Meu pai e eu ainda estávamos atordoados com o que tínhamos visto minha mãe fazer no vídeo — uma mulher doce, que considerávamos fiel e discreta, transformada numa puta que chupa o pau do chefe pra manter o emprego. Não tinham passado nem 2 minutos desde que o vídeo cortou quando apareceu uma nova gravação. No vídeo, mostrava o depósito da empresa. Lá estava eu. Lembro que naquele dia minha mãe ficou no trabalho e me disse pra falar pro papai que ela tinha que resolver uns assuntos com alguns funcionários, mas que não tinha nada a ver comigo. No vídeo, dava pra ver eu saindo do depósito e, pouco depois, quando todo mundo já tinha ido embora, a mamãe voltou pro depósito. Eu não entendia muito bem o que tava rolando até ver meu chefe Antônio entrar no depósito pelado e sentar numa cadeira. Aí ele mandou minha mãe se despir completamente e ficar de joelhos no chão. Mamãe obedeceu de forma submissa. O que veio depois não só surpreendeu eu e meu pai, mas também a mamãe — pela cara que a gente via no vídeo, ela não esperava mais ninguém no depósito. No depósito, entra um grupo variado de homens pelados, exibindo uns paus já duros e firmes. Consigo reconhecer todos: são meus colegas de trabalho, Ricardo, Jacinto, Felipe e mais alguns. Entre eles tá o secretário do Antônio, Pepe. Todos fazem um círculo em volta da minha mãe. Mamãe tentava se cobrir como podia, até que o Antônio deu uma ordem: “Fica quieta, caralho, deixa eles te verem bem. Já deve imaginar pra que tão aqui. Como são bons meninos, resolvi fazer uma reunião com eles como presente pelo bom trabalho deles na empresa. Achei que também iam querer te agradecer pelo tratamento que você dá a eles.” Eu entendi muito bem o que era aquilo. Mamãe era uma chefe rigorosa. Se meus colegas não me tinham em alta conta, mais ou menos a mesma coisa sentiam pela minha mãe. Antônio adorava ver mamãe humilhada. Sabia que minha O padre tava desempregado e, por causa de uma doença, ia demorar pra voltar a trabalhar. Eu sabia que a mamãe precisava do emprego e, claro, queria fazer ele pagar o favor de me colocar na empresa. "Você já sabe o que vai acontecer se não fizer o que eu mando, Lúcia. Você e seu filho vão pra rua, e você já não tem idade pra ficar procurando emprego. Com certeza não vai achar outro com um salário como o que ganha aqui, só por ser a puta chupadora de pica que adora ser." A mamãe implorou pro Antônio não obrigar ela a fazer nada com os homens. Eu e o papai estávamos quase chorando, vendo até onde a mamãe tinha caído. Ela era uma puta de primeira, parecia disposta a tudo. "Escuta aqui, puta. Você tá na minha empresa, esses são meus funcionários, e quero que chupe a pica de todos. Entendeu? Além disso, eu já sei que você adora pica." "Sim, sim, eu adoro pica" — que puta era a minha mãe. "Então não tem problema, é chupar e pronto, puta" — gritou o Antônio. A mamãe escolheu uma pica aleatória e meteu na boca. Começou a chupar. "Assim que eu gosto, puta. Assim que eu gosto" — disse o Antônio pra minha mãe, enquanto ela saboreava com gosto a pica do Felipe, que era a que tinha escolhido. "Chupa até o fim, faz ele gozar dentro da sua boca, faz ele gozar na sua cara, e depois, vai pra próxima. Entendeu, vagabunda?" "Hummm... slurp... slurp...! Si... entendi... grumpf... slurp... chuips... chups... slurp." O Antônio começou a se masturbar, sentado numa cadeira, enquanto a minha mãe chupava sem parar. "Abram o círculo, por favor, senhores, quero ver como essa gostosa chupa" — ordenou o Antônio, e na hora os homens se abriram em leque, deixando o filho da puta do meu chefe aproveitar a visão da minha mãe, completamente nua, de joelhos, com uma pica enorme e fibrosa na boca. "Slurp... slurp... glubs... ahhh... humm... pelo amor... Zandaa... me deixa ir... isso é demais... slurp... slurp" — implorava a mamãe, chupando com vontade