Jamás debi rechazarlo.

Olá, meu nome é Jime, também tenho uma história com o Carlos. Já faz alguns anos, eu adorava tirar fotos de calcinha e mostrar meu corpo. Desde a adolescência, comecei a ter um corpo muito atraente pros homens, porque minhas pernas, quadril e bunda eram bem largas e grandes. Mesmo tendo namorado na época, eu curtia muito postar fotos e ver os caras comentando, tudo esfomeado por sexo, dizendo que dariam e fariam qualquer coisa pra transar comigo. Tudo isso sem saber que, enquanto fazia isso, tava alimentando o ego e a libido de uma pessoa.Jamás debi rechazarlo.
loira
DeusaDe pele extremamente branca e lisinha, com uma bunda boa, com só 24 anos, óbvio que era desejada por muitos, até tinha meu próprio câmera com quem fazia ensaios de fotos que a gente vendia.gostosa

rabaoTinha um cara que vivia comprando meu conteúdo, sempre me mandava mensagem e respondia meus stories, às vezes era muito insistente e pedia pra eu mandar mais fotos. Um dia ele se ofereceu pra me buscar na escola (na época eu tava fazendo mestrado), eu percebi que ele era um cara legal, então aceitei que ele fosse me pegar. Quando ele chegou, foi tudo muito bem, o cara foi super gentil e atencioso, mas na hora que eu ia me despedir, ele tentou me beijar na boca e eu recusei. Só ri, e ele jogou as mãos em mim e não me deixava ir. Eu dei um tapa na cara dele e falei que ele me dava nojo, que eu tinha namorado e que jamais transaria com alguém como ele. Desci do carro e fui pra casa andando. Esse cara era o Carlos, e depois de ser rejeitado, ele não aguentou a ideia de alguém não querer trepar com ele. Depois disso, não soube mais nada dele por um bom tempo, até que um dia minha irmã disse que tinha um namorado. Eu, empolgada com o primeiro namorado dela, pedi pra ela me mostrar, e ela me mostrou a foto daquele homem que tentou me beijar à força no carro dele. Minhas pernas congelaram, e ao ver a cara de felicidade da minha irmã, decidi ir falar com ele pessoalmente. Descobri que ele era melhor amigo da minha irmã, menos da Mica, e que estudava na mesma universidade que ela, então fui até lá e o encontrei. Mandei mensagem pra ele antes pra poder conversar, ele disse pra eu encontrá-lo nas quadras da universidade às 4:20 da tarde. Não sabia por que ele era tão específico, mas não importava, só queria conversar e pronto. E então eu o vi, ele tava jogando basquete de short e camisa colada no corpo. Ele veio até mim com um sorriso e me cumprimentou, disse que conhecia um lugar onde a gente podia conversar tranquilo e me levou pra uma sala com uns espelhos grandes que refletiam a gente direto. Perguntei quais eram as intenções dele com minha irmã, e ele respondeu que queria se vingar de mim, por eu ter rejeitado e humilhado ele. Eu não podia acreditar, fiquei puta da vida, não conseguia aceitar que Toda a ilusão da minha irmã mais nova tava sendo desperdiçada com um pedaço de lixo igual ele. Pedi pra ele se afastar dela, e ele disse que não, a menos que eu aceitasse o acordo dele. Ele falou que tava disposto a sumir da vida da Mari e da Mica se, em troca, eu topasse transar com ele. Eu, claro, recusei — tinha namorado e não ia trair ele, ainda mais com um cara daquele jeito. Ele disse que era uma pena, que então teria que se vingar na Mari e na Mica ao mesmo tempo. A Mari era virgem, e eu não podia deixar um porco igual o Carlos se aproveitar dela e tirar a virgindade dela daquele jeito. Então fiz ele me prometer que, se a gente transasse, ele simplesmente sumiria. Ele prometeu que seria assim, e eu aceitei, pra depois contar tudo pra Mari e fazer ela se afastar dele. No fim, ela tinha que acreditar mais na irmã do que num cara que conheceu faz pouco tempo. Mas... Depois que aceitei, o Carlos pegou minha mão e enfiou dentro do short dele. Na hora, minha mão tava tocando o pau dele, e ele não deixava eu tirar. Dava