Nos conhecemos pelo Tinder, cheio de fotos no WhatsApp, fomos tomar um café e depois fui no carro dele. Mal entrei, ele já passou a mão na minha perna. Perguntei: “Eu também posso tocar?” apontando pra aquele volume que tava aparecendo na calça dele. Ele respondeu: “Claro que pode”. Comecei a acariciar ele, e ficamos assim, ele dirigindo, sorte que não deu nenhum acidente. Chegou a hora de conhecer o “amigo” dele. Abri a braguilha, baixei a cueca, e aquilo pulou pra fora, quase como me cumprimentando. Fiquei acariciando “o amigo” dele e falei: “Que gostoso, docinho!” Ele disse: “Quer provar?” Respondi que sim, então “desci” até o doce dele. Adorei que tava limpinho e tinha um cheiro gostoso. Comecei a “chupar ele”. Ficamos assim, ele dirigindo e acariciando minha bunda, e eu… provando aquele doce delicioso. Até que ele falou: “Vamos achar um lugar melhor, senão a gente bate”. Então ele foi procurando uma rua escura, enquanto eu lá embaixo dando prazer pra ele. Até que achou um lugar pra ficar mais à vontade, digamos assim, porque podia passar polícia ou alguém por ali. Fiquei assim até que ele pegou meu rosto, levantou e me beijou. Um beijo que me acendeu. Aí subi em cima dele, sentia o doce dele roçando na minha “bunda”. Era hora de comer aquele doce, sentir ele dentro de mim. Então peguei o tronco dele e coloquei no meu “buraquinho”. Comecei a sentar nele, devagarzinho. Minhas “nalguinhas” resistiam pra serem penetradas, mas meu desejo era que aquele doce entrasse. Até que minhas “nalguinhas” cederam e deixaram meu “amigo” entrar. Comecei pra cima e pra baixo, meus peitinhos pequenos balançavam, quicando. Até que meu amigo começou a beijar eles, isso me acendeu mais ainda e comecei a me mexer mais rápido. Peguei a cabeça dele e apertei contra meus peitos pra ele beijar mais e mais… Ficamos assim até que senti que ele tava prestes a explodir. Parei de me mexer pra deixar ele se mover, e os movimentos dele foram ficando mais e mais rápidos, até que… Senti que ia “gozar” e quis tirar, mas eu falei “não… goza dentro de mim” isso excitou ele ainda mais, até que ele se contorceu deliciosamente e soltou um lindo “aaaahhh…”. Senti o “leite quente de macho” dele me invadindo, e sentia o creme dele se mexendo dentro de mim como se quisesse jorrar mais gozo do que já tinha cuspido. Ficamos assim por um tempo, eu abraçando ele, até que senti aquele líquido escorrendo de mim. Beijei ele, e quis me soltar, mas ele disse que no porta-luvas do carro tinha um rolo de papel higiênico pra gente se limpar. Me limpei e saí de cima dele. Depois pedi pra ele me levar até minha casa, e foi o que ele fez. No caminho, conversamos sobre nossos nomes, o que a gente fazia, se podíamos nos ver de novo, trocamos telefones e mais… Quando cheguei em casa, minha mãe e minha irmã estavam sentadas na varanda. Ele estacionou na frente delas e, antes de sair, dei um beijo longo nele e desci do carro… “A gente se vê… até amanhã, amor” falei, e ele respondeu “até amanhã”… Cheguei onde minha mãe e irmã estavam, e minha irmã perguntou: “Onde você tava, Axel?” “Com meu avô” respondi, dando risada.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Escreve em Nuvem Cinzenta Nocaigue
1 comentários - Minha experiência com um coroa de 65 anos