Celina, minha cunhada.
Quando essa história começou, já estávamos com a Micaela uns 5 anos de casados. Não estávamos passando um bom momento na parte sexual, o sexo tinha ficado monótono e, principalmente, previsível. Por isso, cada vez transávamos com menos frequência e era mais fácil arrumar desculpas pra não fazer. Às vezes, uma briga besta antes de dormir por motivos insignificantes já era suficiente pra evitar que um procurasse o outro. Pra ser sincero, eu também era responsável por isso... é que ter relações com minha mulher tinha virado praticamente um trabalho. Ela passava o tempo todo dando instruções do que fazer... do que não fazer... onde tocar... onde não tocar... e se eu pressionasse algum ponto errado, ela parava tudo no meio do ato e, depois de uma discussão rápida, a gente dormia de costas um pro outro sem tentar de novo. Às vezes, era até um alívio interromper o ato porque eu já não tava mais curtindo.
Com a Celina, minha cunhada, sempre tivemos uma relação excelente. Ela, apesar de estar na casa dos 35 anos... dois anos mais velha que a gente... era solteira e ainda morava com os pais. Sempre senti que a irmã da minha mulher se parecia mais comigo do que a própria esposa. Por exemplo, a gente combinava nos gostos pra passar o tempo vendo filmes de ação ou eventos esportivos, enquanto com a minha mulher era tudo comédia romântica e conteúdo mais culto. Minha cunhada sempre foi mais pragmática, mais direta, e isso sempre admirei nela. Ela é diferente da maioria das mulheres que conheço, porque toma as decisões mais pela razão do que pela emoção. Fisicamente, as irmãs também não eram tão parecidas... embora ambas tenham aquele tom de pele moreno típico das mulheres latinas, enquanto minha mulher sempre foi muito magra... com pouco peito... mas com uma bunda pequena e redondinha linda... minha cunhada tem um biotipo mais latinizado... quadris mais largos e peitos maiores... também mamilos mais compridos e escuros... mas isso eu descobriria bem mais pra frente... embora não possa negar que várias vezes espiei os bicos duros da minha cunhada em reuniões de família através de alguma camiseta fina. Acontece que a gente também deseja o que não tem, e de tanto não ter o que acariciar em casa, não conseguia deixar de desejar aqueles peitões quando apareciam por um decote enquanto ela me oferecia uma travessa de salada no almoço na casa dos pais.

Acho que o conforto era mútuo e sempre tínhamos atenções um com o outro... então começou a ficar difícil distinguir se minha relação com ela era normal de um cunhado e sua cunhada ou se havia um carinho especial da parte dela pra mim... até que ponto comentar cada publicação que o outro faz nas redes é normal, até que ponto mandar beijos e corações pro seu cunhado é normal... aqueles abraços demorados são normais ou ela quer me sentir perto? Mas era impossível saber as verdadeiras intenções da Celina, seria uma loucura me jogar numa tentativa com ela com o risco de não ser correspondido e ter problemas sérios com a minha mulher... era melhor ficar na dúvida do que sair machucado nesse jogo por interpretar as coisas errado.
Como a Celina era solteira, ela era muito próxima da Micaela... mais um motivo pra não tentar absolutamente nada... e o tempo todo a Micaela queria incluir ela nos nossos planos. Se a gente saía pra um bar tomar alguma coisa, ela vinha junto; se íamos jantar, às vezes a convidávamos e, claro, passávamos várias noites bebendo e vendo filmes na casa dos pais delas, batendo papo sobre a vida. A Micaela nunca achou que a irmã fosse uma ameaça pro relacionamento; pelo contrário, sempre a incluía pra passar tempo com a gente. Pra mim, tudo aquilo era como uma facada na barriga, porque já passávamos muito tempo juntos e mil pensamentos e fantasias corriam de um lado pro outro dentro da minha cabeça... é foda ir pro rio com duas mulheres que você deseja... olhar a bunda da Celina e da Micaela no sol e começar a imaginar se é possível... que, por essas coisas da vida, a Celina gosta que eu fique olhando... será que ela quer que eu acaricie...??? será que quer provar o homem da irmã dela...? mas e se a Micaela percebeu e tá se fazendo de sonsa...??? tipo, a irmã dela tá desfilando de bunda na minha frente... agora mesmo pediu pra passar creme nos ombros... ela não vai perceber??? e se elas quiserem que a gente fique os três juntos??? não... não pode ser, melhor eu entrar na água porque a pica já tá dura demais só de imaginar... são só umas loucuras minhas de tarado mesmo.

Entendo, querido leitor, que muitas vezes me perco em rodeios e vocês querem ler os fatos concretos, mas antes de receberem a condenação, primeiro queria explicar o contexto... então peço que tenham paciência comigo...
Concretamente, minhas relações íntimas com a Celina começaram a se firmar numa noite de Netflix... com a minha mulher presente... na verdade, foi uma conversa noturna de adultos tomando fernet com coca... processando ideias boas e ruins...
- e os swingers???
- E aí, qual é a dos swingers...?
— Vocês topariam ir num clube de swingers? Me falaram que tem um perto do shopping...? — perguntou Celina.
- eu sim... quer dizer, não é que eu vá fazer nada (me segurei), mas me dá curiosidade saber o que rola lá...
- Nada, nem louca... vai sozinho... nessa eu não entro... disse Micaela cortando toda minha ilusão de experimentar coisas novas...
— Mas, Mica, a gente só tá falando de ir pra dar uma olhada... não vai rolar nada, disse a Celina... sei lá, eu não tenho com quem ir, mas tô curiosa... mais pra dar uma espiada... se eu me empolgar, vai saber...
