A MILF Mais Gostosa[11]Gostosa no banho: sensualidade e dese

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A MILF Mais Gostosa[11]Gostosa no banho: sensualidade e dese



Capítulo 11.

—1—

Desde a última sessão de fotos com o Lautaro, o Julián teve que juntar coragem pra seguir em frente com o projeto. Teve que largar de mão aquelas fantasias bestas de ter uns "brincadeirinhas íntimas" com a mãe dele, e focar no verdadeiro motivo pelo qual tinham começado esse trampo: a grana.
Por enquanto estavam bem financeiramente, os pagamentos continuavam chegando; mas ele sabia que, se não continuassem produzindo material de qualidade, iam quebrar em pouco tempo. Ele tinha um trampo foda, e não podia perder aquela bosta por causa das atitudes infantis e egoístas dele.
Entrou em contato com a agência alemã, mandou um novo pacote de fotos, onde já dava pra ver a Diana transando com o Lautaro. Além disso, encomendou um novo conjunto erótico pra mãe dela. Depois de trocar várias mensagens com os alemães, descobriu qual devia ser o próximo passo.
Foi atrás da mãe dele. Já eram quase onze da manhã e Julián percebeu que não tinha visto ela durante o dia. Embora Diana não tivesse mais um emprego com horário fixo, não era do tipo que acordava tão tarde. Ela gostava de aproveitar a manhã pra tomar um café da manhã sossegada, e depois meter a cara nos afazeres de casa. Se não tinha nada pra fazer, não perdia tempo dormindo; preferia maratonar alguma série na Netflix ou ler um livro.
Preocupado, Julián se aproximou ao quarto da mãe dele.
—Mamãe, sou eu — disse, dando duas batidinhas na porta. Não houve resposta—. Mamãe… você tá acordada? — Bateu de novo—. Mamãe!
Ao não ouvir nada, abriu a porta. Na penumbra, conseguiu ver a mãe dormindo de bruços, completamente nua. Acendeu a luz. A cabeleira loira, que cobria boa parte dos travesseiros, brilhou intensamente. As grandes nádegas de Diana se destacavam, como uma montanha numa planície. O garoto admirou os lábios da buceta da mãe, que estavam totalmente visíveis, graças ao afastamento das pernas dela. Sentiu um formigamento gostoso na ponta do pau.
—Mamãe —disse ela, sem levantar muito a voz.
Diana respondeu com um gemido sonolento.
—Mãe, acorda… já são onze horas —Julian se lembrou, a mãe dele tinha saído durante o dia anterior, mas voltou cedo. Ele soube porque encontrou o jogo de chaves dela, no lugar onde ela sempre deixava. —Mãe!
—Hã? Hã? O que foi? — Diana se virou e tentou focar o olhar naquele homem parado na beira da cama. Não sentiu medo, porque o reconheceu na hora—. Que porra você quer, Julián? Tô dormindo!
—Já sei, mas são onze da manhã… que horas você foi dormir?
—Hã? Onze horas? Já?
—Sim…
—Uf… — Diana sentou na cama. O rosto dela mostrava claros sinais de ter dormido demais. Já não parecia tanto aquela loira linda e radiante das fotos que chegavam na Alemanha, mas mais de um teria o coração disparado ao vê-la pelada. Julián admirou como aqueles peitões balançavam. — Dormi umas doze horas! Tô com dor de cabeça…
—Pois é… se dormiu tanto, é lógico que sua cabeça tá doendo. O que houve com você? Por que tava com tanto sono? Não vai me dizer que tava tomando muito uísque? —Julián perguntou isso depois de ver o copo largo que estava em cima da mesa de cabeceira, completamente vazio.
—Não, verdade é que não bebi muito… só um copinho…
—Mmmm… tem certeza?
—Sim, Julián… não sou uma alcoólatra. Gosto de tomar um copo de uísque de vez em quando. Ontem à noite tomei um, só isso… não fica me interrogando como se eu fosse uma criminosa.
—Não tô te interrogando, mãe. Só tô preocupado. Você nunca dorme tanto assim.
—Sei lá… talvez eu não estivesse muito bem emocionalmente… mas não precisa se preocupar. Tô bem. Aconteceu alguma coisa, ou você só me acordou porque já era tarde?
—Te acordei porque já era tarde. Além disso, queria te falar que os alemães amaram o pack que mandei… tô falando das fotos da sessão com o Lautaro. A gente tem material pra mandar pelo menos mais dois packs… talvez três.
—Que bom! —exclamou ela, enquanto esfregava os olhos com as costas da mão—. Espero que nos paguem bem.
—Sim, mas tenho outra boa notícia pra você… bom, na verdade são duas.
Julián ainda se sentia mal pela discussão que teve com a mãe depois da segunda sessão de fotos com o Lautaro. Reconhecia que tinha agido como um idiota ao pedir pro modelo ir embora tão cedo. Podiam ter aproveitado melhor o dia, e agora ele teria material suficiente pra mais uns dois ou três packs. Se esforçou pra consertar a situação, e esperava poder mostrar pra mãe que tava comprometido com o negócio.
— Que surpresas? — Perguntou Diana. Dessa vez, esfregou os olhos com a ponta dos dedos, como se com isso pudesse afastar a dor de cabeça.
—Você não parece muito animada… antes, toda vez que eu trazia boas notícias, seus olhos brilhavam. Bom, não importa. A primeira coisa é que já pedi um conjunto novo de lingerie pra você, imagino que vai gostar muito. É um espartilho branco, com meias de…
—Ah, que bom. E o que mais?
Julián parou de repente. Normalmente a mãe dele ficava muito feliz em receber esse tipo de conjunto. Ele olhou pra ela por alguns segundos, mas ela não disse nada.
—É bom… a outra coisa é ainda mais importante. Fiz um trato com os alemães, que poderia nos render uma grana boa. Talvez a melhor até agora.
—Sério mesmo? —Dessa vez, Diana pareceu se animar um pouco mais, e isso deixou Julián todo empolgado.
