Já estamos chegando ao final! Dá pra ler o capítulo anterior no link aqui: http://www.poringa.net/posts/relatos/5039082/La-Cuarentena-Mi-Melliza-y-Yo-Capitulo-13.html
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Na hora do almoço, depois que colocamos tudo em dia sobre o que tinha rolado naquela semana que ficamos isolados, meu irmão mais velho nos surpreendeu com uma notícia que ninguém esperava. Ele disse que no fim de semana seguinte, aproveitando que as restrições estavam começando a afrouxar um pouco mais, a gente ia viajar todo mundo pra costa, e que ele ia bancar tudo. Todo mundo aplaudiu e comemorou a decisão, a gente se desfez em agradecimentos pra ele, mas sendo sincero, nunca imaginei que o que aconteceu fosse rolar — embora não queira me adiantar.
Naquela noite, o Lucas ficou pra dormir na casa dos meus pais, e a Mimi voltou comigo. Mal entramos no apartamento, ela tirou toda a roupa e disse que ia me esperar no quarto. Eu tranquei tudo, apaguei as luzes e fui atrás dela. Quando entrei, me esperava uma surpresa: a Mica estava na cama, de quatro, com um plug anal em formato de coração bem enfiado lá dentro.
— Fiquei com ele o dia inteiro. Tira ele e me enche todinha, Chito... — Ela falou quase implorando.
Devagar, eu tirei o plug, e o cuzinho aberto começou a se contrair e abrir de novo. Minha pica já estava pronta pra entrar ali... Não fiz ela esperar. Fui enfiando aos poucos, tirava de novo e enfiava um pouco mais. Quando tava inteiro lá dentro, comi ela devagar, mas fundo, segurando pela cintura e cravando a pica toda. Ela apertava o lençol, mordia o travesseiro e pedia mais, mais forte. Eu sabia que naquele exato momento, no quarto da Karina, tava rolando algo parecido — o Lucas devia estar arrombando a bunda dela, e ela segurando a vontade de gritar com medo dos meus pais ouvirem.
Nem preciso dizer que naquela noite eu gozei três vezes seguidas na Mimi: uma na bunda, outra na buceta e uma na boquinha dela. Dormimos. Abraçados e felizes por estarem juntos de novo.
O fim de semana da viagem finalmente tinha chegado. Depois de tomar café da manhã e preparar tudo, a Mimi me deu um daqueles olhares que eu já conhecia bem: ela queria que eu comesse ela pelo menos um pouquinho. Como ela estava de saia curta, só virei ela de costas pra mim, levantei a saia dela e, puxando a tanga pro lado, me dediquei a comer ela devagar e fundo. Ela gemia, meus dedos chegavam na boca dela e ela lambia como se fosse uma rola. Eu via o cu dela se contrair e abrir, e não resisti: usando os fluidos da buceta dela como lubrificante, penetrei ela por trás. Ela reclamou um pouco, mais por susto do que outra coisa, mas aguentou. Quando senti que ia gozar, mandei ela ajoelhar e dei até a última gota na boquinha dela. Embora adorasse encher a cara dela de porra, tive que me segurar porque ela já estava maquiada e pronta pra sair. Segundos depois, enquanto eu subia o zíper da calça, chegou uma mensagem do Lucas avisando que já estavam lá embaixo. Dessa vez, meu pai passou pra nos buscar com uma caminhonete que o Lucas alugou, cheia de malas. A Mimi e eu descemos com as nossas, subimos rápido e partimos viagem. Dentro, o veículo era espaçoso: tinha seis lugares e espaço pra bagagem no fundo. Teríamos pelo menos umas três ou quatro horas de viagem até a costa, mas entre conversas, mate e histórias, o tempo passaria voando.
Quando estávamos no meio do caminho, recebo uma mensagem da Kari, perguntando se eu podia ir lá atrás com ela. Na sequência, uma foto da buceta molhada dela. A garota tinha se masturbado no carro, aproveitando que estava num dos bancos de trás. Eu estava nos do meio, junto com o Lucas, que puxava conversa com os velhos, e a Mimi estava lendo, sem perceber o que a mais nova estava fazendo. Mandei uma mensagem pra Mimi perguntando se ela queria trocar de lugar, já que a Kari "precisava de mim". Minha gêmea viu a mensagem, olhou pra Karina, sacou o que ela estava fazendo e respondeu: "Não, deixa que eu cuido disso." Eu ri pra caralho. Baixei e xinguei ela de brincadeira. Pra evitar que os velhos percebessem, entrei na conversa também, tentando esconder com o corpo o que rolava nos bancos de trás. Achei que a Mimi tinha se enfiado entre as pernas da Karina e começado a chupar ela, disfarçadamente fiz sinal pro Lucas olhar pra trás e vi a surpresa nos olhos dele quando ele me encarou de novo, ele também não acreditava que as piranhas tinham coragem pra tanto. 40 minutos depois, paramos num posto pra pegar água quente e ir no banheiro. Como era misto, entramos junto com a Kari, e por sorte ninguém estranhou.
