Estivemos em Resistência-Chaco, todas as minhas colegas, a equipe de manutenção, logística, mecânica e todo o resto.
Vencemos, e ainda fizemos a dobradinha porque o Matías conseguiu o primeiro lugar, e o Mariano chegou em segundo. Isso nos deu mais que motivos pra comemorar pra caralho. A gente sempre faz isso, ainda mais agora que estamos vivendo um puta momento bom, dada a diferença de desempenho dos nossos fodões Toyotas.
Combinamos pras 23h, na barraca grande perto do trailer principal, então resolvemos com as minas que, apesar dos dias puxados que a gente viveu, a gente ia estar lá pra homenagear nossos vencedores.
Saí do hotel onde a gente tava hospedado já depois das 23h, e por pura sorte, o Leo, da manutenção, tava passando e se ofereceu pra me levar na motona nova dele, já que o autódromo é meio longe. Foi um parto me acomodar no banco, porque a minissaia curta que eu tinha vestido não escondia nada naquela posição.
Chegamos, a escuridão reinava apesar de vários times ainda estarem arrumando a retirada, e só no nosso bunker tinha iluminação, música alta com um clima de festa evidente.
Na porta, a gente encontrou o Seba, que disse que já tavam esperando a gente lá dentro. Entramos, a música tomava conta do ambiente, as luzes cegavam a entrada mas não deixavam ver o interior, então meio no tato fomos avançando, eu bem coladinha no Leo.
Os sofás enormes e os sofás-cama estavam dispostos em círculo ao redor da mesinha de centro dobrável. Não vi minhas colegas, então pensei... ah, me adiantei demais. Logo de cara, Jorge me entregou um copo cheio, refrescante, delicioso, com um teor alcoólico bem elevado.
Fala aí pros outros três caras, Sergio, Manuel e Federico, perguntando como é que tão os outros.
— Estamos todos —disse Leo. A festa somos nós cinco e você.
- É uma piada, né?
- Não, de jeito nenhum…… é exatamente o que programamos.
Eu não saía do meu espanto, incrédula com o que tava vivendo, porque se fosse verdade, as minas não me avisaram que não vinham depois de terem dito pra eu não faltar, que nessas festas vinha todo mundo, chefes, pilotos, patrocinadores, todo mundo, todo mundo. Lá estavam os 5 caras e eu… sei lá, mas achei ridículo a gente se reunir pra comemorar só nós. Achei que era brincadeira e que o resto logo chegaria.
Nunca chegaram….. e em pouco tempo os caras estavam organizando uma sessão de fotos, me pedindo pra posar com eles, um por um…. Terminada a primeira rodada, vamos pra outra, mas dessa vez você tem que mostrar algo mais suculento, ou seja, deixar as tetas à mostra….
A primeira rodada de bebida já tinha passado, a segunda veio meio pesada, ainda mais pra mim que sou bem fraquinha... Então, bem alegre, estufei o peito pra primeira foto... Mas eles não se contentavam, queriam que eu fizesse sem sutiã, pra aparecer a mercadoria... Me virei, tirei o sutiã e a blusa deixava ver meus peitos, os bicos aparecendo... Aí eu falei: não peçam mais.
A primeira foto com o Seba foi de boa, com o Leo foi mais ousada, porque ele se colocou por trás, me envolvendo com as mãozonas dele nos meus peitos, na hora do flash... O Federico, mais atrevido, quis e conseguiu que meus peitos aparecessem nus junto com o rosto dele; o Manuel posou beijando um mamilo já durinho; por fim, o Sergio queria tirar minha minissaia, minissaia que depois de vários minutos de briga foi parar sei lá onde, pra eu posar com ele só de fio dental minúsculo. Eles comemoraram isso pra caralho.
Fica pelada…. Vai.
- Tu é doido, cara.
- É, a mina tá resistindo... então vamos dar uma lição nela pela desobediência... na sequência, eles vieram pra cima de mim, ignorando meus pedidos, tiraram meu sapato, minha calcinha fio dental, me deixando pelada, virando alvo de beijos, lambidas, tapinhas e todo tipo de apalpada pesada, cheia de putaria e sem respeito nenhum.
Os comentários, palavras e putarias que me falaram são típicas de moleques atrevidos, porque de gostosa vagabunda a deusa divina… Me chamaram de tudo.
- Talvez tenha sido a bebida, ou minha cabeça leve. Aquilo me pareceu uma brincadeira, só isso. Mas começou a ir cada vez mais longe, porque já mordiam meus mamilos, dedos entravam na minha buceta e até algum ousado meteu um dedo no meu cuzinho...
