Oi, meu nome é Beth e também tenho uma história com o Carlos, mas primeiro vou falar da minha história com a ninfomania antes de contar sobre meu relacionamento com ele. Fui diagnosticada com ninfomania desde os 14 anos, durante o ensino médio, depois que minha primeira vez foi com 5 caras do terceiro ano.
Essa era eu no ensino médio. Desde os 12 anos, me desenvolvi muito rápido. Minhas coxas e minha bunda já eram super atraentes e incomuns pra uma garota de 14 anos. Minha personalidade tímida e minha cara de anjo inocente eram a isca perfeita pros garotos do ensino médio, sempre tarados e imaturos, especialmente 5 idiotas que, durante o recreio, viviam me enchendo o saco. Nunca entendi por que eu, até que um dia aconteceu e eu entendi tudo.
Numa manhã, durante o recreio, os mesmos 5 vieram me procurar e falaram comigo. Puxaram meu cabelo com muita força e me levaram pra parte de trás da escola. Até hoje não entendo como ninguém conseguiu nos ver, já que quase me arrastaram pelo pátio inteiro.
Quando chegamos lá, enquanto eu ainda tentava me soltar e me mexia pra eles me largarem, vi um deles dar umas notas pro zelador pra deixar eles usarem a sala de limpeza. Como ficava longe do pátio e das salas, era o lugar perfeito pra eles me comerem quantas vezes quisessem.
Claro que, nesse ponto, eu não entendia o que eles queriam de mim, o que iam fazer comigo. Mas não demorou muito pra eu entender. Eles me meteram na sala e trancaram a porta. Me jogaram no chão e eu caí de joelhos. Um deles começou a gravar com o celular e apoiou ele num lugar onde desse pra ver a cena toda. Eles se aproximaram e começaram a tirar minha roupa. Quando fiquei completamente pelada, os 5 puxaram o pau pra fora. Todos eram diferentes: tamanho, forma, textura, até o cheiro era diferente. Enfiaram eles tão perto da minha cara que, sem perceber, eu já tinha dois na boca, um em cada mão, e o amigo que sobrou ficou me apalpando por trás enquanto esfregava o pau dele na minha bunda toda.
Eles não pararam de usar minha boca e minhas mãos até todos gozarem. E, claro, cada um deles jogou o esperma na minha cara e na minha boca. Eu mal conseguia abrir os olhos quando, de repente, me levantaram entre todos e apoiaram metade do meu corpo de bruços em... a mesa deixando minha bunda, minhas pernas e minha buceta expostas. Os idiotas fizeram um pedra, papel e tesoura pra decidir quem ia meter o pau em mim primeiro, eu sem me mexer e com a cabeça a mil, só senti um empurrãozinho e o peso de um homem em cima do meu corpo todo, uma vez e outra, metendo e tirando sem parar, o pau dele escorregava e entrava como se fosse nada, eu sabia que ele tava ali, me comendo com tudo, mas não conseguia sentir nada, nem prazer, mas também não me incomodava, era uma sensação tão estranha. No final, os 5 acabaram me penetrando por todos os lados, não deixaram um buraco sequer sem encher, gozaram tantas vezes dentro e em cima de mim que o cheiro de porra era tão forte que era impossível não perceber. Quando ficaram satisfeitos, me largaram lá jogada e foram embora, mas antes me avisaram que se eu ousasse contar pra alguém, iam espalhar aquele vídeo pela escola inteira. No mesmo dia voltei pra casa, já era tarde e meu vizinho (que me pegava junto com a filha dele porque meus pais trabalham o dia todo) ligou pros meus pais pra dizer que eu não tinha saído e que não sabiam onde eu tava. Meu horário de saída era 2:30 e esses caras terminaram de me comer e encher até umas 4 e pouco, pelo que lembro, então voltei sozinha e claro que meus pais estavam muito preocupados e notaram meu cabelo duro, minha roupa rasgada e o cheiro forte de porra, além das várias marcas e chupões no meu corpo. Naquele dia descobri minha sexualidade, perdi minha virgindade, fiz exames e me diagnosticaram com ninfomania. Meus pais processaram os caras e eles foram expulsos da escola, mas não sem antes espalharem meu vídeo.
