A Freirinha Disfarçada (2006)

Essa história aconteceu em 2006, e pouca gente sabe dela. Na verdade, tentei mantê-la o mais secreta possível para proteger a identidade da outra pessoa, que era uma noviça na época (hoje em dia é freira). Sob o anonimato e com o perdão do tempo, tomo a liberdade de escrevê-la com mudanças em alguns detalhes que não alteram a essência de forma significativa.
* * *ViagensEm uma das minhas viagens para cidades do interior, eu ministrava cursos para profissionais técnicos. Nossa empresa era muito bem recebida e geralmente os locais nos agraciavam de formas bem interessantes. Numa dessas noites, houve um encontro social interessante: políticos, empresários, garotas acompanhantes VIP (a gente aprende a reconhecê-las) e o lugar era enorme, dava pra caminhar pelo jardim ou pelos cômodos da casa, que tinha coleções de objetos interessantes e pinturas. Nos sentíamos como se fôssemos embaixadores de outro país.

Conversar é algo natural pra mim, então acabei falando com uns empresários sobre assuntos complexos dos quais eu não entendia nada, depois com um vereador que me dizia que na minha cidade havia bons cabarés, e quando entrei na mansão para ir ao banheiro (que só posso dizer que era como o de um palácio) me deparei com um grupo de caras jovens, na casa dos vinte anos (minha idade na época, mais ou menos) fumando uns baseados escondidos da pompa.A Freirinha Disfarçada (2006)
(imagem ilustrativa)
A CONVERSA DA CARI E DA TRINIDADDei uma volta pelo enorme jardim iluminado por postes antigos para me afastar dos metidos do evento, até chegar num banco perto de uma cascata artificial. A luz estava fraca e por isso não percebi as duas pessoas me encarando. Duas garotas muito gatas, mas uma delas tinha a pele clara demais, tipo papel, e o cabelo discretamente coberto. Era uma noviça.

Levantei de susto, as garotas sorriram de forma cúmplice. Eu também entrei na risada quando percebi meu susto. Elas se apresentaram, uma se chama (vamos dizer KARINA) e a noviça tinha um nome esquisito não latino (nesse relato vou chamar de TRINIDAD). Fiz uma piada sobre minha reação e arranquei outro sorriso delas. Karina era uma mina muito linda, dava pra ver que era da alta sociedade do lugar, mas Trinidad me chamou a atenção.

Hoje em dia eu teria ficado ainda mais assustado com a palidez dela e o contraste com a roupa modesta e escura, uma saia até os tornozelos que só deixava ver a ponta dos sapatos brilhantes quando ela andava.

Adoro sotaque nas mulheres e Karina tinha um bem marcado da região, mas Trinidad sem dúvida tinha não só o sotaque, como falava espanhol como se ainda fosse difícil pra ela. Nós três rimos da pompa do evento e como eu tive educação religiosa quando pequeno, me atrevi a fazer perguntas pra Trinidad sobre ser noviça.

Karina ouviu o barulho do celular, um daqueles Motorola Startak que ela carregava, leu uma mensagem e disse que ia pra casa e voltava logo. Fiquei com Trinidad conversando sozinhos até Karina voltar, e ela se juntou à nossa conversa.

Contei que em dois dias eu ia embora da cidade pra seguir pra outra província do norte e depois voltar pra minha cidade. Comentei como era o hotel onde eu estava, dizendo que era chato ficar numa cidade e não conhecer a noite, eu esperava que Karina se oferecesse já que não esperava nada com Trinidad. Não precisava nem perguntar, não só ela tinha um voto de castidade, mas a inocência ao falar, e sabendo o quão conservador e reprimido é o país dela, somado ao fato de que certamente entrou muito jovem no serviço, me davam a certeza de que era virgem e não sabia nada de sexo, sexualidade.

Um beco sem saída, pensei. Melhor apostar minhas fichas na Karina, mas tudo ficou só numa conversa agradável naquela noite.

* * *ENCONTRO SECRETONo dia seguinte, acordo com o telefone tocando. O porteiro do hotel me avisa que deixaram uma mensagem para mim. Relutantemente, desci até o lobby e me entregaram uma carta. Estranho, pensei, quem manda cartas hoje em dia? Havia um número de telefone escrito com uma caligrafia feminina impecável, e o papel, por algum motivo, tinha um aroma especial.