— Vocês são umas filhas da puta, ainda não consigo acreditar. — falei pra Kari enquanto molhava o rosto e ela sentava no vaso pra mijar.
— E daí, eu tava com vontade, não me julga. — ela disse rindo, abriu os lábios da buceta dela pra sair as últimas gotas e meu olhar grudou naquela parte. Ela me viu e começou a passar os dedos no clitóris. — Bom, chega, que a gente tem que continuar a viagem. — levantou, veio até mim e apertou meu pau por cima da calça. Mandou um beijo e saiu.
Atrás dela entrou meu pai, me perguntou se tava tudo bem, eu respondi que sim, só tava com um pouco de calor. Molhei o rosto de novo e saí. Ocupei meu lugar, minha mãe me passou um chimarrão e logo já tava todo mundo viajando de novo.
O Lucas tinha cuidado das reservas no hotel e quando chegamos, já tinha gente nos esperando. Eles pegaram as malas e levaram pros quartos, a gente fez o check-in e subiu. O lugar era lindo e nossos quartos davam pro mar. Pedi 3 quartos grandes: um pros nossos pais (dois andares acima dos nossos e mais chiques, o Lucas mentiu falando que não tinha muitos vagos) e dois mais embaixo, com camas de casal. Praticamente parecíamos mais dois casais de namorados viajando com os sogros do que uma família.
Subimos pros quartos conversando e Agradecendo tudo ao Lucas, que ficava dizendo que não era nada, que no fim éramos família. Nossos pais continuaram no elevador depois que a gente desceu, recomendaram que um quarto fosse pros homens e outro pras mulheres, a gente disse pra eles não se preocuparem e avisarem quando estivessem prontos pra sair pra dar uma volta pelas ruas e achar um lugar pra comer. Quando a porta do elevador fechou, combinamos que eu dividiria o quarto com a Karina e o Lucas com a Mimi, achei justo já que eles não tinham tido tempo juntos, algo que o Lucas me culpava por eu ter comido as duas, até ao mesmo tempo. Os quartos eram um do lado do outro, então dava pra ouvir o que eles faziam. Eu mal entrei e fui pro banheiro, precisava de um banho, a viagem me fez suar mais do que eu imaginava, fiquei debaixo do chuveiro sentindo a água cair. Depois de um tempo, senti as mãozinhas da Karina acariciando meu peito, apoiando os peitos dela nas minhas costas.
- Te esperei no banco de trás, mas a Mimi me deu uma chupada da porra na minha pussy. Sorte que vocês distraíram bem os velhos, mas agora você não vai escapar...
Enquanto falava, ela batia uma pra minha pica que já tava duríssima. Debaixo do chuveiro, me virei e fiz ela se ajoelhar, a mina tava com vontade e me chupou como nunca, eu só acariciava o cabelo dela enquanto ela comia minha pica inteira, tocava o nariz no meu púbis e tirava de novo, a água do chuveiro disfarçava a saliva que com certeza cobria boa parte dos peitos perfeitos dela, de bicos rosados. Fechei o registro e levantei ela pelos braços, deitei na cama e abri as pernas dela pra chupar agora a pussy dela. O cheiro doce e viciante me invadia e me atraía pra aquela área tão quente do corpo dela. O gosto era delicioso, podia passar horas bebendo daquela fonte. Ela só apertava minha cabeça com as coxas, enroscava os dedos no meu cabelo e suspirava, gemia e mordia os lábios. Com certeza no quarto No quarto ao lado, a cena seria a mesma, Lucas e Mimi também estariam transando.
Depois de dois orgasmos que a fizeram se contorcer de prazer, Kari não aguentou mais e me pediu pra comer ela. Quando eu estava prestes a enfiar na buceta dela, ela me disse que não, que queria na bunda. Então, subindo as pernas dela nos meus ombros, coloquei ela na posição e me deixei cair pra entrar tudo de uma vez. Kari arranhou minhas costas e mordeu meus lábios ao sentir tão fundo.
- Assim! Me come assim, forte! - ela pediu, ainda gemendo.
Eu tirava tudo e enfiava de novo, ela parecia gozar a cada estocada, até que num momento o prazer foi tanto que um jato morno saiu da buceta dela, seguido de um orgasmo forte que com certeza os vizinhos ouviram. Minha irmã mais nova teve um orgasmo seguido do primeiro squirt da vida dela. Eu não aguentei muito mais, enfiei de novo e enchi a bunda dela de porra. Já exaustos e cobertos de suor, nos olhamos e demos um beijo carinhoso nos lábios.
