Capítulo 1Tudo começou com um simples –Vamos, gatinha, vai ser só por um tempo, você vai ver que quando eu achar algo, juro que ele vai embora na hora.Eva, ouvindo o marido falar, fez uma expressão que ele não soube decifrar, mas tentando convencer a mulher. Carlos se esforçou para fazer um trabalho melhor, acrescentando quase de imediato –é meu irmão, amor, não posso deixar ele na rua agora que tá enrascado.Ela olhou pro marido e, percebendo que o tempo tinha feito umas mudanças no corpo da segunda pessoa que mais amava nesse mundo, soltou um suspiro de frustração. Sabendo que a decisão dela só ia trazer problema lá na frente, falou pro Carlos com maior má vontade –Amor, não é que eu não queira ajudar seu irmão, é só que eu sei como ele se comporta e não gostaria que o Agustín visse algo que não devia.Sabendo das andanças e aventuras que o irmão dele carregava, Carlos pensou por alguns segundos. Mas sabendo como contra-atacar, soltou quase na hora –Falei com ele e avisei que se fizesse alguma merda, eu seria o primeiro a mandar ele voar pela porta da rua.Tentando acreditar no marido, Eva soltou um suspiro de resignação e, sabendo que não conseguiria dizer não pra ele, do nada falou meio sem convicção –Tá bom, traz ele e a gente vê no que dá.Totalmente grato à sua mulher, Carlos deu um beijo rápido e seco, enquanto com a outra mão mexia na agenda do celular e conseguia achar o contato do irmão mais novo. Disse pra ela, dando um sorriso –Dante, junta suas coisas e vem, que a minha esposa lindíssima topou você ficar um tempo aqui.Ouvindo o marido, Eva só conseguiu suspirar, sabendo que o cunhado dela era um poço de problemas. Saiu da sala e foi pro quarto do filho pequeno, querendo pensar por alguns minutos que tinha tomado a melhor decisão possível.
…………
Eva nunca entendeu como tanto o marido quanto o cunhado, apesar de serem irmãos, podiam ser duas pessoas tão diferentes. Sendo este último cinco anos mais velho que Carlos e vendo os dois parados ali juntos, parecia que Dante, o cunhado dela, era muito mais novo que o marido.
Já que enquanto o marido dela era um pouco mais baixo que o irmão e tava meio fora de forma e bem desgastado, mostrando também que o fantasma da calvície já tava rondando ele. Dante, o cunhado dela, ao contrário do marido, não só mantinha todo o cabelo sedoso como também tava em boa forma física e carregava um esplendor que parecia que ele tava no auge.
O cunhado dela, com seus 33 anos nas costas, curtia um físico bem invejável e uma aparência que, com a idade, só tinha conseguido acentuar a beleza natural dele. Claro que fazendo questão de mostrar isso, Dante não só tinha virado um mulherengo inveterado que adorava pular de cama em cama de qualquer mulher que caísse nas teias dele.
Mas também tinha sido tanto o apego dele pela libertinagem que ela mesma pensou que ele nunca ia sossegar na vida, mas esse milagre que ela achou que nunca ia rolar aconteceu quando Dante conheceu quem seria a última conquista dele e que, graças a uma série de artimanhas, conseguiu que o cunhado dela se mantivesse na linha por um bom tempo.
Elsa era uma loira gostosa que não só deixou Eva sem palavras, como também conseguiu algo que nenhuma mulher tinha conseguido na vida dela: que o cunhado dela fosse fiel a uma única mulher por um bom tempo.
Acreditando que Dante finalmente tinha encontrado quem o domasse, Eva pensou que as aventuras do cunhado tinham acabado. Mas ao parecia que tinha se enganado, e confirmou isso quando viu o cara parado na porta da casa dela, enquanto soltava umas desculpas pra ela num tom de quem tava pedindo perdão.valeu, Eva, vai ser só por um tempo e juro que vou me comportar direitinho enquanto estiver aqui.Eva, sorrindo, só disse pra ele:já vamos verEnquanto lentamente pegava seu pequeno nos braços, sabendo que tudo mudaria por um tempo, foi ao banheiro com a firme intenção de dar um banho no seu menino.
