Somos um casal que tá junto há 10 anos, ela se chama Lorena e eu Tony, entre nós não tem segredo. Desde o começo eu expliquei meu tesão em me vestir de mulher e comecei a compartilhar isso com ela. Quando começamos a morar juntos, dividíamos as roupas dela, os dois temos o corpo e a altura mais ou menos iguais. Em casa, eu sempre andava vestida de mulher e sempre maquiada, já fazia anos que me maquiava e, com meu cabelo liso comprido, passava por mulher. Em casa, éramos Lorena e Michelle, e assim transávamos. Desde que fomos morar juntos, sempre transei com ela vestida de mulher. Com o tempo, foram entrando brinquedos só pra ela, mas com o tempo aqueles consolos acabaram fodendo meu cu, mas isso só rolava em casa, nunca saí vestida na rua. Com o tempo, Lorena foi tomando as rédeas e acabei fazendo o que ela sempre queria, virei a submissa complacente dela. Um dia, enquanto eu tava de joelhos chupando a pica que tava no arnês dela: — Michelle, você já é toda uma expert chupando pau, gosta de me ter assim, né? — Sim, Lorena, me deixa muito molhada. — Você devia provar uma pica de verdade, tenho certeza que ia adorar, e eu adoraria te ver assim de joelhos com um bom pau na boca. — Que isso, cê tá louca? — Sim, hahaha, você já sabe. Vem, minha putinha, de quatro que tô com vontade de te foder. Obedeci a Lorena e ela começou a me foder. — E isso também devia provar com um de verdade, é incrível sentir um bom pau enfiado no cu. — Porra, Lorena, que pensamentos hein. — Você já sabe, sou muito pervertida e ficaria com muito tesão de te ver assim, sendo a putinha de um homem. — Isso você nunca vai ver. — A gente vai ver. Um dia de julho, as duas em casa: — Michelle, que tal se sábado a gente passar um dia de mulheres, sair as duas pra jantar e dar uns bailes à noite? — Você sabe que eu não saio assim na rua. — É que eu queria sair assim as duas, qual o problema de não querer sair de mulher? — Fico com vergonha que gente, me olha.
— Mas por quê? Olha, você parece uma mulher, não dá pra perceber que é homem.
— Não quero sair assim.
Ela ficou insistindo a semana toda e no fim eu aceitei. Chegou o sábado, nós duas nos vestimos com minissaia preta, roupa íntima de renda, fio dental e sutiã combinando, escondendo meus peitos postiços, camiseta preta e salto alto. No meio da tarde, saímos de casa pra dar uma volta antes do jantar.
— Como você tá se sentindo, Michelle?
— Tô nervosa.
— Relaxa, viu? Não tá acontecendo nada.
— É, mas sinto os olhares de mais de um homem e isso me deixa nervosa.
— Normal, Michelle. Somos duas pedaços de mulher.
Com o passar da tarde, fui me acalmando. Jantamos as duas tranquilas num restaurante e depois fomos pra um bar musical que a Lorena disse que o João, um colega do trabalho, tinha falado muito bem. A gente tava sentada tomando um cuba-livre quando entraram dois homens, e a Lorena levantou, acenando com a mão.
— Olha, Michelle, aquele é o João, meu colega, e um amigo dele. Marquei com eles pra nos levar pra balada.
— O quê? Você não me falou nada disso.
— Se eu falasse, você não vinha.
— Como é que a gente vai com dois homens pra balada?
— Não vejo nada de estranho nisso. Somos duas mulheres e eles são homens.
— Peraí, o que você tá tramando?
— Nada, só quero que você tenha a experiência de sair como mulher pra balada em boa companhia.
— Tá, mas no primeiro sinal de merda, eu vazo.
— Vale, mas fica tranquila, não precisa acontecer nada que você não queira.
Eles se aproximaram de onde a gente tava.
— Oi, João, como cê tá?
— Muito bem, Lorena, e você?
Eles se deram dois beijos.
— Essa é a Michelle, minha amiga que eu te falei.
— Oi, Michelle.
— Oi.
Eu não sabia como cumprimentar, mas foi ele quem se aproximou e me deu dois beijos, e depois nos apresentou ao Henrique. Eles sentaram um de cada lado, ficando a gente no meio e o Henrique do meu lado. Pediram quatro cubas-livres e pagaram eles. Quando saímos do lugar, acenderam um baseado de maconha que a gente fumou os quatro, e no carro deles cheiramos umas carreiras a caminho de outra balada. Eu fiquei atrás, junto com o Henrique. Fui Nervosa, mas entre o vinho do jantar, os dois cubas-libres e o resto, logo me desinibí. Depois de um tempo no bar e mais dois cubas-libres que o Enrique pagou e eu tomei dançando, sentei pra tomar o último gole do segundo e descansar um pouco. Tava bem alegre já. O Enrique sentou do meu lado e a gente ficou um tempo conversando. — Michelle, quer mais uma carreira? — Uhum. — Espera, vou falar com o João pra ver se eles querem e a gente vai pro carro. — Valeu. — Eles disseram que não, pra gente ir nós dois. Quase não fui sozinha com ele, mas tava tão feliz que precisava cheirar uma. A gente sentou no banco de trás, ele fez duas e a gente cheirou. Sem perceber, e rápido, ele me pegou pela cabeça e me beijou na boca. Não esperava e não soube o que fazer pra evitar, e deixei ele me beijar. — Ei, eu não sou... — E fiquei sem graça, sem saber o que dizer. — Já sei que você não é mulher, tudo bem, não gostou? — É que eu não gosto de homens. — Tem certeza? E vem sozinha com um homem pro carro? — Vim pelo que a gente cheirou. — E você é tão ingênua que não esperava nada? — Pois é, não esperava. — O que você acha, que vou te convidar sem receber nada em troca? A gente não sai do carro até você me chupar. Enquanto falava isso, ele tirou o pau pra fora e empurrou minha cabeça pra baixo. — Cara, quem você pensa que é? Me deixa, quero sair do carro. — Nada disso, boneca. Ele continuou empurrando minha cabeça pra baixo, era muito mais forte que eu, e já tava com o pau colado na minha cara e boca. — Vamos, gatinha, abre essa boca e começa a chupar. Quando chegou nesse ponto, a submissa que tem em mim apareceu. Me excitava que o Enrique me dominasse e me forçasse. Peguei o pau dele com uma mão e levei à boca, e comecei a