—Sim, de verdade. É um acordo foda. Como eu me comprometi a fazer, eles até disseram que iam pagar uma parte adiantada pra gente.
—De novo fazendo compromissos antes de me consultar?
—Sim, mas, mãe… esse aqui você vai amar. Como você se divertiu tanto com o Lautaro, imaginei que a gente podia aproveitar isso. Dessa vez não vamos mandar uma foto sua… vamos fazer um vídeo.
—O quê? Um vídeo do quê?
—Um vídeo seu brincando deScrabble… do que vai ser, mãe? Um vídeo pornô! Mas não se preocupa, também não é como se a gente fosse fazer um filme… é só um vídeo pequeno, onde você ia chupar a pica do Lautaro. Pediram que fosse, pelo menos, de vinte minutos de duração e…
—Espera… com o Lautaro?
—Sim, com quem mais? —Julian percebeu os olhos da mãe se arregalarem—. Viu? Eu sabia que você ia adorar a ideia. Percebi que você gostou muito do Lautaro, isso ficou claro. Talvez eu tenha ficado um pouco ciumento, e peço desculpas por isso… mas agora você tem a chance de fazer um vídeo com ele, e vai poder mostrar todas as suas habilidades sexuais.
—Ai, você vai querer me matar! — Exclamou Diana, tapando a boca com a mão.
—Por quê? O que aconteceu? Não vai me dizer que não tem coragem de gravar um vídeo, depois de tudo que fez com o Lautaro?
Não, não… não é isso. Eu até tenho coragem… o problema é que… eu estraguei tudo… com o Lautaro.
Dessa vez foi o Julián que arregalou os olhos.
—Que merda você fez, mamãe?
—Não me repreenda… —Pela primeira vez na vida, Diana sentiu que os papéis com o filho tinham se invertido. Sempre foi ela quem tinha mais autoridade, quem dava bronca no Julián quando ele fazia merda. Mas agora era ela quem se sentia culpada e tinha medo de levar algum castigo pelo seu comportamento—. Fui ver o Lautaro… é que aquele cara me encantou. Ele é tão gostoso… e chegou num momento da minha vida em que eu tava pronta pra me soltar sexualmente. Queria parar de me reprimir, como fiz por tantos anos. Com ele, consegui me libertar completamente. Tava afim de sair pra passear com o Lautaro, conhecê-lo um pouco melhor… mas fui uma idiota. Deu tudo errado. Acontece que ele é gay, e não tem o menor interesse por mulheres; zero. Fiquei parecendo uma otária… foi um dos momentos mais humilhantes da minha vida. Não sabia nem que cara fazer pra olhar pra ele. Por isso cheguei em casa, tomei um uísque, e capotei… não queria acordar. Foi por isso que dormi tantas horas. Tô me sentindo muito mal pelo que aconteceu ontem com ele… e agora você vem com essa.
Juliano ficou em silêncio, encarando os olhos da mãe. A mente dele tentava processar tudo o que ela tinha dito, e as consequências que isso traria pra eles.
—Não acredito —disse ela, depois de alguns segundos—. A gente tinha o negócio perfeito… tudo ia cada vez melhor… e….
—Desculpa… fui uma bocó.
—Não… não… desculpa por quê? Tipo… acho que você não fez nada de errado. Você não sabia que o cara era gay… eu também não. Aliás, se você tivesse me perguntado se tinha chance com ele, eu teria dito que sim, total. Me deu a impressão de que você dava muito tesão nele. Desde o primeiro dia ele te tratou super bem. Na segunda vez, você fez ele gozar rapidinho.
—Sim… e agora, sabendo que ele é gay, fico pensando naquela hora e me sinto ainda mais culpada. Me comportei que nem uma puta…
—E eu, feito um otário, porque mandei ela ir embora. Sei lá… me senti mal ao te ver com ele, que sei eu…
—Você ficou com ciúmes. Isso eu entendo. Sou sua mãe… não deve ter sido fácil pra você me ver naquela situação. Me deixei levar demais pelos meus impulsos. Sendo honesta, eu nem tava pensando no trabalho, minha única intenção era transar com aquele cara. Fiquei doida quando vi ele… é que… você não faz ideia de quantos anos eu tava sem levar uma boa foda. Eu precisava disso, me dá um pouco de vergonha admitir, mas é a verdade. Precisava que enfiassem uma boa pica em mim. E por causa dessa desesperação, estraguei tudo.
—Não fica mal, mãe… é uma pena que não possamos mais trabalhar com o Lautaro, ele era um modelo foda. Mas pelo menos você se divertiu com ele. Isso ninguém pode negar.
Diana sorriu.
—Sim, isso é verdade pra caralho. Não posso negar. Com ele, eu matei um pouco da vontade. Mas, voltando à realidade, a gente precisa continuar fazendo grana. E agora, o que vamos fazer? Tem chance de contratar outro modelo?
—Não… quer dizer, sim… mas ia sair três ou quatro vezes mais caro pra gente. Porque o único modelo que eles tinham disponível nessa cidade era o Lautaro. E esses alemães não contratam qualquer um. Você já viu como aquele cara era. Dava pra ver que era um modelo profissional, de primeira.
—Sim… mas nunca reclamaram das suas fotos… quero dizer, das fotos onde aparece sua pica.
—Bom, é que eles disseram que aquele modelo (não sabem que sou eu) tinha uns… atributos bem bons.
Diana soltou uma risadinha, que contrastou com o mau humor dela.
—Basicamente te falaram que você tem uma pica grande, e isso é bom pro negócio.
—É, pode ser… —Juliano estava meio envergonhado.
A loira fez uma pausa de alguns segundos, depois olhou pro filho, dizendo:
—Que estranho você não ter me apresentado a única alternativa possível que temos pra dar um jeito nisso.
—Que alternativa? Eles vão nos pagar por um vídeo… e agora ficamos sem o Lautaro.
