Sempre quis provar meu afilhado. Toda vez que posso, provoco ele e sei que faço muito bem. Percebo na cara dele e como vai ficando bem durinho aos poucos. De vez em quando a gente se visita e, quando dá, dormimos juntos. Ele esquenta demais, me mima, me apalpa e eu faço o mesmo. Quando ele me abraça devagar, como se eu não fosse notar, me fascina — e ele também adora. Lembro de uma vez que mostrei meu conjunto branco e deixei ele muito tarado. Acho que ele bateu umas 100 punhetas pensando naquilo. Tomara que um dia eu vá visitá-lo e ele se anime a pegar nos meus peitos de uma vez, e comece a chupá-los bem devagar enquanto toca bem suave na minha buceta. Já que durmo sem sutiã, ele nunca teve coragem, mas sei que ele quer e deseja muito. Assim como eu. Percebo no pau dele duro de manhã e pelo jeito que me olha — ele me come com os olhos. Será que a gente guarda esse segredo de uma vez por todas? Não gosto de engolir muito leite e ele sabe, mas com certeza vai adorar como eu chupo com bastante saliva e tesão. Tomara que ele exploda o leite matinal na minha garganta enquanto eu acaricio os ovos dele e ele me vê cuspindo o sêmen tão fértil na minha mão pra não sujar os lençóis. Uma vez lembro de ter deixado ele tão excitado que ele sujou a camiseta azul dele, muito, mas muito manchada de porra, só porque eu passei de roupão na frente dele, só pra ver a reação e a vontade dele de me penetrar uma vez atrás da outra, pela bunda e pela minha buceta. A gente se ama muito e sabe disso. Infelizmente é complicado e devia ser algo só nosso, conscientes do ato e ao mesmo tempo do tesão e da sacanagem dos dois. Espero a próxima visita com ansiedade e que, quando eu estiver fingindo que tô dormindo, ele me abrace sem medo e tire a cueca de uma vez, até me penetrar fundo e me encher de porra. E quando ele perguntar se pode, eu responder "sim, meu amor", claro que sim.
2 comentários - Mimos de afilhado e Madrinha