pra sentir o pau dele endurecendo aos poucos. Eu não pensei que ele tava falando de transar ali mesmo — achei que seria em outro momento, outro lugar. Mas ele me puxou com força, me deu um beijo, e com minha mão no pau dele, não consegui tirar. Só usei a outra mão pra tentar afastar as dele, que tavam no meu rabo, começando a apalpar. Tentei tirar, mas ele era muito forte. Enfiou a mão dentro da minha calça e tocou minhas nádegas nuas. Me virou de costas, me jogou contra a mesa e me curvou com força. Com uma mão, apertava minha cabeça contra a mesa, sem deixar eu levantar, e com a outra, puxava minha calça pra baixo. Eu tentava me levantar, mas ele dizia que eu tinha aceitado, que era parte do acordo — só que ele nunca disse quando. Eu sabia que era verdade, que fui idiota de aceitar sem especificar. Então, fui resistindo cada vez menos. E, mesmo não querendo transar ali com ele, queria que aquilo acabasse o mais rápido possível. Se fosse naquele momento, ninguém precisaria ficar sabendo. que só aceitei, Carlos moveu minha calcinha e começou a roçar o pau dele na minha buceta, começou a me masturbar com a cabeça do pau enquanto os dois soltavam fluidos, eu disse pra ele parar de enrolar e então senti a primeira estocada, até aquele dia nunca tinha transado com um pau tão grande, nunca pensei que tamanho importasse até ele me dar a primeira metida, e depois a segunda, e a terceira, e eu só conseguia me olhar fixamente sendo fodida por um homem que eu tinha rejeitado, me olhando fixamente pela janela, não conseguia pensar em outra coisa, a sensação de ter o pau dele dentro, saber que eu tava dando num salão de aula como se fosse uma adolescente com alguém que não era meu namorado, tudo isso me excitava um pouco, mas comecei a gostar tarde demais, porque aí senti a carga de porra sendo despejada na minha bunda e nas minhas costas. Quando ele terminou de gozar, esperei um pouco até o sêmen dele secar em cima de mim e arrumei minha roupa de novo, ele disse que tava satisfeito, por enquanto, eu falei que agora ele tinha que cumprir a parte dele do acordo, porém, ele tirou o celular e disse que lamentava muito, mas que isso não ia rolar. E aí no celular dele ele me mostrou um vídeo, era a gente há poucos minutos transando, ele por trás de mim metendo o pau em cima da mesa, eu perguntei como ele tinha conseguido aquilo e ele respondeu que não importava, claramente alguém tinha gravado, fizeram pela janela, percebi pela perspectiva do vídeo e graças ao espelho da sala dava pra ver claramente minha cara. Carlos disse que se eu não quisesse que meu namorado, minha irmã e no meu trabalho ficassem sabendo disso, eu tinha que aceitar um novo acordo com ele. Eu perguntei qual era esse novo acordo e ele disse que em troca de não contar nada e não fazer nenhum tipo de mal pra minha irmã, eu tinha que aceitar dar sempre que ele quisesse, sem direito a recusar, não importava a hora ou o dia. Eu a princípio recusei, mas ele voltou a procurar no telefone e me mostrou duas fotos: uma da minha irmã Mica de calcinha deitada no sofá de casa, e uma foto da Mari mostrando os peitos com um filtro vermelho. Eu fiquei paralisada, isso me preocupava mais do que meu próprio vídeo transando. Ele disse que se eu não aceitasse, não só o meu vídeo, mas as fotos delas também viriam à tona. Não tive escolha e tive que aceitar. Ele abriu a porta do salão e disse que então era só isso, que esperasse a ligação dele em breve. Enquanto saía, me deu um tapa na bunda. Eu só sentia nojo dele, tanto que durante a tarde inteira não conseguia parar de sentir a mão dele marcada no meu rabo. Depois disso, ele vivia me pedindo fotos. Claro que não queria as normais do meu rosto, então me certifiquei de que todas as fotos que eu mandasse nunca mostrassem minha cara, caso ele quisesse usá-las para me chantagear no futuro.Jamás debi rechazarlo.