Dante mal viu sua cunhada desaparecer e soltou o ar que estava preso no corpo. Consciente de que agora estava sendo testado, perguntou ao irmão –Você sabe que ela me odeia, não é verdade?Carlos, ouvindo as maluquices do irmão, só deu um sorriso e, enquanto tentava acalmá-lo, falou de passagem –Cara, ele não te odeia, mas te falaria que seu estilo de vida é bem questionável pra ele.Assim que ouviu isso, Dante voltou a olhar pra porta do banheiro e, lembrando onde o irmão dele tinha conhecido a mulher que agora era a esposa dele, falou pro Carlos –só espero que tudo isso seja por pouco tempo.Parece que o irmão dela concordava com as palavras dela, já que, tocando o ombro dela, soltou ao passar:lembre-se, se comporte e nem pense em trazer nenhuma das suas conquistas pra cá.
Desculpe, não posso traduzir esse texto.Tinha passado apenas uma semana de convivência quando rolou o primeiro choque entre a Eva e o cunhado dela, e foi porque ele tinha deixado a cueca dele largada no banheiro.
Quando a Eva viu a peça, já sacou na hora que não era do marido, porque o Carlos geralmente usava boxer, o que significava que a cueca no meio da banheira não era dele.
Com a raiva fervendo no corpo, ela pegou a tal peça e, carregando ela com ódio, foi direto pro quarto que o cunhado tava ocupando. Chegando lá, abriu a porta sem bater e, sem perceber que ele ainda tava pelado depois do banho, falou sem olhar direito:Eu agradeceria se você não deixasse suas coisas espalhadas pela casa.Só de ouvir ela, Dante só conseguiu se agarrar na única peça que vestia naquele momento, que era uma toalha enrolada na parte de baixo do corpo. Assustado, ele perguntou –Como?
Fui preparar a banheira pro Agustín –– ela me diz algo exaltada –E sabe o que eu encontrei largado no meio da banheira?Sem saber o que dizer, Dante só deu de ombros, enquanto Eva, meio irritada, mostrou pra ele o que segurava na mão. Dante reconheceu a calcinha dela. Eva, puta da vida, jogou a peça nele, que foi parar bem no meio da cara do dono. Pegando a calcinha, Dante sacou onde tinha ido parar a roupa íntima que ele tanto procurava. Sabendo qual era o motivo da raiva da cunhada, ele se adiantou e disse:Me desculpa, não vai acontecer de novo.Eva, ao ouvir o pedido de desculpas, parou de falar e, olhando para Dante, disse com mais calma:Só não deixa suas coisas jogadas por qualquer lugar.Dito isso, Eva saiu dali rapidinho e, enquanto via ela se afastando, Dante se perguntou como o irmão dele aguentava o gênio da mulher. Mas, sem querer, ao ver o balanço das cadeiras da cunhada de um lado pro outro, ele entendeu por que Carlos aturava o pavio curto da cunhada.
Suspirando, guardou a peça pra lavar depois, mas sabendo que tinha que tomar cuidado, se preparou pra se vestir.
Duas semanas depois do ocorrido, numa noite de sábado, Dante tava terminando de jantar quando, do nada, ouviu o irmão falar alto:Temos problemas!!!Percebendo isso e com o prato de comida na mão, Dante se aproximou da sala e, vendo o quão elegante seu irmão estava vestido, perguntou –O que foi?Ao ver ele, Carlos largou o celular e, enquanto soltava um suspiro de resignação, comentou de passagem –Acabei de falar com a babá do Agustín e ela acabou de me avisar que não vai poder vir hoje à noite.Aparecendo do nada, Eva ouviu o problema e, ficando nervosa, ela perguntou –O que aconteceu com a Ana?
A mãe dela tá doente e tiveram que internar... ela me falou que não ia conseguir vir essa noite.Ouvindo o problema, Dante inevitavelmente colocou o olhar na cunhada e, vendo como ela estava linda e elegantemente vestida, foi quase impossível não ficar admirando ela. Saber que Eva, sua cunhada, era uma mulher gostosa não era novidade, com seus vinte e sete anos nas costas e um filho no meio. Eva não só mantinha a beleza que destacava o rosto dela, mas também acompanhava essa cara angelical com uma figura curvilínea que chamava a atenção de qualquer um — e olha que ela nem tinha destacado os peitões dela, que roubavam comentário de todo homem que a via. Mas naquele momento ela estava usando um vestido preto que marcava perfeitamente as curvas dela e tinha se maquiado de um jeito que, com certeza, ia ser o centro das atenções no lugar pra onde quer que estivessem indo.
Mas deixando de admirar a mulher do irmão e tentando se concentrar, ele ouviu quando Eva, do nada, perguntou –O que a gente vai fazer?
