Com a Paula, a gente continuava com nossos jogos, que cada vez tavam mais intensos. Eu ainda sentia um pouco de vergonha nessa parada de curtir esse tipo de "humilhação", mas minha mina falava que era só sexo e que não tinha nada de errado, então isso me deixava bem seguro e relaxado.
Fora da cama, a gente tava se dando melhor do que nunca, mantinha o apê sempre limpo, revezando as tarefas de casa, decorava os cômodos juntos, saía muito pro cinema, pro teatro, ia em shows, corria, jantava fora e tudo tava incrivelmente perfeito.
Além disso, a gente fez duas viagens pro interior do país em duas semanas que eu ganhei no trampo por causa de umas horas extras acumuladas, junto com o bom desempenho que eu vinha tendo. Fomos pra Bariloche uns cinco dias e outros sete pras Cataratas do Iguaçu. Vivemos como namorados, a verdade é que sem querer decepcionar, a gente viveu como namorados e só se dedicou a fazer amor. Muito papai-e-mamãe, muito olho no olho, perninhas no ombro, acariciando o clitóris dela com meu polegar, fiz oral nela até não aguentar mais, dando beijinhos doces na buceta dela, a gente se beijava e acariciava os cabelos, e não teve nada de anal, tapas, nem oral agressivo dela em mim. Foram duas viagens extremamente românticas. Acho que me encheu de segurança sobre o relacionamento saber que, apesar dos nossos jogos, a gente não precisava buscar putaria extrema pra transar ou gozar. Ela me abraçava muito e agradecia por tudo que tinha vivido comigo no tempo que a gente tava junto, e dizia que eu era o melhor namorado do mundo inteiro. Os "te amo" tavam sempre presentes e a gente não se via sem o outro, a gente tava melhor do que nas primeiras semanas de namoro, a gente tinha conseguido fortalecer a relação e criar um vínculo que até o casal mais perfeito invejaria.
Quando voltamos pra cidade, tudo mudou, ela tava bem mais solta. Mal chegamos no apê... e terminamos de arrumar o que trouxemos nas malas, ela pegou no meu volume e disse que queria que eu ficasse a semana inteira sem gozar, pra que no fim de semana eu estivesse mais cheio e a gente pudesse brincar de novo, que na verdade ela tinha sentido muita falta dos nossos papos tarados mas que também gosta de se sentir patroa de vez em quando e não uma puta qualquer.
Exatamente como ela disse, aconteceu: ficamos a semana inteira sem transar e, como pra ser sincero eu também adorava esses jogos, também não me masturbei, nem vi pornô, e tentei dissociar o sexo da minha vida e focar no trabalho. Algo que tinha me feito muito bem ultimamente, apesar de ter mais libido, enquanto a gente fantasiava situações e ela me mandava ficar sem sexo por uma semana inteira, aí eu podia me dedicar de cabeça ao trabalho e, colocando toda minha energia lá, turbinava em doses incríveis meu rendimento mental e físico na empresa. Tava orgulhoso do domínio que tinha conquistado do meu corpo e mente e, ao mesmo tempo, me sentia pleno pelo relacionamento que tinha com uma mulher incrível como a Pau.
No sábado, eu sabia que a Lolana (como os pais da Pau chamavam ela) tava ovulando, então estaria mais quente que o normal e, quando isso acontecia, dava pra esperar qualquer coisa da imaginação perversa dela.
— Amor, quando a gente passar no mercado, quero que você fale com aquele preto que a gente viu há muito tempo, o que me confundiu com uma puta. Compra uns bonés e um relógio pra ele, que eu tenho que dar de presente pros filhos de uma amiga algo pro aniversário, e de quebra pergunta o nome dele. Só o nome do cara me interessa, se quiser eu vou junto.
Eu sabia que a ideia da Pau não podia ser inocente, que dali ia sair algum tipo de prova quente que eu já tava imaginando. Mas não foi difícil dizer sim, porque também me excitava bastante toda a situação.
