Estava fazendo as tarefas de casa tão tranquila, enfiada nos meus salto altos, quando tocam a campainha. Não esperava ninguém, fiquei nervosa. Me aproximei sorrateiramente da porta para ver quem era pelo olho mágico, mas assim não dava para abrir. Olhei para o chão e vi um envelope, peguei e abri. Havia três fotos minhas, pareciam ter sido tiradas do prédio em frente, que fica bem longe. Em uma eu estava só de calcinha, nas outras vestida enquanto estava em casa. Meus nervos aumentaram: quem seria que está me espiando? Sentei na cama nervosa, sem saber o que fazer. A campainha toca de novo, me aproximo da porta, um papel no chão, peguei. Tinha um número de celular e um bilhete: "Oi, putinha. Se quiser resolver isso, me manda uma mensagem. Senão, essas fotos vão parar nas mãos da sua parceira." Fiquei nervosa, minha namorada não podia descobrir que quando ela ia trabalhar, eu vestia as roupas dela e fazia as tarefas de casa assim vestido. Sempre usei roupa de menina quando podia, tenho cabelo longo liso e um rosto neutro, maquiado pareço uma garota. Depois de muito hesitar, mandei uma mensagem para aquele número.
- Oi, quem é você? O que você quer?
- Oi, putinha. É fácil: nós te queremos.
- A mim? Por quê? Quem são vocês?
- Isso você vai saber amanhã às 9 da manhã. Estaremos na sua casa, você tem que nos receber vestida e maquiada. Se chegarmos e você não estiver assim, essas fotos vão vazar.
- Me deixem em paz! Por que estão fazendo isso comigo? Não conheço vocês e não sei o que querem.
- Te dar uma lição, e amanhã você vai ser a nossa putinha.
- Vocês são loucos, não vou fazer isso.
- Você que sabe, mas se não nos esperar assim, sua parceira vai ver essas fotos e mais que tenho.
Não respondi mais e bloqueei. No final da tarde, me aproximei do bar para tomar alguma coisa.
- Boa noite, Manolo. Me vê uma cerveja.
- Oi, Daniel. Toma, veio um menino e deixou esse envelope para você.
Abri e olhei o que tinha sem tirar o conteúdo de dentro, vi mais fotos e outro bilhete. Guardei no bolso, tomei a cerveja rapidinho e fui embora para poder olhar com calma. Havia três... mais fotos e a anotação. "Mais fotos suas, putinha, e eu tenho mais, não esquece amanhã te queremos bem linda, você vai ser uma putinha obediente com a gente. Eu estava assustado, não sabia quem poderia ser, mas me conhecia, já em casa desbloqueei o telefone e mandei um WhatsApp. - Chega dessa brincadeira. - Não é nenhuma brincadeira, Daniela, você amanhã se arruma que a gente vai cuidar de te transformar em putinha. - O que é isso, o que importa pra vocês se eu me visto de garota, é só diversão e não vou ser a putinha de ninguém, não sou gay. - Isso vai ser amanhã, diversão da minha putinha, se não, você já sabe o que acontece com as fotos, não só pra sua namorada, pro bar também vou mandar. Quase não consegui dormir a noite toda, minha parceira foi às 7 trabalhar, me levantei, tomei banho, coloquei a calcinha que minha parceira tinha usado no dia anterior e me sentei assim pra tomar café, não conseguia pensar, estava nervoso até que tocou o WhatsApp. "Bom dia, putinha, já tá pronta? Em uma hora estamos aí" "Tô me arrumando" "Assim que eu gosto" Comecei a me vestir e depois de um tempo outro WhatsApp. "Bom dia, amor, que tenha uma boa manhã" "Bom dia, amor, que o trabalho seja leve" Que estranho, Lídia nunca me mandava mensagem de manhã. Coloquei uma saia plissada bem curta, uma camiseta rosa, e uns sapatos com salto, me maquiei, arrumei o cabelo e depois de um tempo tocou a campainha, abri disposta a cumprir aquilo. - Oi, Daniela. Fiquei gelada, eram Mamadou e Moussa, dois vizinhos negros. - Oi, oi, bom, vamos acabar com isso, chega dessa brincadeira, me digam o que querem e vão embora, querem dinheiro, eu dou e pronto. - Nada disso, putinha, os negros fedem mal, né, segundo você, pois hoje você vai ficar impregnada com nosso cheiro. Dias atrás no bar estavam eles dois e ao irem embora eu fiz um comentário que parece que chegou até eles, que esses negros todos fediam igual. - Eu não disse isso. - Claro que disse, e hoje você vai saber a que cheiramos. Entraram em casa, Mamadou me pegou pelo braço e puxou de mim pra sala, lá me pegou por trás e começou a esfregar minha bunda, Eu não podia fazer nada, ele é muito maior que eu. Tem mais de 20 cm a mais de altura e eu sou magra, vamos lá, tenho mais corpo de menina do que de homem aos meus 26 anos. Me sentia frágil e pequena agarrada por ele. Ele começou a falar no meu ouvido:
- Agora você vai se comportar como uma boa putinha. Vai ficar de joelhos e chupar a gente.
- Não vou fazer isso.
Ele levantou minha saia e deu um tapa forte na minha bunda, fazendo eu gritar.
- Se não quer outro, comece já.
Olhei para ele implorando por clemência, chorando.
- Olha só como chora que nem uma menininha.
Enquanto dizia isso, ele empurrou minha cabeça para baixo, me forçando a ajoelhar.
- Por favor, me deixa, não façam isso comigo.
De joelhos, Moussa pegou minha cabeça e esfregou o pau negro dele na minha cara, procurando minha boca.
- Chupa, gostosa.
- Não, por favor, para! Eu não sou uma gostosa.
- Pela roupa que você está usando, ninguém diria. Então comece a agir como o que você é: uma puta.
Deu um tapa no meu rosto e forçou o pau nos meus lábios. Eu já não aguentava mais e cedi, abrindo a boca e comecei a chupar.
- Olha pra mim, puta.
Olhei para Mamadou; ele estava me filmando com o celular.
- Não filma, por favor.
- Claro que sim, putinha. É o nosso seguro. Com isso, a gente garante que você vai ser a nossa puta todo dia.
Tentei reagir, mas Moussa apertou minha cabeça para dentro e enfiou o pau até o fundo.
- Assim que se chupa, puta. Não se preocupa, depois a gente conversa sobre o nosso contrato.
Moussa estava fodendo minha boca enquanto Mamadou continuava filmando. Ele pegou minha mão e levou até o pau dele.
- Vamos, puta, me masturba. Dois paus negros só pra você, como vai aproveitar. Hoje você finalmente vai virar uma mulherzinha de verdade.
Me sentia humilhada, dominada ao lado daqueles dois negros, cada um quase o dobro do meu tamanho. Vestida daquele jeito, eu era só isso: uma mulherzinha frágil e submissa, e já tinha me deixado levar. Chupava um e masturbava o outro.
- Vamos, puta, troca de pau.
Moussa tirou o dele da minha boca e, sem me dar tempo para respirar, já tinha o de Mamadou. lá dentro, agora já tinha me dado por vencida e chupava sem resistir, e me faziam trocar de uma para a outra. Moussa foi o primeiro a gozar. "Se prepara, gostosa, que eu vou gozar." Tentei trocar de pica, mas não me deixaram, seguraram minha cabeça e Moussa começou a meter e sacar até minha garganta, até que notei minha boca enchendo de porra e ele continuava com os movimentos. Não me dava tempo de engolir e escorria pelos cantos da boca e até pelo meu nariz, meus olhos lacrimejavam. Ele tirou da minha boca e, de novo sem tempo para respirar, já tinha a outra na boca. Era incapaz de recusar, me sentia dominada e já estava me preocupando porque estava gostando. Sem avisar, me levantaram e me levaram ao meu quarto, me jogaram na cama. Mamadou deitou ao meu lado, colocando a pica na altura do meu rosto e enfiando na minha boca. "Chupa, puta, hoje você vai cheirar a negro e ter o hálito de pica preta o dia todo." Moussa apertava minha bunda, meteu uma mão dentro da calcinha, apertava, apalpava. Eu era uma boneca que manipulavam à vontade. Moussa tirou a mão e, poucos segundos depois, voltou a meter. Senti algo úmido na minha bunda e um dedo começando a abrir caminho no meu buraquinho, e fechei as pernas rapidamente. "Não, por favor, isso não, no cu não." "Abre as pernas, puta." "Não, isso não, por favor, me deixem já." Virei um pouco, Mamadou enfiou inteira na minha boca e Moussa me deu um tapa forte na bunda. "Abre as pernas, puta." Ele meteu a mão de novo entre minhas pernas, eu fazia força para não abrir. Mamadou tirou da minha boca e me deu um tapa no rosto, eu chorava, ele enfiou de novo na minha boca. "Se não abrir as pernas, fode outra vez." Eu já não aguentava mais, abri as pernas e Moussa rapidamente meteu um dedo no meu cu. Não doeu, mas senti uma sensação estranha. Ele colocou um travesseiro debaixo de mim, Moussa começou a colocar uma camisinha e eu já via o que ia acontecer. "Mmmmm, não, por favommmmmm" – protestava quando conseguia tirar a pica de Mamadou. da minha boca - pelo cuzinho
mmmmm não.
-claro que sim, putinha, Moussa vai fazer de você uma verdadeira mulher, você vai ser a garota dele, a putinha dele, eu não te quero pra nada de bom.
Moussa não liga que você me chupe, mas eu já tenho uma puta.
Não pude protestar mais. Mamadou enfiou até o fundo enquanto Moussa foi metendo o pau pouco a pouco até gozar, me fodendo primeiro com muita dor e no final foi prazeroso, mas não consensual.
Mamadou tirou o pau da minha boca, me fez chupar as bolas enquanto ele se masturbava. Quando estava pra gozar, enfiou na minha boca, enchendo ela de porra.
-mantém na boca, não engole.
Ele continuou se masturbando e gozou na minha cara.
-abre essa boquinha, gostosa, quero ver essa porra aí dentro, - enquanto começava a me gravar - muito bem, agora engole e abre de novo essa boquinha de puta que você tem.
Eu fazia quase que submissamente enquanto Moussa continuava me comendo. Agora já gemía como uma puta, e assim continuou até ele gozar, tirou a camisinha.
-baixa a calcinha, puta.
Eu baixei. Mamadou e Moussa jogaram a porra dentro da minha calcinha e a subiram.
-vai ficar o dia todo com a calcinha posta com minha porra aí, e essa tarde você desce pro bar com ela.
-não posso fazer isso, essa tarde meu parceiro está aqui, ele pode ver.
