Por sorte tinha muitas latas e garrafas, peguei uma dessas garrafinhas pra beber sozinha, e comecei a tomar direto do bocal. Os quatro homens ficaram olhando como meus lábios apertavam a boca da garrafa.
—As coisas que você deve fazer com essa boca —disse Juan Carlos.
—Graças a essa boquinha aqui, economizei vários meses de academia —minha mente estava meio nebulosa pelo álcool e eu me sentia extremamente ousada—. Quando o dono da academia descobriu meu talento, ele deixou eu pagar a mensalidade na base do boquete —pisquei um olho pro Juan Carlos. Meu namorado só sorriu, talvez achando que eu tava brincando.
Me senti um pouco mal por ele, porque não estava falando de brincadeira. Aquilo aconteceu de verdade. Teve um mês que atrasei o pagamento da mensalidade da academia e o Rodolfo, o dono, me fez uma proposta que não pude recusar. Ele me levou pro escritório dele e abaixou a calça, mostrando aquele pedaço enorme de pica que balançava entre as pernas. Tentei explicar que eu tinha namorado e que não podia fazer uma coisa dessas; mas antes que meu senso de ética entrasse em ação, eu já estava de joelhos, chupando aquela pica. O Rodolfo ficou surpreso quando eu deixei ele gozar na minha cara… até engoli boa parte do leite dele. Desde aquele dia, não precisei mais pagar a mensalidade da academia, pelo menos não com dinheiro. Toda vez que chupava a pica do Rodolfo, me sentia culpada; mas não conseguia parar. O cara simplesmente tem uma pica que me deixa louca.

—Ele faz uns boquetes muito bons —disse meu namorado, me trazendo de volta à realidade—. Engole tudo, tem muito talento pra isso.
Talvez a intenção dele fosse me fazer sentir vergonha; mas se era, não conseguiu. A única coisa que conseguiu foi deixar minha buceta ainda mais molhada.
—Comigo ela não conseguiria fazer isso —garantiu Juan Carlos, entre risadas.
—Por quê? —perguntei, e na hora me senti uma idiota. O motivo era óbvio, mas meu cérebro tava funcionando mais devagar que o normal. Culpei a cerveja.
—A parada é que o cara vem bem equipado —disse César, apontando pro volume do amigo.
—Ah, olha só. O dono da academia também vem bem equipado —soltei uma risada estridente—. Mas eu sempre dou um jeito de engolir tudo.
—Pra isso você vai precisar de mais que jeito —disse Juan Carlos, segurando o próprio volume.
—Não se empolga —fui me aproximando dele, enquanto andava todo mundo olhava pra minha buceta. Quando cheguei perto de Juan Carlos, peguei no volume dele. Era verdade, ele vinha bem equipado; mas não me pareceu algo gigante—. Vai ver que eu consigo, sim. Não me acovardo diante de um desafio.
Passei a garrafinha de cerveza pra ele e abaixei o zĂper, sem tirar a calça, puxei o pau dele pra fora. Era de bom tamanho, tinha a pele seca e bem macia. Comecei a bater uma punheta devagar, pra ele ficar duro. Sob o olhar expectante dos presentes, me ajoelhei na frente de Juan Carlos. Já tava bem alegrinha e nĂŁo liguei pra nada. Abri bem a boca e meti o pau, no começo sĂł a ponta; fui molhando com minha lĂngua e aos poucos comecei a engolir. Percebi que ele ia ficando cada vez mais duro, e isso me excitou ainda mais. Tava entrando bem na minha boca e eu sentia que conseguiria aguentar quando o membro atingisse o tamanho máximo.
Recuei um pouco e engoli de novo um bom pedaço, já tinha metade do pau na boca e com cuidado fui comendo o resto. Apesar da minha pouca idade, já tenho Bastante experiência com paus, em parte pela quantidade de vezes que chupei o dono da academia; mas também comi uns quantos a mais. Antes de conhecer o Esteban, já tinha o costume de terminar uma noite de sábado com um bom pau na boca… e não reclamava se me davam leite pra tomar.

Mas essas coisas eu sempre fiz sem ninguém saber. Agora eu tinha testemunhas do meu comportamento de puta... e era a primeira vez que fazia isso na frente de tantos homens.
Enquanto eu ia engolindo a pica inteira do Juan Carlos, ele pressionava minha cabeça, me ajudando na tarefa. Quando cheguei atĂ© o fim, mantive ela na minha boca por alguns segundos, mexendo a lĂngua como podia, depois tirei e me levantei, com arrogância.
— Te falei que ia conseguir — disse, com ar triunfante. Arranquei minha garrafa de cerveza dele e dei um longo gole.
Juan Carlos sĂł sorriu, parecia confuso, como se minha ousadia tivesse reduzido ele a um monte de nervos.
— A garota tem talento — afirmou César.
Sorri pra ele.