—Tá bom, não fala nada. Acho que você já tomou a iniciativa várias vezes, e deu um jeito nas dificuldades que a gente teve. Dessa vez é minha vez de fazer isso. Não curto nem um pouco fazer desse jeito… mas você já se comprometeu, vão pagar bem, e ainda por cima adiantado. Não sou burra, por mais que a gente esteja indo bem com as fotos, de vez em quando precisa mandar um material novo. A única alternativa que a gente tem é gravar o vídeo juntos. Você e eu. Igual quando a gente fez as fotos… mas com mais movimento.
—Tem certeza? Olha que… é um vídeo… quer dizer, nas fotos dava pra disfarçar um pouco. Porque não dá pra ver o movimento… mas no vídeo…
—É, eu sei… no vídeo tem que parecer algo real. Mas a gente precisa fazer, goste ou não. Juro que não curto a alternativa. Demorei pra me acostumar a ter teu pau na boca, e sei o que isso causa em mim. De vez em quando até me parece um pouco morbidão, mas depois… a frio… começa a parecer uma loucura. Mas essa loucura a gente já começou há um tempão, e tá rendendo muito bem, financeiramente. Não podemos jogar a toalha agora. Eu fiz uma merda com o Lautaro, e é por minha culpa que tem que ser desse jeito… tenho que aguentar. Não tenho outra escolha. Você tá disposto a tentar?
Julián sentiu todas aquelas fantasias absurdas que tinha na mente voltarem à vida, e agora brilhavam mais do que nunca. Dava um tesão do caralho ver a mãe dele posando com o pau na boca… e ele nem conseguia imaginar tudo o que faria um vídeo pornô com ela.
—Sim, eu tô pronto — disse, sem hesitar.
—Beleza, então… quando é que a gente vai fazer? Hoje não, porque não tô a fim de nada…
—A gente vai fazer quando o novo conjunto de calcinha e sutiã chegar. Parte do contrato diz que você tem que usar isso.
—Bom, isso pelo menos me dá uns dias pra me preparar um pouco. Embora eu ache que tanto faz ter um dia ou um ano… não vai ser fácil. Bom, vou no banheiro lavar o rosto… já volto.
Diana saiu do quarto por alguns minutos e voltou muito mais fresca e revigorada. Encontrou o filho sentado na cama; o olhar dela cruzou com o volume na calça dele, era óbvio que o garoto estava ficando duro. A loira se olhou e entendeu bem o porquê—. Tô vendo que o amiguinho acordou aí.
—Hã… sim, desculpa… é que…
—É que nada, bobo. Já esclarecemos essa parada. Você não consegue evitar de ficar excitado ao ver uma mulher nua, e sabe o quê? Fico muito feliz em saber que ainda causo esse impacto em você. —Ela subiu na cama com uma graça felina, andou de quatro, e os peitões balançavam hipnotizantes—. Depois do que aconteceu com o Lautaro, me faz bem saber que alguém fica de pau duro ao me ver. —Ela sentou ao lado do Julián, os olhos do garoto foram direto pra buceta perfeitamente depilada—. Tá afim de bater uma punheta?
—Isso te incomodaria?
—Não, pelo contrário. Ia me ajudar a distrair um pouco… ia me fazer bem me sentir gostosa, e admirada… mesmo que seja por você.
—Mesmo que seja eu? Isso não sei se levo como algo bom ou algo ruim.
—Tarado… —deu um tapinha na perna dele—. Não tô falando isso porque você é pouca coisa, mas porque é meu filho. Mas também é homem, e teu pau sobe quando me vê pelada. Tô gostando cada vez mais disso. Posso ser sua mãe, mas adoro saber que você fica excitado com meu corpo, que gosta do que vê. —Ela agarrou as próprias tetas e levantou—. Fico feliz em saber que você fantasia em comer uma mulher com um corpo igual ao meu. Você comeria uma coroa que nem sua mãe? —Ela desceu uma das mãos até encontrar o volume, acariciou de leve, sentindo o pau endurecer cada vez mais.
—Claro… se ela for tão gostosa quanto você, eu adoraria. Além disso, já tive experiências com garotas da minha idade, e depois de te ver transando com o Lautaro, percebi que você tem mais experiência… me dá muita curiosidade transar com uma mulher linda e experiente.
—Eu gostaria de ter mais experiência… mas enfim, você já conhece minha história. Não posso bancar a santinha… fui muito bem comida… com o Tano aprendi a transar, e quando você me viu com o Lautaro, coloquei em prática boa parte do que aprendi. Sei que isso pode soar horrível… mas agora, olhando tudo em retrospecto, como adoro ter feito de corno o seu pai, e ter um cara bem dotado que me comia todas as tardes. —Ela continuou acariciando o volume, dessa vez apertando mais. Julián não disse nada—. Esse sim me comia direito, diferente do seu pai, que tinha um negócio meio pequeno… e ainda gozava rápido. Já o Tano, enfiava a pica em mim e só tirava depois de deixar minha buceta bem aberta. Nunca consegui contar essas coisas pra ninguém… porque tinha medo de que pensassem mal de mim… porque não tenho desculpas; por mais que às vezes tente me convencer do contrário. Me comportei como uma filha da puta com o papai… e o pior de tudo é que eu gostei… bom, não, acho que é ainda pior dizer que não me arrependo de ter agido assim. Adorei… e se ele ainda estivesse vivo, talvez fizesse de novo. Não porque não o ame, pelo contrário… sempre o amei muito. É pelo imenso tesão que sentia em traí-lo daquele jeito, com um cara que me comia muito melhor que ele.
O peito do Julián pulsava tanto quanto o pau dele. Por mais que não quisesse admitir em voz alta, o que a mãe dele contava estava afetando ele de dois jeitos contraditórios. De um lado, sentia uma excitação em ouvir ela falar de um jeito tão sexualmente explícito; do outro, sentia um certo rancor por ela, e um pouco de ciúmes do Tano. Ele tinha amado o pai dele, e por mais que tivesse dito pra mãe que não ligava que ela tivesse traído ele… o tempo que teve pra processar a informação fez essa notícia pesar mais. Agora a Diana tava admitindo que até curtiu dar um chifre no marido dela. Ele queria que ela mostrasse um pouco de arrependimento, como na última vez que falaram sobre o assunto; mas parecia que aquela culpa tinha sumido completamente.
