Fala aí, galera do poringa.net!
Quero dar boas-vindas a todos os meus novos amigos e seguidores.
Hoje termina esse concurso quente e safado entre amigas.
Que virou o mais quente e mais lido da página.
Esse é o último e espero que vocês curtam tanto quanto os anteriores.
Valeu pelos comentários, mensagens e pontos.
Mil obrigados a todos.
Se esse é o primeiro que você lê, não perca os 16 anteriores.
Vota, se diverte e joga com a gente. Não esquece que você é o juiz desse concurso entre amigas.
Não esquece de deixar teu comentário falando qual você curtiu e por que ela deveria ganhar.
Mas sem mais enrolação, vamos começar.
Oi, meu nome é Yesica, tenho 40 anos muito bem vividos.
Sou casada e mãe.
Conheci o Maury-só-eu quando era cliente da oficina dele, e ele me apresentou pras minhas putas-amigas.
Que a maioria são minhas clientas do meu salão de beleza.
Fui a última a entrar, espero ser a melhor pra vocês.
Espero que gostem da minha história e me ajudem a ganhar por... fa...
Prometo que se eu ganhar, publico um book de fotos quentes.
Aqui vai uma foto pra vocês me conhecerem um pouco mais.
Assim começa minha história.
Sou a filha mais nova de Ester e Juan e irmã do Gonzalo.
Com minha família, a gente morava no campo, a uma hora de La Plata.
Meu pai trabalhava na cidade.
Meus pais eram carinhosos e adoravam os encontros em família. Com parentes que vinham nos visitar.
E ficavam passando o fim de semana com a gente.
Os que mais vinham eram meu tio Carlos e a mulher dele, Cláudia, e minha prima Susana.
Carlos tinha 42 anos, irmão da minha mãe e dois anos mais velho que ela.
Inseparáveis desde a infância.
Se dava muito bem com meu pai, da mesma idade.
Mamãe e Cláudia tinham a mesma idade e eram como irmãs.
Tanto que as duas engravidaram juntas.
Mamãe do Gonzalo e a tia da Susana.
Nossas famílias eram inseparáveis e a gente compartilhava muitos momentos gostosos.
Não era estranho pra gente estar sempre juntos.
Nem ver como eles se amavam.
Desde muito pequenos, a gente via nossos pais se amarem pra caralho.
Quando chegava em casa, era normal ver o tio cumprimentar mamãe com um beijo na boca, igual fazia com papai.
Não era estranho pra gente, já que eles sempre faziam isso.
Minha tia também cumprimentava ela do mesmo jeito.
Até o papai recebia a tia Cláudia com um beijo na boca.
E também a minha prima Susana.
Como a gente era criança, sempre via eles se cumprimentarem assim.
Pra gente, era algo normal.
Minha prima e meu irmão também se cumprimentavam desse jeito.
Eram beijos que só rolavam entre família, me explicaram.
Até minha mãe ou minha tia cumprimentavam todo mundo assim.
Ninguém ficava sem ganhar um beijinho gostoso na boca.
Nós éramos muito unidos, sem imaginar nada de errado neles.
Pelo contrário.
A gente curtia o nosso carinho em família.
Até que muitas vezes o carinho era expressado com umas caricias bem quentes.
Algo que chamava minha atenção.
Papai adorava passar a mão na bunda da tia.
mas até o tio também curtia passar a mão na bunda da tia, e eu vi várias vezes.
Fazendo o mesmo, passando a mão na bunda da minha mãe também.
Tanto a mamãe quanto à tia gostavam dessas carícias.
Mas quando eu estava por perto, seja o papai ou o tio, paravam de fazer quando me viam.
Até meu irmão fazia essas carícias na minha prima.
que também paravam quando eu chegava.
coisa que não faziam quando os tios ou meus pais estavam.
isso me chamou a atenção e perguntei pra minha prima.
mas ela só respondeu: "você vai entender quando for um pouco mais velho."
"não se preocupa, somos uma família que se ama muito."
"assim como eu amo você."
ela me deu um beijo e me deixou com mais dúvidas do que antes.
Por um tempo, eles tentaram não mostrar afeto na minha frente, e isso me chamou muito a atenção.
Fez minha curiosidade chegar ao máximo.
Uma tarde, enquanto estávamos na piscina, entrei e vi meu pai chupando os peitos da minha prima.
Eles se beijaram sem perceber que eu estava vendo.
Foram para o quarto e trancaram a porta.
Enquanto isso, sem poder ver o que faziam no quarto, fui na cozinha pegar um suco.
Pude ver do outro lado da sala minha mãe e meu tio.
Se beijando, com meu tio segurando os peitos da minha mãe.
Eu via eles da cozinha,
e sem notar minha presença, foram pro quarto que meus tios usavam e também trancaram a porta.
Minha curiosidade tava me matando, mas não dava pra ver nada pelas fechaduras.
Enquanto isso, com meu suco na mão, voltei pra piscina.
Onde minha tia e meu irmão poderiam me contar o que tava rolando.
Mas meu irmão tava ajudando a tia a nadar. Na piscina.
Eles brincavam e se divertiam lá no fundão, onde eu não conseguia chegar pra ficar com eles.
Os dois juntinhos me olhavam e falavam pra eu ficar onde tava.
Depois de um tempo,
meu irmão veio me encontrar.
Eu recebi um beijo do meu irmão enquanto a tia nadava como se nada fosse.
Aos poucos, fui percebendo que algo estranho tava rolando e que eu teria que descobrir por conta própria.
Todo mundo escondia alguma coisa, e eu não conseguia decifrar o que era.
Naquela noite, jantamos como sempre, e enquanto os adultos batiam papo,
dava pra notar que eles tavam diferentes. Como explicar?
Às vezes, as vozes deles se cortavam, ou riam do nada.
Tavam agindo muito estranho.
Quando me inclinei um pouco pela lateral da mesa,
consegui ver minha prima bem entretida com o pai dela, escondida pela toalha.
Ela tava acariciando a pica dele com as mãos.
Isso eu nunca tinha visto antes.
Será que é normal?, me perguntei.
O tio não parecia incomodado com aquilo.
De novo minha curiosidade me fez observar o que os outros estavam fazendo enquanto conversavam tranquilamente.
Na minha frente, minha tia estava sentada ao lado do meu pai.
Meu pai estava meio acalorado, mas como se nada estivesse acontecendo, conversava com minha mãe.
Olhando por baixo da toalha, vi que a tia estava fazendo algo parecido com meu pai.
Mamãe estava ofegante e toda excitada, igual ao papai.
Enquanto falava,
olhei pra frente, onde mamãe e meu irmão estavam sentados.
E pude ver que mamãe segurava o pau do meu irmão na mão, igual a tia e minha prima faziam.
E meu irmão acariciava a buceta da mamãe.
Não sabia o que fazer nem o que dizer, nunca tinha visto algo assim.
Meu irmão se despediu de todo mundo e foi pro quarto dele.
Minha prima foi atrás.
Chegou minha vez e a mamãe me levou pra dormir também.
Minha cabeça não parava de pensar no que tava rolando.
Em tudo que eu tinha visto e na curiosidade de saber o que todo mundo fazia quando eu não tava olhando.
Seria amor de família ou outra coisa?
Porque pra mim tava mais pra sexo do que amor familiar, pelo que eu sabia da escola.
Partes que ninguém devia tocar em casa eram tocadas e não tava errado.
Sem parar de pensar em tudo que eu vi. Precisava de respostas.
Levantei da minha cama e, decidida a ver quem eu encontrasse acordado pra perguntar o que tava rolando, cheguei no escuro do corredor. Meu irmão e minha prima estavam trancados no quarto escuro e não responderam quando chamei.
Cheguei na sala, onde ainda tinha luz.
Consegui ouvir vozes.
Papai e o tio falavam baixinho.
Escondida no escuro do corredor, vi mamãe e a tia se beijando e se tocando.
Na frente do meu pai e do tio, que olhavam e se divertiam.
Escondida na escuridão, fiquei só olhando.
Entre beijos e carícias, as duas trocavam palavras e riam.
Pela distância, eu não ouvia nada, mas via tudo.
Minha tia tirava a roupa da minha mãe.
Depois, a tia deu um beijo no tio e, com a mão, puxou a pica dele pra fora.
Minha mãe fez o mesmo com meu pai.
Minha mãe ficou pelada entre o tio e o pai.
Eu sabia que algo ia rolar, mas não saía do meu espanto.
Minha mãe se inclinou e levou a boca até a pica do meu pai.
O pau do meu pai entrava e saía da boca da minha mãe.
Enquanto o tio e a tia acariciavam ela.
E eu não conseguia acreditar no que via. Não entendia como minha mãe fazia aquilo na frente do irmão dela e da cunhada, como se eles nem estivessem ali.
Minha mãe me surpreendeu de novo. Ela se virou e levou a boca até a pica do tio.
Ela fez o mesmo que com meu pai, mas dessa vez com o irmão dela.
Enquanto minha mãe chupava ele, ele beijava e tirava a roupa da tia.
A tia observava enquanto se dedicava a despir os homens.
Os quatro ficaram pelados.
Quando ela terminou seu trabalho,
se abaixou e levou a boca até a buceta da mamãe.
Mamãe chupava os dois paus que estavam à disposição, primeiro um e depois o outro.
Enquanto isso, a tia chupava ela.
Depois trocaram de posição, com a tia ficando no lugar da mamãe.
A tia cuidou dos dois paus e a mamãe da buceta dela.
Eu não acreditava no que via, estava vendo sexo ao vivo e ouvindo uma sinfonia de gemidos e murmúrios de prazer.
Depois foi a vez dos homens chuparem as bocetas.
Os dois sentados no sofá com os paus apontando pro teto.
E elas em pé no sofá, na frente do papai estava a tia, e a mamãe fez o mesmo na frente do irmão dela.
Quando as duas ficaram satisfeitas, se olharam e juntas foram descendo, até ficarem sentadas naqueles paus duros que, aos poucos, iam sumindo dentro delas.
As duas pulavam em cima deles enquanto gemiam e se olhavam, com cara de satisfação e gozo.
Até se beijavam, delirando de prazer.
De repente, as duas gritaram muito.
Até ficarem imóveis em cima deles, muito ofegantes e recebendo beijos bem quentes.
Resolveram ir pro quarto.
Pegaram a roupa do chão, e eu ouvi elas dizerem: "vamos terminar no quarto".
Eu sabia que tinha que sair dali.
Com medo de ser descoberto, saí correndo e entrei no primeiro quarto com a porta aberta que encontrei.
Era o dos meus pais.
Me escondi atrás de um sofá. O nervosismo tava me matando.
Rezava pra que eles seguissem em frente e fossem pro quarto do fundo, onde meus tios dormem.
Mas a mãe acendeu os abajures e os quatro se deitaram na cama.
Me fiz de menorzinha que pude e fiquei imóvel.
Esperando o momento certo pra sair dali.
Mamãe montou no tio e a tia no meu pai.
As duas olhando pra onde eu estava.
Não conseguia sair do meu esconderijo precário.
Mamãe gemia junto com a tia.
As duas falavam umas coisas estranhas.
Me come gostoso, amor...
Ai... isso... amor bem forte... que pica boa...
Tô toda putinha...
enquanto eles davam uma sequência de facadas nas bucetas delas.
mas bem quando a mamãe ficou de quatro, meu esconderijo não foi eficaz.
ela me olhou com cara de susto.
mamãe: yes........ ele tá nos olhando...
parem.....
filha, o que cê tá fazendo aqui, love?
vai pro teu quarto agora....
todos pararam na hora.
tentando cobrir os corpos nus.
eu fiquei paralisada enquanto os quatro me encaravam.
mamãe chegou perto, me pegou pelo braço e me levou pro meu quarto.
mamãe: ah... neném, o que cê tava fazendo no nosso quarto?
meu deus, o que você viu?
não acredito no que aconteceu.
tô muito puta da cara com você.
Yesi: desculpa, mãe, eu fui pegar um copo d'água.
quando vi vocês na sala e pra não levar bronca, me enfiei no quarto.
vi tudo, mas não entendi o que vocês estavam fazendo.
pensei que só dava pra transar com o parceiro.
mas vejo que não é assim.
mamãe: não importa o que você viu.
só precisa prometer que nunca vai contar isso pra ninguém.
tem que me prometer que jamais vai falar sobre isso com ninguém.
Yesi: prometo, mãe. mas quero saber por que vocês fazem isso.
por que todo mundo se toca e faz essas coisas?
não é errado?
papai, a tia, você, o tio.
a prima e meu irmão, todo mundo com todo mundo, não entendo.
