Historia de un cornudo

Estou casado há mais de 15 anos com a mesma mulher. Ela é gostosa e inteligente, bem magrinha, os peitos e a bunda dela são médios, mas bem firmes, a pele dela é branca e o cabelo curto e preto. Somos realmente muito felizes, mas nós dois temos um segredo. Desde que éramos namorados, ela me traiu várias vezes e eu soube da maioria, senão de todas. A verdade é que isso me excita e mantém a relação viva. Por isso quero contar todas essas experiências. Minha esposa e eu namoramos desde a universidade, ela era a melhor da turma e era conhecida por isso. Na verdade, ela era muito tranquila e educada. Mas as coisas mudaram um dia. — Você não sente que desperdiçou um pouco da sua vida na faculdade? — ela me perguntou enquanto estávamos comendo. — Não, eu realmente gostei do curso, e você? — respondi. — Não me refiro a isso. É que enquanto todo mundo estava em festas e saindo, eu passei o tempo estudando, teria gostado de sair um pouco mais. Na época, não dei importância, mas com o passar dos dias as coisas mudaram um pouco. Ela sempre usava suéteres e calças jeans, mas um dia começou a aparecer com outro tipo de roupa. Primeiro apareceu com blusas mais justas, depois parou de usar calças e começou a usar shorts, saias e meias-calças, também furou o nariz e se maquiava muito mais do que antes. Foi aí que tudo começou. Quando perguntei sobre o novo jeito de se vestir, ela respondeu que só queria mudar de roupa. Na verdade, não me incomodou, ela ficava muito mais atraente e, principalmente, o jeito dela comigo não tinha mudado. Ela continuava me tratando igual, era atenciosa e carinhosa, a única diferença que notei é que agora ela tinha mais amigos. Especialmente reparei num cara chamado Ernesto. Ele, além de estudante, era personal trainer numa academia, era simpático e bonito, mas não sentia ciúmes porque minha namorada sempre se distanciava quando ele se aproximava. Um dia, uma das Novas amigas da minha namorada nos convidaram pra uma festa. A gente topou, mas naquele dia eu e ela íamos chegar separados. Atrasei uns minutos por causa do trânsito, liguei pra minha namorada e ela disse que já tinha chegado e que ia me esperar. Uma hora depois, cheguei na festa. A festa tava boa pra caralho, música alta e um monte de gente. Quando entrei, comecei a procurar minha namorada, não via ela em lugar nenhum. Quando perguntava pras amigas dela, elas me olhavam com cara de surpresa e pena, falando que não tinham visto ela. Continuei procurando por uns 10 minutos, até que uma mina chamada Melisa me disse que tinha visto ela subir pro andar de cima. Subi as escadas rápido e, quando cheguei, vi ela saindo de um quarto. Ela parecia meio confusa, o cabelo meio bagunçado, o batom um pouco borrado, as meias meio rasgadas e as pernas tremendo. Ela me viu e correu pro banheiro. Segui ela, mas ela se trancou. —Tá bem? Cê tá meio mal— —Tô sim, amor, é que fui deitar um pouco enquanto você não chegava. Deixa eu me arrumar— Demorou uns minutos e abriu a porta. Quando entrei, enquanto ela fazia xixi (mais do que o normal), começou a falar da festa e a contar fofocas das amigas. Um minuto depois, saímos do banheiro, mas quando íamos pras escadas, encontramos o Ernesto saindo do mesmo quarto que minha namorada tinha saído. Ele só disse que tava procurando a namorada dele e desceu as escadas com a gente. O resto da festa foi de boa. A gente dançou e bebeu, a única coisa que notei foi que o Ernesto ficava muito perto da gente e que ele e minha namorada trocavam sorrisos. Nunca soube o que rolou até anos depois, quando encontrei a Melisa. Ela perguntou pela minha namorada e eu falei que a gente ainda tava junto. Ela me olhou com cara de pena e contou o que aconteceu naquela noite. Quando minha namorada chegou na festa, começou a conversar com elas. Um tempo depois, o Ernesto chegou e... sentou ao lado da minha namorada, ela não conseguiu se afastar porque o sofá estava lotado. Ele começou a conversar com ela e, com o passar dos minutos, ela parecia mais à vontade. Do nada, os dois se levantaram e, sem dizer nada, subiram para o quarto. Todo mundo achou estranho, já que sabiam que eu era o namorado dela. Alguns minutos depois, começaram a ouvir gemidos