Vou contar o que aconteceu há vários anos atrás, quando me formei no ensino médio.
Meu nome é Mili, agora tenho 28 anos, mas isso aconteceu quando eu tinha acabado de fazer 18.
Era o último ano do colégio e fizemos uma viagem de formatura pra Bariloche. A maioria da turma foi, incluindo meu namorado, Fran. Foi uma semana inesquecível, a gente se divertiu pra caramba, fomos pra balada quase todo dia e foi super legal. Nos poucos dias que não saímos, ficamos no hotel com Fran pra aproveitar a solidão e ficar juntos. Os quartos eram separados por sexo, então os caras ficavam de um lado e as minas do outro. Quando a gente tava sozinho no hostel, Fran entrava no meu quarto e a gente transava escondido pra não chamar a atenção do pessoal do lugar. Era divertido e excitante, mas só ele gozava e eu ficava ainda mais com tesão.
Eu tava bem animada naqueles dias, finalmente chegou a última noite da viagem e a gente decidiu sair todo mundo pra uma balada, Genux, nunca mais esqueço. Lá a gente bebeu e dançou pra caramba. Fran e eu estávamos dançando de frente um pro outro, atrás dele eu conseguia ver o Santi, o cara mais gato da turma, se beijando com tudo com uma mina. Não consegui parar de olhar aquela cena, tava me excitando bastante, principalmente ele, que parecia que ia comer ela ali mesmo. Comecei a imaginar o momento em que ele leva ela pra um hotel, como tira a roupa dela, como toca ela, como beija ela.. De repente imaginei que era eu que tava ali e fiquei ainda mais com tesão, até que o Santi virou o olhar pra mim e me pegou olhando eles. Mas parecia que ele gostava da situação, porque ele beijava o pescoço dela e me encarava com um sorriso safado. Eu desviei o olhar na hora e dei um gole longo no meu drink.
Fran não percebeu nada, tava muito bêbado.
A noite tava chegando ao fim, a gente já tava todo mundo bem bebado. Fran tava pior que todo mundo e me falou que ia no banheiro vomitar. Eu fiquei sozinha no bar e, disfarçadamente, Olhava pra onde o Santi tava, que ainda tava com a mina. Mas num certo momento ela olhou o celular, pegou as coisas dela e foi embora. Ele ficou sozinho num canto. Não sei se foi por causa da bebida ou da excitação (ou as duas), mas decidi chegar perto dele e falei:
Y: Ei, que foi? Espantou ela?
S: Não, ela é daqui, tinha que ir porque amanhã trabalha.
Y: Ué, que pena! Ficou na vontade...
S: É, mas fazer o quê, aparece outra...
Y: Que outra? Já é tarde, a gente tem que ir...
S: E você? Também ficou na vontade, né?
Y: Eu? Por quê?
S: Vi como você olhava... que foi? Gostou?
Y: Só foi curiosidade...
S: Se quiser, pode tirar essa curiosidade, ele disse e colou em mim.
Disfarçadamente, deslizei minha mão pela perna dele até chegar no volume e devagar comecei a acariciar o pau dele, que tava durinho.
Y: Olha como ela te deixou... falei no ouvido dele enquanto continuava acariciando a rola. Na hora fomos pra parte mais escura do rolê pra nos beijar com um tesão imenso. Ele enfiou a mão por baixo da minha saia e puxou minha calcinha de lado pra me tocar na buceta e disse "Epa, como você também tá..." Já tava imaginando a situação do hotel que tinha fantasiado um tempo antes, mas não rolou...
Ouvi os caras me chamando e tudo parou. Saí do escuro, meio despenteada com certeza, e tava o Manu (amigo do Fran e amigo inseparável do Santi) que me pediu pra tirar o Fran do banheiro, que tinha dormido, pra gente ir de uma vez.
O Manu viu que atrás de mim saiu o Santi e fez uma cara estranha, mas não falou nada. Consegui acordar o Fran e fomos pro hostel. Óbvio que naquela noite não comi nenhum dos dois.