— Vão vocês então... interrompeu Micaela, desconfortável... pra mim, essa história de poliamor é pura mentira... se você quer ficar com alguma louca, vai sozinho, mas depois, quando voltar e eu tiver trocado a fechadura, não venha reclamar... sentenciou minha mulher como se tivesse nascido em 1910...
Dentro de mim eu pensava... com que prazer eu toparia ir a um clube de swing com a Celina... você não faz ideia do que está propondo...
Uns dias depois, Micaela viajou pra província de Buenos Aires. Fazia uns meses que ela tinha começado um negócio de e-commerce de roupas. A parada era viajar em tours organizados pra comprar roupas em feiras da capital do país e revender na nossa cidade. Era bem normal eu passar pelo menos um fim de semana por mês sozinho em casa por causa desse trampo, tempo que eu desperdiçava principalmente jogando videogame e vendo jogo de futebol largado no sofá. Naquele sábado à tarde, eu tava vendo um jogo do Messi no Barcelona contra algum rival que não tem importância nenhuma, quando uma mensagem no meu celular interrompeu minha paz...
- Quer que a gente vá ???
- O quê? Aonde?... Finjo que não entendi o que ela queria dizer, mas caí na real na hora do que se tratava...
- ao swinger... vamos!!!
- haha, tu é doida... cê quer me levar pro mau caminho...
- daaaale, se não vamos fazer nada de errado, vamos tomar um negócio e só olhar... não vou contar nada pra minha irmã... me acompanha
- haha, óbvio que não, senão ela mata nós dois...
- bom... se quiser, a gente vai, mas é coisa nossa, não vai contar pra ninguém, me fala depois que horas te busco
- Nãão... é segredo só nosso, cunhada... beijinhos...
De saber que naquela noite a gente ia num swing só com a Celina, a pica já começou a endurecer... não queria bater uma porque não queria perder a adrenalina que tava acumulada, sem falar da porra que eu tava guardando pra ela há muito tempo.
Ela me pediu pra buscá-la no portão da casa dos pais porque não queria que as vizinhas fofoqueiras vissem ela subir no meu carro. Então, no horário combinado, eu tava com o carro estacionado uns 200 metros da casa dos pais dela, esperando por ela...
- me atrasei... me espera, não vai sem mim... (dois beijinhos com corações)
Coloquei uma música enquanto esperava. Por dentro, me sentia muito nervoso, mesmo tendo tomado um gole antes de sair de casa pra relaxar — não adiantou nada. Olhei no retrovisor e vi Celina se aproximando do ponto de encontro, a uns 50 metros do carro... Ela vestia uma calça de courino preta bem justa, que refletia a luz dos postes elétricos da rua... O som dos saltos altos dos sapatos beges dela ecoava na solidão da noite... se aproximando... cada vez mais perto... cada vez mais alto... Completava o visual com uma camiseta branca presa no pescoço por uma corrente dourada, deixando as costas todas de fora, mostrando que ela não tava usando sutiã...
Quando vi ela, só consegui passar a mão na minha piroca salsichuda duas vezes e desci rápido pra receber ela...

Desculpa, desculpa pela demora... acabei me atrasando.
- sem problema... o que é bom demora pra chegar... você tá muito gostosa... eu falei...
Ela sorriu, me respondeu com um obrigada tímido, me abraçou encostando os peitos no meu peito e me deu um beijo na bochecha que, mesmo tendo durado um segundo, pareceu ter durado uma hora. Abri a porta do carro e convidei ela pra entrar, e ela agradeceu pela cavalheirismo...
Infelizmente a falta de experiência no assunto e nossa ansiedade nos pregaram uma peça... ou talvez o destino tenha jogado a nosso favor... mas quando, com muito nervosismo e conversas tensas, chegamos ao clube de swing, descobrimos que, aparentemente, a vida no swing naquele clube começava mais tarde do que imaginávamos e o clube só abriria daqui a duas horas... Totalmente decepcionados e sem querer que a noite acabasse, decidi convidá-la pra comer alguma coisa pra não passar esse tempo de espera pelo menos de estômago vazio, e ela aceitou na hora.
Entre as batatas bravas e os goles de cerveja, aos poucos a tensão que tava pairando no ar foi se dissipando e a conversa voltou a ser fluida e relaxada como sempre foi entre a gente... depois de umas cervejas e umas conversas privadas e pessoais, eu me perdi olhando fixo pro movimento dos lábios dela... brilhantes... grossos... imaginava como seria sentir esses lábios saboreando meu pau... tentei disfarçar meus pensamentos safados desviando o olhar da boca dela, mas foi muito pior baixar a vista e ver que os biquinhos de Celina marcavam na camiseta branca dela, e minha reação foi tão óbvia que ela percebeu e cruzou um braço na frente dos peitos quase como um reflexo... a gente se olhou em silêncio por mais um daqueles segundos que duram décadas, e ela tirou o braço da frente dos peitos quase como se tivesse me dando permissão pra eu olhar... então eu fiz minha jogada de mestre e tive a ousadia de pegar na mão dela e comecei a acariciar, e aos poucos minha mão foi subindo pelo braço dela com carícias gostosas... a gente continuava falando de assuntos que não interessavam... mesmo que pudéssemos estar falando de qualquer coisa, nossa mente tava na minha mão fazendo amor com a mão e o pulso dela... por sorte, como eu tava sentado, ninguém percebia minha ereção...
- É tarde... devíamos ir, ela disse...
- Vamos lá... eu falei...
Paguei a conta enquanto ela ia no banheiro e saímos do bar entre risadas e tontura pelo álcool consumido. De novo chegando na porta do lugar, depois de andar uns metros, aproximei minha mão da dela, e elas se agarraram com força. Caminhamos um pouco até o carro e, esperando o sinal verde no semáforo, num ato de coragem, olhei pra ela e beijei... os lábios dela eram mais grossos que os da irmã... nossos lábios se chocavam com a fúria contida de meses querendo se encontrar. Busquei o pescoço dela e comecei a percorrer com beijos e lambidas, mas ela me parou, pedindo por favor que não.