loiraNão demorou muito pra ele começar a me chamar pra transar, sempre me levava pra motéis e hotéis bem chiques, mas pedia pra eu tirar fotos "pra recordação", fotos que obviamente ele queria que eu mandasse pra ele. Mais de uma vez peguei ele querendo gravar enquanto a gente transava ou eu tava chupando ele, mas não deixei.Deusa
gostosa
rabaoUma vez, eu tava cansada dos abusos dele, então me recusei a continuar dando ou sendo tratada como um objeto sexual por ele. Aí ele pegou o celular de novo, foi no chat com a Mari e, na minha frente, pediu uma foto íntima. Em menos de 10 minutos, ele já tinha uma foto dos peitos da minha irmã mais nova. Isso acabou com qualquer esperança que eu tinha de que um dia ele nos deixaria em paz. Eu já tinha perdido tudo, nem sexo com meu namorado me satisfazia mais, e a gente vivia brigando porque eu ficava tão exausta de transar com o Carlos que nunca tinha tempo pro meu parceiro. Isso me desgastava pra caralho emocionalmente.

Mas tudo tem um fim, e essa situação de agonia com o Carlos também teve. Um dia, ele convidou toda a minha família pra umas cabanas, e a gente ficou lá uns três dias. No primeiro dia, ele não me encheu o saco, me deixou curtir a paisagem. Mas eu nunca ficava tranquila sabendo que aquele porco ia dormir numa cabana sozinho com minhas duas irmãs mais novas. Ainda assim, pensei que o Carlos não seria tão filho da puta a ponto de se aproveitar das duas. No segundo dia, a gente foi pra um rio que tinha por perto. Carlos me deu uma sacola com um biquíni e mandou eu vestir. Sem poder recusar, eu vesti e fui pro rio nadar e brincar com minhas irmãs.Jamás debi rechazarlo.

loiraEu estava extremamente desconfortável, mas não ia deixar o Carlos ver meu incômodo nem um pingo da minha fraqueza. Só que isso parecia irritar ele, então, sempre que podia, ficava me apalpando debaixo d'água, sem dar a mínima pra estar na frente dos meus pais, da minha irmã e da própria namorada dele. Depois de um tempo, sem me deixar em paz nunca, ele falou que me via na cabana e que eu não demorasse, que tinha um novo trato.

Quando cheguei na cabana, ele tava deitado na cama onde dormia com minha irmã, completamente pelado e se masturbando. Me mostrou com o que tava fazendo aquilo: era com uma foto minha. Mandou eu ir terminar o serviço por ele. Sentou na cama e eu me ajoelhei pra chupar ele. Enfiei na boca e já tinha um gosto forte de líquido pré-seminal, mas não podia reclamar. Carlos era muito bruto, enfiava o pau inteiro até o fundo da minha garganta e adorava deixar lá até eu não conseguir mais respirar, minha cara ficar vermelha e meus olhos começarem a lacrimejar. Só aí ele tirava e me deixava descansar, enquanto falava um monte de besteira, tipo que tava se divertindo pra caralho e que todos esses meses tinha passado incrível comigo e minhas irmãs. Disse que foi muito feliz, mas que tudo tem um fim.