Baixaram um pouco a música, diminuíram as luzes, mas aumentaram as exigências, porque dançando em círculo, fui passando de braço em braço, percebendo que cada vez ficavam mais insistentes… a ponto de algum já tirar a rola e esfregar no meu corpo.
Ali eu entendi que a parada não ia ser fácil de lidar, porque eles não pareciam ter freio. Minha borracha moral já tava se desgastando, começando a perder fluido de freio, enquanto mais sucos apareciam na minha entreperna, fruto de um superaquecimento prematuro.
Decidi ir pros boxes, reduzi a velocidade, e perguntei pra eles
- Ei, o que vocês querem de mim.
- Queremos te comer

Bem fudidinha.
Foi como se tivessem me reabastecido, pneu novo e de volta pra pista… Porque saí arando e derrapando num mar de mãos e paus, chupando pra esquerda e pra direita.
Minha adicção a sexo oral foi totalmente satisfeita, porque foram cinco caras enfiando suas línguas na minha bucetinha, me fazendo soltar gritos de prazer.
Não saberia dizer quantas vezes chupei e chupei, nem em que ordem, só sei que logo estava ali, de quatro, sempre com uma rola dura me fazendo gemer quando entrava na minha buceta aberta, com alguma rola batendo nas minhas costas, sem nunca deixar de ter uma boa porção dentro da minha boca. Nunca tinha acontecido comigo, mas fiquei puta de repente, rebolando minhas curvas pra eles curtirem meu corpo, totalmente oferecida, pronta pra queimar etapas, volta após volta.
Senti minhas pernas ficarem mais moles a cada orgasmo violento, sugando minhas forças... Mas antes que a máquina parasse, um deles resolveu empurrar minha humanidade por trás, arrancando gritos furiosos de desespero ao sentir que estavam rasgando minha bunda. Sei que aquelas nádegas são as mais olhadas em cada corrida, que essa minha bunda é desejada por milhares, e agora estava sendo perfurada pelos caras da manutenção de um jeito brutal. O cano de escape às vezes é um elemento importante pra alcançar a satisfação.
Os tempos eram livres, não tinha cronômetro nem ordem, alguns saíam da pista rapidinho, outros davam voltas e mais voltas melhorando o desempenho.
A música era suave, as luzes eram as do amanhecer naquele circuito chaqueño, eles exaustos, satisfeitos, mas sempre carinhosos, me tratando com delicadeza… ele tinha me comido gostoso a noite inteira. Foi minha festa de estreia na categoria.
Vencemos, e ainda fizemos a dobradinha porque o Matías conseguiu o primeiro lugar, e o Mariano chegou em segundo. Isso nos deu mais que motivos pra comemorar pra caralho. A gente sempre faz isso, ainda mais agora que estamos vivendo um puta momento bom, dada a diferença de desempenho dos nossos fodões Toyotas.
Combinamos pras 23h, na barraca grande perto do trailer principal, então resolvemos com as minas que, apesar dos dias puxados que a gente viveu, a gente ia estar lá pra homenagear nossos vencedores.
Saí do hotel onde a gente tava hospedado já depois das 23h, e por pura sorte, o Leo, da manutenção, tava passando e se ofereceu pra me levar na motona nova dele, já que o autódromo é meio longe. Foi um parto me acomodar no banco, porque a minissaia curta que eu tinha vestido não escondia nada naquela posição.
Chegamos, a escuridão reinava apesar de vários times ainda estarem arrumando a retirada, e só no nosso bunker tinha iluminação, música alta com um clima de festa evidente.
Na porta, a gente encontrou o Seba, que disse que já tavam esperando a gente lá dentro. Entramos, a música tomava conta do ambiente, as luzes cegavam a entrada mas não deixavam ver o interior, então meio no tato fomos avançando, eu bem coladinha no Leo.
Os sofás enormes e os sofás-cama estavam dispostos em círculo ao redor da mesinha de centro dobrável. Não vi minhas colegas, então pensei... ah, me adiantei demais. Logo de cara, Jorge me entregou um copo cheio, refrescante, delicioso, com um teor alcoólico bem elevado.
Fala aí pros outros três caras, Sergio, Manuel e Federico, perguntando como é que tão os outros.
— Estamos todos —disse Leo. A festa somos nós cinco e você.
- É uma piada, né?
- Não, de jeito nenhum…… é exatamente o que programamos.
Eu não saía do meu espanto, incrédula com o que tava vivendo, porque se fosse verdade, as minas não me avisaram que não vinham depois de terem dito pra eu não faltar, que nessas festas vinha todo mundo, chefes, pilotos, patrocinadores, todo mundo, todo mundo. Lá estavam os 5 caras e eu… sei lá, mas achei ridículo a gente se reunir pra comemorar só nós. Achei que era brincadeira e que o resto logo chegaria.
