Incidente
Eu deveria ter notado o jeito que o Seu Francisco olhou pra minha esposa, ou talvez eu tenha notado e não liguei, de qualquer forma, as coisas aconteceram como deveriam acontecer. O Seu Francisco fez algumas observações sobre a reforma, parecia ser algo simples e poderia começar na quarta-feira da semana seguinte. Dei um adiantamento pra ele comprar o material necessário e ele foi embora.
Aquele fim de semana foi normal. A vida sexual entre eu e minha esposa é bem normal e rotineira, de vez em quando a gente tem uns momentos de êxtase, mas não são tão frequentes. Como eu falei antes, ela é dona de casa, e as atividades dela se resumem em ir pra academia, cuidar do lar e sair de vez em quando comigo pra algum lugar. Ela tem poucas amigas e não costuma sair muito com elas. Apesar de ser muito inteligente, ela também é bem ingênua ou inocente quando o assunto é sexo, ou seja, quando comecei a sair com ela, percebi essa inocência ou ingenuidade dela, e até algumas vezes me aproveitei disso, e tenho certeza de que, assim como eu, outros também fizeram.
Por exemplo; uma vez, nas primeiras vezes que saímos (talvez a segunda ou terceira), percebi a ingenuidade dela quando fiz uma brincadeira (achei que ela entenderia). A gente tava jantando num restaurante e ela derrubou uma bebida sem querer na minha calça (na altura da virilha), notei como a pele branca dela ficou vermelha de vergonha, ela se sentiu tão envergonhada e não parava de pedir desculpas, foi aí que eu expliquei que todo mundo ia pensar que não deu tempo de eu ir ao banheiro (e ri), esperando que ela risse um pouco, mas não foi assim… parece que ela se sentiu pior, então eu disse que ela podia me ajudar me escondendo com o corpo dela, ficando na minha frente.
Ainda lembro perfeitamente daquele momento, pra minha surpresa, quando a gente levantou da mesa, ela imediatamente ficou na minha frente, pegou minhas mãos e colocou na frente dela, fingindo que Abraço por trás, foi a primeira vez que senti a bunda enorme dela colada em mim. Ela tava usando um vestido fininho que me deixou sentir as nádegas dela por completo. Eu tava incrédulo, mas não conseguia parar de aproveitar. Fiquei duro na hora, e ela percebeu, virando o rosto pra me olhar meio estranha. Mas eu falei que era normal pros homens, que até era uma forma de elogio, tipo pra mostrar que uma mulher era gostosa pra gente. Pra minha surpresa, ela acreditou, e ainda me agradeceu.
Mais pra frente, já no relacionamento, eu descobri que na família dela não se falava de sexo, e a maior parte da vida ela estudou em colégio ligado a alguma religião. Por isso, nunca tocou nesses assuntos e era completamente inocente... Só foi na faculdade, quando entrou numa escola "normal", que a gente se conheceu.
Quando entrei no táxi pra levar ela em casa, ela sentou no meu colo, virou o rosto e sorriu de boa, falando baixinho que ia me ajudar até a gente chegar pra o motorista não zuar de mim. Agradeci, enquanto aproveitei pra sentir aquela bunda toda em mim o caminho inteiro. Reforcei que ereção era normal e que no meu caso era porque ela era uma mulher muito gostosa...
Aquele dia, quando cheguei em casa, bati uma e não consegui evitar de gozar rápido lembrando do que tinha rolado. Mas não parava de pensar... Será que ela é tão inocente assim? Ou só tá brincando comigo? Decidi então, no próximo encontro, botar ela à prova.