O dia continuou e, como planejado, fizemos as compras e eu cruzei com o africano e perguntei sobre os produtos dele, comprando vários. unidades de uns bonés e um par de relógios de criança. Eu e Pau íamos de mãos dadas, ela olhava pra ele como se quisesse devorar ele com os olhos.
—Valeu, mano, cê tá na Argentina há muito tempo? — perguntei, tentando puxar um papo qualquer.
—Sim, desde quatro anos atrás. — respondeu sem hesitar.
—Sempre te vejo por aqui e já comprei de você várias vezes, mas não sei seu nome.
—Aqui me chamo Hugo, senhor, mas no Senegal meu nome é Bassembo — respondeu educadamente, com um espanhol meio enrolado.
—Então como eu te chamo, Hugo ou Bassembo?
—Como o senhor preferir.
—Bassembo, que nome lindo! — disse a Pau, que tinha ficado em silêncio o tempo todo, babando naquela torre preta e musculosa.
—Obrigado, senhora.
Voltamos pra casa sem muito o que falar.
Jantamos e vimos uns dois episódios de uma série da Netflix que a gente tinha começado uns dias antes. Depois fomos tomar banho, ela primeiro e eu depois, enquanto ela ficou de calcinha de algodão e uma camiseta bonita que caía super bem nela, mas de um jeito bem "natural".
—Vem cá, bebê, quero brincar, sei que cê tá quente. Senta como sempre que vou te fazer uma punheta com bastante óleo, do jeito que cê gosta. Traz o brinquedo preto pra depois e pega o óleo que tá na terceira gaveta da mesa da sala.
Fiz o que ela pediu. Ela descobriu o short que eu tava usando e a cueca, puxou tudo até os meus joelhos sem pedir pra eu tirar nada nem nada. Começou a me bater uma bem devagar, foi muito gostoso.
—Amor, cê me prometeu que ia fazer um curso intensivo de cabelo e maquiagem, sabe que eu gosto de brincar com isso. Aprende um pouco pra gente brincar.
—Sim, é que tô com muito trampo, queria mas não tenho tempo.
—Não dá desculpa, não quero que cê veja vídeo na internet. Faz o curso direito. São só três dias e ainda te dão os dois certificados.
—Tá bom — respondi meio sem fôlego por causa do tesão que tava sentindo.
—Cê gosta da punheta? Quero brincar pesado, igual antes da viagem, quando a gente vinha. fazendo. Agora que a gente sabe que aquele macho africano se chama Bassembo, a gente vai colocar esse nome no brinquedo preto. Você tá proibido de chamar o consolo de "brinquedo preto", ele tem nome e se chama Bassembo, igual meu futuro macho.
Você imagina ele vindo e você trazendo ele como a gente combinou? Ia ser a putinha pessoal dele. A única coisa que não gosto é que ele é tímido, você teria que ensinar ele a ser mais violento, do jeito que eu gosto.
Você pedia pro meu amor comer minha boca? Posso dar um boquete, mas o que eu queria é que ele me fizesse engasgar e me desse tapas, até sair lágrimas e meu rosto ficar vermelho. Você teria que explicar como é, porque ele não deve saber, esses negos são meigos, não têm experiência lidando com vagabundas. Você teria que mostrar como eu gosto que enfiem a pica até a garganta e estuprem ela. Me mostra.
Aí eu fiz um movimento como se fosse sair da cama, porque achei que ela queria que eu enfiasse a pica na boca dela, mas ela me parou assim que tentei.
— Não, bebê, com o brinquedo, sua pica é pequena pra me fazer engasgar.
Aí ela enfiava e tirava o brinquedo da boca, já tinha parado de me tocar e soluçava como se doesse, mas ao mesmo tempo abria cada vez mais a boca e o canto dos lábios ficava encharcado na própria saliva.