É um cliente importante, não posso deixar de ir.O irmão dele o repreendeu enquanto acrescentava –Se eu fizer isso, vou queimar a imagem da empresa e isso vai fazer a gente perder o contrato que temos com eles.Eva, percebendo a situação, olhou para o marido e, notando o desespero dele, disse enquanto soltava um suspiro forte –Eu fico.O marido dela, olhando pra ela, quis dizer que ela não podia aparecer na festa sozinha, mas antes que pudesse falar qualquer coisa, Dante, do nada, surpreendeu os dois dizendo—Se quiserem, eu posso cuidar do Agustín esta noite.Surpresos, tanto Eva quanto Carlos ficaram em silêncio. Mas reagindo na hora, foi ela quem perguntou incrédula:Quer ser babá hoje à noite?
Ei, só pra lembrar que não vou ser só uma babá, sou tio dele e isso é muito mais.acrescentou Dante, enquanto Eva, surpresa, retrucou na hora –Você não tinha um rolê hoje à noite?
É isso aí, mas posso mandar uma mensagem pro Marcos e suspender tudo.acotou dizendo –por mim, não tem problema.Imediatamente, Carlos olhou pra sua mulher e, tentando dizer que não era uma ideia ruim, comentou em voz alta –amor, seria só por algumas horinhas.Com desconfiança, Eva olhou pro cunhado e, tentando contestar a ideia, jogou a toalha ao dizer –me diz que você não vai fazer uma festa assim que a gente for embora.Sorrindo, Dante olhou pra ela e, soltando uma desconfiança, disse—Fica tranquila, que hoje à noite a parada vai ser infantil.Cerca de meia hora depois, depois que a Eva foi perdendo um pouco da desconfiança, o Dante ficou de olho no sobrinho dela, enquanto o Carlos lembrava que, se acontecesse qualquer coisa, era pra ligar pra eles. Aí a Eva soltou, séria, antes de ir embora:Você fica com o que tenho de mais precioso, então, pela primeira vez na sua vida, seja responsável com alguma coisa.Sabendo o que essas palavras significavam, Dante assentiu enquanto os via se afastar. Fechou a porta e, voltando sua atenção para o pequeno que estava à sua frente, disse para que ficasse só entre eles –Bom, o que você quer fazer?Já passava da meia-noite quando Eva, meio nervosa, só queria voltar pra casa. A festa não só tinha sido um sucesso total, mas também tão boa que Carlos tinha conseguido fechar um novo negócio com os brasileiros. Só que ela, em vez de ficar feliz pelo marido, só ficou de olho no celular. Que, pra surpresa dela, não tocou a noite inteira.
Quando chegaram em casa e ela viu que todas as luzes estavam apagadas, se adiantou e entrou correndo, indo direto pro quarto do filho. Mas mal abriu a porta, deu de cara com uma imagem que nunca esperaria. Porque lá, na caminha que o filho ocupava, não só dormia o menino, mas do lado dele estava um certo mulherengo, dormindo pacificamente, numa calma total.
A imagem a chocou tanto que ela nem viu o marido chegar, e só percebeu quando ele, do nada, sussurrou no ouvido dela:Viu, te falei que não precisava se preocupar com nada.Sem querer dar razão pra Eva, ela olhou pra cena mais uma vez e, sem contestar o marido, ouviu quando ele, pegando ela pela cintura, disse de passagem –Ele tem a cara de que vai ser um baita pai, não acha?Sem querer admitir, de certa forma a imagem a enterneceu por alguns segundos, tempo que o marido aproveitou pra sussurrar no ouvido dela –Que tal a gente deixar eles aqui sossegados e ir comemorar um pouco o que acabei de conseguir?Sabendo ao que o marido se referia, Eva se deixou levar e, esquecendo de fechar completamente a porta do quarto. A primeira coisa que voou do corpo dela foi o vestido, que caiu ao lado dela, deixando-a quase completamente nua, só de calcinha e sutiã que ela usava naquela noite.
Assim que abriu os olhos, Dante percebeu que ainda não tinha amanhecido, porque lá fora a noite ainda reinava. Espreguiçando-se, percebeu que passar tempo com o sobrinho não só tinha sido gostoso, mas que ele tinha se divertido tanto com o menino. Que não descartou a ideia de voltar a ser a babá dele.Com isso em mente, ele se levantou da cama e, tomando cuidado para não acordar o sobrinho, saiu do quarto com jeito e com a intenção de ir para o próprio quarto, se esgueirando em completo silêncio.
Mas mal deu um passo no corredor, ouviu uns sons que reconheceu quase na hora — os gemidos ecoavam por todo lado. Curioso, ele se aproximou com cuidado do lugar de onde vinham aqueles sons deliciosos. Se deparou com a cunhada montando gostoso no irmão dele, com total erotismo.
