Foi assim que essa história começou. Aqui vai mais um capítulo.
Espero que vocês curtam e, como eu disse,
Isso foi real.
Muito obrigado pelos pontos e pelos comentários.
A semana foi bem estranha, a Cláudia (cunhada da Sandra) me tratava com muita intimidade e no almoço não parava de falar do irmão dela e da Sandra. No começo, me senti meio desconfortável, mas depois fui me soltando e contava umas coisas sobre a Sandra, principalmente pra deixar claro que pra mim ela era só uma amiga. A Cláudia foi me vendo como um amigo e isso foi muito bom, eu contava dos meus projetos e das coisas que eu gostava. Acho que me fazer de cara inocente deu resultado. Foi assim que na sexta a Cláudia me levou pra ver a Sandra. Chegamos na casa dela e a Cláudia viu como a mãe da Sandra me recebeu. Levei uns salgados e na sala a gente tomou uns mates e conversou numa boa. Demos muita risada com minhas piadas e com as da Sandra, que numa hora disse:
Sandra, e aí, quando é que você vai arrumar uma gatinha pra você?
Claudia, sinceramente, não sei o que ela espera.
Mamãe, deixa o cara em paz, ele tem todo o tempo do mundo pra isso.
A verdade é que do jeito que eu tô, tô muito bem, pra que complicar a vida
Continuamos conversando e eu levei uma baita zoada das três. Quando fui embora, percebi alguns olhares delas, principalmente da mãe da Sandra. Passei o fim de semana inteiro pensando na coroa, tava louco pra comer ela também. Na segunda-feira, fui trabalhar cheio de tesão. A Cláudia me contou que no fim de semana ela passou com a Sandra e a Fabi junto com o namorado dela, que os quatro saíram depois do almoço na casa dela e terminaram na casa da Sandra. Elas foram embora e a Fabi ficou pra dormir lá. Tudo isso em segredo, porque não queriam que ninguém no escritório soubesse. Quando terminei o trabalho, não pensei duas vezes e fui direto pra casa da Sandra, mesmo sem esperança de rolar nada. Comprei um doce pra acompanhar o mate. Quem me atendeu foi a mãe dela. O pai da Sandra tava na oficina que ele tem no fundo da casa.
Mamãe, oi, tudo bem? Vem, entra, vai ter que esperar ela, não tá muito boa, hoje amanheceu dolorida, acabou de tomar um calmante. Mas entra, entra, vou fazer um mate, quer? Senta aí.
Tá bom, senhora.
Mamãe, aí, me chama de Norma.
Ela se virou, encheu a chaleira e colocou a água pra esquentar. Tava usando um vestido florido bonito, meio decotado, que diferente da Sandra deixava adivinhar uns peitões enormes, e a saia mal batia no meio das pernas. Quando se abaixou pra pegar a erva, a única coisa que eu queria era ver a calcinha dela. Os movimentos dela eram lentos e meio exagerados, como se quisesse me mostrar o corpo. A velha sabia como esquentar um cara e tinha conseguido. Levantei da cadeira e fui até ela.
Te ajudo, tia?
Norma, pô, me alcança o açúcar, tá aqui em cima.
Eu me agarrei nela, meu pau tava durasso e bateu na bunda dela, era exatamente o que eu queria. Demorei pra tomar a erva enquanto a Norma começou a rebolando a rabeta.
Norma, agora entendo por que a Sandri fica louca quando você vem. O que é que você tem aí? Isso é enorme.
Me agarrei mais nela e já esfreguei meu pau na bunda dela.
Se ela disser que é muito grande
Norma, deixa eu ver.
Ela se virou, ficou de frente pra mim e baixou minha calça sem olhar na minha cara.
Norma é uma gostosa.
Mas pode vir o marido dela.
Norma, esse só sai daí pra comer, não se preocupa.