—Quer que eu continue contando, ou tô te deixando desconfortável? — Perguntou a loira, tirando Julián dos seus pensamentos.
O garoto ficou dividido entre as duas opções que tinha. Dizer pra mãe dele parar de falar naquele assunto talvez fosse o melhor pra cabeça dele; assim não continuaria trazendo mais humilhação pra memória do pai. Mas a curiosidade e o tesão diziam que valia a pena arriscar. Essa era uma chance única de descobrir os segredos mais obscuros da mãe dele, e se não aproveitasse agora, corria o risco de algo assim nunca mais se repetir.
—Não me deixa desconfortável —mentiu—. Continua me contando.
—Tem certeza? Porque não quero que isso estrague a imagem que você tem de mim. Já vou avisando: fui muito cruel com seu pai, e não só por ter chifrado ele, mas pelas coisas que fiz com ele. Naquela época, eu tava como que drogada pelo tesão que a situação me dava, e não conseguia parar. Fiz um monte de loucuras. Algumas coisas que tenho pra contar podem fazer você ficar puto comigo.
—Não vou ficar bravo, prometo. Quero saber tudo o que você fez. No fim das contas, você aproveitou, e fico feliz por isso. —Isso era uma meia verdade. Sim, ficava contente em saber que a mãe tinha curtido aquelas experiências sexuais, e ao mesmo tempo sentia um tesão nisso; mas, por outro lado, conseguia sentir a raiva que o pai teria sentido se descobrisse o assunto. Mesmo assim, manteve-se firme na sua posição—. Me intriga muito saber quais coisas você fez com ele, e repito, não vou ficar puto com você. Papai morreu feliz, por ter passado a vida ao seu lado, e isso nada pode mudar. Ele nunca descobriu que você o traía.
—Talvez nunca tenha confirmado, mas dei muitos motivos pra ela desconfiar disso.
Isso foi como uma pontada no lado, pro Julián. Ele teria preferido saber que o pai saiu desse mundo sem desconfiar da traição da esposa. Mas já era tarde demais, Julián não podia fazer nada pra mudar isso.
—Bom, não importa —disse, embora importasse sim—. Me conta do mesmo jeito, e não omite detalhes.
Diana enfiou a mão dentro da calça do filho e agarrou a pica dela. Ela adorou sentir a maciez e o calor da pele do pau. Libertou ele da prisão e começou a masturbá-lo devagar. Com a outra mão, se acariciou a buceta, os dedos ficaram molhados. O corpo dela esquentou, e os bicos dos peitos ficaram duros. Todas as lembranças que inundavam a mente dela estavam excitando ela tanto quanto ter aquela pica grande entre os dedos.
—No começo do meu namoro com o Tano, eu tinha muito medo dele vir em casa… mesmo que seu pai trabalhasse num horário fixo e sempre voltasse na mesma hora, existia a chance de ele chegar mais cedo, de surpresa. Não passou nem uma semana do meu rolo com o Tano, e eu já tava absolutamente convencida de que esse risco me excitava ainda mais. Enquanto o Tano me segurava contra o sofá, me dando uma trepada daquelas, eu pensava: “Meu marido vai voltar agora e vai me ver sendo fodida que nem uma puta”. Por isso mesmo eu preferia fazer na sala… era mais arriscado. Seu pai levaria menos tempo pra me encontrar se chegasse em casa. Mas às vezes a gente também fazia nesse mesmo quarto. Eu adorava que seu pai se deitasse à noite na mesma cama onde tinham enfiado a pica em mim a manhã inteira.
>Pra piorar, comecei a gostar dessa parada de jogar no limite do perigo, e pedia pro Tano ficar cada vez mais tempo… cada vez mais perto do horário que seu pai voltava do trampo. Pra evitar que os vizinhos vissem o Tano entrando e saindo, ou que seu pai trompasse ele na rua, eu mandava ele sair pelo quintal. O Tano pulava o muro e já caía na rua de trás. Uma vez quase rolou o que eu temia, mas que ao mesmo tempo me excitava: o Tano tava no quintal quando seu pai voltou. Por sorte eles não se viram, mas eu tava no sofá, toda pelada, me masturbando gostoso. Não tinham passado nem vinte segundos desde que eu tinha a pica bem enfiada na buceta. Seu pai me cumprimentou, falando algo tipo: “Epa! Não esperava te encontrar assim”. “É que tô muito tarada”, falei, sem parar de me tocar. “E no que você tava pensando?”, ele perguntou. Aí foi quando eu me lasquei de vez, falei: “Tava fantasiando que um macho de pica grossa me comia, enquanto você tava trampando”...
—O quê? Foi isso que você disse? Pro papai? —Perguntou Julián, incrédulo.
—Te incomoda que eu tenha falado isso?
—E sim… é que… basicamente você confessou sua traição na cara dela…
—Você disse que não ia me incomodar…
—Mas não pensei que você fosse falar uma coisa dessas.
—O que você achava que eu ia te contar?
—Sei lá, que você tava se encontrando com o Tano... e que deixava o papai de fora dessa.
—Não foi isso que aconteceu. Indiretamente, seu pai teve parte nisso. Admito que não fui nada legal com ele… —ela tirou a mão do pau do Julián—. Mas não quero que meu filho pense mal de mim. Pensei que já tínhamos uma confiança que permitia a gente contar essas coisas… mas me enganei.
—Não… esse… continua me contando…
—Não, Julián. Claramente você ainda não tá pronto pro que eu quero contar.
—Então agora você não vai me dizer mais nada?
—Não, por enquanto. Mas quando eu ver que você tá mais preparado, eu conto. Não quero que a gente acabe brigando por causa disso. Sei que fui muito filha da puta com seu pai, e não preciso que ninguém me lembre disso. Eu quero te contar essas coisas pra que alguém entenda por que me deu tanto tesão; mas você ainda não tá pronto.