Caminhei de volta pro sofá e me sentei no meio, César e Mauro me seguiram. Sentaram um de cada lado. Começaram a me parabenizar pelo que eu tinha feito e cada um acariciou uma perna minha. Depois de alguns segundos, percebi que os dois estavam puxando uma perna pro lado deles. A intenção era abrir elas.
As mãos deles começaram a procurar minha buceta, senti os dedos brincando com ela enquanto mantinham minhas pernas bem abertas. Instintivamente, estendi a mão pro volume de César e agarrei a pica dele, ainda tava dura. Libertei ela da calça e comecei a bater uma pra ele, enquanto ele fazia o mesmo comigo.
— Tá bem aberta — disse César, se referindo à minha buceta.
— Deve ser por todas as picas que enfiaram em mim — falei, com um tesão que tomava meu corpo inteiro.
Apesar da excitação, essa brincadeira toda já tava indo longe demais. Parecia que meu namorado tava bêbado demais pra ficar puto de eu estar me fazendo de puta com os amigos dele. Então decidi botar um fim nisso.
Me levantei… e o César me pegou pela cintura.
Não me deu tempo pra nada. Me forçou a sentar nele e o pau inteiro entrou bem fundo na minha buceta.
—Uf… me enfiou com tudo! —Exclamei, com uma mistura de tesão e vergonha.
Olhei pro meu namorado e ele continuava com aquele sorriso idiota, como se estivesse dizendo: "VocĂŞ se fez de puta e agora vai pagar as consequĂŞncias".
Foi aĂ que percebi que tinha chegado num ponto sem volta. Os amigos do meu namorado estavam determinados a meter o pau em mim.
César começou a se mover rápido em cima de mim. Fechei os olhos e aproveitei, eu mesma acompanhava os movimentos. Nunca tinha deixado outro homem me comer na frente do meu namorado, e descobri que isso me enchia de tesão.
Mauro ficou de pé na minha frente e soltou o pau dele, que já tava bem duro.
— Vamos ver se você consegue engolir essa também — ele falou.
Se o cara antes tinha mostrado um pouco de timidez, ela tinha desaparecido completamente. Ele me puxou pelos cabelos e eu, por reflexo, abri a boca. Enfiou o pau e começou a se mexer, como se tivesse me comendo.
Sempre imaginei que, se um dia chupasse um pau enquanto alguém me comia, um desses paus seria o do meu namorado. Ele estava ali, mas não tava metendo nada em mim. Só ficou olhando os amigos me usarem.
Quis dizer "Beleza, galera, para com isso, já foi longe demais. Isso não é mais brincadeira. Tão me fodendo"; mas não consegui, porque tava com a boca ocupada. Aqueles segundos que me mantiveram chupando pau foram decisivos pra minha cabeça dar um clique. O tesão ficou tão forte que eu mesma peguei no pau do Mauro e comecei a chupar de verdade. Enquanto isso, dava pulos no pau do César. Tava decidida: se vão me foder, então vou aproveitar.
Depois de alguns segundos, Mauro se afastou de mim. Achei que ele ainda nĂŁo queria gozar, e que ia acabar gozando se eu continuasse chupando daquele jeito.
— Essa você já provou pela boca. Agora por onde você quer provar? — me perguntou Juan Carlos, segurando a própria pica.
— Eu gosto de provar pelo cu. — Foi uma das coisas mais ousadas que já disse na vida.
— Tem certeza? — ele perguntou, sem parar de se masturbar. — Olha que é muita pica...
— Melhor ainda, porque eu tenho muita bunda.
Levantei só pra chegar perto de uma das poltronas, me ajoelhei de quatro e abri minhas nádegas, esperando por Juan Carlos.
—Vai, ou agora vai me dizer que se arrependeu? —Perguntei, desafiador.
—Não vá que a que se arrependa seja outra.
Eu já estava ferrada, mas não falei nada pra ele.
Ele chegou perto de mim, se abaixou um pouco e o Mauro apontou direto pro buraco do meu cu. Tenho que admitir que me caguei de medo. Imaginei que ele fosse primeiro abrir o buraco com os dedos, mas parecia que queria entrar direto com a pica.
Ele passou saliva pra lubrificar bem e eu senti uma pressĂŁo leve, que foi ficando mais forte aos poucos.
Quando percebi que a cabeça da pica tava entrando, meus olhos começaram a lacrimejar. Podia ter dito que não tava pronta, que era pica demais pro meu cu, mas meu orgulho me fez calar a boca... e manter o cu aberto.
"Bom, Lorena, se prepara porque dessa vez vão te arrebentar o rabo de verdade — pensei comigo —. E você merece muito, por ficar se fazendo de puta."
Me agarrei no encosto do sofá com as duas mãos e apertei os dentes com força. A pica começou a entrar e eu achei que ia me partir no meio. Respirei fundo, gemi e depois me ouvi dizer:
— Isso, enfia a pica toda. Arrebenta meu cu.