chupar. No início, fiquei meio com nojo, mas depois gostei. — Parece que você gosta, Michelle. — Mmmmm, sim. — Sabia que você era uma putinha. Com uma mão, ele forçava minha cabeça pra baixo, fazendo o pau inteiro entrar na minha boca. — Isso, que gostoso você faz, gatinha. Não para agora que vou gozar. Tentei tirar o pau da boca quando senti que... Ele ia gozar. — Nada disso, vadia, essa porra toda é pra você. E empurrou minha cabeça pra baixo enquanto minha boca enchia de porra quentinha que tentei engolir como dava. Quando soltou minha cabeça, eu tinha a beirada da boca toda melada da gozada do Enrique. Me limpei com um lenço de papel e fomos pro bar, ele pegou na minha bunda, mas não deixei. Assim que entrei, fui direto pro banheiro lavar a boca com água, mas a Lorena veio atrás de mim. Disfarcei e entrei num dos banheiros pra fazer xixi, ela entrou comigo. — Cês demoraram hein, Michelle, só cheirou uma carreira ou meteu mais coisa? — Só uma carreira. E quando falei, ela me deu um puta beijo de língua. — Sei não, sua boca tá com gosto de pica. — Kkkk, tia, você é uma tarada. — Acho que não, e ainda tenho provas de que você chupou ele. Ela pegou o celular e me mostrou um vídeo onde eu aparecia dentro do carro chupando o Enrique. — Dá pra ver clarinho que é você com a pica na boca. — De onde você tirou esse vídeo? — Fui eu que gravei, fui até o carro e te peguei assim, te filmei. — Sua vadia. — Mais vadia é você, que chupa pica do primeiro cara que conhece. — Bom, não sei o que rolou, mas apaga o vídeo. — Kkkk, tá sonhando. Você me deixou com muito tesão quando te vi assim, e eu também tô afim de chupar uma. — Então vamos pra casa e você chupa a minha. — Não, Michelle, não. Vou chupar a pica de um homem de verdade, pra mim hoje você é só mais uma mulher. — Mas amor, vamos pra casa e larga isso. — Hoje à noite eu preciso de um homem, e você também, e eles estão lá fora esperando. Dito isso, ela saiu do banheiro sem falar mais nada. Quando cheguei onde eles estavam, ela já tava se pegando com o Juan, tocava uma música calma pra dançar bem juntinhos. Fui direto pro balcão pedir outro cuba-libre, quando ia pagar, o Enrique chegou. — Gata, deixa que eu pago. — Não, eu pago. Quer um? — Quero, mas não vou deixar você pagar. No fim, ele acabou pagando, e a gente sentou na frente da Lorena e Juan. —Porra, não acredito que ela tá fazendo isso comigo. —Vou te falar uma coisa, Michelle. —O quê? —Tudo isso hoje foi armado por ela com o Juan: a saída, o boquete no carro — que, aliás, ela disse que você não teria coragem — e te forçar a ir pra casa. —Ahhh, é? —Sim, ela me contou todos os seus gostos, como vocês transam em casa, seu jeito de ser, que você é bem submissa como mulher. —Que foxy de merda. —Ela queria te testar com um homem, e esse sou eu, mas disse que você não aceitaria, que não gosta de caras. —Então ela quer me testar? Pois é, acho que vou passar no teste. Já que você é meu homem, aqui estou eu, sou sua mulher. Pode me tirar pra dançar agora. Levantei, peguei na mão dele e o levei pra pista. Enrolei os braços no pescoço dele e, sem pensar, beijei ele na boca. —Sou toda sua. Deixa essa foxy ver do que sou capaz. —Isso você tá fazendo por você ou por ela? —Boa pergunta, hahaha. —Acho que é por você. —Quer que eu fale a verdade? —Claro. —Nunca tinha pensado em ficar com um homem, e no carro me senti humilhada, mas gostei de você me forçar daquele jeito. —Então você gosta de ser dominada. —Sim. Até agora, eu gostava que a Lorena me dominasse, mas com você foi melhor do que com ela. —Então tenho aqui uma mulherzinha submissa e obediente. —Sim. —Vou te testar pra ver se é tão obediente assim. Se for, hoje vou fazer de você uma verdadeira mulherzinha. Ele me levou pro fundo, que tava mais escuro, e continuamos dançando bem colados. —Vamos ver se é verdade. Abaixa uma mão, enfia dentro da minha calça e massageia minha rola enquanto a gente dança. —O que o senhor mandar. Enfiei a mão, peguei nela e comecei a acariciar. —Já vi que você é uma garota bem obediente. Essa noite você vai ficar bem satisfeita com essa rola. —Sabe, a Lorena tem a fantasia de me ver sendo a puta de um homem. —Ahhh, é? —Sim, e vou realizar essa fantasia dela hoje com você, mas vou impor uma condição: não quero vê-la com outro homem. —Como você vai fazer? —Deixa eu falar com ela, mais. Tarde vou brincar com essa rola. Parei de dançar e fui até a Lorena. — Vem comigo pro banheiro, Lorena, a gente precisa conversar. — O que você quer? Juntas no banheiro. — Lembra que você disse que adoraria me ver de joelhos na frente de um homem e de quatro sendo a putinha dele? — Sim. — Então vou realizar sua fantasia, mas com uma condição. — Fala. — Se você quer me ver assim, a gente tem que ir pra casa agora, mas o Juan não pode vir. Não quero te ver com outro homem. — Isso é chantagem. — Não é chantagem, é que não suporto te ver com outro cara. — Só hoje quero ficar com um homem de verdade. — Eu também sou, não acha? — Olha no espelho. Um homem estaria agora vestido assim e pensando como qualquer outra mulher? — Tá, como quiser. Mas se você for com o Juan, fica com ele. Nossos caminhos vão ter que se separar. — Tá bom, aceito. Não quero te perder, mas não acho justo. — Sem as minhas condições. Então fala pro Juan que a gente vai pra casa e eu fico com o Enrique. Encontrei o Enrique duas ruas acima, ele chegou alguns minutos depois, pegamos um táxi e fomos pro nosso apartamento. — Agora você me tem aqui, como queria, na frente de um homem. A fantasia é sua, manda o que você quer que eu faça. Vou fazer tudo que você pedir. — Hummm, vestidinha de menina, sempre tão submissa. Acho que isso vai ser divertido. Vamos ver por onde começar. Enrique, desabotoa a saia dela e deixa cair no chão, e tira a camiseta da sua putinha. Deixa ela de calcinha. Fiquei