Porém, nada melhorou depois daquele dia. Meus pais, de boa fé, contaram aos professores sobre minha situação, sobre minha ninfomania. Também contaram aos vizinhos, o pai da minha melhor amiga na época, que todo dia vinha nos buscar, sabia que meus pais trabalhavam o dia inteiro, então depois de comer na casa dele, ele dizia pra família que ia sair, mas na verdade só vinha na minha casa, sempre com uma desculpa. Na primeira vez, disse que meus pais tinham pedido algo e que ele ia deixar lá. Eu aceitei, e assim que teve oportunidade, ele me pegou à força, abaixou minha calça e começou a me penetrar sem hesitar. Ele dizia que já sabia que eu era uma puta viciada em pinto, que sabia que eu sempre olhava pra ele com desejo, que era só pedir que ele mesmo me dava a pica que eu tanto gostava. Acho que era a mentira que ele contava pra si mesmo pra não encarar a realidade de estuprar uma menina de 14 anos. Fez a mesma coisa muitas vezes, sempre gozava dentro de mim com aquele mesmo pinto pequeno mas grosso, sem depilar. Às vezes tinha a cara de pau de tomar banho na minha casa e pedir pra eu tomar banho com ele e limpar os restos de porra que ficavam no pau dele. Como eu odiava transar com o pai da minha amiga, às vezes eu fugia da escola ou não chegava em casa o dia inteiro. Numa dessas vezes, um professor me encontrou vagando pela escola, me xingou e disse que eu não devia fazer aquilo, que eu tinha que ficar em casa, e amavelmente se ofereceu pra me levar pra casa. Claro que tudo era mentira... Todos os professores sabiam da minha ninfomania, às vezes eu percebia como me olhavam com desejo ou até se insinuavam pra mim. Alguns me davam mais atenção do que o normal e me ameaçavam de reprovar na matéria. O professor Hilberto, que se ofereceu pra me levar pra casa, de repente estacionou num lugar deserto, e sem avisar, tirou o pinto pra fora e com força aproximou minha cabeça do membro dele pra eu chupar. Sem poder recusar, só obedeci enquanto ele... Eu apalpava minha bunda e enfiava os dedos na minha buceta. Quando gozou na minha boca, ele mandou eu parar e disse que ia avisar meus pais que, a partir de agora, ele seria meu tutor particular e me daria aulas especiais. Claro que isso era só uma desculpa pra poder me foder à vontade, com o consentimento total dos meus pais. E foi assim: todo fim de semana, das 2 em ponto até as 4, meus pais me levavam na casa dele, ele me comia até ficar satisfeito, e meus pais me buscavam.
O professor contou pros outros colegas. Os outros professores pagavam pra ele deixar eles me foderem, e em troca me passavam com nota 10 em todas as matérias. Vinham meter em mim até professores que nem davam aula pra mim, mas não iam perder a chance de comer a putinha ninfomaníaca de 14 anos.
Quando o boato se espalhou, chegou aos ouvidos do diretor, que nos chamou pra depor tudo na frente dele. Pensei que era minha chance de me livrar daquela bola de velhos tarados. Mas meu suposto tutor me ofereceu como pagamento. Ele disse pro diretor que eu chuparia ele sempre que quisesse, em troca de ele não contar nada. Claro que ele aceitou, e eu comecei a chupar ele debaixo da mesa, sem ninguém perceber. Mas ele nunca ficava satisfeito só com uma chupada, então eu me levantava, me jogava em cima da mesa, levantava minha saia, ele abaixava o zíper e metia sem piedade nem delicadeza.
Mais de uma vez eu recebia uma chamada do diretor que a escola inteira ouvia, só porque o senhor diretor tava de pau duro e eu era o depósito de porra dele. Mais de uma vez a secretária nos pegou transando, mas nunca disse ou fez nada sobre isso.
Assim foram meus tempos de ensino médio. Por dois anos, fui o objeto sexual dos professores e do meu vizinho. Cada um deles gozava dentro de mim sem piedade ou consideração. A pílula do dia seguinte era meu pão de cada dia, e eu nunca reclamei. Só esperei. Pacientemente saindo do ensino médio, a ninfomania, ao contrário do que todo mundo pensa, não significa sentir prazer no sexo. É mais como uma droga viciante que meu corpo pedia o tempo todo, mas nunca senti nem um pingo de prazer quando aqueles porcos abusavam de mim. Pelo menos, não até ele chegar. Carlos foi meu anjo e também um demônio que arruinou minha vida, mas deu cor a ela como ninguém jamais tinha conseguido. — Vou terminar esse depoimento aqui porque já é tarde e ficou extremamente longo. O relato dessa garota é muito, muito longo e conta a vida dela no ensino médio, no colégio e quando finalmente conheceu o Carlos. Se quiserem que eu poste a próxima parte, comentem e deem pontos.