-se vira pra ele não ver, mas minha puta sempre tem que usar calcinha.
-como vou usar calcinha sempre? você tá louco, tenho minha vida com meu parceiro.
-já pode ir arrumando desculpas pra não transar mais com ele, seu parceiro sou eu, ou melhor, você é minha puta. Mas tudo bem, você prefere que ele te deixe? só tenho que mandar os vídeos, não sei o que é pior.
-por favor, para de fazer isso comigo, se quiser posso ser sua puta, mas não estrague minha vida.
-que fique claro, minhas putas eu compartilho com quem eu quiser, e seu parceiro sobra aqui.
Ele me deu um tapa na cara e foram embora. Fiquei um tempo chorando e depois coloquei minhas roupas normais de garoto, pensando no que tinha acontecido. Deixei a calcinha posta com a gozada. do Moussa e desci para fazer as compras, ao passar em frente ao bar Moussa saiu e me chamou.
— Você não tirou a calcinha, né, gostosa?
— Não, estou usando.
— Desabotoa a calça e me mostra.
— Aqui?
— Claro que sim.
Desabotoei a calça e mostrei.
— Assim que eu gosto, uma vadia obediente.
— Já posso ir fazer as compras?
— Sim, mas hoje à tarde te espero no bar.
Quando eu ia indo, ele deu um tapa na minha bunda.
— Vai lá, linda, balança esse rabão guloso que você tem.
Caminhei nervoso pela rua, pensando que as pessoas que me olhavam sabiam que eu estava de calcinha. Fiz as compras rápido e subi para casa. Patricia estava prestes a chegar do trabalho. Eu estava nervoso, usando a calcinha dela e com a porra do Moussa nela. Depois do almoço, ela tirou uma soneca. Mais tarde, Moussa me mandou uma mensagem dizendo que esperava sua vadia no bar. Desci e ele estava sozinho esperando na mesa do fundo. Fui até lá e ele me fez sentar ao seu lado.
— Mostra a calcinha, vadia.
Olhei ao redor para ver se tinha alguém e vi que não podiam me ver. Desabotoei a calça e mostrei.
— Muito bem, uma neném obediente.
— E agora?
— Agora, quando nos servirem, enquanto bebemos algo, você vai meter a mão na minha braguilha e vai acariciar meu pau.
— Alguém pode ver.
— Não dá para ver nada, então faça seu trabalho.
— Quando você vai gozar com isso?
— Isso só está começando, vadia.
Fiquei duas horas com a mão no pau dele até que ele disse que tinha que ir, porque Mamadou tinha mandado uma mensagem.
— Amanhã te quero bem vadia, às 9.
Fui para casa, entrei no banheiro, tomei banho e finalmente coloquei minha cueca. Jantei com minha parceira. Naquela noite não consegui dormir, não sabia como sair dessa confusão. Minha parceira saiu como sempre às 5:30. Levantei às 7, coloquei um fio-dental vermelho que ela tinha usado no dia anterior, me vesti com uma minissaia e um top, e me maquiei. Estava limpando a pia quando bateram na porta. Olhei pelo olho mágico e lá estava Moussa.
— Bom dia, vadia.
— Bom dia.
— Me segue.
Fui atrás dele até a... Assim que entrei no quarto, ele empurrou minha cabeça para baixo e me fez ajoelhar.
- Põe pra trabalhar.
Eu mesma desabotoei a calça dele e comecei a chupar. Não sei por que, mas aquela pica preta me atraía. Chupo ela um bom tempo até que ele gozou. Ele me fez colocar uma camisinha pra não sujar o fio dental com minhas porras, porque a única porra que devia estar impregnada nele era a dele. Depois, me colocou de quatro e me deu bem forte por um tempo. Quando ele gozou, tirou a camisinha e me entregou.
- Espalha a porra no fio dental e fica com ele o dia todo. E hoje à tarde nos vemos no bar.
Ele pegou a porta e foi embora. Passei a manhã sem surpresas. À tarde, fiquei com ele no bar até que o Mamadou ligou e ele foi embora.
Na manhã de sexta-feira, bateram na porta. Eu já estava vestida com uma saia curta, uma blusa e a lingerie rosa de renda do meu parceiro do dia anterior. Quando abri, só havia uma bolsa no chão. Peguei, entrei em casa e vi um vestido fúcsia, uns salto agulha de uns 12 cm e um bilhete.
"Põe isso em 30 minutos. Estamos aqui, vadia."
Vesti o vestido. Era bem apertado e curto, mal cobria a bunda. Coloquei os saltos e me olhei no espelho. Parecia uma vadia mesmo.
Pouco depois, a campainha tocou de novo. Abri e lá estavam os dois negros. Me levaram direto pro quarto, me fizeram ajoelhar enquanto eles tiravam toda a roupa. Fiquei no meio dos dois, com as picas na altura da minha cabeça.
- Pode começar, gostosa. Uma pica em cada mão e vai alternando na sua boca.
Enquanto eu masturbava um, chupava o outro. Quando eles queriam, pegavam minha cabeça e me trocavam de pica. Até que os dois gozaram na minha cara e boca.
Me colocaram de quatro na cama. Mamadou se ajoelhou na minha frente e enfiou a dele de novo na minha boca, enquanto Moussa colocava uma camisinha no outro e começava a foder minha bunda. Meus dois buracos cheios de pica. Cada vez que o Moussa me socava, a pica do Mamadou entrava inteira até minha garganta. O Moussa começou a me dar... Investidas mais suaves enquanto Mamadou empuxava minha cabeça para baixo, sem deixar que eu tirasse o pau da minha boca, e justo naquele momento... "Como a vadia Daniela se comporta, é tão boa chupando paus quanto eu, Mamadou?" Era meu parceiro que falava. Tentei tirar o pau da minha boca, mas Mamadou não deixava. "Olha como uma vadia de verdade se comporta, não é tão boa quanto você, mas Moussa vai cuidar de polir ela." Eu não entendia o que meu parcejo fazia ali, tentava tirar o pau da minha boca, mas ele apertava minha cabeça e eu não conseguia, enquanto Moussa continuava me dando investidas. "Quer saber o que eu faço aqui, né? Pois olha, Danielita, eu pedi um dia pessoal porque acontece que tenho uma treta com Mamadou. Como você já percebeu, o pau dele não tem nada a ver com o seu. Pois é, acontece que algumas semanas atrás ele me mandou um WhatsApp perguntando se eu não tinha ido trabalhar, que me viu da varanda dele na sala de jantar. E eu disse que estava trabalhando. Ele disse que tinha uma garota no meu apartamento e tirou umas fotos e me mandou, e eu percebi que era você com minhas roupas. Fiquei tão paralisada que não sabia como reagir. E conversando com Mamadou, ele me disse que Moussa gosta de travestis e que entre os dois poderiam fazer de você uma verdadeira mulherzinha ardente e vadia. E armamos esse plano. E agora já temos material suficiente para que você não possa escapar. Temos vídeos seus chupando os paus deles e fodendo. Se não quer que vazem, a partir de hoje você será a vadia do Moussa e eu a do Mamadou. Então, como você gosta de ser uma mulherzinha, hoje você vai sair por aquela porta vestidinha como tal, levada pelo seu macho para sempre. Aqui não quero que você volte." Eu não conseguia nem chorar, tinha um pau fodendo minha boca e outro meu cu, que me fazia morrer de prazer. E assim foi até que os dois gozaram, tiraram seus respectivos paus de dentro de mim e me deixaram exausta na cama. E aí sim eu comecei a chorar. "Por que você faz isso comigo? Eu te amo." "Eu a você não, faz tempo que não sinto nada." Eles me deixaram no quarto. e eles foram embora, fiquei quase uma hora lá sozinha até que o Moussa veio me buscar. Ele me tirou à força do quarto. — Vamos, putinha, é hora de você se arrumar e não vamos para casa. Ele me levou ao banheiro, a Laura lavou meu rosto, tirou minha maquiagem e fez minha maquiagem de novo, colocou dois brincos grandes nos meus furos dos lóbulos. — Na sala de jantar tem uma bolsa com roupas minhas que não uso e você vai levar. O Moussa me esperava, me pegou pelo braço e me tirou de casa. Eu me sentia arrasada, era a primeira vez que saía de casa vestida de mulher, e com aquele vestido curto rosa choque de putinha. Submissa, me deixei levar e, para maior humilhação, ele me levou direto para o bar onde me apresentou como sua putinha. Todos me reconheceram e começaram a rir. De lá, ele me levou para o apartamento dele, me apresentou a outro negro e mais duas mulheres que eram irmãs do Mamadou. Mais tarde chegou outro, o marido de uma delas. — Esta é a Daniela, vocês duas se encarreguem de ensinar a ela nossos costumes e agora levem ela para o cabeleireiro e me devolvam como eu disse que a quero. Elas me levaram andando mais de 20 minutos, foi muito difícil acompanhá-las naqueles saltos altos, além de que o vestido subia e eu puxava ele para baixo. Todo mundo que passava me olhava, suponho que viam uma putinha. Entramos em um salão de beleza onde havia outras duas negras sentadas. — Olá, Seynabou, aqui está a putinha do Moussa, vocês já sabem o que ele quer. Lavaram minha cabeça e depois começaram a passar uma pomada no meu cabelo, me deixaram um bom tempo com aquilo, enquanto uma fazia minhas sobrancelhas e colocava cílios postiços, a outra colocou unhas compridas que acabou pintando de rosa. Quando saí de lá, estava totalmente feminizada com aquele vestido rosa choque e o cabelo loiro platinado. Me levaram direto para o bar onde o Moussa me esperava no balcão. — Já está aqui a Daniela, o que vocês acham da mudança de visual que a minha putinha fez. Todos me olharam, mas ninguém disse nada. Eu estava toda envergonhada, enquanto o Moussa não hesitava em colocar a mão no meu cú e esfregando na frente de todos, eu já tinha perdido minha dignidade. Estava na frente de todos os meus vizinhos e conhecidos, feminizado e submetido por um negro, e mesmo me sentindo humilhada, eu estava excitada. Depois de me manter um tempo ali me exibindo, ele me levou para o apartamento dele.
- Já estás em tua casa, Daniela. Olha, este é nosso quarto. O apartamento é pequeno e aqui dormirás comigo e meu primo Ali. Aqui todos temos que contribuir com algo, e tu não trabalhas. Como sabes, somos muçulmanos, e tu, como mulher, deves atender e servir a nós homens. Só estais aqui para isso e para acasalar conosco e nos dar filhos – coisa que tu não podes fazer, mas podes acasalar comigo cada noite. Farás, junto com as outras mulheres, as tarefas que vos correspondem e trabalharás para mim como prostituta.