A gente saiu pra dar uma volta num parque que eu conhecia bem. Às vezes, um mendigo ficava por lá, sentado num banco tomando sol. Era inofensivo, não enchia o saco de ninguém. Pra minha sorte, ele tava lá naquele dia. Pedi umas bebidas e resolvi andar de propósito perto dele. Lucia, como sempre, tava linda. Usava uma saia amarela, soltinha, mas curta, um pouco acima do joelho. Tava de salto baixo também, mas que deixava ela... que a bunda dela se levantasse ainda mais e uma blusa preta com pouco decote. Então, ao passar do lado do mendigo, derramei intencionalmente a bebida na calça dele, pra depois fingir surpresa e preocupação.
— Nãão, desculpa, senhor, não pode ser. Falei enquanto olhava com preocupação (fingida) pra Lucia.
— Se a gente não fizer nada e passar um policial, podem levar esse senhor preso, iam pensar que ele tá cometendo atos indecentes, tipo mijar em lugar público. Falei pra Lucia enquanto via o rosto dela ficando cada vez mais preocupado.
— Mas o que a gente pode fazer?! Ela me perguntou aflita.
— Tenho uma ideia, mas ia precisar da sua ajuda, verdade, não sei se peço, tô com muita vergonha de pedir porque foi meu erro. Falei.
— Não, não, fala, por favor, eu quero ajudar!!
— Tá bom… falei fingindo vergonha, lembra do nosso último encontro, quando você derramou a bebida em mim? Então, seria fazer a mesma coisa que você fez no táxi, pra esconder a mancha. Se você sentar em cima dele, as pessoas e até a polícia vão achar que vocês são um casal e não vão dar importância. Se você fizer isso, eu arrumo algo pra tampar.
Lucia ficou pensando um momento, achei que seria o fim… tinha arriscado demais, afinal. Depois, vi ela olhar pro homem e pedir desculpas antes de sentar no colo dele e me olhar.
— Se apressa e arruma alguma coisa, por favor. Ela falou com voz suplicante.
Naquele momento, senti uma mistura estranha de ciúme e excitação, é difícil descrever a adrenalina que tava sentindo. Saí do lugar pra buscar algo pra tampar aquele homem. Enquanto virei, pude ver a cara dela, com desconforto, enquanto a cara do cara tava em choque total, nem conseguia entender o que tava rolando, mas claro que não perdeu a oportunidade. A última coisa que vi foi ele colocando as mãos nas pernas da Lucia, foi aí que soube que tinha que me apressar pra conseguir algo. Vi uma loja perto, então corri o mais rápido que pude. forças e consegui encontrar uma calça, peguei a primeira que vi.
Cheguei no lugar e fiquei aterrorizado quando não encontrei a Lucia nem o vagabundo, procurei por toda parte e finalmente os vi caminhando em direção a uma área com árvores e arbustos, ele a abraçava por trás (como da vez que aconteceu comigo), iam para uma parte escondida do parque. Embora já estivesse cansado de correr, alcancei eles e ofereci a calça ao homem. Ao me ver, ele entendeu que não conseguiria mais terminar o que tinha planejado. Com um olhar irritado porque eu já sabia das suas intenções, ofereci a roupa para ele se trocar, enquanto segurei Lucia pelo braço para afastá-la dele.
Então aconteceu algo que eu não esperava. O filho da puta do vagabundo inventou que não conseguia mexer as mãos, porque segundo ele, tinha um problema nas articulações, então não podia trocar de calça. Imediatamente Lucia virou para mim preocupada. Devo admitir que o cara soube aproveitar a situação, então pediu para Lucia fazer o favor de ajudá-lo a trocar de calça.
Devo admitir que eu mesmo me meti nessa situação, não tinha mais o que fazer além de arcar com as consequências. Fomos atrás de uma árvore cercada por arbustos onde ninguém nos visse, eu queria estar presente para vigiar se o cara não ia se aproveitar dela. Então aconteceu: o cara se apoiou na árvore, enquanto Lucia se ajoelhou na frente dele para desabotoar a calça, com uma expressão de desconforto e nojo. Nem preciso imaginar o cheiro, porque eu mesmo podia sentir, pobre Lucia, me arrependi de ter colocado ela nessa situação.