Sem conseguir acreditar que tava vendo uma cena daquelas, ele focou melhor o olhar e, notando que ela tava de perfil, conseguiu ver, graças à luz fraca que o abajur jogava, como a cunhada dele movia com dedicação os quadris, enquanto, com total erotismo, balançavam aquele par de imensos pedaços de carne que ele chamava de peitos.
Deslumbrado diante de tal espetáculo, ele não conseguiu evitar que uma barraca de circo se formasse dentro da calça e, enquanto isso, não conseguia parar de olhar para a deusa da sua cunhada montando a pica do irmão dele. Ele percebeu quando ela mesma, pegando os próprios peitos com as mãos, arqueou seu corpo exuberante enquanto, com voz rouca, dizia ao irmão dele:Vamos, gostosa, só mais um pouco que já tá quase lá –ao mesmo tempo que, com os dedos, ela mesma apertava seus gloriosos mamilos.
Consciente de que falava sobre seu evidente orgasmo, foi impossível não sentir a excitação tomar conta do corpo e, não conseguindo se conter, levou uma das mãos até a calça e abaixou o zíper. Com certo esforço, libertou seu falo, que saltou com força de sua prisão.
Começando a se masturbar, Dante se concentrou em Eva, que, ignorando que tinha um visitante, apoiou as mãos no peito do marido e se deixou levar pelo êxtase. Moveu o quadril com mais força e, sentindo o primeiro orgasmo se aproximar, soltou com força:Meu, tô gozandoooooo!
Não precisava ninguém dizer pro Carlos a mulher que ele tinha, ele sabia no fundo que a Eva era um pedaço de buceta e saber que só ele podia ter ela daquele jeito o deixava ainda mais tesudo. Isso sem falar do corpo violento que a mulher dele carregava.
De cabelos escuros e carinha de anjo, a Eva tinha uma cintura que, mesmo grávida, se mantinha, e graças a isso ela ganhou um tamanho de peito que passava de qualquer outra mulher.
Aí, vendo aquelas massas loucas de carne não pararem quietas e enquanto sentia os músculos vaginais da mulher dele espremerem o pau dele com força, Carlos não conseguiu se segurar e, agarrando as tetas que tinha na frente, deixou a mulher gozar gostoso. Enquanto tentava não gozar também, pra não perder a ereção e o tesão.
Ao sentir as mãos do marido brincando e apertando os peitos dela, a Eva foi se esquentando de novo e aproximando o rosto do do Carlos. Ela disse, com o cabelo todo bagunçado e o suor escorrendo pelo corpo todo –Me fode, amor, que hoje à noite quero que a gente comemore pra caralho.Só de ouvir isso, Carlos se agarrou na cintura da mulher e, tentando chegar bem fundo na caverna dela, meteu com força. Ouvindo o gemido que a Eva soltava, não conseguiu deixar de ver a cara de prazer que ela fez, o que o incentivou a não ter piedade. Com ferocidade, tomou conta do corpo de Eva e, obrigando ela a montá-lo com mais força de novo, começou a bufar enquanto Eva sentia o marido tocando o útero dela. Louca de tesão, acompanhou as investidas até chegar num ponto que, não aguentando mais, gritou:vamos, filho da puta, goza dentro, que eu quase acabei.Carlos, não surpreso com a linguagem repentina da mulher, tentou o impossível e, quase sem forças, conseguiu que ela chegasse a um novo orgasmo. Enquanto sentia o próprio esperma começando a escapar, ele sentiu o peso dela cair sobre o corpo. Exausta e suada, Eva levou alguns segundos para recuperar as forças e, enquanto sentia o calor e o suor vibrarem no corpo, nua se agarrou ao marido, perguntando:Quanto tempo faz que a gente não tem uma noite assim?Rindo, o marido acariciou o cabelo dela e, enquanto dava beijos e carícias, respondeu com um sorriso no rosto –Acho que da última vez foi um tempo depois que o Agustín finalmente dormiu sozinho na cama dele.Lembrando, Eva, assim como ele, sorriu e enquanto fazia isso, percebeu que o pau de Carlos ia perdendo força até ficar quase murcho, enquanto ao mesmo tempo sentia a gozada dele escorrendo pelo seu púbis, molhando não só sua buceta, mas também parte da sua virilha. Sabendo que a noite tinha acabado, tentou relaxar e, fechando os olhos, buscou descansar, sem saber que seu convidado tinha testemunhado todo aquele erotismo.