Pego meu celular (um daqueles Nokias indestrutíveis) e ligo. Do outro lado, a voz e o sotaque inconfundíveis de Trinidad. Ela diz que gostaria de bater um papo comigo, mas com certa discrição. Sugeri um café, e ela disse que não era conveniente para ela. Preferia um lugar mais privado e tinha que ser ainda hoje.

Me senti o James Bond numa missão secreta, por isso falei para ela passar pelo hotel. Depois de alguns segundos de silêncio e um suspiro longo, ela concordou.

Duas horas depois, como eu havia instruído, ela apareceu com óculos escuros, um boné com viseira, jeans, uma jaqueta corta-vento e uma pasta cheia de papéis. Cumprimentei-a como se fosse uma estranha e nos sentamos no lobby, numa parte que não dava para ver da rua.

Ela estava nervosa, quase tremendo. Logo entendi que mesmo todas essas precauções (e a fantasia horrorosa) ainda eram pouco discretas para ela, e a convidei para o meu quarto, onde poderíamos conversar mais tranquilos.

* * *O SEGREDOMeu quarto era tipo uma suíte, com uma sala com poltronas separando o dormitório, então nos sentamos. Ofereci algo pra beber da geladeirinha, e como nós dois não bebemos álcool, abrimos uma lata de Coca Booty.

Ela disse: "Ontem à noite, quando conversamos e você perguntou sobre meu país, vi nos seus olhos que você sabe, que leu sobre o que acontece lá. Espero que não se importe se falarmos assim" (ela disse isso em inglês).

Respondi em inglês: "Sem problema. Sim, tenho uma ideia por ter visto notícias. Sei o que acontece lá. Suspeito que você teve uma infância bem conservadora, opressiva até."

Ela me disse: "A igreja foi a única coisa que me salvou, mas tudo tem um preço."

Olhei pra ela sem conseguir entender completamente.

Balancei a cabeça sem entender exatamente a que ela se referia ou onde queria chegar. Ela tirou uma carta do bolso. Ela disse:

"Esta é a primeira e última carta que vou escrever para minha família. Quero pedir que você transcreva e envie anonimamente por e-mail para minha mãe."

Abri bem os olhos. Não queria perguntar do que se tratava tudo aquilo, de repente comecei a me sentir desconfortável.

Disse: "Sim, Trini, pode contar comigo". Suspeitava que ser uma freira no cu do mundo tinha uma explicação complexa, mas não pensei que fosse assim... tão sério.

Ela disse: "Quando transcrever a carta, você vai entender tudo. Peço que não divulgue isso porque pode ser perigoso para mim e minha família."

Guardei a carta com infinito cuidado, concordando. Dessa vez até um pouco de medo me invadiu, devo confessar, não é todo dia que você se depara com uma informação que coloca a vida de outra ou outras pessoas em perigo. Ela se levantou, e eu fiz o mesmo. Ela ficou por um segundo como congelada, com a mão na boca.

Ela disse quase num sussurro: "Há muitos sacrifícios que devemos fazer na vida, mas as decisões são o que nos definem." Minha cara devia estar de completa confusão, imagino, porque ela acrescentou:

"Deus não me deu a possibilidade de ser mãe. e isso me colocava em perigo lá. Muitos deram tudo para que eu tivesse um futuro, e muitos sacrifícios me esperam no futuro, mas quero te pedir uma coisa mais". Eu concordei, quase extasiado pela profundidade das suas palavras.
Ela me olhou nos olhos e disse: "quero ser beijada".

* * *O BEIJO
Ambos ficamos congelados por alguns segundos diante daquela frase.
Ela deu um passo em minha direção e pôs seus lábios sobre os meus. Eu a envolvi em meus braços e retribuí o beijo. Podia sentir seu coração bater mais forte, sua respiração ficar ofegante ao sair de seu nariz como ar de um vulcão. Suas pupilas estavam fixas nas minhas, e eu disse: "O que você quiser, não precisa me pedir".
Ela me abraçou e começou a me beijar de forma mais apaixonada. Minhas mãos desceram até sua cintura, talvez nunca antes acariciada por outro homem (e talvez nunca mais por ninguém), e a levei para o quarto.

