Muito prazer, gente linda! Essa história é um pouco longa, mas acredite, vale a pena ler! Meu nome é Sam, hoje tenho uns vinte e poucos anos ☺️. Sempre fui simpático, bonitão, magro, rosto bonito e bem dotado. Tudo começou quando eu tinha 14 anos, tava no ensino médio e, como todo garoto e garota daquela idade, uma curiosidade enorme por experiências sexuais me invadia. Tinha várias colegas lindas e gostosas, e até no bairro tinha um monte de meninas que babavam por mim. Mas eu era muito tímido e, desde pequeno, sempre me atraíram mulheres mais velhas, pela experiência e porque queria aprender a tratar uma mulher de verdade direito.
Então, eu trabalhava com meu tio Mau, e passava a maior parte do tempo com ele, a esposa dele e a filha, tanto que eles diziam que eram meus pais. Minha tia era uma mulher jovem de 26 anos, simpática, magrinha, mas com cada atributo no lugar certo. Além disso, ela sempre se vestia muito sexy, porque gostava de chamar a atenção dos outros homens. A Vero era conhecida no bairro por ter fama de ser meio putinha, mas mosca morta. Naquela época, ela tinha uma magreza deliciosa, umas bundinhas bem empinadas e, embora não tivesse peitões enormes, eles eram perfeitos e combinavam com o corpo dela.
Até aquele momento, nunca imaginei que um dia fosse acontecer o que vou te contar. Eu era muito tarado, a maioria dos meus amigos e colegas já tinha pelo menos uma experiência perto do sexo, e muitos outros já tinham perdido a virgindade. Me vendo naquele mundo escolar cheio de meninas de saia, jovens e lindas, com hormônios no ar todo dia, eu costumava chegar em casa e, quando dava, aproveitava cada momento sozinho para me tocar e conhecer meu corpo. Pensava muito nas garotas e, como passava grande parte do tempo na casa dos meus tios, via muitas coisas que, com o tempo, me meteram na cabeça a ideia de comer minha tia.
Como eu disse, ela sempre se vestia sexy, especialmente em casa, usava... licras, maiôs justinhos ou saias curtas, e eu aproveitava pra deleitar minha vista. Ficava tão excitado vendo ela de licra, porque se tinha uma coisa que aquela mulher tinha de bom, era uma bucetinha bem gostosa e linda, tão justinha de um jeito tão delicioso que só de olhar, eu me molhava todo sem nem me tocar. A gente costumava ver TV junto, à noite, quando eu e ele chegávamos do trabalho, nos reuníamos pra jantar e, depois, assistíamos a uma novela cheia de putaria. Inconscientemente, isso foi nos aproximando, porque eu sabia que ela notava como eu a olhava. Então, nada boba, ela sempre se sentava de um jeito que eu pudesse ter uma boa vista, tipo quando usava saia, se colocava de um jeito que, ao sentar discretamente, eu pudesse ter na frente aquela vista linda da calcinha dela, algo que me deliciou tantas noites que, em algum momento, aproveitando que às vezes me deixavam cuidando da casa, eu me dava ao luxo de cheirar as calcinhas e sutiãs usados dela, na intenção de ficar pelo menos um pouco perto daquele tesouro de mulher.... Por outro lado, meu tio era um Casanova, eu sabia bem que ele tinha mais de uma amante e, além disso, por um tempo, fui parte dessas aventuras, sempre mantendo silêncio. Assim passou quase um ano, e quanto mais eu convivia com eles, mais percebia o quanto ela o tratava bem e que ela era dele, e só dele. Então comecei a pensar que ele não merecia uma mulher tão gostosa, sexy e foda como ela. Mesmo assim, não sabia o que fazer, porque era quase impossível que algo mais rolasse, pela minha idade e por ser sobrinho dele. Pouco tempo depois, eles decidiram ter outro filho, e assim que nasceu, passou mais um ano desse jeito, vivendo quase com eles e trabalhando junto com meu tio. Aí chegou o aniversário do bebê novo. Nessa ocasião, a gente se esforçou pra caralho pra planejar a festa. Durante uma semana, passei ajudando meu tio a limpar a casa e deixá-la linda pra receber toda a família. Foi justo um dia antes da festa que tudo entre Vero e eu começou a parecer diferente. Naquele dia, meu tio teve tive que sair muito cedo de casa e eu fiquei com ela pra terminar a decoração e montar as mesas e cadeiras. Já no fim da