"Não, Lore... o que cê tá fazendo? — a voz da minha consciência falou —. Cê tá louca?"
Mas dentro de mim tinha uma mulher que era pura safadeza e queria sentir aquela pica toda bem enfiada no cu.
O Juan Carlos conseguiu meter mais ou menos a metade, o que já me fez sentir toda a grossura daquela pica. Era morbidamente gostoso. Eu amei. Ele se mexeu rápido, igual um coelho. Eu gemei pra caralho e implorei por mais, tava como se tivesse possuĂda.
Depois de uns longos minutos entre prazer e dor, Juan Carlos parou e tirou a pica.
—Parei porque claramente não cabe toda em você — ele me disse. —Vou deixar alguns dos meus amigos abrirem bem essa bunda, depois eu enfio de novo.
—Ai, não! Vocês vão rasgar minha bunda todos juntos?
—Você quem pediu — disse Esteban. Meu namorado já tinha tirado a pica da calça e me ofereceu pra eu chupar.
—Essa eu já conheço bem — falei. Abri a boca e engoli inteira.
Enquanto isso, Mauro se ajeitou atrás de mim. Aproveitou que meu cu já estava meio dilatado e meteu sem piedade. Doeu tanto que quase mordi a pica do meu namorado; mas aquela dor logo virou prazer.
Ele conseguiu enfiar inteira, já que não era tão grossa quanto a do Juan Carlos.
Enquanto me comiam pelo cu, meu namorado tirou a pouca roupa que ainda tinha, me deixando completamente pelada.
Quando Mauro cedeu o lugar pro César, já ficou bem claro que a noite inteira ia ser assim. Eu tinha passado dos limites bancando a puta e eles não iam parar de me foder em todos os buracos… e meu namorado ia deixar.
Depois que o César me comeu por um bom tempo, meu cu já estava pronto pra provar a pica maior… inteira. Juan Carlos enfiou tudo, depois me puxou pelos cabelos e começou a me comer com muita força.
Enquanto isso, Mauro trocava de lugar com meu namorado, enfiando o pau na minha boca.
Esteban sorriu e disse:
—Feliz aniversário, meu amor. Espero que você goste do presente.
Se não tivesse uma pica bem enfiada até o fundo da garganta, eu teria sorrido. O filho da puta não tinha esquecido do meu aniversário, e pelo visto meu presente eram as rolas de todos os amigos dele. Esse sim é um namorado atencioso.
Devo admitir que nĂŁo consigo pensar num presente melhor que esse. Amo pica e ter quatro sĂł pra mim me deixa louca.
—Vai engolir a porra? —perguntou Mauro.
Não respondi. Só chupei com força enquanto o amigo dele continuava furando meu cu. A porra dele começou a encher minha boca e eu engoli feito uma boa menina. Achei muito gostosa, uma das mais gostosas que já provei… e olha que já provei muita.
Depois desse momento foda, César me pediu permissão pra sentar no sofá. Eu sabia o que vinha, e fiquei muito animada.
Também achei que minha primeira dupla penetração seria com Esteban e mais alguém; mas não foi assim.
Sentei no pau do César e Juan Carlos enfiou de novo no meu cu. Agora eu entendia minha amiga Débora quando ela contava como adorava duplas penetrações. Sempre achei que era ir longe demais; mas agora eu tava fazendo. Tinha uma pica em cada buraco… menos na boca. Tinha que resolver isso, urgente.
Fiz sinal pro meu namorado se aproximar e comecei a chupar o pau dele. Isso sim é uma verdadeira festa de aniversário.
Depois de um tempo, Esteban pediu permissĂŁo pro Juan Carlos e eles trocaram de lugar. Agora era meu namorado quem me comia. Juan Carlos ficou na minha frente e enfiou o pau na minha boca; nĂŁo precisei segurar, ele mesmo cuidou de meter e tirar. Com uma mĂŁo comecei a esfregar meu clitĂłris, tava muito acelerada e super excitada.
Quando os três me deram uma trégua e me deixaram levantar, fui pro quarto do meu namorado, mas não sem antes fazer sinal pra eles me seguirem.
Entrei no quarto, com meu séquito de machos no cio, e fiquei de quatro na cama.
— Dá pra vocês se revezarem pra arrebentar minha bunda? — perguntei — Sempre tive tesão em ser comida no cu por vários caras.
Essa confissão eu só tinha feito uma vez pro Esteban, bem bêbada. Era uma das minhas maiores fantasias, e talvez foi isso que motivou ele a me dar esse presente de aniversário espetacular.
Os caras realizaram meus desejos. Um por um foram passando pelo meu cu, e meteram com toda a força que conseguiam. Agradeci por isso, adoro ser macetada bem forte.
Num momento vi o César à minha direita, com o pau na mão, e na hora entendi qual era a dele. Abri a boca e quase que na mesma hora jatos enormes de porra começaram a encher ela. Como uma boa puta obediente, tomei tudo.