- Por favor, Moussa, me deixa ir, não me faça isso, eu não gosto.
- Não gostas de te vestir de mulher, como estás agora?
- Isso, sim, mas não é...
- Cala a boca, foxy. Não gostas deste cabelo loiro tão bonito e dessas unhas longas que tens?
- Gosto, sim, mas não sou uma puta, não quero trabalhar como puta, não gosto de homens.
Ele me deu um tapa na cara que me jogou no chão.
- Não te levantes, puta. Fica de joelhos. Agora vamos ver se és puta ou não. Ali, vem aqui, tira teu pau para fora.
- Sim, Moussa.
Ele me deu outro tapa, menos forte.
- E agora chupa ele para o Ali.
Ele se colocou na minha frente e aproximou o pau da minha boca, e eu comecei a chupá-lo como melhor pude. Em três dias já tinha me tornado uma especialista em chupar paus, enquanto Moussa falava comigo.
- Agora me diz, não é verdade que as putas chupam paus?
- Mmmmm, sim.
- E tu, o que estás fazendo, responde.
- Chupando um pau.
- Então, o que és?
- Eu não sou uma puta.
- Essa não é a resposta, Ali, dá-lhe uma porrada.
Ele tirou o pau da minha boca e me deu um tapa bem forte, e o colocou de volta.
- Te pergunto de novo, o que és?
- Uma puta, caralho.
- Isso é melhor. No final, com mão dura, as europeias aprendem.
Continuei chupando até que ele encheu minha boca de porra.
- Agora já sabes qual é teu lugar. Vai ajudar as mulheres em... as tarefas. Fiquei uma hora na cozinha com elas preparando o jantar até que Moussa exigiu minha presença. - Vamos, puta, que Mamadou e a puta dele querem conhecer a nova Daniela. Me levou agarrada pelo rabo pela rua, subimos para o apartamento da Laura. - Oi, como vocês estão? - Bem, Moussa. - Aqui está a Daniela, o que acham? Laura se aproximou, me deu dois beijos e me virou. - Você está muito gata, Daniela, agora sim você é toda uma mulher, até fez as unhas. - Sim. Respondi envergonhada. - Bom, Daniela, diga à Laura e ao Mamadou que também arrumei trabalho para você. - Que legal, Daniela, tanto tempo comigo e nunca saía nada, e olha agora, no primeiro dia com ele, seu homem já arruma um. - Sim. - Mas diga a eles no que você vai trabalhar. - Deeeee... puta. - Olha que bom, na sua área - respondeu Laura - Você está feliz? Fiquei calada, com a cabeça baixa. - Fizeram uma pergunta, responda se está feliz. - Sim, estou muito feliz. - Que inveja, chupar paus e ainda ganhar por isso para conseguir seu dinheiro. - Bom, o dinheiro tem que vir para mim, que sou o homem, e ela vai recebendo algo para seus gastos, e agora vamos ver se eu a coloco para trabalhar. - Bom, Daniela, linda, que tudo dê certo na sua nova vida e no trabalho. Me deu dois beijos e disse no meu ouvido. - Você está bem assim, puta, aproveite como puta o que não soube aproveitar comigo como homem. Saímos da casa da Laura e ele fez uma ligação no celular. "Oi, Ibrahima, você está em casa?" "Sim." "Tá bom, agora vou aí com a puta." "Tá, te espero." - Toma três camisinhas, coloca no sutiã, com os clientes você tem que botar proteção, eu vou tocar o interfone e quando ele perguntar, você diz que é a puta. Ele mora no 2º andar, sobe, faz um boquete nos homens que estiverem lá, eles pagam, e eu te espero aqui. Chegamos a um prédio, toquei o interfone lá embaixo. - Quem é? - Sou a puta. - Sobe. Ele me esperava na porta, me fez entrar, vi os outros dois homens lá sentados à mesa, todos negros, cumprimentei com a cabeça baixa, ele me levou para um quarto. Ele abaixou as calças. - Vamos, puta, faz seu trabalho. Me ajoelhei e comecei a masturbá-lo, quando já estava duro peguei a camisinha do sutiã, coloquei e comecei a chupar. Demorou um bom tempo para gozar, saiu do quarto e entrou outro e depois mais um. Quando terminei, me pagaram 60 euros e fui embora. Na porta estava Moussa esperando, assim que me viu fez um gesto com a mão para que eu entregasse o dinheiro. De lá, me levou a um bar. - Vamos tomar algo e assim você vai ao banheiro e retoca a boca, porque em meia hora tem outro cliente. - Pediu uma cerveja para ele e uma água para mim. - Não posso tomar uma cerveja? - Mulheres não podem beber álcool. Se quiser, pode pedir Booty ou outro refrigerante. - Tudo bem, uma Coca Booty. Tomamos lá na varanda. 20 minutos depois chegou um carro e estacionou em fila dupla. - Já está aqui, sobe nesse carro e vai com ele. Você sabe o que tem que fazer. Subi no carro com aquele vestido que deixava minha calcinha rosa totalmente à vista. Aquele homem, também negro, me cumprimentou e começou a tocar minhas pernas. Com as mãos, eu cobria a virilha. - Tira as mãos daí, puta. Gosto do que vejo, calcinha bonita. Paramos em vários semáforos. Em um deles, uma van parou ao lado e, pela altura, o motorista estava vendo tudo. Ele piscou o olho para mim. Poucos minutos depois, entrei no estacionamento de um shopping e estacionei no final, onde estava mais escuro. Ele tirou o pau. - É sua vez, gostosa. Masturbei um pouco, coloquei a camisinha e chupei. Quando ele gozou, sem dizer nada, tirou o preservativo, me deu 20 euros e me levou ao bar onde meu sexy me esperava. Entreguei o dinheiro e fomos para casa. Depois do jantar, um tempo depois, fomos para a cama e tive que cumprir com Moussa: um boquete e uma foda gostosa que ele me deu. A verdade é que não sabia por que, mas enquanto ele me comia, eu gemida como uma puta e não queria que parasse. Ele gozou na minha boca e na minha bunda, e quando acabou, na verdade... e deitou do meu lado e dormiu, mais tarde Ali se deitou e eu fiquei no meio dos dois, só de calcinha. Foi difícil pegar no sono, pensando em tudo que tinha acontecido naquele dia: minha transformação, o bairro todo me vendo com o Moussa vestida de puta, chupando seis caras e dando pra outro. Meus dias foram passando entre as tarefas de mulher que eu tinha que fazer em casa e os negões que meu corpo sexy atraía. Era raro um dia em que eu não atendia quatro ou cinco clientes — sempre negros — e toda noite eu tinha que satisfazer o Moussa, abrindo as pernas. Assim foram passando os dias.
Dois meses depois, algumas semanas antes do Ramadã, o Moussa trouxe a esposa e um filho que ainda estavam no Senegal. Ali foi embora — não tinha espaço pra ele no apartamento — e eu passei a dormir com a irmã do Mamadou num quarto com duas camas separadas por uma cortina. Numa delas dormia uma das irmãs com o marido, e na outra, a outra irmã e eu. Ele me apresentou pra esposa como uma prostituta que trabalhava pra ele e o satisfazia à noite pra saciar as necessidades dele de homem.
Durante esses dois meses, tivemos várias brigas que sempre terminavam do mesmo jeito: ele me batia e eu acabava cedendo ao que ele queria. E assim eu virei uma puta submissa e obediente. Já estava acostumada com meu trabalho, mesmo sem ver um centavo do dinheiro — ele ficava com tudo. Uma vez por semana ele me levava pra comprar mais lingerie e minissaias bem curtas e justas.
Depois que a esposa chegou, ele parou de me comer e quase não arrumava mais clientes pra mim. Eu só cuidava das tarefas de casa.
— Daniela, agora minha esposa tá aqui e quero me dedicar a ela e ao meu filho. Não preciso do seu dinheiro. Tudo começou pra te dar uma lição, e vi que podia tirar proveito de você. Não preciso mais de você, mas arrumei um lugar pra você.
— Onde?
— Arrume suas roupas. Esta tarde te levo.