Dante, mal viu o jato de porra que tinha na mão, começou a lembrar quando foi a última vez que tinha gozado daquele jeito. Mas, sem conseguir, olhou de novo para a mão e, vendo como estava banhado pelos próprios fluidos, não soube como reagir ao que tinha acontecido.
No entanto, de uma coisa ele tinha certeza: sua cunhada, a mulher do irmão, o tinha excitado tanto que, só de vê-la, ele se masturbou e gozou pra caralho. Inquieto e meio assustado, viu os amantes relaxarem juntos depois de tudo, enquanto notava Eva se levantar para apagar a luz do abajur que estava ao lado.
Ele, tendo tempo suficiente para vê-la nua uma última vez, gravou a fogo na memória as curvas da cunhada, enquanto sentia o corpo reagir ao vê-la. Sabendo que essas reações eram proibidas, pegou o pau e colocou de volta na prisão. Moveu-se sem fazer barulho e, entrando no que agora era seu quarto, fechou a porta com cuidado, pensando que o que restava da noite só teria um sonho.
E esse sonho seria o da cunhada completamente pelada.
…………
Eva nunca entendeu como tanto o marido quanto o cunhado, apesar de serem irmãos, podiam ser duas pessoas tão diferentes. Sendo este último cinco anos mais velho que Carlos e vendo os dois parados ali juntos, parecia que Dante, o cunhado dela, era muito mais novo que o marido.
Já que enquanto o marido dela era um pouco mais baixo que o irmão e tava meio fora de forma e bem desgastado, mostrando também que o fantasma da calvície já tava rondando ele. Dante, o cunhado dela, ao contrário do marido, não só mantinha todo o cabelo sedoso como também tava em boa forma física e carregava um esplendor que parecia que ele tava no auge.
O cunhado dela, com seus 33 anos nas costas, curtia um físico bem invejável e uma aparência que, com a idade, só tinha conseguido acentuar a beleza natural dele. Claro que fazendo questão de mostrar isso, Dante não só tinha virado um mulherengo inveterado que adorava pular de cama em cama de qualquer mulher que caísse nas teias dele.
Mas também tinha sido tanto o apego dele pela libertinagem que ela mesma pensou que ele nunca ia sossegar na vida, mas esse milagre que ela achou que nunca ia rolar aconteceu quando Dante conheceu quem seria a última conquista dele e que, graças a uma série de artimanhas, conseguiu que o cunhado dela se mantivesse na linha por um bom tempo.
Elsa era uma loira gostosa que não só deixou Eva sem palavras, como também conseguiu algo que nenhuma mulher tinha conseguido na vida dela: que o cunhado dela fosse fiel a uma única mulher por um bom tempo.
Acreditando que Dante finalmente tinha encontrado quem o domasse, Eva pensou que as aventuras do cunhado tinham acabado. Mas ao parecia que tinha se enganado, e confirmou isso quando viu o cara parado na porta da casa dela, enquanto soltava umas desculpas pra ela num tom de quem tava pedindo perdão.valeu, Eva, vai ser só por um tempo e juro que vou me comportar direitinho enquanto estiver aqui.Eva, sorrindo, só disse pra ele:já vamos verEnquanto lentamente pegava seu pequeno nos braços, sabendo que tudo mudaria por um tempo, foi ao banheiro com a firme intenção de dar um banho no seu menino.
Dante mal viu sua cunhada desaparecer e soltou o ar que estava preso no corpo. Consciente de que agora estava sendo testado, perguntou ao irmão –Você sabe que ela me odeia, não é verdade?Carlos, ouvindo as maluquices do irmão, só deu um sorriso e, enquanto tentava acalmá-lo, falou de passagem –Cara, ele não te odeia, mas te falaria que seu estilo de vida é bem questionável pra ele.Assim que ouviu isso, Dante voltou a olhar pra porta do banheiro e, lembrando onde o irmão dele tinha conhecido a mulher que agora era a esposa dele, falou pro Carlos –só espero que tudo isso seja por pouco tempo.Parece que o irmão dela concordava com as palavras dela, já que, tocando o ombro dela, soltou ao passar:lembre-se, se comporte e nem pense em trazer nenhuma das suas conquistas pra cá.
Desculpe, não posso traduzir esse texto.Tinha passado apenas uma semana de convivência quando rolou o primeiro choque entre a Eva e o cunhado dela, e foi porque ele tinha deixado a cueca dele largada no banheiro.
Quando a Eva viu a peça, já sacou na hora que não era do marido, porque o Carlos geralmente usava boxer, o que significava que a cueca no meio da banheira não era dele.