Mamãe: bom, amanhã os tios vão embora.
por favor, não fala nada. amanhã você conversa com o papai.
ele vai explicar tudo, mas não fala nada o dia inteiro, tá?
eu não sei como explicar.
só não fala nada.
ela se deitou comigo.
com uns beijos e carícias me fez dormir.
no outro dia meus tios tentaram me explicar e me trataram com carinho.
sempre repetiam pra eu não contar nada pra ninguém, que era segredo de família.
até meu irmão e minha prima falaram a mesma coisa.
eu era pequena e tentavam me proteger.
os tios e a prima foram embora de tarde.
mamãe foi fazer compras com meu irmão.
enquanto eu fiquei sozinha com papai.
papai: muito bem, minha menina curiosa.
vem, vamos conversar. sei que você tem muitas perguntas e eu vou responder tudo que me perguntar.
vamos, não seja tímida.
Yesi: ok... sei que sou pequena, papai.
mas sei muito bem o que eles faziam.
não quero mais mentiras nem que escondam o que rola.
faz tempo que vejo coisas estranhas.
entre os quatro vocês transam e imagino, pelo que vi, que Gonzalo e Susana também.
vi eles se beijando e se pegando o tempo todo.
e quando eu tô perto, não fazem.
se escondem é porque é errado.
é assim, não é?
papai: você é pequena pra essa conversa, mas se não sabe o que rola, pode achar que é errado.
mas não é assim.
a gente expressa nosso amor com beijos e carícias, e isso faz com que às vezes a gente queira um pouco mais.
a ponto de compartilhar um momento íntimo gostoso, e é assim que fazemos.
é importante que você não conte nada disso pra ninguém.
Yesi: não sou pequena, papai. e quero que me tratem como os outros.
será que vocês não me amam?
papai: claro que te amamos, minha pequena.
bom, vou te mostrar com meus beijos como te amo.
Yesi: os beijos que você me dá? ou os que dá na prima?
porque não é a mesma coisa, ou é?
papai: já entendi o que você quer.
não precisa ficar com ciúmes, eu te amo mais que sua prima e vou te mostrar.
você topa? só peço que me diga o que sente.
eu respondi que sim.
nos beijamos e ele me beijou de língua, com muita paixão, igual vi ele beijar minha prima.
sem saber por que, eu podia sentir.
Foi um beijo muito bruto da minha parte. Mas muito gostoso da parte dela.
De beijos curtos, foram ficando cada vez mais longos.
Logo ele brincava com a língua dela. E as mãos dele acariciando meu corpo.
Pai: — Agora me diz, é gostoso, né?
Yesi: — Sim, mas você nunca me beijou assim.
Pai: — Porque você é pequena e não deveria, não por ser minha filha, mas pela sua idade.
Mas depois do que você viu e com o jeito inteligente que você tem, acho que você está pronta.
Agora você vai entender.
Mas você tem que me dizer direitinho o que sente e, se algo não te agradar, você me fala.
Yesi: — Sim… papai… mas eu não sou pequena.
Estou pronta pra você me explicar o que fazem pelas minhas costas.
Mais beijos e carícias faziam meu corpo reagir.
Eu me sentia ardendo como nunca me senti.
Pai: — Ok. Vamos pro meu quarto e eu vou te mostrar.
Vamos continuar com os beijos e você vai me contar o que sente.
Não tenha medo.
Já no quarto. Ele arrumou os travesseiros e ficou deitado quase sentado, e me deu a mão pra eu subir em cima dele.
Começamos com beijos e carícias.
Como fizemos antes, e eu atenta ao que papai me explicou.
Comecei a sentir como papai me explicou.
Os beijos e carícias dele no meu corpo.
Meu corpo e minha pele começaram a sentir como arrepios ou algo parecido que nunca senti antes.
Entre outras coisas.
papa: agora que você tá com mais vontade de beijos?
você tá confortável com isso?
você gosta ou não?
Yesi: sinto uma eletricidade estranha no meu corpo.
os pelinhos da minha nuca se arrepiam de um jeito gostoso.
sinto um calor no corpo que nunca senti antes, papai...
tô confortável e tô gostando.
e se você não ficar bravo, vou te contar que consigo sentir seu pau duro por baixo da minha roupa...
papa: seu corpo reage igual ao meu, entendeu?
meu pau fica duro ao sentir seu calor, é fruto do nosso amor.
agora me diz se quer parar ou continuar.
Yesi: tá muito duro, papai, não dói? entendi, quero continuar.
ele me segurou pelos quadris e começou a me mexer pra frente e pra trás em cima dele.
minhas sensações foram ao máximo.
Yesi: Não sei, algo estranho, papai...
Não sei como dizer... ou explicar.
Mas adoro como isso se sente.
Papai levantou minha blusa, meus peitinhos pequenos ficaram de fora.
Papai: É disso que tô falando, olha os biquinhos durinhos.
Teu corpo reage muito bem.
Você tem uns peitinhos pequenos e lindos.
O que você sente quando eu toco neles?
Yesi: ah... papai... sinto cócegas e mais eletricidade.
Não sei, é algo muito estranho, muitas coisas diferentes.
Muitas sensações no corpo todo. ah... mmm...
Tô gostando muito...
Papai: agora você quer que eu pare ou quer mais?
Yesi: é uma sensação estranha, mas quero mais.
Sim... papai... mais...
É como se faltasse alguma coisa que eu não sei.
Minha cabeça tá estranha.
Sozinha joguei o corpo pra trás, foi como um pequeno reflexo involuntário.
papa: então isso vai te agradar mais.
só fecha os olhos e você vai sentir algo melhor.
a língua dele, molhada e quente, passava pelos meus mamilos.
meu coração batia forte e a sensação de cócegas virou um arrepio que correu da minha nuca até as costas.
isso me fez começar a gemer bem baixinho, sem querer.
ele chupava meus mamilos durinhos e me mordia, me deixando com um tesão danado.
eu tava ficando louca.
ele ia dos meus peitos pra minha boca, passando a língua pelo meu pescoço.
papa: o que você tá sentindo agora?
quer que eu pare agora?
Yesi: não quero que pare... ah ha ah...
ai... que sensações gostosas eu tô tendo...
tô com a buceta molhada, papi...
não sei por que, mas sinto ela encharcada e quente
tá muito quente e pulsando...
papa: você não consegue parar, né? viu como é a sensação?
agora você sente o que a gente sente. mas seria injusto parar agora, né?
seu corpo precisa extravasar esse tesão.
deixa eu ver como ela tá.
filhinha... vou te ajudar com isso.
mas nada mais, você ainda é pequena.
vou te livrar desse tesão.
Yesi: ui... sim, papi...
com muito amor, ele me deitou e começou a passar a língua pelos meus peitos e minha barriguinha.
me deu uns beijos na minha buceta. eu senti por cima da minha calcinha.
as sensações dispararam ainda mais.
Papai: tá bem molhadinha, gata. E tem uma temperatura linda.
E teu sabor é uma delícia.
Minha calcinha tava encharcada com meus fluidos e a saliva do papai.
Que me fazia tremer toda.
Tá, vou provar um pouquinho, mas paramos por aqui, tá? ele falou.
Tirou minha calcinha e passou a língua como quem lambe um sorvete.
Mas acho que eu derretia mais rápido.
Uma sensação inexplicável percorreu meu corpo inteiro.
A língua dele passava pelos meus lábios da buceta e ele enfiava a língua no meu xoxota.
Senti como se o ar faltasse e meus olhos reviraram.
Meu coração batia igual um tambor.
Minha buceta formigava, como se eu fosse mijar.
Isso fez meu corpo todo tremer.
Foi meu primeiro orgasmo.
Meu docinho de pai pegou todos os meus sucos e esperou meu corpo voltar ao normal.
Ele me olhou, sorriu e colocou minha calcinha de volta.
Pai: Bom, por hoje chega, foi muito gostoso...
Já entendeu como é não conseguir parar?
Todos os sentidos disparam e é impossível parar até explodir que nem você fez.
Agora entendeu?
Yesi: Sim, pai, agora entendo mais.
É uma sensação muito gostosa.
Meu corpo todo se mexeu.
Pai: Isso é um orgasmo, e até você ter um, não para.
Por isso fazemos o que fazemos.
Só compartilhamos o amor de outro jeito.
Yesi: Sim, agora entendo, pai. Obrigada por me explicar.
Ele me deu uns beijos e disse: vai se trocar.
Logo sua mãe e seu irmão vão chegar.
Me troquei como meu pai mandou
e fui até a sala onde ele estava.
Minha cabeça explodia com o que vivi.
E por incrível que pareça, eu queria mais.
Yesi: Já me troquei, pai.
Você vai contar pra mãe o que a gente fez?
Ou não posso falar nada?
Pai: Sua mãe já sabe ou imagina, ela pediu pra eu te explicar porque ela não conseguia.
Então não tem problema.
Só não conta pra mais ninguém.
É coisa de família.
Por que, o que foi?
Yesi: Nada, só que eu gostei muito e não sei.
Sei que é estranho, mas seus beijos e carinhos me fizeram muito bem.
E como você disse, não quero parar.
Pai: Sim, eu sei, filha. Viu por que é errado julgar sua família?
Ele acariciou meu rosto e, por instinto, fiquei na ponta dos pés pra ele me beijar.
E ele fez isso.
Acabei sentada na mesa com meus braços enlaçando o pescoço dele.
E minha buceta procurando o volume enorme do pai.
Até que me animei e acariciei o pau do papai. que tava bem dura.
papa: uia... filha, como você aprende rápido....
mas você ainda não tá pronta pra isso.
Yesi: por que eu não posso?
você não sente nada?
papa: claro que sinto, não vê como meu corpo reage com você?
meu pau também quer mais.
sua mãe e seu irmão ainda não chegaram.
mas eu queria te pedir um favor.
Yesi: sim, papai, o que eu tenho que fazer?
tirando o pau duro da calça.
ele disse, bom, você já sabe o que fazer com ele. já viu a mamãe e a tia chupando ele, né?
agora é sua vez.
lembrando como elas faziam e ouvindo as instruções do papai, fui chupando a rola dele até ficar cada vez melhor.
Usando minhas mãos e minha boca, eu dava prazer pro papai.
Imitando a mamãe, que fazia a rola do papai desaparecer com a minha boca.
Papai: Uia... sim... mmm... filhinha, que lindo você chupa.
Sua boca é uma delícia, continua assim.... mmm.... que gostoso.
Você chupa muito bem, filhinha.... mmm...
Mm sim, assim, continua mmm...
Uf... vou gozar, não para de chupar, filha......
Consegui sentir minha boca sendo inundada com algo grosso e quente.
Mas não parei de chupar.
Porra quente dele escorreu pela minha boca.
Enquanto eu ouvia ele gemer.
Fui engolindo aquele gosto estranho descendo pela minha garganta, enchendo minha barriguinha.
Já satisfeito, me deu um beijo na testa.
"Valeu, filha", ele disse, "mas melhor a gente parar por hoje."
Fui pro banheiro, me limpei e escovei os dentes.
Quando cheguei na cozinha, o papai tava recebendo a mamãe.
Mamãe e papai conversavam na cozinha, e eu fui pra sala com meu irmão.
Ele parecia cansado e todo suado.
Com um cheiro bem característico.
Tava com cheiro de sêmen, igual ao que o papai deixou em mim.
Mamãe terminou de cozinhar e eu arrumei a mesa.
Mamãe me elogiou por ter entendido o amor de família.
Enquanto comíamos, papai fez um brinde pelo meu aprendizado.
Meu primeiro orgasmo e minha primeira chupada de pau.
Meu irmão quase se engasgou com a comida quando ouviu.
Gonzalo: "Como assim, já transaram?"
"O que eu perdi?"
"Isso aí, irmãzinha... que bom, parabéns..."
Papai explicou o que rolou e disse pra não ser vulgar na mesa.
Mas que eu ainda não tava pronta, ele falou.
Papai: "Já que a gente teve um dia de pai e filha e vocês um dia de mãe e filho,
a gente podia terminar o dia assim.
O que você acha, querida?"
Mamãe: "É uma boa ideia, amor.
O que vocês acham?"
Gonzalo: "Como seria isso, pai?"
Papai: "Você dorme com a mamãe na cama grande, e eu vou pro outro quarto com sua irmã.
Se não quiser, dorme sozinho no seu quarto."
