um novo episódio dessa vila vagabunda bem putinha
agora se junta a cunhada dela
aproveita bem
VALEU PELOS PONTOS
OS COMENTÁRIOS
E OS PRESENTES
Martin já sabia dos chifres dele e tinha confirmação, ele tinha me visto trepando com os amigos dele numa bebedeira daquelas. Sentia que agora podia fazer o que quisesse, claro, o bairro não era a vila e eu tinha parado de me sentir uma vila. Com a Susana, a corna da minha cunhada, começamos a sair juntinhas, o que o Juan não gostava nada. Ele sabia bem o quão puta eu sou, mas não podia falar nada pra mulher dele, senão teria que assumir os chifres que ele me meteu mais de uma vez. Então a gente tinha nossas saidinhas e, como ela queria conhecer os caras, levei ela no quiosqueiro. Ele já tinha tudo preparado pra aquela tarde: ele e o filho dele iam atender a Susana, e eu ia cuidar dos dois amigos dele. Claro que nada era de graça. A gente se divertiu pra caralho, nos encheram todas e voltamos pra casa. Ela mais feliz que eu. Tomamos um banho juntas e combinamos de nos ver outro dia. Depois veio a reunião com a Mariel, com quem a Susana se deu super bem desde o começo. E, como eu imaginava, ela nos convidou pra festa que o velho dava naquele sábado, onde eu já sabia que iam ter muitos caras. E como a Susy era nova, ela seria a que mais ia receber. O problema era como ir com ela — convencer o Juan não ia ser fácil. Foi aí que a gente descobriu que a Mariel também comia o Juancito. A Susana não acreditava que ele era corno também. Ficou bem puta, porque segundo ela não era comum ele trepar com outros homens, mas depois criou coragem e decidiu ir pra festa, onde seria a estrela puta de todos. Agora sim eu tinha competição. A Mariel ficou de entreter o Juan — passaria a noite de sábado com ele — e a gente iria pra festinha do velho, onde teria pica à vontade. Fomos com a Mariel, que nos acompanhou pra depois encontrar o Juan. Antes passamos na casa dela, onde nos produzimos como putas de programa. Não dava pra sair de casa daquele jeito. Chegamos e o velho nos recebeu com entusiasmo: "Puta nova, que delícia, vamos nos divertir pra caralho", ele disse. Me senti muito lisonjeada, embora não tenha gostado muito de deixar de ser a estrela da noite. E pra Pior que a Ana não tava, a gorda peituda que todo mundo humilhava, na hora entendi que esse papel era meu. Susana já era vítima do velho e dos amigos dele, enquanto eu com os caras tava tomando umas cervejas e petiscando alguma coisa. Sem perceber, já tinha mão pra todo lado e depois do baseado já me levaram pro quarto. Bateu um tesão de ser transformada na peituda da Ana, e mesmo não querendo, não parava de me sentir ela rodeada de tanta rola. Por horas me comeram por onde queriam, nunca me deram tempo de me despir, eles tinham tesão em me comer de minissaia. Eram sete paus só pra mim, que se revezavam pra me comer. Pedi uma pausa, tava com sede e queria cerveja, aí consegui tirar a saia, coisa que zoaram pra caralho antes de continuar me comendo e perguntando sobre meu namorado. Depois do segundo baseado, só queria continuar trepando. Já tava amanhecendo e eles tavam cansados, então me colocaram de quatro no meio das pernas do mais moreno, que tive que chupar o pau dele.
Essa putinha quer mais pica, que o sultão arrebente a buceta dela e a transforme numa puta igual a anita.
