Minha mãe é uma chupadora de pau

Minha mãe e eu trabalhamos na mesma empresa, uma rede de supermercados da qual ela é gerente, enquanto eu sou só mais um funcionário. Com meus 17 anos e sem muita escolaridade, isso rapidamente me tornou alvo dos meus colegas de trabalho, moleques da minha idade ou um pouco mais velhos que me consideravam um "puxa-saco" ou "favoritado". Acima da minha mãe estava o chefe dela, o Antonio, um homem de uns 60 anos que me tinha uma certa antipatia e, sinceramente, até o dia em que recebi o vídeo, eu não sabia como ele tinha permitido que eu entrasse para trabalhar lá.

Como já disse, eu me dava muito mal com meus colegas e fiquei bastante surpreso no dia em que encontrei na minha caixa de correio uma fita de vídeo endereçada a mim e ao meu pai, enviada pelos meus colegas de trabalho. Eles não conheciam meu pai, então não entendi por que o nome dele também estava lá. O fato é que meu pai viu a fita no meu quarto e, ao me perguntar sobre ela, decidimos assistir juntos enquanto minha mãe voltava do trabalho, já que naquele dia ela sairia tarde.

Colocamos o vídeo. Nele, dava para ver o escritório do Antonio; a câmera parecia ser uma das de vigilância do mercado. No escritório estava o Antonio. Eu passei a fita rapidamente enquanto meu pai não entendia muito bem o que estava vendo. Logo, minha mãe apareceu no escritório. O vídeo tinha áudio, então ouvimos a conversa entre eles — nada anormal, assuntos da empresa, gastos, demissões e outras coisas rotineiras. Eu já ia tirar o vídeo, achando que era uma brincadeira de mau gosto, quando vimos que, quando minha mãe... se levantou do escritório para ir embora, o Antonio disse:

"Isso é tudo em relação à empresa, mas não se esqueça, Lúcia, que você tem outras obrigações comigo, então já pode começar a tirar a roupa."