vindo do quarto e a batida da cama na parede. Foi aí que aumentaram a música e todo mundo continuou na normalidade. Mas, mesmo assim, o momento em que percebi que minha namorada estava me traindo foi num dia de aula. Com o tempo, comecei a notar que ela ficava mais tempo na universidade. Ainda arrumava tempo pra ficar comigo, mas não era mais como antes. Sempre tinha reuniões ou trabalhos, mas de qualquer forma comecei a desconfiar. Um dia, ela me disse que tinha um trabalho em grupo e que ia ficar mais um pouco. Esse dia tinha sido muito bom, passamos o dia todo juntos e conversamos pra caralho, ela até usou a roupa que sempre usava, parecia que tudo tinha voltado ao normal. Eu me despedi e fingi que ia embora. Quando ela se afastou o suficiente, eu segui ela. Primeiro, ela foi até o armário dela e pegou uma mochila pequena, subiu pro segundo andar do prédio e entrou num banheiro. Cinco minutos depois, saiu trocada. Ela tava usando uns saltos altos, uma meia arrastão, uma saia bem curta que batia na coxa, uma blusa branca que deixava o umbigo de fora e um arnês com tiras de couro que fazia os peitos dela ficarem ainda mais marcados. Também dava pra ver que ela não tava usando sutiã, e fiquei me perguntando se a mesma coisa rolava por baixo. Ela foi pro térreo do prédio e entrou numa sala, fechou a porta. De lá, não dava pra ver nada. Saí do prédio, dei a volta, cheguei até a janela da sala onde ela tinha entrado e me escondi entre as plantas, de um jeito que desse pra ver tudo lá dentro. Por um momento, pensei que ia ver o Ernesto, mas minha surpresa foi ver um professor de Física com quem a gente tinha tido Claro, éramos inimigos por uma nota que ele tinha me dado, eu odiava ele e ele me odiava, então acho que ele se divertiu pra caralho fazendo o que eu vi. Quando cheguei na janela, minha mina tava sentada num banco, o professor na frente dela com as calças arriadas, minha mina tava chupando a rola dele. Cada vez que ela chupava, ficava mais vermelha e cheia de veias, ele parecia estar ficando com tesão, pegou ela pelo cabelo e começou a empurrar com mais força. No começo ela resistiu, mas depois de algumas tentativas começou a se deixar levar. O professor enfiava a rola toda na boca dela, ela engasgava, dava pra ver que tava difícil respirar, os olhos dela lacrimejavam e as bochechas vermelhas. A cada metida dava pra ver a garganta da minha mina alargando, as mãos dela se agarravam no banco pra aguentar a penetração. Da boca dela começou a escorrer um fio de baba e porra pré-gozo. Não acreditei no que tava vendo, minha mina tava me traindo, queria ir embora, mas alguma coisa me prendeu. O professor, sem avisar, colou a cara da minha mina na barriga dele com muita força e ficou ali, o filho da puta tinha gozado na boca dela. Eles se separaram, minha mina só limpou os lábios, nenhuma gota de porra caiu da boca dela, tinha engolido tudo. Pensei que tinha acabado ali, mas não, em vez de ir embora, ela sentou na mesa do professor na frente da cadeira dele. Levantou as pernas e abriu, tava usando uma calcinha fio dental de renda que eu tinha comprado pra ela. O professor sentou na cadeira dele e enfiou a cara entre as pernas da minha mina, no começo não aconteceu nada, ela parecia não sentir nada, mas depois de um tempo começou a gemer. Decidi ligar pra ela pra ver o que tava rolando. Disquei o número e ela tirou o celular da cintura da saia. — Humm, sim? — — Oi amor, como cê tá? — — Aaah bem, aconteceu alguma coisa? — — Não, só queria saber como tava o teu projeto. Ela tava de olhos fechados e parecia se perder no tesão que tava sentindo. — Qual projeto?... Digo, sim, tamo indo bem, ainda não terminamos, acho que vou demorar um pouco. —Tá bem, você parece estranha. Nisso o doutor se levantou, com pressa tirou a calcinha fio dental da minha namorada, ela ficou pendurada num pé dele. Ele pegou o pau dele e meteu de uma vez. —Isso! Mmm.