na frente dele só de lingerie. — E agora você, Michelle, despe o seu homem enquanto acaricia o corpo dele. Passa a mão no peito dele, vai descendo devagar até desabotoar a calça e tirar. — Sim, Lorena. — Você tá indo muito bem, Michelle. Ajoelha e acaricia esse volume por cima da cueca. Olhei pra Lorena enquanto comecei a acariciar aquele volume que começou a crescer rápido, e Lorena acariciava minha cabeça. — Muito bem, você é uma raposinha boa e obediente. Tira a cueca dele. Tirei a cueca e apareceu uma rola bem ereta e dura. — Que rola gostosa você vai a comer pela segunda vez, Michelle. Dizia isso enquanto ela a pegava com uma mão e com a outra empurrava minha cabeça pra baixo, e eu, gostosa, abri minha boca e comecei a chupar, enfiando inteira na boca. — Não tão rápido, putinha, brinca com a pontinha com esses lábios vermelhos tão bonitos que você tem, sei que tá ansiosa pra chupar ela inteira, mas aprende a aproveitar, passa a língua por toda ela por fora, chupa as bolas dele. Eu ia fazendo tudo que ela mandava, e aí percebi que ela tava me gravando com o celular. — Não me grava. — Cala a boca e continua chupando, foxy, é só pra você se ver e saber o quão puta você é, quando for gozar avisa o Enrique. Continuei chupando e enfiando ela inteira até a garganta. — Uff, vou gozar. — Para de chupar, putinha, e abre a boca olhando pro seu homem, Enrique, bate uma punheta e goza na cara dela. — Toma seu gozo, foxy. Recebi gozo na boca, bochechas, olhos, tudo. — Que linda você tá com essa carinha de puta cheia de gozo, agora volto, não se mexe, pega o Enrique, continua gravando a cara da sua puta. Ela voltou em menos de um minuto com um espelho na mão e me fez olhar. — Gosta de se ver assim, tão foxy? — Sim, Lorena. — Sabia, agora junta todo esse gozo com os dedos e vai enfiando na boca, mas não engole ainda. Olhando no espelho, fui juntando tudo e enfiando na boca enquanto ela continuava gravando. — Que gulosa você é, hora de engolir esse gozo tão desejado. Fechei a boca e engoli. — Muito bem, putinha, abre a boca e mostra pro seu homem que você engoliu tudo, e agora vamos pro quarto, deita na cama com ele e começa a chupar de novo, é hora de deixar o soldado firme outra vez. Não demorou muito pra ele ficar bem duro de novo. — Michelle, já é hora de ficar de quatro e abrir as pernas, e seu homem te dar uma boa fodida e fazer de você uma verdadeira foxy. Mesmo com medo, fiquei de quatro esperando como uma putinha no cio que o Enrique afastasse minha calcinha fio dental pro lado, lubrificasse bem meu cu Senti a pressão da pica abrindo caminho, embora tenha doído um pouco, entrou inteira com facilidade enquanto a Lorena gravava tudo com o celular. O Enrique me segurava pela cintura e os movimentos dele iam acelerando enquanto eu só gemia. — Cê gosta, né, putinha. — Hummm, siiiim. — Te falei que você ia gostar de uma pica de verdade. Agora vou deixar vocês a sós, vou dormir. Boa noite, tenho certeza que você vai aproveitar, Michelle. Ah, e Enrique, fica pra dormir com ela, aposto que ela vai querer dormir abraçada no homem dela pelo resto da noite. Depois de gozar umas duas vezes, apaguei do lado dele de calcinha e sutiã, e ele completamente pelado. Acordei perto das 11 horas, colada nele e com a mão dele na minha cintura. Acordei confusa com o que tinha rolado — me entreguei totalmente a um homem e não me sentia desconfortável, pelo contrário, me sentia bem, grudada no corpo nu dele. Ele acordou enquanto eu olhava pra ele, com uma ereção matinal que eu sentia na minha cintura, a pica dele colada em mim, e eu não conseguia evitar de olhar pra ela. — Bom dia, Michelle. — Bom dia. — Dormiu bem? — Sim. — Cê não tira o olho do meu rabo, parece que cê gosta. — Não sei por que me atrai ver ele ali, tão duro. E sem pensar, peguei ele com a mão e comecei a acariciar. — Cê é bem gulosa, hein. Por que não prepara um café pra mim enquanto vou no banheiro, e depois, se quiser, brinca um pouco com ele. Levantei, peguei um roupão de cetim da minha namorada e vesti, fui no banheiro e depois fui preparar o café pro Enrique. A Lorena estava na cozinha tomando café da manhã. — Bom dia, Michelle. — Bom dia, Lorena. Fui dar um beijo na boca dela, como toda manhã, mas ela me deu dois beijos na bochecha. — Esses beijos, o que foi? — Não, querida, os beijos na boca eu guardo pro meu homem. — Eu não sou seu homem? — Você? Olha como você tá vestida e maquiada, só vejo uma mulher. Meu homem vai ser o Juan. — Para com essas bobagens, já te falei ontem que não gostei da ideia de você ficar com ele. Eu realizaria sua fantasia com Em troca disso. — Olha esses vídeos que gravei, sua puta, dá pra ver você chupando uma rola e sendo fodida como uma vagabunda. — Fiz isso por você. — Se hoje eu não foder com o Juan, esses vídeos podem acabar sendo vistos pelas suas duas irmãs, pra elas verem que têm outra irmã bem puta. — Mas por que você faz isso comigo? — Porque eu quero um homem de verdade. E depois ele vai vir comer com a gente, e vamos passar o dia juntas com nossos respectivos parceiros: eu com o Juan e você com o Enrique. Ele gosta de você, e me deixa com muito tesão ver você com ele. Senão, já sabe, tenho uns vídeos que posso mandar. Naquele momento, o Enrique entrou na cozinha. — E aí, gata, tem meu café pronto? — disse ele enquanto me pegava por trás, passando a mão na minha bunda e virando minha cabeça pra me dar um beijo de língua que me fez sentir frágil, e eu correspondi com gosto. — Aqui está, Enrique. Tomamos o café e eu falei que ia tomar um banho. Fiquei matutando tudo na cabeça, mandar tudo pra merda, mas me senti tão bem quando o Enrique me beijou na cozinha que, por outro lado, tava morrendo de vontade de repetir o que rolou naquela noite. Escolhi vestir um conjunto de calcinha e sutiã rosa rendado e um vestido curto