
Ele me disse pra estender minha toalha na areia, aí falou que eu teria que ficar pelada pra próxima parte.
Já tava meio que assim, e se ele ia me fazer sentir bem, eu tava disposta a tentar.
Tirei o resto do meu biquíni (a calcinha) e fiquei de pé na frente do meu primo.

Ele me disse pra deitar de costas na toalha.
Fiz o que ele mandou.
Ele disse pra eu relaxar e começou a brincar com meus peitos. Uma mão continuava brincando com minhas tetas enquanto a outra começava a descer pela minha barriga.

Fechei os olhos quando senti a mão dele descendo.
Ele abriu minhas pernas e começou a me tocar entre as coxas.
Deslizou um dedo entre meus lábios maiores (tinha aprendido isso na aula de educação sexual).
Começou a passar o dedo pra cima e pra baixo no canal dentro das minhas dobras.
Dava pra sentir minha umidade.
Moveu a ponta do dedo pra cima e foi como se uma descarga elétrica explodisse.
Aplicou pressão e começou a fazer círculos pequenos,
Focando no meu clitóris com o dedo dele.

Eu tava pegando a toalha e falei que precisava parar porque tava muito estranho.
Ele disse que era meu orgasmo e pra eu deixar rolar.
Ele continuou esfregando e eu mordia o lábio inferior e gemia.
Meu orgasmo veio e eu levantei o quadril da toalha.
Foi tipo fogos de artifício na minha cabeça enquanto ele continuava.
Meu primo tirou a mão e eu pude sentir as batidas do meu coração e ver meus peitos subindo e descendo a cada respiração pesada que eu dava. Me senti tão relaxada, mas tão cheia de energia ao mesmo tempo.
Agradeci ao meu primo e ele rapidamente me fez saber que estava com outra ereção.
Eu ri e disse que sabia que ia ajudar ele.

Ainda nua, me virei de joelhos enquanto meu primo abaixava o shorts de banho dele, expondo o pau duro.
Comecei a acariciar o pau do meu primo, como ele já tinha me ensinado algumas vezes.
Enquanto eu acariciava, ele disse que se eu quisesse fazer menos bagunça, podia levar ele na boca. Disse que chamava de boquete.
Meu primo falou que se eu fizesse aquilo, não ia espalhar pra todo lado.
Olhei pra ele com um olhar debochado diante da ideia de colocar o pau dele na minha boca.

Depois ela me disse que as meninas mais velhas na escola "terciária" fazem isso pelos namorados delas.
Assim não tem bagunça nos encontros pra limpar quando terminam de se divertir.
Fiquei pensando nisso por um minuto enquanto passava minha mão pra lá e pra cá ao longo do eixo dela.

Se eu fosse menos bagunceiro, e as minas da escola "terciária" topavam fazer, mesmo eu sendo bem mais novo, não vi problema em pelo menos tentar.
Perguntei pro meu primo o que eu precisava fazer pra poder chupar uma rola.
Ele sorriu pra mim e depois mandou eu abrir a boca e esticar a língua.
Fiz o que ele pediu.

Depois, ele tirou minha mão do pau dele e se aproximou da minha boca.
Colocou o pau dele na minha língua e não tinha gosto ruim nem nada.
Ele me disse pra fechar meus lábios com cuidado em volta do pau dele e garantir que meus dentes não encostassem nele.
Eu fiz o que ele pediu, mas me senti desconfortável.
Ele começou a mexer o quadril enquanto o pau dele deslizava pra lá e pra cá na minha língua, dentro da minha boca, entre meus lábios.
Ele me disse pra tentar mover a cabeça pra cima e pra baixo ao longo do pau dele.

Senti que tava fazendo tudo errado e minha mente se perguntava por que chamava de boquete se eu não tava chupando nem soprando ar nem nada, mas continuei.
Logo, pude sentir o pau do meu primo inchando entre meus lábios e ficando mais duro.
Meu primo gemeu e eu senti o pau dele pulsar quando o esperma jorrou e bateu no fundo da minha garganta.
Não tava preparada praquela experiência e tossi.
O esperma escorreu da minha boca e parecia uma bagunça ainda maior do que quando eu masturbei ele e coloquei na minha mão.
Meu primo disse que eu mandei bem pra primeira vez e que tinha certeza que eu ia melhorar com mais prática.

Me levantei e fui nua até o riacho, fazendo o que dava pra lavar o esperma.
Meu primo ajeitou o shorts de banho dele e eu vesti de novo meu biquíni.
O sol já tava se pondo atrás das árvores, então depois de nadar mais um pouco, voltamos pra casa.

Mais tarde naquela noite, no chuveiro, me masturbei do jeito que meu primo tinha me mostrado e gozei pensando no que a gente tinha feito no riacho.
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