—ela disse quando sentiu a penetração— Tô muito bem, mas tenho muita coisa pra resolver, te ligo quando sair, tá. Te amo, tchau. Eu fiquei olhando. Me senti impotente, triste e com raiva. Automaticamente me ajeitei um pouco melhor pra poder ficar sentado e ainda assim ver tudo. Abaixei a calça e me toquei um pouco, já tava molhado. O cara pegou a cintura da minha namorada e começou a meter nela. Ela agarrou ele pelo pescoço e começou um vai e vem que parecia curtir muito, os dois gemiam de prazer, nunca tínhamos transado assim e isso me deu mais raiva ainda. Minha namorada parecia desesperada pra sentir aquele velho mais fundo, se pendurava no pescoço dele e dava beijos, os corpos deles estavam brilhando de suor e excitados. Eu não sabia o que fazer, continuei me masturbando. Numa hora os dois pareceram cansar, minha namorada se ajeitou em cima da mesa, dessa vez se deitou completamente esticada, ajudou o professor a colocar o pau dele no caminho certo e mais uma vez ele meteu, dessa vez mais forte e pesado. Ela, de prazer, arqueou as costas, a cabeça dela ficou pra fora da mesa, então ela conseguiu olhar pra trás, na direção onde eu tava, parecia que os olhos dela e os meus se encaravam. O professor penetrou ela mais uma vez, se abaixou e com toda força rasgou a blusa dela, os peitos dela ficaram expostos. Ela continuou olhando pra onde eu tava, parecia que tinha me visto, mas nunca falamos sobre isso e prefiro assim. O doutor começou a meter nela com mais ritmo, o corpo dela tremia e ela começou a gritar bem alto, um grito que até hoje lembro, me pergunto se foi assim que ela gritou com o Ernesto. Eu só olhava nos olhos dela, a expressão dela era de puro prazer, ela tava muito gostosa, eu me excitei demais e me masturbei mais rápido e forte, comecei a ver a mesa balançando com força e os olhos da minha namorada fazendo... Viscoso, os gritos ficavam mais altos, eu tava muito excitado, rapidamente senti que tava pronto e gozei, a janela ficou meio suja e eu soltei um gemido baixinho. O professor pareceu ouvir, porque na hora calou a minha namorada. Ela mordeu o braço dele pra parar de gritar, mas os gemidos dela ainda dava pra ouvir. Eu fiquei duro de novo e continuei me masturbando. Mudaram de posição de novo, agora ele deitou na mesa, o pau dele tava totalmente ereto, ela subiu em cima e começou a cavalgar. Os peitos dela balançavam, o cabelo voava e a cintura dela se mexia de um lado pro outro. Ela continuou olhando pra onde eu tava, se ela me viu, ela sabia que eu tava adorando e que me excitava espiar ela, e se ela sabia que eu tava ali, também excitava ela, porque eu vi que ela cavalgou o pau do professor com muita força, dava pra ouvir a bunda dela batendo nas pernas daquele cara, ela ficou vermelha rapidão, eu continuei batendo uma, mas antes de conseguir gozar, vi ela tremer em cima do professor, começou a diminuir a velocidade, se abaixou, deu um beijo no professor e saiu de cima. Dava pra ver o gozo do professor escorrendo pelas pernas dela, ela pegou as coisas dela e saiu da sala. Um minuto depois, recebi uma ligação dela. — Oi amor, ainda tá na escola? Vi teu carro no estacionamento — Tô sim, amor — respondi meio nervoso, primeiro porque ainda tava duro e segundo porque não sabia o que fazer — É que fui comer, e você? — Bem, já terminei por hoje, vem me buscar e a gente vai junto? — Cla... claro, já tô indo praí — Beleza, só vou no banheiro e saio. Eu vesti a calça como deu e fui rapidão pro estacionamento, uns minutos depois vi ela sair do prédio, com a mesma roupa de antes, o rosto limpo e parecia que não tinha acabado de transar selvagemente na sala. Eu cumprimentei ela e fomos pra casa, ainda tava duro e acho que ela percebeu, mas não falou nada. Naquele semestre, a Continuei espiando em várias ocasiões, outras vezes ligava pra ela quando sabia que tava com outro, e até teve vezes que ela "esquecia" de desligar, então eu ouvia tudo. Cheguei até a receber um vídeo do Ernesto com ela no dia da festa. Acho que nós dois sabemos o que rola, mas não existe mais segredo nem mistério, por isso deixamos assim. Nota: Valeu por ler meu relato, todas são histórias fictícias, qualquer dúvida ou sugestão é bem-vinda. Tô pensando em fazer uma série disso.

1 comentários - Historia de un cornudo

El relato no está mal pero al leer cómo has escrito excita perdimos la concentración, por favor, corríge las 2 veces que escribiste "exista".

La historia ocurre demasiado rápido pero aún así a mi esposo y a mí nos "excita" el cornudismo de la situación.