Com o Selo do Prazer e do Morbo…
Meu nome é Maria, sou uma mulher de 50 anos, divorciada, morava com minha filha e o marido dela até que, há alguns meses, minha filha morreu de uma parada cardíaca. Dizem que, mesmo na minha idade, sou uma mulher bem atraente: sou loira, tenho olhos verdes felinos, pele branca que cuido bem, não gosto muito de praia e tal, só piscina, claro, mas sempre protejo minha pele dos perigosos raios solares — tem queimaduras horríveis, câncer e… enfim, continuando… Tenho uma altura decente, 1,73m, uma bunda muito desejável, que chama muita atenção, meus peitos são decentes, mas sim… grandes, eram grandes e redondos, digamos pelo menos um manequim 109, e mesmo com uns quilinhos a mais, minhas medidas são 109-64-98. Na verdade, não me acho nada fora do comum: tenho altura decente, cabelo na altura dos ombros, que penteio em um coque conservador, não sou gordinha, meu corpo é proporcional e, com a idade, foi ganhando a maturidade que só o tempo dá. E bem, gosto muito de dança e exercício, me mantenho em forma, meus quadris são largos, minha bunda ainda está firme, meus seios são grandes, como já disse…
Uma pequena explicação provavelmente vai ajudar a entender o que vou contar. Meu marido era um homem completamente dominante, que controlava totalmente cada aspecto da minha vida. Nunca fui feliz no meu casamento; a única felicidade que minha união marital me deu foi minha filha, que agora perdi. Desde que minha filha se casou com o marido dela, decidiram morar na nossa casa, então era muito comum que os dois percebessem como meu marido me tratava — sempre me fazendo de seu brinquedo, me manipulando ao seu gosto, fazendo o que queria comigo, sempre impondo sua vontade, até mesmo na frente da minha filha e do marido dela.
Dois anos atrás, ele me abandonou para ficar com uma mulher muito mais jovem, com quem eu sabia que ele já andava há bastante tempo, mas, por medo, nunca tinha dito nada, sempre fiquei quieta, me conformando… por receber dele muito pouca atenção. Recebi da minha filha e do marido dela todo o apoio que precisei para superar essa situação difícil, com o tempo fui me resignando a ser uma mulher abandonada pelo marido. Mas de novo a tragédia chegou à minha casa e desta vez foi ainda mais dolorosa: minha filha morreu repentinamente de uma parada cardíaca, deixando sozinhos o marido dela e eu. É aqui que começa a história que vou contar a vocês.
Lucas, o marido da minha falecida filha, sempre foi um homem respeitoso e responsável. Aos 29 anos, era o marido modelo, sempre tratou minha filha de forma excelente, além de ser caseiro e carinhoso, e foi quem assumiu a manutenção da casa quando meu marido me deixou. Apesar de ter sido muito difícil superar a perda da minha filha, aos poucos fui me acostumando a conviver com ele. Tentava atendê-lo em tudo que podia, tentando recompensar de alguma forma o fato de ele se preocupar comigo mesmo depois que a esposa havia morrido e já não tinha mais nenhuma obrigação para comigo. Mas acho que algo havia permanecido oculto dentro do meu genro desde que meu marido me abandonou. Acredito que tudo o que ele tinha visto da relação dominante do meu marido sobre mim causou um efeito nele que eu desconhecia.
Como já disse, Lucas era um homem muito responsável que contribuía em casa com tudo que podia. Eu me sentia feliz convivendo com ele, pois gostava da companhia dele; mesmo não sendo um familiar direto, me sentia protegida por ele. Mas há três semanas tudo mudou. Na véspera de Natal, meu genro me informou que lhe haviam oferecido um emprego melhor em outra cidade distante de onde vivíamos, e que ele pensava em aceitar. Fiquei horrorizada! Diante da possibilidade de meu genro sair de casa e me deixar completamente sozinha. Ele comentou que gostaria de saber o que eu pensava sobre a possibilidade de ele ter que se mudar para trabalhar longe. Agora acho que meu genro me perguntou isso porque sabia exatamente qual seria minha reação, sabia que eu tinha me tornado muito dependente dele. acho que meu genro sabia que eu faria qualquer coisa para que ele reconsiderasse a decisão de ir embora. Estávamos na sala, comecei a falar com meu genro pedindo e implorando que ele não fosse, tentei justificar minhas palavras dizendo que me preocupava com ele, meu genro me ouvia calado, parecia que estava completamente decidido a aceitar o emprego.
