Ela tem 48 anos, motorista da Améyummy TV, turbinada, mas uma coroa muito gostosa.
Ela é a puta favorita (Florencia Peña) E essa é a nossa história: Se você quiser ver outra famosa, deixa aqui embaixo 👇. A gente se conheceu numa balada, e depois rolou uma amizade que fez com que uma vez por mês ela me chamasse na casa dela pra praticar o "poliamor".
A verdade é que com ela aprendi muita coisa, sobre o meio, sobre sexo, sobre tudo. Digamos que a sintonia era muito boa, tinha tanta confiança que ela me contava (e mais de uma vez) a gente via os vídeos privados dela, sabendo que eu adorava ver ela em ação. Aí a temperatura subia e a gente dava uns "amassos" bem bons. Às vezes o marido dela tirava fotos da gente, ou então nem participava, só sentava pra assistir com o copinho de uísque dele. Numa dessas conversas, ela me perguntou sobre BDSM. Falei que sabia quase nada do assunto. Ela comentou sutilmente e eu não achei ruim, pensei que podia ver no que dava.
A gente foi batendo papo sobre o assunto, de vez em quando ele me mostrava algum vídeo na net, contava das experiências deles, e a coisa foi rolando (ou fui sendo levada). A real: fui gostando da parada e, entre uma coisa e outra, um dia a gente combinou de começar a praticar entre nós três, porque eu queria aprender e eles eram apaixonados por essa prática. Vou contar pra vocês o que, pra mim, foi a melhor sessão 🔥. Cheguei na casa dos (Peña - Ponce de León) e o marido me recebe de camisa, a gente se cumprimenta, ele me faz entrar e comenta que dessa vez, em vez do quarto, tinha preparado o quincho. Quando entro, vejo a Flor assim
Com salto alto, meia preta de liga, calcinha fio dental preta e o cabelo preso num rabo de cavalo, vendada com um lenço de seda branco, realmente excitante, realmente gostosa, ela estava de pé na frente de uma mesa de madeira, com as duas pernas abertas e amarradas em cada pé da mesa, o peito apoiado na mesa, os braços esticados para cada lado do outro lado da mesa, amarrados pelos pulsos em cada pé da mesa. Entrar e ver aquilo me deixou excitado em menos de 5 segundos. O marido tirou a camisa e tirou a calça jeans, ficando só com uma cueca slip de couro preto bem pequenininha, e me pediu pra tirar a roupa e sentar “pra ver como se trata uma submissa”.
Ele se aproximou, acariciou a perna direita dela suavemente, passou a mão pela bunda e deu um tapa de média intensidade que ecoou pelo quarto, mas foi mais barulho do que dor, já que Flor nem se mexeu. Repetiu na outra nádega, repetiu várias vezes, alternando umas 4 ou 5 vezes a mais, parou, acariciou o rabo dela e os dedos deslizaram até a pussy, tocou por cima das tetas, e as pernas de Flor se moviam de forma limitada. Ele deve ter notado ela molhada, porque puxou a calcinha fio dental, enfiou um dedo e tirou mais que molhado, se aproximou de mim e me mostrou. "Agora vão dois", disse e enfiou dois dedos. Ela gemeu e, sem dizer nada, mais 6 tapas, mas dessa vez mais intensos. As nádegas começavam a ficar vermelhas. Ele voltou a tocar a pussy dela, me pediu para chegar perto e mandou eu abrir as nádegas dela, enquanto ele se ajoelhava e começou a fazer um beijo negro. Minhas mãos seguravam as nádegas abertas, me permitindo ver como ele, com a língua, penetrava analmente a sua senhora submissa. "Vai e coloca a cock na boca dela", ordenou. Me aproximei de Florença, ele continuava com a língua e, como pude, me acomodei numa posição desconfortável entre a mesa, uma cadeira e a boca da putinha. Ama foi muito obediente e começou a me chupar todinho. Sem parar de olhar para o marido, ele se levantou e novamente bateu nela, mas dessa vez com mais intensidade e mais vezes. Ouvir o som dos tapas me excitava muito, e o Marido percebeu. Ele estava extasiado, e ela também, porque a intensidade com que me chupava era frenética. Ele viu minha tesão, por isso me ordenou: "Vem... Agora você vai castigar ela", e me indicou para não ter pena, que ele já a tinha preparado e que, se eu fizesse com suavidade, ela perderia a excitação. Então dei meu primeiro tapa com força (já tinha praticado um pouco antes com eles, mas dessa vez era a hora de mostrar o que tinha aprendido).
