Continuamos...
Alicia tinha se envolvido com um homem mais velho, José, que alugava uma casa pra ficar com ela, onde ia nos dias em que não estava com a esposa e os filhos, e sempre podia passar a noite inteira com Alicia. Ela aprendeu muito mais sobre como satisfazer um homem e como ser satisfeita por eles.
José sempre convidava um amigo, Ricardo, pra jantar com eles, e passavam momentos agradáveis juntos, conversando e bebendo. Ricardo, sabendo dos horários de trabalho de José, apareceu um dia pra cumprimentar Alicia. Ela, pensando que era José, abriu a porta como sempre, só de tanguinha e sandálias de salto que realçavam a bunda linda dela. A surpresa ao ver Ricardo: tentou se cobrir com alguma coisa, mas só tinha as mãos, e ele aproveitou aquela visão deliciosa. Ela correu pra vestir algo e o convidou pra esperar o José, ligando pra ele perguntar quanto tempo ia demorar, e que Ricardo estava com ela. José disse que ia demorar muito e que ela tratasse bem do Ricardo.
Ela o convidou pra tomar uns mates, e conversaram um pouco. Ela perguntou se ele queria uns biscoitinhos e teve que pegá-los na prateleira de cima do armário. Quando se esticou, a camiseta que tinha vestido não cobriu aquela bunda linda, e Ricardo não se conteve: as mãos dele foram direto pras nádegas dela. Ela reagiu olhando de lado e virando a cabeça de forma complacente, dando sinal verde pra qualquer coisa.
Qualquer coisa se transformou em beijos apaixonados e mãos inquietas. Os dois foram se despindo um ao outro. Quando ela ficou totalmente nua, ele mergulhou nos peitos dela, e ela começou a gemer. As mãos dele desceram até a bunda dela, abrindo as nádegas e brincando com um dedo dentro do cuzinho dela. Ela gemeu mais alto, e ele a levantou, colocou ela em cima da mesa e a deitou, partindo pro maior prazer dos dois: chupar aquela buceta linda dela, que já estava bem molhada, na verdade bem suculenta. Assim que ele encostou os lábios, ela gemeu mais forte, e quando a língua dele acariciou os lábios dela... vaginais, gozo tudo na boca dela e pedi pra ela continuar, que não parasse, ela só parou quando afastou ele pra engolir o pau dele até o fundo da garganta, e depois puxar, chupar tudo e os ovos dele, que ela percorria com adoração. Ricardo pediu algo mais, que ela nunca tinha feito até aquele momento: pediu pra ela chupar o cu dele. Pra isso, ele se posicionou em cima da mesa, e ela percorria da ponta da glande até o cu, indo e voltando sem parar. Ricardo, com sua grande experiência, sabia se segurar, e disse: "Vamos pra um lugar mais confortável". Ela o levou pra cama onde transava com José.
Assim que entraram no quarto, ela se deitou de pernas abertas e ele a penetrou até o fundo, enquanto ela só dizia:
— Mais, não para, não paraaaaaa, pelo amor de Deeeeeus.
Ele bombava com toda a vontade, até que pediu pra ela ficar de quatro. Ela obedeceu, mas avisou:
— Vou te dar algo que não dou pra todo mundo, nem pro José. Meu cu é todo seu, vai com calma, por favor.
Ricardo não hesitou. Enfiou os dedos naquela buceta melada e espalhou os sucos naquele cu que já tava esperando. Quando viu que tava pronto, aproximou a glande daquele buraquinho. Ela ajudava, guiando ele pra ir entrando devagar. Ele não apressou nada, deixou ela comandar tudo. Aos poucos, começou a entrar. Sentia como ela apertava o pau inteiro e como ela gemia e empurrava pra que entrasse toda aquela rola que tanto queria.
Quando ele enfiou tudo, ela disse:
— Espera um pouquinho.
E foi se ajeitando com o pau no cu. Começou com um movimento leve, pra entrar e sair, e com o ritmo, o gostinho de sentir ele dentro do cu foi aumentando, até ela começar a gemer. Esse foi o ponto de partida pra Ricardo pegar o ritmo que queria dar naquele cu. Ela gemia cada vez mais, até começar a pedir:
— Mais, mete mais, não paraaaaa, tudo, me dá tudo dentrrooooo, siiiim, assiiiiim, uuuffff, deixa o leite dentro do meu cuuuuuuuu, quero seu leiteeeeeeeeee.
— Esse foi o sinal. detonante para Ricardo, que gozou dentro do cu dela, terminou esmagando ela com o corpo pelo esforço que fez, e ela vira a cabeça com um sorriso enorme, dizendo: "você é o primeiro que faz isso comigo, bem feito, obrigada, você é muito bom transando."