—Por favor, Lucas. —implorei. —Pense no que está fazendo… esse trabalho pode parecer melhor, mas pense, o que vai fazer sozinho numa cidade nova e desconhecida, quem vai se ocupar de cuidar de você.
—Sim, senhora, eu sei, mas preciso pensar no meu futuro, em recomeçar minha vida, em buscar uma nova mulher, ainda sou jovem e sei que posso conseguir uma boa mulher ainda, sei que é difícil para você, mas preciso pensar em mim, sei que sente medo de que eu saia desta casa e da sua vida, porque sou sua companhia, não é, senhora? —perguntou meu genro.
Lucas tinha razão, eu me sentia cheia de terror de ficar sozinha, ele era minha única companhia, embora nosso contato fosse pouco, para mim era menos difícil levar minha vida sabendo que pelo menos ficava alguém que de certa forma se preocupava comigo, me sentia útil podendo ajudá-lo, tendo sua comida pronta quando voltava do trabalho, lavando sua roupa e me ocupando do quanto podia, eu tinha me acostumado a compartilhar com ele, não conseguia imaginar o que faria sozinha naquela casa, sem mais companhia que as paredes que me rodeavam, tinha que admitir. Tentando recuperar a calma, limpei as lágrimas dos meus olhos e balancei a cabeça.
—SIM! É verdade, mas será que é errado uma sogra se preocupar em cuidar do seu genro, e se ocupar das suas necessidades, além disso não resisto à ideia de ficar sozinha. —confessei. Lucas me olhou de forma séria.
—Vou te dizer o que tem de errado nisso. —me disse.
—Sou um homem jovem e sinceramente estou cansado de viver na casa da minha sogra, preciso de um lugar próprio, um lugar onde eu seja o chefe, desejo viver de novo com uma mulher, que faça o que eu mandar e quando eu disser. -Continuei.
Comecei a chorar de novo, em parte porque sabia que era verdade e, embora muitas vezes tivesse pensado nisso, acreditava que o momento nunca chegaria. Sabia que meu genro era um homem jovem e que provavelmente desejaria recomeçar a vida. Era verdade o que ele dizia, não sabia mais o que falar.
—Por favor… —supliquei, sabendo que meu esforço era em vão. —Não há nada que eu possa fazer para você desistir da sua decisão e ficar aqui?
Então meu genro sorriu. Era uma expressão calculista, que me fez sentir medo. Seu olhar mudou; de repente, notei um brilho estranho em seus olhos.
Meu genro Lucas, vou descrevê-lo: olhos verde-mar profundo, cabelo negro como o azeviche, pele branca levemente bronzeada, 1,89m de altura, corpo atlético, musculoso, com braços e pernas longos, tonificados e musculosos — pois pratica muito esporte, como boxe, basquete ou natação, etc. —, abdômen definido, peitorais fortes, ombros largos, costas largas, com pés e mãos grandes e ágeis, voz forte, atitude segura e decidida.
—Bem, sogra. —Disse sorrindo. —Talvez haja uma coisa que você poderia fazer que possivelmente me faria reconsiderar minha decisão de ir embora. Digo reconsiderar porque não poderia garantir que seria definitivo. —Então, nervosamente, perguntei.
—Por favor, me diga o que é. Farei qualquer coisa que você disser!
Ele sorriu ainda mais enquanto se levantava do sofá onde estava e, caminhando alguns passos, sentou-se ao meu lado no sofá grande. Então, lentamente, me falou.
—Você quer que eu fique, sogra? —perguntou.
—Sim, claro que sim, Lucas! —Respondi suavemente.
—E você faria qualquer coisa para que eu ficasse? —perguntou novamente.
—Sim. —Respondi nervosamente.
Estava assustada com onde sua pergunta poderia levar. Ouvi o tom das palavras do meu genro e não pude deixar de sentir um grande temor. De repente, parecia reconhecer a mesma atitude que meu marido tinha quando se propunha a algo.
—Sempre me preocupado em atendê-la da melhor maneira possível em tudo que pude. - Acrescentei.
- Sei disso. - Continuei. - Mas bem, há uma necessidade da qual você nunca cuidou, sogra, e agora se quer que eu fique aqui, isso vai ter que mudar, na verdade tudo teria que mudar drasticamente se eu ficar.
- Uma necessidade de quê? - balbuciei, temendo o pior. - Já disse que farei o que você quiser! - Seu sorriso se alargou ainda mais e então ele falou.