Quando Lucia abaixou a calça dele, uma enorme rola ereta saiu liberada como um animal enjaulado, batendo no rosto dela, a pele branca e linda dela sendo golpeada por aquela rola enorme e suja, ela não conseguiu evitar gritar de susto. O cara pediu desculpas, mas ela, em vez de se ofender, disse:
- Não se preocupe, senhor, só me pegou de surpresa, mas obrigada. Enquanto oferecia um sorriso genuíno e Inocente, ela se limitou então só a limpar a bochecha dos fluidos que o pau do cara deixou.
Não entendi por que ela agradeceu ele, e aparentemente o mendigo também não, então lembrei que na nossa cita anterior eu disse que quando os caras têm ereção, ela devia levar como um elogio.
Continuei abaixando a calça dele, e depois peguei a pica do cara com as duas mãos e comecei a apertar, como se fosse uma espécie de massagem. O cara só fechou os olhos e curtiu. Eu, por minha vez, não entendia nada do que tava rolando, foi como se o tempo tivesse parado. O que começou como um encontro normal, de repente virou isso: minha futura esposa de joelhos, massageando a pica de um mendigo desconhecido, e eu sem entender como a gente tinha chegado naquilo.
Finalmente voltei à realidade quando a Lucia disse:
— O senhor tá se sentindo melhor agora?
Só vi um jato de porra sair voando na direção do rosto da minha futura esposa, que, por sorte, conseguiu desviar da maior parte da gozada, ficando só uns restos de sêmen no pescoço e no ombro dela.
— Moço, o senhor tá melhor? — ela perguntou de novo, enquanto o mendigo soltava um gemido de prazer que eu tenho certeza que ele não sentia há anos.
Peguei a Lucia pelo braço e levantei ela, perguntei puto por que ela fez aquilo. Ela, com uma cara de total surpresa, como se não tivesse feito nada de errado, só falou:
— Eu só tentei ajudar.
A gente foi embora do lugar, em silêncio durante o caminho… não parava de passar pela minha cabeça que a Lucia era uma puta. Então, aquele seria nosso último encontro, porque eu não tava disposto a tolerar aquilo.
Mais tarde, quando chegou na casa dela, a Lucia me contou o que o mendigo disse pra convencer ela a ir pros arbustos. Segundo ela, o cara começou a falar que o pênis dele tava doendo por causa do líquido derramado e que, se continuasse com a dor, ele ia fazer um B.O. pelo ocorrido e ia me meter em problema, já que eu tinha sido o culpado. Mas ele ofereceu uma solução: segundo ele, o jeito de aliviar era receber uma massagem urgente e arejar. A região, ele não conseguiria fazer a massagem sozinho porque tinha um problema nas articulações das mãos. Lúcia entendeu então que talvez fosse alguma reação alérgica a algum componente do líquido derramado. Então, quando eu chegasse e os alcançasse, eles estavam indo para aquela área afastada para fazer isso. Pelo visto, quem mais tarde seria minha futura esposa teria topado massagear a pica de um desconhecido, só pra não me meter em encrenca. Mas nunca vou saber como as coisas teriam terminado se eu não tivesse chegado a tempo.
Mais tarde, eu usaria o mesmo pretexto da dor na pica para que Lúcia me batesse uma punheta, achando que estava me ajudando. Embora, no fim das contas, não fosse mentira de todo — ela realmente me ajudava a me sentir melhor.
Histórias desse tipo se repetiram algumas vezes, mas nunca foram além disso. Talvez mais pra frente eu conte um pouco sobre elas. Finalmente chegou a quarta-feira, quando o Seu Francisco se apresentaria em casa. Esperei um pouco, mas ele não veio. Então tive que sair para o trabalho, e depois recebi uma ligação da minha esposa, me dizendo que o Seu Francisco já tinha chegado e que ia começar a trabalhar. Enquanto isso, ela faria companhia pra ele.