Dá um segundo, dá um terceiro, e a flor continuava excitada. Ele segurava as mãos dela e acariciava a cabeça, de vez em quando se abaixava e beijava ela, alternando com a rola na boca dela. Enquanto isso, eu batia nela, acariciava as bundinhas dela. Um olhar bastou pra entender a ordem do doutor. Puxei a tanga dela pra baixo e meti nela, segurando pelos quadris, com movimentos suaves, enquanto o marido dela enfiava a rola na boca dela. Ele pediu que de vez em quando eu parasse de foder ela e batesse nela. A bunda dela tava bem vermelha. Num momento, a putinha começou a tremer, as pernas dela ficavam tensas e depois relaxavam, e a umidade dela escorreu pela virilha. Ele fez sinal pra eu parar, pediu que eu soltasse as duas pernas dela enquanto ele soltava as mãos dela. A doutora, impassível. Ele levantou ela, tirou a venda, ela olhou pra baixo, ele pegou na mão dela, colocou ela na minha frente e mandou eu tirar a tanga dela. Ele sentou numa poltrona, bateu uma pra ficar mais duro e passou gel. "Traz ela aqui", ele disse. Virou ela de costas e deu dois tapas de cada lado, segurou pelo quadril e fez ela sentar na rola dele com as pernas fechadas. A flor mantinha o olhar pra baixo. Subia e descia, eu olhava. Num momento, ele para de bombar e manda ela abrir as pernas, e é aí que eu vejo que ele tinha enfiado a rola no cu dela. Ele mandou eu me ajoelhar e chupar a buceta dela, levantando as pernas enquanto ele se reclinava, levando as pernas dela junto. Era uma posição bem de consultório ginecológico, mas não liguei, só queria chupar aquela buceta, e foi o que fiz. Digamos que foi estranho chupar uma buceta a centímetros de uma rola que tava fodendo o cu dela. Ele se levantou, fez ela se ajoelhar com as mãos pra trás, enfiou a rola na boca dela e começou a foder a boca dela, com as mãos na cabeça dela. Ela nunca deixou de olhar pro chão, nunca falou nem soltou mais que um gemido leve. Entre uma enfiada e outra, ele dava um tapa na cara dela, fodendo até a garganta, a ponto de enfiar tudo. Fundo e segurei por uns segundos, ela fechava os olhos, mas não reclamava, repeti até gozar dentro da boca dela, ela engoliu tudo sem nem piscar. "Prova", ela disse e eu tive que repetir. Coloquei as mãos na cabeça dela e comecei a me mexer como se estivesse comendo ela, sem ela falar nada, dei um tapa e comi ela de novo... "Dá outro mais forte", ela pediu, e eu fiz, comendo ela com ainda mais vontade, mas dessa vez não gozei dentro da boca dela como antes, tirei e gozei na cara toda dela, ela nunca levantou o olhar. Ele exclamava eufórico vendo aquilo e ficou ainda mais eufórico quando minha mão começou a espalhar a porra pelo rosto dela, levando o que meus dedos conseguiam juntar até a boca dela pra ela lamber, fiz ela chupar meus dedos e ele ficava ainda mais excitado. "Que filho da puta você é...", ele disse e sorriu enquanto dava um gole no uísque. Parte da minha gozada tinha caído no peito dela, então aproveitei pra espalhar e pegar nos peitos, algo que queria fazer mas não tinha encontrado oportunidade até agora. Valeu por ler.
