Mi vecina de enfrente

Essa é uma história que aconteceu comigo umas duas semanas atrás. Sou um cara de 23 anos, de uma cidade pequena em Honduras. A questão é que, há uns meses, uma família nova se mudou pro bairro, e minha família, sendo bem amigável, foi dar as boas-vindas. Foi nessa ocasião que conheci a Marisela, uma morena gostosa pra caralho, pernas lindas, uma bunda maravilhosa e uma cara de puta safada. Quando a conheci, começamos a nos dar bem e fizemos uma amizade — ou pelo menos era o que ela pensava. Um dia, saímos pra jantar a pedido dos meus pais e dos dela, porque ela não tinha com quem sair e os pais eram rígidos, já que ela é bem provocante e adora transar. E, aparentemente, comigo eles acharam que seria diferente. A garota adorava andar pelo bairro com roupas sexy, e com aquele bundão de dar inveja, dava vontade de comer ela na hora.Mi vecina de enfrenteNa noite que saímos pra jantar, levei ela num restaurante-bar, comemos e bebemos um pouco, aí ela me fala: "M- ei, quero sair pra dar uma volta". Eu: "Tá bom, gostosa, mas é noite, conheço uns lugares, mas não sei se você vai gostar". Ela: "Me leva, quero sair". Eu: "haha, ok".

Saímos do restaurante-bar, comprei umas cervejas e umas frituras pro caminho, e fomos na minha moto até um mirante perto da cidade, onde dava pra ver ela toda. Naquela hora, só tinha nós dois e um carro um pouco perto. Quando olhei direito, reconheci: era o carro de um amigo meu que tava comendo alguma mina. Ela: "Ei, aquele cara ali não parece confortável com a gente chegando". Eu: "Relaxa, é meu amigo, deve tá comendo alguma garota. Já já ele entra no carro e come ela". Marisela me olhou surpresa, como quem diz "não acredito que ele vai fazer isso". Nessa hora, meu amigo percebeu que era eu ali, não ligou, entrou no carro e em poucos minutos começamos a ouvir os gemidos da mina sendo comida por ele.

Ela: "Caralho, teu amigo manda bem, hein. Essa mina vai embora feliz". Aí Marisela se encostou em mim por causa do frio e, sutilmente, esfregou as tetas lindas dela no meu peito. Olhei pra ela, só sorri, e ela falou num tom de brincadeira: "Ei, e teu amigo não fica com vergonha de saber que a gente tá aqui e ele tá comendo gostoso aquela mina?" Eu: "haha, relaxa, ele não liga. Dá até pra gente chegar mais perto e curtir o show". Ela: "Hmm, interessante".

Peguei ela pela cintura e, bem devagar, nos aproximamos do carro. Os vidros estavam abaixados e, escondidos pela escuridão, vimos meu amigo dando uma fodida violenta numa magrinha de bunda redonda. Ele tava de quatro, metendo forte e fundo, e a mina gemia e pedia mais e mais, e ele não negava. Num momento, ele percebeu que a gente tava olhando, só sorriu e continuou no serviço. Mudou de posição e colocou a magrinha pra montar nele, e ela cavalgava tão gostoso que a buceta dela escorria os sucos. Ela estava banhada em suor, ofereceu os peitos morenos e perfeitos pro meu amigo, que se esbaldou neles. Sem parar de montar nele, a magrinha entre gemidos dizia: — Maldito filho da puta, sou prima da sua namorada e você não tá nem aí pra isso, tá me comendo. Ouvindo isso, meu amigo pegou ela pela cintura e enfiou a rola o mais fundo que pôde e disse: — Puta, quem te deu permissão pra falar? Vou te dar pica até você não aguentar mais. Enquanto isso, Marisela se tocava nos peitos e colava a bunda na minha rola cada vez mais, e foi andando até minha moto, que tava a uns 10 metros do carro, e me disse: — M: Essa mina tem sorte. Eu tô há dois meses sem transar por causa do bosta do meu namorado, pau pequeno, não quer vir me ver. Eu: — Foda-se seu namorado. Peguei ela pela cintura, dei um beijo e soltei, dando dois passos pra trás. Ela ficou me olhando com cara de tesão e disse: — M: Dá pica, pai, quero que me coma gostoso e arrebente minha buceta de porrada. Ela se jogou em mim, eu levantei ela segurando a bunda enorme dela e dei um beijo. Quando eu tava prestes a levantar o vestido dela, ouvimos do carro um grito: — Isso, cachorro, enche minha buceta de porra, quero tudo! E depois ouvimos um gemido forte da magrinha. Olhei pra Marisela e falei: — Eu quero que você chupe minha rola pra depois arrebentar essa sua buceta. Feliz, ela se ajoelhou, puxou minha pica pra fora e começou a chupar com fome e desespero. Ficou assim por uns 10 minutos, e quando ela se levantou pra subir o vestido, caiu uma ligação no celular dela da mãe, perguntando por que a gente não tinha chegado e que queria ela em casa em 10 minutos. Frustrada, ela me disse: — M: Pai, te devo a foda. Me deixou com vontade, acredita que quero que você encha minha buceta e meta no meu cu e me parta ao meio, mas se eu não chegar agora, não vamos poder sair outra vez. Frustrado e resignado, liguei a moto. Antes de ir, meu amigo veio todo rindo e disse: — Se eu soubesse que você vinha, teria trazido outra pra você ver como se come uma. Mulher: Eu teria te ensinado, mas fica pra outra hora. Quando chega em casa, ela me diz: "M— gosto do teu pau e já quero ele dentro de mim. Te aviso quando a mamãe sair e você vem me partir ao meio, papai." Tem muito mais pra contar. Se pedirem a parte dois, eu conto, porque isso é só o começo das fodas nessa puta engolidora de porra.

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