Na volta, nossos olhares se cruzavam de vez em quando com muita cumplicidade, mas ficou por isso mesmo, já que não dava pra chegar perto dele.
Passaram os dias e tava chegando o fim do curso. Já tinham entregado os diplomas e chegou o dia da festa de formatura. Era no mesma escola, pra dar um significado mais profundo. Foi muito emocionante e divertido ao mesmo tempo. Depois das 12 começou a dança e a gente tava se divertindo pra caralho. Começamos a beber e, na surdina, demos uns pegas num baseado que tava rolando por lá.
Tava bem nostálgica e resolvi ir na sala onde a gente estudava pra contemplar ela pela última vez. Abri a porta e fiquei encostada na entrada, olhando pra dentro. Fiquei um tempão em silêncio, sem me mexer, com o olhar perdido (já tava batendo o que eu tinha fumado). De repente, senti alguém tocar meu ombro, me virei e era o Santi.
S: Veio se despedir?
Y: Sim, tô aqui faz um tempão.
S: Sim, te vi quando você subiu..
Y: Passamos muitos anos aqui..
S: Sim, esse lugar vai fazer falta..
Y: Muita... aconteceu tanta coisa aqui..
S: Sim, "talvez possa rolar mais uma coisa", ele disse, se aproximando de mim. Me deu um beijo e a gente entrou na sala. Me apoiei na mesa do professor e virei de costas pra ele beijar meu pescoço.
O Santi me apertava por trás enquanto continuava beijando meu pescoço. Me entreguei completamente pra ele e falei "dessa vez a gente não vai ficar na vontade", levantei o vestido e desci a tanga (uma tanga vermelha bem enfiada na bunda que, na real, coloquei pra ele). Ele rapidamente baixou a calça e a cueca, cuspiu na própria pica e meteu sem rodeios. Soltei um gemido alto quando senti ele dentro, inevitável. O Santi começou a bombar com força, segurando minha cintura, enquanto eu tentava não fazer barulho.
Ele tava me comendo com tudo contra a mesa, minhas pernas começaram a tremer por causa da posição. Pedi pra ele parar, juntei duas cadeiras e subi de joelhos, ficando de quatro. Ele meteu inteiro e continuou se movendo freneticamente. A pélvis dele batia na minha bunda e o barulho ecoava pela sala toda e, com certeza, pelo corredor também. De repente, ouço alguém falar "Ei, o que vocês tão fazendo? Já desconfiava.. Se chegar a Fran vai ficar sabendo e vai morrer..." era o Manu da porta.
S: Cala a boca, não fala nada! É só dessa vez..
Y: É, você também pode entrar se não falar nada... (tava muito chapada e ainda por cima tava com um tesão danado, queria que ele calasse a boca pra eu continuar sendo comida pelo Santi)
Manu fechou a boca e se aproximou da gente. Puxou o pau mole pra fora e começou a se masturbar. Desci das cadeiras e me agachei pra chupar ele. Na mesma hora o Santi encostou o pau na minha boca também, eu ia alternando entre os dois. Santi me levantou do chão e me colocou de novo nas cadeiras pra continuar me comendo. Ficou mais uns minutos e gozou dentro de mim. Saiu e deixou o lugar pro Manu. Ele me penetrou e começou a bombar com força enquanto enfiava o dedão no meu cu... me senti uma puta barata, mas na real tava me deixando com muito tesão a situação toda. Comecei a gemer de novo e bem rápido ele também gozou. Desci das cadeiras porque já tava doendo meus joelhos e sentia as gotas de porra escorrendo da minha buceta.
S: Beleza, já descarregou, agora garante que ninguém sobe..
Manu obedeceu, abotoou a calça e saiu rápido.
Y: E agora?
S: A gente não terminou..