Quis me soltar, mas não me deixaram, talvez por estar desejando, não ofereci muita resistência. A humilhação já tinha sido gostosa. Senti o Sultan lambendo meu cu e usei a palavra: buceta. Supliquei pra tirarem, mas sem convicção nenhuma. Queria saber o que a Ana sentia quando faziam com ela. Não demorou muito pra ele subir em cima de mim. Dava pra ver que o Sultan tinha muita experiência. Ele esfregava o pau quente na minha xota e no meu cu. Na hora, só pedia pra ele arrebentar minha buceta, mas um filho da puta, morrendo de rir, encostou o pau no meu cuzinho e não me deu tempo de nada. Na mesma hora, tava tudo dentro, enquanto todo mundo olhava e ria de como aquele cachorro tava arrombando meu cu, enquanto eu, derrotada, continuava chupando o pau do moreno que me segurava. Ele me comeu com uma força incrível, me fazendo gozar como nunca, e acabei me mijando toda enquanto o cachorro ainda metia em mim. Foram minutos intermináveis e, finalmente, o Sultan, metendo até as bolas, encheu meu cu de porra. Sentir aquela porra batendo dentro de mim foi morbidamente humilhante, ainda mais quando ele tentou tirar do meu cu. O pau dele tinha travado lá dentro, e todo mundo comemorou. Eles sabiam o que ia acontecer e me falaram.
Calma, vadia, agora o sultão vai te deixar toda arrebentada, rebola essa bunda assim que ele não quer tirar.
Não sabia se devia dar bola ou não, mas por via das dúvidas tentei me mexer, mas o Sultan só queria tirar ela e quando conseguiu, explodiu meu cu. Não deu pra evitar um grito de dor que eles comemoraram. Fiquei largada no colchão com uma puta dor no cu, senti a porra do Sultan escorrendo e, apesar de tudo, era um puta alívio. Tudo tinha acabado. Na hora me botaram pra chupar pica e, conforme iam endurecendo, iam metendo na minha buceta. Depois de um tempo perguntaram se eu queria mais rola, falei que já tinha sido demais. Trouxeram o Sultan de novo e disseram que eu tinha que dar um segundo round com ele. Eu quase não conseguia me mexer e implorei pra não fazerem aquilo, não adiantou nada. Botaram ele em cima de mim, mas por sorte minha o cachorro não tava de pau duro. Um deles trouxe mais cerveja com leite, tomei e percebi que só tinha dois caras ali. Me ajudaram a levantar e me levaram pro banheiro, onde consegui tomar um banho. Trouxeram minha saia e saí de lá como pude. Encontrei a Susana, que tava melhor que eu, por sorte, e fomos embora de Mariel, onde trocamos de roupa e cada uma foi pra sua casa, sabendo que nossos homens iam continuar em Mariel.
agora se junta a cunhada dela
aproveita bem
VALEU PELOS PONTOS
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E OS PRESENTES
Martin já sabia dos chifres dele e tinha confirmação, ele tinha me visto trepando com os amigos dele numa bebedeira daquelas. Sentia que agora podia fazer o que quisesse, claro, o bairro não era a vila e eu tinha parado de me sentir uma vila. Com a Susana, a corna da minha cunhada, começamos a sair juntinhas, o que o Juan não gostava nada. Ele sabia bem o quão puta eu sou, mas não podia falar nada pra mulher dele, senão teria que assumir os chifres que ele me meteu mais de uma vez. Então a gente tinha nossas saidinhas e, como ela queria conhecer os caras, levei ela no quiosqueiro. Ele já tinha tudo preparado pra aquela tarde: ele e o filho dele iam atender a Susana, e eu ia cuidar dos dois amigos dele. Claro que nada era de graça. A gente se divertiu pra caralho, nos encheram todas e voltamos pra casa. Ela mais feliz que eu. Tomamos um banho juntas e combinamos de nos ver outro dia. Depois veio a reunião com a Mariel, com quem a Susana se deu super bem desde o começo. E, como eu imaginava, ela nos convidou pra festa que o velho dava naquele sábado, onde eu já sabia que iam ter muitos caras. E como a Susy era nova, ela seria a que mais ia receber. O problema era como ir com ela — convencer o Juan não ia ser fácil. Foi aí que a gente descobriu que a Mariel também comia o Juancito. A Susana não acreditava que ele era corno também. Ficou bem puta, porque segundo ela não era comum ele trepar com outros homens, mas depois criou coragem e decidiu ir pra festa, onde seria a estrela puta de todos. Agora sim eu tinha competição. A Mariel ficou de entreter o Juan — passaria a noite de sábado com ele — e a gente iria pra festinha do velho, onde teria pica à vontade. Fomos com a Mariel, que nos acompanhou pra depois encontrar o Juan. Antes passamos na casa dela, onde nos produzimos como putas de programa. Não dava pra sair de casa daquele jeito. Chegamos e o velho nos recebeu com entusiasmo: "Puta nova, que delícia, vamos nos divertir pra caralho", ele disse. Me senti muito lisonjeada, embora não tenha gostado muito de deixar de ser a estrela da noite. E pra Pior que a Ana não tava, a gorda peituda que todo mundo humilhava, na hora entendi que esse papel era meu. Susana já era vítima do velho e dos amigos dele, enquanto eu com os caras tava tomando umas cervejas e petiscando alguma coisa. Sem perceber, já tinha mão pra todo lado e depois do baseado já me levaram pro quarto. Bateu um tesão de ser transformada na peituda da Ana, e mesmo não querendo, não parava de me sentir ela rodeada de tanta rola. Por horas me comeram por onde queriam, nunca me deram tempo de me despir, eles tinham tesão em me comer de minissaia. Eram sete paus só pra mim, que se revezavam pra me comer. Pedi uma pausa, tava com sede e queria cerveja, aí consegui tirar a saia, coisa que zoaram pra caralho antes de continuar me comendo e perguntando sobre meu namorado. Depois do segundo baseado, só queria continuar trepando. Já tava amanhecendo e eles tavam cansados, então me colocaram de quatro no meio das pernas do mais moreno, que tive que chupar o pau dele.