a pica que tinha na boca. "Ir embora? Nada disso, vagabunda. Continua chupando, que é o que você sabe fazer. mamona". E a mamãe, com os olhos lacrimejando e o rosto fazendo uma careta de desespero, continuou chupando. Um segundo depois, Felipe começou a gozar dentro da boca da mamãe. O esperma inundou a boca da mamãe, que não teve outra escolha senão engolir se quisesse evitar se engasgar. A pica, se sacudindo violentamente, escapou da prisão e continuou ejaculando, agora diretamente no rosto da minha santa mãe. Os jatos de porra batiam um após o outro na cara dela. Com os olhos fechados, a mamãe esperou Felipe terminar de gozar. "Muito bem, chupa-rola, agora, rasteja pro próximo, vamos, vamos, não temos o dia todo. Vai chupar, puta chupa-rola", gritou Antonio. A mamãe, obediente, se arrastou docilmente até o próximo homem, abriu a boca e engoliu a pica que ele oferecia. Um segundo depois, a mamãe estava chupando sem piedade. "Isso, chefe, assim mesmo, adoro ver você assim, com minha pica enterrada na sua boca, com certeza seu filho também adoraria te ver assim". A mamãe chupava sem parar, sentindo a pica enorme encher completamente sua boca. "Você é uma verdadeira chupa-rola, Lucia", disse Antonio. Logo, o homem não aguentou mais e gozou brutalmente dentro da boca da mamãe. Como da outra vez, a mamãe não teve escolha senão engolir uma porrada de esperma, antes de poder abrir a boca e deixar a pica louca sair, para continuar ejaculando, agora diretamente no rosto dela. Sem esperar ordem alguma de Antonio, a mamãe, com o rosto escorrendo porra quente e viscosa, foi até outro homem, agarrou a pica dele com uma mão e enfiou na boca. "Vai, Lucia, diz pra esses caras o que você sente". "Sou uma chupa-rola! Sou uma chupa-rola, e adoro, tô adorando chupar essas picas enormes e grossas, tô com tesão, tenho a buceta molhada e tô morrendo de vontade que esses caras enfiem as picas enormes até o fundo, preciso, preciso ser fodida". A mamãe começou a gostar daquilo tudo e não conseguiu evitar enfiar um dedo na buceta devagar, começou a se masturbar. O pau que ela tinha na boca inchou ao máximo e explodiu violentamente, enchendo a garganta da mamãe com ondas de porra quente. A mamãe, tossindo, quase se engasgando com esperma, cuspiu o pau da boca violada, junto com uma quantidade enorme de porra misturada com saliva. O homem, que ainda não tinha terminado de gozar, apontou pros peitos da mamãe e em alguns segundos deixou eles escorrendo de porra. Sem perder um segundo, a mamãe enfiou outro pau na boca e começou a chupar, dessa vez o escolhido era o Pepe. "Muito bem, foxy, faz meu secretário gozar, ainda tem mais paus pra você chupar". A mamãe deu uma olhada de lado pro Antonio e acelerou as investidas de boca, sugando agora, mais do que chupando, o pau que ocupava a boca inteira dela, cheia de restos de porra. Slurp!..Slurp!…SLURP!SLURP!SLURPSLURPSLURPSLURP!!!! E um instante depois, o Pepe gozou, a mamãe engoliu porra de novo, o pau saiu loucamente da boca dela e encheu a cara dela com rios de porra quente. Depois, a mamãe, com os olhos semicerrados, abriu a boca e cuspiu uma mistura grossa de porra e saliva; pra terminar, mostrou a língua, uma língua esbranquiçada, coberta de esperma, e lambeu os lábios viscosos. "Magnífico, puta, magnífico — gritou Antonio — agora enfia dois paus na boca, vai, chupadora de pau, você consegue". A mamãe lambeu os lábios de novo com a língua lasciva, a cara toda escorrendo rios de esperma e vários fios pendurados no queixo e nos peitos sujos. "Sim, dois paus ao mesmo tempo, sou uma chupadora de pau, consigo fazer isso", enquanto ia de quatro, como uma puta, na direção do Jacinto e do Ricardo, que ainda não tinham recebido a visita da boca habilidosa dela. Quando chegou, pegou os dois paus e enfiou na boca como deu, eram grandes e quase não