* * *NA CAMADeitei ela na cama com uma delicadeza infinita. Ela fechou os olhos, os braços rígidos ao lado do corpo e timidamente abriu as pernas. Talvez esperando que o bicho peludo a montasse como um demônio saído de Drácula, mas eu não queria que ela tivesse uma experiência daquelas.

Deitei ao lado dela e, com a ponta dos dedos, comecei a explorar sua pele. Ela abriu os olhos e encontrou os meus. Confusa, pois isso não batia com sua ideia de sexo. Então comecei a tirar sua roupa, acariciando-a e fazendo movimentos suaves sobre sua pele, meus lábios percorreram desde seu pescoço até a ponta dos pés.

Quando ficou nua, deixem-me dizer: fiquei impactado com suas curvas delicadas. Seios duros, mamilos pontudos e uma vulva linda e carnuda. Suavemente desci até sua virilha e podia ver como seu interior tremia na expectativa da penetração, mas com minha língua percorri seus lábios e clitóris.

Ela soltou um grito de surpresa, pôs uma mão na boca, surpresa consigo mesma, e a outra na minha nuca. Durante um bom tempo fiquei bebendo de sua linda bucetinha rosada. O orgasmo veio com choro, surpresa consigo mesma, ela começou a pedir desculpas por não conseguir parar de chorar. Disse que era normal, cada mulher tem uma reação própria, e algo novo sempre surpreende. Aos poucos me levantei e a fiz sentar na cama. Meu pau ficou diante dela em toda sua ereção, cheio de veias pulsantes. Toquei seus lábios com meu dedo e ela abriu a boca, inseri a ponta do meu pau nela.analSua inexperiência a fez roçar os dentes no meu pau, doeu um pouco e eu sugeri tentarmos outra posição. Deitei-a sobre mim na posição 69, agora minha boca estava sobre seu clitóris e eu disse: "faz igual a mim".
Lambí sua boceta e ela fez o mesmo com a cabeça do meu pau. Abri a boca com sucção para esticar seu clitóris e ela entendeu a ideia, começando a chupar meu pau de forma bem delicada.
Conforme acelerávamos, ela enfiava mais do meu pau na boca, e quando dei um tapa na sua bunda, ela se jogou pra frente e meu pau inteiro entrou até sua garganta. Ela começou a tossir e eu ri: "tá indo bem, gostosa".oral
(a partir daqui as imagens são ilustrativas)Aos poucos fui conhecendo o ritmo dela, e depois que ela teve mais dois orgasmos, eu disse que eu ia gozar e que ela tinha que engolir tudo. Ela levou como uma ordem, porque agarrou meu pau como se fosse uma mangueira e, quando meu sêmen começou a sair, ela engoliu e engoliu até não aguentar mais.

Ficamos ambos extasiados, ela mudou de posição e eu a peguei nos meus braços. Ela apoiou a cabeça no meu peito e, com a mão, acariciava suavemente meu pênis.

Ela disse: "Não imaginei que seria assim. Sinto que você me leva pela mão e com muito cuidado. Obrigada."

Eu podia sentir meu pênis ficando duro de novo, ela olhou para ele. Eu a abracei e a deitei sobre mim, como ela é pequena e muito leve, pude acomodar meu pênis na entrada da sua buceta. Ela estava molhada, o corpo suado e me olhava com um medo infinito nos olhos.virgemA cabeça do meu pau entrou suavemente e sem resistência, ela pegou meu rosto com as mãos e me beijou como se estivesse se despedindo da vida e me desejando sorte. Coloquei minhas mãos em seu quadril e aos poucos fui deslizando para baixo, meu pau duro enfiando nela. Ela soltou um grito, e senti a resistência, ali estava sua virgindade resistindo. Parei, e acariciei sua bochecha.

Beijei-a e ela se empurrou para baixo para que meu pau abrisse caminho dentro dela, um grito de prazer emergiu e ela começou a soluçar. Seu corpo voltou a tremer, e sua respiração parou por um segundo. Em um movimento, peguei suas pernas e as posicionei para que ela pudesse sentar sobre mim e eu me levantei. Ela desceu mais e meu pau entrou nela ainda mais fundo. Meus lábios foram até seus seios e comecei a beijá-los no ritmo de sua respiração, e seu quadril instintivamente começou a fazer movimentos descoordenados. Minhas mãos desceram e a peguei pela bunda, com minha força fiz ela se mover da forma certa, sincronizando com sua respiração.