Gonzalo: "Pra mim tá de boa dormir com a mamãe. E você, Yesi, vai dormir com o papai?"
Yesi: "Sim... eu e o papai nos divertimos muito hoje.
Seria legal dormir com ele."
Nós quatro concordamos e, depois do jantar, cada um foi pros quartos com camas grandes.
Mamãe e Gonzalo foram pro quarto dos meus pais.
E eu fui com o papai pro quarto que os tios usavam.
Yesi: "Papai, não trouxe meu pijama.
Vou buscar?"
Papai: "Não, filha, hoje você não vai precisar.
Vamos dormir juntos, vai ficar sem graça?
Viu como sua mãe tava feliz?"
Yesi: "Sim, conversei com a mamãe também, e ela tava feliz por eu ter entendido. Tudo.
Eu contei pra ele que quero ser como elas.
Ele me beijou e foi tirando minha roupa aos poucos.
Fiquei só de calcinha recebendo os beijos dele.
ao ficar nua diante dos olhos dele.
me deitou na cama e sem dizer nada só me observou.
e percorreu meu corpo com as mãos.
deixou cair a calça no chão junto com a cueca.
pai: você é uma mulherzinha perfeita.
sua pele macia e eu gosto.
Sem roupa, você fica linda, ele me dizia enquanto beijava meus pezinhos durinhos.
Meu corpo retribuiu o gesto com muita umidade.
E sem resistência.
Com beijos, ele ia de um mamilo ao outro, provocando meu tesão.
E com a mão, ele acariciava minha buceta.
Minha buceta recebia os carinhos do papai, enquanto os dedos dele brincavam com meus sucos.
Papai: Sei que você tá tão tesuda quanto hoje.
E conversando com a mamãe, ela pediu pra eu te preparar.
Só quero que você esteja de acordo com isso.
Yesi: Tô pronta, papai... uf....
Tô muito excitada....
Papai: Quando quiser parar, é só falar.
Isso pode doer um pouco.
É só me dizer pra parar.
Logo o prazer se transformou numa dor aguda, mas gostosa.
Papai enfiou um dedo lá dentro, e depois um pouco mais de dor ao colocar outro.
O que me fez gritar.
papa: minha linda princesinha, isso dói um pouco, né?
você é muito apertadinha....
mas preciso preparar, tá bem? ou quer parar?
Yesi: ai.... não... tá bem, papai....
não se preocupa.
dói um pouquinho... mas tô uf....muito bem...
quando a dor passou, chegou um prazer muito mais gostoso.
ele se deitou sobre mim.
e bem devagar aproximou o pau dele da minha buceta molhada e sangrando.
é melhor você respirar fundo e me falar se aguenta ou não.
não quero te machucar.
eu não falei nada, só esperei pra ver qual era a sensação.
já tava adorando os dedos dele e queria continuar curtindo muito mais.
Papi encaixou o pau dele na entrada da minha buceta que tava molhada e sangrando.
Com a experiência da dor que os dedos dele me causaram,
eu relaxei e esperei o que viesse.
Consegui sentir a cabeça da pica dele procurando um jeito de entrar.
Logo senti ela entrando, a dor tomou conta da minha buceta,
fazendo eu gemer de dor.
Papi parou e me perguntou se eu tava bem? E se queria que ele continuasse.
Aos poucos minha buceta doía, mas não quis que ele se preocupasse mais.
Sabia que depois da dor vinha o prazer.
Conseguia sentir minha buceta se abrindo com o avanço devagar da pica do papi.
Sentia cada centímetro entrando, acompanhado de um pouco de dor.
Com um pouco de esforço, ele meteu tão fundo que pensei que nunca mais ia fechar as pernas.
Pra não pensar na dor, eu beijava ele entre gemidos e abracei com toda força.
Meu papi, nessa situação, ainda se preocupava, perguntando se doía e se eu tava bem.
E eu sempre respondia que tava bem e que não doía.
Que ele não se preocupasse.
Quanto mais ele me comia, o prazer apagava a dor.
E daí em diante, foi só gozo.
Yesi: Ai... buceta... ah ha... ah...
Tô com aquela sensação de novo... ai... sim... ui...
Vou ter outro orgasmo...
Papi: Sim, minha princesinha...
Goza no pau do papi...
Isso... assim... Sweetie... mmm...
Que buceta gostosa você tem... mmm...
Eu tive um orgasmo e logo depois outro.
Minha buceta não parava de dar prazer pro meu amado papi.
Como ele não queria gozar rápido, pediu pra eu montar em cima dele.
Ele queria que essa foda fosse inesquecível.
Com a ajuda dele, me fez cavalgá-lo até ficar exata.
Minha buceta aberta e ensopada molhava as bolas do papai.
Minha boca não parava de soltar gemidos de prazer.
Que deixava o papai louco.
Já meu corpo não aguentava tanto prazer.
Papai me colocou de quatro e disse: "Calma, Sweetie, já estou terminando."
Nessa posição eu adoro, e posso ver aquela bunda linda.
Ele se colocou atrás de mim e meia hora depois, enquanto eu já não aguentava mais.
Papai encheu minha buceta de porra.
Ouvir ele gozar foi mágico.
Ele berrava como um touro enquanto minha buceta era inundada de sêmen e eu aguentava suas investidas.
Meu papai não parava de me foder, mesmo com o pau já mole.
Parecia que nunca ia acabar.
Quando a energia dele acabou, a gente se deitou na cama.
enquanto minha buceta cuspia o cum abundante dele.
papa: foi lindo, bebezinha.
sua buceta apertada me encantou.
sou seu primeiro homem, ninguém melhor que eu pra te fazer mulher.
Yesi: sim, buceta, adorei me tornar mulher com você.
te amo muito, papi...
quero dormir sempre com você.
papa: não sempre, não, só de vez em quando.
minha parceira é sua mãe e temos que respeitar ela, entendeu?
por mais que você seja mulher, sempre vai ser minha neném.
assim nós dois nos mimamos e caímos no sono.
pra acordar de novo com a pica do papa dentro de mim.
foi o melhor despertar, cheia de amor pelo meu amado papi.
depois levantamos, trocamos de roupa e tomamos café.
papa foi trabalhar e meu irmão foi pra escola.
eu pedi pra mamãe ficar em casa.
tava cansada e doía minha buceta e minhas pernas.
parece que nós quatro nos divertimos muito.
com mamãe conversei sobre como foi gostoso com meu papa.
e ela ficou feliz por mim.
foi um dia lindo. os três preocupados comigo.
felizes pela minha grande conquista.
a noite chegou e cada um foi pro seu quarto.
queria que papa viesse dormir comigo, mas não falei nada.
já na cama, vendo que papa não vinha,
acabei dormindo, mas quando senti uma mão acariciando minha bunda, fiquei feliz.
Pensei que era meu pai.
Mas quando me virei, era meu irmãozinho.
Gonzalo: Sei que você esperava o papai.
Mas pedi permissão pra dormir com você.
Ele disse que, se você quisesse, eu podia ficar.
Além disso, quero te parabenizar pela estreia.
O que você acha? Posso ficar com você esta noite?
Yesi: É, pensei que era ele quem ia me tocar.
Tem certeza que o papai deixou?
Gonzalo: Se quiser, vamos perguntar pra ele.
Mas se não quiser, tudo bem.
Provavelmente estão acordados ou transando.
Vamos?
Depois de pensar um pouco,
disse que ele podia ficar.
Afinal, papai falou que não era errado demonstrar amor. Pensei.
Meu irmãozinho e eu começamos a conversar sobre minha estreia.
Ele queria que eu contasse tudo com detalhes.
Meu irmão tava muito excitado com o que eu contava, e eu também.
Nos beijamos, entre beijos e carícias.
Entregue-se a ele.
Meu irmão me beijava com muito tesão e os dedos dele eram tão habilidosos quanto os do papai.
Minha buceta ficou molhada bem rápido.
Meus gemidos acompanhavam o ritmo dos dedos talentosos do meu irmão.
Com muita habilidade e sem pressa, ela chupou tudo.
Meus peitos e minha buceta também.
Já com experiência, peguei a pica do meu irmão e coloquei debaixo de mim.
A pica dele era menor e mais fina que a do papai, mas ao sentir ela entrando, senti um puta prazer.
Meu irmão se mexia muito bem e eu me adaptava ao ritmo dele.
enquanto eu estava sentada em cima dele, me senti bem penetrada.
quanto mais eu me mexia, mais prazer me dava meu doce irmão.
tive vários orgasmos.
ele me aproveitou como eu, cada uma das minhas quentes gozadas.
depois ele subiu em cima de mim e me comeu bem gostoso.
os dois suados, ofegando de prazer, curtimos esse amor entre irmãos.
Gonzalo: ai irmãzinha.... mmm....
que gostoso é foder com você....
papai te ensinou muito bem...
Yesi: ah...ha...ah mmm...
sim, papai me ensinou bem mmm...
mas eu amo aprender. mmm...
ha...ha...ah.....
quer me comer de quatro?
adoro essa posição....
Gonzalo: que bom, porque eu também.
Entre gemidos de prazer, meu irmão me comeu bem forte.
Adorava me sentir tão puta, aguentando a energia das bombadas de pau que ele me dava.
Com mais uns orgasmos, minha buceta não aguentava mais e implorei pra ele gozar.
Yesi: Uf... Deus... Gon...
Não aguento mais...
Por favor, goza em mim... enche minha buceta de porra... uf... mmm...
Gonzalo: Não, irmãzinha... não posso... mmm...
Mesmo morrendo de vontade mmm...
Sua buceta é uma delícia...
Papai não deixou...
A única coisa que ele pediu foi que não te comesse o cu, nem gozasse dentro.
Até você estar pronta... mmm...
São os códigos dos grandes e tem que respeitar.
Yesi: Não importa... ha... ah... ha... mas goza em mim, eu não conto nada...
Ah ha... ah... ha ha... ha.
Ele tirou o pau e enfiou na minha boca.
Chupa, ele ordenou, e tira toda a porra igual uma putinha do papai.
Fiz isso, chupando e masturbando o pau do meu irmão.
Enquanto eu esperava ele explodir na minha boca.
Ele me chamava de puta, puta...
E muitas outras coisas.
Misturando palavras doces com insultos.
Por mais estranho que parecesse, eu adorava essa mistura.
O pau do meu irmãozinho derramou todo o seu semen grosso dentro da minha boca.
Por ser um pau menor, curiosamente tinha a mesma quantidade que o do meu pai.
O gosto era parecido e eu tomei tudo, igual fiz com o papai.
Enquanto meu irmão me olhava orgulhoso.
Nós dois, pelados, dormimos bem abraçadinhos.
Como meu papai me acordou com sexo, que também curti.
Depois, fomos tomar café da manhã com olhares cúmplices entre os quatro.
Conversamos sobre como foi gostoso.
Aí cada um foi pra suas tarefas, menos eu e a mamãe, que fomos ver a ginecologista, amiga dela.
Que me receitou as pílulas.
Durante a semana, papai e meu irmão me comiam todo santo dia.
Me fazendo de putinha que eles pegavam quando queriam.
Mas uma tarde, enquanto meu irmão não estava,
mamãe me chamou pra entrar no love da família.
Ela tava morrendo de vontade de me ver em ação e também aprender comigo.
Seria meu primeiro menage e nada melhor do que com eles dois.
Nós três nos beijamos e nos acariciamos.
Mamãe quis que eu experimentasse e visse se tô pronta pros encontros em família. Pra ser igual às outras.
Nós três fomos nos despindo.
Mamãe pegou a piroca dura do papai e me convidou pra chupar junto com ela.
enquanto chupávamos a rola dura e quente do papai, nossas línguas e bocas se roçavam, e isso era muito excitante e gostoso ao mesmo tempo.
mamãe me pediu pra mostrar como eu chupava, e feliz eu levei a boca pro pau do papai.
comecei a chupar.
mamãe me acariciava dizendo que eu tava linda com minha boquinha cheia de pau.
ela beijava meu pescoço e me tocava por todo lado.
fazendo meu tesão chegar no limite.
depois foi a vez da mamãe chupar enquanto eu recebia as chupadas do papai.
Mamãe pediu pra ser comida e provar meu gosto, igual o papai fez.
Mamãe: só relaxa e aproveita, você vai sentir meu gosto na sua boca.
Enquanto eu curto sua buceta.
Chupa toda a minha buceta e a pica do papai, essa mistura de sabores vai te agradar.
Era meu primeiro 69 com outra mulher.
Mas seguindo os conselhos da mamãe, consegui mandar muito bem.