- Não quer, não?
- É que eu quero, mas a gente tá na rua... além disso, isso tá uma merda... você é casado com a minha irmã... é muito louco tudo isso que tá rolando entre a gente...
Eu não queria parar, mas parei. Um "não" dela já bastava pra frear uma loucura que podia nos meter em encrenca... mas a loucura não se segurou por muito tempo. Assim que subimos no carro, não aguentamos a vontade de nos beijar... rapidamente ataquei o pescoço dela... ela soltava suspiros de gemido e a gente nem tinha tirado a roupa ainda. Convidei ela pra ir lá em casa, mas ela não aceitou... não achou moral nem ético ficar comigo na mesma cama onde eu dormia com a irmã dela. Eu disse que tudo bem, mas por favor, vamos pra algum lugar, porque eu tava morrendo de vontade de ficar com ela... ela respondeu que também queria, e graças ao Google, encontramos um hotel. No caminho, minhas mãos percorreram umas cem vezes a courino da calça dela, e ela respondeu me segurando firme na pica dura por cima da roupa.
No hotel, a gente se beijava freneticamente debaixo de uma luz vermelha no quarto, os dois brincando que com certeza a gente merecia o inferno pelo que tava rolando, mas se aquele quarto de hotel era o inferno, a gente queria morar ali pra sempre... eu acariciava a virilha dela por cima da calça de courino... sentia macio ao toque e quente, e na minha cabeça eu imaginava que, se já tava tão quente por fora, com certeza dentro daquela calça apertada eu ia encontrar uma buceta molhada, suada e quente... ela já tinha desabotoado minha calça e me masturbava no ritmo dos meus beijos e de que parte do pescoço dela eu tava beijando... de vez em quando eu tinha que pedir pra ela não ir tão rápido senão meu pau ia explodir muito antes do tempo na mão dela, e em cima dela, totalmente vestida... ela devia ter percebido porque meu líquido pré-seminal já tava espalhado na palma da mão dela...
Desabrochei a calça dele e ela começou a puxar pra baixo, como se estivesse soltando a bunda daquela calça... as nádegas dela se alargavam enquanto a calça descia até as coxas e me deixava ver uma pequena fio dental de estampa animal com elásticos pretos...

- Você gosta... é bem macia, ela disse.
com certeza era tipo uma imitação de pele de tigre... macia ao toque, mas eu tava mais interessado no que tinha por baixo daquela fio dental...
- Você veio preparada, eu disse... pensei que a gente só ia olhar...
- nunca se sabe... sempre tem que estar preparada, respondeu ela...
Apesar de talvez não ter a bunda perfeita que a irmã Micaela tinha e de ser um pouco mais gordinha, o tesão da situação de estar com ela era mais forte que qualquer preconceito estético, embora eu não deixasse de notar que a fio dental dela com certeza não era maior que as que minha mulher usava, só que num corpo maior, o que fazia aquela imitação de pele se perder no meio das bandas da rabeta dela por trás e cobrir pouca superfície da buceta dela na frente...
- Você gosta? perguntou ela de novo, virando-se e encostando a raba no meu pau.
De novo tive que me segurar pra não jorrar meus fluidos toda na bunda da Celina...
- eu amo... você me enlouquece, respondi...
Me levantei e peguei ela por trás, encostando meu pau na bunda dela enquanto enfiava as mãos por baixo da camiseta e amassava os peitos dela, ao mesmo tempo que beijava o pescoço dela, desviando o cabelo pra não atrapalhar, enquanto ela esfregava a bunda em mim. Fazia tempo que você não amassava umas tetas tão grandes... os bicos eram compridos e ficaram ainda mais quando eu apertava eles entre os dedos, e cada vez que eu fazia isso, ela gemia e se apertava mais contra mim...
- Você é um filho da puta... olha o que você tá fazendo comigo, ela disse...
- te quero, puta gostosa, respondi pra ela
— Vamos pra cama... quero que você me coma — respondeu ela...
Tirei a camiseta que já tava atrapalhando e corria o risco de ser destruída num ataque de loucura e paixão. Ela se deitou de barriga pra cima enquanto eu me perdia nas tetas dela...
- cê gosta das minhas tetas... chupa elas, bebê... viu que tetas lindas que eu tenho?
Eu beijava elas, passava a língua no mamilo marrom dela e de vez em quando dava uma mordidinha que fazia ela ficar louca...
— Não, não me morde... ela dizia...
Mas toda vez que eu dava uma mordidinha naquelas tetas, sentia o corpo todo dela se contorcendo por uma fração de segundo, e isso me dava um prazer interno imenso...
- E se eu agora morder sua pica? – ela perguntou... um segundo antes de começar a chupar...
Eu via a bunda dela se mexendo pra cima e pra baixo, de baixo pra cima, enquanto sentia o toque suave da boca dela no meu pau... queria pegar aquela bunda com minhas mãos e, principalmente, com meus dedos, mas não conseguia...
—Agora, com sua irmã, vocês vão ser irmãzinhas de porra, falei na minha tesão...
—Não seja filho da puta, você me deixa mais tesuda ainda — respondeu ela, imersa no tesão...