branco justinho pra ficar bonita pro Enrique. Tomei banho, me maquiei bem e saí pro quarto onde a Lorena estava. — Pra quem você se arrumou tão gostosa? Pra mim, não, né? Certeza que é pro Enrique. Tenho certeza que esse homem te deixa louca. — Só pra passar o dia. — É, claro. Já sabe que vai passar com ele e no final a gente se ajeita pra eles. — Vou te falar a verdade: me vesti pra ele sim. Você armou tudo isso achando que eu não ia ter coragem, e eu adorei chupar a rola do Enrique e sentir a rola dele entre minhas pernas me fodendo. Quero sentir de novo. Então, se você quer foder com o Juan, foda-se. — Pois é, eu preparei tudo e também é verdade que pensei que você ia recuar na hora H. E me decepcionou muito que você pudesse foder com o Enrique e eu não pudesse deixar rolar com o Juan. — Eu nunca te quis. Ver outro homem e você a mim, sim, e sabe de uma coisa? Eu gostei mais de chupar o pau dele do que a sua buceta. — Pois é, tá tudo dito então. Você é feliz chupando pau e eu também vou ser. Então pode ir com o Enrique, que tá na salinha. Agora eu saio e a gente faz comida pra eles. Queria dar a impressão de que tava brava porque ela queria ficar com o Juan, mas eu não tirava o Enrique da cabeça, pensando em como ele ia me tratar como uma putinha submissa. Então fui até ele, sentei toda carinhosa do lado e acariciei o peito nu dele. — Quer tomar algo enquanto preparo a comida? Aqui está sua menina pra te servir. — Então me traz uma cerveja. Levei a cerveja, ele me esperou de pé, pegou na minha bunda e me deu um beijo, enfiando a língua até minha garganta. — Vai, menina, vai fazer seu serviço. Vê o que você vai me fazer de comer, que a sobremesa eu vou te dar. — Disse ele, se tocando entre as pernas. — Mmmm, vou comer tudo. — Não duvido, sua vadia. A gente tava fazendo uma paella, eu e a Lorena, quando tocaram a campainha. O Enrique abriu, era o Juan. Ele entrou na cozinha, me deu dois beijos e agarrou a Lorena, dando um beijo longo na boca dela. Eu olhei com ciúme, enquanto o Enrique me segurava por trás. — Esquece ela, menina. Agora você é minha, e a Lorena é do Juan. Ele não me deixou nem responder e começou a me beijar na boca. Aquela situação, nós duas nos beijando com dois homens, uma do lado da outra, me excitou. — Bom, menina, depois a gente continua. Me traz outra cerveja. — Vou, amor. Mais tarde, a gente comeu cada uma sentada do lado do nosso homem. O Enrique de vez em quando acariciava minhas pernas, o que me mantinha excitada. Depois de comer, um tempinho de conversa entre os quatro, até que o Enrique pegou minha mão e levou até a virilha dele. O pau dele já tava pra fora. — Menina, começa a bater sua sobremesa. Comecei a punhetar ele ali mesmo na mesa. A Lorena me olhava sorrindo, enquanto eu via ela levar a mão até a virilha do Juan. — Para de ficar de olho no outro casal e enfia debaixo da mesa. mesa e come sua sobremesa. Submissamente, me levantei, olhei de relance para a Lorena, que me olhava sorrindo, e me meti debaixo da mesa e comecei a chupar o pau dela. Um momento depois, eu e a Lorena estávamos roçando a bunda uma na outra, as duas debaixo da mesa com paus na boca. Enquanto eu chupava o pau do Enrique, ele acariciava minha cabeça e empurrava pra baixo, fazendo a rola chegar no fundo da minha garganta. — Que gostoso que você faz, putinha, assim até o fundo, se prepara pra engolir o leitinho gostoso que seu macho tem pra você. Um momento depois, senti minha boca se encher do leite do meu macho e eu tentava engolir. — Isso mesmo, putinha, muito bem, engole, é seu prêmio. Eu te quero pra mim, uma putinha assim não posso deixar escapar, você quer ser minha putinha? — Mmmmm, mmmmm. Enquanto ele perguntava, empurrava minha cabeça pra baixo, e o único som que saiu da minha boca foi esse. — Vou considerar como um sim. Quando ele terminou de gozar na minha boca. — Sai daí debaixo e se apoia com os cotovelos na mesa, me oferecendo essa bunda gulosa. Apoiada assim, ele começou a tocar minha bunda, levantando meu vestido devagar, acariciando com as duas mãos até deixar a calcinha à mostra. — Calcinha rosa bonita, pela cor deduzo que você é uma mulherzinha delicada e sensível. E me deu um tapa forte na bunda. — Aiiiiii. — Delicadinha você é, sim. E me deu outro — Aiiiiii. — Você gosta de levar palmada? — Sim, aiiiiii. — Boa putinha, você tá feita. Ele afastou a calcinha pro lado, vi ele bater um pouco uma bronha e colocar uma camisinha, e meteu devagar até o fundo, começando a me foder com movimentos lentos e suaves. Não demorei pra começar a gemer. Enquanto isso, a Lorena saiu de debaixo da mesa e me olhou sorrindo, com a boca toda cheia de porra, igual a mim. Ela piscou um olho pra mim. — Neném, vou com o João pro quarto, tô doida pra aproveitar igual você. E me mandou um beijo no ar. Eu não disse nada, já tava ocupada demais com meus gemidos. O Enrique tirou, me levou pro outro lado da mesa e me fez sentar. Me deitei pra trás, levantou pernas, colocando elas nos ombros dele. — olha nos meus olhos enquanto eu te fodo, gosto de ver a cara de puta que vocês fazem e que você veja a cara do homem que te fode. — sim, hmmmm. — me diz, foxy, você gosta de olhar na minha cara enquanto eu te fodo? — ahhhh ahhh sim, hmmmm gosto. Ele começou a acelerar os movimentos e, com isso, meus gemidos, até que gozou, tirou e eu fiquei deitada, de pernas abertas, tentando recuperar o fôlego. — fiquei bem satisfeito esse fim de semana com você, foi uma boa puta, agora me traz uma cerveja. Ajeitei direitinho a calcinha e o vestido, servi uma cerveza pro Enrique e sentei do lado dele. Ele não falou nada enquanto tomava a cerveja. — bom, gata, valeu por tudo, vou indo porque amanhã tenho que acordar cedo pra trabalhar. Acompanhei ele até a porta, ele me deu um beijão. — espero te ver logo, Michelle, tchau.