Ajoelhou e engoliu, me chupou como ninguém nunca tinha feito, mal colocava a cabeça na boca e depois tirava pra lamber tudo, eu queria enfiar a pica na boca dela até as bolas, mas era tanto prazer que deixei ela fazer, foi uma maravilha, ficou assim um tempão e depois disse, levantando a saia
Norma, agora se comporte, cara. Quero ela aqui dentro, me arrebenta toda, não tenha medo.
Sentei na mesa, deixei a calcinha cair e abri as pernas. Enfiei a pica com muita força, já queria gozar dentro da buceta dela. Ela pôs os peitos pra fora e começou a gemer. Peguei neles e, enquanto comia ela, ficava apalpando, olhando pra cara dela, vendo as caretas que fazia enquanto gemia. Ficamos um tempão trepando até eu explodir bem dentro da buceta dela, apertando minhas bolas contra ela. Depois, falei pra ela.
Quero essa sua bunda, vira pra cá
Norma, não aquilo outro dia, me fode de novo, cara.
Dava pra ver que ela ainda tava com tesão, e como eu não tinha tirado, continuei comendo ela até gozar dentro de novo. Percebi que o que ela queria era porra, porque antes de eu gozar pela segunda vez, ela se contorceu pra caralho, virou os olhos, abriu bem a boca e gemeu como nunca tinha gemido até aquele momento. E quando eu gozei, o prazer dela foi ainda maior. Ela deixou sair o último jato de porra, se separou de mim, pegou um pano de prato, limpou minha pica e falou.
Norma, vai no banheiro e lava essa buceta, depois vou eu.
Entrei no banheiro, lavei a pica e saí. Ela entrou na sequência e, quando saiu, foi fazer chimarrão.
Norma, você secou a pica com a toalha?
Sim, claro.
Norma, melhor assim. Quando o corno chegar, vou mandar ele lavar a cara.
Porque pobre, parece um cara gente boa.
Norma merece isso por ser cuck.
Seguimos tomando mate e quando eu tava indo embora, chegou o Fabi. Ele ficou feliz em me ver, e a Norma falou que a Sandra tava dormindo por causa do calmante.
Fabi, então você não viu a magrinha? Beleza, então vem amanhã.
Espero que vocês curtam e, como eu disse,
Isso foi real.
Muito obrigado pelos pontos e pelos comentários.
A semana foi bem estranha, a Cláudia (cunhada da Sandra) me tratava com muita intimidade e no almoço não parava de falar do irmão dela e da Sandra. No começo, me senti meio desconfortável, mas depois fui me soltando e contava umas coisas sobre a Sandra, principalmente pra deixar claro que pra mim ela era só uma amiga. A Cláudia foi me vendo como um amigo e isso foi muito bom, eu contava dos meus projetos e das coisas que eu gostava. Acho que me fazer de cara inocente deu resultado. Foi assim que na sexta a Cláudia me levou pra ver a Sandra. Chegamos na casa dela e a Cláudia viu como a mãe da Sandra me recebeu. Levei uns salgados e na sala a gente tomou uns mates e conversou numa boa. Demos muita risada com minhas piadas e com as da Sandra, que numa hora disse:
Sandra, e aí, quando é que você vai arrumar uma gatinha pra você?
Claudia, sinceramente, não sei o que ela espera.
Mamãe, deixa o cara em paz, ele tem todo o tempo do mundo pra isso.
A verdade é que do jeito que eu tô, tô muito bem, pra que complicar a vida
Continuamos conversando e eu levei uma baita zoada das três. Quando fui embora, percebi alguns olhares delas, principalmente da mãe da Sandra. Passei o fim de semana inteiro pensando na coroa, tava louco pra comer ela também. Na segunda-feira, fui trabalhar cheio de tesão. A Cláudia me contou que no fim de semana ela passou com a Sandra e a Fabi junto com o namorado dela, que os quatro saíram depois do almoço na casa dela e terminaram na casa da Sandra. Elas foram embora e a Fabi ficou pra dormir lá. Tudo isso em segredo, porque não queriam que ninguém no escritório soubesse. Quando terminei o trabalho, não pensei duas vezes e fui direto pra casa da Sandra, mesmo sem esperança de rolar nada. Comprei um doce pra acompanhar o mate. Quem me atendeu foi a mãe dela. O pai da Sandra tava na oficina que ele tem no fundo da casa.