Copiando o que ela fazia, curti pra caralho e adorei chupar e ser chupada pela minha doce mamãe.
Nós três éramos um coro de gemidos.
Papai tava metendo bem forte nela, e mais minha língua, a mamãe não aguentou muito e gozou tudo.
De tanta excitação, ela me fez gozar também.
Foram dois orgasmos quase seguidos.
Minha boca tava cheia dos sucos da mamãe.
Eles continuaram enquanto eu dava uma pausa e curtia ver os dois se acabando.
mas sem deixar de receber o amor da mamãe.
enquanto papai comia ela com toda a energia dele.
mamãe: aii... minha vida, entre a sua fodida e minha bebê gostosa...
tô muito tesuda...
faz meu cuzinho, pussy...
ai meu deus, que puta que eu tô...
papai: vem aqui, neném, me ajuda com o cu da mamãe.
chupa minha pica e deixa bem lubrificada pra não doer na mamãe.
chupava ele enquanto papai passava saliva no cu da mamãe.
isso... junta saliva e joga no cu da mamãe, ele disse.
enquanto enfiava o dedão dentro dela.
mamãe arqueou a cintura, empinando a bunda.
enquanto eu chupava ele como papai mandou.
minha saliva foi pra pica do papai e pro cu da mamãe, que esperava ansiosa.
pude ver como papai enfiava a cabeça da pica no buraquinho da mamãe.
e como aos poucos ia entrando, sumindo dentro dele.
mamãe me abraçou pela perna enquanto eu ajudava a lubrificar tudo bem direitinho.
mamãe: assim mesmo, filhinha, lubrifica bem essa pica....
mmm.... que gostosa essa, hein... ah....ha.....ah...mmm....
assim... assim... mmm....
filhinha, você tem que provar como isso é gostoso....
papai metia gostoso na mamãe e eu tinha o close perfeito daquela transa linda.
mas a inveja tomou conta de mim.
eu também quero, falei.
mostrando minha bunda bem empinada igual a da mamãe.
coloquei bem ao alcance do papai.
papai comia a mamãe pelo cu com a pica dela, fazendo ela gritar de prazer, e me deixava louca com os dedos grossos dele.
Mamãe pedia pra eu não ficar ansiosa, esperar minha vez até ela terminar.
Quando ela teve o orgasmo anal, finalmente chegou a minha tão esperada vez.
Papai meteu a pica linda dele e começou a me foder.
Finalmente pude sentir ele.
Com a língua e a saliva dela, era ela quem agora me lubrificava.
Mamãe: Amo que você possa compartilhar isso com a gente, filhinha.
Você gosta que o papai te coma?
Yesi: Sim... ah... ha... ah...
Gosto muito de estar com ele e com você, mamãe...
Ha... ah... ha...
Uf... sim... mmm...
Mami chupava minha buceta junto com a pica do papai.
Até que de repente a língua dela começou a brincar com meu cuzinho fechado.
Aquela sensação era gostosa pra caralho.
Mama: Esse cuzinho é uma delícia, papi.
Tá na hora de meter a pica.
Ele obedeceu, enfiando um pouco da pica, que arrancou um grito de dor.
Mama exclamou: Não seja bruto, papi, deixa comigo.
Ela nos posicionou do melhor jeito.
Me disse pra relaxar e aguentar.
Que sexo anal é lindo e não dói tanto.
Relaxa e aproveita.
Essa pica vai abrir seu cuzinho como as portas do prazer, e você vai gozar com todo mundo.
Com a pica do papai na mão dela e meu cuzinho bem lubrificado,
ela ajudou o papai a ir me penetrando.
A dor era horrível. Mas mami controlava tudo.
Me incentivava a aguentar.
Que era só esperar que o prazer ia chegar logo.
Meu cuzinho foi engolindo aos poucos a pica do meu pai.
Enquanto minha mãe guiava e me consolava.
Aquela dor pontuda fazia as lágrimas rolarem.
Aguentei, aguentei até que a dor passou e vieram mil sensações que me enchiam de prazer.
Logo papai esqueceu que eu era sua princesa e começou a me macetar bem forte, igual fazia com a mamãe.
Quando minha bunda foi saciada de prazer e eu tive um orgasmo incrível.
Papai teve pena do meu cu dolorido.
E me pediu pra descansar.
Na mamãe, ele abriu as pernas e começou a foder ela selvagemente.
Colocou minha cara na buceta da mamãe, que tava levando piroca com força.
Vou gozar, minhas vadias, gritei.
Enfiou a piroca na minha boca e derramou todo o leite nela.
Mamãe pediu um pouco pra ela e eu deixei cair um pouco na pica dela.
Que ele enfiou bem fundo na mamãe.
Mamãe também recebeu um pouco da minha boca quando a gente se beijou.
Yesi: Já tava pronta pros encontros em família, mamãe?
Mamãe: Mmm... não. Ainda não.
Não se apressa, filhinha.
Faltam algumas coisas pra você. Isso é só pra nós.
Yesi: O que que falta?
Mamãe: Não fica ansiosa, o papai vai te falar quando você estiver pronta.
Não se precipita.
Agora aproveita isso.
Como a mamãe me disse, ainda tinha muito que aprender.
Depois de uns dias sem sexo que o papai me recomendou, pro que vinha a seguir no meu aprendizado sexual.
O dia esperado chegou.
O papai me perguntou se eu queria foder e continuar meu aprendizado.
Eu disse que sim. Era óbvio depois dos meus dias de descanso.
E ele falou: me espera no teu quarto que já vou.
Assim eu fiz, mas antes fui no banheiro pra estar limpinha e perfumada pra ele.
Mas quando cheguei no quarto, me surpreendi ao ver meu pai e meu irmão.
Papai disse: vem, filha, não seja tímida.
Me aproximei e meu irmão me recebeu com um beijo.
E depois o papai.
Os dois me tocavam e aos poucos fui ficando nua.
Eles me acariciavam e beijavam
enquanto eu fazia o mesmo com eles.
No meio deles, meu corpo recebia carícias e beijos.
Fomos nos tocando e tirando a roupa.
Os dois tiraram as picas duras pra fora.
Sem que pedissem, me ajoelhei na frente deles.
Dava pra comparar as duas picas.
Primeiro chupei a maior, a do meu pai.
Depois a mais fina e menor, a do meu irmão.
Minha boca ia de pau em pau saboreando os gostos deles.
e ficando mais safada com um e com o outro.
enquanto eu chupava eles tiravam a roupa.
Com a minha boca deixei essas picas bem duras.
Meu irmão não perdeu tempo, me levou pra cama.
Sentei em cima dele enquanto chupava a rola do papai.
Meu irmãozinho me comia gostoso enquanto eu gemia com a pica do papai na boca.
Depois o papai quis a vez dele.
Ele me colocou de quatro e meu irmão se deitou, e eu fiquei chupando a pica dele.
Enquanto eu tava entretida dando prazer pro meu irmão,
o papai chupava minha buceta e meu cu.
Até que bem devagar ele meteu no meu cu.
De tanta dor, quase mordi a pica do meu irmão.
Papai me comia bem devagar, abrindo minha buceta de novo.
Mas depois de um tempo,
papai me sentou no pau dele e mandou meu irmão me comer também.
E ele fez isso, e eu senti algo difícil de explicar com palavras.
ter minha buceta e meu cu cheio de pau foi uma explosão de prazeres, dores e desconforto.
mas ao mesmo tempo era uma delícia.
depois comecei a curtir cada vez mais.
aí trocaram de lugar e papai metia na minha buceta e meu irmão no meu cu.
algo que ele queria, mas papai até aquele momento.
depois de vários orgasmos.
meu papi gozou enchendo minha buceta.
enchendo ela por completo.
Minha buceta cheia de porra escorrendo enquanto meu irmão me comia o cu.
Depois de umas boas bombadas, meu irmão terminou descarregando todo o sêmen dele.
Minha raba também ficou cheia.
Dos meus buracos escorria a porra dos meus males.
Os dois me beijavam e me davam muito amor.
Logo eu transava com toda a família.
Adorava ser a putinha de todos.
Com a mamãe a gente passava momentos gostosos.
de intimidade com sexo lésbico.
e também as duas adorávamos ser comidas juntas.
Nós duas adorávamos compartilhar tudo.
Aproveitar ser uma família normal
e o sexo todo mundo junto.
E as camas de casal eram a melhor parte de tudo.
onde nós duas éramos saciadas de prazer e carinho de família.
Quando meu tio chegou, recebi ele com felicidade.
E ele me parabenizou por minha união à família.
Não via a hora de me provar.
Depois de comer de boa, fomos pra piscina.
O tio aproveitou pra dar um mergulho porque a água tava muito fria.
E cada um foi pro seu canto: a mamãe e a tia foram pro quarto com meu irmão.
O papai e minha prima na cozinha, comendo sorvete.
De novo eu, sozinha.
Passei pelo quarto e ouvi as duas lá dentro com meu irmão.
Quando passei pela cozinha, minha prima já tava fazendo a dela com o papai.
Então fui direto pro banheiro.
Bem na hora que o tio saía do chuveiro enrolado na toalha.
Carlos: Oi, sobrinha, veio me buscar?
Como você tá gostosa.
Yesi: Sim, tio, me deixaram sozinha, todo mundo ocupado.
Parece que nos deixaram de lado.
Carlos: Melhor assim, pequena, assim não divido você com ninguém.
A gente se beijou e se acariciou.
Sem perder tempo, meu tio sentou no cesto de roupa suja, me levantando sem esforço.
onde ele comeu minha buceta e brincava com meus peitos.
já tá pronta pra ser comida.
eu me abaixo e tiro minha calcinha. e a toalha dele caía no chão.
enquanto eu me posicionava, pronta pra ser comida.
Nunca imaginei que atrás de mim
tinha algo mais que meu tio.
O pau dele era enorme.
Mas só percebi quando já era tarde.
Só de sentir a cabeça dele na minha buceta, notei que vinha algo que nunca senti antes.
O pau dele me fez gritar, não dava pra comparar com nada.
Mais comprido que o do meu pai e mais grosso que o do meu irmão.
Minha buceta sentiu como se estivesse sendo desvirginada de novo.
Com aquela porra enorme dentro de mim, meus orgasmos foram violentos e um atrás do outro.
Ele me levou pro quarto e me comeu de novo, mas dessa vez com tudo.
Mas já acostumada com aquele tronco de carne lindo, mostrei minha habilidade cavalgando.
E, mesmo sem conseguir acreditar, me senti muito puta e pedi pra ele meter no meu cu.
Algo que eu sabia que ia doer muito mais.
Mas pedi mesmo assim.
Meu tio, sem piedade, meteu até o fundo, quase desmaiei.
Me fez gritar tanto que minha buceta não aguentou.
Aceitando que era demais pra mim.
Ele me encostou no guarda-roupa e me comeu de pé — uma experiência única pra mim, me deu um puta prazer.
Minha tia entrou no meio do fodeção descomunal, talvez guiada pelos meus uivos de prazer.
Ela ficou só observando.
Sem incomodar.
Me vendo aproveitar o marido dela.
Quando meu tio chamou ela, entrou na brincadeira de me tocar.
E até dividimos o gozo dele.
Nós duas nos beijamos com o esperma quente do meu tio na minha boca.
Depois disso, foi tudo uma loucura.
Eu me entreguei ao sexo com a minha família.
Aproveitando os prazeres da casa.
Passávamos as noites peladas e curtindo cada pau que parava ao nosso redor.
todos contra todos e era algo muito quente e prazeroso.
as três sendo comidas juntas ou separadas.
mas ninguém ficava sem sexo.
A noite terminou com minha formatura na festa da família.
Onde meu tio e meu pai gozaram num copo, e meu irmão também.
E depois me deram pra beber.
Tradição que a mamãe, a tia e minha prima fizeram.
Que me parabenizaram.
Enquanto eu tomava o esperma dos três. Papai preparava o brinde.
No cu da minha prima.
e cada um bebia da taça da bunda da minha prima.
que servia de bandeja enquanto eu tomava o meu.
bem na hora que terminei.
também me tocou uma taça de champanhe
bem a tempo de descer a porra dos três.
Brindamos juntos, todos pelados.
Isso me dava a chance de continuar nas orgias em família.
Fui aceita como mais uma puta da família.
Foram momentos inesquecíveis, cheios de amor e prazer familiar.
FIM.
P.S.: Espero que vocês curtam meu relato.
É minha história e espero receber muitos comentários e pontos, por favor.
Quero ganhar o prêmio.