Tive o primeiro orgasmo da noite enquanto o Juan Carlos furava meu cu com a piroca grossa dele.
Os quatro passaram pelo meu cu, e aĂ começou o ciclo das duplas penetrações. Eles se revezavam pra meter na minha buceta e no meu cu ao mesmo tempo. Enquanto isso, eu fazia o possĂvel pra chupar os outros dois paus que sobravam... e se algum deles ia gozar, me davam toda a porra pra tomar.
O Mauro deitou de barriga pra cima na cama e eu rapidamente montei nele, colocando as mĂŁos no peito dele, comecei a pular com força, castigando minha buceta. Meu namorado apareceu atrás de mim e apontou o pau pro meu cu, que cedeu fácil. A dupla penetração era o máximo pra mim; uma experiĂŞncia super excitante. Procurei com as mĂŁos os paus dos outros dois e comecei a chupar eles. Pouco depois, um jato forte de porra saiu do pau do Juan Carlos. Foi o que mais gozou. O sĂŞmen dele caiu na minha cara toda; desenhou uma linha na diagonal. que começava na minha testa e terminava no meu queixo, passando por cima dos meus lábios, que eu lambi com a lĂngua e engoli a porra que tinha neles.
Continuei chupando o pau dele quando senti um lĂquido quente enchendo meu cu, era meu namorado gozando dentro. Deixou meu cu escorrendo porra e o CĂ©sar, sem dar importância pra isso, tomou o lugar dele e meteu por trás. Cada vez entrava com mais facilidade, mas ainda sentia o roçar do pau dele por dentro. Chupei os restos de porra do pau do meu namorado, que nunca ficou mole, pelo contrário, endureceu de novo.
Juan Carlos levou alguns minutos para se recuperar. César pediu pra ele se afastar e eu me deitei na cama, olhando pro teto; deixei minha cabeça pendurada na borda, jogada pra trás, então agora eu via tudo de cabeça pra baixo. César meteu de novo, mas na buceta, e Mauro ficou de pé na frente da minha cabeça e aproximou o pau, eu adorava chupar assim, desse jeito dava pra sentir ele afundando quase até minha garganta.
Esteban e Juan Carlos começaram a chupar um peito cada um, mordendo e apertando, mas sem me machucar de verdade. Quem me machucava um pouco era o César, que me comia com muita força, mas não liguei, eu queria que me pegassem bem duro.
Comecei a ter o segundo orgasmo, tirei o pau da boca porque tava difĂcil respirar. Aproveitei cada apalpada e penetração, tanto que outro orgasmo veio na sequĂŞncia. Me estremeci na cama, de repente senti como se fosse fazer xixi, quase pedi pro CĂ©sar parar, mas soltei um gemido forte que me impediu de falar. Um jato forte de lĂquido saiu disparado da minha buceta, espirrando na cama toda e no pobre do CĂ©sar, que nĂŁo parava de me comer. O pau dele continuava entrando e saindo, e isso fazia eu soltar ainda mais lĂquido. Eram meus prĂłprios fluidos vaginais voando pra todo lado. Minhas pernas tremeram, eu gemi alto e, quando o lĂquido parou de jorrar pra fora da minha buceta, o CĂ©sar soltou o dele bem lá dentro, enchendo minhas entranhas de porra.
Fiquei de quatro na cama e um por um foram passando pelo meu cu de novo. Tava decidida a ser usada como uma puta a noite inteira. Tinha o rabo bem aberto e curtia muito a sensação de sucção que eles me davam, era como se meu corpo inteiro quisesse escapar por ali. Meu cu rejeitava o pau que entrava, tentando forçar ele a sair, mas era inútil, ele se enfiava ainda mais fundo, e isso me dava um puta prazer.
Apoiei a cabeça no travesseiro, pra ficar mais confortável. Como os quatro iam se revezando, não mostravam sinais de cansaço. Me surpreendi ao perceber que eu também não tava cansada, muito pelo contrário: queria pica… muita pica.
Depois de um tempo, me falaram que eu já tava com a bunda vermelha e me deixaram descansar um pouco. Deitei de barriga pra cima e meu namorado começou a chupar minha buceta, os outros ficaram nos meus lados batendo punheta e começaram a gozar em cima de mim. CaĂa na minha cara, nos meus peitos, na minha barriga, e tambĂ©m dentro da minha boca.
Durante a noite, continuaram me comendo, só parávamos um pouco de vez em quando pra recuperar o fôlego. Tive várias duplas penetrações, todos entraram em todos os meus buracos. Às vezes, quando eu tava montada em um só, alguém trazia cervejas e eu ficava bebendo enquanto tinha pica bem enfiada na minha buceta.
Todos agradeceram ao Esteban por ter arrumado uma namorada tão puta e por compartilhá-la com todo mundo.