Continua...
Eu deveria ter notado o jeito que o Seu Francisco olhou pra minha esposa, ou talvez eu tenha notado e não liguei, de qualquer forma, as coisas aconteceram como deveriam acontecer. O Seu Francisco fez algumas observações sobre a reforma, parecia ser algo simples e poderia começar na quarta-feira da semana seguinte. Dei um adiantamento pra ele comprar o material necessário e ele foi embora.
Aquele fim de semana foi normal. A vida sexual entre eu e minha esposa é bem normal e rotineira, de vez em quando a gente tem uns momentos de êxtase, mas não são tão frequentes. Como eu falei antes, ela é dona de casa, e as atividades dela se resumem em ir pra academia, cuidar do lar e sair de vez em quando comigo pra algum lugar. Ela tem poucas amigas e não costuma sair muito com elas. Apesar de ser muito inteligente, ela também é bem ingênua ou inocente quando o assunto é sexo, ou seja, quando comecei a sair com ela, percebi essa inocência ou ingenuidade dela, e até algumas vezes me aproveitei disso, e tenho certeza de que, assim como eu, outros também fizeram.
Por exemplo; uma vez, nas primeiras vezes que saímos (talvez a segunda ou terceira), percebi a ingenuidade dela quando fiz uma brincadeira (achei que ela entenderia). A gente tava jantando num restaurante e ela derrubou uma bebida sem querer na minha calça (na altura da virilha), notei como a pele branca dela ficou vermelha de vergonha, ela se sentiu tão envergonhada e não parava de pedir desculpas, foi aí que eu expliquei que todo mundo ia pensar que não deu tempo de eu ir ao banheiro (e ri), esperando que ela risse um pouco, mas não foi assim… parece que ela se sentiu pior, então eu disse que ela podia me ajudar me escondendo com o corpo dela, ficando na minha frente.
Ainda lembro perfeitamente daquele momento, pra minha surpresa, quando a gente levantou da mesa, ela imediatamente ficou na minha frente, pegou minhas mãos e colocou na frente dela, fingindo que Abraço por trás, foi a primeira vez que senti a bunda enorme dela colada em mim. Ela tava usando um vestido fininho que me deixou sentir as nádegas dela por completo. Eu tava incrédulo, mas não conseguia parar de aproveitar. Fiquei duro na hora, e ela percebeu, virando o rosto pra me olhar meio estranha. Mas eu falei que era normal pros homens, que até era uma forma de elogio, tipo pra mostrar que uma mulher era gostosa pra gente. Pra minha surpresa, ela acreditou, e ainda me agradeceu.
Mais pra frente, já no relacionamento, eu descobri que na família dela não se falava de sexo, e a maior parte da vida ela estudou em colégio ligado a alguma religião. Por isso, nunca tocou nesses assuntos e era completamente inocente... Só foi na faculdade, quando entrou numa escola "normal", que a gente se conheceu.
Quando entrei no táxi pra levar ela em casa, ela sentou no meu colo, virou o rosto e sorriu de boa, falando baixinho que ia me ajudar até a gente chegar pra o motorista não zuar de mim. Agradeci, enquanto aproveitei pra sentir aquela bunda toda em mim o caminho inteiro. Reforcei que ereção era normal e que no meu caso era porque ela era uma mulher muito gostosa...
Aquele dia, quando cheguei em casa, bati uma e não consegui evitar de gozar rápido lembrando do que tinha rolado. Mas não parava de pensar... Será que ela é tão inocente assim? Ou só tá brincando comigo? Decidi então, no próximo encontro, botar ela à prova.