Beijos...
Atenciosamente: Yesi_ Maury-só-eu
Quero dar boas-vindas a todos os meus novos amigos e seguidores.
Hoje termina esse concurso quente e safado entre amigas.
Que virou o mais quente e mais lido da página.
Esse é o último e espero que vocês curtam tanto quanto os anteriores.
Valeu pelos comentários, mensagens e pontos.
Mil obrigados a todos.
Se esse é o primeiro que você lê, não perca os 16 anteriores.
Vota, se diverte e joga com a gente. Não esquece que você é o juiz desse concurso entre amigas.
Não esquece de deixar teu comentário falando qual você curtiu e por que ela deveria ganhar.
Mas sem mais enrolação, vamos começar.
Oi, meu nome é Yesica, tenho 40 anos muito bem vividos. Sou casada e mãe.
Conheci o Maury-só-eu quando era cliente da oficina dele, e ele me apresentou pras minhas putas-amigas.
Que a maioria são minhas clientas do meu salão de beleza.
Fui a última a entrar, espero ser a melhor pra vocês.
Espero que gostem da minha história e me ajudem a ganhar por... fa...
Prometo que se eu ganhar, publico um book de fotos quentes.
Aqui vai uma foto pra vocês me conhecerem um pouco mais.
Assim começa minha história. Sou a filha mais nova de Ester e Juan e irmã do Gonzalo.
Com minha família, a gente morava no campo, a uma hora de La Plata.
Meu pai trabalhava na cidade.
Meus pais eram carinhosos e adoravam os encontros em família. Com parentes que vinham nos visitar.
E ficavam passando o fim de semana com a gente.
Os que mais vinham eram meu tio Carlos e a mulher dele, Cláudia, e minha prima Susana.
Carlos tinha 42 anos, irmão da minha mãe e dois anos mais velho que ela.
Inseparáveis desde a infância.
Se dava muito bem com meu pai, da mesma idade.
Mamãe e Cláudia tinham a mesma idade e eram como irmãs.
Tanto que as duas engravidaram juntas.
Mamãe do Gonzalo e a tia da Susana.
Nossas famílias eram inseparáveis e a gente compartilhava muitos momentos gostosos.
Não era estranho pra gente estar sempre juntos.
Nem ver como eles se amavam.
Desde muito pequenos, a gente via nossos pais se amarem pra caralho.
Quando chegava em casa, era normal ver o tio cumprimentar mamãe com um beijo na boca, igual fazia com papai.
Não era estranho pra gente, já que eles sempre faziam isso. Minha tia também cumprimentava ela do mesmo jeito.
Até o papai recebia a tia Cláudia com um beijo na boca. E também a minha prima Susana.
Como a gente era criança, sempre via eles se cumprimentarem assim. Pra gente, era algo normal.
Minha prima e meu irmão também se cumprimentavam desse jeito.
Eram beijos que só rolavam entre família, me explicaram.
Até minha mãe ou minha tia cumprimentavam todo mundo assim. Ninguém ficava sem ganhar um beijinho gostoso na boca.
Nós éramos muito unidos, sem imaginar nada de errado neles. Pelo contrário.
A gente curtia o nosso carinho em família.
Até que muitas vezes o carinho era expressado com umas caricias bem quentes.
Algo que chamava minha atenção.
Papai adorava passar a mão na bunda da tia.
mas até o tio também curtia passar a mão na bunda da tia, e eu vi várias vezes. Fazendo o mesmo, passando a mão na bunda da minha mãe também.
Tanto a mamãe quanto à tia gostavam dessas carícias. Mas quando eu estava por perto, seja o papai ou o tio, paravam de fazer quando me viam.
Até meu irmão fazia essas carícias na minha prima.
que também paravam quando eu chegava. coisa que não faziam quando os tios ou meus pais estavam.
isso me chamou a atenção e perguntei pra minha prima.
mas ela só respondeu: "você vai entender quando for um pouco mais velho."
"não se preocupa, somos uma família que se ama muito."
"assim como eu amo você."
ela me deu um beijo e me deixou com mais dúvidas do que antes.
Por um tempo, eles tentaram não mostrar afeto na minha frente, e isso me chamou muito a atenção. Fez minha curiosidade chegar ao máximo.
Uma tarde, enquanto estávamos na piscina, entrei e vi meu pai chupando os peitos da minha prima.
Eles se beijaram sem perceber que eu estava vendo.
Foram para o quarto e trancaram a porta.
Enquanto isso, sem poder ver o que faziam no quarto, fui na cozinha pegar um suco. Pude ver do outro lado da sala minha mãe e meu tio.
Se beijando, com meu tio segurando os peitos da minha mãe.
Eu via eles da cozinha,
e sem notar minha presença, foram pro quarto que meus tios usavam e também trancaram a porta.
Minha curiosidade tava me matando, mas não dava pra ver nada pelas fechaduras. Enquanto isso, com meu suco na mão, voltei pra piscina.
Onde minha tia e meu irmão poderiam me contar o que tava rolando.
Mas meu irmão tava ajudando a tia a nadar. Na piscina.
Eles brincavam e se divertiam lá no fundão, onde eu não conseguia chegar pra ficar com eles. Os dois juntinhos me olhavam e falavam pra eu ficar onde tava.
Depois de um tempo,
meu irmão veio me encontrar.
Eu recebi um beijo do meu irmão enquanto a tia nadava como se nada fosse. Aos poucos, fui percebendo que algo estranho tava rolando e que eu teria que descobrir por conta própria.
Todo mundo escondia alguma coisa, e eu não conseguia decifrar o que era.
Naquela noite, jantamos como sempre, e enquanto os adultos batiam papo,
dava pra notar que eles tavam diferentes. Como explicar?
Às vezes, as vozes deles se cortavam, ou riam do nada.
Tavam agindo muito estranho.
Quando me inclinei um pouco pela lateral da mesa,
consegui ver minha prima bem entretida com o pai dela, escondida pela toalha.
Ela tava acariciando a pica dele com as mãos.
Isso eu nunca tinha visto antes.
Será que é normal?, me perguntei.
O tio não parecia incomodado com aquilo.
De novo minha curiosidade me fez observar o que os outros estavam fazendo enquanto conversavam tranquilamente. Na minha frente, minha tia estava sentada ao lado do meu pai.
Meu pai estava meio acalorado, mas como se nada estivesse acontecendo, conversava com minha mãe.
Olhando por baixo da toalha, vi que a tia estava fazendo algo parecido com meu pai.
Mamãe estava ofegante e toda excitada, igual ao papai. Enquanto falava,
olhei pra frente, onde mamãe e meu irmão estavam sentados.
E pude ver que mamãe segurava o pau do meu irmão na mão, igual a tia e minha prima faziam.
E meu irmão acariciava a buceta da mamãe.
Não sabia o que fazer nem o que dizer, nunca tinha visto algo assim.
Meu irmão se despediu de todo mundo e foi pro quarto dele. Minha prima foi atrás.
Chegou minha vez e a mamãe me levou pra dormir também.
Minha cabeça não parava de pensar no que tava rolando.
Em tudo que eu tinha visto e na curiosidade de saber o que todo mundo fazia quando eu não tava olhando.
Seria amor de família ou outra coisa?
Porque pra mim tava mais pra sexo do que amor familiar, pelo que eu sabia da escola.
Partes que ninguém devia tocar em casa eram tocadas e não tava errado.
Sem parar de pensar em tudo que eu vi. Precisava de respostas.
Levantei da minha cama e, decidida a ver quem eu encontrasse acordado pra perguntar o que tava rolando, cheguei no escuro do corredor. Meu irmão e minha prima estavam trancados no quarto escuro e não responderam quando chamei.
Cheguei na sala, onde ainda tinha luz.
Consegui ouvir vozes.
Papai e o tio falavam baixinho.
Escondida no escuro do corredor, vi mamãe e a tia se beijando e se tocando.
Na frente do meu pai e do tio, que olhavam e se divertiam.
Escondida na escuridão, fiquei só olhando. Entre beijos e carícias, as duas trocavam palavras e riam.
Pela distância, eu não ouvia nada, mas via tudo.
Minha tia tirava a roupa da minha mãe.
Depois, a tia deu um beijo no tio e, com a mão, puxou a pica dele pra fora.
Minha mãe fez o mesmo com meu pai.
Minha mãe ficou pelada entre o tio e o pai.
Eu sabia que algo ia rolar, mas não saía do meu espanto.
Minha mãe se inclinou e levou a boca até a pica do meu pai.
O pau do meu pai entrava e saía da boca da minha mãe.
Enquanto o tio e a tia acariciavam ela.
E eu não conseguia acreditar no que via. Não entendia como minha mãe fazia aquilo na frente do irmão dela e da cunhada, como se eles nem estivessem ali.
Minha mãe me surpreendeu de novo. Ela se virou e levou a boca até a pica do tio.
Ela fez o mesmo que com meu pai, mas dessa vez com o irmão dela.
Enquanto minha mãe chupava ele, ele beijava e tirava a roupa da tia.
A tia observava enquanto se dedicava a despir os homens. Os quatro ficaram pelados.
Quando ela terminou seu trabalho,
se abaixou e levou a boca até a buceta da mamãe.
Mamãe chupava os dois paus que estavam à disposição, primeiro um e depois o outro. Enquanto isso, a tia chupava ela.
Depois trocaram de posição, com a tia ficando no lugar da mamãe.
A tia cuidou dos dois paus e a mamãe da buceta dela.
Eu não acreditava no que via, estava vendo sexo ao vivo e ouvindo uma sinfonia de gemidos e murmúrios de prazer.
Depois foi a vez dos homens chuparem as bocetas.
Os dois sentados no sofá com os paus apontando pro teto.
E elas em pé no sofá, na frente do papai estava a tia, e a mamãe fez o mesmo na frente do irmão dela.
Quando as duas ficaram satisfeitas, se olharam e juntas foram descendo, até ficarem sentadas naqueles paus duros que, aos poucos, iam sumindo dentro delas.
As duas pulavam em cima deles enquanto gemiam e se olhavam, com cara de satisfação e gozo. Até se beijavam, delirando de prazer.
De repente, as duas gritaram muito.
Até ficarem imóveis em cima deles, muito ofegantes e recebendo beijos bem quentes.
Resolveram ir pro quarto.
Pegaram a roupa do chão, e eu ouvi elas dizerem: "vamos terminar no quarto".
Eu sabia que tinha que sair dali.
Com medo de ser descoberto, saí correndo e entrei no primeiro quarto com a porta aberta que encontrei.
Era o dos meus pais.
Me escondi atrás de um sofá. O nervosismo tava me matando.
Rezava pra que eles seguissem em frente e fossem pro quarto do fundo, onde meus tios dormem.
Mas a mãe acendeu os abajures e os quatro se deitaram na cama.
Me fiz de menorzinha que pude e fiquei imóvel.
Esperando o momento certo pra sair dali.
Mamãe montou no tio e a tia no meu pai. As duas olhando pra onde eu estava.
Não conseguia sair do meu esconderijo precário.
Mamãe gemia junto com a tia.
As duas falavam umas coisas estranhas.
Me come gostoso, amor...
Ai... isso... amor bem forte... que pica boa...
Tô toda putinha...
enquanto eles davam uma sequência de facadas nas bucetas delas. mas bem quando a mamãe ficou de quatro, meu esconderijo não foi eficaz.
ela me olhou com cara de susto.
mamãe: yes........ ele tá nos olhando...
parem.....
filha, o que cê tá fazendo aqui, love?
vai pro teu quarto agora....
todos pararam na hora.
tentando cobrir os corpos nus.
eu fiquei paralisada enquanto os quatro me encaravam.
mamãe chegou perto, me pegou pelo braço e me levou pro meu quarto.
mamãe: ah... neném, o que cê tava fazendo no nosso quarto?
meu deus, o que você viu?
não acredito no que aconteceu.
tô muito puta da cara com você.
Yesi: desculpa, mãe, eu fui pegar um copo d'água.
quando vi vocês na sala e pra não levar bronca, me enfiei no quarto.
vi tudo, mas não entendi o que vocês estavam fazendo.
pensei que só dava pra transar com o parceiro.
mas vejo que não é assim.
mamãe: não importa o que você viu.
só precisa prometer que nunca vai contar isso pra ninguém.
tem que me prometer que jamais vai falar sobre isso com ninguém.
Yesi: prometo, mãe. mas quero saber por que vocês fazem isso.
por que todo mundo se toca e faz essas coisas?
não é errado?
papai, a tia, você, o tio.
a prima e meu irmão, todo mundo com todo mundo, não entendo.