Joguei minhas roupas numa bolsa. Não tinha muita coisa: uma dúzia de calcinhas, um vestido, cinco ou seis minissaias e um par de sapatos de salto. e algumas camisetas e tops. - Toma, Daniela, isso é seu. Ele me deu 800 euros. À tarde, ele me levou até o centro da cidade, paramos em um prédio e toquei a campainha. - Quem é? - Ivette, sou o Moussa, trouxe a Daniela pra você. - Sobe. Uma vez lá em cima, me apresentei à Ivette, uma mulher venezuelana, que me explicou que aquele era um apartamento de garotas de programa e que me dava trabalho como garota, que eu teria liberdade para sair e entrar para tomar ar quando não tivesse trabalho e um dia de folga por semana, quando todas as garotas que dormiam ali saíam; outras vinham e iam diariamente, essas faziam 12 horas por dia, às vezes no turno do dia e outras da noite, e as que estavam ali tinham que ficar disponíveis 24 horas por dia, desde segunda de manhã até terça às 8 da noite. Me surpreendeu que ela me explicou que algumas das garotas eram casadas e tinham filhos, e nesse dia elas viam a família. - Daniela, bem-vinda, espero que você fique à vontade entre nós, vem comigo, vou te apresentar às garotas. Entramos em uma sala onde havia 5 garotas, me apresentei como uma travesti, todas elas eram mulheres biológicas e todas latinas. Moussa se despediu de mim e foi embora. Ivette me explicou o funcionamento do apartamento, de cada serviço que era 70 euros a hora, 60% era para mim e o resto para ela, e nessa hora eu teria que fazer tudo o que o cliente quisesse. Mais tarde, ela me mostrou como anunciava as garotas na internet e colocou meu anúncio. "Oi, sou Daniela, uma jovem catalã muito complacente, com vontade de sexo. Sou muito envolvida, gosto de sexo e de curtição, fotos reais, submissa e passiva, beijos de namorados, ducha erótica, atenção a casais, oral, dominação e mais, aceito tudo. Atendo no meu apartamento privado e saio para hotéis e domicílio 24h. Festa e pacote de horas." - Agora você já sabe quase tudo, com as garotas você vai aprendendo o resto, te dejo com elas. Aliás, naquele quarto tem roupa de todo tipo para trabalhar, eu me vestiria um pouco mais sexy para quando... Chegaram os clientes, meninas ajudem ela a se vestir. Me levaram para o quarto. - Vamos ver o que temos aqui para você. Elas começaram a procurar e foram tirando roupas. - O que acha disso, Daniela? Me mostrou um conjunto de lingerie de renda vermelha, calcinha fio-dental e cinta-liga, umas meias vermelhas, minissaia vermelha e o top também. - Tá bom. - Vamos, gata, tira a roupa. Comecei a tirar minha roupa e fiquei só de calcinha, estava com muita vergonha, estava naquele quarto com 5 garotas que meses atrás eu teria desejado foder e agora estava de calcinha na frente delas, pronta para me vestir de puta como elas para esperar clientes. A minissaia era pouco maior que um cinto, só cobria metade da bunda, depois elas me maquiaram e nos sentamos nos sofás. Ao meu lado sentou uma colombiana muito gostosa que se chamava Cristal, eu olhava para elas e todas eram umas gostosas, na minha vista estavam as calcinhas delas que, como a minha, a minissaia não cobria, mas para minha surpresa não me excitava, já fazia 5 meses vivendo como mulher e trabalhando de puta e minha mentalidade tinha mudado, me sentia confortável levando essa vida agora, talvez eu sempre tenha sido uma garota trans porque sempre gostei de me vestir de menina e ultimamente tinha percebido que certos homens me atraíam e se eu tinha aceitado tudo que tinha acontecido comigo era porque eu gostava de chupar os paus deles, embora a verdade é que com quem eu gostava mesmo era com o Moussa, que era o único, junto com o primo dele, que eu chupava sem proteção, eu gostava que ele gozasse na minha boca e depois me possuísse e me fizesse gozar com o pau dele entre minhas pernas. Estava mergulhada nesses pensamentos quando bateram na porta e todas se levantaram, fiz o mesmo e entrou um cliente, um cara jovem e bonito, olhou para todas nós e escolheu a Ingrid, uma garota argentina. A tarde foi passando devagar ali dentro, ouvindo música e conversando, pouco a pouco fui pegando confiança. Depois do jantar, perto das 12 da noite, chegaram 2 clientes quase seguidos, nenhum me escolheu. Às 2 horas chegou um homem de uns 40 anos que tinha ligado por telefone por mim para 2 horas. Era alto, careca, mas não estava mal, e seria o primeiro homem branco com quem eu ficaria. Entrei com ele no quarto, ele se despiu e se deitou na cama. Deitei ao lado dele, ele me beijou, fui descer para chupar seu pau, mas ele me parou. "Ainda não, vamos nos beijar um pouco." Não estava acostumada a isso — até agora, com todos, eu simplesmente ajoelhava, chupava o pau deles e tchau. Ficamos um tempo nos beijando, e comecei a percorrer seu corpo com a mão até chegar no pau dele. Me diverti chupando a ponta com a camisinha ainda posta. "Chupa minhas bolas, vadia." Desci até as bolas e comecei a chupá-las — era a primeira vez que fazia isso e gostei. Aquilo me fez sentir muito vadia. Depois, engoli o pau dele na minha boca até fazê-lo gozar. Ele mesmo tirou a camisinha, comecei a masturbá-lo, ele colocou outra camisinha, se posicionou entre minhas pernas e começou a me foder. Nas duas horas que fiquei com ele, chupei ele duas vezes, ele me fodeu do jeito tradicional, como uma vadia, com as pernas nos ombros, e terminei cavalgando no pau dele.
Assim foram passando os dias lá dentro. Havia dias em que não tinha nenhum serviço e outros com até 4 homens. Me integrei rápido entre as garotas e era mais uma. Elas me ensinaram a arte da maquiagem, a aprender a me vestir, a dançar como uma mulher — reggaeton, salsa, bachata. Eu adorava sair para comprar roupas com elas, ladyboy para nos arrumar. Comecei a usar seios de silicone falsos que comprei e, em dois meses, já estava começando a hormonização. Trabalhava como vadia, mas me sentia feliz. O mais difícil para mim eram as segundas e terças-feiras até as 8 da noite, quando ficava sozinha no apartamento — todas iam para casa e eu não tinha para onde ir. Passeava sozinha pela cidade, já fazia isso tranquilamente como mulher, sem nenhum medo. Uma segunda-feira, Cristal me disse para ir com ela para a casa dela. Lá estava o marido dela e os dois filhos. E isso foi se repetindo toda segunda-feira. Fiz e tenho uma grande amizade com ela, embora agora faça... Já faz dois anos que ela não trabalha comigo. Com ela eu ia fazer compras e às vezes curtir uma segunda-feira de festa. Ela me apresentou amigos e amigas mais ou menos 4 meses depois de eu começar a ir na casa dela. No aniversário do marido dela, ela me apresentou um amigo colombiano. O Ronald passou a tarde toda perto de mim, ele tinha 27 anos, dois a mais que eu. Ele me tirou pra dançar salsa e bachata, era a primeira vez que eu dançava com um homem e eu gostei da experiência de ser conduzida por ele. Ficamos conversando um tempão depois, até que acabou me beijando. Depois do jantar, ele me convidou pra sair pra dançar numa casa latina e eu aceitei o convite. E às 3 da manhã eu acabei na cama dele. Ele morava perto da Cristal. Ele me tratou a noite toda como uma princesinha, sempre atento comigo, carinhoso, me fazia sentir uma mulher de verdade. Já na cama dele, ele fez amor comigo com delicadeza e eu curti muito o sexo com ele. Acabei dormindo envolta nos braços dele e acordei aconchegada nele.
- Bom dia, linda.
- Bom dia, amor.
- Como amanheceu minha menina?
- Muito bem, love.
Ele começou a me beijar de novo, eu dei um boquete bem dado como ele merecia e ele fez amor comigo outra vez. Eu me levantei e preparei o almoço pra nós dois. Ele me apresentou aos colegas de apartamento e depois me acompanhou até a casa da Cristal. Ele cumprimentou ela e me deu um beijo apaixonado na frente dela pra se despedir de mim.
- Tchau, Daniela, nos vemos na segunda que vem.
- Claro que sim, love. Tchau.
Ele fechou a porta e foi embora. A Cristal me olhava sorridente.
- Uiii, ui, ui! Parece que essa nenê se apaixonou, hein?
- Sei lá, mas eu gosto muito desse cara. Ele me fez sentir uma verdadeira gatinha desde ontem à tarde até agora. Os beijos dele, as carícias, o jeito de me tocar, de me olhar... tudo foi incrível.
- Fico muito feliz por você, nenê. Esse cara é muito bom e trabalhador. Mas conta aí, o que aconteceu essa noite?
- Ele me levou pra dançar, e depois pra casa dele onde, bem, você já sabe... ele fez amor comigo, bem gostoso. Dormi com ele e essa manhã ele fez de novo. E agora aqui me vê. Feliz e contenta como uma menina com sapatos novos. - kkkk, você tá se apaixonando, gata. - não sei, mas agora tô doidinha por ele, ele me fez sentir tão bem. Naquela manhã fizemos várias compras, comprei um vestido floral de voo, algumas calcinhas de renda e uns saltos brancos. - O que você acha, Cristal, será que o Ronald vai gostar desse vestido? - Claro que sim, gata, você tá divina. - Tudo isso é pra usar única e exclusivamente pra ele, as calcinhas só ele vai tirar. - Gata, o Ronald não sai da sua cabeça. - É que eu me senti tão bem, tão mulher, tão feminina e tão feliz que esse cara é pra mim. Depois comprei vários tangas pro trabalho, é o que uso pra trabalhar, pra minha vida cotidiana gosto mais das calcinhas clássicas que cubram pelo menos metade da bunda ou tipo culote, sempre de renda, me sinto mais confortável e feminina. Assim foram passando os dias e os meses, a semana toda trabalhando de puta e segunda e terça passava com meu homem, três meses depois meus papéis e documentação já constavam como Daniela, no sexto mês de estar com ele negaram a renovação da residência e depois de passar por várias repartições e advogados pra regularizar a situação e sendo difícil conseguir, optamos pelo mais fácil: fazer união estável, alugamos um apartamento só pra nós e fomos morar juntos, conseguimos um apartamentinho que dava pra pagar em dinheiro vivo já que meus ganhos não podia declarar, eu continuei com meu trabalho de prostituta, pra ele não importava, fazia uma semana de dia e outra de noite das 9 às 21 e vice-versa e ia dormir em casa, ganhava muito dinheiro, no mês que ia pior não ficava abaixo de 3000 euros, então um mês depois pedi pra Ivette, minha mamãe, uma semana de folga, assinamos os papéis numa sexta apesar de serem só algumas assinaturas, comprei um vestido de noiva simples, quis fazer como toda mulher sonha, de branco, Ivette naquele dia fechou o apartamento até as 8 da noite e fui acompanhada por todas minhas colegas e nossa mamãe Ivette. E a família do Ronald, comemos todos juntos e depois fui com meu marido para um hotel onde passamos uma noite maravilhosa. No dia seguinte, viajamos por quatro dias para Mallorca, onde aproveitei muito meus primeiros dias de recém-casada. Um mês depois, operei o pomo de adão e as cordas vocais para ficar mais feminina, e exatamente um ano depois de começar a terapia hormonal, fiz a cirurgia de mama e coloquei próteses de 500 gramas. E assim dei por encerrada minha transformação. Minha vida conjugal era perfeita, sabíamos separar muito bem trabalho e vida doméstica, nunca falávamos sobre meu trabalho. Tínhamos uma moça que fazia a limpeza da casa, o Ronald dizia que eu poderia fazer, já que passava mais horas em casa do que eu, mas eu disse que não, que essas eram tarefas femininas. Segunda e terça eu cuidava, e ela vinha na quarta e sexta. Meu corpo, por causa dos hormônios, tinha se moldado, a gordura se redistribuiu e eu tinha uns quadris bonitos, um corpo bem feminino e uma bunda linda. Já estava há três anos trabalhando naquele apartamento, era a prostituta que estava há mais tempo. As garotas com quem comecei já tinham ido para outros lugares ou largado a prostituição. A Cristal continuava morando no mesmo lugar, mas agora trabalhava numa empresa têxtil. Um dia, a Ivette me ligou:
- Oi, Daniela, vou te propor uma coisa.
- Oi, mamãe, fala.
- Vou morar nos EUA com minha irmã, vou largar isso.
- Como assim?
- Tô cansada dessa vida e vou te propor se você quer ficar com os três apartamentos, ser a madame.
- Eu adoraria, mas preciso conversar com meu parceiro.
- Conversa e me diz algo o quanto antes.
Falei com o Ronald, mas eu já tinha quase decidido, queria ficar com isso. Então, depois de conversar com ele naquela noite, no dia seguinte:
- Oi, mamãe, aceito sua proposta.