tarde, ela me disse pra gente cozinhar algo pra nós e pro jantar dele quando chegasse. As crianças tinham passado o dia com os avós e, na verdade, naquele dia, nem iam dormir em casa, então estávamos totalmente sozinhos. Enquanto cozinhávamos, ela começou a me perguntar umas coisas que, pra mim, pessoalmente, me deixaram meio desconfortável, porque eram coisas pessoais que eu não costumava compartilhar com ninguém, muito menos com minha tia. Ela me perguntou se eu ainda era virgem. Com muita vergonha, respondi que sim, que ainda não tinha conhecido a mulher que me faria homem pela primeira vez. Ela ria muito por perceber meu desconforto, e com uma certa perversidade, porque pra ela eu era inocente. Então, pra amenizar um pouco a situação, ela começou a dizer que eu era um cara muito atraente e que sabia de várias meninas que babavam por mim. Aí ela falou alguns nomes, e eu respondia que não, que era outra que eu gostava, deixando claro que me sentia atraído por ela, já que comentei que não podia dizer quem era. Ela, por sua vez, começou a me contar sobre o relacionamento dela com meu tio. Ela sabia que ele era infiel e, mesmo assim, estava disposta a continuar no casamento. Me contou que antes dele, nunca tinha ficado com outro homem, o que era verdade, porque engravidou aos 18 anos, então nunca teve a chance de experimentar outras peles e, claramente, nunca tinha transado com outro homem — isso não impedia que ela gostasse de se fazer de difícil. Foi uma conversa cheia de intimidade, que terminou quando eu me atrevi a dizer que ela era uma mulher muito jovem e gostosa, e que eu admirava muito o tratamento que dava a ele, que mesmo ele tendo traído ela, ela o adorava pra caralho. Da minha parte, falei que ela não merecia aquilo, afinal, ela nunca tinha falhado com ele e que um dia ela perceberia que tinha cometido um erro ao perdoá-lo — tudo isso enquanto olhávamos pela janela. Vimos o carro do meu tio chegando em casa. Naquele dia, algo despertou em nós dois, algo que nos levaria a viver uma história quase de cinema. Finalmente chegou aquele sábado de abril, o dia da festa, tudo saiu perfeito, inclusive naquele dia ela me apresentou à sobrinha dela, uma garota de 17 anos, bem gostosa pra idade dela, mas eu só pensava na minha tia. Naquele dia, ela estava mais gostosa do que nunca, usando uma blusa decotada que deixava ver a cintura dela e, por trás, aquela linha que descia até a bunda dela, uma calça super justa que realçava a raba de dar inveja, e como cereja do bolo, um cinto fino de couro que te convidava a olhar pra ela como se fosse uma obra de arte. Claro que eu não era o único que não tirava os olhos dela, e assim, naquela noite, depois de vários drinks, o clima esquentou. Eu me preparei pra animar a festa mixando música num notebook. Já era noite, tanto ela quanto eu já tínhamos bebido um pouco, e como a gente tinha atendido todo mundo, nós dois não tínhamos comido nada. Ela se preocupava comigo, porque claro que tinha um carinho enorme por mim. Num momento, ela me disse pra ir jantar na cozinha com ela, a gente comeu e eu ajudei ela e a irmã dela a limpar um pouco antes de voltar pra fora com todo mundo. Quando eu saí, ela já estava na mesa onde eu tinha o notebook. Como eu estava meio bêbado, e depois do que rolou no dia anterior e de ver ela vestida daquele jeito naquela noite, não aguentei mais e decidi agir. Cheguei e sentei do lado dela, coloquei minha mão bem pertinho da buceta dela, olhei pra ela com um tesão e falei: "Vamos pro seu quarto." A Vero só me olhou surpresa e com um olhar safado, concordando com minhas palavras... Aquela noite mudou pra sempre nossas vidas. Quando a gente entrou, eu fui direto pra cama do quarto dela, ela foi pra cozinha e um minuto depois entrou comigo. Eu tava sentado na cama e ela entrou e perguntou: "O que foi, Sam? Você nunca me tocou assim, muito menos falou comigo desse jeito." Foi aí que eu despejei tudo, falei que Sempre gostei muito dela, ficava olhando ela direto e, como eu ainda era virgem, queria que ela fosse a primeira mulher na minha vida... Me sigam pra segunda e melhor parte!!