— Amor, mas pede pra ele comer minha boca. Pede por favor e com respeito, porque ele é meu macho. Você vai ter que falar "Sr. Bassembo, minha mulher quer que o senhor coma a boca dela com força, por favor, peço que o senhor coma a boca inteira da minha namorada". Entendeu, amor?
— S-sim
— E depois quero que ele fure meu cu. Só o cu, porque usar a palavra: buceta é coisa de namorado. Ele só teria que vir comer minha boca e foder meu cu bem violento. Você vai passar óleo no meu cu e me abrir pra ele entrar? Também vai ter que pedir por favor pra ele foder o cu da sua mina.
— B-bem, não — eu disse, sem conseguir formar nenhuma frase mais longa.
— Meu amor, não sei se agora ou daqui cinquenta anos, mas eu queria muito foder aquele nego com você olhando. Numa cadeira. Espero que não te incomode, não precisa ser agora. Tudo bem pra você? Se não, a gente conversa, bebê.
— Pode ser. — ela balbuciava, já quase não dava pra entender.
— Bate uma pra gente gozar junto. Fico pensando se o Bassembo tem algum amigo pra me enfiar. O que é melhor que uma pica preta? Duas picas pretas, céu, ou três. Abre minha raba que vou meter o brinquedo enquanto me toco na buceta. Me mostra como você me entregaria.
— Abri as nádegas dela, deixando o buraquinho rosado meio aberto, e ouvi ela gozar assim que enfiou metade do consolo preto. Esperava mais brincadeira, mas não dava pra mais. Ela tava muito excitada, obviamente, e de mim nem preciso dizer: gozei assim que ouvi ela gemer e repetir “arrebenta meu cu, Bassembo, por favor, te imploro, me machuca, estoura meu rabo, sou sua puta, me faz sofrer, enche meu cu de porra!”.
Por um lado, o que era uma fantasia tinha começado a virar possibilidade real, mas eu achava que seria algo distante, quando tivéssemos 25 anos de casados e a chama já tivesse apagado de vez. Mas o que o destino me reservava, eu nunca poderia ter imaginado.
Fora da cama, a gente tava se dando melhor do que nunca, mantinha o apê sempre limpo, revezando as tarefas de casa, decorava os cômodos juntos, saía muito pro cinema, pro teatro, ia em shows, corria, jantava fora e tudo tava incrivelmente perfeito.
Além disso, a gente fez duas viagens pro interior do país em duas semanas que eu ganhei no trampo por causa de umas horas extras acumuladas, junto com o bom desempenho que eu vinha tendo. Fomos pra Bariloche uns cinco dias e outros sete pras Cataratas do Iguaçu. Vivemos como namorados, a verdade é que sem querer decepcionar, a gente viveu como namorados e só se dedicou a fazer amor. Muito papai-e-mamãe, muito olho no olho, perninhas no ombro, acariciando o clitóris dela com meu polegar, fiz oral nela até não aguentar mais, dando beijinhos doces na buceta dela, a gente se beijava e acariciava os cabelos, e não teve nada de anal, tapas, nem oral agressivo dela em mim. Foram duas viagens extremamente românticas. Acho que me encheu de segurança sobre o relacionamento saber que, apesar dos nossos jogos, a gente não precisava buscar putaria extrema pra transar ou gozar. Ela me abraçava muito e agradecia por tudo que tinha vivido comigo no tempo que a gente tava junto, e dizia que eu era o melhor namorado do mundo inteiro. Os "te amo" tavam sempre presentes e a gente não se via sem o outro, a gente tava melhor do que nas primeiras semanas de namoro, a gente tinha conseguido fortalecer a relação e criar um vínculo que até o casal mais perfeito invejaria.
