Numa sexta-feira, ele apareceu enquanto eu assava uma pasta frola. Por causa do calor, e como minhas filhas não estavam em casa e meu marido também não, ele me viu de shortinho e com os peitos de fora. De novo a porta da frente destrancada. Dessa vez, ele me sentou na mesa e puxou meu short pra baixo de uma vez. Passou a mão nos meus peitos com uma mão enquanto com a outra tentava abrir minhas pernas.
Vai lá, magrinha, não me complica, quero chupar sua buceta!, disse com os olhos cheios de tesão.
Mas eu resolvi sair da mesa e puxar a calça jeans dele pra baixo. Passei o nariz e o queixo no tecido da cueca preta dele, molhada pelo tesão do pau duro dele, que peguei nas minhas mãos, lambi devagarinho e beijei com carinho. Me ajoelhei e, de uma bocada só, comecei a engolir, sem esperar ele entrar inteiro. Acho que tinha uns 19 centímetros. Mas ele segurou minha cabeça com as mãos grandes e, por uns segundos, meteu na minha boca com estocadas curtinhas. Ele gemia que nem um moleque e, quando tava quase gozando, pediu pra eu ficar de pé perto da geladeira. Pensei que ia me enfiar de uma vez sem dó, mas ele só conseguiu gozar na minha calcinha assim que o pau dele sentiu o calor da minha buceta. Nem chegou a meter! De novo, a silhueta dele sumiu na minha frente, e o cio das minhas entranhas me fez bater uma que nem uma porca, sentada no chão da cozinha, lambendo o gozo que ele deixou na minha calcinha, enquanto a torta de goiabada começava a queimar um pouco.
Outro meio-dia, ele tocou a campainha pronto pra cortar a grama do jardim. Darío e eu dávamos pra ele todos os serviços de manutenção de casa quando ele não tava dirigindo o táxi. Abri a porta, dei um copo de refrigerante pra ele e continuei arrumando a mesa. Antes que eu fizesse isso, ele me fez apoiar os cotovelos na mesa, levantou minha saia e, sem tirar minha calcinha, esfregou o pau duro dele entre minhas nádegas, e de repente, num só impulso, enfiou ele inteiro na minha buceta. Ele me comeu bem gostoso, fazendo os copos e talheres da mesa tilintarem, beliscando meus mamilos, lambendo minhas orelhas e falando coisas tipo: "assim, mamãe, sente ele todo dentro, se mexe, puta, deixa eu tirar esse tesão de você, e deixa suas filhas te verem bem puta, assim o Mariano começa a bater punheta!
Isso me fazia sentir uma pervertida, doentia e depravada, mas me deixava com tesão. Quando o gozo dele me inundou por inteiro, acho que meu orgasmo múltiplo me fez gemir bem alto. Na real, a Valéria veio correndo do quintal perguntando se tinha acontecido alguma coisa. Por sorte, nós dois já tínhamos arrumado a roupa.
Depois minhas filhas almoçavam enquanto o Martin cortava a grama e a mãezinha dele se tocava no banheiro, cada vez mais tarada.
Vai lá, magrinha, não me complica, quero chupar sua buceta!, disse com os olhos cheios de tesão.
Mas eu resolvi sair da mesa e puxar a calça jeans dele pra baixo. Passei o nariz e o queixo no tecido da cueca preta dele, molhada pelo tesão do pau duro dele, que peguei nas minhas mãos, lambi devagarinho e beijei com carinho. Me ajoelhei e, de uma bocada só, comecei a engolir, sem esperar ele entrar inteiro. Acho que tinha uns 19 centímetros. Mas ele segurou minha cabeça com as mãos grandes e, por uns segundos, meteu na minha boca com estocadas curtinhas. Ele gemia que nem um moleque e, quando tava quase gozando, pediu pra eu ficar de pé perto da geladeira. Pensei que ia me enfiar de uma vez sem dó, mas ele só conseguiu gozar na minha calcinha assim que o pau dele sentiu o calor da minha buceta. Nem chegou a meter! De novo, a silhueta dele sumiu na minha frente, e o cio das minhas entranhas me fez bater uma que nem uma porca, sentada no chão da cozinha, lambendo o gozo que ele deixou na minha calcinha, enquanto a torta de goiabada começava a queimar um pouco.
Outro meio-dia, ele tocou a campainha pronto pra cortar a grama do jardim. Darío e eu dávamos pra ele todos os serviços de manutenção de casa quando ele não tava dirigindo o táxi. Abri a porta, dei um copo de refrigerante pra ele e continuei arrumando a mesa. Antes que eu fizesse isso, ele me fez apoiar os cotovelos na mesa, levantou minha saia e, sem tirar minha calcinha, esfregou o pau duro dele entre minhas nádegas, e de repente, num só impulso, enfiou ele inteiro na minha buceta. Ele me comeu bem gostoso, fazendo os copos e talheres da mesa tilintarem, beliscando meus mamilos, lambendo minhas orelhas e falando coisas tipo: "assim, mamãe, sente ele todo dentro, se mexe, puta, deixa eu tirar esse tesão de você, e deixa suas filhas te verem bem puta, assim o Mariano começa a bater punheta!
Isso me fazia sentir uma pervertida, doentia e depravada, mas me deixava com tesão. Quando o gozo dele me inundou por inteiro, acho que meu orgasmo múltiplo me fez gemir bem alto. Na real, a Valéria veio correndo do quintal perguntando se tinha acontecido alguma coisa. Por sorte, nós dois já tínhamos arrumado a roupa.
Depois minhas filhas almoçavam enquanto o Martin cortava a grama e a mãezinha dele se tocava no banheiro, cada vez mais tarada.
3 comentários - mi cuñada me tiene loca