— Mas por quê? Olha, você parece uma mulher, não dá pra perceber que é homem.
— Não quero sair assim.
Ela ficou insistindo a semana toda e no fim eu aceitei. Chegou o sábado, nós duas nos vestimos com minissaia preta, roupa íntima de renda, fio dental e sutiã combinando, escondendo meus peitos postiços, camiseta preta e salto alto. No meio da tarde, saímos de casa pra dar uma volta antes do jantar.
— Como você tá se sentindo, Michelle?
— Tô nervosa.
— Relaxa, viu? Não tá acontecendo nada.
— É, mas sinto os olhares de mais de um homem e isso me deixa nervosa.
— Normal, Michelle. Somos duas pedaços de mulher.
Com o passar da tarde, fui me acalmando. Jantamos as duas tranquilas num restaurante e depois fomos pra um bar musical que a Lorena disse que o João, um colega do trabalho, tinha falado muito bem. A gente tava sentada tomando um cuba-livre quando entraram dois homens, e a Lorena levantou, acenando com a mão.
— Olha, Michelle, aquele é o João, meu colega, e um amigo dele. Marquei com eles pra nos levar pra balada.
— O quê? Você não me falou nada disso.
— Se eu falasse, você não vinha.
— Como é que a gente vai com dois homens pra balada?
— Não vejo nada de estranho nisso. Somos duas mulheres e eles são homens.
— Peraí, o que você tá tramando?
— Nada, só quero que você tenha a experiência de sair como mulher pra balada em boa companhia.
— Tá, mas no primeiro sinal de merda, eu vazo.
— Vale, mas fica tranquila, não precisa acontecer nada que você não queira.
Eles se aproximaram de onde a gente tava.
— Oi, João, como cê tá?
— Muito bem, Lorena, e você?
Eles se deram dois beijos.
— Essa é a Michelle, minha amiga que eu te falei.
— Oi, Michelle.
— Oi.
Eu não sabia como cumprimentar, mas foi ele quem se aproximou e me deu dois beijos, e depois nos apresentou ao Henrique. Eles sentaram um de cada lado, ficando a gente no meio e o Henrique do meu lado. Pediram quatro cubas-livres e pagaram eles. Quando saímos do lugar, acenderam um baseado de maconha que a gente fumou os quatro, e no carro deles cheiramos umas carreiras a caminho de outra balada. Eu fiquei atrás, junto com o Henrique. Fui Nervosa, mas entre o vinho do jantar, os dois cubas-libres e o resto, logo me desinibí. Depois de um tempo no bar e mais dois cubas-libres que o Enrique pagou e eu tomei dançando, sentei pra tomar o último gole do segundo e descansar um pouco. Tava bem alegre já. O Enrique sentou do meu lado e a gente ficou um tempo conversando. — Michelle, quer mais uma carreira? — Uhum. — Espera, vou falar com o João pra ver se eles querem e a gente vai pro carro. — Valeu. — Eles disseram que não, pra gente ir nós dois. Quase não fui sozinha com ele, mas tava tão feliz que precisava cheirar uma. A gente sentou no banco de trás, ele fez duas e a gente cheirou. Sem perceber, e rápido, ele me pegou pela cabeça e me beijou na boca. Não esperava e não soube o que fazer pra evitar, e deixei ele me beijar. — Ei, eu não sou... — E fiquei sem graça, sem saber o que dizer. — Já sei que você não é mulher, tudo bem, não gostou? — É que eu não gosto de homens. — Tem certeza? E vem sozinha com um homem pro carro? — Vim pelo que a gente cheirou. — E você é tão ingênua que não esperava nada? — Pois é, não esperava. — O que você acha, que vou te convidar sem receber nada em troca? A gente não sai do carro até você me chupar. Enquanto falava isso, ele tirou o pau pra fora e empurrou minha cabeça pra baixo. — Cara, quem você pensa que é? Me deixa, quero sair do carro. — Nada disso, boneca. Ele continuou empurrando minha cabeça pra baixo, era muito mais forte que eu, e já tava com o pau colado na minha cara e boca. — Vamos, gatinha, abre essa boca e começa a chupar. Quando chegou nesse ponto, a submissa que tem em mim apareceu. Me excitava que o Enrique me dominasse e me forçasse. Peguei o pau dele com uma mão e levei à boca, e comecei a chupar. No início, fiquei meio com nojo, mas depois gostei. — Parece que você gosta, Michelle. — Mmmmm, sim. — Sabia que você era uma putinha. Com uma mão, ele forçava minha cabeça pra baixo, fazendo o pau inteiro entrar na minha boca. — Isso, que gostoso você faz, gatinha. Não para agora que vou gozar. Tentei tirar o pau da boca quando senti que... Ele ia gozar. — Nada disso, vadia, essa porra toda é pra você. E empurrou minha cabeça pra baixo enquanto minha boca enchia de porra quentinha que tentei engolir como dava. Quando soltou minha cabeça, eu tinha a beirada da boca toda melada da gozada do Enrique. Me limpei com um lenço de papel e fomos pro bar, ele pegou na minha bunda, mas não deixei. Assim que entrei, fui direto pro banheiro lavar a boca com água, mas a Lorena veio atrás de mim. Disfarcei e entrei num dos banheiros pra fazer xixi, ela entrou comigo. — Cês demoraram hein, Michelle, só cheirou uma carreira ou meteu mais coisa? — Só uma carreira. E quando falei, ela me deu um puta beijo de língua. — Sei não, sua boca tá com gosto de pica. — Kkkk, tia, você é uma tarada. — Acho que não, e ainda tenho provas de que você chupou ele. Ela pegou o celular e me mostrou um vídeo onde eu aparecia dentro do carro chupando o Enrique. — Dá pra ver clarinho que é você com a pica na boca. — De onde você tirou esse vídeo? — Fui eu que gravei, fui até o carro e te peguei assim, te filmei. — Sua vadia. — Mais vadia é você, que chupa pica do primeiro cara que