Novamente ela se deitou na cama de barriga pra cima e eu comecei devagar a puxar a tira da calcinha fio dental pra baixo enquanto beijava os peitos dela... a barriga... o monte de vênus totalmente depilado (outra prova incontestável de que aquele corpo esperava visita naquela noite)... o centro protetor da calcinha foi se soltando dos lábios da buceta dela devagar, igual quem desgruda duas páginas de um livro molhado... fios de suco vaginal foram se separando conforme eu puxava aquela calcinha e vi como um líquido meio branco tinha encharcado ela toda... tinha um cheiro forte de buceta e isso me excitava ainda mais... mergulhei na buceta dela chupando tudo que tinha ao redor e saboreando com a língua cada cantinho com tanta intensidade que ela pediu pra eu ser suave com ela... continuei devorando o néctar da minha cunhada direto da fonte, com ela gritando desesperada pedindo pra eu ir devagar, mas ao mesmo tempo os gemidos e gritos de prazer dela me mostravam que eu devia obedecer ao corpo dela e não ao que as palavras diziam. Fui enfiando meu dedo indicador dentro dela enquanto lambia o clitóris dela igual cachorro e senti como por dentro foi se abrindo devagar pra dar passagem ao meu dedo que já tava todo molhado... eu lambia em volta do clitóris dela e quando tocava o ponto mais sensível sentia uns espasmos pequenos e como a vagina dela apertava meu dedo lá dentro... aí não consegui parar de imaginar como seria se no lugar do meu dedo fosse meu pau apertado dentro dela e de novo tive que segurar um espasmo interno que quase me fez gozar outra vez...

- Tenho que enfiar em você... eu disse... não aguento mais...
- mete em mim, vai, ela disse... deita... eu vou por cima...
Ela se colocou por cima, pegou meu pau com uma das mãos e colocou entre os lábios dela... devagar foi sentando nele... quando vi que minha cabecinha estava entrando nela, tentei levantar o corpo e enfiar tudo de uma vez, mas ela colocou a mão no meu peito e pediu pra eu ir com calma. Finalmente, com paciência, ela conseguiu me enfiar inteiro dentro dela, e nós dois ficamos parados, curtindo aquele momento de estarmos completamente ligados...
-mmm é lindo... adoro ter você dentro de mim...
Eu sentia o calor da buceta dela... não podia acreditar que tava acontecendo... finalmente tava dentro da minha cunhada... a irmã da minha mulher... e não conseguia explicar como tanta coisa aconteceu pra que no mundo eu fosse o sortudo que conseguiu ficar com a irmã da própria esposa... com certeza me sentia especial e a excitação do proibido fazia com que não fosse uma transa qualquer... eu realmente curtia cada metida dela no meu pau e acho que nós dois não queríamos que a foda acabasse nunca mais...
Dava tapinhas leves na bunda dela, chamando ela de puta que dava pro marido da irmã...
- siiiim, sou uma puta... sou uma puta, ela dizia enquanto continuava cavalgando sem parar...
E quanto mais ela se autointitulava de puta, mais eu batia na bunda dela pra ela se mexer e enfiar meu pau bem fundo, enquanto sentia minha virilha encharcar com os sucos que a buceta dela me impregnava com os movimentos dela pra trás e pra frente...
Chupa meus peitos, ele me disse... quer peito, bebê? Chupa eles, vai...
Chupa eles e depois coloquei os mamilos dela na palma das minhas mãos, fazendo com que a cada sentada dela os mamilos esticassem. Em segundos, ela avisou que ia explodir...

Filho da puta, já vou gozar... goza em mim...
- gozo em você?... dentro?
-acaba comigo... acaba comigo... vou go... filho da puta, vou gozaaaaar
Ela gozou antes de mim... se contorceu forte gritando "siim, que gostosa, a putinha" enquanto eu ainda tinha o leite na ponta da pica sem conseguir sair... uma última estocada... mais uma, eu disse pra mim mesmo, e quando a metade da pica já estava fora dela, enfiei de novo pela última vez, descarregando um jato de porra dentro dela... sem nem bombear, o resto do meu leite saiu sozinho, se misturando com os fluidos dela...
- aaaaah meu amor, essa cara me encanta, ela me disse enquanto eu gozava tudo dentro dela... você me encanta, gostosa
Ela caiu exausta em cima de mim, nós dois ficamos sem fôlego, largados na cama, nos olhando no espelho sob aquela luz vermelha, suados e vendo no espelho do teto como os lençóis estavam encharcados, embora eu não conseguisse distinguir se o que molhava os lençóis era nosso suor ou nossos fluidos...
Depois que tudo acabou, em silêncio enquanto ela recuperava o fôlego, não pude deixar de notar que minha cunhada não tinha um corpo tão gostoso quanto o da minha mulher, mas o tesão e a tensão sexual que existia entre nós tornava impossível eu perceber isso antes da foda que a gente deu.
Acho que depois de ter se aliviado, ela também caiu na real do que a gente tinha feito... sendo sinceros, nós dois sabíamos que a gente tava procurando por isso... a gente desejava... mas depois que aconteceu, ela tinha que lidar com a própria consciência e os pensamentos de culpa pelo que tinha rolado. Naquela noite, a gente deixou passar um tempão do horário do motel fazendo coisas como tomar banho e se arrumar pra voltar pra casa... com certeza dava tempo de fazer de novo, mas acho que nós dois precisávamos de um tempo pra digerir o que tinha acontecido... o dia seguinte... o que sobra depois que você gozou...
Quando a gente voltava, mesmo tentando agir naturalmente como se nada tivesse acontecido, era claro que a gente tinha cruzado aquela linha e o clima ficou tenso... deixei ela no mesmo lugar onde peguei.
- amanhã te escrevo... eu disse pra ela...
—pra quê... —ela respondeu...
-eeeeh, não por nada, só pra saber como cê tá...
- sim, vai fundo, ela me disse...
Ela me deu um beijo na boca quase como um compromisso, e eu vi ela andando na direção oposta de onde a vi quando fui buscá-la naquela rua escura... enquanto ela ia embora e eu via a bunda dela se afastando de mim de novo, senti meu pau endurecer de novo e não consegui evitar começar a bater uma pensando na Celina...
Continua???