Ela é a puta favorita (Florencia Peña) E essa é a nossa história: Se você quiser ver outra famosa, deixa aqui embaixo 👇. A gente se conheceu numa balada, e depois rolou uma amizade que fez com que uma vez por mês ela me chamasse na casa dela pra praticar o "poliamor".
A verdade é que com ela aprendi muita coisa, sobre o meio, sobre sexo, sobre tudo. Digamos que a sintonia era muito boa, tinha tanta confiança que ela me contava (e mais de uma vez) a gente via os vídeos privados dela, sabendo que eu adorava ver ela em ação. Aí a temperatura subia e a gente dava uns "amassos" bem bons. Às vezes o marido dela tirava fotos da gente, ou então nem participava, só sentava pra assistir com o copinho de uísque dele. Numa dessas conversas, ela me perguntou sobre BDSM. Falei que sabia quase nada do assunto. Ela comentou sutilmente e eu não achei ruim, pensei que podia ver no que dava.
A gente foi batendo papo sobre o assunto, de vez em quando ele me mostrava algum vídeo na net, contava das experiências deles, e a coisa foi rolando (ou fui sendo levada). A real: fui gostando da parada e, entre uma coisa e outra, um dia a gente combinou de começar a praticar entre nós três, porque eu queria aprender e eles eram apaixonados por essa prática. Vou contar pra vocês o que, pra mim, foi a melhor sessão 🔥. Cheguei na casa dos (Peña - Ponce de León) e o marido me recebe de camisa, a gente se cumprimenta, ele me faz entrar e comenta que dessa vez, em vez do quarto, tinha preparado o quincho. Quando entro, vejo a Flor assim
Com salto alto, meia preta de liga, calcinha fio dental preta e o cabelo preso num rabo de cavalo, vendada com um lenço de seda branco, realmente excitante, realmente gostosa, ela estava de pé na frente de uma mesa de madeira, com as duas pernas abertas e amarradas em cada pé da mesa, o peito apoiado na mesa, os braços esticados para cada lado do outro lado da mesa, amarrados pelos pulsos em cada pé da mesa. Entrar e ver aquilo me deixou excitado em menos de 5 segundos. O marido tirou a camisa e tirou a calça jeans, ficando só com uma cueca slip de couro preto bem pequenininha, e me pediu pra tirar a roupa e sentar “pra ver como se trata uma submissa”.
Ele se aproximou, acariciou a perna direita dela suavemente, passou a mão pela bunda e deu um tapa de média intensidade que ecoou pelo quarto, mas foi mais barulho do que dor, já que Flor nem se mexeu. Repetiu na outra nádega, repetiu várias vezes, alternando umas 4 ou 5 vezes a mais, parou, acariciou o rabo dela e os dedos deslizaram até a pussy, tocou por cima das tetas, e as pernas de Flor se moviam de forma limitada. Ele deve ter notado ela molhada, porque puxou a calcinha fio dental, enfiou um dedo e tirou mais que molhado, se aproximou de mim e me mostrou. "Agora vão dois", disse e enfiou dois dedos. Ela gemeu e, sem dizer nada, mais 6 tapas, mas dessa vez mais intensos. As nádegas começavam a ficar vermelhas. Ele voltou a tocar a pussy dela, me pediu para chegar perto e mandou eu abrir as nádegas dela, enquanto ele se ajoelhava e começou a fazer um beijo negro. Minhas mãos seguravam as nádegas abertas, me permitindo ver como ele, com a língua, penetrava analmente a sua senhora submissa. "Vai e coloca a cock na boca dela", ordenou. Me aproximei de Florença, ele continuava com a língua e, como pude, me acomodei numa posição desconfortável entre a mesa, uma cadeira e a boca da putinha. Ama foi muito obediente e começou a me chupar todinho. Sem parar de olhar para o marido, ele se levantou e novamente bateu nela, mas dessa vez com mais intensidade e mais vezes. Ouvir o som dos tapas me excitava muito, e o Marido percebeu. Ele estava extasiado, e ela também, porque a intensidade com que me chupava era frenética. Ele viu minha tesão, por isso me ordenou: "Vem... Agora você vai castigar ela", e me indicou para não ter pena, que ele já a tinha preparado e que, se eu fizesse com suavidade, ela perderia a excitação. Então dei meu primeiro tapa com força (já tinha praticado um pouco antes com eles, mas dessa vez era a hora de mostrar o que tinha aprendido).