- Que bom, minha filha, sabia que você ia aceitar.
A Ivette não precisou me ensinar nada, eu sabia como aquilo funcionava. Então, duas semanas depois, virei a mamãe das garotas. A partir desse dia, só exercia a prostituição com alguns clientes fixos que eu tinha, Moussa era um deles, adorava aquela pica preta dele, com ele tudo começou, e alguns outros que apareciam daqueles que só de olhar já faz a calcinha descer sozinha até os tornozelos e as pernas se abrirem sem eu mandar, e desde tê-los enfiados entre as minhas pernas.
- Oi, quem é você? O que você quer?
- Oi, putinha. É fácil: nós te queremos.
- A mim? Por quê? Quem são vocês?
- Isso você vai saber amanhã às 9 da manhã. Estaremos na sua casa, você tem que nos receber vestida e maquiada. Se chegarmos e você não estiver assim, essas fotos vão vazar.
- Me deixem em paz! Por que estão fazendo isso comigo? Não conheço vocês e não sei o que querem.
- Te dar uma lição, e amanhã você vai ser a nossa putinha.
- Vocês são loucos, não vou fazer isso.
- Você que sabe, mas se não nos esperar assim, sua parceira vai ver essas fotos e mais que tenho.
Não respondi mais e bloqueei. No final da tarde, me aproximei do bar para tomar alguma coisa.
- Boa noite, Manolo. Me vê uma cerveja.
- Oi, Daniel. Toma, veio um menino e deixou esse envelope para você.
Abri e olhei o que tinha sem tirar o conteúdo de dentro, vi mais fotos e outro bilhete. Guardei no bolso, tomei a cerveja rapidinho e fui embora para poder olhar com calma. Havia três... mais fotos e a anotação. "Mais fotos suas, putinha, e eu tenho mais, não esquece amanhã te queremos bem linda, você vai ser uma putinha obediente com a gente. Eu estava assustado, não sabia quem poderia ser, mas me conhecia, já em casa desbloqueei o telefone e mandei um WhatsApp. - Chega dessa brincadeira. - Não é nenhuma brincadeira, Daniela, você amanhã se arruma que a gente vai cuidar de te transformar em putinha. - O que é isso, o que importa pra vocês se eu me visto de garota, é só diversão e não vou ser a putinha de ninguém, não sou gay. - Isso vai ser amanhã, diversão da minha putinha, se não, você já sabe o que acontece com as fotos, não só pra sua namorada, pro bar também vou mandar. Quase não consegui dormir a noite toda, minha parceira foi às 7 trabalhar, me levantei, tomei banho, coloquei a calcinha que minha parceira tinha usado no dia anterior e me sentei assim pra tomar café, não conseguia pensar, estava nervoso até que tocou o WhatsApp. "Bom dia, putinha, já tá pronta? Em uma hora estamos aí" "Tô me arrumando" "Assim que eu gosto" Comecei a me vestir e depois de um tempo outro WhatsApp. "Bom dia, amor, que tenha uma boa manhã" "Bom dia, amor, que o trabalho seja leve" Que estranho, Lídia nunca me mandava mensagem de manhã. Coloquei uma saia plissada bem curta, uma camiseta rosa, e uns sapatos com salto, me maquiei, arrumei o cabelo e depois de um tempo tocou a campainha, abri disposta a cumprir aquilo. - Oi, Daniela. Fiquei gelada, eram Mamadou e Moussa, dois vizinhos negros. - Oi, oi, bom, vamos acabar com isso, chega dessa brincadeira, me digam o que querem e vão embora, querem dinheiro, eu dou e pronto. - Nada disso, putinha, os negros fedem mal, né, segundo você, pois hoje você vai ficar impregnada com nosso cheiro. Dias atrás no bar estavam eles dois e ao irem embora eu fiz um comentário que parece que chegou até eles, que esses negros todos fediam igual. - Eu não disse isso. - Claro que disse, e hoje você vai saber a que cheiramos. Entraram em casa, Mamadou me pegou pelo braço e puxou de mim pra sala, lá me pegou por trás e começou a esfregar minha bunda, Eu não podia fazer nada, ele é muito maior que eu. Tem mais de 20 cm a mais de altura e eu sou magra, vamos lá, tenho mais corpo de menina do que de homem aos meus 26 anos. Me sentia frágil e pequena agarrada por ele. Ele começou a falar no meu ouvido:
- Agora você vai se comportar como uma boa putinha. Vai ficar de joelhos e chupar a gente.
- Não vou fazer isso.
Ele levantou minha saia e deu um tapa forte na minha bunda, fazendo eu gritar.
- Se não quer outro, comece já.
Olhei para ele implorando por clemência, chorando.
- Olha só como chora que nem uma menininha.
Enquanto dizia isso, ele empurrou minha cabeça para baixo, me forçando a ajoelhar.
- Por favor, me deixa, não façam isso comigo.
De joelhos, Moussa pegou minha cabeça e esfregou o pau negro dele na minha cara, procurando minha boca.
- Chupa, gostosa.
- Não, por favor, para! Eu não sou uma gostosa.
- Pela roupa que você está usando, ninguém diria. Então comece a agir como o que você é: uma puta.
Deu um tapa no meu rosto e forçou o pau nos meus lábios. Eu já não aguentava mais e cedi, abrindo a boca e comecei a chupar.
- Olha pra mim, puta.
Olhei para Mamadou; ele estava me filmando com o celular.
- Não filma, por favor.
- Claro que sim, putinha. É o nosso seguro. Com isso, a gente garante que você vai ser a nossa puta todo dia.
Tentei reagir, mas Moussa apertou minha cabeça para dentro e enfiou o pau até o fundo.
- Assim que se chupa, puta. Não se preocupa, depois a gente conversa sobre o nosso contrato.
Moussa estava fodendo minha boca enquanto Mamadou continuava filmando. Ele pegou minha mão e levou até o pau dele.
- Vamos, puta, me masturba. Dois paus negros só pra você, como vai aproveitar. Hoje você finalmente vai virar uma mulherzinha de verdade.
Me sentia humilhada, dominada ao lado daqueles dois negros, cada um quase o dobro do meu tamanho. Vestida daquele jeito, eu era só isso: uma mulherzinha frágil e submissa, e já tinha me deixado levar. Chupava um e masturbava o outro.
- Vamos, puta, troca de pau.
Moussa tirou o dele da minha boca e, sem me dar tempo para respirar, já tinha o de Mamadou. lá dentro, agora já tinha me dado por vencida e chupava sem resistir, e me faziam trocar de uma para a outra. Moussa foi o primeiro a gozar. "Se prepara, gostosa, que eu vou gozar." Tentei trocar de pica, mas não me deixaram, seguraram minha cabeça e Moussa começou a meter e sacar até minha garganta, até que notei minha boca enchendo de porra e ele continuava com os movimentos. Não me dava tempo de engolir e escorria pelos cantos da boca e até pelo meu nariz, meus olhos lacrimejavam. Ele tirou da minha boca e, de novo sem tempo para respirar, já tinha a outra na boca. Era incapaz de recusar, me sentia dominada e já estava me preocupando porque estava gostando. Sem avisar, me levantaram e me levaram ao meu quarto, me jogaram na cama. Mamadou deitou ao meu lado, colocando a pica na altura do meu rosto e enfiando na minha boca. "Chupa, puta, hoje você vai cheirar a negro e ter o hálito de pica preta o dia todo." Moussa apertava minha bunda, meteu uma mão dentro da calcinha, apertava, apalpava. Eu era uma boneca que manipulavam à vontade. Moussa tirou a mão e, poucos segundos depois, voltou a meter. Senti algo úmido na minha bunda e um dedo começando a abrir caminho no meu buraquinho, e fechei as pernas rapidamente. "Não, por favor, isso não, no cu não." "Abre as pernas, puta." "Não, isso não, por favor, me deixem já." Virei um pouco, Mamadou enfiou inteira na minha boca e Moussa me deu um tapa forte na bunda. "Abre as pernas, puta." Ele meteu a mão de novo entre minhas pernas, eu fazia força para não abrir. Mamadou tirou da minha boca e me deu um tapa no rosto, eu chorava, ele enfiou de novo na minha boca. "Se não abrir as pernas, fode outra vez." Eu já não aguentava mais, abri as pernas e Moussa rapidamente meteu um dedo no meu cu. Não doeu, mas senti uma sensação estranha. Ele colocou um travesseiro debaixo de mim, Moussa começou a colocar uma camisinha e eu já via o que ia acontecer. "Mmmmm, não, por favommmmmm" – protestava quando conseguia tirar a pica de Mamadou. da minha boca - pelo cuzinho
mmmmm não.
-claro que sim, putinha, Moussa vai fazer de você uma verdadeira mulher, você vai ser a garota dele, a putinha dele, eu não te quero pra nada de bom.
Moussa não liga que você me chupe, mas eu já tenho uma puta.
Não pude protestar mais. Mamadou enfiou até o fundo enquanto Moussa foi metendo o pau pouco a pouco até gozar, me fodendo primeiro com muita dor e no final foi prazeroso, mas não consensual.
Mamadou tirou o pau da minha boca, me fez chupar as bolas enquanto ele se masturbava. Quando estava pra gozar, enfiou na minha boca, enchendo ela de porra.
-mantém na boca, não engole.
Ele continuou se masturbando e gozou na minha cara.
-abre essa boquinha, gostosa, quero ver essa porra aí dentro, - enquanto começava a me gravar - muito bem, agora engole e abre de novo essa boquinha de puta que você tem.
Eu fazia quase que submissamente enquanto Moussa continuava me comendo. Agora já gemía como uma puta, e assim continuou até ele gozar, tirou a camisinha.
-baixa a calcinha, puta.
Eu baixei. Mamadou e Moussa jogaram a porra dentro da minha calcinha e a subiram.
-vai ficar o dia todo com a calcinha posta com minha porra aí, e essa tarde você desce pro bar com ela.
-não posso fazer isso, essa tarde meu parceiro está aqui, ele pode ver.
-se vira pra ele não ver, mas minha puta sempre tem que usar calcinha.
-como vou usar calcinha sempre? você tá louco, tenho minha vida com meu parceiro.
-já pode ir arrumando desculpas pra não transar mais com ele, seu parceiro sou eu, ou melhor, você é minha puta. Mas tudo bem, você prefere que ele te deixe? só tenho que mandar os vídeos, não sei o que é pior.
-por favor, para de fazer isso comigo, se quiser posso ser sua puta, mas não estrague minha vida.
-que fique claro, minhas putas eu compartilho com quem eu quiser, e seu parceiro sobra aqui.