A viagem estava só começando...
Continua...
*
Na hora do almoço, depois que colocamos tudo em dia sobre o que tinha rolado naquela semana que ficamos isolados, meu irmão mais velho nos surpreendeu com uma notícia que ninguém esperava. Ele disse que no fim de semana seguinte, aproveitando que as restrições estavam começando a afrouxar um pouco mais, a gente ia viajar todo mundo pra costa, e que ele ia bancar tudo. Todo mundo aplaudiu e comemorou a decisão, a gente se desfez em agradecimentos pra ele, mas sendo sincero, nunca imaginei que o que aconteceu fosse rolar — embora não queira me adiantar.
Naquela noite, o Lucas ficou pra dormir na casa dos meus pais, e a Mimi voltou comigo. Mal entramos no apartamento, ela tirou toda a roupa e disse que ia me esperar no quarto. Eu tranquei tudo, apaguei as luzes e fui atrás dela. Quando entrei, me esperava uma surpresa: a Mica estava na cama, de quatro, com um plug anal em formato de coração bem enfiado lá dentro.
— Fiquei com ele o dia inteiro. Tira ele e me enche todinha, Chito... — Ela falou quase implorando.
Devagar, eu tirei o plug, e o cuzinho aberto começou a se contrair e abrir de novo. Minha pica já estava pronta pra entrar ali... Não fiz ela esperar. Fui enfiando aos poucos, tirava de novo e enfiava um pouco mais. Quando tava inteiro lá dentro, comi ela devagar, mas fundo, segurando pela cintura e cravando a pica toda. Ela apertava o lençol, mordia o travesseiro e pedia mais, mais forte. Eu sabia que naquele exato momento, no quarto da Karina, tava rolando algo parecido — o Lucas devia estar arrombando a bunda dela, e ela segurando a vontade de gritar com medo dos meus pais ouvirem.
Nem preciso dizer que naquela noite eu gozei três vezes seguidas na Mimi: uma na bunda, outra na buceta e uma na boquinha dela. Dormimos. Abraçados e felizes por estarem juntos de novo.
O fim de semana da viagem finalmente tinha chegado. Depois de tomar café da manhã e preparar tudo, a Mimi me deu um daqueles olhares que eu já conhecia bem: ela queria que eu comesse ela pelo menos um pouquinho. Como ela estava de saia curta, só virei ela de costas pra mim, levantei a saia dela e, puxando a tanga pro lado, me dediquei a comer ela devagar e fundo. Ela gemia, meus dedos chegavam na boca dela e ela lambia como se fosse uma rola. Eu via o cu dela se contrair e abrir, e não resisti: usando os fluidos da buceta dela como lubrificante, penetrei ela por trás. Ela reclamou um pouco, mais por susto do que outra coisa, mas aguentou. Quando senti que ia gozar, mandei ela ajoelhar e dei até a última gota na boquinha dela. Embora adorasse encher a cara dela de porra, tive que me segurar porque ela já estava maquiada e pronta pra sair. Segundos depois, enquanto eu subia o zíper da calça, chegou uma mensagem do Lucas avisando que já estavam lá embaixo. Dessa vez, meu pai passou pra nos buscar com uma caminhonete que o Lucas alugou, cheia de malas. A Mimi e eu descemos com as nossas, subimos rápido e partimos viagem. Dentro, o veículo era espaçoso: tinha seis lugares e espaço pra bagagem no fundo. Teríamos pelo menos umas três ou quatro horas de viagem até a costa, mas entre conversas, mate e histórias, o tempo passaria voando.
Quando estávamos no meio do caminho, recebo uma mensagem da Kari, perguntando se eu podia ir lá atrás com ela. Na sequência, uma foto da buceta molhada dela. A garota tinha se masturbado no carro, aproveitando que estava num dos bancos de trás. Eu estava nos do meio, junto com o Lucas, que puxava conversa com os velhos, e a Mimi estava lendo, sem perceber o que a mais nova estava fazendo. Mandei uma mensagem pra Mimi perguntando se ela queria trocar de lugar, já que a Kari "precisava de mim". Minha gêmea viu a mensagem, olhou pra Karina, sacou o que ela estava fazendo e respondeu: "Não, deixa que eu cuido disso." Eu ri pra caralho. Baixei e xinguei ela de brincadeira. Pra evitar que os velhos percebessem, entrei na conversa também, tentando esconder com o corpo o que rolava nos bancos de trás. Achei que a Mimi tinha se enfiado entre as pernas da Karina e começado a chupar ela, disfarçadamente fiz sinal pro Lucas olhar pra trás e vi a surpresa nos olhos dele quando ele me encarou de novo, ele também não acreditava que as piranhas tinham coragem pra tanto. 40 minutos depois, paramos num posto pra pegar água quente e ir no banheiro. Como era misto, entramos junto com a Kari, e por sorte ninguém estranhou.