- Vamos ver então.
Ao dizer isso, Lucas esticou o braço e colocou a mão em um dos meus seios, começando a acariciá-lo suavemente. Fiquei surpresa e aterrorizada, congelando com o impacto, isso era ainda pior do que eu temia, estava tão chocada que não conseguia reagir. Meu genro, o marido da minha falecida filha, um homem muito mais jovem que eu, e que sempre me respeitou, agora estava acariciando meus seios. Jamais teria imaginado aquilo. Acho que meu genro pensou que minha reação imóvel era uma aceitação, porque se inclinou sobre mim para me beijar, isso fez minha mente reagir novamente. Antes que seus lábios se colassem aos meus, falei suplicante.
- Deus, não, não… Não, por favor… não faça isso… isso é errado, eu sou sua sogra, por favor, não pode fazer isso.
Então meu genro parou imediatamente, retirando a mão do meu peito, seu olhar ficou frio e seus gestos mais sérios.
- Não vou forçá-la a nada, senhora. - Falou secamente. - Agora você sabe qual é a opção, a menos que queira que eu me levante e vá embora daqui… você me oferecerá o que desejo por sua própria vontade, terá que me convencer a ficar, você disse que faria qualquer coisa para isso, pois bem, é o momento de demonstrar.
Não era um pesadelo, o que estava acontecendo era completamente real, e eu tinha que tomar uma decisão terrível: me entregar ao meu genro incondicionalmente ou ficar completamente sozinha, sabia pela forma como ele se comportava que ele era como meu marido, não brincava com o que dizia. Então, mesmo com minha cabeça cheia de medo, Vergonha e remorso me fizeram levantar a cabeça e falar submissamente.
— Farei o que você quiser. — O medo de ficar sozinha era maior que tudo.
Meu genro sorriu novamente, sem se importar com toda a vergonha, o horror e a tristeza que eu sentia naquele momento.
— Então, sogra, agora me prove que deseja que eu fique e acho melhor que você faça seu melhor esforço para me convencer. — Disse autoritariamente.
Sentindo meu coração se partir e que a vergonha e a humilhação enchiam cada centímetro do meu corpo e da minha mente, levantei do sofá e comecei a me despir. Lucas me olhou, seus olhos brilhavam enquanto percorriam meus seios nus e o arbusto dos meus pelos pubianos que cobriam minha buceta. Totalmente nua, me ajoelhei diante do meu genro.
— Por favor, deixe-me servi-lo, Lucas. — Supliquei soluçando, quase estrangulada por minhas palavras vergonhosas. — Desejo pertencer a você, quero que me deixe satisfazê-lo em tudo, desejo ser sua escrava, garanto que obedecerei completamente. — Continuei.
Minhas bochechas queimavam de vergonha, inclinei a cabeça submissamente esperando que minhas palavras o tivessem convencido, satisfazendo sua necessidade de me dominar completamente. Meu genro sorriu novamente, a satisfação era visível em seu rosto. Ele tinha vencido, tinha conseguido me submeter à sua vontade. Então, segurando meu braço, meu genro me levantou e me sentou ao seu lado no sofá.
— Incline-se, sogra, e abra as pernas. — Me ordenou. — Desejo examiná-la.
Fiz o que ele disse, completamente envergonhada pela humilhação que sentia, meu genro se inclinou sobre meu corpo nu e colocou sua boca sobre a minha. Eu desejava lutar, resistir, empurrá-lo para longe de mim, mas sabia que não seria o melhor. Em vez de fazer isso, abri os lábios e aceitei que sua língua entrasse na minha boca. Sentia uma imensa degradação, mas não podia cometer nenhum erro. Correspondi ao seu beijo fingindo o máximo que pude. O beijo durou bastante tempo, até que, afastando-se satisfeito, meu genro sorriu.
— Isso foi muito bom. sogra. - ele disse. - Continue assim e vai ver que me convence a ficar.
Parecia que não precisava de resposta, meu genro tinha outras coisas em mente, sua mão acariciou meus seios de novo, involuntariamente meus mamilos diante das carícias começaram a ficar duros.
--Hummm, Usssfffff. - Eu gemia com suas carícias.
Não demorou muito para ele substituir a mão pela boca, começando a chupar meus seios. Ainda contra minha vontade, suas carícias tinham o efeito esperado, eu podia sentir minha buceta começando a ficar molhada, enquanto meu corpo traía minha vontade.