Ele me levantou e me sentou na ponta da mesa e começou a me beijar com gosto. Eu peguei no pau dele ainda mole e ficava esfregando devagar enquanto minha língua se enroscava na dele. Em seguida, ele tirou meu vestido e o sutiã. Fiquei completamente pelada e ele apertava meus peitos, chupava meu pescoço, foi descendo pras tetas, continuou descendo até minha buceta e começou a chupar de leve. Ele fazia muito bem, eu respirava forte e apertava a cabeça dele contra mim. Em poucos minutos ele me fez gozar de um jeito incrível. Depois, subiu e continuou me beijando. Abracei ele e falei "das coisas que a gente vive aqui, essa é a mais inesquecível". O pau dele tava duro de novo, peguei nele e encostei na entrada da minha buceta. Santi, sem nenhum esforço, enfiou até o fundo e começou a se mexer. Com força. Dessa vez com beijos no meio. Eu abraçava ele forte e gemia no ouvido dele. Num momento eu falei "o que a mina de Bariloche perdeu", ele só sorriu enquanto continuava se movendo. Durou muito mais que a primeira transa, já estávamos todos suados e ele continuava se movendo sem parar. Ele colou em mim e meteu tudo. Se movia bem gostoso se esfregando na minha buceta. Comecei a sentir que vinha outro orgasmo, comecei a respirar ofegante e a gemer falando "sim, sim, sim" até que finalmente gozei e ele gozou quase ao mesmo tempo. Ficamos de frente um pro outro rindo de prazer e nos beijando enquanto ele espremia as últimas gotas de porra dentro de mim.
Depois fui no banheiro me limpar toda da bagunça e me arrumar um pouco.
Quando desci, o Fran tava muito chapado, nem tinha percebido que eu tinha sumido por horas.
Desde aquele dia nunca mais soube dele. Obviamente fiquei vários dias pra processar o que tinha acontecido. Um mês depois terminei com o Fran. No mês seguinte descobri que tava grávida — de quem? não sei... isso ia ferrar minha carreira que tava só começando, mas tive um aborto espontâneo e perdi o bebê.
Hoje lembro desse dia porque o Santi começou a me seguir no Instagram... quem sabe a gente possa relembrar aquele dia... depois conto pra vocês.
Meu nome é Mili, agora tenho 28 anos, mas isso aconteceu quando eu tinha acabado de fazer 18.
Era o último ano do colégio e fizemos uma viagem de formatura pra Bariloche. A maioria da turma foi, incluindo meu namorado, Fran. Foi uma semana inesquecível, a gente se divertiu pra caramba, fomos pra balada quase todo dia e foi super legal. Nos poucos dias que não saímos, ficamos no hotel com Fran pra aproveitar a solidão e ficar juntos. Os quartos eram separados por sexo, então os caras ficavam de um lado e as minas do outro. Quando a gente tava sozinho no hostel, Fran entrava no meu quarto e a gente transava escondido pra não chamar a atenção do pessoal do lugar. Era divertido e excitante, mas só ele gozava e eu ficava ainda mais com tesão.
Eu tava bem animada naqueles dias, finalmente chegou a última noite da viagem e a gente decidiu sair todo mundo pra uma balada, Genux, nunca mais esqueço. Lá a gente bebeu e dançou pra caramba. Fran e eu estávamos dançando de frente um pro outro, atrás dele eu conseguia ver o Santi, o cara mais gato da turma, se beijando com tudo com uma mina. Não consegui parar de olhar aquela cena, tava me excitando bastante, principalmente ele, que parecia que ia comer ela ali mesmo. Comecei a imaginar o momento em que ele leva ela pra um hotel, como tira a roupa dela, como toca ela, como beija ela.. De repente imaginei que era eu que tava ali e fiquei ainda mais com tesão, até que o Santi virou o olhar pra mim e me pegou olhando eles. Mas parecia que ele gostava da situação, porque ele beijava o pescoço dela e me encarava com um sorriso safado. Eu desviei o olhar na hora e dei um gole longo no meu drink.
Fran não percebeu nada, tava muito bêbado.