Essa era eu no ensino médio. Desde os 12 anos, me desenvolvi muito rápido. Minhas coxas e minha bunda já eram super atraentes e incomuns pra uma garota de 14 anos. Minha personalidade tímida e minha cara de anjo inocente eram a isca perfeita pros garotos do ensino médio, sempre tarados e imaturos, especialmente 5 idiotas que, durante o recreio, viviam me enchendo o saco. Nunca entendi por que eu, até que um dia aconteceu e eu entendi tudo.Numa manhã, durante o recreio, os mesmos 5 vieram me procurar e falaram comigo. Puxaram meu cabelo com muita força e me levaram pra parte de trás da escola. Até hoje não entendo como ninguém conseguiu nos ver, já que quase me arrastaram pelo pátio inteiro.
Quando chegamos lá, enquanto eu ainda tentava me soltar e me mexia pra eles me largarem, vi um deles dar umas notas pro zelador pra deixar eles usarem a sala de limpeza. Como ficava longe do pátio e das salas, era o lugar perfeito pra eles me comerem quantas vezes quisessem.
Claro que, nesse ponto, eu não entendia o que eles queriam de mim, o que iam fazer comigo. Mas não demorou muito pra eu entender. Eles me meteram na sala e trancaram a porta. Me jogaram no chão e eu caí de joelhos. Um deles começou a gravar com o celular e apoiou ele num lugar onde desse pra ver a cena toda. Eles se aproximaram e começaram a tirar minha roupa. Quando fiquei completamente pelada, os 5 puxaram o pau pra fora. Todos eram diferentes: tamanho, forma, textura, até o cheiro era diferente. Enfiaram eles tão perto da minha cara que, sem perceber, eu já tinha dois na boca, um em cada mão, e o amigo que sobrou ficou me apalpando por trás enquanto esfregava o pau dele na minha bunda toda.
Eles não pararam de usar minha boca e minhas mãos até todos gozarem. E, claro, cada um deles jogou o esperma na minha cara e na minha boca. Eu mal conseguia abrir os olhos quando, de repente, me levantaram entre todos e apoiaram metade do meu corpo de bruços em... a mesa deixando minha bunda, minhas pernas e minha buceta expostas. Os idiotas fizeram um pedra, papel e tesoura pra decidir quem ia meter o pau em mim primeiro, eu sem me mexer e com a cabeça a mil, só senti um empurrãozinho e o peso de um homem em cima do meu corpo todo, uma vez e outra, metendo e tirando sem parar, o pau dele escorregava e entrava como se fosse nada, eu sabia que ele tava ali, me comendo com tudo, mas não conseguia sentir nada, nem prazer, mas também não me incomodava, era uma sensação tão estranha. No final, os 5 acabaram me penetrando por todos os lados, não deixaram um buraco sequer sem encher, gozaram tantas vezes dentro e em cima de mim que o cheiro de porra era tão forte que era impossível não perceber. Quando ficaram satisfeitos, me largaram lá jogada e foram embora, mas antes me avisaram que se eu ousasse contar pra alguém, iam espalhar aquele vídeo pela escola inteira. No mesmo dia voltei pra casa, já era tarde e meu vizinho (que me pegava junto com a filha dele porque meus pais trabalham o dia todo) ligou pros meus pais pra dizer que eu não tinha saído e que não sabiam onde eu tava. Meu horário de saída era 2:30 e esses caras terminaram de me comer e encher até umas 4 e pouco, pelo que lembro, então voltei sozinha e claro que meus pais estavam muito preocupados e notaram meu cabelo duro, minha roupa rasgada e o cheiro forte de porra, além das várias marcas e chupões no meu corpo. Naquele dia descobri minha sexualidade, perdi minha virgindade, fiz exames e me diagnosticaram com ninfomania. Meus pais processaram os caras e eles foram expulsos da escola, mas não sem antes espalharem meu vídeo.