Os gemidos de uma mulher, ou de uma puta, começaram a surgir pela primeira vez e ficaram ensurdecedores. Coloquei meus dedos em sua boca para que os chupasse (isso fazia com que ela não gritasse). Meu pau nessa altura começou a ficar com uma consistência EXTRA DURA, não acontece sempre, mas talvez a situação, o proibido, sua virgindade, não sei. A questão é que meu pau doía, a pele dele estava esticada como se fosse explodir (e doeu até o dia seguinte). Acomodei suas pernas sobre meus ombros, ela se surpreendeu com medo de cair, mas meus braços a seguravam, enquanto meu pau estivesse dentro dela, ela não iria a lugar nenhum.

Meu pau se enterrou ainda mais nela, agora suas mãos estavam na cabeça e eu a tinha enfiada de uma forma única, quando seu ritmo acelerou e vi que seu orgasmo explodia, deixei meu pau enchê-la de porra como uma fonte. Ela abriu os olhos, uma mistura de surpresa e horror ao se sentir no ar, sustentada por meus braços e meu pau enquanto tudo nela se enchia. Ficamos nos olhando nos olhos, compartilhando um suspiro eterno. Deitei ela ao meu lado, ela ficou estendida de bruços. Tentou dizer algo em espanhol ou inglês, mas a cabeça dela estava girando. Acariciei ela um pouco, dei uma massagem suave nas costas para ela relaxar. Descendo até as pernas, instintivamente a bunda minúscula dela se levantou como se fosse uma gata. Agora eu podia ver que ela estava toda molhada, a pele dela transpirada. Minhas mãos foram até a bunda dela, separei e enfiei minha língua no cu. As mãos dela se enterraram no colchão, e ela mordeu o travesseiro. Ela foi levantando a bunda até ficar de joelhos com a cabeça enterrada no travesseiro. O cu dela se abria e fechava no ritmo do orgasmo… num movimento rápido me levantei e apresentei meu pau nele, um empurrão e abri o cu dela. Ela gritou de surpresa e reclamou. "Também por aí você vai me dar?". O tom dela era meio pergunta, meio súplica. Poderia ter parado, mas dei um tapa forte na bunda dela, e ela com as mãos agarrou meu corpo pelo lado me convidando a entrar, logo meu pau foi entrando no cu dela. Coloquei a mão dela no clitóris, e ela começou a se tocar, enfiando um dedo e depois dois, enquanto meu pau a abria como uma motoserra cortando uma árvore.freiraLogo seu ânus transbordou de sêmen, e ele caiu sobre ela exausto. Meu pau foi saindo aos poucos enquanto as últimas gotas jorravam de sua bunda deliciosa.

Deitei ao lado dela. Meu pau não aguentava mais, eu também não. Ela sentou com a boceta na minha cara, e continuei fazendo sexo oral nela por um bom tempo. Quando ficou satisfeita, notou que meu pau estava ficando duro de novo, e levou a boca até ele, dessa vez engoliu meu sêmen todo como uma experiente. Deitou-se entre meus braços e dormimos um pouco.

Finalmente nos despedimos, ambos doloridos mas com a satisfação de termos dado tudo.
Reví ela, já como freira alguns anos depois. Tivemos uma conversa trivial, ela se comportou como uma verdadeira religiosa, mas nossos olhares tiveram uma conversa cheia de intrigas.O SEGREDOFinalmente, devo dizer que escrevi o e-mail e o enviei de uma conta do Yahoo que nunca mais usei. Aparentemente, ela se despediu da mãe, mas deixou claro que sobreviveu à fuga do seu país e agora era uma adulta com boa saúde. Não havia informações sobre qual perigo havia, porque tiraram a filha sem a mãe, ou o que acontece se alguém souber que ela estava em um convento no meu país. Posso contar a história porque desde o ano passado ela não está mais no país, é uma das milhares de religiosas do mundo que me permitiu dar a ela uma noite única.

Talvez um dia nos encontremos de novo, por enquanto só trocamos e-mails de uma conta anônima.Convido vocês a conhecer meus outros contos

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