E esse foi o ponto de partida pra Ricardo visitar ela nos dias em que José estava com a família, e ela feliz da vida por ser bem comida todo dia, e nos dias de menstruação, Ricardo esperava ansioso, aquele cu era só dele, pra José ela nunca deu.
Mas José começou a ter problemas e já não ia tão seguido vê-la, e também não conseguiu manter a casa que alugava pra ela, então Alicia voltou pra casa dos pais.
E ela sempre ia com Carla dançar e se divertir juntas, as vezes que se enfiavam nos banheiros da balada e comiam o cara com quem dançavam são incontáveis.
Até que Carlos apareceu na vida dela, e despertou um sentimento diferente de tudo que ela já tinha vivido, e ela gostou de compartilhar o tempo com ele, mesmo que ele não fosse bom na cama, ela levava uma vida boa, sem nenhum tipo de necessidade, moravam num bairro tranquilo, não passavam aperto e tinham tempo pra sair e curtir muitos momentos juntos.
A rotina começou a entrar no relacionamento, e Carlos começou a procurar alguma solução, e encontrou a que achou ideal pra ajudar o casal. Ele achou na internet duas chácaras nudistas, que ficavam perto de onde moravam. Podiam ir a qualquer hora, e decidiram ir num dia de semana, pra ver como era o lugar.
Chegaram, falaram com quem cobrava e explicou como era o lugar e onde ficavam o bar, os banheiros, as piscinas e tal.
Assim que estacionaram o carro, ela se despiu e calçou as havaianas, era a única coisa que vestia, e Carlos disse: "vamos dar uma volta". Foram até onde ficava a piscina maior, tinha casais e homens sozinhos, e quando viram a Alicia, todos viraram a cabeça ao ver uma mulher gostosa, toda pelada, com aquelas tetas e aquele cu.
Ficaram Conversando com vários casais, se atualizando sobre como era o clima, um casal convidou eles pra um quarto, e dividiram a cama, mas não rolou troca de casais, era forte demais pra eles, ou pelo menos pro Carlos, ele nunca tinha vivido algo assim. Todo mundo curtiu e voltou pra piscina, eles tinham que ir pra casa porque naquela noite tinha um aniversário e precisavam se preparar.
Conversaram sobre o que viveram e decidiram que uma hora iam voltar, mas a ida provocou uma mudança na Alicia, ela não usava mais nada em casa, quando Carlos chegava, ela tava sempre pelada, esperando por ele, e ela deixava ele esperar um pouco pra ele aguentar mais, mas não conseguia muito.
Mas o passado deixa marcas, e Alicia já tinha algumas, então ficou pensando em como resolver a falta de um sexo bom, que ela tanto precisava.
E quando você tá procurando alguma coisa, às vezes a solução aparece…
Começou a sair na rua com camisetas compridas que quase não cobriam a raba, com leggings bem justas, e por qualquer coisa se abaixava, principalmente no supermercado, pra exibir a bunda e ver se pescava alguma coisa…
Nos dias de calor não usava leggings, no máximo uma saia curta, que quando ela se abaixava, a vista que deixava pra todo mundo era impressionante.
E o Esteban, o vizinho dela, que não ia perder essa oportunidade, olhou em volta pra ninguém ver e acariciou a bunda linda da Alicia, ela se fez de surpresa, mas não falou nada, os dois colocaram o dedo na boca, como quem diz silêncio, o que fez eles sorrirem, e começaram uma relação de cumplicidade.
Como Alicia tinha muito tempo livre, podia sair de casa a qualquer hora, e assim conseguia encontrar o Esteban, escolheram um lugar um pouco afastado do bairro, por causa do que podia rolar com os vizinhos, e ela entrava no carro e iam pra um lugar distante com árvores pra poderem curtir juntos essa aventura.
Enquanto chegavam no lugar, ela com uma mão brincava com a própria buceta e fazia ele chupar os dedos dela, e com a outra mão agarrava a pica por cima da calça. Quando chegaram, foram pro banco de trás e a Alicia sentou de novo naquilo que tanto sentia falta, um sexo muito bom, muito melhor do que o que tinha há anos com o Carlos. O Esteban sabia como percorrer o corpo dela, excitá-la e levá-la a pedir mais, quero mais, e ela pedia algo especial pra ele: que metesse sem camisinha e deixasse a pussy cheia de porra, assim ela conseguia ter um orgasmo mais intenso. O Esteban não se fez de rogado e fez o que ela pedia.
Os encontros eram espaçados, uma vez a cada dez ou quinze dias, mas isso fez a Alicia voltar a curtir umas boas fodas como não tinha há tempos.
O Esteban pedia pra ela dar a raba, mas ela dizia que não, que já tinham tentado e machucaram ela, e que não ia entregar.