—Mas… eu quero saber.
—E você vai saber… na hora certa. Mas por enquanto vamos deixar assim, tenta pensar nas coisas que te falei, e vê se consegue lidar com elas um pouco melhor. Se você der conta disso, eu conto o resto. Porque se só com o começo você já ficou assim, quando eu contar tudo, você vai me odiar. Bom, vou ver se faço algo mais produtivo, tipo preparar o almoço. Outro dia a gente volta nesse assunto. Agora só nos resta esperar a roupa da Alemanha chegar.
Diana se vestiu de forma casual e saiu do quarto, deixando Julián com uma ereção potente que, aos poucos, foi diminuindo. O garoto se lamentou por ser tão boca aberta, se tivesse ficado calado, a mãe dele teria contado alguma história picante. Mas, mais uma vez, ele tinha estragado tudo.

—2—

O novo conjunto erótico pra Diana chegou três dias depois. Ela tirou ele da caixa toda animada. Ainda não tava 100% boa; mas uns dias de distração, com séries e filmes no meio, ajudaram ela a espairecer um pouco. Julián tava sentado na frente dela, tomando o chocolate quente dele de todas as tardes.
—E aí, o que você achou? —Perguntou Julián.
—Ah, beleza… Tenho que experimentar isso agora mesmo!
Diana foi até o quarto dela, levando a caixa. Não sentia nenhum tipo de vergonha de se despir na frente do filho, mas queria surpreendê-lo.
Em questão de uns dois minutos já tinha vestido o conjunto novo. Se olhou no espelho, com um sorrisão estampado nos lábios. Toda a roupa que recebeu da agência alemã agradou ela, mas esse já tinha virado o favorito dela assim que se viu usando. Ficou perfeito nela, como se tivesse sido feito sob medida. A tanga era pequena demais, mal cobria os lábios da buceta; mas ela adorava o efeito que causava e o jeito que deixava todo o púbis à mostra.
Ela saiu do quarto e se encontrou de novo com o Julián. Sem dizer nada, começou a desfilar na frente dele, parando de vez em quando pra mostrar a bunda ou se abaixar um pouco. O look era composto por uma fio-dental branca minúscula, meia arrastão e a cinta-liga de sempre. Mas o que mais hipnotizou a loira foi o corset, que tinha umas tiras cruzadas que iam do umbigo até os peitos. Como tava bem apertado, os peitões dela pareciam que iam estourar a qualquer momento.
—Uauuu! —disse Juliano, admirando a mãe dele—. Ficou muito melhor do que eu imaginava.
—Se foi você quem escolheu, tenho que admitir que você tem bom olho pra isso.
—Sim, fui eu que escolhi… assim que vi, já imaginei que ia ficar bem em você. Na foto, uma mina muito gostosa tava modelando, mas pode ter certeza que em você fica muito melhor do que naquela modelo.
—Acredito em você —disse ela, soltando uma risadinha juvenil—. Sei que soa pouco modesto falar isso, mas me sinto tão gostosa com essa roupa, que nem ligo. Espero que quando a gente gravar o vídeo, dê pra valorizar bem.
—Sim, mas não vai ser só isso. Quer dizer, não te expliquei tudo porque achei que o importante era, justamente, o vídeo. Mas primeiro a gente tem que fazer uma sessão de fotos com esse conjunto… e mais algumas fotos com…
—Com a pica na boca? —Julián concordou com a cabeça—. Sim, imaginei algo assim. Seria tipo um pack de fotos onde o vídeo é o prêmio principal.
—Exato, vão oferecer a um preço bom. Algumas das fotos seriam usadas pra divulgar o pack.
—Não pretendo tirar isso pelo resto do dia, então quando você quiser a gente pode começar com as fotos.
—Achei genial, vou pegar a câmera. Vamos começar agora mesmo.
A primeira parte da sessão estava tão ensaiada que, pra os dois, foi quase rotineira. Enquanto Diana procurava posições sensuais, usando o sofá como apoio, Julián se concentrava em achar o melhor ângulo. Embora o garoto tenha ficado de pau duro ao ver a mãe vestindo aquele conjunto tão erótico, não chegou a ter uma ereção. Se essa mesma sessão fosse a primeira ou a segunda, ele estaria com um cacete entre as pernas; mas já tinha se acostumado a ver a mãe com roupa provocante.
Diana, por sua vez, também não sentiu muito tesão ao posar, embora estivesse feliz, porque já conseguia imaginar como essas novas fotos iam ficar gostosas.
Chegou a hora de posar com a pica na boca, e ela encarou a situação com toda naturalidade. Ajoelhou-se na frente do Julián, tirou a calça dele e começou a masturbar ele. Com esse estímulo tão direto, o pau ficou duro em questão de segundos.
Diana sorriu e então abriu a boca para deixar a rola entrar. O contato a fez sentir desconfortável, ela já tinha se convencido de que não precisaria fazer algo assim com o filho de novo, mas ali estava. Mesmo assim, se esforçou pra que isso não aparecesse nas fotos. Olhou pra câmera como se estivesse vendo um amante antigo e manteve o pau na boca pelo tempo que fosse necessário. Deixou ele sair quando Julián disse que já tinha tirado as fotos.
A loira se aproximou do sofá e sentou, as mãos começaram a suar e o coração disparou. Ela fez de tudo pra não pensar nesse momento, mas não tinha mais jeito. Tinha que encarar a situação com coragem, porque o problema foi ela quem causou. Se não tivesse sido tão tarada e impulsiva, Lautaro ainda seria o modelo dela, e ela estaria chupando a pica dele com muito gosto. Mas o erro já tinha sido cometido, e não dava pra voltar atrás.