Quando essa história começou, já estávamos com a Micaela uns 5 anos de casados. Não estávamos passando um bom momento na parte sexual, o sexo tinha ficado monótono e, principalmente, previsível. Por isso, cada vez transávamos com menos frequência e era mais fácil arrumar desculpas pra não fazer. Às vezes, uma briga besta antes de dormir por motivos insignificantes já era suficiente pra evitar que um procurasse o outro. Pra ser sincero, eu também era responsável por isso... é que ter relações com minha mulher tinha virado praticamente um trabalho. Ela passava o tempo todo dando instruções do que fazer... do que não fazer... onde tocar... onde não tocar... e se eu pressionasse algum ponto errado, ela parava tudo no meio do ato e, depois de uma discussão rápida, a gente dormia de costas um pro outro sem tentar de novo. Às vezes, era até um alívio interromper o ato porque eu já não tava mais curtindo.
Com a Celina, minha cunhada, sempre tivemos uma relação excelente. Ela, apesar de estar na casa dos 35 anos... dois anos mais velha que a gente... era solteira e ainda morava com os pais. Sempre senti que a irmã da minha mulher se parecia mais comigo do que a própria esposa. Por exemplo, a gente combinava nos gostos pra passar o tempo vendo filmes de ação ou eventos esportivos, enquanto com a minha mulher era tudo comédia romântica e conteúdo mais culto. Minha cunhada sempre foi mais pragmática, mais direta, e isso sempre admirei nela. Ela é diferente da maioria das mulheres que conheço, porque toma as decisões mais pela razão do que pela emoção. Fisicamente, as irmãs também não eram tão parecidas... embora ambas tenham aquele tom de pele moreno típico das mulheres latinas, enquanto minha mulher sempre foi muito magra... com pouco peito... mas com uma bunda pequena e redondinha linda... minha cunhada tem um biotipo mais latinizado... quadris mais largos e peitos maiores... também mamilos mais compridos e escuros... mas isso eu descobriria bem mais pra frente... embora não possa negar que várias vezes espiei os bicos duros da minha cunhada em reuniões de família através de alguma camiseta fina. Acontece que a gente também deseja o que não tem, e de tanto não ter o que acariciar em casa, não conseguia deixar de desejar aqueles peitões quando apareciam por um decote enquanto ela me oferecia uma travessa de salada no almoço na casa dos pais.

Acho que o conforto era mútuo e sempre tínhamos atenções um com o outro... então começou a ficar difícil distinguir se minha relação com ela era normal de um cunhado e sua cunhada ou se havia um carinho especial da parte dela pra mim... até que ponto comentar cada publicação que o outro faz nas redes é normal, até que ponto mandar beijos e corações pro seu cunhado é normal... aqueles abraços demorados são normais ou ela quer me sentir perto? Mas era impossível saber as verdadeiras intenções da Celina, seria uma loucura me jogar numa tentativa com ela com o risco de não ser correspondido e ter problemas sérios com a minha mulher... era melhor ficar na dúvida do que sair machucado nesse jogo por interpretar as coisas errado.
Como a Celina era solteira, ela era muito próxima da Micaela... mais um motivo pra não tentar absolutamente nada... e o tempo todo a Micaela queria incluir ela nos nossos planos. Se a gente saía pra um bar tomar alguma coisa, ela vinha junto; se íamos jantar, às vezes a convidávamos e, claro, passávamos várias noites bebendo e vendo filmes na casa dos pais delas, batendo papo sobre a vida. A Micaela nunca achou que a irmã fosse uma ameaça pro relacionamento; pelo contrário, sempre a incluía pra passar tempo com a gente. Pra mim, tudo aquilo era como uma facada na barriga, porque já passávamos muito tempo juntos e mil pensamentos e fantasias corriam de um lado pro outro dentro da minha cabeça... é foda ir pro rio com duas mulheres que você deseja... olhar a bunda da Celina e da Micaela no sol e começar a imaginar se é possível... que, por essas coisas da vida, a Celina gosta que eu fique olhando... será que ela quer que eu acaricie...??? será que quer provar o homem da irmã dela...? mas e se a Micaela percebeu e tá se fazendo de sonsa...??? tipo, a irmã dela tá desfilando de bunda na minha frente... agora mesmo pediu pra passar creme nos ombros... ela não vai perceber??? e se elas quiserem que a gente fique os três juntos??? não... não pode ser, melhor eu entrar na água porque a pica já tá dura demais só de imaginar... são só umas loucuras minhas de tarado mesmo.

Entendo, querido leitor, que muitas vezes me perco em rodeios e vocês querem ler os fatos concretos, mas antes de receberem a condenação, primeiro queria explicar o contexto... então peço que tenham paciência comigo...
Concretamente, minhas relações íntimas com a Celina começaram a se firmar numa noite de Netflix... com a minha mulher presente... na verdade, foi uma conversa noturna de adultos tomando fernet com coca... processando ideias boas e ruins...
- e os swingers???
- E aí, qual é a dos swingers...?
— Vocês topariam ir num clube de swingers? Me falaram que tem um perto do shopping...? — perguntou Celina.
- eu sim... quer dizer, não é que eu vá fazer nada (me segurei), mas me dá curiosidade saber o que rola lá...
- Nada, nem louca... vai sozinho... nessa eu não entro... disse Micaela cortando toda minha ilusão de experimentar coisas novas...
— Mas, Mica, a gente só tá falando de ir pra dar uma olhada... não vai rolar nada, disse a Celina... sei lá, eu não tenho com quem ir, mas tô curiosa... mais pra dar uma espiada... se eu me empolgar, vai saber...
— Vão vocês então... interrompeu Micaela, desconfortável... pra mim, essa história de poliamor é pura mentira... se você quer ficar com alguma louca, vai sozinho, mas depois, quando voltar e eu tiver trocado a fechadura, não venha reclamar... sentenciou minha mulher como se tivesse nascido em 1910...