Mas a mais grata de todas era eu, tive a melhor festa de aniversário que uma amante de pica poderia desejar.
—As coisas que você deve fazer com essa boca —disse Juan Carlos.
—Graças a essa boquinha aqui, economizei vários meses de academia —minha mente estava meio nebulosa pelo álcool e eu me sentia extremamente ousada—. Quando o dono da academia descobriu meu talento, ele deixou eu pagar a mensalidade na base do boquete —pisquei um olho pro Juan Carlos. Meu namorado só sorriu, talvez achando que eu tava brincando.
Me senti um pouco mal por ele, porque não estava falando de brincadeira. Aquilo aconteceu de verdade. Teve um mês que atrasei o pagamento da mensalidade da academia e o Rodolfo, o dono, me fez uma proposta que não pude recusar. Ele me levou pro escritório dele e abaixou a calça, mostrando aquele pedaço enorme de pica que balançava entre as pernas. Tentei explicar que eu tinha namorado e que não podia fazer uma coisa dessas; mas antes que meu senso de ética entrasse em ação, eu já estava de joelhos, chupando aquela pica. O Rodolfo ficou surpreso quando eu deixei ele gozar na minha cara… até engoli boa parte do leite dele. Desde aquele dia, não precisei mais pagar a mensalidade da academia, pelo menos não com dinheiro. Toda vez que chupava a pica do Rodolfo, me sentia culpada; mas não conseguia parar. O cara simplesmente tem uma pica que me deixa louca.

—Ele faz uns boquetes muito bons —disse meu namorado, me trazendo de volta à realidade—. Engole tudo, tem muito talento pra isso.
Talvez a intenção dele fosse me fazer sentir vergonha; mas se era, não conseguiu. A única coisa que conseguiu foi deixar minha buceta ainda mais molhada.
—Comigo ela não conseguiria fazer isso —garantiu Juan Carlos, entre risadas.
—Por quê? —perguntei, e na hora me senti uma idiota. O motivo era óbvio, mas meu cérebro tava funcionando mais devagar que o normal. Culpei a cerveja.
—A parada é que o cara vem bem equipado —disse César, apontando pro volume do amigo.
—Ah, olha só. O dono da academia também vem bem equipado —soltei uma risada estridente—. Mas eu sempre dou um jeito de engolir tudo.
—Pra isso você vai precisar de mais que jeito —disse Juan Carlos, segurando o próprio volume.
—Não se empolga —fui me aproximando dele, enquanto andava todo mundo olhava pra minha buceta. Quando cheguei perto de Juan Carlos, peguei no volume dele. Era verdade, ele vinha bem equipado; mas não me pareceu algo gigante—. Vai ver que eu consigo, sim. Não me acovardo diante de um desafio.
Passei a garrafinha de cerveza pra ele e abaixei o zĂper, sem tirar a calça, puxei o pau dele pra fora. Era de bom tamanho, tinha a pele seca e bem macia. Comecei a bater uma punheta devagar, pra ele ficar duro. Sob o olhar expectante dos presentes, me ajoelhei na frente de Juan Carlos. Já tava bem alegrinha e nĂŁo liguei pra nada. Abri bem a boca e meti o pau, no começo sĂł a ponta; fui molhando com minha lĂngua e aos poucos comecei a engolir. Percebi que ele ia ficando cada vez mais duro, e isso me excitou ainda mais. Tava entrando bem na minha boca e eu sentia que conseguiria aguentar quando o membro atingisse o tamanho máximo.
Recuei um pouco e engoli de novo um bom pedaço, já tinha metade do pau na boca e com cuidado fui comendo o resto. Apesar da minha pouca idade, já tenho Bastante experiência com paus, em parte pela quantidade de vezes que chupei o dono da academia; mas também comi uns quantos a mais. Antes de conhecer o Esteban, já tinha o costume de terminar uma noite de sábado com um bom pau na boca… e não reclamava se me davam leite pra tomar.

Mas essas coisas eu sempre fiz sem ninguém saber. Agora eu tinha testemunhas do meu comportamento de puta... e era a primeira vez que fazia isso na frente de tantos homens.
Enquanto eu ia engolindo a pica inteira do Juan Carlos, ele pressionava minha cabeça, me ajudando na tarefa. Quando cheguei atĂ© o fim, mantive ela na minha boca por alguns segundos, mexendo a lĂngua como podia, depois tirei e me levantei, com arrogância.
— Te falei que ia conseguir — disse, com ar triunfante. Arranquei minha garrafa de cerveza dele e dei um longo gole.
Juan Carlos sĂł sorriu, parecia confuso, como se minha ousadia tivesse reduzido ele a um monte de nervos.
— A garota tem talento — afirmou César.
Sorri pra ele.
Caminhei de volta pro sofá e me sentei no meio, César e Mauro me seguiram. Sentaram um de cada lado. Começaram a me parabenizar pelo que eu tinha feito e cada um acariciou uma perna minha. Depois de alguns segundos, percebi que os dois estavam puxando uma perna pro lado deles. A intenção era abrir elas.