Ele me deu um tapa na cara e foram embora. Fiquei um tempo chorando e depois coloquei minhas roupas normais de garoto, pensando no que tinha acontecido. Deixei a calcinha posta com a gozada. do Moussa e desci para fazer as compras, ao passar em frente ao bar Moussa saiu e me chamou.
— Você não tirou a calcinha, né, gostosa?
— Não, estou usando.
— Desabotoa a calça e me mostra.
— Aqui?
— Claro que sim.
Desabotoei a calça e mostrei.
— Assim que eu gosto, uma vadia obediente.
— Já posso ir fazer as compras?
— Sim, mas hoje à tarde te espero no bar.
Quando eu ia indo, ele deu um tapa na minha bunda.
— Vai lá, linda, balança esse rabão guloso que você tem.
Caminhei nervoso pela rua, pensando que as pessoas que me olhavam sabiam que eu estava de calcinha. Fiz as compras rápido e subi para casa. Patricia estava prestes a chegar do trabalho. Eu estava nervoso, usando a calcinha dela e com a porra do Moussa nela. Depois do almoço, ela tirou uma soneca. Mais tarde, Moussa me mandou uma mensagem dizendo que esperava sua vadia no bar. Desci e ele estava sozinho esperando na mesa do fundo. Fui até lá e ele me fez sentar ao seu lado.
— Mostra a calcinha, vadia.
Olhei ao redor para ver se tinha alguém e vi que não podiam me ver. Desabotoei a calça e mostrei.
— Muito bem, uma neném obediente.
— E agora?
— Agora, quando nos servirem, enquanto bebemos algo, você vai meter a mão na minha braguilha e vai acariciar meu pau.
— Alguém pode ver.
— Não dá para ver nada, então faça seu trabalho.
— Quando você vai gozar com isso?
— Isso só está começando, vadia.
Fiquei duas horas com a mão no pau dele até que ele disse que tinha que ir, porque Mamadou tinha mandado uma mensagem.
— Amanhã te quero bem vadia, às 9.
Fui para casa, entrei no banheiro, tomei banho e finalmente coloquei minha cueca. Jantei com minha parceira. Naquela noite não consegui dormir, não sabia como sair dessa confusão. Minha parceira saiu como sempre às 5:30. Levantei às 7, coloquei um fio-dental vermelho que ela tinha usado no dia anterior, me vesti com uma minissaia e um top, e me maquiei. Estava limpando a pia quando bateram na porta. Olhei pelo olho mágico e lá estava Moussa.
— Bom dia, vadia.
— Bom dia.
— Me segue.
Fui atrás dele até a... Assim que entrei no quarto, ele empurrou minha cabeça para baixo e me fez ajoelhar.
- Põe pra trabalhar.
Eu mesma desabotoei a calça dele e comecei a chupar. Não sei por que, mas aquela pica preta me atraía. Chupo ela um bom tempo até que ele gozou. Ele me fez colocar uma camisinha pra não sujar o fio dental com minhas porras, porque a única porra que devia estar impregnada nele era a dele. Depois, me colocou de quatro e me deu bem forte por um tempo. Quando ele gozou, tirou a camisinha e me entregou.
- Espalha a porra no fio dental e fica com ele o dia todo. E hoje à tarde nos vemos no bar.
Ele pegou a porta e foi embora. Passei a manhã sem surpresas. À tarde, fiquei com ele no bar até que o Mamadou ligou e ele foi embora.
Na manhã de sexta-feira, bateram na porta. Eu já estava vestida com uma saia curta, uma blusa e a lingerie rosa de renda do meu parceiro do dia anterior. Quando abri, só havia uma bolsa no chão. Peguei, entrei em casa e vi um vestido fúcsia, uns salto agulha de uns 12 cm e um bilhete.
"Põe isso em 30 minutos. Estamos aqui, vadia."
Vesti o vestido. Era bem apertado e curto, mal cobria a bunda. Coloquei os saltos e me olhei no espelho. Parecia uma vadia mesmo.
Pouco depois, a campainha tocou de novo. Abri e lá estavam os dois negros. Me levaram direto pro quarto, me fizeram ajoelhar enquanto eles tiravam toda a roupa. Fiquei no meio dos dois, com as picas na altura da minha cabeça.
- Pode começar, gostosa. Uma pica em cada mão e vai alternando na sua boca.
Enquanto eu masturbava um, chupava o outro. Quando eles queriam, pegavam minha cabeça e me trocavam de pica. Até que os dois gozaram na minha cara e boca.
Me colocaram de quatro na cama. Mamadou se ajoelhou na minha frente e enfiou a dele de novo na minha boca, enquanto Moussa colocava uma camisinha no outro e começava a foder minha bunda. Meus dois buracos cheios de pica. Cada vez que o Moussa me socava, a pica do Mamadou entrava inteira até minha garganta. O Moussa começou a me dar... Investidas mais suaves enquanto Mamadou empuxava minha cabeça para baixo, sem deixar que eu tirasse o pau da minha boca, e justo naquele momento... "Como a vadia Daniela se comporta, é tão boa chupando paus quanto eu, Mamadou?" Era meu parceiro que falava. Tentei tirar o pau da minha boca, mas Mamadou não deixava. "Olha como uma vadia de verdade se comporta, não é tão boa quanto você, mas Moussa vai cuidar de polir ela." Eu não entendia o que meu parcejo fazia ali, tentava tirar o pau da minha boca, mas ele apertava minha cabeça e eu não conseguia, enquanto Moussa continuava me dando investidas. "Quer saber o que eu faço aqui, né? Pois olha, Danielita, eu pedi um dia pessoal porque acontece que tenho uma treta com Mamadou. Como você já percebeu, o pau dele não tem nada a ver com o seu. Pois é, acontece que algumas semanas atrás ele me mandou um WhatsApp perguntando se eu não tinha ido trabalhar, que me viu da varanda dele na sala de jantar. E eu disse que estava trabalhando. Ele disse que tinha uma garota no meu apartamento e tirou umas fotos e me mandou, e eu percebi que era você com minhas roupas. Fiquei tão paralisada que não sabia como reagir. E conversando com Mamadou, ele me disse que Moussa gosta de travestis e que entre os dois poderiam fazer de você uma verdadeira mulherzinha ardente e vadia. E armamos esse plano. E agora já temos material suficiente para que você não possa escapar. Temos vídeos seus chupando os paus deles e fodendo. Se não quer que vazem, a partir de hoje você será a vadia do Moussa e eu a do Mamadou. Então, como você gosta de ser uma mulherzinha, hoje você vai sair por aquela porta vestidinha como tal, levada pelo seu macho para sempre. Aqui não quero que você volte." Eu não conseguia nem chorar, tinha um pau fodendo minha boca e outro meu cu, que me fazia morrer de prazer. E assim foi até que os dois gozaram, tiraram seus respectivos paus de dentro de mim e me deixaram exausta na cama. E aí sim eu comecei a chorar. "Por que você faz isso comigo? Eu te amo." "Eu a você não, faz tempo que não sinto nada." Eles me deixaram no quarto. e eles foram embora, fiquei quase uma hora lá sozinha até que o Moussa veio me buscar. Ele me tirou à força do quarto. — Vamos, putinha, é hora de você se arrumar e não vamos para casa. Ele me levou ao banheiro, a Laura lavou meu rosto, tirou minha maquiagem e fez minha maquiagem de novo, colocou dois brincos grandes nos meus furos dos lóbulos. — Na sala de jantar tem uma bolsa com roupas minhas que não uso e você vai levar. O Moussa me esperava, me pegou pelo braço e me tirou de casa. Eu me sentia arrasada, era a primeira vez que saía de casa vestida de mulher, e com aquele vestido curto rosa choque de putinha. Submissa, me deixei levar e, para maior humilhação, ele me levou direto para o bar onde me apresentou como sua putinha. Todos me reconheceram e começaram a rir. De lá, ele me levou para o apartamento dele, me apresentou a outro negro e mais duas mulheres que eram irmãs do Mamadou. Mais tarde chegou outro, o marido de uma delas. — Esta é a Daniela, vocês duas se encarreguem de ensinar a ela nossos costumes e agora levem ela para o cabeleireiro e me devolvam como eu disse que a quero. Elas me levaram andando mais de 20 minutos, foi muito difícil acompanhá-las naqueles saltos altos, além de que o vestido subia e eu puxava ele para baixo. Todo mundo que passava me olhava, suponho que viam uma putinha. Entramos em um salão de beleza onde havia outras duas negras sentadas. — Olá, Seynabou, aqui está a putinha do Moussa, vocês já sabem o que ele quer. Lavaram minha cabeça e depois começaram a passar uma pomada no meu cabelo, me deixaram um bom tempo com aquilo, enquanto uma fazia minhas sobrancelhas e colocava cílios postiços, a outra colocou unhas compridas que acabou pintando de rosa. Quando saí de lá, estava totalmente feminizada com aquele vestido rosa choque e o cabelo loiro platinado. Me levaram direto para o bar onde o Moussa me esperava no balcão. — Já está aqui a Daniela, o que vocês acham da mudança de visual que a minha putinha fez. Todos me olharam, mas ninguém disse nada. Eu estava toda envergonhada, enquanto o Moussa não hesitava em colocar a mão no meu cú e esfregando na frente de todos, eu já tinha perdido minha dignidade. Estava na frente de todos os meus vizinhos e conhecidos, feminizado e submetido por um negro, e mesmo me sentindo humilhada, eu estava excitada. Depois de me manter um tempo ali me exibindo, ele me levou para o apartamento dele.
- Já estás em tua casa, Daniela. Olha, este é nosso quarto. O apartamento é pequeno e aqui dormirás comigo e meu primo Ali. Aqui todos temos que contribuir com algo, e tu não trabalhas. Como sabes, somos muçulmanos, e tu, como mulher, deves atender e servir a nós homens. Só estais aqui para isso e para acasalar conosco e nos dar filhos – coisa que tu não podes fazer, mas podes acasalar comigo cada noite. Farás, junto com as outras mulheres, as tarefas que vos correspondem e trabalharás para mim como prostituta.
- Por favor, Moussa, me deixa ir, não me faça isso, eu não gosto.
- Não gostas de te vestir de mulher, como estás agora?
- Isso, sim, mas não é...
- Cala a boca, foxy. Não gostas deste cabelo loiro tão bonito e dessas unhas longas que tens?
- Gosto, sim, mas não sou uma puta, não quero trabalhar como puta, não gosto de homens.
Ele me deu um tapa na cara que me jogou no chão.