conhece. — Bom, não sei o que rolou, mas apaga o vídeo. — Kkkk, tá sonhando. Você me deixou com muito tesão quando te vi assim, e eu também tô afim de chupar uma. — Então vamos pra casa e você chupa a minha. — Não, Michelle, não. Vou chupar a pica de um homem de verdade, pra mim hoje você é só mais uma mulher. — Mas amor, vamos pra casa e larga isso. — Hoje à noite eu preciso de um homem, e você também, e eles estão lá fora esperando. Dito isso, ela saiu do banheiro sem falar mais nada. Quando cheguei onde eles estavam, ela já tava se pegando com o Juan, tocava uma música calma pra dançar bem juntinhos. Fui direto pro balcão pedir outro cuba-libre, quando ia pagar, o Enrique chegou. — Gata, deixa que eu pago. — Não, eu pago. Quer um? — Quero, mas não vou deixar você pagar. No fim, ele acabou pagando, e a gente sentou na frente da Lorena e Juan. —Porra, não acredito que ela tá fazendo isso comigo. —Vou te falar uma coisa, Michelle. —O quê? —Tudo isso hoje foi armado por ela com o Juan: a saída, o boquete no carro — que, aliás, ela disse que você não teria coragem — e te forçar a ir pra casa. —Ahhh, é? —Sim, ela me contou todos os seus gostos, como vocês transam em casa, seu jeito de ser, que você é bem submissa como mulher. —Que foxy de merda. —Ela queria te testar com um homem, e esse sou eu, mas disse que você não aceitaria, que não gosta de caras. —Então ela quer me testar? Pois é, acho que vou passar no teste. Já que você é meu homem, aqui estou eu, sou sua mulher. Pode me tirar pra dançar agora. Levantei, peguei na mão dele e o levei pra pista. Enrolei os braços no pescoço dele e, sem pensar, beijei ele na boca. —Sou toda sua. Deixa essa foxy ver do que sou capaz. —Isso você tá fazendo por você ou por ela? —Boa pergunta, hahaha. —Acho que é por você. —Quer que eu fale a verdade? —Claro. —Nunca tinha pensado em ficar com um homem, e no carro me senti humilhada, mas gostei de você me forçar daquele jeito. —Então você gosta de ser dominada. —Sim. Até agora, eu gostava que a Lorena me dominasse, mas com você foi melhor do que com ela. —Então tenho aqui uma mulherzinha submissa e obediente. —Sim. —Vou te testar pra ver se é tão obediente assim. Se for, hoje vou fazer de você uma verdadeira mulherzinha. Ele me levou pro fundo, que tava mais escuro, e continuamos dançando bem colados. —Vamos ver se é verdade. Abaixa uma mão, enfia dentro da minha calça e massageia minha rola enquanto a gente dança. —O que o senhor mandar. Enfiei a mão, peguei nela e comecei a acariciar. —Já vi que você é uma garota bem obediente. Essa noite você vai ficar bem satisfeita com essa rola. —Sabe, a Lorena tem a fantasia de me ver sendo a puta de um homem. —Ahhh, é? —Sim, e vou realizar essa fantasia dela hoje com você, mas vou impor uma condição: não quero vê-la com outro homem. —Como você vai fazer? —Deixa eu falar com ela, mais. Tarde vou brincar com essa rola. Parei de dançar e fui até a Lorena. — Vem comigo pro banheiro, Lorena, a gente precisa conversar. — O que você quer? Juntas no banheiro. — Lembra que você disse que adoraria me ver de joelhos na frente de um homem e de quatro sendo a putinha dele? — Sim. — Então vou realizar sua fantasia, mas com uma condição. — Fala. — Se você quer me ver assim, a gente tem que ir pra casa agora, mas o Juan não pode vir. Não quero te ver com outro homem. — Isso é chantagem. — Não é chantagem, é que não suporto te ver com outro cara. — Só hoje quero ficar com um homem de verdade. — Eu também sou, não acha? — Olha no espelho. Um homem estaria agora vestido assim e pensando como qualquer outra mulher? — Tá, como quiser. Mas se você for com o Juan, fica com ele. Nossos caminhos vão ter que se separar. — Tá bom, aceito. Não quero te perder, mas não acho justo. — Sem as minhas condições. Então fala pro Juan que a gente vai pra casa e eu fico com o Enrique. Encontrei o Enrique duas ruas acima, ele chegou alguns minutos depois, pegamos um táxi e fomos pro nosso apartamento. — Agora você me tem aqui, como queria, na frente de um homem. A fantasia é sua, manda o que você quer que eu faça. Vou fazer tudo que você pedir. — Hummm, vestidinha de menina, sempre tão submissa. Acho que isso vai ser divertido. Vamos ver por onde começar. Enrique, desabotoa a saia dela e deixa cair no chão, e tira a camiseta da sua putinha. Deixa ela de calcinha. Fiquei na frente dele só de lingerie. — E agora você, Michelle, despe o seu homem enquanto acaricia o corpo dele. Passa a mão no peito dele, vai descendo devagar até desabotoar a calça e tirar. — Sim, Lorena. — Você tá indo muito bem, Michelle. Ajoelha e acaricia esse volume por cima da cueca. Olhei pra Lorena enquanto comecei a acariciar aquele volume que começou a crescer rápido, e Lorena acariciava minha cabeça. — Muito bem, você é uma raposinha boa e obediente. Tira a cueca dele. Tirei a cueca e apareceu uma rola bem ereta e dura. — Que rola gostosa você vai a comer pela segunda vez, Michelle. Dizia isso enquanto ela a pegava com uma mão e com a outra empurrava minha cabeça pra baixo, e eu, gostosa, abri minha boca e comecei a chupar, enfiando inteira na boca. — Não tão rápido, putinha, brinca com a pontinha com esses lábios vermelhos tão bonitos que você tem, sei que tá ansiosa pra chupar ela inteira, mas aprende a aproveitar, passa a língua por toda ela por fora, chupa as bolas dele. Eu