--Auuui, aauy, haaa, haaaaay, uhmmmm…
Minha respiração começou a ficar mais pesada e instável. Então meu genro começou a examinar minha buceta, esfregando levemente as dobras dos meus lábios, inserindo primeiro um e depois outro dedo dentro de mim, roçando de leve meu clitóris com o polegar, a excitação do meu corpo começava a vencer a parte consciente do meu pensamento.
--Haaaaaaay… aug... augg... ahii... ahhhii... haaaa Mmmmnnn… haaaaaaaa… ohhhhhhhhh uhmm Ahhhhh haaaa, haaaaa, haaaaa Mmmnnn… haaaaaaaaaaaaa…
Não podia negar que mesmo com toda a vergonha, repugnância e humilhação que sentia, meu corpo estava ficando muito excitado ao ser acariciado daquela maneira.
--Uuuuui, Aaaaaay, Uuussssfff, Ussssf, Ussffff… Ho, ho, ho, Mmmmnnnnn, Mmmmnnn…
Fisicamente, tinha despertado a necessidade há muito esquecida de sentir um pênis dentro de mim, absolutamente involuntariamente me ouvi começar a gemer baixinho.
--OH, parece que a senhora gosta do que estou fazendo? - perguntou Lucas, meu genro.
--Ohhh. - Eu gemia excitada, tinha que agradá-lo. - Oooohhhh sim Lucas, é maravilhoso...
--Que bom, senhora, é melhor a senhora começar a gostar disso. - Ele falou.
Então meu genro se levantou e me indicou que me ajoelhasse de novo diante dele, isso fez com que meu rosto ficasse no mesmo nível da virilha dele. Olhei assustada enquanto meu genro tirava a camisa, revelando um torso musculoso sem pelos, eu tinha que... admitir que meu genro tinha um corpo muito bonito, então meu genro desabotoou suas calças e as abaixou. Quando ele finalmente ficou nu diante de mim, mesmo com minha vergonha e repulsa, não pude evitar admirar seu pênis ereto. Era enorme, comprido e com uma circunferência impressionante. Um par de bolas poderosas e uma rola de 23 centímetros de comprimento e 16 de circunferência.
— Diga o que você deseja, sogra. — Ele disse. Sabendo que não tinha escolha, eu disse o que ele obviamente queria ouvir.
— Coloque seu pênis na minha boca, por favor.
— Quer chupar minha rola? — pronunciou cinicamente.
— Sim. — Sussurrei, completamente humilhada pelo meu genro.
— Muito bem, senhora, isso é o que eu queria ouvir. — Sorriu Lucas e então, pegando-me suavemente pelo cabelo, aproximou meu rosto de seu membro ereto. — Aqui está sua recompensa por ser uma boa escrava. — Acrescentou.
Separei os lábios e enfiei seu pênis dentro da minha boca, demonstrando simbolicamente meu reconhecimento de que ele me dominou completamente. Comecei lentamente a chupar a cabeça de sua ereção viril, fechei os olhos e simplesmente aceitei meu novo estado como escrava do meu genro. Estranhamente, enquanto continuava a fazer sexo oral nele, comecei a gostar do fato de mamar o pênis do homem ao qual me submetia.
— Mmmmm chup, chup, chup, chup, chup Usssssss, Aaaahhhh chup, chup, chup aaaaggggg mmmmmmm. — Me esforcei muito para dar uma boa mamada, ele acariciava minha cabeça com carinho.
— Haaaaaay… Mmmmnn, ho, ho, ho, haaa Mmm ha… — Meu genro gemeu suavemente. — Haaaa, haaaaaaaaa, Haaaaaaaaay…
Depois de alguns minutos, comecei a ouvir meu genro gemendo cada vez mais alto, parecia que seu orgasmo estava se aproximando.
— Aí, uhh, uhh, uhh… Mmmmnn, ho, ho, ho, haaa Mmm ha…
Então, senti seu pênis inchar ainda mais e tremer dentro da minha boca.
— Ohhhhhhhhh uhmmmm... Ahhhhhhhhhhhhh… Haaa, haaaa…
Engoli com impaciência as abundantes quantidades de sêmen que ele disparou dentro da minha boca e que desceram pela minha garganta. Como as coisas podem mudar tão rápido? Em questão de minutos, deixei de ser uma senhora recatada para me tornar a escrava sexual do meu jovem genro.