Mamãe: bom, amanhã os tios vão embora.
por favor, não fala nada. amanhã você conversa com o papai.
ele vai explicar tudo, mas não fala nada o dia inteiro, tá?
eu não sei como explicar.
só não fala nada.
ela se deitou comigo.
com uns beijos e carícias me fez dormir. no outro dia meus tios tentaram me explicar e me trataram com carinho.
sempre repetiam pra eu não contar nada pra ninguém, que era segredo de família.
até meu irmão e minha prima falaram a mesma coisa.
eu era pequena e tentavam me proteger.
os tios e a prima foram embora de tarde.
mamãe foi fazer compras com meu irmão.
enquanto eu fiquei sozinha com papai.
papai: muito bem, minha menina curiosa.
vem, vamos conversar. sei que você tem muitas perguntas e eu vou responder tudo que me perguntar.
vamos, não seja tímida.
Yesi: ok... sei que sou pequena, papai.
mas sei muito bem o que eles faziam.
não quero mais mentiras nem que escondam o que rola.
faz tempo que vejo coisas estranhas.
entre os quatro vocês transam e imagino, pelo que vi, que Gonzalo e Susana também.
vi eles se beijando e se pegando o tempo todo.
e quando eu tô perto, não fazem.
se escondem é porque é errado.
é assim, não é?
papai: você é pequena pra essa conversa, mas se não sabe o que rola, pode achar que é errado.
mas não é assim.
a gente expressa nosso amor com beijos e carícias, e isso faz com que às vezes a gente queira um pouco mais.
a ponto de compartilhar um momento íntimo gostoso, e é assim que fazemos.
é importante que você não conte nada disso pra ninguém.
Yesi: não sou pequena, papai. e quero que me tratem como os outros.
será que vocês não me amam?
papai: claro que te amamos, minha pequena.
bom, vou te mostrar com meus beijos como te amo.
Yesi: os beijos que você me dá? ou os que dá na prima?
porque não é a mesma coisa, ou é?
papai: já entendi o que você quer.
não precisa ficar com ciúmes, eu te amo mais que sua prima e vou te mostrar.
você topa? só peço que me diga o que sente.
eu respondi que sim.
nos beijamos e ele me beijou de língua, com muita paixão, igual vi ele beijar minha prima.
sem saber por que, eu podia sentir.
Foi um beijo muito bruto da minha parte. Mas muito gostoso da parte dela. De beijos curtos, foram ficando cada vez mais longos.
Logo ele brincava com a língua dela. E as mãos dele acariciando meu corpo.
Pai: — Agora me diz, é gostoso, né?
Yesi: — Sim, mas você nunca me beijou assim.
Pai: — Porque você é pequena e não deveria, não por ser minha filha, mas pela sua idade.
Mas depois do que você viu e com o jeito inteligente que você tem, acho que você está pronta.
Agora você vai entender.
Mas você tem que me dizer direitinho o que sente e, se algo não te agradar, você me fala.
Yesi: — Sim… papai… mas eu não sou pequena.
Estou pronta pra você me explicar o que fazem pelas minhas costas.
Mais beijos e carícias faziam meu corpo reagir.
Eu me sentia ardendo como nunca me senti.
Pai: — Ok. Vamos pro meu quarto e eu vou te mostrar.
Vamos continuar com os beijos e você vai me contar o que sente.
Não tenha medo.
Já no quarto. Ele arrumou os travesseiros e ficou deitado quase sentado, e me deu a mão pra eu subir em cima dele.
Começamos com beijos e carícias.
Como fizemos antes, e eu atenta ao que papai me explicou.
Comecei a sentir como papai me explicou.
Os beijos e carícias dele no meu corpo.
Meu corpo e minha pele começaram a sentir como arrepios ou algo parecido que nunca senti antes.
Entre outras coisas.
papa: agora que você tá com mais vontade de beijos?você tá confortável com isso?
você gosta ou não?
Yesi: sinto uma eletricidade estranha no meu corpo.
os pelinhos da minha nuca se arrepiam de um jeito gostoso.
sinto um calor no corpo que nunca senti antes, papai...
tô confortável e tô gostando.
e se você não ficar bravo, vou te contar que consigo sentir seu pau duro por baixo da minha roupa...
papa: seu corpo reage igual ao meu, entendeu?
meu pau fica duro ao sentir seu calor, é fruto do nosso amor.
agora me diz se quer parar ou continuar.
Yesi: tá muito duro, papai, não dói? entendi, quero continuar.
ele me segurou pelos quadris e começou a me mexer pra frente e pra trás em cima dele.
minhas sensações foram ao máximo.
Yesi: Não sei, algo estranho, papai... Não sei como dizer... ou explicar.
Mas adoro como isso se sente.
Papai levantou minha blusa, meus peitinhos pequenos ficaram de fora.
Papai: É disso que tô falando, olha os biquinhos durinhos.
Teu corpo reage muito bem.
Você tem uns peitinhos pequenos e lindos.
O que você sente quando eu toco neles?
Yesi: ah... papai... sinto cócegas e mais eletricidade. Não sei, é algo muito estranho, muitas coisas diferentes.
Muitas sensações no corpo todo. ah... mmm...
Tô gostando muito...
Papai: agora você quer que eu pare ou quer mais?
Yesi: é uma sensação estranha, mas quero mais.
Sim... papai... mais...
É como se faltasse alguma coisa que eu não sei.
Minha cabeça tá estranha.
Sozinha joguei o corpo pra trás, foi como um pequeno reflexo involuntário.
papa: então isso vai te agradar mais. só fecha os olhos e você vai sentir algo melhor.
a língua dele, molhada e quente, passava pelos meus mamilos.
meu coração batia forte e a sensação de cócegas virou um arrepio que correu da minha nuca até as costas.
isso me fez começar a gemer bem baixinho, sem querer.
ele chupava meus mamilos durinhos e me mordia, me deixando com um tesão danado.
eu tava ficando louca.
ele ia dos meus peitos pra minha boca, passando a língua pelo meu pescoço.
papa: o que você tá sentindo agora?
quer que eu pare agora?
Yesi: não quero que pare... ah ha ah...
ai... que sensações gostosas eu tô tendo...
tô com a buceta molhada, papi...
não sei por que, mas sinto ela encharcada e quente
tá muito quente e pulsando...
papa: você não consegue parar, né? viu como é a sensação?
agora você sente o que a gente sente. mas seria injusto parar agora, né?
seu corpo precisa extravasar esse tesão.
deixa eu ver como ela tá.
filhinha... vou te ajudar com isso.
mas nada mais, você ainda é pequena.
vou te livrar desse tesão.
Yesi: ui... sim, papi...
com muito amor, ele me deitou e começou a passar a língua pelos meus peitos e minha barriguinha.
me deu uns beijos na minha buceta. eu senti por cima da minha calcinha.
as sensações dispararam ainda mais.
Papai: tá bem molhadinha, gata. E tem uma temperatura linda. E teu sabor é uma delícia.
Minha calcinha tava encharcada com meus fluidos e a saliva do papai.
Que me fazia tremer toda.
Tá, vou provar um pouquinho, mas paramos por aqui, tá? ele falou.
Tirou minha calcinha e passou a língua como quem lambe um sorvete.
Mas acho que eu derretia mais rápido.
Uma sensação inexplicável percorreu meu corpo inteiro. A língua dele passava pelos meus lábios da buceta e ele enfiava a língua no meu xoxota.
Senti como se o ar faltasse e meus olhos reviraram.
Meu coração batia igual um tambor.
Minha buceta formigava, como se eu fosse mijar.
Isso fez meu corpo todo tremer.
Foi meu primeiro orgasmo.
Meu docinho de pai pegou todos os meus sucos e esperou meu corpo voltar ao normal.
Ele me olhou, sorriu e colocou minha calcinha de volta.
Pai: Bom, por hoje chega, foi muito gostoso...
Já entendeu como é não conseguir parar?
Todos os sentidos disparam e é impossível parar até explodir que nem você fez.
Agora entendeu?
Yesi: Sim, pai, agora entendo mais.
É uma sensação muito gostosa.
Meu corpo todo se mexeu.
Pai: Isso é um orgasmo, e até você ter um, não para.
Por isso fazemos o que fazemos.
Só compartilhamos o amor de outro jeito.
Yesi: Sim, agora entendo, pai. Obrigada por me explicar.
Ele me deu uns beijos e disse: vai se trocar.
Logo sua mãe e seu irmão vão chegar.
Me troquei como meu pai mandou
e fui até a sala onde ele estava.
Minha cabeça explodia com o que vivi.
E por incrível que pareça, eu queria mais.
Yesi: Já me troquei, pai.
Você vai contar pra mãe o que a gente fez?
Ou não posso falar nada?
Pai: Sua mãe já sabe ou imagina, ela pediu pra eu te explicar porque ela não conseguia.
Então não tem problema.
Só não conta pra mais ninguém.
É coisa de família.
Por que, o que foi?
Yesi: Nada, só que eu gostei muito e não sei.
Sei que é estranho, mas seus beijos e carinhos me fizeram muito bem.
E como você disse, não quero parar.
Pai: Sim, eu sei, filha. Viu por que é errado julgar sua família?
Ele acariciou meu rosto e, por instinto, fiquei na ponta dos pés pra ele me beijar.
E ele fez isso.
Acabei sentada na mesa com meus braços enlaçando o pescoço dele.
E minha buceta procurando o volume enorme do pai.
Até que me animei e acariciei o pau do papai. que tava bem dura.
papa: uia... filha, como você aprende rápido....mas você ainda não tá pronta pra isso.
Yesi: por que eu não posso?
você não sente nada?
papa: claro que sinto, não vê como meu corpo reage com você?
meu pau também quer mais.
sua mãe e seu irmão ainda não chegaram.
mas eu queria te pedir um favor.
Yesi: sim, papai, o que eu tenho que fazer?
tirando o pau duro da calça.
ele disse, bom, você já sabe o que fazer com ele. já viu a mamãe e a tia chupando ele, né?
agora é sua vez.
lembrando como elas faziam e ouvindo as instruções do papai, fui chupando a rola dele até ficar cada vez melhor.
Usando minhas mãos e minha boca, eu dava prazer pro papai. Imitando a mamãe, que fazia a rola do papai desaparecer com a minha boca.
Papai: Uia... sim... mmm... filhinha, que lindo você chupa.
Sua boca é uma delícia, continua assim.... mmm.... que gostoso.
Você chupa muito bem, filhinha.... mmm...
Mm sim, assim, continua mmm...
Uf... vou gozar, não para de chupar, filha......
Consegui sentir minha boca sendo inundada com algo grosso e quente.
Mas não parei de chupar.
Porra quente dele escorreu pela minha boca. Enquanto eu ouvia ele gemer.
Fui engolindo aquele gosto estranho descendo pela minha garganta, enchendo minha barriguinha.
Já satisfeito, me deu um beijo na testa.
"Valeu, filha", ele disse, "mas melhor a gente parar por hoje."
Fui pro banheiro, me limpei e escovei os dentes.
Quando cheguei na cozinha, o papai tava recebendo a mamãe.
Mamãe e papai conversavam na cozinha, e eu fui pra sala com meu irmão.
Ele parecia cansado e todo suado.
Com um cheiro bem característico.
Tava com cheiro de sêmen, igual ao que o papai deixou em mim.
Mamãe terminou de cozinhar e eu arrumei a mesa.
Mamãe me elogiou por ter entendido o amor de família.
Enquanto comíamos, papai fez um brinde pelo meu aprendizado.
Meu primeiro orgasmo e minha primeira chupada de pau.
Meu irmão quase se engasgou com a comida quando ouviu.
Gonzalo: "Como assim, já transaram?"
"O que eu perdi?"
"Isso aí, irmãzinha... que bom, parabéns..."
Papai explicou o que rolou e disse pra não ser vulgar na mesa.
Mas que eu ainda não tava pronta, ele falou.
Papai: "Já que a gente teve um dia de pai e filha e vocês um dia de mãe e filho,
a gente podia terminar o dia assim.
O que você acha, querida?"
Mamãe: "É uma boa ideia, amor.
O que vocês acham?"
Gonzalo: "Como seria isso, pai?"
Papai: "Você dorme com a mamãe na cama grande, e eu vou pro outro quarto com sua irmã.
Se não quiser, dorme sozinho no seu quarto."
Gonzalo: "Pra mim tá de boa dormir com a mamãe. E você, Yesi, vai dormir com o papai?"
