Antes de tudo, muito obrigado pelo apoio na primeira parte. Dessa vez vou ser um pouco mais rápido, as cartas já estão na mesa. Depois do término com o Roberto, minha mãe teve uma fase tranquila, se dedicava mais à casa e a mim. É que vejam só, sou fã e jogador de Yu-Gi-Oh! (não sou muito bom, haja), e por isso, dos 15 aos 16 anos, ia muito a torneios locais onde me destruíam, mas ela me acompanhava, me incentivava e bancava todas as compras de cartas. E em determinado momento, digamos que... hmm, ela era mais bem recebida do que eu. Imaginem só aquele lugar cheio de virjões como eu, vendo entrar o que era uma MILF em potencial. E apesar da idade e do porte físico, ela parecia bem jovial, já tinha parado de usar maquiagem e roupas tipo couro ou botas. Agora era só uma mulher de jeans ou moletom e blusa. Talvez só a voz, que é bem potente, entregasse a idade, mas fora isso, parecia mais uma fã. Tanto que vários donos de lojas a convidavam pra eventos, seja como animadora, cosplayer, host, etc., etc., etc. E eu, como sempre, deixado de lado — bom, só quando ela estava. Às vezes ela aceitava e não rolava nada, porque acho que fazia mais por mim. No fundo, sei que achava aquilo ridículo. Nessa época, ela já tinha mudado de emprego e agora era conferente num armazém (pra quem entende, já sabe o que acontece quando uma mulher entra num lugar desses). Ela começou a se vestir de um jeito mais "industrial", porque o conjunto de camisa de manga longa, jeans e bota de segurança já era o uniforme diário. E mesmo assim, continuava linda, poderosa e dominante com seu 1,75m e o corpo robusto e bem definido. Querendo ou não, era a inspiração de mais de uma punheta. Nessa época, as conversas já eram mais abertas e liberais. Foi quando um dia, do nada, puxei o assunto do meu pai e o motivo dele ter ido embora. Começamos a conversar e a beber, e foi aí que ela se abriu e confessou que, embora meu pai fosse amoroso, inteligente, capaz, muito atencioso e divertido, o ponto fraco dele... Foi a insegurança dele, porque sempre dava conta do recado na cama, mas quando ele via minha mãe gozar ou gemer sem controle de prazer, ele se assustava e até ficava bravo, porque segundo ele, isso era coisa de puta e ele não gostava (que idiota, hein). E nem se fala da fantasia da minha mãe sobre sexo anal, ela queria muito, mas ele sempre negava, com medo de que ela se "liberasse" e virasse adúltera, haja. Eu, como um bom idiota, tentei continuar a conversa e comecei a contar sobre meus romances e como todos fracassavam, porque, vejam bem, apesar do meu 1,80 e da minha pele morena, costumo ser bem meigo e meloso, algo chocante, eu sei, não sou o macho dominante. E foi justamente naquela noite que ela me contou que depois do Roberto vieram mais, alguns casuais, outros casos curtos, e até teve uns relâmpagos. Aos poucos, fui me tornando o confidente dela, porque os caras com quem ela saía pouco ou nada se interessavam em ouvi-la além do próprio umbigo. Então, daí saíram os relatos seguintes, curtos ou divagantes, mas bem tarados. Episódio Memórias. Não demorou muito para que os colegas do novo trabalho dela começassem a convidar para um refri, um cigarro, um café, etc. Claro, todos pegaram o WhatsApp e o Facebook dela, e foi aí que ela teve vários "namorados" que ela não levava a sério, porque sabia que eles só queriam algo rápido e pronto, e ela também, já que não tava nem aí pra namorados ou relacionamentos estáveis, só queria saciar as necessidades dela. Foi daí que brotou a sede de sexo casual. Foram várias vezes em que, saindo do trabalho, ela ia pra um hotel se acabar, e nem sempre era com o mesmo cara. E de certa forma, não dava escândalo, porque a maioria dos amantes dela era casada e tinha família, então a discrição vinha dos dois lados. Depois, já mais experiente nesse mundo, ela começou a pedir uma certa grana como "presente" ou compensação, e os colegas ficavam felizes em pagar. Aqui se destacam dois caras, Mário e Carlos, que, nas palavras da minha mãe, eram uns putos sem-vergonha, sem respeito e Sem-vergonhas que comiam ela como ninguém, sem medo nenhum e tratavam ela pelo que ela era: uma mulher insaciável. Não tinha rodeios nem falsidade de amor, só duas pessoas atrás de sexo bom e pronto, ambos com atributos bem alfas, mais de 1,80, morenos claros, um deles bem fortão e o outro bem magro mas muito musculoso e, claro, seus 20 cm ou mais, violentos mas honestos.