As mãos deles começaram a procurar minha buceta, senti os dedos brincando com ela enquanto mantinham minhas pernas bem abertas. Instintivamente, estendi a mão pro volume de César e agarrei a pica dele, ainda tava dura. Libertei ela da calça e comecei a bater uma pra ele, enquanto ele fazia o mesmo comigo.
— Tá bem aberta — disse César, se referindo à minha buceta.
— Deve ser por todas as picas que enfiaram em mim — falei, com um tesão que tomava meu corpo inteiro.
Apesar da excitação, essa brincadeira toda já tava indo longe demais. Parecia que meu namorado tava bêbado demais pra ficar puto de eu estar me fazendo de puta com os amigos dele. Então decidi botar um fim nisso.
Me levantei… e o César me pegou pela cintura. Não me deu tempo pra nada. Me forçou a sentar nele e o pau inteiro entrou bem fundo na minha buceta.
—Uf… me enfiou com tudo! —Exclamei, com uma mistura de tesão e vergonha.
Olhei pro meu namorado e ele continuava com aquele sorriso idiota, como se estivesse dizendo: "VocĂŞ se fez de puta e agora vai pagar as consequĂŞncias".Foi aĂ que percebi que tinha chegado num ponto sem volta. Os amigos do meu namorado estavam determinados a meter o pau em mim.
César começou a se mover rápido em cima de mim. Fechei os olhos e aproveitei, eu mesma acompanhava os movimentos. Nunca tinha deixado outro homem me comer na frente do meu namorado, e descobri que isso me enchia de tesão.
Mauro ficou de pé na minha frente e soltou o pau dele, que já tava bem duro.
— Vamos ver se você consegue engolir essa também — ele falou.
Se o cara antes tinha mostrado um pouco de timidez, ela tinha desaparecido completamente. Ele me puxou pelos cabelos e eu, por reflexo, abri a boca. Enfiou o pau e começou a se mexer, como se tivesse me comendo.
Sempre imaginei que, se um dia chupasse um pau enquanto alguém me comia, um desses paus seria o do meu namorado. Ele estava ali, mas não tava metendo nada em mim. Só ficou olhando os amigos me usarem.
Quis dizer "Beleza, galera, para com isso, já foi longe demais. Isso não é mais brincadeira. Tão me fodendo"; mas não consegui, porque tava com a boca ocupada. Aqueles segundos que me mantiveram chupando pau foram decisivos pra minha cabeça dar um clique. O tesão ficou tão forte que eu mesma peguei no pau do Mauro e comecei a chupar de verdade. Enquanto isso, dava pulos no pau do César. Tava decidida: se vão me foder, então vou aproveitar.

Depois de alguns segundos, Mauro se afastou de mim. Achei que ele ainda nĂŁo queria gozar, e que ia acabar gozando se eu continuasse chupando daquele jeito.
— Essa você já provou pela boca. Agora por onde você quer provar? — me perguntou Juan Carlos, segurando a própria pica.
— Eu gosto de provar pelo cu. — Foi uma das coisas mais ousadas que já disse na vida.
— Tem certeza? — ele perguntou, sem parar de se masturbar. — Olha que é muita pica...
— Melhor ainda, porque eu tenho muita bunda.
Levantei só pra chegar perto de uma das poltronas, me ajoelhei de quatro e abri minhas nádegas, esperando por Juan Carlos.
—Vai, ou agora vai me dizer que se arrependeu? —Perguntei, desafiador. —Não vá que a que se arrependa seja outra.

Eu já estava ferrada, mas não falei nada pra ele.
Ele chegou perto de mim, se abaixou um pouco e o Mauro apontou direto pro buraco do meu cu. Tenho que admitir que me caguei de medo. Imaginei que ele fosse primeiro abrir o buraco com os dedos, mas parecia que queria entrar direto com a pica.
Ele passou saliva pra lubrificar bem e eu senti uma pressĂŁo leve, que foi ficando mais forte aos poucos.
Quando percebi que a cabeça da pica tava entrando, meus olhos começaram a lacrimejar. Podia ter dito que não tava pronta, que era pica demais pro meu cu, mas meu orgulho me fez calar a boca... e manter o cu aberto.
"Bom, Lorena, se prepara porque dessa vez vão te arrebentar o rabo de verdade — pensei comigo —. E você merece muito, por ficar se fazendo de puta."
Me agarrei no encosto do sofá com as duas mãos e apertei os dentes com força. A pica começou a entrar e eu achei que ia me partir no meio. Respirei fundo, gemi e depois me ouvi dizer:
— Isso, enfia a pica toda. Arrebenta meu cu.
"Não, Lore... o que cê tá fazendo? — a voz da minha consciência falou —. Cê tá louca?"