A gente saiu pra dar uma volta num parque que eu conhecia bem. Às vezes, um mendigo ficava por lá, sentado num banco tomando sol. Era inofensivo, não enchia o saco de ninguém. Pra minha sorte, ele tava lá naquele dia. Pedi umas bebidas e resolvi andar de propósito perto dele. Lucia, como sempre, tava linda. Usava uma saia amarela, soltinha, mas curta, um pouco acima do joelho. Tava de salto baixo também, mas que deixava ela... que a bunda dela se levantasse ainda mais e uma blusa preta com pouco decote. Então, ao passar do lado do mendigo, derramei intencionalmente a bebida na calça dele, pra depois fingir surpresa e preocupação.
— Nãão, desculpa, senhor, não pode ser. Falei enquanto olhava com preocupação (fingida) pra Lucia.
— Se a gente não fizer nada e passar um policial, podem levar esse senhor preso, iam pensar que ele tá cometendo atos indecentes, tipo mijar em lugar público. Falei pra Lucia enquanto via o rosto dela ficando cada vez mais preocupado.
— Mas o que a gente pode fazer?! Ela me perguntou aflita.
— Tenho uma ideia, mas ia precisar da sua ajuda, verdade, não sei se peço, tô com muita vergonha de pedir porque foi meu erro. Falei.
— Não, não, fala, por favor, eu quero ajudar!!
— Tá bom… falei fingindo vergonha, lembra do nosso último encontro, quando você derramou a bebida em mim? Então, seria fazer a mesma coisa que você fez no táxi, pra esconder a mancha. Se você sentar em cima dele, as pessoas e até a polícia vão achar que vocês são um casal e não vão dar importância. Se você fizer isso, eu arrumo algo pra tampar.
Lucia ficou pensando um momento, achei que seria o fim… tinha arriscado demais, afinal. Depois, vi ela olhar pro homem e pedir desculpas antes de sentar no colo dele e me olhar.
— Se apressa e arruma alguma coisa, por favor. Ela falou com voz suplicante.
Naquele momento, senti uma mistura estranha de ciúme e excitação, é difícil descrever a adrenalina que tava sentindo. Saí do lugar pra buscar algo pra tampar aquele homem. Enquanto virei, pude ver a cara dela, com desconforto, enquanto a cara do cara tava em choque total, nem conseguia entender o que tava rolando, mas claro que não perdeu a oportunidade. A última coisa que vi foi ele colocando as mãos nas pernas da Lucia, foi aí que soube que tinha que me apressar pra conseguir algo. Vi uma loja perto, então corri o mais rápido que pude. forças e consegui encontrar uma calça, peguei a primeira que vi.
Cheguei no lugar e fiquei aterrorizado quando não encontrei a Lucia nem o vagabundo, procurei por toda parte e finalmente os vi caminhando em direção a uma área com árvores e arbustos, ele a abraçava por trás (como da vez que aconteceu comigo), iam para uma parte escondida do parque. Embora já estivesse cansado de correr, alcancei eles e ofereci a calça ao homem. Ao me ver, ele entendeu que não conseguiria mais terminar o que tinha planejado. Com um olhar irritado porque eu já sabia das suas intenções, ofereci a roupa para ele se trocar, enquanto segurei Lucia pelo braço para afastá-la dele.
Então aconteceu algo que eu não esperava. O filho da puta do vagabundo inventou que não conseguia mexer as mãos, porque segundo ele, tinha um problema nas articulações, então não podia trocar de calça. Imediatamente Lucia virou para mim preocupada. Devo admitir que o cara soube aproveitar a situação, então pediu para Lucia fazer o favor de ajudá-lo a trocar de calça.
Devo admitir que eu mesmo me meti nessa situação, não tinha mais o que fazer além de arcar com as consequências. Fomos atrás de uma árvore cercada por arbustos onde ninguém nos visse, eu queria estar presente para vigiar se o cara não ia se aproveitar dela. Então aconteceu: o cara se apoiou na árvore, enquanto Lucia se ajoelhou na frente dele para desabotoar a calça, com uma expressão de desconforto e nojo. Nem preciso imaginar o cheiro, porque eu mesmo podia sentir, pobre Lucia, me arrependi de ter colocado ela nessa situação.