Yesi: "Sim... eu e o papai nos divertimos muito hoje.
Seria legal dormir com ele."
Nós quatro concordamos e, depois do jantar, cada um foi pros quartos com camas grandes.
Mamãe e Gonzalo foram pro quarto dos meus pais.
E eu fui com o papai pro quarto que os tios usavam.
Yesi: "Papai, não trouxe meu pijama.
Vou buscar?"
Papai: "Não, filha, hoje você não vai precisar.
Vamos dormir juntos, vai ficar sem graça?
Viu como sua mãe tava feliz?"
Yesi: "Sim, conversei com a mamãe também, e ela tava feliz por eu ter entendido. Tudo.
Eu contei pra ele que quero ser como elas.
Ele me beijou e foi tirando minha roupa aos poucos.
Fiquei só de calcinha recebendo os beijos dele.
ao ficar nua diante dos olhos dele. me deitou na cama e sem dizer nada só me observou.
e percorreu meu corpo com as mãos.
deixou cair a calça no chão junto com a cueca.
pai: você é uma mulherzinha perfeita.
sua pele macia e eu gosto.
Sem roupa, você fica linda, ele me dizia enquanto beijava meus pezinhos durinhos. Meu corpo retribuiu o gesto com muita umidade.
E sem resistência.
Com beijos, ele ia de um mamilo ao outro, provocando meu tesão.
E com a mão, ele acariciava minha buceta.
Minha buceta recebia os carinhos do papai, enquanto os dedos dele brincavam com meus sucos.Papai: Sei que você tá tão tesuda quanto hoje.
E conversando com a mamãe, ela pediu pra eu te preparar.
Só quero que você esteja de acordo com isso.
Yesi: Tô pronta, papai... uf....
Tô muito excitada....
Papai: Quando quiser parar, é só falar.
Isso pode doer um pouco.
É só me dizer pra parar.
Logo o prazer se transformou numa dor aguda, mas gostosa.
Papai enfiou um dedo lá dentro, e depois um pouco mais de dor ao colocar outro.
O que me fez gritar.
papa: minha linda princesinha, isso dói um pouco, né? você é muito apertadinha....
mas preciso preparar, tá bem? ou quer parar?
Yesi: ai.... não... tá bem, papai....
não se preocupa.
dói um pouquinho... mas tô uf....muito bem...
quando a dor passou, chegou um prazer muito mais gostoso.
ele se deitou sobre mim.
e bem devagar aproximou o pau dele da minha buceta molhada e sangrando.
é melhor você respirar fundo e me falar se aguenta ou não.
não quero te machucar.
eu não falei nada, só esperei pra ver qual era a sensação.
já tava adorando os dedos dele e queria continuar curtindo muito mais.
Papi encaixou o pau dele na entrada da minha buceta que tava molhada e sangrando. Com a experiência da dor que os dedos dele me causaram,
eu relaxei e esperei o que viesse.
Consegui sentir a cabeça da pica dele procurando um jeito de entrar.
Logo senti ela entrando, a dor tomou conta da minha buceta,
fazendo eu gemer de dor.
Papi parou e me perguntou se eu tava bem? E se queria que ele continuasse.
Aos poucos minha buceta doía, mas não quis que ele se preocupasse mais.
Sabia que depois da dor vinha o prazer.
Conseguia sentir minha buceta se abrindo com o avanço devagar da pica do papi.
Sentia cada centímetro entrando, acompanhado de um pouco de dor.
Com um pouco de esforço, ele meteu tão fundo que pensei que nunca mais ia fechar as pernas.
Pra não pensar na dor, eu beijava ele entre gemidos e abracei com toda força.
Meu papi, nessa situação, ainda se preocupava, perguntando se doía e se eu tava bem.
E eu sempre respondia que tava bem e que não doía.
Que ele não se preocupasse.
Quanto mais ele me comia, o prazer apagava a dor.
E daí em diante, foi só gozo.
Yesi: Ai... buceta... ah ha... ah...
Tô com aquela sensação de novo... ai... sim... ui...
Vou ter outro orgasmo...
Papi: Sim, minha princesinha...
Goza no pau do papi...
Isso... assim... Sweetie... mmm...
Que buceta gostosa você tem... mmm...
Eu tive um orgasmo e logo depois outro.
Minha buceta não parava de dar prazer pro meu amado papi.
Como ele não queria gozar rápido, pediu pra eu montar em cima dele.
Ele queria que essa foda fosse inesquecível.
Com a ajuda dele, me fez cavalgá-lo até ficar exata. Minha buceta aberta e ensopada molhava as bolas do papai.
Minha boca não parava de soltar gemidos de prazer.
Que deixava o papai louco.
Já meu corpo não aguentava tanto prazer.
Papai me colocou de quatro e disse: "Calma, Sweetie, já estou terminando."
Nessa posição eu adoro, e posso ver aquela bunda linda.
Ele se colocou atrás de mim e meia hora depois, enquanto eu já não aguentava mais. Papai encheu minha buceta de porra.
Ouvir ele gozar foi mágico.
Ele berrava como um touro enquanto minha buceta era inundada de sêmen e eu aguentava suas investidas.
Meu papai não parava de me foder, mesmo com o pau já mole.
Parecia que nunca ia acabar.
Quando a energia dele acabou, a gente se deitou na cama.
enquanto minha buceta cuspia o cum abundante dele. papa: foi lindo, bebezinha.
sua buceta apertada me encantou.
sou seu primeiro homem, ninguém melhor que eu pra te fazer mulher.
Yesi: sim, buceta, adorei me tornar mulher com você.
te amo muito, papi...
quero dormir sempre com você.
papa: não sempre, não, só de vez em quando.
minha parceira é sua mãe e temos que respeitar ela, entendeu?
por mais que você seja mulher, sempre vai ser minha neném.
assim nós dois nos mimamos e caímos no sono.
pra acordar de novo com a pica do papa dentro de mim.
foi o melhor despertar, cheia de amor pelo meu amado papi.
depois levantamos, trocamos de roupa e tomamos café.
papa foi trabalhar e meu irmão foi pra escola.
eu pedi pra mamãe ficar em casa.
tava cansada e doía minha buceta e minhas pernas.
parece que nós quatro nos divertimos muito.
com mamãe conversei sobre como foi gostoso com meu papa.
e ela ficou feliz por mim.
foi um dia lindo. os três preocupados comigo.
felizes pela minha grande conquista.
a noite chegou e cada um foi pro seu quarto.
queria que papa viesse dormir comigo, mas não falei nada.
já na cama, vendo que papa não vinha,
acabei dormindo, mas quando senti uma mão acariciando minha bunda, fiquei feliz.
Pensei que era meu pai. Mas quando me virei, era meu irmãozinho.
Gonzalo: Sei que você esperava o papai.
Mas pedi permissão pra dormir com você.
Ele disse que, se você quisesse, eu podia ficar.
Além disso, quero te parabenizar pela estreia.
O que você acha? Posso ficar com você esta noite?
Yesi: É, pensei que era ele quem ia me tocar.
Tem certeza que o papai deixou?
Gonzalo: Se quiser, vamos perguntar pra ele.
Mas se não quiser, tudo bem.
Provavelmente estão acordados ou transando.
Vamos?
Depois de pensar um pouco,
disse que ele podia ficar.
Afinal, papai falou que não era errado demonstrar amor. Pensei.
Meu irmãozinho e eu começamos a conversar sobre minha estreia.
Ele queria que eu contasse tudo com detalhes.
Meu irmão tava muito excitado com o que eu contava, e eu também.
Nos beijamos, entre beijos e carícias.
Entregue-se a ele. Meu irmão me beijava com muito tesão e os dedos dele eram tão habilidosos quanto os do papai.
Minha buceta ficou molhada bem rápido.
Meus gemidos acompanhavam o ritmo dos dedos talentosos do meu irmão.
Com muita habilidade e sem pressa, ela chupou tudo. Meus peitos e minha buceta também.
Já com experiência, peguei a pica do meu irmão e coloquei debaixo de mim.
A pica dele era menor e mais fina que a do papai, mas ao sentir ela entrando, senti um puta prazer.
Meu irmão se mexia muito bem e eu me adaptava ao ritmo dele.
enquanto eu estava sentada em cima dele, me senti bem penetrada. quanto mais eu me mexia, mais prazer me dava meu doce irmão.
tive vários orgasmos.
ele me aproveitou como eu, cada uma das minhas quentes gozadas.
depois ele subiu em cima de mim e me comeu bem gostoso.
os dois suados, ofegando de prazer, curtimos esse amor entre irmãos.
Gonzalo: ai irmãzinha.... mmm....
que gostoso é foder com você....
papai te ensinou muito bem...
Yesi: ah...ha...ah mmm...
sim, papai me ensinou bem mmm...
mas eu amo aprender. mmm...
ha...ha...ah.....
quer me comer de quatro?
adoro essa posição....
Gonzalo: que bom, porque eu também.
Entre gemidos de prazer, meu irmão me comeu bem forte. Adorava me sentir tão puta, aguentando a energia das bombadas de pau que ele me dava.
Com mais uns orgasmos, minha buceta não aguentava mais e implorei pra ele gozar.
Yesi: Uf... Deus... Gon...
Não aguento mais...
Por favor, goza em mim... enche minha buceta de porra... uf... mmm...
Gonzalo: Não, irmãzinha... não posso... mmm...
Mesmo morrendo de vontade mmm...
Sua buceta é uma delícia...
Papai não deixou...
A única coisa que ele pediu foi que não te comesse o cu, nem gozasse dentro.
Até você estar pronta... mmm...
São os códigos dos grandes e tem que respeitar.
Yesi: Não importa... ha... ah... ha... mas goza em mim, eu não conto nada...
Ah ha... ah... ha ha... ha.
Ele tirou o pau e enfiou na minha boca.
Chupa, ele ordenou, e tira toda a porra igual uma putinha do papai.
Fiz isso, chupando e masturbando o pau do meu irmão.
Enquanto eu esperava ele explodir na minha boca.
Ele me chamava de puta, puta...
E muitas outras coisas.
Misturando palavras doces com insultos.
Por mais estranho que parecesse, eu adorava essa mistura.
O pau do meu irmãozinho derramou todo o seu semen grosso dentro da minha boca.
Por ser um pau menor, curiosamente tinha a mesma quantidade que o do meu pai.
O gosto era parecido e eu tomei tudo, igual fiz com o papai. Enquanto meu irmão me olhava orgulhoso.
Nós dois, pelados, dormimos bem abraçadinhos.
Como meu papai me acordou com sexo, que também curti.
Depois, fomos tomar café da manhã com olhares cúmplices entre os quatro.
Conversamos sobre como foi gostoso.
Aí cada um foi pra suas tarefas, menos eu e a mamãe, que fomos ver a ginecologista, amiga dela.
Que me receitou as pílulas.
Durante a semana, papai e meu irmão me comiam todo santo dia.
Me fazendo de putinha que eles pegavam quando queriam.
Mas uma tarde, enquanto meu irmão não estava,
mamãe me chamou pra entrar no love da família.
Ela tava morrendo de vontade de me ver em ação e também aprender comigo.
Seria meu primeiro menage e nada melhor do que com eles dois. Nós três nos beijamos e nos acariciamos.
Mamãe quis que eu experimentasse e visse se tô pronta pros encontros em família. Pra ser igual às outras.
Nós três fomos nos despindo.
Mamãe pegou a piroca dura do papai e me convidou pra chupar junto com ela.
enquanto chupávamos a rola dura e quente do papai, nossas línguas e bocas se roçavam, e isso era muito excitante e gostoso ao mesmo tempo. mamãe me pediu pra mostrar como eu chupava, e feliz eu levei a boca pro pau do papai.
comecei a chupar.
mamãe me acariciava dizendo que eu tava linda com minha boquinha cheia de pau. ela beijava meu pescoço e me tocava por todo lado.
fazendo meu tesão chegar no limite.
depois foi a vez da mamãe chupar enquanto eu recebia as chupadas do papai.
Mamãe pediu pra ser comida e provar meu gosto, igual o papai fez.Mamãe: só relaxa e aproveita, você vai sentir meu gosto na sua boca.
Enquanto eu curto sua buceta.
Chupa toda a minha buceta e a pica do papai, essa mistura de sabores vai te agradar.
Era meu primeiro 69 com outra mulher. Mas seguindo os conselhos da mamãe, consegui mandar muito bem.
Copiando o que ela fazia, curti pra caralho e adorei chupar e ser chupada pela minha doce mamãe.