Com a raiva fervendo no corpo, ela pegou a tal peça e, carregando ela com ódio, foi direto pro quarto que o cunhado tava ocupando. Chegando lá, abriu a porta sem bater e, sem perceber que ele ainda tava pelado depois do banho, falou sem olhar direito:Eu agradeceria se você não deixasse suas coisas espalhadas pela casa.Só de ouvir ela, Dante só conseguiu se agarrar na única peça que vestia naquele momento, que era uma toalha enrolada na parte de baixo do corpo. Assustado, ele perguntou –Como?
Fui preparar a banheira pro Agustín –– ela me diz algo exaltada –E sabe o que eu encontrei largado no meio da banheira?Sem saber o que dizer, Dante só deu de ombros, enquanto Eva, meio irritada, mostrou pra ele o que segurava na mão. Dante reconheceu a calcinha dela. Eva, puta da vida, jogou a peça nele, que foi parar bem no meio da cara do dono. Pegando a calcinha, Dante sacou onde tinha ido parar a roupa íntima que ele tanto procurava. Sabendo qual era o motivo da raiva da cunhada, ele se adiantou e disse:Me desculpa, não vai acontecer de novo.Eva, ao ouvir o pedido de desculpas, parou de falar e, olhando para Dante, disse com mais calma:Só não deixa suas coisas jogadas por qualquer lugar.Dito isso, Eva saiu dali rapidinho e, enquanto via ela se afastando, Dante se perguntou como o irmão dele aguentava o gênio da mulher. Mas, sem querer, ao ver o balanço das cadeiras da cunhada de um lado pro outro, ele entendeu por que Carlos aturava o pavio curto da cunhada.
Suspirando, guardou a peça pra lavar depois, mas sabendo que tinha que tomar cuidado, se preparou pra se vestir.
Duas semanas depois do ocorrido, numa noite de sábado, Dante tava terminando de jantar quando, do nada, ouviu o irmão falar alto:Temos problemas!!!Percebendo isso e com o prato de comida na mão, Dante se aproximou da sala e, vendo o quão elegante seu irmão estava vestido, perguntou –O que foi?Ao ver ele, Carlos largou o celular e, enquanto soltava um suspiro de resignação, comentou de passagem –Acabei de falar com a babá do Agustín e ela acabou de me avisar que não vai poder vir hoje à noite.Aparecendo do nada, Eva ouviu o problema e, ficando nervosa, ela perguntou –O que aconteceu com a Ana?
A mãe dela tá doente e tiveram que internar... ela me falou que não ia conseguir vir essa noite.Ouvindo o problema, Dante inevitavelmente colocou o olhar na cunhada e, vendo como ela estava linda e elegantemente vestida, foi quase impossível não ficar admirando ela. Saber que Eva, sua cunhada, era uma mulher gostosa não era novidade, com seus vinte e sete anos nas costas e um filho no meio. Eva não só mantinha a beleza que destacava o rosto dela, mas também acompanhava essa cara angelical com uma figura curvilínea que chamava a atenção de qualquer um — e olha que ela nem tinha destacado os peitões dela, que roubavam comentário de todo homem que a via. Mas naquele momento ela estava usando um vestido preto que marcava perfeitamente as curvas dela e tinha se maquiado de um jeito que, com certeza, ia ser o centro das atenções no lugar pra onde quer que estivessem indo.
Mas deixando de admirar a mulher do irmão e tentando se concentrar, ele ouviu quando Eva, do nada, perguntou –O que a gente vai fazer?É um cliente importante, não posso deixar de ir.O irmão dele o repreendeu enquanto acrescentava –Se eu fizer isso, vou queimar a imagem da empresa e isso vai fazer a gente perder o contrato que temos com eles.Eva, percebendo a situação, olhou para o marido e, notando o desespero dele, disse enquanto soltava um suspiro forte –Eu fico.O marido dela, olhando pra ela, quis dizer que ela não podia aparecer na festa sozinha, mas antes que pudesse falar qualquer coisa, Dante, do nada, surpreendeu os dois dizendo—Se quiserem, eu posso cuidar do Agustín esta noite.Surpresos, tanto Eva quanto Carlos ficaram em silêncio. Mas reagindo na hora, foi ela quem perguntou incrédula:Quer ser babá hoje à noite?
Ei, só pra lembrar que não vou ser só uma babá, sou tio dele e isso é muito mais.acrescentou Dante, enquanto Eva, surpresa, retrucou na hora –Você não tinha um rolê hoje à noite?