Mamãe, oi, tudo bem? Vem, entra, vai ter que esperar ela, não tá muito boa, hoje amanheceu dolorida, acabou de tomar um calmante. Mas entra, entra, vou fazer um mate, quer? Senta aí.
Tá bom, senhora.
Mamãe, aí, me chama de Norma.
Ela se virou, encheu a chaleira e colocou a água pra esquentar. Tava usando um vestido florido bonito, meio decotado, que diferente da Sandra deixava adivinhar uns peitões enormes, e a saia mal batia no meio das pernas. Quando se abaixou pra pegar a erva, a única coisa que eu queria era ver a calcinha dela. Os movimentos dela eram lentos e meio exagerados, como se quisesse me mostrar o corpo. A velha sabia como esquentar um cara e tinha conseguido. Levantei da cadeira e fui até ela.
Te ajudo, tia?
Norma, pô, me alcança o açúcar, tá aqui em cima.
Eu me agarrei nela, meu pau tava durasso e bateu na bunda dela, era exatamente o que eu queria. Demorei pra tomar a erva enquanto a Norma começou a rebolando a rabeta.
Norma, agora entendo por que a Sandri fica louca quando você vem. O que é que você tem aí? Isso é enorme.
Me agarrei mais nela e já esfreguei meu pau na bunda dela.
Se ela disser que é muito grande
Norma, deixa eu ver.
Ela se virou, ficou de frente pra mim e baixou minha calça sem olhar na minha cara.
Norma é uma gostosa.
Mas pode vir o marido dela.
Norma, esse só sai daí pra comer, não se preocupa.
Ajoelhou e engoliu, me chupou como ninguém nunca tinha feito, mal colocava a cabeça na boca e depois tirava pra lamber tudo, eu queria enfiar a pica na boca dela até as bolas, mas era tanto prazer que deixei ela fazer, foi uma maravilha, ficou assim um tempão e depois disse, levantando a saia
Norma, agora se comporte, cara. Quero ela aqui dentro, me arrebenta toda, não tenha medo.
Sentei na mesa, deixei a calcinha cair e abri as pernas. Enfiei a pica com muita força, já queria gozar dentro da buceta dela. Ela pôs os peitos pra fora e começou a gemer. Peguei neles e, enquanto comia ela, ficava apalpando, olhando pra cara dela, vendo as caretas que fazia enquanto gemia. Ficamos um tempão trepando até eu explodir bem dentro da buceta dela, apertando minhas bolas contra ela. Depois, falei pra ela.
Quero essa sua bunda, vira pra cá
Norma, não aquilo outro dia, me fode de novo, cara.
Dava pra ver que ela ainda tava com tesão, e como eu não tinha tirado, continuei comendo ela até gozar dentro de novo. Percebi que o que ela queria era porra, porque antes de eu gozar pela segunda vez, ela se contorceu pra caralho, virou os olhos, abriu bem a boca e gemeu como nunca tinha gemido até aquele momento. E quando eu gozei, o prazer dela foi ainda maior. Ela deixou sair o último jato de porra, se separou de mim, pegou um pano de prato, limpou minha pica e falou.
Norma, vai no banheiro e lava essa buceta, depois vou eu.
Entrei no banheiro, lavei a pica e saí. Ela entrou na sequência e, quando saiu, foi fazer chimarrão.
Norma, você secou a pica com a toalha?
Sim, claro.
Norma, melhor assim. Quando o corno chegar, vou mandar ele lavar a cara.
Porque pobre, parece um cara gente boa.
Norma merece isso por ser cuck.
Seguimos tomando mate e quando eu tava indo embora, chegou o Fabi. Ele ficou feliz em me ver, e a Norma falou que a Sandra tava dormindo por causa do calmante.
Fabi, então você não viu a magrinha? Beleza, então vem amanhã.
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