Dentro de mim eu pensava... com que prazer eu toparia ir a um clube de swing com a Celina... você não faz ideia do que está propondo...
Uns dias depois, Micaela viajou pra província de Buenos Aires. Fazia uns meses que ela tinha começado um negócio de e-commerce de roupas. A parada era viajar em tours organizados pra comprar roupas em feiras da capital do país e revender na nossa cidade. Era bem normal eu passar pelo menos um fim de semana por mês sozinho em casa por causa desse trampo, tempo que eu desperdiçava principalmente jogando videogame e vendo jogo de futebol largado no sofá. Naquele sábado à tarde, eu tava vendo um jogo do Messi no Barcelona contra algum rival que não tem importância nenhuma, quando uma mensagem no meu celular interrompeu minha paz...
- Quer que a gente vá ???
- O quê? Aonde?... Finjo que não entendi o que ela queria dizer, mas caí na real na hora do que se tratava...
- ao swinger... vamos!!!
- haha, tu é doida... cê quer me levar pro mau caminho...
- daaaale, se não vamos fazer nada de errado, vamos tomar um negócio e só olhar... não vou contar nada pra minha irmã... me acompanha
- haha, óbvio que não, senão ela mata nós dois...
- bom... se quiser, a gente vai, mas é coisa nossa, não vai contar pra ninguém, me fala depois que horas te busco
- Nãão... é segredo só nosso, cunhada... beijinhos...
De saber que naquela noite a gente ia num swing só com a Celina, a pica já começou a endurecer... não queria bater uma porque não queria perder a adrenalina que tava acumulada, sem falar da porra que eu tava guardando pra ela há muito tempo.
Ela me pediu pra buscá-la no portão da casa dos pais porque não queria que as vizinhas fofoqueiras vissem ela subir no meu carro. Então, no horário combinado, eu tava com o carro estacionado uns 200 metros da casa dos pais dela, esperando por ela...
- me atrasei... me espera, não vai sem mim... (dois beijinhos com corações)
Coloquei uma música enquanto esperava. Por dentro, me sentia muito nervoso, mesmo tendo tomado um gole antes de sair de casa pra relaxar — não adiantou nada. Olhei no retrovisor e vi Celina se aproximando do ponto de encontro, a uns 50 metros do carro... Ela vestia uma calça de courino preta bem justa, que refletia a luz dos postes elétricos da rua... O som dos saltos altos dos sapatos beges dela ecoava na solidão da noite... se aproximando... cada vez mais perto... cada vez mais alto... Completava o visual com uma camiseta branca presa no pescoço por uma corrente dourada, deixando as costas todas de fora, mostrando que ela não tava usando sutiã...
Quando vi ela, só consegui passar a mão na minha piroca salsichuda duas vezes e desci rápido pra receber ela...

Desculpa, desculpa pela demora... acabei me atrasando.
- sem problema... o que é bom demora pra chegar... você tá muito gostosa... eu falei...
Ela sorriu, me respondeu com um obrigada tímido, me abraçou encostando os peitos no meu peito e me deu um beijo na bochecha que, mesmo tendo durado um segundo, pareceu ter durado uma hora. Abri a porta do carro e convidei ela pra entrar, e ela agradeceu pela cavalheirismo...
Infelizmente a falta de experiência no assunto e nossa ansiedade nos pregaram uma peça... ou talvez o destino tenha jogado a nosso favor... mas quando, com muito nervosismo e conversas tensas, chegamos ao clube de swing, descobrimos que, aparentemente, a vida no swing naquele clube começava mais tarde do que imaginávamos e o clube só abriria daqui a duas horas... Totalmente decepcionados e sem querer que a noite acabasse, decidi convidá-la pra comer alguma coisa pra não passar esse tempo de espera pelo menos de estômago vazio, e ela aceitou na hora.
Entre as batatas bravas e os goles de cerveja, aos poucos a tensão que tava pairando no ar foi se dissipando e a conversa voltou a ser fluida e relaxada como sempre foi entre a gente... depois de umas cervejas e umas conversas privadas e pessoais, eu me perdi olhando fixo pro movimento dos lábios dela... brilhantes... grossos... imaginava como seria sentir esses lábios saboreando meu pau... tentei disfarçar meus pensamentos safados desviando o olhar da boca dela, mas foi muito pior baixar a vista e ver que os biquinhos de Celina marcavam na camiseta branca dela, e minha reação foi tão óbvia que ela percebeu e cruzou um braço na frente dos peitos quase como um reflexo... a gente se olhou em silêncio por mais um daqueles segundos que duram décadas, e ela tirou o braço da frente dos peitos quase como se tivesse me dando permissão pra eu olhar... então eu fiz minha jogada de mestre e tive a ousadia de pegar na mão dela e comecei a acariciar, e aos poucos minha mão foi subindo pelo braço dela com carícias gostosas... a gente continuava falando de assuntos que não interessavam... mesmo que pudéssemos estar falando de qualquer coisa, nossa mente tava na minha mão fazendo amor com a mão e o pulso dela... por sorte, como eu tava sentado, ninguém percebia minha ereção...
- É tarde... devíamos ir, ela disse...
- Vamos lá... eu falei...
Paguei a conta enquanto ela ia no banheiro e saímos do bar entre risadas e tontura pelo álcool consumido. De novo chegando na porta do lugar, depois de andar uns metros, aproximei minha mão da dela, e elas se agarraram com força. Caminhamos um pouco até o carro e, esperando o sinal verde no semáforo, num ato de coragem, olhei pra ela e beijei... os lábios dela eram mais grossos que os da irmã... nossos lábios se chocavam com a fúria contida de meses querendo se encontrar. Busquei o pescoço dela e comecei a percorrer com beijos e lambidas, mas ela me parou, pedindo por favor que não.