Então, eu trabalhava com meu tio Mau, e passava a maior parte do tempo com ele, a esposa dele e a filha, tanto que eles diziam que eram meus pais. Minha tia era uma mulher jovem de 26 anos, simpática, magrinha, mas com cada atributo no lugar certo. Além disso, ela sempre se vestia muito sexy, porque gostava de chamar a atenção dos outros homens. A Vero era conhecida no bairro por ter fama de ser meio putinha, mas mosca morta. Naquela época, ela tinha uma magreza deliciosa, umas bundinhas bem empinadas e, embora não tivesse peitões enormes, eles eram perfeitos e combinavam com o corpo dela.
Até aquele momento, nunca imaginei que um dia fosse acontecer o que vou te contar. Eu era muito tarado, a maioria dos meus amigos e colegas já tinha pelo menos uma experiência perto do sexo, e muitos outros já tinham perdido a virgindade. Me vendo naquele mundo escolar cheio de meninas de saia, jovens e lindas, com hormônios no ar todo dia, eu costumava chegar em casa e, quando dava, aproveitava cada momento sozinho para me tocar e conhecer meu corpo. Pensava muito nas garotas e, como passava grande parte do tempo na casa dos meus tios, via muitas coisas que, com o tempo, me meteram na cabeça a ideia de comer minha tia.
Como eu disse, ela sempre se vestia sexy, especialmente em casa, usava... licras, maiôs justinhos ou saias curtas, e eu aproveitava pra deleitar minha vista. Ficava tão excitado vendo ela de licra, porque se tinha uma coisa que aquela mulher tinha de bom, era uma bucetinha bem gostosa e linda, tão justinha de um jeito tão delicioso que só de olhar, eu me molhava todo sem nem me tocar. A gente costumava ver TV junto, à noite, quando eu e ele chegávamos do trabalho, nos reuníamos pra jantar e, depois, assistíamos a uma novela cheia de putaria. Inconscientemente, isso foi nos aproximando, porque eu sabia que ela notava como eu a olhava. Então, nada boba, ela sempre se sentava de um jeito que eu pudesse ter uma boa vista, tipo quando usava saia, se colocava de um jeito que, ao sentar discretamente, eu pudesse ter na frente aquela vista linda da calcinha dela, algo que me deliciou tantas noites que, em algum momento, aproveitando que às vezes me deixavam cuidando da casa, eu me dava ao luxo de cheirar as calcinhas e sutiãs usados dela, na intenção de ficar pelo menos um pouco perto daquele tesouro de mulher.... Por outro lado, meu tio era um Casanova, eu sabia bem que ele tinha mais de uma amante e, além disso, por um tempo, fui parte dessas aventuras, sempre mantendo silêncio. Assim passou quase um ano, e quanto mais eu convivia com eles, mais percebia o quanto ela o tratava bem e que ela era dele, e só dele. Então comecei a pensar que ele não merecia uma mulher tão gostosa, sexy e foda como ela. Mesmo assim, não sabia o que fazer, porque era quase impossível que algo mais rolasse, pela minha idade e por ser sobrinho dele. Pouco tempo depois, eles decidiram ter outro filho, e assim que nasceu, passou mais um ano desse jeito, vivendo quase com eles e trabalhando junto com meu tio. Aí chegou o aniversário do bebê novo. Nessa ocasião, a gente se esforçou pra caralho pra planejar a festa. Durante uma semana, passei ajudando meu tio a limpar a casa e deixá-la linda pra receber toda a família. Foi justo um dia antes da festa que tudo entre Vero e eu começou a parecer diferente. Naquele dia, meu tio teve tive que sair muito cedo de casa e eu fiquei com ela pra terminar a decoração e montar as mesas e cadeiras. Já no fim da tarde, ela me disse pra gente cozinhar algo pra nós e pro jantar dele quando chegasse. As crianças tinham passado o dia com os avós e, na verdade, naquele dia, nem iam dormir em casa, então estávamos totalmente sozinhos. Enquanto cozinhávamos, ela começou a me perguntar umas coisas que, pra mim, pessoalmente, me deixaram meio