Quando voltamos pra cidade, tudo mudou, ela tava bem mais solta. Mal chegamos no apê... e terminamos de arrumar o que trouxemos nas malas, ela pegou no meu volume e disse que queria que eu ficasse a semana inteira sem gozar, pra que no fim de semana eu estivesse mais cheio e a gente pudesse brincar de novo, que na verdade ela tinha sentido muita falta dos nossos papos tarados mas que também gosta de se sentir patroa de vez em quando e não uma puta qualquer.
Exatamente como ela disse, aconteceu: ficamos a semana inteira sem transar e, como pra ser sincero eu também adorava esses jogos, também não me masturbei, nem vi pornô, e tentei dissociar o sexo da minha vida e focar no trabalho. Algo que tinha me feito muito bem ultimamente, apesar de ter mais libido, enquanto a gente fantasiava situações e ela me mandava ficar sem sexo por uma semana inteira, aí eu podia me dedicar de cabeça ao trabalho e, colocando toda minha energia lá, turbinava em doses incríveis meu rendimento mental e físico na empresa. Tava orgulhoso do domínio que tinha conquistado do meu corpo e mente e, ao mesmo tempo, me sentia pleno pelo relacionamento que tinha com uma mulher incrível como a Pau.
No sábado, eu sabia que a Lolana (como os pais da Pau chamavam ela) tava ovulando, então estaria mais quente que o normal e, quando isso acontecia, dava pra esperar qualquer coisa da imaginação perversa dela.
— Amor, quando a gente passar no mercado, quero que você fale com aquele preto que a gente viu há muito tempo, o que me confundiu com uma puta. Compra uns bonés e um relógio pra ele, que eu tenho que dar de presente pros filhos de uma amiga algo pro aniversário, e de quebra pergunta o nome dele. Só o nome do cara me interessa, se quiser eu vou junto.
Eu sabia que a ideia da Pau não podia ser inocente, que dali ia sair algum tipo de prova quente que eu já tava imaginando. Mas não foi difícil dizer sim, porque também me excitava bastante toda a situação.
O dia continuou e, como planejado, fizemos as compras e eu cruzei com o africano e perguntei sobre os produtos dele, comprando vários. unidades de uns bonés e um par de relógios de criança. Eu e Pau íamos de mãos dadas, ela olhava pra ele como se quisesse devorar ele com os olhos.
—Valeu, mano, cê tá na Argentina há muito tempo? — perguntei, tentando puxar um papo qualquer.
—Sim, desde quatro anos atrás. — respondeu sem hesitar.
—Sempre te vejo por aqui e já comprei de você várias vezes, mas não sei seu nome.
—Aqui me chamo Hugo, senhor, mas no Senegal meu nome é Bassembo — respondeu educadamente, com um espanhol meio enrolado.
—Então como eu te chamo, Hugo ou Bassembo?
—Como o senhor preferir.
—Bassembo, que nome lindo! — disse a Pau, que tinha ficado em silêncio o tempo todo, babando naquela torre preta e musculosa.
—Obrigado, senhora.
Voltamos pra casa sem muito o que falar.
Jantamos e vimos uns dois episódios de uma série da Netflix que a gente tinha começado uns dias antes. Depois fomos tomar banho, ela primeiro e eu depois, enquanto ela ficou de calcinha de algodão e uma camiseta bonita que caía super bem nela, mas de um jeito bem "natural".
—Vem cá, bebê, quero brincar, sei que cê tá quente. Senta como sempre que vou te fazer uma punheta com bastante óleo, do jeito que cê gosta. Traz o brinquedo preto pra depois e pega o óleo que tá na terceira gaveta da mesa da sala.
Fiz o que ela pediu. Ela descobriu o short que eu tava usando e a cueca, puxou tudo até os meus joelhos sem pedir pra eu tirar nada nem nada. Começou a me bater uma bem devagar, foi muito gostoso.
—Amor, cê me prometeu que ia fazer um curso intensivo de cabelo e maquiagem, sabe que eu gosto de brincar com isso. Aprende um pouco pra gente brincar.
—Sim, é que tô com muito trampo, queria mas não tenho tempo.