Nós três éramos um coro de gemidos.
Papai tava metendo bem forte nela, e mais minha língua, a mamãe não aguentou muito e gozou tudo.
De tanta excitação, ela me fez gozar também.
Foram dois orgasmos quase seguidos.
Minha boca tava cheia dos sucos da mamãe.
Eles continuaram enquanto eu dava uma pausa e curtia ver os dois se acabando.
mas sem deixar de receber o amor da mamãe. enquanto papai comia ela com toda a energia dele.
mamãe: aii... minha vida, entre a sua fodida e minha bebê gostosa...
tô muito tesuda...
faz meu cuzinho, pussy...
ai meu deus, que puta que eu tô...
papai: vem aqui, neném, me ajuda com o cu da mamãe.
chupa minha pica e deixa bem lubrificada pra não doer na mamãe.
chupava ele enquanto papai passava saliva no cu da mamãe.
isso... junta saliva e joga no cu da mamãe, ele disse.
enquanto enfiava o dedão dentro dela.
mamãe arqueou a cintura, empinando a bunda.
enquanto eu chupava ele como papai mandou.
minha saliva foi pra pica do papai e pro cu da mamãe, que esperava ansiosa.
pude ver como papai enfiava a cabeça da pica no buraquinho da mamãe.
e como aos poucos ia entrando, sumindo dentro dele.
mamãe me abraçou pela perna enquanto eu ajudava a lubrificar tudo bem direitinho.
mamãe: assim mesmo, filhinha, lubrifica bem essa pica.... mmm.... que gostosa essa, hein... ah....ha.....ah...mmm....
assim... assim... mmm....
filhinha, você tem que provar como isso é gostoso....
papai metia gostoso na mamãe e eu tinha o close perfeito daquela transa linda.
mas a inveja tomou conta de mim.
eu também quero, falei.
mostrando minha bunda bem empinada igual a da mamãe.
coloquei bem ao alcance do papai.
papai comia a mamãe pelo cu com a pica dela, fazendo ela gritar de prazer, e me deixava louca com os dedos grossos dele.
Mamãe pedia pra eu não ficar ansiosa, esperar minha vez até ela terminar. Quando ela teve o orgasmo anal, finalmente chegou a minha tão esperada vez.
Papai meteu a pica linda dele e começou a me foder.
Finalmente pude sentir ele.
Com a língua e a saliva dela, era ela quem agora me lubrificava.
Mamãe: Amo que você possa compartilhar isso com a gente, filhinha.
Você gosta que o papai te coma?
Yesi: Sim... ah... ha... ah...
Gosto muito de estar com ele e com você, mamãe...
Ha... ah... ha...
Uf... sim... mmm...
Mami chupava minha buceta junto com a pica do papai. Até que de repente a língua dela começou a brincar com meu cuzinho fechado.
Aquela sensação era gostosa pra caralho.
Mama: Esse cuzinho é uma delícia, papi.
Tá na hora de meter a pica.
Ele obedeceu, enfiando um pouco da pica, que arrancou um grito de dor.
Mama exclamou: Não seja bruto, papi, deixa comigo.
Ela nos posicionou do melhor jeito.
Me disse pra relaxar e aguentar.
Que sexo anal é lindo e não dói tanto.
Relaxa e aproveita.
Essa pica vai abrir seu cuzinho como as portas do prazer, e você vai gozar com todo mundo.
Com a pica do papai na mão dela e meu cuzinho bem lubrificado,
ela ajudou o papai a ir me penetrando.
A dor era horrível. Mas mami controlava tudo.
Me incentivava a aguentar.
Que era só esperar que o prazer ia chegar logo.
Meu cuzinho foi engolindo aos poucos a pica do meu pai. Enquanto minha mãe guiava e me consolava.
Aquela dor pontuda fazia as lágrimas rolarem.
Aguentei, aguentei até que a dor passou e vieram mil sensações que me enchiam de prazer.
Logo papai esqueceu que eu era sua princesa e começou a me macetar bem forte, igual fazia com a mamãe.
Quando minha bunda foi saciada de prazer e eu tive um orgasmo incrível. Papai teve pena do meu cu dolorido.
E me pediu pra descansar.
Na mamãe, ele abriu as pernas e começou a foder ela selvagemente.
Colocou minha cara na buceta da mamãe, que tava levando piroca com força.
Vou gozar, minhas vadias, gritei.
Enfiou a piroca na minha boca e derramou todo o leite nela.
Mamãe pediu um pouco pra ela e eu deixei cair um pouco na pica dela. Que ele enfiou bem fundo na mamãe.
Mamãe também recebeu um pouco da minha boca quando a gente se beijou.
Yesi: Já tava pronta pros encontros em família, mamãe?
Mamãe: Mmm... não. Ainda não.
Não se apressa, filhinha.
Faltam algumas coisas pra você. Isso é só pra nós.
Yesi: O que que falta?
Mamãe: Não fica ansiosa, o papai vai te falar quando você estiver pronta.
Não se precipita.
Agora aproveita isso.
Como a mamãe me disse, ainda tinha muito que aprender.
Depois de uns dias sem sexo que o papai me recomendou, pro que vinha a seguir no meu aprendizado sexual.
O dia esperado chegou.
O papai me perguntou se eu queria foder e continuar meu aprendizado.
Eu disse que sim. Era óbvio depois dos meus dias de descanso.
E ele falou: me espera no teu quarto que já vou.
Assim eu fiz, mas antes fui no banheiro pra estar limpinha e perfumada pra ele.
Mas quando cheguei no quarto, me surpreendi ao ver meu pai e meu irmão.
Papai disse: vem, filha, não seja tímida.
Me aproximei e meu irmão me recebeu com um beijo.
E depois o papai.
Os dois me tocavam e aos poucos fui ficando nua.
Eles me acariciavam e beijavam
enquanto eu fazia o mesmo com eles.
No meio deles, meu corpo recebia carícias e beijos. Fomos nos tocando e tirando a roupa.
Os dois tiraram as picas duras pra fora.
Sem que pedissem, me ajoelhei na frente deles.
Dava pra comparar as duas picas.
Primeiro chupei a maior, a do meu pai.
Depois a mais fina e menor, a do meu irmão.
Minha boca ia de pau em pau saboreando os gostos deles. e ficando mais safada com um e com o outro.
enquanto eu chupava eles tiravam a roupa.
Com a minha boca deixei essas picas bem duras. Meu irmão não perdeu tempo, me levou pra cama.
Sentei em cima dele enquanto chupava a rola do papai.
Meu irmãozinho me comia gostoso enquanto eu gemia com a pica do papai na boca. Depois o papai quis a vez dele.
Ele me colocou de quatro e meu irmão se deitou, e eu fiquei chupando a pica dele.
Enquanto eu tava entretida dando prazer pro meu irmão,
o papai chupava minha buceta e meu cu.
Até que bem devagar ele meteu no meu cu.
De tanta dor, quase mordi a pica do meu irmão.
Papai me comia bem devagar, abrindo minha buceta de novo. Mas depois de um tempo,
papai me sentou no pau dele e mandou meu irmão me comer também.
E ele fez isso, e eu senti algo difícil de explicar com palavras.
ter minha buceta e meu cu cheio de pau foi uma explosão de prazeres, dores e desconforto. mas ao mesmo tempo era uma delícia.
depois comecei a curtir cada vez mais.
aí trocaram de lugar e papai metia na minha buceta e meu irmão no meu cu.
algo que ele queria, mas papai até aquele momento.
depois de vários orgasmos. meu papi gozou enchendo minha buceta.
enchendo ela por completo.
Minha buceta cheia de porra escorrendo enquanto meu irmão me comia o cu. Depois de umas boas bombadas, meu irmão terminou descarregando todo o sêmen dele.
Minha raba também ficou cheia.
Dos meus buracos escorria a porra dos meus males. Os dois me beijavam e me davam muito amor.
Logo eu transava com toda a família.
Adorava ser a putinha de todos.
Com a mamãe a gente passava momentos gostosos.
de intimidade com sexo lésbico. e também as duas adorávamos ser comidas juntas.
Nós duas adorávamos compartilhar tudo. Aproveitar ser uma família normal
e o sexo todo mundo junto.
E as camas de casal eram a melhor parte de tudo.
onde nós duas éramos saciadas de prazer e carinho de família.Quando meu tio chegou, recebi ele com felicidade.
E ele me parabenizou por minha união à família.
Não via a hora de me provar.
Depois de comer de boa, fomos pra piscina. O tio aproveitou pra dar um mergulho porque a água tava muito fria.
E cada um foi pro seu canto: a mamãe e a tia foram pro quarto com meu irmão.
O papai e minha prima na cozinha, comendo sorvete.
De novo eu, sozinha.
Passei pelo quarto e ouvi as duas lá dentro com meu irmão.
Quando passei pela cozinha, minha prima já tava fazendo a dela com o papai.
Então fui direto pro banheiro. Bem na hora que o tio saía do chuveiro enrolado na toalha.
Carlos: Oi, sobrinha, veio me buscar?
Como você tá gostosa.
Yesi: Sim, tio, me deixaram sozinha, todo mundo ocupado.
Parece que nos deixaram de lado.
Carlos: Melhor assim, pequena, assim não divido você com ninguém.
A gente se beijou e se acariciou.
Sem perder tempo, meu tio sentou no cesto de roupa suja, me levantando sem esforço.
onde ele comeu minha buceta e brincava com meus peitos. já tá pronta pra ser comida.
eu me abaixo e tiro minha calcinha. e a toalha dele caía no chão.
enquanto eu me posicionava, pronta pra ser comida.
Nunca imaginei que atrás de mim tinha algo mais que meu tio.
O pau dele era enorme.
Mas só percebi quando já era tarde.
Só de sentir a cabeça dele na minha buceta, notei que vinha algo que nunca senti antes.
O pau dele me fez gritar, não dava pra comparar com nada.
Mais comprido que o do meu pai e mais grosso que o do meu irmão.
Minha buceta sentiu como se estivesse sendo desvirginada de novo.
Com aquela porra enorme dentro de mim, meus orgasmos foram violentos e um atrás do outro. Ele me levou pro quarto e me comeu de novo, mas dessa vez com tudo.
Mas já acostumada com aquele tronco de carne lindo, mostrei minha habilidade cavalgando.
E, mesmo sem conseguir acreditar, me senti muito puta e pedi pra ele meter no meu cu. Algo que eu sabia que ia doer muito mais.
Mas pedi mesmo assim.
Meu tio, sem piedade, meteu até o fundo, quase desmaiei. Me fez gritar tanto que minha buceta não aguentou.
Aceitando que era demais pra mim.
Ele me encostou no guarda-roupa e me comeu de pé — uma experiência única pra mim, me deu um puta prazer.
Minha tia entrou no meio do fodeção descomunal, talvez guiada pelos meus uivos de prazer.
Ela ficou só observando. Sem incomodar.
Me vendo aproveitar o marido dela.
Quando meu tio chamou ela, entrou na brincadeira de me tocar.
E até dividimos o gozo dele.
Nós duas nos beijamos com o esperma quente do meu tio na minha boca. Depois disso, foi tudo uma loucura.
Eu me entreguei ao sexo com a minha família.
Aproveitando os prazeres da casa. Passávamos as noites peladas e curtindo cada pau que parava ao nosso redor.
todos contra todos e era algo muito quente e prazeroso. as três sendo comidas juntas ou separadas.
mas ninguém ficava sem sexo.
A noite terminou com minha formatura na festa da família. Onde meu tio e meu pai gozaram num copo, e meu irmão também.
E depois me deram pra beber.
Tradição que a mamãe, a tia e minha prima fizeram. Que me parabenizaram.
Enquanto eu tomava o esperma dos três. Papai preparava o brinde.
No cu da minha prima.
e cada um bebia da taça da bunda da minha prima. que servia de bandeja enquanto eu tomava o meu.
bem na hora que terminei.
também me tocou uma taça de champanhe
bem a tempo de descer a porra dos três.
Brindamos juntos, todos pelados. Isso me dava a chance de continuar nas orgias em família.
Fui aceita como mais uma puta da família.
Foram momentos inesquecíveis, cheios de amor e prazer familiar.
FIM.
P.S.: Espero que vocês curtam meu relato.
É minha história e espero receber muitos comentários e pontos, por favor.
Quero ganhar o prêmio.
Beijos...
Atenciosamente: Yesi_ Maury-só-eu
4 comentários - Confesiones: morbosas historias de mis amigas 17 con gifs.