— Vocês são umas filhas da puta, ainda não consigo acreditar. — falei pra Kari enquanto molhava o rosto e ela sentava no vaso pra mijar.
— E daí, eu tava com vontade, não me julga. — ela disse rindo, abriu os lábios da buceta dela pra sair as últimas gotas e meu olhar grudou naquela parte. Ela me viu e começou a passar os dedos no clitóris. — Bom, chega, que a gente tem que continuar a viagem. — levantou, veio até mim e apertou meu pau por cima da calça. Mandou um beijo e saiu.
Atrás dela entrou meu pai, me perguntou se tava tudo bem, eu respondi que sim, só tava com um pouco de calor. Molhei o rosto de novo e saí. Ocupei meu lugar, minha mãe me passou um chimarrão e logo já tava todo mundo viajando de novo.
O Lucas tinha cuidado das reservas no hotel e quando chegamos, já tinha gente nos esperando. Eles pegaram as malas e levaram pros quartos, a gente fez o check-in e subiu. O lugar era lindo e nossos quartos davam pro mar. Pedi 3 quartos grandes: um pros nossos pais (dois andares acima dos nossos e mais chiques, o Lucas mentiu falando que não tinha muitos vagos) e dois mais embaixo, com camas de casal. Praticamente parecíamos mais dois casais de namorados viajando com os sogros do que uma família.
Subimos pros quartos conversando e Agradecendo tudo ao Lucas, que ficava dizendo que não era nada, que no fim éramos família. Nossos pais continuaram no elevador depois que a gente desceu, recomendaram que um quarto fosse pros homens e outro pras mulheres, a gente disse pra eles não se preocuparem e avisarem quando estivessem prontos pra sair pra dar uma volta pelas ruas e achar um lugar pra comer. Quando a porta do elevador fechou, combinamos que eu dividiria o quarto com a Karina e o Lucas com a Mimi, achei justo já que eles não tinham tido tempo juntos, algo que o Lucas me culpava por eu ter comido as duas, até ao mesmo tempo. Os quartos eram um do lado do outro, então dava pra ouvir o que eles faziam. Eu mal entrei e fui pro banheiro, precisava de um banho, a viagem me fez suar mais do que eu imaginava, fiquei debaixo do chuveiro sentindo a água cair. Depois de um tempo, senti as mãozinhas da Karina acariciando meu peito, apoiando os peitos dela nas minhas costas.
- Te esperei no banco de trás, mas a Mimi me deu uma chupada da porra na minha pussy. Sorte que vocês distraíram bem os velhos, mas agora você não vai escapar...
Enquanto falava, ela batia uma pra minha pica que já tava duríssima. Debaixo do chuveiro, me virei e fiz ela se ajoelhar, a mina tava com vontade e me chupou como nunca, eu só acariciava o cabelo dela enquanto ela comia minha pica inteira, tocava o nariz no meu púbis e tirava de novo, a água do chuveiro disfarçava a saliva que com certeza cobria boa parte dos peitos perfeitos dela, de bicos rosados. Fechei o registro e levantei ela pelos braços, deitei na cama e abri as pernas dela pra chupar agora a pussy dela. O cheiro doce e viciante me invadia e me atraía pra aquela área tão quente do corpo dela. O gosto era delicioso, podia passar horas bebendo daquela fonte. Ela só apertava minha cabeça com as coxas, enroscava os dedos no meu cabelo e suspirava, gemia e mordia os lábios. Com certeza no quarto No quarto ao lado, a cena seria a mesma, Lucas e Mimi também estariam transando.
Depois de dois orgasmos que a fizeram se contorcer de prazer, Kari não aguentou mais e me pediu pra comer ela. Quando eu estava prestes a enfiar na buceta dela, ela me disse que não, que queria na bunda. Então, subindo as pernas dela nos meus ombros, coloquei ela na posição e me deixei cair pra entrar tudo de uma vez. Kari arranhou minhas costas e mordeu meus lábios ao sentir tão fundo.
- Assim! Me come assim, forte! - ela pediu, ainda gemendo.
Eu tirava tudo e enfiava de novo, ela parecia gozar a cada estocada, até que num momento o prazer foi tanto que um jato morno saiu da buceta dela, seguido de um orgasmo forte que com certeza os vizinhos ouviram. Minha irmã mais nova teve um orgasmo seguido do primeiro squirt da vida dela. Eu não aguentei muito mais, enfiei de novo e enchi a bunda dela de porra. Já exaustos e cobertos de suor, nos olhamos e demos um beijo carinhoso nos lábios.
A viagem estava só começando...
Continua...
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