Continua…
Alicia tinha se envolvido com um homem mais velho, José, que alugava uma casa pra ficar com ela, onde ia nos dias em que não estava com a esposa e os filhos, e sempre podia passar a noite inteira com Alicia. Ela aprendeu muito mais sobre como satisfazer um homem e como ser satisfeita por eles.
José sempre convidava um amigo, Ricardo, pra jantar com eles, e passavam momentos agradáveis juntos, conversando e bebendo. Ricardo, sabendo dos horários de trabalho de José, apareceu um dia pra cumprimentar Alicia. Ela, pensando que era José, abriu a porta como sempre, só de tanguinha e sandálias de salto que realçavam a bunda linda dela. A surpresa ao ver Ricardo: tentou se cobrir com alguma coisa, mas só tinha as mãos, e ele aproveitou aquela visão deliciosa. Ela correu pra vestir algo e o convidou pra esperar o José, ligando pra ele perguntar quanto tempo ia demorar, e que Ricardo estava com ela. José disse que ia demorar muito e que ela tratasse bem do Ricardo.
Ela o convidou pra tomar uns mates, e conversaram um pouco. Ela perguntou se ele queria uns biscoitinhos e teve que pegá-los na prateleira de cima do armário. Quando se esticou, a camiseta que tinha vestido não cobriu aquela bunda linda, e Ricardo não se conteve: as mãos dele foram direto pras nádegas dela. Ela reagiu olhando de lado e virando a cabeça de forma complacente, dando sinal verde pra qualquer coisa.
Qualquer coisa se transformou em beijos apaixonados e mãos inquietas. Os dois foram se despindo um ao outro. Quando ela ficou totalmente nua, ele mergulhou nos peitos dela, e ela começou a gemer. As mãos dele desceram até a bunda dela, abrindo as nádegas e brincando com um dedo dentro do cuzinho dela. Ela gemeu mais alto, e ele a levantou, colocou ela em cima da mesa e a deitou, partindo pro maior prazer dos dois: chupar aquela buceta linda dela, que já estava bem molhada, na verdade bem suculenta. Assim que ele encostou os lábios, ela gemeu mais forte, e quando a língua dele acariciou os lábios dela... vaginais, gozo tudo na boca dela e pedi pra ela continuar, que não parasse, ela só parou quando afastou ele pra engolir o pau dele até o fundo da garganta, e depois puxar, chupar tudo e os ovos dele, que ela percorria com adoração. Ricardo pediu algo mais, que ela nunca tinha feito até aquele momento: pediu pra ela chupar o cu dele. Pra isso, ele se posicionou em cima da mesa, e ela percorria da ponta da glande até o cu, indo e voltando sem parar. Ricardo, com sua grande experiência, sabia se segurar, e disse: "Vamos pra um lugar mais confortável". Ela o levou pra cama onde transava com José.
Assim que entraram no quarto, ela se deitou de pernas abertas e ele a penetrou até o fundo, enquanto ela só dizia:
— Mais, não para, não paraaaaaa, pelo amor de Deeeeeus.
Ele bombava com toda a vontade, até que pediu pra ela ficar de quatro. Ela obedeceu, mas avisou:
— Vou te dar algo que não dou pra todo mundo, nem pro José. Meu cu é todo seu, vai com calma, por favor.
Ricardo não hesitou. Enfiou os dedos naquela buceta melada e espalhou os sucos naquele cu que já tava esperando. Quando viu que tava pronto, aproximou a glande daquele buraquinho. Ela ajudava, guiando ele pra ir entrando devagar. Ele não apressou nada, deixou ela comandar tudo. Aos poucos, começou a entrar. Sentia como ela apertava o pau inteiro e como ela gemia e empurrava pra que entrasse toda aquela rola que tanto queria.
Quando ele enfiou tudo, ela disse:
— Espera um pouquinho.
E foi se ajeitando com o pau no cu. Começou com um movimento leve, pra entrar e sair, e com o ritmo, o gostinho de sentir ele dentro do cu foi aumentando, até ela começar a gemer. Esse foi o ponto de partida pra Ricardo pegar o ritmo que queria dar naquele cu. Ela gemia cada vez mais, até começar a pedir:
— Mais, mete mais, não paraaaaa, tudo, me dá tudo dentrrooooo, siiiim, assiiiiim, uuuffff, deixa o leite dentro do meu cuuuuuuuu, quero seu leiteeeeeeeeee.
— Esse foi o sinal. detonante para Ricardo, que gozou dentro do cu dela, terminou esmagando ela com o corpo pelo esforço que fez, e ela vira a cabeça com um sorriso enorme, dizendo: "você é o primeiro que faz isso comigo, bem feito, obrigada, você é muito bom transando."