Continua…
Meu nome é Maria, sou uma mulher de 50 anos, divorciada, morava com minha filha e o marido dela até que, há alguns meses, minha filha morreu de uma parada cardíaca. Dizem que, mesmo na minha idade, sou uma mulher bem atraente: sou loira, tenho olhos verdes felinos, pele branca que cuido bem, não gosto muito de praia e tal, só piscina, claro, mas sempre protejo minha pele dos perigosos raios solares — tem queimaduras horríveis, câncer e… enfim, continuando… Tenho uma altura decente, 1,73m, uma bunda muito desejável, que chama muita atenção, meus peitos são decentes, mas sim… grandes, eram grandes e redondos, digamos pelo menos um manequim 109, e mesmo com uns quilinhos a mais, minhas medidas são 109-64-98. Na verdade, não me acho nada fora do comum: tenho altura decente, cabelo na altura dos ombros, que penteio em um coque conservador, não sou gordinha, meu corpo é proporcional e, com a idade, foi ganhando a maturidade que só o tempo dá. E bem, gosto muito de dança e exercício, me mantenho em forma, meus quadris são largos, minha bunda ainda está firme, meus seios são grandes, como já disse…
Uma pequena explicação provavelmente vai ajudar a entender o que vou contar. Meu marido era um homem completamente dominante, que controlava totalmente cada aspecto da minha vida. Nunca fui feliz no meu casamento; a única felicidade que minha união marital me deu foi minha filha, que agora perdi. Desde que minha filha se casou com o marido dela, decidiram morar na nossa casa, então era muito comum que os dois percebessem como meu marido me tratava — sempre me fazendo de seu brinquedo, me manipulando ao seu gosto, fazendo o que queria comigo, sempre impondo sua vontade, até mesmo na frente da minha filha e do marido dela.
Dois anos atrás, ele me abandonou para ficar com uma mulher muito mais jovem, com quem eu sabia que ele já andava há bastante tempo, mas, por medo, nunca tinha dito nada, sempre fiquei quieta, me conformando… por receber dele muito pouca atenção. Recebi da minha filha e do marido dela todo o apoio que precisei para superar essa situação difícil, com o tempo fui me resignando a ser uma mulher abandonada pelo marido. Mas de novo a tragédia chegou à minha casa e desta vez foi ainda mais dolorosa: minha filha morreu repentinamente de uma parada cardíaca, deixando sozinhos o marido dela e eu. É aqui que começa a história que vou contar a vocês.
Lucas, o marido da minha falecida filha, sempre foi um homem respeitoso e responsável. Aos 29 anos, era o marido modelo, sempre tratou minha filha de forma excelente, além de ser caseiro e carinhoso, e foi quem assumiu a manutenção da casa quando meu marido me deixou. Apesar de ter sido muito difícil superar a perda da minha filha, aos poucos fui me acostumando a conviver com ele. Tentava atendê-lo em tudo que podia, tentando recompensar de alguma forma o fato de ele se preocupar comigo mesmo depois que a esposa havia morrido e já não tinha mais nenhuma obrigação para comigo. Mas acho que algo havia permanecido oculto dentro do meu genro desde que meu marido me abandonou. Acredito que tudo o que ele tinha visto da relação dominante do meu marido sobre mim causou um efeito nele que eu desconhecia.
Como já disse, Lucas era um homem muito responsável que contribuía em casa com tudo que podia. Eu me sentia feliz convivendo com ele, pois gostava da companhia dele; mesmo não sendo um familiar direto, me sentia protegida por ele. Mas há três semanas tudo mudou. Na véspera de Natal, meu genro me informou que lhe haviam oferecido um emprego melhor em outra cidade distante de onde vivíamos, e que ele pensava em aceitar. Fiquei horrorizada! Diante da possibilidade de meu genro sair de casa e me deixar completamente sozinha. Ele comentou que gostaria de saber o que eu pensava sobre a possibilidade de ele ter que se mudar para trabalhar longe. Agora acho que meu genro me perguntou isso porque sabia exatamente qual seria minha reação, sabia que eu tinha me tornado muito dependente dele. acho que meu genro sabia que eu faria qualquer coisa para que ele reconsiderasse a decisão de ir embora. Estávamos na sala, comecei a falar com meu genro pedindo e implorando que ele não fosse, tentei justificar minhas palavras dizendo que me preocupava com ele, meu genro me ouvia calado, parecia que estava completamente decidido a aceitar o emprego.