Diana achou que o melhor era agir sem pensar demais, deixar que seu instinto sexual fizesse todo o trabalho. Esperou o Julián trocar a câmera por uma ideal para gravar vídeos. Agarrou a pica dele e, sem nenhum preâmbulo, abriu a boca e engoliu até a metade. A cabeça dela começou a subir e descer, e a saliva foi se acumulando dentro da boca. A loira tentou imaginar que era o seu velho amante, o Tano, ou o Lautaro… mas toda vez que aquela pica entrava na boca dela, só conseguia pensar: “Esse é seu filho, Diana. É seu filho e você está dando um boquete nele. Achou mesmo que ia ser mais fácil só porque é seu trabalho?”
Com certeza não era mais fácil. A desculpa do trabalho tinha funcionado bem até agora, mas esse era um nível diferente. Agora ela tinha que chupar, literalmente, a pica do filho dela… até ele gozar. Não bastava só ter ela dentro da boca, ela ainda tinha que dar pra Julián todo o prazer sexual possível, pra ele gozar.
Deixou o pau pra fora e começou a bater uma por uns segundos. De vez em quando, passava a ponta da língua na cabeça. Isso ajudava a adiar um pouco mais o desconforto de ter aquele membro dentro da boca. Mas sabia que logo teria que engolir de novo. Ao olhar pra cima, deu de cara com a câmera, que apontava direto pro seu rosto. Aquilo até que gostou, porque a câmera impedia que tivesse que encarar o filho nos olhos. Mas por mais que quisesse enganar a própria mente… aquele continuava sendo o filho dela.
—Não consigo —disse Diana, levantando-se de repente—. Tentei, mas não consigo. Sinto muito.
—Tá bem, mãe… não se preocupa. Eu sei que você tentou, e pra mim também é difícil, não pense que não. —Julian falava sério, pra ele também tinha sido uma pequena tortura; o problema é que a Diana tava chupando tão gostoso que ele quase gozou. Isso teria estragado o vídeo—. Vou pedir desculpas pra agência alemã e devolver o dinheiro pra eles.
—Mas… isso vai nos prejudicar muito. —A preocupação ficou evidente no rosto da loira—. Além disso, imagino que vamos ter que pagar a eles mais do que nos deram. Tipo uma multa.
—É, é bem provável; porque a gente se comprometeu a fazer isso… melhor dizendo, eu me comprometi. Você não teve culpa.
—Tive, sim… eu estraguei tudo com o Lautaro. Você não sabia de nada disso. Sua ideia foi perfeita, era um jeito excelente de melhorar nossa renda. Eu fiz merda… você não. Você fez o melhor pra nós. Eu me esforcei pra gravar o vídeo com você; mas não consigo. É muito difícil pra mim.
—Teve horas que não foi tão difícil pra você enfiar ela na boca.
—Sim, é verdade… mas foram momentos de muito tesão, nem tava pensando.
—Ahã, já entendi… então essa pode ser a solução que a gente tava procurando —disse Juliano, largando a câmera numa mesinha, perto do sofá.
—Do que você tá falando? —Diana perguntou automaticamente, porque sabia perfeitamente o que o filho tava tentando dizer pra ela.
—Vou ter que te esquentar… o suficiente pra você não ter mais tanta vergonha de chupar minha pica. —Ele avançou em direção à mãe, com toda a ereção à mostra.
—Mas, Julião… é… não sei se quero que você me esquente. —Diana se segurou com as mãos, como se o filho fosse um predador sexual. Não tinha medo dele, de jeito nenhum… o que ela temia era que a proposta do Julião desse certo.
—Não seria a primeira vez que vou te ver excitada, mamãe… nem seria a primeira vez que você fica molhadinha com meu pau, vai negar? — Em vez de encarar a mãe de frente, ele a rodeou, posicionando-se atrás dela. Agarrou aqueles peitões grandes e encostou o pau, até que ele se encaixou entre as bundonas da loira.
—Hmm… não, não posso negar isso. Mas já tinha me preparado pra isso não se repetir. Por mais trampo que a gente tenha… não tá certo. Me deixa desconfortável, e me dá medo.
—Mas isso passa quando vocês tão quentes… quando você fica excitada, parece outra pessoa. Deixa sair a Diana que tá há tantos anos se reprimindo. —Enquanto falava, Julián beliscava os mamilos da mãe.
Diana sentiu a temperatura do corpo subir rapidamente. Não sabia que o filho dela podia ser tão habilidoso com as mãos… isso não tinha nada a ver com a vez que estavam no chuveiro e ela deixou ele apalpar os peitos dela. Agora não parecia ter curiosidade no Julián, mas uma intenção clara de excitá-la. Uma das mãos do garoto desceu, até encontrar a buceta lisinha da loira. Ela suspirou diante do prazer eletrizante que aqueles dedos brincando com o clitóris dela proporcionaram. Para Diana, foi quase como reviver aqueles momentos com o Tano, que a tocava com a mesma impertinência.
—Bom… hmm… posso fazer isso sozinha —disse Diana—. Eu consigo me tocar até ficar toda molhadinha…
—Mas esse método é mais eficaz…
A loira não podia negar isso, com certeza ser tocada por outra pessoa era muito mais eficaz do que fazer sozinha… além disso, o filho dela estava mostrando habilidade. O que mais preocupava Diana era o jeito que o pau do filho esfregava na buceta dela.
Julián enfiou dois dedos dentro da buceta da mãe dele, e disse:
—Não tá afim de chupar uma pica?
Diana se derreteu com essas palavras, muito parecidas com as que seu velho amante, o Tano, dizia. Já tava fantasiando com a ideia de ficar de joelhos e enfiar uma boa pica até o fundo da garganta.
—Mmm… sim…. —disse ela, entre suspiros—. Quero chupar ela toda…
Ela começou a se esfregar na pica do filho, tava perdendo o controle do próprio corpo, reagindo por puro instinto sexual. Se o filho dela fosse o Tano, naquela hora ele já tinha pegado ela pelos cabelos pra obrigar ela a engolir a pica inteira. Diana até dobrou os joelhos, se preparando pra aquele momento que nunca chegou. Embora Julián tivesse iniciativa e soubesse tocar bem nela, faltava a brutalidade natural do Tano. Mas isso não esfriou Diana, ela ainda tava com o coração batendo forte, porque aquela pica que ela tava esfregando era do próprio filho dela. Se sentiu uma mãe horrível, mas o medo que tinha sentido segundos antes tinha virado tesão. Ela tinha a desculpa perfeita, ninguém poderia chamar ela de degenerada. Ia fazer obrigada pela situação, pelo trabalho… precisavam do dinheiro. E se pra conseguir isso ela tivesse que dar um boquete bem dado na pica do Julián, então ela ia fazer… tinha que fazer.
