– Bom dia amigo, como você tá?
– Bem, mais ou menos, né... por uns momentos meio melancólico, lembrando dos momentos lindos que a gente passou e até cai umas lágrimas.
– Deve ser difícil mesmo, sempre juntos onde quer que fossem. Você tá sozinho?
– É, comi com minha velha no meio-dia, mas já vim pra casa.
– Quer que eu passe um tempinho aí?
– Adoraria, claro. Que horas você vem?
– No fim da tarde, te parece bem?
– Agora já vou ver o que cozinhar pra você.
– Nãão, pede alguma coisa, não faz nada não.
– Beleza, quando você chegar a gente vê o que pede.
O que vou vestir? Tava pensando numa mini, não... um vestido preto curtinho e com um bom kitty. Ele adora me ver com esse tipo de vestido, é o melhor pra provocar ele. O vestido é bem decotado, com as costas abertas e um kitty bem provocante na lateral. Uma calcinha fio dental preta e, melhor ainda, sem sutiã. Uns saltos altos, de preferência com plataforma. Cabelo solto e maquiada feito uma putinha. De vez em quando me passava pela cabeça: e se ele não quiser que role nada? Bom, ele é meu amigo, e se não rolar nada, vou ficar feliz só de ver ele se sentir bem.
Cheguei 20h em ponto. Ouvi o carro parar e ele saiu pra me abrir. Vestia uma bermuda marrom e uma camiseta vermelha. Mais detalhes: meias marrons e tênis branco.
– Ah, que linda que você tá!
– É que vim direto de um desfile.
– Ah, mais morto que o covid deve ter tido hoje nesse desfile.
– Pelo menos você tá de bom humor.
– É, tô tentando ficar alegre. Vem, entra... hmm, sabe que eu adoro te ver de vestido, ainda mais se for preto.
– Verdade, me vesti assim por você.
– Olha que a gente tá sozinho e sempre me... dá vontade.
– Hmm, pra te ver feliz, faço qualquer coisa.
Entrei e, quando fui cumprimentar ele, me beijou na boca. A gente ficou se olhando, e ele disse: "Acho que vou provar um pouco da sobremesa antes da comida." Hmm, ele comeu minha boca e me encostou na parede. Primeiro, minhas tetas, que delícia, depois a mão dele na minha virilha.
– É por isso que você gosta desses vestidos, por causa do kitty?
– É, ajuda muito. Você vai ficar pra dormir?
– Se me convidar, eu fico.
– Então beleza, primeiro... Saímos pra comer e depois voltamos pra sobremesa
– Aonde a gente vai
– Que tal a Tiara
– Bora sim
Jantamos umas rabas com batata frita, e de bebida o que a gente pede, me perguntou, um vinho branco docinho pra entrar no clima, respondi, enquanto esperávamos a comida brindamos, por uma noite especial ele disse e eu respondi a mesma coisa que ele, e acariciei o pau dele por cima da calça, claro que debaixo da mesa, você é maluca ele disse, descobriu, améyummy pensei comigo mesma e beijei ele.
Conversamos sobre como ele se sentia, sobre o que estava rolando e como ele estava adorando naquele momento, às vezes se sentia muito sozinho e fazia uns meses que não transava, desde que ela adoeceu.
Voltamos pra casa dele, adorava que ele acariciasse minha perna enquanto dirigia, sentia ele carinhoso, eram uns amassos e eu sentia ele assim.
Ao chegar em casa, ele me beijou com paixão, me senti estranha, tinha vindo pra me sentir uma puta e me senti amada, fazia séculos ou talvez nunca tinha me sentido assim com um homem.
De novo contra a parede, ele beijou meu pescoço, me acariciou toda, eu tava excitadíssima, meu vestido em poucos minutos foi parar no chão, só minha calcinha preta e meus sapatos foi o que ficou em mim.