—Por favor, Lucas. —implorei. —Pense no que está fazendo… esse trabalho pode parecer melhor, mas pense, o que vai fazer sozinho numa cidade nova e desconhecida, quem vai se ocupar de cuidar de você.
—Sim, senhora, eu sei, mas preciso pensar no meu futuro, em recomeçar minha vida, em buscar uma nova mulher, ainda sou jovem e sei que posso conseguir uma boa mulher ainda, sei que é difícil para você, mas preciso pensar em mim, sei que sente medo de que eu saia desta casa e da sua vida, porque sou sua companhia, não é, senhora? —perguntou meu genro.
Lucas tinha razão, eu me sentia cheia de terror de ficar sozinha, ele era minha única companhia, embora nosso contato fosse pouco, para mim era menos difícil levar minha vida sabendo que pelo menos ficava alguém que de certa forma se preocupava comigo, me sentia útil podendo ajudá-lo, tendo sua comida pronta quando voltava do trabalho, lavando sua roupa e me ocupando do quanto podia, eu tinha me acostumado a compartilhar com ele, não conseguia imaginar o que faria sozinha naquela casa, sem mais companhia que as paredes que me rodeavam, tinha que admitir. Tentando recuperar a calma, limpei as lágrimas dos meus olhos e balancei a cabeça.
—SIM! É verdade, mas será que é errado uma sogra se preocupar em cuidar do seu genro, e se ocupar das suas necessidades, além disso não resisto à ideia de ficar sozinha. —confessei. Lucas me olhou de forma séria.
—Vou te dizer o que tem de errado nisso. —me disse.
—Sou um homem jovem e sinceramente estou cansado de viver na casa da minha sogra, preciso de um lugar próprio, um lugar onde eu seja o chefe, desejo viver de novo com uma mulher, que faça o que eu mandar e quando eu disser. -Continuei.
Comecei a chorar de novo, em parte porque sabia que era verdade e, embora muitas vezes tivesse pensado nisso, acreditava que o momento nunca chegaria. Sabia que meu genro era um homem jovem e que provavelmente desejaria recomeçar a vida. Era verdade o que ele dizia, não sabia mais o que falar.
—Por favor… —supliquei, sabendo que meu esforço era em vão. —Não há nada que eu possa fazer para você desistir da sua decisão e ficar aqui?
Então meu genro sorriu. Era uma expressão calculista, que me fez sentir medo. Seu olhar mudou; de repente, notei um brilho estranho em seus olhos.
Meu genro Lucas, vou descrevê-lo: olhos verde-mar profundo, cabelo negro como o azeviche, pele branca levemente bronzeada, 1,89m de altura, corpo atlético, musculoso, com braços e pernas longos, tonificados e musculosos — pois pratica muito esporte, como boxe, basquete ou natação, etc. —, abdômen definido, peitorais fortes, ombros largos, costas largas, com pés e mãos grandes e ágeis, voz forte, atitude segura e decidida.
—Bem, sogra. —Disse sorrindo. —Talvez haja uma coisa que você poderia fazer que possivelmente me faria reconsiderar minha decisão de ir embora. Digo reconsiderar porque não poderia garantir que seria definitivo. —Então, nervosamente, perguntei.
—Por favor, me diga o que é. Farei qualquer coisa que você disser!
Ele sorriu ainda mais enquanto se levantava do sofá onde estava e, caminhando alguns passos, sentou-se ao meu lado no sofá grande. Então, lentamente, me falou.
—Você quer que eu fique, sogra? —perguntou.
—Sim, claro que sim, Lucas! —Respondi suavemente.
—E você faria qualquer coisa para que eu ficasse? —perguntou novamente.
—Sim. —Respondi nervosamente.
Estava assustada com onde sua pergunta poderia levar. Ouvi o tom das palavras do meu genro e não pude deixar de sentir um grande temor. De repente, parecia reconhecer a mesma atitude que meu marido tinha quando se propunha a algo.
—Sempre me preocupado em atendê-la da melhor maneira possível em tudo que pude. - Acrescentei.
- Sei disso. - Continuei. - Mas bem, há uma necessidade da qual você nunca cuidou, sogra, e agora se quer que eu fique aqui, isso vai ter que mudar, na verdade tudo teria que mudar drasticamente se eu ficar.
- Uma necessidade de quê? - balbuciei, temendo o pior. - Já disse que farei o que você quiser! - Seu sorriso se alargou ainda mais e então ele falou.
