Meu irmãozinho cresce 4

Tipo um ano depois daquela punhetação horrível que eu dei no meu irmão, briguei com meu namorado quando descobri que ele tinha comido uma mina que eu conhecia. Passei uma semana chorando de raiva pelos cantos. Tava no meu quarto, pensando em como ia cortar o pau do meu ex, quando bateram na porta. — Sofi, sou eu. Posso entrar? — Aaah... Sim. Entra. Joaco entrou vestido com a roupa de treino. Desde que começou a ir no clube, ele se desenvolveu pra caralho. Me passou na altura, ficou mais trincado e o tom de pele dele era quase canela, combinando com os cachos loiro escuro e os olhos cinzas. A carinha de eterno menino triste dele derretia as minas ao redor. Mas ele continuava fiel à namoradinha dele, uma menina boazinha, baixinha e introvertida, embora tivesse uma carinha bonita e um cabelo castanho de uma maciez invejável. Pra piorar, essa mina influenciava ele a ser um aluno melhor, coisa que ele conseguiu de forma notável. Joaquim era lindo, atlético e agora bom aluno. Meus pais estavam orgulhosos e eu... não sabia o que sentir. Ele entrou, me olhou nos olhos com aquele olhar de cachorrinho e falou. — Como você tá? — Ótima. Tava chorando de alegria. — Sofi, você não pode virar um pano de chão por aquele cuzão! — Eu sei, mas não consigo parar de me sentir idiota por ter me entregado toda pra ele e ele ter me traído desse jeito. — Toda? — Sim... "de corpo e alma", como dizem. — Ah... — Que a gente transava pra caralho, Joaquim, e eu adorava! Amava isso nele acima de tudo. Ele me comia muito bem. Entendeu agora? — Bom... se você fala assim... não sabia... — Que sua irmã era uma puta? — Não. Que ele tinha tanto poder sobre você. Dá pra dizer que ele te usou. — Agora virou psicólogo também? — Sofi. O que eu quero dizer é que te amo e acho que você merece alguém muito melhor. Nunca gostei daquele idiota! As palavras dele foram um bálsamo na hora. Me senti muito melhor quando ele me abraçou e beijou minha testa. Eu também amava ele, mas me sentia estranha em pensar assim, então não falei nada. Nada. Ele passou a mão nas minhas costas. — Hummm, que lindo! Passei a mão na perna dele, primeiro por cima do short e depois direto na pele. Ele foi descendo a mão, quase chegando na minha bunda. Fiquei arrepiada que nem uma gata e minha mão foi parar no volume dele, que já tava subindo. Apertei e senti ele endurecendo na minha mão. — Isso... como você tá crescendo, irmãozinho! — É que... desculpa, mas seu cheiro e sua pele... me... — Shhh... não fala nada. Tirei o pau dele pra fora do short. Uma gotinha de líquido pré-ejaculatório brilhava na ponta. Passei o dedo e espalhei pela cabeça. — Sofi... — Joaco... que piroca linda que você tem. Comecei a subir e descer, mas ele segurou minha mão. — Não, por favor. — Não gostou? — Não é isso... é que depois do clube vou encontrar a Caro. — Ah é? — Sim, e ela faz exatamente isso comigo. Não posso agora. Não é certo. Sem me deixar responder, ele levantou e saiu correndo pela porta. — Tchau. Te amo! — Eu também! Fiquei olhando pra porta, me sentindo uma completa idiota. Como é que eu tentei bater uma punheta pro meu irmão que tem namorada e podia pegar qualquer outra sem precisar cair no incesto? Mesmo assim, me senti rejeitada e com tesão. Não ia deixar barato. Quando ele voltou de noite depois de jantar na casa da vagabunda da "Caro", mandei mensagem no WhatsApp enquanto meus pais dormiam. "Pode vir no meu quarto pra gente conversar?" "O que foi, Sofi?" "Quero falar sobre o que aconteceu hoje. Quero te pedir desculpa pelo meu jeito" "Não precisa se desculpar por nada" "Se eu não te falar na cara, não vou conseguir dormir, por favor!" "Ok. Vou aí" Ele chegou. Mandei ele sentar na cadeira em frente à