Quando Lucia abaixou a calça dele, uma enorme rola ereta saiu liberada como um animal enjaulado, batendo no rosto dela, a pele branca e linda dela sendo golpeada por aquela rola enorme e suja, ela não conseguiu evitar gritar de susto. O cara pediu desculpas, mas ela, em vez de se ofender, disse:
- Não se preocupe, senhor, só me pegou de surpresa, mas obrigada. Enquanto oferecia um sorriso genuíno e Inocente, ela se limitou então só a limpar a bochecha dos fluidos que o pau do cara deixou.
Não entendi por que ela agradeceu ele, e aparentemente o mendigo também não, então lembrei que na nossa cita anterior eu disse que quando os caras têm ereção, ela devia levar como um elogio.Continuei abaixando a calça dele, e depois peguei a pica do cara com as duas mãos e comecei a apertar, como se fosse uma espécie de massagem. O cara só fechou os olhos e curtiu. Eu, por minha vez, não entendia nada do que tava rolando, foi como se o tempo tivesse parado. O que começou como um encontro normal, de repente virou isso: minha futura esposa de joelhos, massageando a pica de um mendigo desconhecido, e eu sem entender como a gente tinha chegado naquilo.
Finalmente voltei à realidade quando a Lucia disse:
— O senhor tá se sentindo melhor agora?
Só vi um jato de porra sair voando na direção do rosto da minha futura esposa, que, por sorte, conseguiu desviar da maior parte da gozada, ficando só uns restos de sêmen no pescoço e no ombro dela.
— Moço, o senhor tá melhor? — ela perguntou de novo, enquanto o mendigo soltava um gemido de prazer que eu tenho certeza que ele não sentia há anos.
Peguei a Lucia pelo braço e levantei ela, perguntei puto por que ela fez aquilo. Ela, com uma cara de total surpresa, como se não tivesse feito nada de errado, só falou:
— Eu só tentei ajudar.
A gente foi embora do lugar, em silêncio durante o caminho… não parava de passar pela minha cabeça que a Lucia era uma puta. Então, aquele seria nosso último encontro, porque eu não tava disposto a tolerar aquilo.
Mais tarde, quando chegou na casa dela, a Lucia me contou o que o mendigo disse pra convencer ela a ir pros arbustos. Segundo ela, o cara começou a falar que o pênis dele tava doendo por causa do líquido derramado e que, se continuasse com a dor, ele ia fazer um B.O. pelo ocorrido e ia me meter em problema, já que eu tinha sido o culpado. Mas ele ofereceu uma solução: segundo ele, o jeito de aliviar era receber uma massagem urgente e arejar. A região, ele não conseguiria fazer a massagem sozinho porque tinha um problema nas articulações das mãos. Lúcia entendeu então que talvez fosse alguma reação alérgica a algum componente do líquido derramado. Então, quando eu chegasse e os alcançasse, eles estavam indo para aquela área afastada para fazer isso. Pelo visto, quem mais tarde seria minha futura esposa teria topado massagear a pica de um desconhecido, só pra não me meter em encrenca. Mas nunca vou saber como as coisas teriam terminado se eu não tivesse chegado a tempo.
Mais tarde, eu usaria o mesmo pretexto da dor na pica para que Lúcia me batesse uma punheta, achando que estava me ajudando. Embora, no fim das contas, não fosse mentira de todo — ela realmente me ajudava a me sentir melhor.
Histórias desse tipo se repetiram algumas vezes, mas nunca foram além disso. Talvez mais pra frente eu conte um pouco sobre elas. Finalmente chegou a quarta-feira, quando o Seu Francisco se apresentaria em casa. Esperei um pouco, mas ele não veio. Então tive que sair para o trabalho, e depois recebi uma ligação da minha esposa, me dizendo que o Seu Francisco já tinha chegado e que ia começar a trabalhar. Enquanto isso, ela faria companhia pra ele.
Continua...
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