- Vamos ver então.
Ao dizer isso, Lucas esticou o braço e colocou a mão em um dos meus seios, começando a acariciá-lo suavemente. Fiquei surpresa e aterrorizada, congelando com o impacto, isso era ainda pior do que eu temia, estava tão chocada que não conseguia reagir. Meu genro, o marido da minha falecida filha, um homem muito mais jovem que eu, e que sempre me respeitou, agora estava acariciando meus seios. Jamais teria imaginado aquilo. Acho que meu genro pensou que minha reação imóvel era uma aceitação, porque se inclinou sobre mim para me beijar, isso fez minha mente reagir novamente. Antes que seus lábios se colassem aos meus, falei suplicante.
- Deus, não, não… Não, por favor… não faça isso… isso é errado, eu sou sua sogra, por favor, não pode fazer isso.
Então meu genro parou imediatamente, retirando a mão do meu peito, seu olhar ficou frio e seus gestos mais sérios.
- Não vou forçá-la a nada, senhora. - Falou secamente. - Agora você sabe qual é a opção, a menos que queira que eu me levante e vá embora daqui… você me oferecerá o que desejo por sua própria vontade, terá que me convencer a ficar, você disse que faria qualquer coisa para isso, pois bem, é o momento de demonstrar.
Não era um pesadelo, o que estava acontecendo era completamente real, e eu tinha que tomar uma decisão terrível: me entregar ao meu genro incondicionalmente ou ficar completamente sozinha, sabia pela forma como ele se comportava que ele era como meu marido, não brincava com o que dizia. Então, mesmo com minha cabeça cheia de medo, Vergonha e remorso me fizeram levantar a cabeça e falar submissamente.
— Farei o que você quiser. — O medo de ficar sozinha era maior que tudo.
Meu genro sorriu novamente, sem se importar com toda a vergonha, o horror e a tristeza que eu sentia naquele momento.
— Então, sogra, agora me prove que deseja que eu fique e acho melhor que você faça seu melhor esforço para me convencer. — Disse autoritariamente.
Sentindo meu coração se partir e que a vergonha e a humilhação enchiam cada centímetro do meu corpo e da minha mente, levantei do sofá e comecei a me despir. Lucas me olhou, seus olhos brilhavam enquanto percorriam meus seios nus e o arbusto dos meus pelos pubianos que cobriam minha buceta. Totalmente nua, me ajoelhei diante do meu genro.
— Por favor, deixe-me servi-lo, Lucas. — Supliquei soluçando, quase estrangulada por minhas palavras vergonhosas. — Desejo pertencer a você, quero que me deixe satisfazê-lo em tudo, desejo ser sua escrava, garanto que obedecerei completamente. — Continuei.
Minhas bochechas queimavam de vergonha, inclinei a cabeça submissamente esperando que minhas palavras o tivessem convencido, satisfazendo sua necessidade de me dominar completamente. Meu genro sorriu novamente, a satisfação era visível em seu rosto. Ele tinha vencido, tinha conseguido me submeter à sua vontade. Então, segurando meu braço, meu genro me levantou e me sentou ao seu lado no sofá.
— Incline-se, sogra, e abra as pernas. — Me ordenou. — Desejo examiná-la.
Fiz o que ele disse, completamente envergonhada pela humilhação que sentia, meu genro se inclinou sobre meu corpo nu e colocou sua boca sobre a minha. Eu desejava lutar, resistir, empurrá-lo para longe de mim, mas sabia que não seria o melhor. Em vez de fazer isso, abri os lábios e aceitei que sua língua entrasse na minha boca. Sentia uma imensa degradação, mas não podia cometer nenhum erro. Correspondi ao seu beijo fingindo o máximo que pude. O beijo durou bastante tempo, até que, afastando-se satisfeito, meu genro sorriu.
— Isso foi muito bom. sogra. - ele disse. - Continue assim e vai ver que me convence a ficar.
Parecia que não precisava de resposta, meu genro tinha outras coisas em mente, sua mão acariciou meus seios de novo, involuntariamente meus mamilos diante das carícias começaram a ficar duros.
--Hummm, Usssfffff. - Eu gemia com suas carícias.
Não demorou muito para ele substituir a mão pela boca, começando a chupar meus seios. Ainda contra minha vontade, suas carícias tinham o efeito esperado, eu podia sentir minha buceta começando a ficar molhada, enquanto meu corpo traía minha vontade.