Ele me virou e me colocou contra a mesa, me deitou nela, puxou minha calcinha preta e me penetrou, hmm, me senti muito puta mas também amada, meu amigo tava me comendo muito gostoso, ele metia e tirava, enquanto apertava meus peitos com uma mão e com a outra estimulava meu clitóris, sem tirar de dentro, e devagar fomos até o quarto, quando chegou perto da cama ele tirou, me beijou de novo com paixão, me deitou e tirou minha calcinha, abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta, eu gemia que nem louca, ele me deixou assim por um tempão, seus dedinhos me penetravam ou brincavam com meu botãozinho, siiiiiiiiiiiii que gostoso, não aguentei mais e gozei, que delícia de gozo, Deus, implorei pra ele meter, levei minhas pernas pros ombros dele e de novo siiii, eu tinha ele dentro de novo, que maravilha, depois de um tempo já tava quase lá de novo, sim, sim, siiiiiiaaaahsiiii, eu gozei na hora que ele chegava ao céu, que lindo gozar juntos, sentia o gozo dele dentro de mim, sim, sou uma puta, me come, não para, depois de uns minutos ele me colocou de quatro na cama, enfiou os dedinhos na minha buceta cheia de gozo e depois no meu cu, senti um entrar e depois outro, uns movimentos dos dedinhos e hmm, um pouco de dor, mas já tava toda dentro, doía um pouco mas eu adorava, aí siiii, os dedinhos dele de novo brincando no meu clitóris, de novo quase gozando, ele gozou antes, bem, só uns segundos porque quando senti que ele tava gozando eu também gozei, sim, me senti bem puta, tinha que fazer o que uma boa puta faria, dar um boquete gostoso, limpei todo o pau dele e mesmo me esforçando não consegui fazer ele gozar de novo, nós Deitamos e dormimos até de madrugada. Acordei e ele tava me abraçando, fechei os olhos e dormi de novo. Acordamos umas 10 da manhã, ele me beijou com a mesma paixão da noite e continuamos nos beijando. Fui atrás do que não tinha conseguido horas antes, e ele retribuiu minha gentileza. De novo, ele tava me enlouquecendo, parou de chupar minha buceta, abriu minhas pernas e — uau, que beleza — já tava quase lá. Só mais uns segundos e, de novo juntos, gozamos de novo. Ele caiu em cima de mim e ficamos assim por um tempo.
— Vamos tomar banho.
— Sim, outro na ducha.
— Tomar banho, falei… se não aguenta mais, love.
— A verdade é que tô morto.
Tomamos banho e, mesmo não fazendo mais nada além disso, ele não parou de me acariciar, até ensaboou minhas costas. Tomamos café da manhã juntos e um tempo depois fui embora. Ele me abraçou, me beijou de novo e disse: "Tchau, meu love, espero te ver logo." Falei que gostava dele e não tava mentindo. Amanhã a gente conversa e decide como seguir.
Conversamos e decidimos continuar juntos. Ele precisava de mim e, verdade, eu também. E depois de papear um tempo… a gente comeu um sorvete.
– Bem, mais ou menos, né... por uns momentos meio melancólico, lembrando dos momentos lindos que a gente passou e até cai umas lágrimas.
– Deve ser difícil mesmo, sempre juntos onde quer que fossem. Você tá sozinho?
– É, comi com minha velha no meio-dia, mas já vim pra casa.
– Quer que eu passe um tempinho aí?
– Adoraria, claro. Que horas você vem?
– No fim da tarde, te parece bem?
– Agora já vou ver o que cozinhar pra você.
– Nãão, pede alguma coisa, não faz nada não.
– Beleza, quando você chegar a gente vê o que pede.
O que vou vestir? Tava pensando numa mini, não... um vestido preto curtinho e com um bom kitty. Ele adora me ver com esse tipo de vestido, é o melhor pra provocar ele. O vestido é bem decotado, com as costas abertas e um kitty bem provocante na lateral. Uma calcinha fio dental preta e, melhor ainda, sem sutiã. Uns saltos altos, de preferência com plataforma. Cabelo solto e maquiada feito uma putinha. De vez em quando me passava pela cabeça: e se ele não quiser que role nada? Bom, ele é meu amigo, e se não rolar nada, vou ficar feliz só de ver ele se sentir bem.
Cheguei 20h em ponto. Ouvi o carro parar e ele saiu pra me abrir. Vestia uma bermuda marrom e uma camiseta vermelha. Mais detalhes: meias marrons e tênis branco.
– Ah, que linda que você tá!
– É que vim direto de um desfile.
– Ah, mais morto que o covid deve ter tido hoje nesse desfile.
– Pelo menos você tá de bom humor.
– É, tô tentando ficar alegre. Vem, entra... hmm, sabe que eu adoro te ver de vestido, ainda mais se for preto.
– Verdade, me vesti assim por você.
– Olha que a gente tá sozinho e sempre me... dá vontade.
– Hmm, pra te ver feliz, faço qualquer coisa.
Entrei e, quando fui cumprimentar ele, me beijou na boca. A gente ficou se olhando, e ele disse: "Acho que vou provar um pouco da sobremesa antes da comida." Hmm, ele comeu minha boca e me encostou na parede. Primeiro, minhas tetas, que delícia, depois a mão dele na minha virilha.
– É por isso que você gosta desses vestidos, por causa do kitty?