- Não quer, não?
- É que eu quero, mas a gente tá na rua... além disso, isso tá uma merda... você é casado com a minha irmã... é muito louco tudo isso que tá rolando entre a gente...
Eu não queria parar, mas parei. Um "não" dela já bastava pra frear uma loucura que podia nos meter em encrenca... mas a loucura não se segurou por muito tempo. Assim que subimos no carro, não aguentamos a vontade de nos beijar... rapidamente ataquei o pescoço dela... ela soltava suspiros de gemido e a gente nem tinha tirado a roupa ainda. Convidei ela pra ir lá em casa, mas ela não aceitou... não achou moral nem ético ficar comigo na mesma cama onde eu dormia com a irmã dela. Eu disse que tudo bem, mas por favor, vamos pra algum lugar, porque eu tava morrendo de vontade de ficar com ela... ela respondeu que também queria, e graças ao Google, encontramos um hotel. No caminho, minhas mãos percorreram umas cem vezes a courino da calça dela, e ela respondeu me segurando firme na pica dura por cima da roupa.
No hotel, a gente se beijava freneticamente debaixo de uma luz vermelha no quarto, os dois brincando que com certeza a gente merecia o inferno pelo que tava rolando, mas se aquele quarto de hotel era o inferno, a gente queria morar ali pra sempre... eu acariciava a virilha dela por cima da calça de courino... sentia macio ao toque e quente, e na minha cabeça eu imaginava que, se já tava tão quente por fora, com certeza dentro daquela calça apertada eu ia encontrar uma buceta molhada, suada e quente... ela já tinha desabotoado minha calça e me masturbava no ritmo dos meus beijos e de que parte do pescoço dela eu tava beijando... de vez em quando eu tinha que pedir pra ela não ir tão rápido senão meu pau ia explodir muito antes do tempo na mão dela, e em cima dela, totalmente vestida... ela devia ter percebido porque meu líquido pré-seminal já tava espalhado na palma da mão dela...
Desabrochei a calça dele e ela começou a puxar pra baixo, como se estivesse soltando a bunda daquela calça... as nádegas dela se alargavam enquanto a calça descia até as coxas e me deixava ver uma pequena fio dental de estampa animal com elásticos pretos...

- Você gosta... é bem macia, ela disse.
com certeza era tipo uma imitação de pele de tigre... macia ao toque, mas eu tava mais interessado no que tinha por baixo daquela fio dental...
- Você veio preparada, eu disse... pensei que a gente só ia olhar...
- nunca se sabe... sempre tem que estar preparada, respondeu ela...
Apesar de talvez não ter a bunda perfeita que a irmã Micaela tinha e de ser um pouco mais gordinha, o tesão da situação de estar com ela era mais forte que qualquer preconceito estético, embora eu não deixasse de notar que a fio dental dela com certeza não era maior que as que minha mulher usava, só que num corpo maior, o que fazia aquela imitação de pele se perder no meio das bandas da rabeta dela por trás e cobrir pouca superfície da buceta dela na frente...
- Você gosta? perguntou ela de novo, virando-se e encostando a raba no meu pau.
De novo tive que me segurar pra não jorrar meus fluidos toda na bunda da Celina...
- eu amo... você me enlouquece, respondi...
Me levantei e peguei ela por trás, encostando meu pau na bunda dela enquanto enfiava as mãos por baixo da camiseta e amassava os peitos dela, ao mesmo tempo que beijava o pescoço dela, desviando o cabelo pra não atrapalhar, enquanto ela esfregava a bunda em mim. Fazia tempo que você não amassava umas tetas tão grandes... os bicos eram compridos e ficaram ainda mais quando eu apertava eles entre os dedos, e cada vez que eu fazia isso, ela gemia e se apertava mais contra mim...
- Você é um filho da puta... olha o que você tá fazendo comigo, ela disse...
- te quero, puta gostosa, respondi pra ela
— Vamos pra cama... quero que você me coma — respondeu ela...
Tirei a camiseta que já tava atrapalhando e corria o risco de ser destruída num ataque de loucura e paixão. Ela se deitou de barriga pra cima enquanto eu me perdia nas tetas dela...
- cê gosta das minhas tetas... chupa elas, bebê... viu que tetas lindas que eu tenho?
Eu beijava elas, passava a língua no mamilo marrom dela e de vez em quando dava uma mordidinha que fazia ela ficar louca...
— Não, não me morde... ela dizia...
Mas toda vez que eu dava uma mordidinha naquelas tetas, sentia o corpo todo dela se contorcendo por uma fração de segundo, e isso me dava um prazer interno imenso...
- E se eu agora morder sua pica? – ela perguntou... um segundo antes de começar a chupar...
Eu via a bunda dela se mexendo pra cima e pra baixo, de baixo pra cima, enquanto sentia o toque suave da boca dela no meu pau... queria pegar aquela bunda com minhas mãos e, principalmente, com meus dedos, mas não conseguia...
—Agora, com sua irmã, vocês vão ser irmãzinhas de porra, falei na minha tesão...
—Não seja filho da puta, você me deixa mais tesuda ainda — respondeu ela, imersa no tesão...