**Mario.** A primeira vez que ela ficou com ele foi daquelas vezes que ela mesma se surpreendeu, porque mal chegaram no hotel e depois de uns beijos, ele arrancou a camisa e o sutiã dela e a ajoelhou pra chupar o pau bem dotado dele, a ponto de engasgar ela várias vezes, só pra depois despir ela completamente e colocar ela de quatro pra soltar toda a força dele. Os minutos pareciam eternos, eram estocadas sem parar por uns 10 ou 15 minutos, acompanhadas de cusparadas, tapas, enforcamentos e, claro, insultos: "gorda vadia", "porca", "você é uma putinha", "santa slut". E ela, que perdia o controle do corpo, só respondia por reflexo, só pra depois ele colocar ela de quatro e arrebentar o cu dela. Foi aí que ela perdeu muita vergonha, porque depois de vários minutos, o pau do Mario já saiu com cocô da minha mãe. Ela, que naquele momento queria parar tudo, só se via contra um tapa dele, que em seguida beijava ela e calava a boca enfiando a língua até a garganta e passando os lábios por todo o rosto dela. Imaginem só a cena: um quarto cheio de gemidos e sons de pele batendo, com fluidos pra todo lado e o toque mágico, o cheiro característico de merda misturado com o perfume dos dois, e ele gozando a jorros dentro do cu dela enquanto, com um tom amoroso, dizia que amava ela, só pra depois ficarem grudados enquanto o êxtase passava. E cada encontro era mais sádico e morbidamente excitante que o anterior.
**Carlos.** Podemos dizer mais do mesmo, claro. Carlos é mais forte e mais bruto, com uma rola bem grossa e lisa, igualmente intenso, mas mais brincalhão e mais fetichista. Sendo comum que, depois de esquentar ela bem, Depois das fodas, ela fazia ela sofrer só roçando a cabeça na entrada da buceta dela, e minha mãe, já com tesão, queria ser penetrada. Depois vinham os consolos e dildos tamanho jumbo, que ela usava tão rápido que fazia minha mãe gozar super rápido, deixando um baita buraco na buceta dela, ou enfiando vários de uma vez. Sem falar no fetiche dela por salto alto, a ponto de dar vários pares pra ela usar enquanto transavam. E a gente conversava sobre tudo isso de um jeito tão natural que eu ficava com muita vergonha, porque eu só soltava elogios bestas tipo "nossa, você é muito gostosa", "você tem uns peitões lindos", "sinceramente, isso me irrita, mãe", etc. As rapidinhas não passavam de boquetes em festas ou até no próprio depósito, em pontos cegos das câmeras de segurança, e claro, levando um extra que chegava a uns 5 mil pesos mexicanos por semana. Tudo começou a acabar quando ela se envolveu com o chefe dela, o gerente de compras da empresa e, por consequência, chefe direto dela. Um cara bem educado, mas que caiu no encanto da minha mãe. Casado e com três filhos, com seus 30 anos, foi se enroscar com minha mãe gostosa. No começo, eram só saídas pra comer ou conversar, não tinha muito sexo, porque ele parecia mais encantado do que atraído. Ele foi o melhor de todos, porque sem falta, a cada quinzena, dava até 15 mil pesos pra ela não largar ele, e minha mãe adorava. Lembra que eram os peitos dela que ele amava? Ele teve a chance de conhecer a esposa dele, uma mulher muito bonita, mas bem magra e com pouco peito. Por isso, a atividade favorita dele era chupar os peitos da minha mãe, apertar, morder e sacudir. Tudo acabou quando ele descobriu que minha mãe era o saco de porra dos subordinados dele. Mas longe de ficar puto ou dificultar a vida dela, ele tomou a decisão de pedir ela em casamento e ir morar junto. Claro que minha mãe recusou, porque uma coisa era uma aventura, outra era falar de casamento, que ela não tava procurando. Então, foi melhor terminar. relacionamento e pediu demissão do emprego. Como resultado daquelas "noitadas", arrumou nossa casa muito bonita, nós dois andávamos bem vestidos, tínhamos uma boa poupança e, numa espécie de pechincha, conseguimos uma caminhonete Ford Explorer linda. Entre risadas e bebendo cerveja, as conversas foram cada vez mais pavimentando o caminho para o que hoje é nossa história de amor. Então, amigos, aqui vai mais uma parte. Vale mencionar que nos próximos capítulos começa a parte boa, embora também tenha escorregadas, mas enfim. Gostaria que comentassem, agradeço os pontos e as visualizações, mas gostaria mais que opinassem sobre isso na seção de comentários, por favor, adoraria ler vocês. Deixo aqui o título das próximas partes: III Entremeio (curto), IV Uma pausa de tudo, V Começamos sem querer, VI Como mudou minha vida pessoal, social e profissional (curto), VII Condições e regras (curto), VIII O auge do nosso relacionamento, IX A amiga dela, uma madura de alto escalão, X Isso está saindo do controle, XI A vida cotidiana como casal da minha mãe (curto), XII Possível revelação do nosso círculo social sobre nosso relacionamento. Todas as minhas experiências estão nos meus diários, que tenho que resumir e redigir para dar sentido. Agradeço a paciência. Bom, deixo mais fotos, espero que gostem. Boa noite.