Mas dentro de mim tinha uma mulher que era pura safadeza e queria sentir aquela pica toda bem enfiada no cu.
O Juan Carlos conseguiu meter mais ou menos a metade, o que já me fez sentir toda a grossura daquela pica. Era morbidamente gostoso. Eu amei. Ele se mexeu rápido, igual um coelho. Eu gemei pra caralho e implorei por mais, tava como se tivesse possuĂda.
Depois de uns longos minutos entre prazer e dor, Juan Carlos parou e tirou a pica.—Parei porque claramente não cabe toda em você — ele me disse. —Vou deixar alguns dos meus amigos abrirem bem essa bunda, depois eu enfio de novo.
—Ai, não! Vocês vão rasgar minha bunda todos juntos?
—Você quem pediu — disse Esteban. Meu namorado já tinha tirado a pica da calça e me ofereceu pra eu chupar.
—Essa eu já conheço bem — falei. Abri a boca e engoli inteira.
Enquanto isso, Mauro se ajeitou atrás de mim. Aproveitou que meu cu já estava meio dilatado e meteu sem piedade. Doeu tanto que quase mordi a pica do meu namorado; mas aquela dor logo virou prazer.
Ele conseguiu enfiar inteira, já que não era tão grossa quanto a do Juan Carlos.
Enquanto me comiam pelo cu, meu namorado tirou a pouca roupa que ainda tinha, me deixando completamente pelada.
Quando Mauro cedeu o lugar pro César, já ficou bem claro que a noite inteira ia ser assim. Eu tinha passado dos limites bancando a puta e eles não iam parar de me foder em todos os buracos… e meu namorado ia deixar.
Depois que o César me comeu por um bom tempo, meu cu já estava pronto pra provar a pica maior… inteira. Juan Carlos enfiou tudo, depois me puxou pelos cabelos e começou a me comer com muita força.
Enquanto isso, Mauro trocava de lugar com meu namorado, enfiando o pau na minha boca.Esteban sorriu e disse:
—Feliz aniversário, meu amor. Espero que você goste do presente.
Se não tivesse uma pica bem enfiada até o fundo da garganta, eu teria sorrido. O filho da puta não tinha esquecido do meu aniversário, e pelo visto meu presente eram as rolas de todos os amigos dele. Esse sim é um namorado atencioso.
Devo admitir que nĂŁo consigo pensar num presente melhor que esse. Amo pica e ter quatro sĂł pra mim me deixa louca.
—Vai engolir a porra? —perguntou Mauro.
Não respondi. Só chupei com força enquanto o amigo dele continuava furando meu cu. A porra dele começou a encher minha boca e eu engoli feito uma boa menina. Achei muito gostosa, uma das mais gostosas que já provei… e olha que já provei muita.
Depois desse momento foda, César me pediu permissão pra sentar no sofá. Eu sabia o que vinha, e fiquei muito animada.
Também achei que minha primeira dupla penetração seria com Esteban e mais alguém; mas não foi assim.
Sentei no pau do César e Juan Carlos enfiou de novo no meu cu. Agora eu entendia minha amiga Débora quando ela contava como adorava duplas penetrações. Sempre achei que era ir longe demais; mas agora eu tava fazendo. Tinha uma pica em cada buraco… menos na boca. Tinha que resolver isso, urgente.
Fiz sinal pro meu namorado se aproximar e comecei a chupar o pau dele. Isso sim é uma verdadeira festa de aniversário.
Depois de um tempo, Esteban pediu permissĂŁo pro Juan Carlos e eles trocaram de lugar. Agora era meu namorado quem me comia. Juan Carlos ficou na minha frente e enfiou o pau na minha boca; nĂŁo precisei segurar, ele mesmo cuidou de meter e tirar. Com uma mĂŁo comecei a esfregar meu clitĂłris, tava muito acelerada e super excitada.
Quando os três me deram uma trégua e me deixaram levantar, fui pro quarto do meu namorado, mas não sem antes fazer sinal pra eles me seguirem.Entrei no quarto, com meu séquito de machos no cio, e fiquei de quatro na cama.
— Dá pra vocês se revezarem pra arrebentar minha bunda? — perguntei — Sempre tive tesão em ser comida no cu por vários caras.
Essa confissão eu só tinha feito uma vez pro Esteban, bem bêbada. Era uma das minhas maiores fantasias, e talvez foi isso que motivou ele a me dar esse presente de aniversário espetacular.
Os caras realizaram meus desejos. Um por um foram passando pelo meu cu, e meteram com toda a força que conseguiam. Agradeci por isso, adoro ser macetada bem forte.
Num momento vi o César à minha direita, com o pau na mão, e na hora entendi qual era a dele. Abri a boca e quase que na mesma hora jatos enormes de porra começaram a encher ela. Como uma boa puta obediente, tomei tudo.
Tive o primeiro orgasmo da noite enquanto o Juan Carlos furava meu cu com a piroca grossa dele.