minha cama. Ele veio de cueca boxer e camiseta, e eu tava com um pijama de top e shortinho que não deixava muito pra imaginação. Olhei nos olhos dele e falei tudo que pensava. — Me desculpa por ter passado dos limites com você. Não sou sempre tão tarada, mas a briga com meu namorado me afetou, e você é tão bom e doce que eu queria te recompensar fazendo o que acho melhor, que não é certo. Bem, eu sei. Também acho que não é ruim te tocar um pouco, não tô violando nenhuma lei. Já sei que você tem sua namorada e ela deve fazer coisas que eu, como sua irmã, não poderia fazer. Você deve achar que sou uma depravada e... — Sofi... para! Não acho nada disso. Te amo e o que minha namorada faz é algo muito parecido, só isso. Além disso, também sei que é errado a gente se tocar desse jeito... — Como assim "a gente" se tocar? Você não fez nada de errado! — Mas eu quero! Esse é o problema. Minha namorada não tem os peitos que você tem e eu... eu bati uma pensando neles. Não consegui evitar sorrir de orgulho. Estufei o peito e olhei pra ele. — Você acha meus peitos bonitos? — Sim. Muito. Soltei uma alça do top, quase dava pra tirar com um dedo. — Você gosta mais deles do que os da sua namorada? — ... Sim. Olhei como o boxer dele apertava uma ereção dolorosa. — Se você me mostrar o seu, eu tiro o pijama. Sem falar nada, ele liberou o amigo, que pulou duríssimo batendo com um barulhão na barriga dele. — Ai, Deus! Como isso tá duro! Posso tocar? Ele assentiu. — Vem. Senta aqui do meu lado. Sem demora, segurei aquele pedaço de pedra numa mão e com a outra passei saliva na ponta. Batia uma sem pressa, sentindo o calor e a dureza. Era lindo. — Sua namorada te toca assim? — Sim. Não é justo — ele reclamou. — Quer me tocar? Me ajoelhei na cama de frente pra ele com as pernas abertas. Ele me tocou suavemente por cima do short, ao longo de toda a minha buceta. Eu gostei. — Ela deixa você tocar? — Por cima da roupa, sim. — Espera! Tirei tudo, ficando completamente nua na frente do meu irmão pela primeira vez. Os olhos dele estavam bem arregalados. — Molha um dedo e me toca agora. Ele, obediente, chupou um dedo e acariciou minha buceta. Separou os lábios, enfiou um pouquinho e procurou meu clitóris. Claramente sabia o que tava fazendo. — Ahh... Que mão boa você tem! Nunca tocou sua namorada assim? — Não, mas vi em vídeos pornô como fazem. — Que bom observador você é! Se aumentar um pouco o ritmo e mexer seus dedos... Em círculos, você vai me enlouquecer! Deixei ele fazer e ele me dedou loucamente. Tentei não gemer, mas estava quase gozando. – Aaaii... você vai me deixar louca. Vem! Deitei de pernas abertas e mandei ele se ajoelhar perto. Peguei o pau dele e bati uma forte. A ponta dele soltava uns líquidos que melhoravam a situação, e ele não parava de me estimular. – Vou gozar, Joaaaa! – Eu também, Soffiiii! Foi incrível. Muito intenso e super quente. Apertei e puxei o pau dele quando senti as mãos dele apertando minhas coxas e um calor repentino no meu púbis. Toquei com a outra mão e senti o esperma dele na minha pele. Olhei como ainda saía muito e, sem pensar em nada, apontei pra minha pussy aberta de tanta estimulação. Escorreu uma boa quantidade que recebi esfregando com a outra mão. Me masturbei com a porra do meu irmão. Gozei em segundos. – Aaaahhh! A gente se deu uns segundos pra se recuperar e baixar a emoção. Joaquín ficou mal. – Não acredito no que acabamos de fazer! Isso é terrível! Sou um lixo! Me perdoa, Sofi! Ele se levantou rápido, arrumou a roupa e saiu correndo. Eu fiquei processando o que ele tinha dito. Me senti a pior irmã do mundo. Chorei a noite toda até dormir. Nunca mais a gente tocou no assunto.

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