Dá um segundo, dá um terceiro, e a flor continuava excitada. Ele segurava as mãos dela e acariciava a cabeça, de vez em quando se abaixava e beijava ela, alternando com a rola na boca dela. Enquanto isso, eu batia nela, acariciava as bundinhas dela. Um olhar bastou pra entender a ordem do doutor. Puxei a tanga dela pra baixo e meti nela, segurando pelos quadris, com movimentos suaves, enquanto o marido dela enfiava a rola na boca dela. Ele pediu que de vez em quando eu parasse de foder ela e batesse nela. A bunda dela tava bem vermelha. Num momento, a putinha começou a tremer, as pernas dela ficavam tensas e depois relaxavam, e a umidade dela escorreu pela virilha. Ele fez sinal pra eu parar, pediu que eu soltasse as duas pernas dela enquanto ele soltava as mãos dela. A doutora, impassível. Ele levantou ela, tirou a venda, ela olhou pra baixo, ele pegou na mão dela, colocou ela na minha frente e mandou eu tirar a tanga dela. Ele sentou numa poltrona, bateu uma pra ficar mais duro e passou gel. "Traz ela aqui", ele disse. Virou ela de costas e deu dois tapas de cada lado, segurou pelo quadril e fez ela sentar na rola dele com as pernas fechadas. A flor mantinha o olhar pra baixo. Subia e descia, eu olhava. Num momento, ele para de bombar e manda ela abrir as pernas, e é aí que eu vejo que ele tinha enfiado a rola no cu dela. Ele mandou eu me ajoelhar e chupar a buceta dela, levantando as pernas enquanto ele se reclinava, levando as pernas dela junto. Era uma posição bem de consultório ginecológico, mas não liguei, só queria chupar aquela buceta, e foi o que fiz. Digamos que foi estranho chupar uma buceta a centímetros de uma rola que tava fodendo o cu dela. Ele se levantou, fez ela se ajoelhar com as mãos pra trás, enfiou a rola na boca dela e começou a foder a boca dela, com as mãos na cabeça dela. Ela nunca deixou de olhar pro chão, nunca falou nem soltou mais que um gemido leve. Entre uma enfiada e outra, ele dava um tapa na cara dela, fodendo até a garganta, a ponto de enfiar tudo. Fundo e segurei por uns segundos, ela fechava os olhos, mas não reclamava, repeti até gozar dentro da boca dela, ela engoliu tudo sem nem piscar. "Prova", ela disse e eu tive que repetir. Coloquei as mãos na cabeça dela e comecei a me mexer como se estivesse comendo ela, sem ela falar nada, dei um tapa e comi ela de novo... "Dá outro mais forte", ela pediu, e eu fiz, comendo ela com ainda mais vontade, mas dessa vez não gozei dentro da boca dela como antes, tirei e gozei na cara toda dela, ela nunca levantou o olhar. Ele exclamava eufórico vendo aquilo e ficou ainda mais eufórico quando minha mão começou a espalhar a porra pelo rosto dela, levando o que meus dedos conseguiam juntar até a boca dela pra ela lamber, fiz ela chupar meus dedos e ele ficava ainda mais excitado. "Que filho da puta você é...", ele disse e sorriu enquanto dava um gole no uísque. Parte da minha gozada tinha caído no peito dela, então aproveitei pra espalhar e pegar nos peitos, algo que queria fazer mas não tinha encontrado oportunidade até agora. Valeu por ler.
1 comentários - Flor Peña, o marido dela e eu - BDSM