cabiam, mas a mamãe forçou a mandíbula ao máximo, abrindo a boca até um ponto quase impossível, e enfiou o máximo que conseguiu, com as Duas rolas na boca, ela quase não conseguia chupar, mas a mamãe deu um jeito de fazer mesmo assim, embora com menos intensidade do que se tivesse só uma dentro. A mamãe tinha duas rolas na boca, as rolas dos meus colegas de trabalho. Superexcitada, a mamãe acelerou o ritmo da punheta e gozou, bem na hora em que as rolas começaram a se mexer suspeitamente dentro da boca dela. De fato, os dois paus, apertados lá dentro da boca da mamãe, se espremiam um contra o outro, aumentando a ereção e a excitação dos dois caras, que acabaram perdendo o controle antes do que imaginavam. E gozaram brutalmente, ondas de porra inundaram a garganta da mamãe, ela engoliu mais do que nunca tinha engolido, mas aquilo era demais, o sêmen saiu violentamente pelos buracos do nariz dela. As duas rolas, impulsionadas pelo próprio clímax, saíram da boca da mamãe e começaram a jorrar porra pra todo lado, acertando uma e outra vez a cara, o cabelo, os peitos e a barriga da minha pobre e humilhada mãe. Quando finalmente pararam, a mamãe ficou de quatro no chão, com o olhar fixo no assoalho de madeira. A cara dela escorria porra como se fosse água, e ela ofegava pelo esforço e porque quase tinham afogado ela de tanta rola. Mesmo assim, a mamãe levantou devagar a cabeça e, olhando nos olhos do Antonio, sussurrou: "Qu...qu...quero...tr...três...ahh...gulp...três rolas...na minha boca...agora...três...rolas de uma vez". Antonio arregalou os olhos de espanto, mesma reação do meu pai e a minha. "Sabia que você era uma puta, Lucia, mas não tanto assim. Tiro o chapéu pra você, SENHORES, ADMIRAM A LUCIA, A RAINHA DOS BOQUETES". A mamãe, pra botar em prática o que queria fazer, teve que se deitar de barriga pra cima, no chão de madeira. Aí os três homens que faltavam entre meus colegas pra comer a boca dela se posicionaram ao redor dela, perto da cabeça, e começaram a enfiar os paus enormes na boca da mamãe. Minha mãe abriu a boca ao máximo, forçando a mandíbula, meu pai e eu vimos mamãe com a boca aberta até o limite do imaginável, com três paus enormes prontos pra penetrar ela na boca, a cena é daquelas que fazem os voyeurs precisarem trocar de calça na hora. Mamãe, não satisfeita em ter três paus dentro da boca, abriu as pernas e começou a se masturbar, enfiando um dedo na buceta já molhada. A formidável tripla penetração oral durou pouco; à fricção que rolava entre os três paus, se somava uma sucção e consequentemente um chupão da mamãe, que fazia o que podia, como uma verdadeira chupadora de paus. Logo, então, os três paus chegaram ao orgasmo quase ao mesmo tempo. “NNNGGG…SLUR….AAAAGGGHHH…TO ME AFOGANDO…AGGHH” – tentou gritar mamãe, com a boca cheia de paus e agora, também de uma poderosa torrente de porra que ameaçava afogar ela, de novo, o sêmen saiu disparado brutalmente pelas narinas da mamãe, enquanto uma cachoeira de esperma escorria garganta abaixo. Felizmente, mamãe engoliu com uma rapidez incrível, o que, junto com o fato dos paus terem saído voando da boca dela, impediu um desfecho trágico. Uma vez livres, os paus ainda duros continuaram jorrando porra como mangueiras, pra todo lado, enchendo de porra viscosa não só a cara lambuzada da mamãe, mas também os peitos lindos dela, a barriga, o cabelo ruivo, as coxas, os braços. Os paus enormes continuaram gozando na minha mãe até deixar ela completamente coberta de porra. E mamãe, que não tinha parado de se masturbar enquanto aqueles caras gozavam nela, teve outro orgasmo. “Ohh..ahh..para..ahhh..pelo amor de Deus…não sou…uma puuuuuta…ahhh..to gozandooo..ahh” “Claro que você é uma putinha, Lucia, você é minha putinha, lembra?” – disse Antonio, se aproximando de mamãe, que começava a se levantar. “Tô cheia de porra no corpo