Os quatro passaram pelo meu cu, e aĂ começou o ciclo das duplas penetrações. Eles se revezavam pra meter na minha buceta e no meu cu ao mesmo tempo. Enquanto isso, eu fazia o possĂvel pra chupar os outros dois paus que sobravam... e se algum deles ia gozar, me davam toda a porra pra tomar.
O Mauro deitou de barriga pra cima na cama e eu rapidamente montei nele, colocando as mĂŁos no peito dele, comecei a pular com força, castigando minha buceta. Meu namorado apareceu atrás de mim e apontou o pau pro meu cu, que cedeu fácil. A dupla penetração era o máximo pra mim; uma experiĂŞncia super excitante. Procurei com as mĂŁos os paus dos outros dois e comecei a chupar eles. Pouco depois, um jato forte de porra saiu do pau do Juan Carlos. Foi o que mais gozou. O sĂŞmen dele caiu na minha cara toda; desenhou uma linha na diagonal. que começava na minha testa e terminava no meu queixo, passando por cima dos meus lábios, que eu lambi com a lĂngua e engoli a porra que tinha neles.
Continuei chupando o pau dele quando senti um lĂquido quente enchendo meu cu, era meu namorado gozando dentro. Deixou meu cu escorrendo porra e o CĂ©sar, sem dar importância pra isso, tomou o lugar dele e meteu por trás. Cada vez entrava com mais facilidade, mas ainda sentia o roçar do pau dele por dentro. Chupei os restos de porra do pau do meu namorado, que nunca ficou mole, pelo contrário, endureceu de novo.
Juan Carlos levou alguns minutos para se recuperar. César pediu pra ele se afastar e eu me deitei na cama, olhando pro teto; deixei minha cabeça pendurada na borda, jogada pra trás, então agora eu via tudo de cabeça pra baixo. César meteu de novo, mas na buceta, e Mauro ficou de pé na frente da minha cabeça e aproximou o pau, eu adorava chupar assim, desse jeito dava pra sentir ele afundando quase até minha garganta.Esteban e Juan Carlos começaram a chupar um peito cada um, mordendo e apertando, mas sem me machucar de verdade. Quem me machucava um pouco era o César, que me comia com muita força, mas não liguei, eu queria que me pegassem bem duro.
Comecei a ter o segundo orgasmo, tirei o pau da boca porque tava difĂcil respirar. Aproveitei cada apalpada e penetração, tanto que outro orgasmo veio na sequĂŞncia. Me estremeci na cama, de repente senti como se fosse fazer xixi, quase pedi pro CĂ©sar parar, mas soltei um gemido forte que me impediu de falar. Um jato forte de lĂquido saiu disparado da minha buceta, espirrando na cama toda e no pobre do CĂ©sar, que nĂŁo parava de me comer. O pau dele continuava entrando e saindo, e isso fazia eu soltar ainda mais lĂquido. Eram meus prĂłprios fluidos vaginais voando pra todo lado. Minhas pernas tremeram, eu gemi alto e, quando o lĂquido parou de jorrar pra fora da minha buceta, o CĂ©sar soltou o dele bem lá dentro, enchendo minhas entranhas de porra.
Fiquei de quatro na cama e um por um foram passando pelo meu cu de novo. Tava decidida a ser usada como uma puta a noite inteira. Tinha o rabo bem aberto e curtia muito a sensação de sucção que eles me davam, era como se meu corpo inteiro quisesse escapar por ali. Meu cu rejeitava o pau que entrava, tentando forçar ele a sair, mas era inútil, ele se enfiava ainda mais fundo, e isso me dava um puta prazer.
Apoiei a cabeça no travesseiro, pra ficar mais confortável. Como os quatro iam se revezando, não mostravam sinais de cansaço. Me surpreendi ao perceber que eu também não tava cansada, muito pelo contrário: queria pica… muita pica.
Depois de um tempo, me falaram que eu já tava com a bunda vermelha e me deixaram descansar um pouco. Deitei de barriga pra cima e meu namorado começou a chupar minha buceta, os outros ficaram nos meus lados batendo punheta e começaram a gozar em cima de mim. CaĂa na minha cara, nos meus peitos, na minha barriga, e tambĂ©m dentro da minha boca.
Durante a noite, continuaram me comendo, só parávamos um pouco de vez em quando pra recuperar o fôlego. Tive várias duplas penetrações, todos entraram em todos os meus buracos. Às vezes, quando eu tava montada em um só, alguém trazia cervejas e eu ficava bebendo enquanto tinha pica bem enfiada na minha buceta.
Todos agradeceram ao Esteban por ter arrumado uma namorada tão puta e por compartilhá-la com todo mundo.


Mas a mais grata de todas era eu, tive a melhor festa de aniversário que uma amante de pica poderia desejar.FIM.
4 comentários - Tus amigos, son leales si soy tu hembra?🤔2