ia fazendo tudo que ela mandava, e aí percebi que ela tava me gravando com o celular. — Não me grava. — Cala a boca e continua chupando, foxy, é só pra você se ver e saber o quão puta você é, quando for gozar avisa o Enrique. Continuei chupando e enfiando ela inteira até a garganta. — Uff, vou gozar. — Para de chupar, putinha, e abre a boca olhando pro seu homem, Enrique, bate uma punheta e goza na cara dela. — Toma seu gozo, foxy. Recebi gozo na boca, bochechas, olhos, tudo. — Que linda você tá com essa carinha de puta cheia de gozo, agora volto, não se mexe, pega o Enrique, continua gravando a cara da sua puta. Ela voltou em menos de um minuto com um espelho na mão e me fez olhar. — Gosta de se ver assim, tão foxy? — Sim, Lorena. — Sabia, agora junta todo esse gozo com os dedos e vai enfiando na boca, mas não engole ainda. Olhando no espelho, fui juntando tudo e enfiando na boca enquanto ela continuava gravando. — Que gulosa você é, hora de engolir esse gozo tão desejado. Fechei a boca e engoli. — Muito bem, putinha, abre a boca e mostra pro seu homem que você engoliu tudo, e agora vamos pro quarto, deita na cama com ele e começa a chupar de novo, é hora de deixar o soldado firme outra vez. Não demorou muito pra ele ficar bem duro de novo. — Michelle, já é hora de ficar de quatro e abrir as pernas, e seu homem te dar uma boa fodida e fazer de você uma verdadeira foxy. Mesmo com medo, fiquei de quatro esperando como uma putinha no cio que o Enrique afastasse minha calcinha fio dental pro lado, lubrificasse bem meu cu Senti a pressão da pica abrindo caminho, embora tenha doído um pouco, entrou inteira com facilidade enquanto a Lorena gravava tudo com o celular. O Enrique me segurava pela cintura e os movimentos dele iam acelerando enquanto eu só gemia. — Cê gosta, né, putinha. — Hummm, siiiim. — Te falei que você ia gostar de uma pica de verdade. Agora vou deixar vocês a sós, vou dormir. Boa noite, tenho certeza que você vai aproveitar, Michelle. Ah, e Enrique, fica pra dormir com ela, aposto que ela vai querer dormir abraçada no homem dela pelo resto da noite. Depois de gozar umas duas vezes, apaguei do lado dele de calcinha e sutiã, e ele completamente pelado. Acordei perto das 11 horas, colada nele e com a mão dele na minha cintura. Acordei confusa com o que tinha rolado — me entreguei totalmente a um homem e não me sentia desconfortável, pelo contrário, me sentia bem, grudada no corpo nu dele. Ele acordou enquanto eu olhava pra ele, com uma ereção matinal que eu sentia na minha cintura, a pica dele colada em mim, e eu não conseguia evitar de olhar pra ela. — Bom dia, Michelle. — Bom dia. — Dormiu bem? — Sim. — Cê não tira o olho do meu rabo, parece que cê gosta. — Não sei por que me atrai ver ele ali, tão duro. E sem pensar, peguei ele com a mão e comecei a acariciar. — Cê é bem gulosa, hein. Por que não prepara um café pra mim enquanto vou no banheiro, e depois, se quiser, brinca um pouco com ele. Levantei, peguei um roupão de cetim da minha namorada e vesti, fui no banheiro e depois fui preparar o café pro Enrique. A Lorena estava na cozinha tomando café da manhã. — Bom dia, Michelle. — Bom dia, Lorena. Fui dar um beijo na boca dela, como toda manhã, mas ela me deu dois beijos na bochecha. — Esses beijos, o que foi? — Não, querida, os beijos na boca eu guardo pro meu homem. — Eu não sou seu homem? — Você? Olha como você tá vestida e maquiada, só vejo uma mulher. Meu homem vai ser o Juan. — Para com essas bobagens, já te falei ontem que não gostei da ideia de você ficar com ele. Eu realizaria sua fantasia com Em troca disso. — Olha esses vídeos que gravei, sua puta, dá pra ver você chupando uma rola e sendo fodida como uma vagabunda. — Fiz isso por você. — Se hoje eu não foder com o Juan, esses vídeos podem acabar sendo vistos pelas suas duas irmãs, pra elas verem que têm outra irmã bem puta. — Mas por que você faz isso comigo? — Porque eu quero um homem de verdade. E depois ele vai vir comer com a gente, e vamos passar o dia juntas com nossos respectivos parceiros: eu com o Juan e você com o Enrique. Ele gosta de você, e me deixa com muito tesão ver você com ele. Senão, já sabe, tenho uns vídeos que posso mandar. Naquele momento, o Enrique entrou na cozinha. — E aí, gata, tem meu café pronto? — disse ele enquanto me pegava por trás, passando a mão na minha bunda e virando minha cabeça pra me dar um beijo de língua que me fez sentir frágil, e eu correspondi com gosto. — Aqui está, Enrique. Tomamos o café e eu falei que ia tomar um banho. Fiquei matutando tudo na cabeça, mandar tudo pra merda, mas me senti tão bem quando o Enrique me beijou na cozinha que, por outro lado, tava morrendo de vontade de repetir o que rolou naquela noite. Escolhi vestir um conjunto de calcinha e sutiã rosa rendado e um vestido curto branco justinho pra ficar bonita pro Enrique. Tomei banho, me maquiei bem e saí pro quarto onde a Lorena estava. — Pra quem você se arrumou tão gostosa? Pra mim, não, né? Certeza que é pro Enrique. Tenho certeza que esse homem te deixa louca. — Só pra passar o dia. — É, claro. Já sabe que vai passar com ele e no final a gente se ajeita pra eles. — Vou te falar a verdade: me vesti pra ele sim. Você armou tudo isso achando que eu não ia ter coragem, e eu adorei chupar a rola do Enrique e sentir a rola dele entre minhas