A noite tava chegando ao fim, a gente já tava todo mundo bem bebado. Fran tava pior que todo mundo e me falou que ia no banheiro vomitar. Eu fiquei sozinha no bar e, disfarçadamente, Olhava pra onde o Santi tava, que ainda tava com a mina. Mas num certo momento ela olhou o celular, pegou as coisas dela e foi embora. Ele ficou sozinho num canto. Não sei se foi por causa da bebida ou da excitação (ou as duas), mas decidi chegar perto dele e falei:
Y: Ei, que foi? Espantou ela?
S: Não, ela é daqui, tinha que ir porque amanhã trabalha.
Y: Ué, que pena! Ficou na vontade...
S: É, mas fazer o quê, aparece outra...
Y: Que outra? Já é tarde, a gente tem que ir...
S: E você? Também ficou na vontade, né?
Y: Eu? Por quê?
S: Vi como você olhava... que foi? Gostou?
Y: Só foi curiosidade...
S: Se quiser, pode tirar essa curiosidade, ele disse e colou em mim.
Disfarçadamente, deslizei minha mão pela perna dele até chegar no volume e devagar comecei a acariciar o pau dele, que tava durinho.
Y: Olha como ela te deixou... falei no ouvido dele enquanto continuava acariciando a rola. Na hora fomos pra parte mais escura do rolê pra nos beijar com um tesão imenso. Ele enfiou a mão por baixo da minha saia e puxou minha calcinha de lado pra me tocar na buceta e disse "Epa, como você também tá..." Já tava imaginando a situação do hotel que tinha fantasiado um tempo antes, mas não rolou...
Ouvi os caras me chamando e tudo parou. Saí do escuro, meio despenteada com certeza, e tava o Manu (amigo do Fran e amigo inseparável do Santi) que me pediu pra tirar o Fran do banheiro, que tinha dormido, pra gente ir de uma vez.
O Manu viu que atrás de mim saiu o Santi e fez uma cara estranha, mas não falou nada. Consegui acordar o Fran e fomos pro hostel. Óbvio que naquela noite não comi nenhum dos dois.
Na volta, nossos olhares se cruzavam de vez em quando com muita cumplicidade, mas ficou por isso mesmo, já que não dava pra chegar perto dele.
Passaram os dias e tava chegando o fim do curso. Já tinham entregado os diplomas e chegou o dia da festa de formatura. Era no mesma escola, pra dar um significado mais profundo. Foi muito emocionante e divertido ao mesmo tempo. Depois das 12 começou a dança e a gente tava se divertindo pra caralho. Começamos a beber e, na surdina, demos uns pegas num baseado que tava rolando por lá.
Tava bem nostálgica e resolvi ir na sala onde a gente estudava pra contemplar ela pela última vez. Abri a porta e fiquei encostada na entrada, olhando pra dentro. Fiquei um tempão em silêncio, sem me mexer, com o olhar perdido (já tava batendo o que eu tinha fumado). De repente, senti alguém tocar meu ombro, me virei e era o Santi.
S: Veio se despedir?
Y: Sim, tô aqui faz um tempão.
S: Sim, te vi quando você subiu..
Y: Passamos muitos anos aqui..
S: Sim, esse lugar vai fazer falta..
Y: Muita... aconteceu tanta coisa aqui..
S: Sim, "talvez possa rolar mais uma coisa", ele disse, se aproximando de mim. Me deu um beijo e a gente entrou na sala. Me apoiei na mesa do professor e virei de costas pra ele beijar meu pescoço.
O Santi me apertava por trás enquanto continuava beijando meu pescoço. Me entreguei completamente pra ele e falei "dessa vez a gente não vai ficar na vontade", levantei o vestido e desci a tanga (uma tanga vermelha bem enfiada na bunda que, na real, coloquei pra ele). Ele rapidamente baixou a calça e a cueca, cuspiu na própria pica e meteu sem rodeios. Soltei um gemido alto quando senti ele dentro, inevitável. O Santi começou a bombar com força, segurando minha cintura, enquanto eu tentava não fazer barulho.