Nunca chegaram….. e em pouco tempo os caras estavam organizando uma sessão de fotos, me pedindo pra posar com eles, um por um…. Terminada a primeira rodada, vamos pra outra, mas dessa vez você tem que mostrar algo mais suculento, ou seja, deixar as tetas à mostra….
A primeira rodada de bebida já tinha passado, a segunda veio meio pesada, ainda mais pra mim que sou bem fraquinha... Então, bem alegre, estufei o peito pra primeira foto... Mas eles não se contentavam, queriam que eu fizesse sem sutiã, pra aparecer a mercadoria... Me virei, tirei o sutiã e a blusa deixava ver meus peitos, os bicos aparecendo... Aí eu falei: não peçam mais.
A primeira foto com o Seba foi de boa, com o Leo foi mais ousada, porque ele se colocou por trás, me envolvendo com as mãozonas dele nos meus peitos, na hora do flash... O Federico, mais atrevido, quis e conseguiu que meus peitos aparecessem nus junto com o rosto dele; o Manuel posou beijando um mamilo já durinho; por fim, o Sergio queria tirar minha minissaia, minissaia que depois de vários minutos de briga foi parar sei lá onde, pra eu posar com ele só de fio dental minúsculo. Eles comemoraram isso pra caralho.
Fica pelada…. Vai.
- Tu é doido, cara.
- É, a mina tá resistindo... então vamos dar uma lição nela pela desobediência... na sequência, eles vieram pra cima de mim, ignorando meus pedidos, tiraram meu sapato, minha calcinha fio dental, me deixando pelada, virando alvo de beijos, lambidas, tapinhas e todo tipo de apalpada pesada, cheia de putaria e sem respeito nenhum.
Os comentários, palavras e putarias que me falaram são típicas de moleques atrevidos, porque de gostosa vagabunda a deusa divina… Me chamaram de tudo.
- Talvez tenha sido a bebida, ou minha cabeça leve. Aquilo me pareceu uma brincadeira, só isso. Mas começou a ir cada vez mais longe, porque já mordiam meus mamilos, dedos entravam na minha buceta e até algum ousado meteu um dedo no meu cuzinho...
Baixaram um pouco a música, diminuíram as luzes, mas aumentaram as exigências, porque dançando em círculo, fui passando de braço em braço, percebendo que cada vez ficavam mais insistentes… a ponto de algum já tirar a rola e esfregar no meu corpo.
Ali eu entendi que a parada não ia ser fácil de lidar, porque eles não pareciam ter freio. Minha borracha moral já tava se desgastando, começando a perder fluido de freio, enquanto mais sucos apareciam na minha entreperna, fruto de um superaquecimento prematuro.
Decidi ir pros boxes, reduzi a velocidade, e perguntei pra eles
- Ei, o que vocês querem de mim.
- Queremos te comer

Bem fudidinha.
Foi como se tivessem me reabastecido, pneu novo e de volta pra pista… Porque saí arando e derrapando num mar de mãos e paus, chupando pra esquerda e pra direita.
Minha adicção a sexo oral foi totalmente satisfeita, porque foram cinco caras enfiando suas línguas na minha bucetinha, me fazendo soltar gritos de prazer.
Não saberia dizer quantas vezes chupei e chupei, nem em que ordem, só sei que logo estava ali, de quatro, sempre com uma rola dura me fazendo gemer quando entrava na minha buceta aberta, com alguma rola batendo nas minhas costas, sem nunca deixar de ter uma boa porção dentro da minha boca. Nunca tinha acontecido comigo, mas fiquei puta de repente, rebolando minhas curvas pra eles curtirem meu corpo, totalmente oferecida, pronta pra queimar etapas, volta após volta.
Senti minhas pernas ficarem mais moles a cada orgasmo violento, sugando minhas forças... Mas antes que a máquina parasse, um deles resolveu empurrar minha humanidade por trás, arrancando gritos furiosos de desespero ao sentir que estavam rasgando minha bunda. Sei que aquelas nádegas são as mais olhadas em cada corrida, que essa minha bunda é desejada por milhares, e agora estava sendo perfurada pelos caras da manutenção de um jeito brutal. O cano de escape às vezes é um elemento importante pra alcançar a satisfação.
Os tempos eram livres, não tinha cronômetro nem ordem, alguns saíam da pista rapidinho, outros davam voltas e mais voltas melhorando o desempenho.
A música era suave, as luzes eram as do amanhecer naquele circuito chaqueño, eles exaustos, satisfeitos, mas sempre carinhosos, me tratando com delicadeza… ele tinha me comido gostoso a noite inteira. Foi minha festa de estreia na categoria.
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