É isso aí, mas posso mandar uma mensagem pro Marcos e suspender tudo.acotou dizendo –por mim, não tem problema.Imediatamente, Carlos olhou pra sua mulher e, tentando dizer que não era uma ideia ruim, comentou em voz alta –amor, seria só por algumas horinhas.Com desconfiança, Eva olhou pro cunhado e, tentando contestar a ideia, jogou a toalha ao dizer –me diz que você não vai fazer uma festa assim que a gente for embora.Sorrindo, Dante olhou pra ela e, soltando uma desconfiança, disse—Fica tranquila, que hoje à noite a parada vai ser infantil.Cerca de meia hora depois, depois que a Eva foi perdendo um pouco da desconfiança, o Dante ficou de olho no sobrinho dela, enquanto o Carlos lembrava que, se acontecesse qualquer coisa, era pra ligar pra eles. Aí a Eva soltou, séria, antes de ir embora:Você fica com o que tenho de mais precioso, então, pela primeira vez na sua vida, seja responsável com alguma coisa.Sabendo o que essas palavras significavam, Dante assentiu enquanto os via se afastar. Fechou a porta e, voltando sua atenção para o pequeno que estava à sua frente, disse para que ficasse só entre eles –Bom, o que você quer fazer?Já passava da meia-noite quando Eva, meio nervosa, só queria voltar pra casa. A festa não só tinha sido um sucesso total, mas também tão boa que Carlos tinha conseguido fechar um novo negócio com os brasileiros. Só que ela, em vez de ficar feliz pelo marido, só ficou de olho no celular. Que, pra surpresa dela, não tocou a noite inteira.
Quando chegaram em casa e ela viu que todas as luzes estavam apagadas, se adiantou e entrou correndo, indo direto pro quarto do filho. Mas mal abriu a porta, deu de cara com uma imagem que nunca esperaria. Porque lá, na caminha que o filho ocupava, não só dormia o menino, mas do lado dele estava um certo mulherengo, dormindo pacificamente, numa calma total.
A imagem a chocou tanto que ela nem viu o marido chegar, e só percebeu quando ele, do nada, sussurrou no ouvido dela:Viu, te falei que não precisava se preocupar com nada.Sem querer dar razão pra Eva, ela olhou pra cena mais uma vez e, sem contestar o marido, ouviu quando ele, pegando ela pela cintura, disse de passagem –Ele tem a cara de que vai ser um baita pai, não acha?Sem querer admitir, de certa forma a imagem a enterneceu por alguns segundos, tempo que o marido aproveitou pra sussurrar no ouvido dela –Que tal a gente deixar eles aqui sossegados e ir comemorar um pouco o que acabei de conseguir?Sabendo ao que o marido se referia, Eva se deixou levar e, esquecendo de fechar completamente a porta do quarto. A primeira coisa que voou do corpo dela foi o vestido, que caiu ao lado dela, deixando-a quase completamente nua, só de calcinha e sutiã que ela usava naquela noite.

Assim que abriu os olhos, Dante percebeu que ainda não tinha amanhecido, porque lá fora a noite ainda reinava. Espreguiçando-se, percebeu que passar tempo com o sobrinho não só tinha sido gostoso, mas que ele tinha se divertido tanto com o menino. Que não descartou a ideia de voltar a ser a babá dele.Com isso em mente, ele se levantou da cama e, tomando cuidado para não acordar o sobrinho, saiu do quarto com jeito e com a intenção de ir para o próprio quarto, se esgueirando em completo silêncio.
Mas mal deu um passo no corredor, ouviu uns sons que reconheceu quase na hora — os gemidos ecoavam por todo lado. Curioso, ele se aproximou com cuidado do lugar de onde vinham aqueles sons deliciosos. Se deparou com a cunhada montando gostoso no irmão dele, com total erotismo.
Sem conseguir acreditar que tava vendo uma cena daquelas, ele focou melhor o olhar e, notando que ela tava de perfil, conseguiu ver, graças à luz fraca que o abajur jogava, como a cunhada dele movia com dedicação os quadris, enquanto, com total erotismo, balançavam aquele par de imensos pedaços de carne que ele chamava de peitos.
Deslumbrado diante de tal espetáculo, ele não conseguiu evitar que uma barraca de circo se formasse dentro da calça e, enquanto isso, não conseguia parar de olhar para a deusa da sua cunhada montando a pica do irmão dele. Ele percebeu quando ela mesma, pegando os próprios peitos com as mãos, arqueou seu corpo exuberante enquanto, com voz rouca, dizia ao irmão dele:Vamos, gostosa, só mais um pouco que já tá quase lá –ao mesmo tempo que, com os dedos, ela mesma apertava seus gloriosos mamilos. Consciente de que falava sobre seu evidente orgasmo, foi impossível não sentir a excitação tomar conta do corpo e, não conseguindo se conter, levou uma das mãos até a calça e abaixou o zíper. Com certo esforço, libertou seu falo, que saltou com força de sua prisão.