Ele tava me comendo com tudo contra a mesa, minhas pernas começaram a tremer por causa da posição. Pedi pra ele parar, juntei duas cadeiras e subi de joelhos, ficando de quatro. Ele meteu inteiro e continuou se movendo freneticamente. A pélvis dele batia na minha bunda e o barulho ecoava pela sala toda e, com certeza, pelo corredor também. De repente, ouço alguém falar "Ei, o que vocês tão fazendo? Já desconfiava.. Se chegar a Fran vai ficar sabendo e vai morrer..." era o Manu da porta.
S: Cala a boca, não fala nada! É só dessa vez..
Y: É, você também pode entrar se não falar nada... (tava muito chapada e ainda por cima tava com um tesão danado, queria que ele calasse a boca pra eu continuar sendo comida pelo Santi)
Manu fechou a boca e se aproximou da gente. Puxou o pau mole pra fora e começou a se masturbar. Desci das cadeiras e me agachei pra chupar ele. Na mesma hora o Santi encostou o pau na minha boca também, eu ia alternando entre os dois. Santi me levantou do chão e me colocou de novo nas cadeiras pra continuar me comendo. Ficou mais uns minutos e gozou dentro de mim. Saiu e deixou o lugar pro Manu. Ele me penetrou e começou a bombar com força enquanto enfiava o dedão no meu cu... me senti uma puta barata, mas na real tava me deixando com muito tesão a situação toda. Comecei a gemer de novo e bem rápido ele também gozou. Desci das cadeiras porque já tava doendo meus joelhos e sentia as gotas de porra escorrendo da minha buceta.
S: Beleza, já descarregou, agora garante que ninguém sobe..
Manu obedeceu, abotoou a calça e saiu rápido.
Y: E agora?
S: A gente não terminou..
Ele me levantou e me sentou na ponta da mesa e começou a me beijar com gosto. Eu peguei no pau dele ainda mole e ficava esfregando devagar enquanto minha língua se enroscava na dele. Em seguida, ele tirou meu vestido e o sutiã. Fiquei completamente pelada e ele apertava meus peitos, chupava meu pescoço, foi descendo pras tetas, continuou descendo até minha buceta e começou a chupar de leve. Ele fazia muito bem, eu respirava forte e apertava a cabeça dele contra mim. Em poucos minutos ele me fez gozar de um jeito incrível. Depois, subiu e continuou me beijando. Abracei ele e falei "das coisas que a gente vive aqui, essa é a mais inesquecível". O pau dele tava duro de novo, peguei nele e encostei na entrada da minha buceta. Santi, sem nenhum esforço, enfiou até o fundo e começou a se mexer. Com força. Dessa vez com beijos no meio. Eu abraçava ele forte e gemia no ouvido dele. Num momento eu falei "o que a mina de Bariloche perdeu", ele só sorriu enquanto continuava se movendo. Durou muito mais que a primeira transa, já estávamos todos suados e ele continuava se movendo sem parar. Ele colou em mim e meteu tudo. Se movia bem gostoso se esfregando na minha buceta. Comecei a sentir que vinha outro orgasmo, comecei a respirar ofegante e a gemer falando "sim, sim, sim" até que finalmente gozei e ele gozou quase ao mesmo tempo. Ficamos de frente um pro outro rindo de prazer e nos beijando enquanto ele espremia as últimas gotas de porra dentro de mim.
Depois fui no banheiro me limpar toda da bagunça e me arrumar um pouco.
Quando desci, o Fran tava muito chapado, nem tinha percebido que eu tinha sumido por horas.
Desde aquele dia nunca mais soube dele. Obviamente fiquei vários dias pra processar o que tinha acontecido. Um mês depois terminei com o Fran. No mês seguinte descobri que tava grávida — de quem? não sei... isso ia ferrar minha carreira que tava só começando, mas tive um aborto espontâneo e perdi o bebê.
Hoje lembro desse dia porque o Santi começou a me seguir no Instagram... quem sabe a gente possa relembrar aquele dia... depois conto pra vocês.
5 comentários - Festa de formatura gostosa