- Não te levantes, puta. Fica de joelhos. Agora vamos ver se és puta ou não. Ali, vem aqui, tira teu pau para fora.
- Sim, Moussa.
Ele me deu outro tapa, menos forte.
- E agora chupa ele para o Ali.
Ele se colocou na minha frente e aproximou o pau da minha boca, e eu comecei a chupá-lo como melhor pude. Em três dias já tinha me tornado uma especialista em chupar paus, enquanto Moussa falava comigo.
- Agora me diz, não é verdade que as putas chupam paus?
- Mmmmm, sim.
- E tu, o que estás fazendo, responde.
- Chupando um pau.
- Então, o que és?
- Eu não sou uma puta.
- Essa não é a resposta, Ali, dá-lhe uma porrada.
Ele tirou o pau da minha boca e me deu um tapa bem forte, e o colocou de volta.
- Te pergunto de novo, o que és?
- Uma puta, caralho.
- Isso é melhor. No final, com mão dura, as europeias aprendem.
Continuei chupando até que ele encheu minha boca de porra.
- Agora já sabes qual é teu lugar. Vai ajudar as mulheres em... as tarefas. Fiquei uma hora na cozinha com elas preparando o jantar até que Moussa exigiu minha presença. - Vamos, puta, que Mamadou e a puta dele querem conhecer a nova Daniela. Me levou agarrada pelo rabo pela rua, subimos para o apartamento da Laura. - Oi, como vocês estão? - Bem, Moussa. - Aqui está a Daniela, o que acham? Laura se aproximou, me deu dois beijos e me virou. - Você está muito gata, Daniela, agora sim você é toda uma mulher, até fez as unhas. - Sim. Respondi envergonhada. - Bom, Daniela, diga à Laura e ao Mamadou que também arrumei trabalho para você. - Que legal, Daniela, tanto tempo comigo e nunca saía nada, e olha agora, no primeiro dia com ele, seu homem já arruma um. - Sim. - Mas diga a eles no que você vai trabalhar. - Deeeee... puta. - Olha que bom, na sua área - respondeu Laura - Você está feliz? Fiquei calada, com a cabeça baixa. - Fizeram uma pergunta, responda se está feliz. - Sim, estou muito feliz. - Que inveja, chupar paus e ainda ganhar por isso para conseguir seu dinheiro. - Bom, o dinheiro tem que vir para mim, que sou o homem, e ela vai recebendo algo para seus gastos, e agora vamos ver se eu a coloco para trabalhar. - Bom, Daniela, linda, que tudo dê certo na sua nova vida e no trabalho. Me deu dois beijos e disse no meu ouvido. - Você está bem assim, puta, aproveite como puta o que não soube aproveitar comigo como homem. Saímos da casa da Laura e ele fez uma ligação no celular. "Oi, Ibrahima, você está em casa?" "Sim." "Tá bom, agora vou aí com a puta." "Tá, te espero." - Toma três camisinhas, coloca no sutiã, com os clientes você tem que botar proteção, eu vou tocar o interfone e quando ele perguntar, você diz que é a puta. Ele mora no 2º andar, sobe, faz um boquete nos homens que estiverem lá, eles pagam, e eu te espero aqui. Chegamos a um prédio, toquei o interfone lá embaixo. - Quem é? - Sou a puta. - Sobe. Ele me esperava na porta, me fez entrar, vi os outros dois homens lá sentados à mesa, todos negros, cumprimentei com a cabeça baixa, ele me levou para um quarto. Ele abaixou as calças. - Vamos, puta, faz seu trabalho. Me ajoelhei e comecei a masturbá-lo, quando já estava duro peguei a camisinha do sutiã, coloquei e comecei a chupar. Demorou um bom tempo para gozar, saiu do quarto e entrou outro e depois mais um. Quando terminei, me pagaram 60 euros e fui embora. Na porta estava Moussa esperando, assim que me viu fez um gesto com a mão para que eu entregasse o dinheiro. De lá, me levou a um bar. - Vamos tomar algo e assim você vai ao banheiro e retoca a boca, porque em meia hora tem outro cliente. - Pediu uma cerveja para ele e uma água para mim. - Não posso tomar uma cerveja? - Mulheres não podem beber álcool. Se quiser, pode pedir Booty ou outro refrigerante. - Tudo bem, uma Coca Booty. Tomamos lá na varanda. 20 minutos depois chegou um carro e estacionou em fila dupla. - Já está aqui, sobe nesse carro e vai com ele. Você sabe o que tem que fazer. Subi no carro com aquele vestido que deixava minha calcinha rosa totalmente à vista. Aquele homem, também negro, me cumprimentou e começou a tocar minhas pernas. Com as mãos, eu cobria a virilha. - Tira as mãos daí, puta. Gosto do que vejo, calcinha bonita. Paramos em vários semáforos. Em um deles, uma van parou ao lado e, pela altura, o motorista estava vendo tudo. Ele piscou o olho para mim. Poucos minutos depois, entrei no estacionamento de um shopping e estacionei no final, onde estava mais escuro. Ele tirou o pau. - É sua vez, gostosa. Masturbei um pouco, coloquei a camisinha e chupei. Quando ele gozou, sem dizer nada, tirou o preservativo, me deu 20 euros e me levou ao bar onde meu sexy me esperava. Entreguei o dinheiro e fomos para casa. Depois do jantar, um tempo depois, fomos para a cama e tive que cumprir com Moussa: um boquete e uma foda gostosa que ele me deu. A verdade é que não sabia por que, mas enquanto ele me comia, eu gemida como uma puta e não queria que parasse. Ele gozou na minha boca e na minha bunda, e quando acabou, na verdade... e deitou do meu lado e dormiu, mais tarde Ali se deitou e eu fiquei no meio dos dois, só de calcinha. Foi difícil pegar no sono, pensando em tudo que tinha acontecido naquele dia: minha transformação, o bairro todo me vendo com o Moussa vestida de puta, chupando seis caras e dando pra outro. Meus dias foram passando entre as tarefas de mulher que eu tinha que fazer em casa e os negões que meu corpo sexy atraía. Era raro um dia em que eu não atendia quatro ou cinco clientes — sempre negros — e toda noite eu tinha que satisfazer o Moussa, abrindo as pernas. Assim foram passando os dias.
Dois meses depois, algumas semanas antes do Ramadã, o Moussa trouxe a esposa e um filho que ainda estavam no Senegal. Ali foi embora — não tinha espaço pra ele no apartamento — e eu passei a dormir com a irmã do Mamadou num quarto com duas camas separadas por uma cortina. Numa delas dormia uma das irmãs com o marido, e na outra, a outra irmã e eu. Ele me apresentou pra esposa como uma prostituta que trabalhava pra ele e o satisfazia à noite pra saciar as necessidades dele de homem.
Durante esses dois meses, tivemos várias brigas que sempre terminavam do mesmo jeito: ele me batia e eu acabava cedendo ao que ele queria. E assim eu virei uma puta submissa e obediente. Já estava acostumada com meu trabalho, mesmo sem ver um centavo do dinheiro — ele ficava com tudo. Uma vez por semana ele me levava pra comprar mais lingerie e minissaias bem curtas e justas.
Depois que a esposa chegou, ele parou de me comer e quase não arrumava mais clientes pra mim. Eu só cuidava das tarefas de casa.
— Daniela, agora minha esposa tá aqui e quero me dedicar a ela e ao meu filho. Não preciso do seu dinheiro. Tudo começou pra te dar uma lição, e vi que podia tirar proveito de você. Não preciso mais de você, mas arrumei um lugar pra você.
— Onde?
— Arrume suas roupas. Esta tarde te levo.
Joguei minhas roupas numa bolsa. Não tinha muita coisa: uma dúzia de calcinhas, um vestido, cinco ou seis minissaias e um par de sapatos de salto. e algumas camisetas e tops. - Toma, Daniela, isso é seu. Ele me deu 800 euros. À tarde, ele me levou até o centro da cidade, paramos em um prédio e toquei a campainha. - Quem é? - Ivette, sou o Moussa, trouxe a Daniela pra você. - Sobe. Uma vez lá em cima, me apresentei à Ivette, uma mulher venezuelana, que me explicou que aquele era um apartamento de garotas de programa e que me dava trabalho como garota, que eu teria liberdade para sair e entrar para tomar ar quando não tivesse trabalho e um dia de folga por semana, quando todas as garotas que dormiam ali saíam; outras vinham e iam diariamente, essas faziam 12 horas por dia, às vezes no turno do dia e outras da noite, e as que estavam ali tinham que ficar disponíveis 24 horas por dia, desde segunda de manhã até terça às 8 da noite. Me surpreendeu que ela me explicou que algumas das garotas eram casadas e tinham filhos, e nesse dia elas viam a família. - Daniela, bem-vinda, espero que você fique à vontade entre nós, vem comigo, vou te apresentar às garotas. Entramos em uma sala onde havia 5 garotas, me apresentei como uma travesti, todas elas eram mulheres biológicas e todas latinas. Moussa se despediu de mim e foi embora. Ivette me explicou o funcionamento do apartamento, de cada serviço que era 70 euros a hora, 60% era para mim e o resto para ela, e nessa hora eu teria que fazer tudo o que o cliente quisesse. Mais tarde, ela me mostrou como anunciava as garotas na internet e colocou meu anúncio. "Oi, sou Daniela, uma jovem catalã muito complacente, com vontade de sexo. Sou muito envolvida, gosto de sexo e de curtição, fotos reais, submissa e passiva, beijos de namorados, ducha erótica, atenção a casais, oral, dominação e mais, aceito tudo. Atendo no meu apartamento privado e saio para hotéis e domicílio 24h. Festa e pacote de horas." - Agora você já sabe quase tudo, com as garotas você vai aprendendo o resto, te dejo com elas. Aliás, naquele quarto tem roupa de todo tipo para trabalhar, eu me vestiria um pouco mais sexy para quando... Chegaram os clientes, meninas ajudem ela a se vestir. Me levaram para o quarto. - Vamos ver o que temos aqui para você. Elas começaram a procurar e foram tirando roupas. - O que acha disso, Daniela? Me mostrou um conjunto de lingerie de renda vermelha, calcinha fio-dental e cinta-liga, umas meias vermelhas, minissaia vermelha e o top também. - Tá bom. - Vamos, gata, tira a roupa. Comecei a tirar minha roupa e fiquei só de calcinha, estava com muita vergonha, estava naquele quarto com 5 garotas que meses atrás eu teria desejado foder e agora estava de calcinha na frente delas, pronta para me vestir de puta como elas para esperar clientes. A minissaia era pouco maior que um cinto, só cobria metade da bunda, depois elas me maquiaram e nos sentamos nos sofás. Ao meu lado sentou uma colombiana muito gostosa que se chamava Cristal, eu olhava para elas e todas eram umas gostosas, na minha vista estavam as calcinhas delas que, como a minha, a minissaia não cobria, mas para minha surpresa não me excitava, já fazia 5 meses vivendo como mulher e trabalhando de puta e minha mentalidade tinha mudado, me sentia confortável levando essa vida agora, talvez eu sempre tenha sido uma garota trans porque sempre gostei de me vestir de menina e ultimamente tinha percebido que certos homens me atraíam e se eu tinha aceitado tudo que tinha acontecido comigo era porque eu gostava de chupar os paus deles, embora a verdade é que com quem eu gostava mesmo era com o Moussa, que era o único, junto com o primo dele, que eu chupava sem proteção, eu gostava que ele gozasse na minha boca e depois me possuísse e me fizesse gozar com o pau dele entre minhas pernas. Estava mergulhada nesses pensamentos quando bateram na porta e todas se levantaram, fiz o mesmo e entrou um cliente, um cara jovem e bonito, olhou para todas nós e escolheu a Ingrid, uma garota argentina. A tarde foi passando devagar ali dentro, ouvindo música e conversando, pouco a pouco fui pegando confiança. Depois do jantar, perto das 12 da noite, chegaram 2 clientes quase seguidos, nenhum me escolheu. Às 2 horas chegou um homem de uns 40 anos que tinha ligado por telefone por mim para 2 horas. Era alto, careca, mas não estava mal, e seria o primeiro homem branco com quem eu ficaria. Entrei com ele no quarto, ele se despiu e se deitou na cama. Deitei ao lado dele, ele me beijou, fui descer para chupar seu pau, mas ele me parou. "Ainda não, vamos nos beijar um pouco." Não estava acostumada a isso — até agora, com todos, eu simplesmente ajoelhava, chupava o pau deles e tchau. Ficamos um tempo nos beijando, e comecei a percorrer seu corpo com a mão até chegar no pau dele. Me diverti chupando a ponta com a camisinha ainda posta. "Chupa minhas bolas, vadia." Desci até as bolas e comecei a chupá-las — era a primeira vez que fazia isso e gostei. Aquilo me fez sentir muito vadia. Depois, engoli o pau dele na minha boca até fazê-lo gozar. Ele mesmo tirou a camisinha, comecei a masturbá-lo, ele colocou outra camisinha, se posicionou entre minhas pernas e começou a me foder. Nas duas horas que fiquei com ele, chupei ele duas vezes, ele me fodeu do jeito tradicional, como uma vadia, com as pernas nos ombros, e terminei cavalgando no pau dele.