Novamente ela se deitou na cama de barriga pra cima e eu comecei devagar a puxar a tira da calcinha fio dental pra baixo enquanto beijava os peitos dela... a barriga... o monte de vênus totalmente depilado (outra prova incontestável de que aquele corpo esperava visita naquela noite)... o centro protetor da calcinha foi se soltando dos lábios da buceta dela devagar, igual quem desgruda duas páginas de um livro molhado... fios de suco vaginal foram se separando conforme eu puxava aquela calcinha e vi como um líquido meio branco tinha encharcado ela toda... tinha um cheiro forte de buceta e isso me excitava ainda mais... mergulhei na buceta dela chupando tudo que tinha ao redor e saboreando com a língua cada cantinho com tanta intensidade que ela pediu pra eu ser suave com ela... continuei devorando o néctar da minha cunhada direto da fonte, com ela gritando desesperada pedindo pra eu ir devagar, mas ao mesmo tempo os gemidos e gritos de prazer dela me mostravam que eu devia obedecer ao corpo dela e não ao que as palavras diziam. Fui enfiando meu dedo indicador dentro dela enquanto lambia o clitóris dela igual cachorro e senti como por dentro foi se abrindo devagar pra dar passagem ao meu dedo que já tava todo molhado... eu lambia em volta do clitóris dela e quando tocava o ponto mais sensível sentia uns espasmos pequenos e como a vagina dela apertava meu dedo lá dentro... aí não consegui parar de imaginar como seria se no lugar do meu dedo fosse meu pau apertado dentro dela e de novo tive que segurar um espasmo interno que quase me fez gozar outra vez...

- Tenho que enfiar em você... eu disse... não aguento mais...
- mete em mim, vai, ela disse... deita... eu vou por cima...
Ela se colocou por cima, pegou meu pau com uma das mãos e colocou entre os lábios dela... devagar foi sentando nele... quando vi que minha cabecinha estava entrando nela, tentei levantar o corpo e enfiar tudo de uma vez, mas ela colocou a mão no meu peito e pediu pra eu ir com calma. Finalmente, com paciência, ela conseguiu me enfiar inteiro dentro dela, e nós dois ficamos parados, curtindo aquele momento de estarmos completamente ligados...
-mmm é lindo... adoro ter você dentro de mim...
Eu sentia o calor da buceta dela... não podia acreditar que tava acontecendo... finalmente tava dentro da minha cunhada... a irmã da minha mulher... e não conseguia explicar como tanta coisa aconteceu pra que no mundo eu fosse o sortudo que conseguiu ficar com a irmã da própria esposa... com certeza me sentia especial e a excitação do proibido fazia com que não fosse uma transa qualquer... eu realmente curtia cada metida dela no meu pau e acho que nós dois não queríamos que a foda acabasse nunca mais...
Dava tapinhas leves na bunda dela, chamando ela de puta que dava pro marido da irmã...
- siiiim, sou uma puta... sou uma puta, ela dizia enquanto continuava cavalgando sem parar...
E quanto mais ela se autointitulava de puta, mais eu batia na bunda dela pra ela se mexer e enfiar meu pau bem fundo, enquanto sentia minha virilha encharcar com os sucos que a buceta dela me impregnava com os movimentos dela pra trás e pra frente...
Chupa meus peitos, ele me disse... quer peito, bebê? Chupa eles, vai...
Chupa eles e depois coloquei os mamilos dela na palma das minhas mãos, fazendo com que a cada sentada dela os mamilos esticassem. Em segundos, ela avisou que ia explodir...

Filho da puta, já vou gozar... goza em mim...
- gozo em você?... dentro?
-acaba comigo... acaba comigo... vou go... filho da puta, vou gozaaaaar
Ela gozou antes de mim... se contorceu forte gritando "siim, que gostosa, a putinha" enquanto eu ainda tinha o leite na ponta da pica sem conseguir sair... uma última estocada... mais uma, eu disse pra mim mesmo, e quando a metade da pica já estava fora dela, enfiei de novo pela última vez, descarregando um jato de porra dentro dela... sem nem bombear, o resto do meu leite saiu sozinho, se misturando com os fluidos dela...
- aaaaah meu amor, essa cara me encanta, ela me disse enquanto eu gozava tudo dentro dela... você me encanta, gostosa
Ela caiu exausta em cima de mim, nós dois ficamos sem fôlego, largados na cama, nos olhando no espelho sob aquela luz vermelha, suados e vendo no espelho do teto como os lençóis estavam encharcados, embora eu não conseguisse distinguir se o que molhava os lençóis era nosso suor ou nossos fluidos...
Depois que tudo acabou, em silêncio enquanto ela recuperava o fôlego, não pude deixar de notar que minha cunhada não tinha um corpo tão gostoso quanto o da minha mulher, mas o tesão e a tensão sexual que existia entre nós tornava impossível eu perceber isso antes da foda que a gente deu.
Acho que depois de ter se aliviado, ela também caiu na real do que a gente tinha feito... sendo sinceros, nós dois sabíamos que a gente tava procurando por isso... a gente desejava... mas depois que aconteceu, ela tinha que lidar com a própria consciência e os pensamentos de culpa pelo que tinha rolado. Naquela noite, a gente deixou passar um tempão do horário do motel fazendo coisas como tomar banho e se arrumar pra voltar pra casa... com certeza dava tempo de fazer de novo, mas acho que nós dois precisávamos de um tempo pra digerir o que tinha acontecido... o dia seguinte... o que sobra depois que você gozou...
Quando a gente voltava, mesmo tentando agir naturalmente como se nada tivesse acontecido, era claro que a gente tinha cruzado aquela linha e o clima ficou tenso... deixei ela no mesmo lugar onde peguei.
- amanhã te escrevo... eu disse pra ela...
—pra quê... —ela respondeu...
-eeeeh, não por nada, só pra saber como cê tá...
- sim, vai fundo, ela me disse...
Ela me deu um beijo na boca quase como um compromisso, e eu vi ela andando na direção oposta de onde a vi quando fui buscá-la naquela rua escura... enquanto ela ia embora e eu via a bunda dela se afastando de mim de novo, senti meu pau endurecer de novo e não consegui evitar começar a bater uma pensando na Celina...
Continua???

9 comentários - Celina, minha cunhada gostosa