—Pega a câmera… que vou chupar toda essa pica. Agora você vai ver como sua mãe é boa no boquete.
Julián não perdeu a oportunidade. Sentou-se mais uma vez no sofá e, com a câmera na mão, ofereceu o pau duro pra mãe dele.
Diana se ajoelhou, agarrou a pica com uma mão e engoliu até a metade. Olhou com luxúria pra câmera, e começou a chupar. Agora os movimentos dela eram mais seguros, como se tivesse esquecido completamente que tava fazendo um boquete no próprio filho. Ela tava chupando do mesmo jeito que tinha feito tantas vezes com o Tano. Chupava como uma puta sedenta de pica.
Ela se esforçou pra engolir o máximo que conseguia, levar ele até o fundo da garganta não dava ânsia, porque já tinha aprendido a fazer direito. Com o Tano ela teve muita prática… passou horas de joelhos, às vezes na frente daquele mesmo sofá, chupando o pau do amante. Gozando com a cornagem que tava enfiando no marido… e o maior tesão era saber que o Tano tinha uma buceta mais grossa e mais comprida… uma pica de outro nível. Uma pica igual à do filho dela.
Diana começou a se tocar com a mão esquerda, sem tirar a direita daquele pau. Enquanto a cabeça dela subia e descia, o tesão se misturava dentro dela. Tesão pelas lembranças do amante, e porque estava chupando o pau do Julián. Do seu Julián. Estava gostando tanto que chegou a se perguntar por que não tinha chupado ele antes. Será que teria sido errado? Afinal, agora ela tinha uma relação de extrema confiança com o filho. O que tinha de tão errado em dar um boquete de vez em quando? Uma pequena forma de retribuir o favor.
Ela diminuiu a intensidade do boquete, não porque tivesse medo ou se sentisse culpada, mas porque lembrou que o vídeo precisava durar pelo menos vinte minutos. Não podia provocar a gozada antes do tempo, então começou a brincar suavemente com a ponta da língua na cabeça do pau. Assim dava tempo pro Julián se recuperar de uma chupada tão intensa. Ela olhou de novo pra câmera, enquanto lambia o pau inteiro. Aqueceu ela pensar na quantidade de homens que iam ver aquele vídeo, imaginando que a Diana tava chupando o pau deles.
Depois de alguns segundos, começou a masturbar o filho com a mão direita, enquanto com a esquerda continuava se estimulando o clitóris. A pica não tinha perdido a rigidez, e isso a deixou louca. Ela adorava sentir ela bem dura dentro da boca. Engoliu o máximo que pôde, embora o pau não entrasse inteiro; sempre sobravam uns dois centímetros pra fora, por mais que ela se esforçasse.
Tava com vontade de falar umas putarias, igual fiz quando chupei a pica do Tano. Queria se rebaixar, se sentir uma puta… queria que o amante dela dissesse o quão puta ela era; mas sabia que isso não ia rolar. O filho dela não falaria essas coisas, e como o vídeo era pra um site alemão, achou meio sem graça ficar falando em espanhol. Pelo menos o Julián não tinha comentado nada sobre isso. Ela tinha que se limitar a chupar a pica em silêncio. Talvez fosse melhor assim, porque ela não podia se dar a essas liberdades, por mais tesuda que estivesse… aquele ainda era o filho dela.
Continuou chupando em silêncio, mas mantendo o maior entusiasmo, como se fosse uma atriz pornô que já tava há anos na indústria. Ou como se fosse uma puta, viciada em pica grande. Fazia tempo que não curtia um boquete, sentir uma cabeça entrando fundo na boca dela.
Julián ficou chocado, não conseguia acreditar que a mãe dele era tão boa fazendo boquete… ele tava fazendo um esforço danado pra não gozar, mas cada lambida e cada chupada daquela mulher era uma maravilha. Pra piorar, ela olhava pra câmera como se tivesse dizendo: “Amo ser a rainha do oral”.
O cara se viu encurralado pela pulsação do próprio pau mais de uma vez, especialmente quando Diana dava chupões fortes na cabeça dele. Todo o seu ser masculino implorava pra aliviar a pressão e soltar tudo de uma vez. Mas ainda faltavam alguns minutos pra chegar no tempo estabelecido pelos alemães. No começo, ele não achou que fosse demais, mas agora considerava aquilo uma loucura. Como ele ia aguentar vinte minutos inteiros de um castigo tão intenso? A mãe dele deu uma nova trégua, como se estivesse lendo a mente dele; mas isso não ia resolver. Julián já tava vendo o que vinha: assim que o pau dele encostasse naquela língua...
E aconteceu o que tinha que acontecer.
Diana lambeu a glande e ela começou a jorrar grandes golfadas de porra. Ela sabia que ainda não tinham batido os vinte minutos de vídeo, mas não ligou muito pra isso. Tava feliz. Engoliu o primeiro jato de leite dentro da boca, e enquanto saboreava, deixou o filho descarregar o resto na cara dela, pintando um quadro abstrato, símbolo da beleza feminina banhada pela putaria mais explícita. Poucas coisas expressam o sexo de forma tão direta quanto uma mulher com a cara lambuzada de porra branca e grossa.