– É, ajuda muito. Você vai ficar pra dormir?
– Se me convidar, eu fico.
– Então beleza, primeiro... Saímos pra comer e depois voltamos pra sobremesa
– Aonde a gente vai
– Que tal a Tiara
– Bora sim
Jantamos umas rabas com batata frita, e de bebida o que a gente pede, me perguntou, um vinho branco docinho pra entrar no clima, respondi, enquanto esperávamos a comida brindamos, por uma noite especial ele disse e eu respondi a mesma coisa que ele, e acariciei o pau dele por cima da calça, claro que debaixo da mesa, você é maluca ele disse, descobriu, améyummy pensei comigo mesma e beijei ele.
Conversamos sobre como ele se sentia, sobre o que estava rolando e como ele estava adorando naquele momento, às vezes se sentia muito sozinho e fazia uns meses que não transava, desde que ela adoeceu.
Voltamos pra casa dele, adorava que ele acariciasse minha perna enquanto dirigia, sentia ele carinhoso, eram uns amassos e eu sentia ele assim.
Ao chegar em casa, ele me beijou com paixão, me senti estranha, tinha vindo pra me sentir uma puta e me senti amada, fazia séculos ou talvez nunca tinha me sentido assim com um homem.De novo contra a parede, ele beijou meu pescoço, me acariciou toda, eu tava excitadíssima, meu vestido em poucos minutos foi parar no chão, só minha calcinha preta e meus sapatos foi o que ficou em mim.
Ele me virou e me colocou contra a mesa, me deitou nela, puxou minha calcinha preta e me penetrou, hmm, me senti muito puta mas também amada, meu amigo tava me comendo muito gostoso, ele metia e tirava, enquanto apertava meus peitos com uma mão e com a outra estimulava meu clitóris, sem tirar de dentro, e devagar fomos até o quarto, quando chegou perto da cama ele tirou, me beijou de novo com paixão, me deitou e tirou minha calcinha, abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta, eu gemia que nem louca, ele me deixou assim por um tempão, seus dedinhos me penetravam ou brincavam com meu botãozinho, siiiiiiiiiiiii que gostoso, não aguentei mais e gozei, que delícia de gozo, Deus, implorei pra ele meter, levei minhas pernas pros ombros dele e de novo siiii, eu tinha ele dentro de novo, que maravilha, depois de um tempo já tava quase lá de novo, sim, sim, siiiiiiaaaahsiiii, eu gozei na hora que ele chegava ao céu, que lindo gozar juntos, sentia o gozo dele dentro de mim, sim, sou uma puta, me come, não para, depois de uns minutos ele me colocou de quatro na cama, enfiou os dedinhos na minha buceta cheia de gozo e depois no meu cu, senti um entrar e depois outro, uns movimentos dos dedinhos e hmm, um pouco de dor, mas já tava toda dentro, doía um pouco mas eu adorava, aí siiii, os dedinhos dele de novo brincando no meu clitóris, de novo quase gozando, ele gozou antes, bem, só uns segundos porque quando senti que ele tava gozando eu também gozei, sim, me senti bem puta, tinha que fazer o que uma boa puta faria, dar um boquete gostoso, limpei todo o pau dele e mesmo me esforçando não consegui fazer ele gozar de novo, nós Deitamos e dormimos até de madrugada. Acordei e ele tava me abraçando, fechei os olhos e dormi de novo. Acordamos umas 10 da manhã, ele me beijou com a mesma paixão da noite e continuamos nos beijando. Fui atrás do que não tinha conseguido horas antes, e ele retribuiu minha gentileza. De novo, ele tava me enlouquecendo, parou de chupar minha buceta, abriu minhas pernas e — uau, que beleza — já tava quase lá. Só mais uns segundos e, de novo juntos, gozamos de novo. Ele caiu em cima de mim e ficamos assim por um tempo.
— Vamos tomar banho.
— Sim, outro na ducha.
— Tomar banho, falei… se não aguenta mais, love.
— A verdade é que tô morto.
Tomamos banho e, mesmo não fazendo mais nada além disso, ele não parou de me acariciar, até ensaboou minhas costas. Tomamos café da manhã juntos e um tempo depois fui embora. Ele me abraçou, me beijou de novo e disse: "Tchau, meu love, espero te ver logo." Falei que gostava dele e não tava mentindo. Amanhã a gente conversa e decide como seguir.
Conversamos e decidimos continuar juntos. Ele precisava de mim e, verdade, eu também. E depois de papear um tempo… a gente comeu um sorvete.
4 comentários - Encontro com um amigão