Porém, nada melhorou depois daquele dia. Meus pais, de boa fé, contaram aos professores sobre minha situação, sobre minha ninfomania. Também contaram aos vizinhos, o pai da minha melhor amiga na época, que todo dia vinha nos buscar, sabia que meus pais trabalhavam o dia inteiro, então depois de comer na casa dele, ele dizia pra família que ia sair, mas na verdade só vinha na minha casa, sempre com uma desculpa. Na primeira vez, disse que meus pais tinham pedido algo e que ele ia deixar lá. Eu aceitei, e assim que teve oportunidade, ele me pegou à força, abaixou minha calça e começou a me penetrar sem hesitar. Ele dizia que já sabia que eu era uma puta viciada em pinto, que sabia que eu sempre olhava pra ele com desejo, que era só pedir que ele mesmo me dava a pica que eu tanto gostava. Acho que era a mentira que ele contava pra si mesmo pra não encarar a realidade de estuprar uma menina de 14 anos. Fez a mesma coisa muitas vezes, sempre gozava dentro de mim com aquele mesmo pinto pequeno mas grosso, sem depilar. Às vezes tinha a cara de pau de tomar banho na minha casa e pedir pra eu tomar banho com ele e limpar os restos de porra que ficavam no pau dele. Como eu odiava transar com o pai da minha amiga, às vezes eu fugia da escola ou não chegava em casa o dia inteiro. Numa dessas vezes, um professor me encontrou vagando pela escola, me xingou e disse que eu não devia fazer aquilo, que eu tinha que ficar em casa, e amavelmente se ofereceu pra me levar pra casa. Claro que tudo era mentira... Todos os professores sabiam da minha ninfomania, às vezes eu percebia como me olhavam com desejo ou até se insinuavam pra mim. Alguns me davam mais atenção do que o normal e me ameaçavam de reprovar na matéria. O professor Hilberto, que se ofereceu pra me levar pra casa, de repente estacionou num lugar deserto, e sem avisar, tirou o pinto pra fora e com força aproximou minha cabeça do membro dele pra eu chupar. Sem poder recusar, só obedeci enquanto ele... Eu apalpava minha bunda e enfiava os dedos na minha buceta. Quando gozou na minha boca, ele mandou eu parar e disse que ia avisar meus pais que, a partir de agora, ele seria meu tutor particular e me daria aulas especiais. Claro que isso era só uma desculpa pra poder me foder à vontade, com o consentimento total dos meus pais. E foi assim: todo fim de semana, das 2 em ponto até as 4, meus pais me levavam na casa dele, ele me comia até ficar satisfeito, e meus pais me buscavam.O professor contou pros outros colegas. Os outros professores pagavam pra ele deixar eles me foderem, e em troca me passavam com nota 10 em todas as matérias. Vinham meter em mim até professores que nem davam aula pra mim, mas não iam perder a chance de comer a putinha ninfomaníaca de 14 anos.
Quando o boato se espalhou, chegou aos ouvidos do diretor, que nos chamou pra depor tudo na frente dele. Pensei que era minha chance de me livrar daquela bola de velhos tarados. Mas meu suposto tutor me ofereceu como pagamento. Ele disse pro diretor que eu chuparia ele sempre que quisesse, em troca de ele não contar nada. Claro que ele aceitou, e eu comecei a chupar ele debaixo da mesa, sem ninguém perceber. Mas ele nunca ficava satisfeito só com uma chupada, então eu me levantava, me jogava em cima da mesa, levantava minha saia, ele abaixava o zíper e metia sem piedade nem delicadeza.
Mais de uma vez eu recebia uma chamada do diretor que a escola inteira ouvia, só porque o senhor diretor tava de pau duro e eu era o depósito de porra dele. Mais de uma vez a secretária nos pegou transando, mas nunca disse ou fez nada sobre isso.
Assim foram meus tempos de ensino médio. Por dois anos, fui o objeto sexual dos professores e do meu vizinho. Cada um deles gozava dentro de mim sem piedade ou consideração. A pílula do dia seguinte era meu pão de cada dia, e eu nunca reclamei. Só esperei. Pacientemente saindo do ensino médio, a ninfomania, ao contrário do que todo mundo pensa, não significa sentir prazer no sexo. É mais como uma droga viciante que meu corpo pedia o tempo todo, mas nunca senti nem um pingo de prazer quando aqueles porcos abusavam de mim. Pelo menos, não até ele chegar. Carlos foi meu anjo e também um demônio que arruinou minha vida, mas deu cor a ela como ninguém jamais tinha conseguido. — Vou terminar esse depoimento aqui porque já é tarde e ficou extremamente longo. O relato dessa garota é muito, muito longo e conta a vida dela no ensino médio, no colégio e quando finalmente conheceu o Carlos. Se quiserem que eu poste a próxima parte, comentem e deem pontos.
2 comentários - Aprovechándose de mi ninfomanía- secundaria