--Auuui, aauy, haaa, haaaaay, uhmmmm…
Minha respiração começou a ficar mais pesada e instável. Então meu genro começou a examinar minha buceta, esfregando levemente as dobras dos meus lábios, inserindo primeiro um e depois outro dedo dentro de mim, roçando de leve meu clitóris com o polegar, a excitação do meu corpo começava a vencer a parte consciente do meu pensamento.
--Haaaaaaay… aug... augg... ahii... ahhhii... haaaa Mmmmnnn… haaaaaaaa… ohhhhhhhhh uhmm Ahhhhh haaaa, haaaaa, haaaaa Mmmnnn… haaaaaaaaaaaaa…
Não podia negar que mesmo com toda a vergonha, repugnância e humilhação que sentia, meu corpo estava ficando muito excitado ao ser acariciado daquela maneira.
--Uuuuui, Aaaaaay, Uuussssfff, Ussssf, Ussffff… Ho, ho, ho, Mmmmnnnnn, Mmmmnnn…
Fisicamente, tinha despertado a necessidade há muito esquecida de sentir um pênis dentro de mim, absolutamente involuntariamente me ouvi começar a gemer baixinho.
--OH, parece que a senhora gosta do que estou fazendo? - perguntou Lucas, meu genro.
--Ohhh. - Eu gemia excitada, tinha que agradá-lo. - Oooohhhh sim Lucas, é maravilhoso...
--Que bom, senhora, é melhor a senhora começar a gostar disso. - Ele falou.
Então meu genro se levantou e me indicou que me ajoelhasse de novo diante dele, isso fez com que meu rosto ficasse no mesmo nível da virilha dele. Olhei assustada enquanto meu genro tirava a camisa, revelando um torso musculoso sem pelos, eu tinha que... admitir que meu genro tinha um corpo muito bonito, então meu genro desabotoou suas calças e as abaixou. Quando ele finalmente ficou nu diante de mim, mesmo com minha vergonha e repulsa, não pude evitar admirar seu pênis ereto. Era enorme, comprido e com uma circunferência impressionante. Um par de bolas poderosas e uma rola de 23 centímetros de comprimento e 16 de circunferência.
— Diga o que você deseja, sogra. — Ele disse. Sabendo que não tinha escolha, eu disse o que ele obviamente queria ouvir.
— Coloque seu pênis na minha boca, por favor.
— Quer chupar minha rola? — pronunciou cinicamente.
— Sim. — Sussurrei, completamente humilhada pelo meu genro.
— Muito bem, senhora, isso é o que eu queria ouvir. — Sorriu Lucas e então, pegando-me suavemente pelo cabelo, aproximou meu rosto de seu membro ereto. — Aqui está sua recompensa por ser uma boa escrava. — Acrescentou.
Separei os lábios e enfiei seu pênis dentro da minha boca, demonstrando simbolicamente meu reconhecimento de que ele me dominou completamente. Comecei lentamente a chupar a cabeça de sua ereção viril, fechei os olhos e simplesmente aceitei meu novo estado como escrava do meu genro. Estranhamente, enquanto continuava a fazer sexo oral nele, comecei a gostar do fato de mamar o pênis do homem ao qual me submetia.
— Mmmmm chup, chup, chup, chup, chup Usssssss, Aaaahhhh chup, chup, chup aaaaggggg mmmmmmm. — Me esforcei muito para dar uma boa mamada, ele acariciava minha cabeça com carinho.
— Haaaaaay… Mmmmnn, ho, ho, ho, haaa Mmm ha… — Meu genro gemeu suavemente. — Haaaa, haaaaaaaaa, Haaaaaaaaay…
Depois de alguns minutos, comecei a ouvir meu genro gemendo cada vez mais alto, parecia que seu orgasmo estava se aproximando.
— Aí, uhh, uhh, uhh… Mmmmnn, ho, ho, ho, haaa Mmm ha…
Então, senti seu pênis inchar ainda mais e tremer dentro da minha boca.
— Ohhhhhhhhh uhmmmm... Ahhhhhhhhhhhhh… Haaa, haaaa…
Engoli com impaciência as abundantes quantidades de sêmen que ele disparou dentro da minha boca e que desceram pela minha garganta. Como as coisas podem mudar tão rápido? Em questão de minutos, deixei de ser uma senhora recatada para me tornar a escrava sexual do meu jovem genro.
Continua…
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