele; e estava excitada sexualmente pela situação também. Sem dizer nada no processo, falei: "Tá bom, me fode com força, mas não deixa de ser verdade que te detesto". Ele respondeu: "Melhor assim, porque eu também não te aguento". Depois, me virou de costas, digamos, me pegou por trás e abaixou a Calça, ele enfiou os dedos de uma mão na minha buceta enquanto com a outra mão me enfiava os dedos na boca e agarrava minha língua com os dedos dele, beijando e mordendo meu pescoço. Depois me levou ao quarto dele, tirou rápido a camiseta e o tênis enquanto me jogava na cama. Eu já tinha perdido a camiseta, a calça e os tênis no caminho. Ele me virou de bruços e enfiou o pau na minha boca. Chupei com raiva e ele pegou minha boca com força também. Depois me virou, deu um tapa na minha bunda, me colocou de quatro e enfiou (tudo ainda de calcinha fio-dental, já melada, e sutiã, que ele tirou quando já estava me comendo de quatro).
Durante a transa, ele dava muitos tapas na minha bunda e dizia que adorava o barulho; e falava coisas como "grita mais, vai". Ele me dava com muita força e deixava bem claro o quanto me detestava, coisa que eu também deixava claro, apesar de estar gostando do sexo em si. Isso é algo que ele nunca soube, mas sou estéril desde nascença (não vou entrar em detalhes sobre isso, mas sim, não posso ter filhos). Sem saber, ele gozou dentro de mim dizendo algo como que aquela era minha recompensa, apesar de tudo, porque eu tinha sido boa. Ele fez isso por algumas horas quase sem parar, com pausas mínimas para beber água e tal, sempre com a mesma raiva nos tratando. Na verdade, depois disso e (admito) de termos nos divertido tanto, não nos vimos nem falamos mais.
Apesar de tudo, ele me deixou dormindo no quarto dele, coberta, enquanto foi dormir na sala. Na manhã seguinte, eu disse que usaria o chuveiro dele, e ele entrou para me comer de novo, em pé no banheiro. Mas dessa vez, antes de gozar, ele me fez ajoelhar e gozou na minha cara, e depois de gozar, mijou na minha cara. Ele disse que era o que eu merecia e me mandou me limpar e ir embora porque à tarde a namorada dele viria. Tomei banho, me troquei e fui embora. Cabe dizer que sou tão boa pessoa que poderia ter deixado um batom e meu sutiã no quarto dele antes de sair, porque não tinha percebido que não os tinha comigo, digamos, mas decidi antes de sair dar uma revisada em tudo porque não gosto de causar esse tipo de confusão pra mim.
Bom, não sei se é o que esperavam, não sei se gostaram, não sei se fui ruim contando, espero que tenham gostado. Se curtirem, talvez eu poste mais, mais pra frente, talvez amanhã, talvez depois, talvez semana que vem, não sei, quando der na telha. Obrigada por lerem mesmo assim, beijos pra todo mundo.
Enquanto juntava tudo que sobrou e guardava, o cara com quem fiquei sozinha na casa dele começou a me provocar, basicamente por estar "incomodando" ele, falando coisas sobre a falta de ajuda dele, já que mesmo ali na casa dele ele não fez nada além de tomar mate; durante um tempo discutimos até que o tom aumentou e aí ele me disse: "O que você precisa é de uma boa foda". E eu respondi algo tipo: "Só porque você é forte não te dá o direito de deixar os outros fazerem tudo por você". Ele reagiu e me encurralou, me perguntou: "Então você me acha forte?". Eu sou muito sincera, e disse que sim, mas que mesmo assim ele era um idiota. Aí ele agarrou minhas duas mãos, levantou elas ao mesmo tempo que me beijou contra a parede e se apoiou com força em mim. Quando ele se afastou, eu cuspi nele, e ele disse: "Então vou ser eu que vou te dar essa boa foda" e começou a me apalpar toda.
Naquele momento, eu fiquei excitada, nos dois sentidos: fiquei com raiva porque sabia que ia deixar ele continuar e não era verdade o que ele disse sobre eu precisar de foda, mas era como dar razão a ele; e estava excitada sexualmente pela situação também. Sem dizer nada no processo, falei: "Tá bom, me fode com força, mas não deixa de ser verdade que te detesto". Ele respondeu: "Melhor assim, porque eu também não te aguento". Depois, me virou de costas, digamos, me pegou por trás e abaixou a Calça, ele enfiou os dedos de uma mão na minha buceta enquanto com a outra mão me enfiava os dedos na boca e agarrava minha língua com os dedos dele, beijando e mordendo meu pescoço. Depois me levou ao quarto dele, tirou rápido a camiseta e o tênis enquanto me jogava na cama. Eu já tinha perdido a camiseta, a calça e os tênis no caminho. Ele me virou de bruços e enfiou o pau na minha boca. Chupei com raiva e ele pegou minha boca com força também. Depois me virou, deu um tapa na minha bunda, me colocou de quatro e enfiou (tudo ainda de calcinha fio-dental, já melada, e sutiã, que ele tirou quando já estava me comendo de quatro).
Durante a transa, ele dava muitos tapas na minha bunda e dizia que adorava o barulho; e falava coisas como "grita mais, vai". Ele me dava com muita força e deixava bem claro o quanto me detestava, coisa que eu também deixava claro, apesar de estar gostando do sexo em si. Isso é algo que ele nunca soube, mas sou estéril desde nascença (não vou entrar em detalhes sobre isso, mas sim, não posso ter filhos). Sem saber, ele gozou dentro de mim dizendo algo como que aquela era minha recompensa, apesar de tudo, porque eu tinha sido boa. Ele fez isso por algumas horas quase sem parar, com pausas mínimas para beber água e tal, sempre com a mesma raiva nos tratando. Na verdade, depois disso e (admito) de termos nos divertido tanto, não nos vimos nem falamos mais.
Apesar de tudo, ele me deixou dormindo no quarto dele, coberta, enquanto foi dormir na sala. Na manhã seguinte, eu disse que usaria o chuveiro dele, e ele entrou para me comer de novo, em pé no banheiro. Mas dessa vez, antes de gozar, ele me fez ajoelhar e gozou na minha cara, e depois de gozar, mijou na minha cara. Ele disse que era o que eu merecia e me mandou me limpar e ir embora porque à tarde a namorada dele viria. Tomei banho, me troquei e fui embora. Cabe dizer que sou tão boa pessoa que poderia ter deixado um batom e meu sutiã no quarto dele antes de sair, porque não tinha percebido que não os tinha comigo, digamos, mas decidi antes de sair dar uma revisada em tudo porque não gosto de causar esse tipo de confusão pra mim.
Bom, não sei se é o que esperavam, não sei se gostaram, não sei se fui ruim contando, espero que tenham gostado. Se curtirem, talvez eu poste mais, mais pra frente, talvez amanhã, talvez depois, talvez semana que vem, não sei, quando der na telha. Obrigada por lerem mesmo assim, beijos pra todo mundo.
11 comentários - Primeira Vez (Oi, sou nova nisso)
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