pernas me fodendo. Quero sentir de novo. Então, se você quer foder com o Juan, foda-se. — Pois é, eu preparei tudo e também é verdade que pensei que você ia recuar na hora H. E me decepcionou muito que você pudesse foder com o Enrique e eu não pudesse deixar rolar com o Juan. — Eu nunca te quis. Ver outro homem e você a mim, sim, e sabe de uma coisa? Eu gostei mais de chupar o pau dele do que a sua buceta. — Pois é, tá tudo dito então. Você é feliz chupando pau e eu também vou ser. Então pode ir com o Enrique, que tá na salinha. Agora eu saio e a gente faz comida pra eles. Queria dar a impressão de que tava brava porque ela queria ficar com o Juan, mas eu não tirava o Enrique da cabeça, pensando em como ele ia me tratar como uma putinha submissa. Então fui até ele, sentei toda carinhosa do lado e acariciei o peito nu dele. — Quer tomar algo enquanto preparo a comida? Aqui está sua menina pra te servir. — Então me traz uma cerveja. Levei a cerveja, ele me esperou de pé, pegou na minha bunda e me deu um beijo, enfiando a língua até minha garganta. — Vai, menina, vai fazer seu serviço. Vê o que você vai me fazer de comer, que a sobremesa eu vou te dar. — Disse ele, se tocando entre as pernas. — Mmmm, vou comer tudo. — Não duvido, sua vadia. A gente tava fazendo uma paella, eu e a Lorena, quando tocaram a campainha. O Enrique abriu, era o Juan. Ele entrou na cozinha, me deu dois beijos e agarrou a Lorena, dando um beijo longo na boca dela. Eu olhei com ciúme, enquanto o Enrique me segurava por trás. — Esquece ela, menina. Agora você é minha, e a Lorena é do Juan. Ele não me deixou nem responder e começou a me beijar na boca. Aquela situação, nós duas nos beijando com dois homens, uma do lado da outra, me excitou. — Bom, menina, depois a gente continua. Me traz outra cerveja. — Vou, amor. Mais tarde, a gente comeu cada uma sentada do lado do nosso homem. O Enrique de vez em quando acariciava minhas pernas, o que me mantinha excitada. Depois de comer, um tempinho de conversa entre os quatro, até que o Enrique pegou minha mão e levou até a virilha dele. O pau dele já tava pra fora. — Menina, começa a bater sua sobremesa. Comecei a punhetar ele ali mesmo na mesa. A Lorena me olhava sorrindo, enquanto eu via ela levar a mão até a virilha do Juan. — Para de ficar de olho no outro casal e enfia debaixo da mesa. mesa e come sua sobremesa. Submissamente, me levantei, olhei de relance para a Lorena, que me olhava sorrindo, e me meti debaixo da mesa e comecei a chupar o pau dela. Um momento depois, eu e a Lorena estávamos roçando a bunda uma na outra, as duas debaixo da mesa com paus na boca. Enquanto eu chupava o pau do Enrique, ele acariciava minha cabeça e empurrava pra baixo, fazendo a rola chegar no fundo da minha garganta. — Que gostoso que você faz, putinha, assim até o fundo, se prepara pra engolir o leitinho gostoso que seu macho tem pra você. Um momento depois, senti minha boca se encher do leite do meu macho e eu tentava engolir. — Isso mesmo, putinha, muito bem, engole, é seu prêmio. Eu te quero pra mim, uma putinha assim não posso deixar escapar, você quer ser minha putinha? — Mmmmm, mmmmm. Enquanto ele perguntava, empurrava minha cabeça pra baixo, e o único som que saiu da minha boca foi esse. — Vou considerar como um sim. Quando ele terminou de gozar na minha boca. — Sai daí debaixo e se apoia com os cotovelos na mesa, me oferecendo essa bunda gulosa. Apoiada assim, ele começou a tocar minha bunda, levantando meu vestido devagar, acariciando com as duas mãos até deixar a calcinha à mostra. — Calcinha rosa bonita, pela cor deduzo que você é uma mulherzinha delicada e sensível. E me deu um tapa forte na bunda. — Aiiiiii. — Delicadinha você é, sim. E me deu outro — Aiiiiii. — Você gosta de levar palmada? — Sim, aiiiiii. — Boa putinha, você tá feita. Ele afastou a calcinha pro lado, vi ele bater um pouco uma bronha e colocar uma camisinha, e meteu devagar até o fundo, começando a me foder com movimentos lentos e suaves. Não demorei pra começar a gemer. Enquanto isso, a Lorena saiu de debaixo da mesa e me olhou sorrindo, com a boca toda cheia de porra, igual a mim. Ela piscou um olho pra mim. — Neném, vou com o João pro quarto, tô doida pra aproveitar igual você. E me mandou um beijo no ar. Eu não disse nada, já tava ocupada demais com meus gemidos. O Enrique tirou, me levou pro outro lado da mesa e me fez sentar. Me deitei pra trás, levantou pernas, colocando elas nos ombros dele. — olha nos meus olhos enquanto eu te fodo, gosto de ver a cara de puta que vocês fazem e que você veja a cara do homem que te fode. — sim, hmmmm. — me diz, foxy, você gosta de olhar na minha cara enquanto eu te fodo? — ahhhh ahhh sim, hmmmm gosto. Ele começou a acelerar os movimentos e, com isso, meus gemidos, até que gozou, tirou e eu fiquei deitada, de pernas abertas, tentando recuperar o fôlego. — fiquei bem satisfeito esse fim de semana com você, foi uma boa puta, agora me traz uma cerveja. Ajeitei direitinho a calcinha e o vestido, servi uma cerveza pro Enrique e sentei do lado dele. Ele não falou nada enquanto tomava a cerveja. — bom, gata, valeu por tudo, vou indo porque amanhã tenho que acordar cedo pra trabalhar. Acompanhei ele até a porta, ele me deu um beijão. — espero te ver logo, Michelle, tchau.
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