Assim foram passando os dias lá dentro. Havia dias em que não tinha nenhum serviço e outros com até 4 homens. Me integrei rápido entre as garotas e era mais uma. Elas me ensinaram a arte da maquiagem, a aprender a me vestir, a dançar como uma mulher — reggaeton, salsa, bachata. Eu adorava sair para comprar roupas com elas, ladyboy para nos arrumar. Comecei a usar seios de silicone falsos que comprei e, em dois meses, já estava começando a hormonização. Trabalhava como vadia, mas me sentia feliz. O mais difícil para mim eram as segundas e terças-feiras até as 8 da noite, quando ficava sozinha no apartamento — todas iam para casa e eu não tinha para onde ir. Passeava sozinha pela cidade, já fazia isso tranquilamente como mulher, sem nenhum medo. Uma segunda-feira, Cristal me disse para ir com ela para a casa dela. Lá estava o marido dela e os dois filhos. E isso foi se repetindo toda segunda-feira. Fiz e tenho uma grande amizade com ela, embora agora faça... Já faz dois anos que ela não trabalha comigo. Com ela eu ia fazer compras e às vezes curtir uma segunda-feira de festa. Ela me apresentou amigos e amigas mais ou menos 4 meses depois de eu começar a ir na casa dela. No aniversário do marido dela, ela me apresentou um amigo colombiano. O Ronald passou a tarde toda perto de mim, ele tinha 27 anos, dois a mais que eu. Ele me tirou pra dançar salsa e bachata, era a primeira vez que eu dançava com um homem e eu gostei da experiência de ser conduzida por ele. Ficamos conversando um tempão depois, até que acabou me beijando. Depois do jantar, ele me convidou pra sair pra dançar numa casa latina e eu aceitei o convite. E às 3 da manhã eu acabei na cama dele. Ele morava perto da Cristal. Ele me tratou a noite toda como uma princesinha, sempre atento comigo, carinhoso, me fazia sentir uma mulher de verdade. Já na cama dele, ele fez amor comigo com delicadeza e eu curti muito o sexo com ele. Acabei dormindo envolta nos braços dele e acordei aconchegada nele.
- Bom dia, linda.
- Bom dia, amor.
- Como amanheceu minha menina?
- Muito bem, love.
Ele começou a me beijar de novo, eu dei um boquete bem dado como ele merecia e ele fez amor comigo outra vez. Eu me levantei e preparei o almoço pra nós dois. Ele me apresentou aos colegas de apartamento e depois me acompanhou até a casa da Cristal. Ele cumprimentou ela e me deu um beijo apaixonado na frente dela pra se despedir de mim.
- Tchau, Daniela, nos vemos na segunda que vem.
- Claro que sim, love. Tchau.
Ele fechou a porta e foi embora. A Cristal me olhava sorridente.
- Uiii, ui, ui! Parece que essa nenê se apaixonou, hein?
- Sei lá, mas eu gosto muito desse cara. Ele me fez sentir uma verdadeira gatinha desde ontem à tarde até agora. Os beijos dele, as carícias, o jeito de me tocar, de me olhar... tudo foi incrível.
- Fico muito feliz por você, nenê. Esse cara é muito bom e trabalhador. Mas conta aí, o que aconteceu essa noite?
- Ele me levou pra dançar, e depois pra casa dele onde, bem, você já sabe... ele fez amor comigo, bem gostoso. Dormi com ele e essa manhã ele fez de novo. E agora aqui me vê. Feliz e contenta como uma menina com sapatos novos. - kkkk, você tá se apaixonando, gata. - não sei, mas agora tô doidinha por ele, ele me fez sentir tão bem. Naquela manhã fizemos várias compras, comprei um vestido floral de voo, algumas calcinhas de renda e uns saltos brancos. - O que você acha, Cristal, será que o Ronald vai gostar desse vestido? - Claro que sim, gata, você tá divina. - Tudo isso é pra usar única e exclusivamente pra ele, as calcinhas só ele vai tirar. - Gata, o Ronald não sai da sua cabeça. - É que eu me senti tão bem, tão mulher, tão feminina e tão feliz que esse cara é pra mim. Depois comprei vários tangas pro trabalho, é o que uso pra trabalhar, pra minha vida cotidiana gosto mais das calcinhas clássicas que cubram pelo menos metade da bunda ou tipo culote, sempre de renda, me sinto mais confortável e feminina. Assim foram passando os dias e os meses, a semana toda trabalhando de puta e segunda e terça passava com meu homem, três meses depois meus papéis e documentação já constavam como Daniela, no sexto mês de estar com ele negaram a renovação da residência e depois de passar por várias repartições e advogados pra regularizar a situação e sendo difícil conseguir, optamos pelo mais fácil: fazer união estável, alugamos um apartamento só pra nós e fomos morar juntos, conseguimos um apartamentinho que dava pra pagar em dinheiro vivo já que meus ganhos não podia declarar, eu continuei com meu trabalho de prostituta, pra ele não importava, fazia uma semana de dia e outra de noite das 9 às 21 e vice-versa e ia dormir em casa, ganhava muito dinheiro, no mês que ia pior não ficava abaixo de 3000 euros, então um mês depois pedi pra Ivette, minha mamãe, uma semana de folga, assinamos os papéis numa sexta apesar de serem só algumas assinaturas, comprei um vestido de noiva simples, quis fazer como toda mulher sonha, de branco, Ivette naquele dia fechou o apartamento até as 8 da noite e fui acompanhada por todas minhas colegas e nossa mamãe Ivette. E a família do Ronald, comemos todos juntos e depois fui com meu marido para um hotel onde passamos uma noite maravilhosa. No dia seguinte, viajamos por quatro dias para Mallorca, onde aproveitei muito meus primeiros dias de recém-casada. Um mês depois, operei o pomo de adão e as cordas vocais para ficar mais feminina, e exatamente um ano depois de começar a terapia hormonal, fiz a cirurgia de mama e coloquei próteses de 500 gramas. E assim dei por encerrada minha transformação. Minha vida conjugal era perfeita, sabíamos separar muito bem trabalho e vida doméstica, nunca falávamos sobre meu trabalho. Tínhamos uma moça que fazia a limpeza da casa, o Ronald dizia que eu poderia fazer, já que passava mais horas em casa do que eu, mas eu disse que não, que essas eram tarefas femininas. Segunda e terça eu cuidava, e ela vinha na quarta e sexta. Meu corpo, por causa dos hormônios, tinha se moldado, a gordura se redistribuiu e eu tinha uns quadris bonitos, um corpo bem feminino e uma bunda linda. Já estava há três anos trabalhando naquele apartamento, era a prostituta que estava há mais tempo. As garotas com quem comecei já tinham ido para outros lugares ou largado a prostituição. A Cristal continuava morando no mesmo lugar, mas agora trabalhava numa empresa têxtil. Um dia, a Ivette me ligou:
- Oi, Daniela, vou te propor uma coisa.
- Oi, mamãe, fala.
- Vou morar nos EUA com minha irmã, vou largar isso.
- Como assim?
- Tô cansada dessa vida e vou te propor se você quer ficar com os três apartamentos, ser a madame.
- Eu adoraria, mas preciso conversar com meu parceiro.
- Conversa e me diz algo o quanto antes.
Falei com o Ronald, mas eu já tinha quase decidido, queria ficar com isso. Então, depois de conversar com ele naquela noite, no dia seguinte:
- Oi, mamãe, aceito sua proposta.
- Que bom, minha filha, sabia que você ia aceitar.
A Ivette não precisou me ensinar nada, eu sabia como aquilo funcionava. Então, duas semanas depois, virei a mamãe das garotas. A partir desse dia, só exercia a prostituição com alguns clientes fixos que eu tinha, Moussa era um deles, adorava aquela pica preta dele, com ele tudo começou, e alguns outros que apareciam daqueles que só de olhar já faz a calcinha descer sozinha até os tornozelos e as pernas se abrirem sem eu mandar, e desde tê-los enfiados entre as minhas pernas.
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