Tanto meu pai quanto eu não soubemos como reagir. Parecia impossível o que acabávamos de ouvir da boca do Antonio, meu chefe e o da minha mãe. Mas ficamos ainda mais surpresos ao ver que minha mãe nem se abalou. Suspirando, resignada, ela tirou o casaco e jogou no chão. Em seguida, ela... Ela desceu a minissaia até deixá-la enrolada em volta dos pés e, em seguida, tirou a camiseta. Antonio sorriu enquanto abaixava o zíper. Mamãe agora estava só de roupa íntima, exibindo toda sua beleza única coberta apenas por uma calcinha fina de renda preta e um sutiã do mesmo material. Mamãe deu um passo à frente e se livrou da minissaia, que estava enrolada em seus pés. Depois, tirou os sapatos, revelando seus lindos pés, finos e levemente alongados, com unhas perfeitamente aparadas e sem esmalte. "Negativo, Lúcia. Quero vê-la nua, completamente nua", respondeu Antonio, sorrindo maliciosamente. Mamãe, que pelo que meu pai e eu vimos no vídeo já parecia imaginar a resposta do chefe, tirou o sutiã. Por alguns instantes, cobriu os seios com as mãos, mas depois desistiu e deixou Antonio admirar seus peitos nus. O pau do Antonio já estava bem duro e rígido, completamente para fora das calças. ...Mamãe deslizou as mãos até pegar as bordas da calcinha e, então, hesitou alguns segundos antes de abaixá-la... "Vamos, Lúcia, o que está esperando? Tire essa maldita calcinha de uma vez!", exclamou Antonio. Mamãe sorriu. Lentamente, sem tirar o olhar de seus belos olhos cinza do chefe, abaixou a calcinha até deixá-la amontoada em volta de seus pés descalços. "Assim que eu gosto, Lúcia. Muito bem. Agora, você já sabe o que tem que fazer, não é, Lúcia?", Antonio quase sussurrou, sem conseguir evitar segurar o pau com uma das mãos e começar a se masturbar. "Sim, senhor, é claro. Não esqueço que se ainda trabalho aqui é por sua causa, e se meu filho trabalha aqui também é por sua causa. Se quero continuar ganhando um bom salário, com um bom trabalho, e se também quero continuar recebendo os... digamos, pagamentos especiais que de vez em quando o senhor me faz pelas minhas... 'incomodações' extras, já sei o que tenho que fazer, como já disse." "Sim. Sei o que tenho que fazer. Chupar seu pau. Pau". - disse mamãe, olhando nos olhos de Antonio. Essas palavras cravaram no coração do meu pai e no meu, ou seja, para manter o emprego dele e o meu, minha mãe se humilhava e chupava o pau daquele velho porco. Mamãe se ajoelhou. Depois, ficou de quatro, mamãe tirou a língua e se lambeu indecentemente, molhando com abundante saliva seus lábios perfeitos. Antonio desfrutou da visão da boca de mamãe, uma boca entreaberta e promissora dos mais excelsos prazeres... mamatórios, que mostrava sem pudor a linda língua e uma fina e branca fileira de dentes perfeitos. Antonio tirou o pau por completo, mamãe podia ver diante dela o poderoso pau do seu chefe, com um par de grandes bolas penduradas, inchadas e tensas, prontas e dispostas para a ação. Por fim, mamãe se meteu debaixo da mesa. De onde a câmera estava posicionada podíamos ver como minha mãe pegou o pau do seu chefe com uma mão e o colocou na boca. Os lábios de mamãe se fecharam sobre o tronco do pau de Antonio. Um segundo depois, mamãe estava chupando com força. "Muito bem, chupa, puta, chupa" - gemeu Antonio, agarrando a cabeça de mamãe com uma mão e puxando seus cabelos vermelhos e perfumados. E mamãe chupava. Primeiro, ensalivou com cuidado o pau do seu chefe. Depois, o tirou da boca e começou a lambê-lo, deslizando a língua suavemente por toda a superfície rugosa do pau. Mas não parou por aí, não, mamãe continuou lambendo, até alcançar com sua língua as bolas do nosso chefe. Ela as lambeu por completo, não deixou nem um milímetro sem lamber. E, não contente com isso, colocou-as na boca uma após a outra e as chupou com violência, saboreando seu gosto como uma sibarita da chupada. Uma vez que terminou a seu gosto com as bolas do chefe, deslizou a língua para cima, no sentido inverso ao que havia feito antes e começou a lamber a cabeça do pau de Antonio, colocando ênfase especial na ponta delicada do pau. Mamãe colocou a língua de lado. e ela... deslizou com extremo cuidado pelo vale delicado que coroava a ponta do pau e, segurando o pau com uma mão, começou a massageá-lo como se estivesse fazendo uma punheta. Mamãe apertava o pau com as duas mãos, fazendo um belo trabalho manual, até que finalmente cansou de brincar e soltou o pau do chefe. Alguns segundos depois, abriu a boca e engoliu o pau do Antônio. "Não passa de uma chupadora, Lúcia, o marido dela é um idiota e o filho um babaca". Mamãe chupava e chupava, aplicando todo seu vasto conhecimento como chupadora, enquanto sugava com força, violentamente o pau do nosso chefe, esmagando-o contra sua cavidade bucal, ferindo-o com os dentes, envolvendo-o com a língua, encharcando-o de saliva... Antônio apertou o botão do interfone. Imediatamente, Pepe entrou no escritório. Pepe era o assistente do Antônio, um garoto de 20 anos, gordinho e com o rosto cheio de espinhas que eu não gostava nada e se achava superior, o que viu quando entrou no escritório não o surpreendeu muito, aparentemente não era a primeira vez que via aquilo. Minha mãe estava nua, de joelhos, embaixo da mesa do chefe, chupando o pau dele, podíamos ouvir perfeitamente o som que a boca da mamãe fazia ao sugar o pau do nosso chefe. Não devia ser a primeira vez que Antônio o chamava enquanto minha mãe estava dando um boquete. "O senhor me chamou?" - perguntou Pepe. Mamãe nem sequer olhou para trás. Aparentemente Antônio já tinha feito isso antes, devia fazer... para envergonhá-la, para humilhá-la, mas pelo que vimos, mamãe não se importava que Pepe a visse nua e de joelhos, chupando o pau do Antônio. Ele deu alguns papéis a ele e disse para fotocopiá-los, mal a porta se fechou atrás de Pepe, Antônio perdeu a compostura e com um gemido gutural, começou a gozar dentro da boca da minha mãe. Mamãe engolia sêmen em abundância. O pau do Antônio, fora de controle, bombeava mais e mais sêmen dentro da boca da minha mãe e fios abundantes de porra escorriam pelos lábios da mamãe e começavam seu percurso em direção ao queixo. Mamãe engoliu tudo que pôde, quando já não aguentava mais, abriu a boca e soltou o pau, o membro endurecido, como um predador capturado que de repente se vê livre, começou a dançar de um lado para o outro, jorrando jatos e mais jatos de esperma que batiam contra a testa, contra os olhos, contra as bochechas e o nariz da minha pobre mãe que para meu pai e para mim era agora uma puta barata. A porra escorria em múltiplos fios que deslizavam como riachos viscosos por todo o seu rosto. Mamãe se levantou, Antonio aproveitou a visão do rosto da mamãe totalmente coberto de porra, da SUA porra. Mamãe esperou alguns minutos cheia de porra, humilhada e manchada como qualquer puta chupadora. Passados 5 minutos, que para meu pai e para mim pareceram uma eternidade, ela voltou a se esconder debaixo da mesa. Pôs a língua para fora e começou a limpar com diligência o pau do seu chefe, até deixá-lo limpinho e brilhante. ... Depois, pegou-o com uma mão, colocou-o dentro da calça e fechou o zíper. Finalmente, surgiu novamente das profundezas, nua e ainda com o rosto escorrendo porra. "Muito bem, Lúcia, já pode ir." Vimos como mamãe se vestia e limpava o rosto cheio de porra com as mãos, que depois lambia para deixá-las limpas, então fechou a porta do escritório e a gravação se encerrou.

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