desconfortável, porque eram coisas pessoais que eu não costumava compartilhar com ninguém, muito menos com minha tia. Ela me perguntou se eu ainda era virgem. Com muita vergonha, respondi que sim, que ainda não tinha conhecido a mulher que me faria homem pela primeira vez. Ela ria muito por perceber meu desconforto, e com uma certa perversidade, porque pra ela eu era inocente. Então, pra amenizar um pouco a situação, ela começou a dizer que eu era um cara muito atraente e que sabia de várias meninas que babavam por mim. Aí ela falou alguns nomes, e eu respondia que não, que era outra que eu gostava, deixando claro que me sentia atraído por ela, já que comentei que não podia dizer quem era. Ela, por sua vez, começou a me contar sobre o relacionamento dela com meu tio. Ela sabia que ele era infiel e, mesmo assim, estava disposta a continuar no casamento. Me contou que antes dele, nunca tinha ficado com outro homem, o que era verdade, porque engravidou aos 18 anos, então nunca teve a chance de experimentar outras peles e, claramente, nunca tinha transado com outro homem — isso não impedia que ela gostasse de se fazer de difícil. Foi uma conversa cheia de intimidade, que terminou quando eu me atrevi a dizer que ela era uma mulher muito jovem e gostosa, e que eu admirava muito o tratamento que dava a ele, que mesmo ele tendo traído ela, ela o adorava pra caralho. Da minha parte, falei que ela não merecia aquilo, afinal, ela nunca tinha falhado com ele e que um dia ela perceberia que tinha cometido um erro ao perdoá-lo — tudo isso enquanto olhávamos pela janela. Vimos o carro do meu tio chegando em casa. Naquele dia, algo despertou em nós dois, algo que nos levaria a viver uma história quase de cinema. Finalmente chegou aquele sábado de abril, o dia da festa, tudo saiu perfeito, inclusive naquele dia ela me apresentou à sobrinha dela, uma garota de 17 anos, bem gostosa pra idade dela, mas eu só pensava na minha tia. Naquele dia, ela estava mais gostosa do que nunca, usando uma blusa decotada que deixava ver a cintura dela e, por trás, aquela linha que descia até a bunda dela, uma calça super justa que realçava a raba de dar inveja, e como cereja do bolo, um cinto fino de couro que te convidava a olhar pra ela como se fosse uma obra de arte. Claro que eu não era o único que não tirava os olhos dela, e assim, naquela noite, depois de vários drinks, o clima esquentou. Eu me preparei pra animar a festa mixando música num notebook. Já era noite, tanto ela quanto eu já tínhamos bebido um pouco, e como a gente tinha atendido todo mundo, nós dois não tínhamos comido nada. Ela se preocupava comigo, porque claro que tinha um carinho enorme por mim. Num momento, ela me disse pra ir jantar na cozinha com ela, a gente comeu e eu ajudei ela e a irmã dela a limpar um pouco antes de voltar pra fora com todo mundo. Quando eu saí, ela já estava na mesa onde eu tinha o notebook. Como eu estava meio bêbado, e depois do que rolou no dia anterior e de ver ela vestida daquele jeito naquela noite, não aguentei mais e decidi agir. Cheguei e sentei do lado dela, coloquei minha mão bem pertinho da buceta dela, olhei pra ela com um tesão e falei: "Vamos pro seu quarto." A Vero só me olhou surpresa e com um olhar safado, concordando com minhas palavras... Aquela noite mudou pra sempre nossas vidas. Quando a gente entrou, eu fui direto pra cama do quarto dela, ela foi pra cozinha e um minuto depois entrou comigo. Eu tava sentado na cama e ela entrou e perguntou: "O que foi, Sam? Você nunca me tocou assim, muito menos falou comigo desse jeito." Foi aí que eu despejei tudo, falei que Sempre gostei muito dela, ficava olhando ela direto e, como eu ainda era virgem, queria que ela fosse a primeira mulher na minha vida... Me sigam pra segunda e melhor parte!!
0 comentários - Con mi tía