Então, sem avisar, gozou na minha cara sem me dar tempo de fechar os olhos, caindo um pouco de sêmen neles. Por isso, não conseguia abri-los e, enquanto eu me limpava, Carlos me levantou, me virou e me deitou na cama. Tirou minha calcinha e começou a meter em mim, tudo num movimento muito rápido. Acho que a vasta experiência dele se aproveitando de mulheres ajudava a ser muito habilidoso. Enquanto me comia e empurrava os quadris contra os meus, continuava falando. Disse que tinha um último pedido e que dessa vez ia acabar com tudo. Sentou de novo, me acomodou numa posição pra eu dar uns sentões. Por causa da minha bunda, Carlos dizia que meus sentões eram majestosos, então ele adorava e sempre pedia. terminar, quando eu me ajeitava daquele jeito, sabia que era hora de ele gozar. Acho que era algum fetiche que ele tinha, sempre que podia, terminava no meu cu e depois espalhava o esperma pelas minhas nádegas. Enquanto eu o sentava, ele me disse que queria fazer um menage com nós 3, que era o último pedido dele. Por algum motivo, parecia tão real o que ele dizia, mesmo sabendo que não devia confiar nele, algo parecia muito verdadeiro. No entanto, por outro lado, expor minhas irmãs assim, nenhuma de nós 3 ia conseguir esquecer uma cena dessas, sem falar que me irritava muito dar o prazer pro Carlos de ser o único homem com o privilégio de comer nós 3 juntas. Eu não estava convencida até ele dizer: "uma última fodida com vocês 3 ao mesmo tempo e eu sumo da vida de vocês, sem falar nada". Olhei de canto pra ver os olhos dele e notei que ele estava falando a verdade. Naquele momento, ele tirou o pau e começou a gozar. Quando descarregou tudo no meu cu, vestiu o short de novo e me disse: "amanhã de manhã, e se arruma com uma roupa bonita, que eu cuido de tudo". Ele saiu do quarto e eu não consegui evitar chorar pela ideia de expor minhas irmãs a algo assim. Por minha culpa, elas estavam naquela situação, e minhas lágrimas e impotência saíram de mim. Nisso, minha irmã Mica entra e me pergunta o que a gente estava fazendo. Eu só respondi algo triste e frustrada e fui embora. E foi assim. No dia seguinte e último, Carlos me ligou e disse que era hora de eu entrar. Eu fui como ele pediu, e quando entrei no quarto, minhas duas irmãs estavam grudadas nele. Os três estavam totalmente nus, se beijando e se tocando como se já tivessem feito aquilo mil vezes antes. Eu me juntei a eles, mas estava extremamente desconfortável. Não conseguia acreditar no que estava acontecendo e ver a cara de Carlos aproveitando enquanto se virava pra comer nós, metendo o pau dentro das minhas irmãs pequenas e em mim. Depois de gozar várias vezes, eu só saí da cabana e fui tomar banho na minha. Pouco depois... Carlos me chamou no privado de novo. Pensei que era pra gente transar outra vez, porque claro que ele não ia respeitar nosso acordo. Mas aí ele puxou o celular na minha frente e apagou todas as fotos que tinha da minha irmã e minhas. Ali, na minha cara, ele disse que, como tinha prometido, ia sumir.

Quando voltamos pra casa, tomei coragem e reuni minha família na mesa. Comecei a contar tudo pelo que passei: como Carlos abusou e se aproveitou da gente, e que aquilo tudo não passava de uma vingancinha idiota dele contra mim. Minhas irmãs ficaram arrasadas. Meus pais processaram o Carlos, mas o processo não deu em nada. Depois disso, nunca mais ouvi falar dele, e até onde sei, ele também nunca mais contatou minhas irmãs. E assim foram meus eternos e sofridos meses de experiência com Carlos — uma experiência que me marcou pra sempre e fez minha família nunca mais ser a mesma.

3 comentários - Jamás debi rechazarlo.

Que perra esta mina, debo decir que su parte no me encanto pero me gustó el cierre que tiene, tan bueno como el orto de la puta
Joder que interesantes están las historias