E esse foi o ponto de partida pra Ricardo visitar ela nos dias em que José estava com a família, e ela feliz da vida por ser bem comida todo dia, e nos dias de menstruação, Ricardo esperava ansioso, aquele cu era só dele, pra José ela nunca deu.
Mas José começou a ter problemas e já não ia tão seguido vê-la, e também não conseguiu manter a casa que alugava pra ela, então Alicia voltou pra casa dos pais.
E ela sempre ia com Carla dançar e se divertir juntas, as vezes que se enfiavam nos banheiros da balada e comiam o cara com quem dançavam são incontáveis.
Até que Carlos apareceu na vida dela, e despertou um sentimento diferente de tudo que ela já tinha vivido, e ela gostou de compartilhar o tempo com ele, mesmo que ele não fosse bom na cama, ela levava uma vida boa, sem nenhum tipo de necessidade, moravam num bairro tranquilo, não passavam aperto e tinham tempo pra sair e curtir muitos momentos juntos.
A rotina começou a entrar no relacionamento, e Carlos começou a procurar alguma solução, e encontrou a que achou ideal pra ajudar o casal. Ele achou na internet duas chácaras nudistas, que ficavam perto de onde moravam. Podiam ir a qualquer hora, e decidiram ir num dia de semana, pra ver como era o lugar.
Chegaram, falaram com quem cobrava e explicou como era o lugar e onde ficavam o bar, os banheiros, as piscinas e tal.
Assim que estacionaram o carro, ela se despiu e calçou as havaianas, era a única coisa que vestia, e Carlos disse: "vamos dar uma volta". Foram até onde ficava a piscina maior, tinha casais e homens sozinhos, e quando viram a Alicia, todos viraram a cabeça ao ver uma mulher gostosa, toda pelada, com aquelas tetas e aquele cu.
Ficaram Conversando com vários casais, se atualizando sobre como era o clima, um casal convidou eles pra um quarto, e dividiram a cama, mas não rolou troca de casais, era forte demais pra eles, ou pelo menos pro Carlos, ele nunca tinha vivido algo assim. Todo mundo curtiu e voltou pra piscina, eles tinham que ir pra casa porque naquela noite tinha um aniversário e precisavam se preparar.
Conversaram sobre o que viveram e decidiram que uma hora iam voltar, mas a ida provocou uma mudança na Alicia, ela não usava mais nada em casa, quando Carlos chegava, ela tava sempre pelada, esperando por ele, e ela deixava ele esperar um pouco pra ele aguentar mais, mas não conseguia muito.
Mas o passado deixa marcas, e Alicia já tinha algumas, então ficou pensando em como resolver a falta de um sexo bom, que ela tanto precisava.
E quando você tá procurando alguma coisa, às vezes a solução aparece…
Começou a sair na rua com camisetas compridas que quase não cobriam a raba, com leggings bem justas, e por qualquer coisa se abaixava, principalmente no supermercado, pra exibir a bunda e ver se pescava alguma coisa…
Nos dias de calor não usava leggings, no máximo uma saia curta, que quando ela se abaixava, a vista que deixava pra todo mundo era impressionante.
E o Esteban, o vizinho dela, que não ia perder essa oportunidade, olhou em volta pra ninguém ver e acariciou a bunda linda da Alicia, ela se fez de surpresa, mas não falou nada, os dois colocaram o dedo na boca, como quem diz silêncio, o que fez eles sorrirem, e começaram uma relação de cumplicidade.
Como Alicia tinha muito tempo livre, podia sair de casa a qualquer hora, e assim conseguia encontrar o Esteban, escolheram um lugar um pouco afastado do bairro, por causa do que podia rolar com os vizinhos, e ela entrava no carro e iam pra um lugar distante com árvores pra poderem curtir juntos essa aventura.
Enquanto chegavam no lugar, ela com uma mão brincava com a própria buceta e fazia ele chupar os dedos dela, e com a outra mão agarrava a pica por cima da calça. Quando chegaram, foram pro banco de trás e a Alicia sentou de novo naquilo que tanto sentia falta, um sexo muito bom, muito melhor do que o que tinha há anos com o Carlos. O Esteban sabia como percorrer o corpo dela, excitá-la e levá-la a pedir mais, quero mais, e ela pedia algo especial pra ele: que metesse sem camisinha e deixasse a pussy cheia de porra, assim ela conseguia ter um orgasmo mais intenso. O Esteban não se fez de rogado e fez o que ela pedia.
Os encontros eram espaçados, uma vez a cada dez ou quinze dias, mas isso fez a Alicia voltar a curtir umas boas fodas como não tinha há tempos.
O Esteban pedia pra ela dar a raba, mas ela dizia que não, que já tinham tentado e machucaram ela, e que não ia entregar.
Continua…
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