—Não dá desculpa, não quero que cê veja vídeo na internet. Faz o curso direito. São só três dias e ainda te dão os dois certificados.
—Tá bom — respondi meio sem fôlego por causa do tesão que tava sentindo.
—Cê gosta da punheta? Quero brincar pesado, igual antes da viagem, quando a gente vinha. fazendo. Agora que a gente sabe que aquele macho africano se chama Bassembo, a gente vai colocar esse nome no brinquedo preto. Você tá proibido de chamar o consolo de "brinquedo preto", ele tem nome e se chama Bassembo, igual meu futuro macho.
Você imagina ele vindo e você trazendo ele como a gente combinou? Ia ser a putinha pessoal dele. A única coisa que não gosto é que ele é tímido, você teria que ensinar ele a ser mais violento, do jeito que eu gosto.
Você pedia pro meu amor comer minha boca? Posso dar um boquete, mas o que eu queria é que ele me fizesse engasgar e me desse tapas, até sair lágrimas e meu rosto ficar vermelho. Você teria que explicar como é, porque ele não deve saber, esses negos são meigos, não têm experiência lidando com vagabundas. Você teria que mostrar como eu gosto que enfiem a pica até a garganta e estuprem ela. Me mostra.
Aí eu fiz um movimento como se fosse sair da cama, porque achei que ela queria que eu enfiasse a pica na boca dela, mas ela me parou assim que tentei.
— Não, bebê, com o brinquedo, sua pica é pequena pra me fazer engasgar.
Aí ela enfiava e tirava o brinquedo da boca, já tinha parado de me tocar e soluçava como se doesse, mas ao mesmo tempo abria cada vez mais a boca e o canto dos lábios ficava encharcado na própria saliva.
— Amor, mas pede pra ele comer minha boca. Pede por favor e com respeito, porque ele é meu macho. Você vai ter que falar "Sr. Bassembo, minha mulher quer que o senhor coma a boca dela com força, por favor, peço que o senhor coma a boca inteira da minha namorada". Entendeu, amor?
— S-sim
— E depois quero que ele fure meu cu. Só o cu, porque usar a palavra: buceta é coisa de namorado. Ele só teria que vir comer minha boca e foder meu cu bem violento. Você vai passar óleo no meu cu e me abrir pra ele entrar? Também vai ter que pedir por favor pra ele foder o cu da sua mina.
— B-bem, não — eu disse, sem conseguir formar nenhuma frase mais longa.
— Meu amor, não sei se agora ou daqui cinquenta anos, mas eu queria muito foder aquele nego com você olhando. Numa cadeira. Espero que não te incomode, não precisa ser agora. Tudo bem pra você? Se não, a gente conversa, bebê.
— Pode ser. — ela balbuciava, já quase não dava pra entender.
— Bate uma pra gente gozar junto. Fico pensando se o Bassembo tem algum amigo pra me enfiar. O que é melhor que uma pica preta? Duas picas pretas, céu, ou três. Abre minha raba que vou meter o brinquedo enquanto me toco na buceta. Me mostra como você me entregaria.
— Abri as nádegas dela, deixando o buraquinho rosado meio aberto, e ouvi ela gozar assim que enfiou metade do consolo preto. Esperava mais brincadeira, mas não dava pra mais. Ela tava muito excitada, obviamente, e de mim nem preciso dizer: gozei assim que ouvi ela gemer e repetir “arrebenta meu cu, Bassembo, por favor, te imploro, me machuca, estoura meu rabo, sou sua puta, me faz sofrer, enche meu cu de porra!”.
Por um lado, o que era uma fantasia tinha começado a virar possibilidade real, mas eu achava que seria algo distante, quando tivéssemos 25 anos de casados e a chama já tivesse apagado de vez. Mas o que o destino me reservava, eu nunca poderia ter imaginado.
2 comentários - Amar é compartilhar 6 (mais um passo na batalha)