Ela, para estender o vídeo, continuou chupando a rola, sem perder uma gota da porra que escorria pelas bochechas dela, ou pela ponte do nariz. Julián soltou mais dois jatos de sêmen, que foram parar dentro da boca da mãe dele. Ela engoliu tudo, sem parar de chupar a rola. Fez isso automaticamente, como tantas vezes tinha feito com o tano. Deu um tesão doentio pensar até onde tinha ido com o filho único. Ele poderia contar, pra qualquer pessoa de extrema confiança, que a mãe dele tinha dado um boquete foda; podia até acrescentar que a putinha se deixou gozar na cara, e ainda tomou parte da porra. Esses pensamentos criaram uma sensação estranha de vertigem no fundo do estômago da Diana. Ela sabia que tinha dado um passo enorme na relação com o Julián, algo que, sem dúvida, mudaria a vida deles pra sempre. Mas pelo menos tinha um bom motivo: eles precisavam daquilo, pra ganhar dinheiro.
Diana esticou o vídeo o máximo que pôde, continuando com as lambidas, mas o pau do filho dela foi perdendo a rigidez. Quando percebeu que a tarefa era inútil, sorriu pra câmera, ainda com porra na cara. Julián deu por encerrada a gravação.
—Ufa, isso foi intenso! — Disse o garoto.
—Quanto tempo a gente gravou?
—Uns dezesseis minutos e pouco.
—Os alemães vão aceitar o vídeo?
—Acho que sim… dura menos do que pediram, mas quando virem, vão ficar loucos. Mandou bem, mãe! Isso foi espetacular.
—E aí, gostou?
—Hmm… sim… acho que sim.
—Vai, me fala a verdade… me faz sentir bem. Eu sou uma boa head master?
—Você é a melhor que já conheci na minha vida.
—Ai, obrigada! Fico feliz que a gente tenha tanta intimidade… e adorei o jeito que você tentou me excitar.
—Achei que ia te incomodar…
Não, de jeito nenhum. Aliás… de agora em diante, você devia fazer isso toda vez que a gente for gravar ou tirar fotos.
—Tá me dando permissão?
—Tô te falando que não precisa de permissão. Faz quando achar que é necessário. Não vai me incomodar, de jeito nenhum. Já somos adultos e entendemos que nosso trampo tem a ver com sexo e com confiança. Então vamos dar mais um passo pra melhorar nossa "relação de trabalho".
—Isso me parece interessante.
—E, aliás… chupar sua pica não foi tão difícil quanto imaginei. É algo que não consigo fazer de cara fria… mas se já estou bem excitada, eu chupo ela.
—Isso vai nos servir bem, para vídeos futuros como este.
—Hum... não estava falando dos vídeos. —Diana começou a limpar o sêmen com um guardanapo de papel—. Vou te propor uma coisa... algo que vai fazer bem pra nós dois. Sei que é loucura, sei que você é meu filho e que é errado. Mas também sabemos que nossa situação é bem peculiar. Eu gosto de chupar pinto, admito... me deixa louca. Você tem uma rola linda. De tanto editar fotos e vídeos pornô, com certeza vai acabar ficando de pau duro mais de uma vez... batendo uma punheta. Pra nossa relação ficar ainda mais cheia de confiança, tô disposta a aceitar algo que, em outro contexto, me pareceria uma loucura total. Quando você estiver de pau duro, eu posso te fazer um boquete. O que você acha?
—Tem certeza, mamãe?
—Não, nada disso. Isso é algo que tô falando agora… e espero não me arrepender depois. Mas se funcionar, vai ser bom pra nós dois. Enquanto a gente continuar sendo parceiros, dá pra se ajudar com isso. Eu fico com tesão chupando pica, você gosta de ter a sua chupada. É um acordo justo. E olha, eu não tenho problema nenhum em engolir uma pica duas ou três vezes por dia. Pelo contrário… adoro! Quero voltar pros meus tempos de head master, quase todo dia. Quero chupar muita pica. Além disso, com os boquetes, vou te treinar pra aguentar mais… você já tem uma boa resistência, quase chegamos aos vinte minutos. Mas ainda dá pra melhorar mais.
—Mas… você me disse que se estiver fria, não ia ter coragem de chupar.
—Sim, e falei sério. É aí que entra a sua parte nessa história toda… se você quer um boquete… primeiro vai ter que me esquentar. Mas também não exagera! Não esquece que sou sua mãe…
—Isso eu nunca vou esquecer.
—Melhor… mas umas roçadinhas não fazem mal nenhum. Certo? Também deixo apalpar a buceta… até pode enfiar os dedos. Pode chupar meus peitos… pode passar a pica no meu rosto… na buceta… enfim, faz o que quiser comigo, contanto que não meta a pica. Tá claro?
—Claríssimo —disse Julián, com um sorrisão.
—Aliás… tá com vontade de chupar minha buceta?
—Isso também posso fazer?
—Claro! Chupadas são totalmente permitidas. Quero ver como você fica excitado com a buceta da mamãe —disse, piscando um olho—. Sei que você gosta. As punhetas que você deve ter batido pensando na minha buceta! Quero que você comece a conhecê-la de pertinho.
Diana se virou e se inclinou pra frente, deixando as pernas bem esticadas e abertas. Ela abriu a bunda com as duas mãos.
—Vai logo —disse a loira—. Começa a chupar, que tô muito tesuda. Teu pau me deixa louca.
Julián não perdeu tempo, ajoelhou-se, com o rosto enfiado entre as nádegas da mãe, e começou a chupar a buceta dela. Ele não era nenhum expert no assunto, mas depois da proposta da Diana, sabia que teria muitas oportunidades para praticar. Adorou o sabor, entre doce e salgado, dos sucos vaginais. Ficava fascinado em pensar que milhares de caras fantasiavam com a buceta daquela MILF, mas ele era o sortudo que podia chupá-la, lamber, saborear. Diana começou a gemer, sem nenhum disfarce, e se masturbou para acompanhar as lambidas do filho. Ainda rodavam na cabeça dela as palavras que tinha dito… aquela proposta ainda parecia uma loucura, mas ela estava disposta a fazer o maior esforço para mantê-la de pé. Se pretendia continuar vivendo como modelo pornô, então precisava fazer sacrifícios.


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2 comentários - A MILF Mais Gostosa[11]Gostosa no banho: sensualidade e dese