**Mario.** A primeira vez que ela ficou com ele foi daquelas vezes que ela mesma se surpreendeu, porque mal chegaram no hotel e depois de uns beijos, ele arrancou a camisa e o sutiã dela e a ajoelhou pra chupar o pau bem dotado dele, a ponto de engasgar ela várias vezes, só pra depois despir ela completamente e colocar ela de quatro pra soltar toda a força dele. Os minutos pareciam eternos, eram estocadas sem parar por uns 10 ou 15 minutos, acompanhadas de cusparadas, tapas, enforcamentos e, claro, insultos: "gorda vadia", "porca", "você é uma putinha", "santa slut". E ela, que perdia o controle do corpo, só respondia por reflexo, só pra depois ele colocar ela de quatro e arrebentar o cu dela. Foi aí que ela perdeu muita vergonha, porque depois de vários minutos, o pau do Mario já saiu com cocô da minha mãe. Ela, que naquele momento queria parar tudo, só se via contra um tapa dele, que em seguida beijava ela e calava a boca enfiando a língua até a garganta e passando os lábios por todo o rosto dela. Imaginem só a cena: um quarto cheio de gemidos e sons de pele batendo, com fluidos pra todo lado e o toque mágico, o cheiro característico de merda misturado com o perfume dos dois, e ele gozando a jorros dentro do cu dela enquanto, com um tom amoroso, dizia que amava ela, só pra depois ficarem grudados enquanto o êxtase passava. E cada encontro era mais sádico e morbidamente excitante que o anterior.
**Carlos.** Podemos dizer mais do mesmo, claro. Carlos é mais forte e mais bruto, com uma rola bem grossa e lisa, igualmente intenso, mas mais brincalhão e mais fetichista. Sendo comum que, depois de esquentar ela bem, Depois das fodas, ela fazia ela sofrer só roçando a cabeça na entrada da buceta dela, e minha mãe, já com tesão, queria ser penetrada. Depois vinham os consolos e dildos tamanho jumbo, que ela usava tão rápido que fazia minha mãe gozar super rápido, deixando um baita buraco na buceta dela, ou enfiando vários de uma vez. Sem falar no fetiche dela por salto alto, a ponto de dar vários pares pra ela usar enquanto transavam. E a gente conversava sobre tudo isso de um jeito tão natural que eu ficava com muita vergonha, porque eu só soltava elogios bestas tipo "nossa, você é muito gostosa", "você tem uns peitões lindos", "sinceramente, isso me irrita, mãe", etc. As rapidinhas não passavam de boquetes em festas ou até no próprio depósito, em pontos cegos das câmeras de segurança, e claro, levando um extra que chegava a uns 5 mil pesos mexicanos por semana. Tudo começou a acabar quando ela se envolveu com o chefe dela, o gerente de compras da empresa e, por consequência, chefe direto dela. Um cara bem educado, mas que caiu no encanto da minha mãe. Casado e com três filhos, com seus 30 anos, foi se enroscar com minha mãe gostosa. No começo, eram só saídas pra comer ou conversar, não tinha muito sexo, porque ele parecia mais encantado do que atraído. Ele foi o melhor de todos, porque sem falta, a cada quinzena, dava até 15 mil pesos pra ela não largar ele, e minha mãe adorava. Lembra que eram os peitos dela que ele amava? Ele teve a chance de conhecer a esposa dele, uma mulher muito bonita, mas bem magra e com pouco peito. Por isso, a atividade favorita dele era chupar os peitos da minha mãe, apertar, morder e sacudir. Tudo acabou quando ele descobriu que minha mãe era o saco de porra dos subordinados dele. Mas longe de ficar puto ou dificultar a vida dela, ele tomou a decisão de pedir ela em casamento e ir morar junto. Claro que minha mãe recusou, porque uma coisa era uma aventura, outra era falar de casamento, que ela não tava procurando. Então, foi melhor terminar. relacionamento e pediu demissão do emprego. Como resultado daquelas "noitadas", arrumou nossa casa muito bonita, nós dois andávamos bem vestidos, tínhamos uma boa poupança e, numa espécie de pechincha, conseguimos uma caminhonete Ford Explorer linda. Entre risadas e bebendo cerveja, as conversas foram cada vez mais pavimentando o caminho para o que hoje é nossa história de amor. Então, amigos, aqui vai mais uma parte. Vale mencionar que nos próximos capítulos começa a parte boa, embora também tenha escorregadas, mas enfim. Gostaria que comentassem, agradeço os pontos e as visualizações, mas gostaria mais que opinassem sobre isso na seção de comentários, por favor, adoraria ler vocês. Deixo aqui o título das próximas partes: III Entremeio (curto), IV Uma pausa de tudo, V Começamos sem querer, VI Como mudou minha vida pessoal, social e profissional (curto), VII Condições e regras (curto), VIII O auge do nosso relacionamento, IX A amiga dela, uma madura de alto escalão, X Isso está saindo do controle, XI A vida cotidiana como casal da minha mãe (curto), XII Possível revelação do nosso círculo social sobre nosso relacionamento. Todas as minhas experiências estão nos meus diários, que tenho que resumir e redigir para dar sentido. Agradeço a paciência. Bom, deixo mais fotos, espero que gostem. Boa noite.



3 comentários - História de amor com minha mãe II