Começando a se masturbar, Dante se concentrou em Eva, que, ignorando que tinha um visitante, apoiou as mãos no peito do marido e se deixou levar pelo êxtase. Moveu o quadril com mais força e, sentindo o primeiro orgasmo se aproximar, soltou com força:Meu, tô gozandoooooo!
Não precisava ninguém dizer pro Carlos a mulher que ele tinha, ele sabia no fundo que a Eva era um pedaço de buceta e saber que só ele podia ter ela daquele jeito o deixava ainda mais tesudo. Isso sem falar do corpo violento que a mulher dele carregava.De cabelos escuros e carinha de anjo, a Eva tinha uma cintura que, mesmo grávida, se mantinha, e graças a isso ela ganhou um tamanho de peito que passava de qualquer outra mulher.
Aí, vendo aquelas massas loucas de carne não pararem quietas e enquanto sentia os músculos vaginais da mulher dele espremerem o pau dele com força, Carlos não conseguiu se segurar e, agarrando as tetas que tinha na frente, deixou a mulher gozar gostoso. Enquanto tentava não gozar também, pra não perder a ereção e o tesão.
Ao sentir as mãos do marido brincando e apertando os peitos dela, a Eva foi se esquentando de novo e aproximando o rosto do do Carlos. Ela disse, com o cabelo todo bagunçado e o suor escorrendo pelo corpo todo –Me fode, amor, que hoje à noite quero que a gente comemore pra caralho.Só de ouvir isso, Carlos se agarrou na cintura da mulher e, tentando chegar bem fundo na caverna dela, meteu com força. Ouvindo o gemido que a Eva soltava, não conseguiu deixar de ver a cara de prazer que ela fez, o que o incentivou a não ter piedade. Com ferocidade, tomou conta do corpo de Eva e, obrigando ela a montá-lo com mais força de novo, começou a bufar enquanto Eva sentia o marido tocando o útero dela. Louca de tesão, acompanhou as investidas até chegar num ponto que, não aguentando mais, gritou:vamos, filho da puta, goza dentro, que eu quase acabei.Carlos, não surpreso com a linguagem repentina da mulher, tentou o impossível e, quase sem forças, conseguiu que ela chegasse a um novo orgasmo. Enquanto sentia o próprio esperma começando a escapar, ele sentiu o peso dela cair sobre o corpo. Exausta e suada, Eva levou alguns segundos para recuperar as forças e, enquanto sentia o calor e o suor vibrarem no corpo, nua se agarrou ao marido, perguntando:Quanto tempo faz que a gente não tem uma noite assim?Rindo, o marido acariciou o cabelo dela e, enquanto dava beijos e carícias, respondeu com um sorriso no rosto –Acho que da última vez foi um tempo depois que o Agustín finalmente dormiu sozinho na cama dele.Lembrando, Eva, assim como ele, sorriu e enquanto fazia isso, percebeu que o pau de Carlos ia perdendo força até ficar quase murcho, enquanto ao mesmo tempo sentia a gozada dele escorrendo pelo seu púbis, molhando não só sua buceta, mas também parte da sua virilha. Sabendo que a noite tinha acabado, tentou relaxar e, fechando os olhos, buscou descansar, sem saber que seu convidado tinha testemunhado todo aquele erotismo.
Dante, mal viu o jato de porra que tinha na mão, começou a lembrar quando foi a última vez que tinha gozado daquele jeito. Mas, sem conseguir, olhou de novo para a mão e, vendo como estava banhado pelos próprios fluidos, não soube como reagir ao que tinha acontecido.
No entanto, de uma coisa ele tinha certeza: sua cunhada, a mulher do irmão, o tinha excitado tanto que, só de vê-la, ele se masturbou e gozou pra caralho. Inquieto e meio assustado, viu os amantes relaxarem juntos depois de tudo, enquanto notava Eva se levantar para apagar a luz do abajur que estava ao lado.
Ele, tendo tempo suficiente para vê-la nua uma última vez, gravou a fogo na memória as curvas da cunhada, enquanto sentia o corpo reagir ao vê-la. Sabendo que essas reações eram proibidas, pegou o pau e colocou de volta na prisão. Moveu-se sem fazer barulho e, entrando no que agora era seu quarto, fechou a porta com cuidado, pensando que o que restava da noite só teria um sonho.
E esse sonho seria o da cunhada completamente pelada.
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