Essa putinha quer mais pica, que o sultão arrebente a buceta dela e a transforme numa puta igual a anita.
Quis me soltar, mas não me deixaram, talvez por estar desejando, não ofereci muita resistência. A humilhação já tinha sido gostosa. Senti o Sultan lambendo meu cu e usei a palavra: buceta. Supliquei pra tirarem, mas sem convicção nenhuma. Queria saber o que a Ana sentia quando faziam com ela. Não demorou muito pra ele subir em cima de mim. Dava pra ver que o Sultan tinha muita experiência. Ele esfregava o pau quente na minha xota e no meu cu. Na hora, só pedia pra ele arrebentar minha buceta, mas um filho da puta, morrendo de rir, encostou o pau no meu cuzinho e não me deu tempo de nada. Na mesma hora, tava tudo dentro, enquanto todo mundo olhava e ria de como aquele cachorro tava arrombando meu cu, enquanto eu, derrotada, continuava chupando o pau do moreno que me segurava. Ele me comeu com uma força incrível, me fazendo gozar como nunca, e acabei me mijando toda enquanto o cachorro ainda metia em mim. Foram minutos intermináveis e, finalmente, o Sultan, metendo até as bolas, encheu meu cu de porra. Sentir aquela porra batendo dentro de mim foi morbidamente humilhante, ainda mais quando ele tentou tirar do meu cu. O pau dele tinha travado lá dentro, e todo mundo comemorou. Eles sabiam o que ia acontecer e me falaram.
Calma, vadia, agora o sultão vai te deixar toda arrebentada, rebola essa bunda assim que ele não quer tirar.
Não sabia se devia dar bola ou não, mas por via das dúvidas tentei me mexer, mas o Sultan só queria tirar ela e quando conseguiu, explodiu meu cu. Não deu pra evitar um grito de dor que eles comemoraram. Fiquei largada no colchão com uma puta dor no cu, senti a porra do Sultan escorrendo e, apesar de tudo, era um puta alívio. Tudo tinha acabado. Na hora me botaram pra chupar pica e, conforme iam endurecendo, iam metendo na minha buceta. Depois de um tempo perguntaram se eu queria mais rola, falei que já tinha sido demais. Trouxeram o Sultan de novo e disseram que eu tinha que dar um segundo round com ele. Eu quase não conseguia me mexer e implorei pra não fazerem aquilo, não adiantou nada. Botaram ele em cima de mim, mas por sorte minha o cachorro não tava de pau duro. Um deles trouxe mais cerveja com leite, tomei e percebi que só tinha dois caras ali. Me ajudaram a levantar e me levaram pro banheiro, onde consegui tomar um banho. Trouxeram minha saia e saí de lá como pude. Encontrei a Susana, que tava melhor que eu, por sorte, e fomos embora de Mariel, onde trocamos de roupa e cada uma foi pra sua casa, sabendo que nossos homens iam continuar em Mariel.
2 comentários - Cornos do meu namorado: festa com a cunhada
Me vuelve loco esta saga