Minha iniciação sexual com a mãe dos amigos

Minha iniciação sexual com a mãe dos amigosComo era de esperar, depois que tive meu primeiro encontro sexual com dona Lucre, a gente já começou a ter conversas mais abertas sobre sexo. Ela me contava que o marido não beijava ela quando fazia amor e que era muito frio com ela. Imagino que a maioria das mulheres mente nesse aspecto, porque não consigo acreditar que ter 4 filhos (2 homens e 2 mulheres) não tenha feito ele meter forte na buceta dela. O que eu pensava era que eu era tipo uma sobremesa pra ela, levando uma vida que já não era tão solitária, porque ela ainda tinha uma filha pequena morando com ela — os filhos mais velhos já tinham ido pra faculdade — e o marido trabalhava muito, aparecendo em casa de vez em quando. No fim das contas, essa relação era uma delícia pra mim, porque foi meu despertar sexual, e o que é melhor do que começar com uma coroa bem dotada de tudo, gostosa, peitos de bom tamanho, uma rabuda descomunal que era o maior atributo dela, e com um jeito brincalhão e muito fogosa? Pra mim, era o sonho de todo jovem: comer a mãe dos meus amigos.

Depois do primeiro encontro na casa dela, combinamos de nos ver num parque às 6 da manhã pra ir pra um motel transar. Vocês sabem, às vezes sair de casa dá mais emoção ao negócio, e foi assim. Ela disse pro marido que ia no hospital fazer um check-up médico, sabe, com a desculpa do Papanicolau que já tava na hora de revisarem o forno dela 😁😁😋. E nesse aspecto, eu era o encarregado de fazer a inspeção visual e depois tirar uma amostra dos fluidos dela 🤭🤭. Pois foi assim que fizemos: passei pra buscá-la na minha caminhonete, na época uma Nissan de caçamba. Como ela não podia ser vista, sentou de lado e ficou com o rosto nas minhas pernas. Sabem, era uma situação engraçada. Já a caminho do motel, eu dizia: "Não tá sentindo o cheiro da minha pica?" Ela respondia "seu safado" e ria, mas no fundo tava se deliciando e me dizia: "Vai me dar do seu leite, meu menino?" Eu respondia: "Aos fatos me remeto, minha rabuda."

Chegamos no motel, e naquela época era uma cortina. de lona que corria para o lado e aí você entrava e fechava a cortina de novo. (ano 2000) e ela, super nervosa, me perguntou: "já posso descer? ninguém vai me ver?" e eu falei: "sai, já era, sem problema" e foi assim que ela fez. Entramos no quarto do motel, lá dentro só nos davam 2 horas por 300 pesos, e eu falei: "vamos nessa, pra que a gente veio". Aí fui tirar o sutiã dela, a saia e a calcinha, e ela, toda mansa, deixou, levantando aquelas pernonas. Comecei o serviço e falei: "tira minha roupa". Ela começou a tirar minha camisa e beijar meus peitorais, dava pra sentir que ela tava bem tesuda. Aí ela desceu meu zíper da calça e começou a puxar pra baixo, enfiou a mão na minha cueca e começou a acariciar minhas bolas e meu pau, que já tava mais duro que a crise econômica 😁😁. Ela começou a bater uma com um pouco de força, e eu falei: "calma, vai machucar meu pau, vai mais devagar". Ela já tinha puxado o prepúcio e o freio, deixando minha glande à mostra, brilhando que nem um diamante, por causa da lubrificação da excitação. Começou a brincar com meu pau e falava: "ai, meu menino, vai me encher de leite, quero um filho seu". Era impossível, porque ela já tinha operado depois da última filha, que na época tinha uns 7 anos, mas como a menina tava na escola, dava tempo dela sair de puta comigo. Aí a gente se pegou e começou a se beijar que nem dois tarados, que era o que a gente era naquele momento. Eu acariciava ela de cima pra baixo, tocando os braços dela e aquela bundona, que era o que mais me excitava. Ela falava baixinho e dizia: "ai, meu menino, que gostoso você me toca". E eu, na minha, me aproximei dos peitos dela e comecei a chupar que nem um bebê com fome, mordia os biquinhos e sentia que saía um gostinho meio salgado, e escorria não sei se um líquido. Quero imaginar que era leite, mas era gostoso. Pela excitação, ela gemia e beijava meu pescoço e meus peitorais. Depois, deitei ela na cama e aí a gente ficou na mesma altura, a dela... minha buceta ficava na mesma altura que meu pau, e aí a gente já se beijava com mais safadeza e começava a ter mais contato com a pele dos nossos corpos. numa dessas, eu enfiei o pau nela e ela fez uma careta de quem sentiu bem no fundo da intimidade dela e começou a gemer, e aí eu comecei a mexer mais meus quadris. uma parada que eu tenho é que começo devagar e depois acelero numa rapidez que ela gemia cada vez mais, pedindo pra eu parar porque sentia um monte de sensações no corpo. e nesse vai e vem de quadris, o celular dela tocou (naquela época era uns cacauzinho), e eu fiz uma cara de puta que pariu 🙄😒 porque cortou minha inspiração de estar metendo nela, e ela atendia como se nada. que facilidade que as mulheres têm pra mentir em certas situações, e de sacanagem eu comecei a penetrar a buceta dela e já sabe, começou a fazer aquele pluff pluff pluff de onde entrava e saía meu pau bem lubrificado, e ela meio que mudou a voz e disse: "tô no hospital, daqui a pouco vou pra casa", e eu continuava metendo na carne dela e beijando as costas dela, e ela se contorcia mas ao mesmo tempo continuava falando no telefone. até que ela desligou a chamada e me disse: "ah, menino, você passou dos limites fazendo isso enquanto eu falava", e eu falei: "você já sabe a que viemos, e o dono do hotel não liga se você vem pra trepar ou conversar, ele já cobrou o quarto e a gente tem que aproveitar o que paguei pelas duas horas". e aí continuamos trepando e o tempo acabou, e a gente nem tomou banho. levei ela até a caminhonete, deixei ela em outro ponto da cidade e dei dinheiro pro táxi ela voltar pra casa. eu, enquanto isso, fiquei dando voltas por aí pra chegar mais tarde em casa. vou continuar contando minhas histórias mais pra frente, porque com essa mulher vivi um monte de aventuras, a ponto dela querer largar o marido e fugir comigo, mas isso é outra história. salve, leitores 🖐️😎

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