todo, tô com porra na cara, entra nos meus olhos, tô com porra no nariz.” ,dentro do nariz, tô com ele no cabelo e nos meus peitos e nas minhas pernas" Mas quando mamãe viu meus colegas de trabalho, que já tinham os paus duros de novo, se masturbando na frente dela, ela se deitou de costas no chão e abriu as pernas obscenamente. "Isso aí, puta, deixa a puta que tem dentro de ti sair, mostra pra gente o quão puta tu é". Mamãe começou a se acariciar a buceta, dois dos dedos dela penetraram fundo na buceta dela, e ela começou a se masturbar. Com a mão que sobrou, mamãe começou a raspar o esperma que cobria o rosto dela, quando juntou uma boa quantidade, levou a mão à boca e lambeu lascivamente. "Ah, que gostoso" gemeu mamãe, com os olhos semicerrados e babando esperma pela boca, sem parar de se masturbar. Antonio se levantou e ordenou que mamãe dissesse que era uma puta, mamãe recusou, mas Antonio chegou perto dela e deu uma porrada de pau na cara dela "Eu, eu sou, sou uma puta". "Mais alto, não ouvi nada, puta". disse Antonio. EU SOU UMA PUTA!!! EU SOU UMA PUUUTAAA!!! "Muito bem, pode continuar se masturbando". Mamãe continuou se masturbando, enfiando e tirando os dedos da buceta gostosa dela uma e outra vez, até que chegou o orgasmo tão esperado. E ali ficou, deitada de costas, nua, coberta de esperma, de pernas abertas obscenamente, como uma puta barata, gemendo enquanto curtia o orgasmo dela. Passaram uns minutos, mamãe ficou como estava, deitada de costas, de pernas abertas e com os olhos meio fechados, aos poucos, e sem que mamãe percebesse, meus colegas começaram a rodear ela. "Agora meus funcionários vão se masturbar e gozar tudo em cima de ti, quero que tu mexa esse corpo teu, de um jeito que fique total e completamente coberta com o esperma deles. Entendeu, puta?" Antonio fez um sinal pros meus colegas e eles começaram a bater punheta, mamãe olhava pra eles com apreensão, mas também com uma certa excitação mal disfarçada, uma excitação que fazia ela se acariciar de novo a buceta entreaberta. Os paus enormes e duros Já estavam chegando no ponto de ebulição, mamãe, com os olhos brilhando e a língua pra fora da boca entreaberta, não parava de se masturbar e gemer. "Pau, tô cercada de pau, pau e mais pau." Logo, a primeira rola gozou. Um jato potente de porra bateu direto na cara da mamãe. E então, bem quando os últimos jatos, com força já fraca, caíam no cabelo dela, o resto dos paus começaram, ao mesmo tempo, a gozar na minha mãe. Os jatos de esperma começaram a cair, um atrás do outro, no corpo inteiro da mamãe, a porra, em quantidades industriais, batia na cara dela e nos peitos dela, no cabelo dela e nas coxas dela, nas panturrilhas, nos pés, rios de porra quente escorriam das montanhas pequenas dos peitos dela pro vale da barriga, inundando o umbigo e depois encharcando os pelos da buceta dela. "Vira, sua estúpida, rebola esse corpo, puta." Mamãe, como uma putinha obediente, se virou e os homens puderam agora encher de porra as costas dela, a parte de trás das pernas e dos pés, e, principalmente, aquele cuzinho delicioso. "Isso aí, boa pontaria, adoro ver essa bunda cheia de porra." Mamãe escorria porra, tinha o corpo coberto de esperma por todo lado e torrentes viscosas derramavam a carga quente de todos os ângulos possíveis. "Agora vem aqui e late, putinha minha, late." Mamãe foi até o Antonio andando de quatro, se arrastando como uma puta no chão de madeira e, enquanto fazia isso, latia, latia como uma puta: -AU!…AUF!..AUF!..AU!- latiu minha mãe enquanto meus colegas não paravam de rir. Meu pai tava chorando no sofá, não falava nada, tava como petrificado, eu também, o que a gente acabou de ver congelou nosso sangue, minha mãe, que a gente achava que era uma mulher normal, era uma puta comedora de paus.
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