Sexta-feira, 27 de marçoAcordei com um pensamento: no dia anterior, tinha me chamado a atenção que no trabalho disseram que eu parecia mais contente. Não sei, tipo "você tá com outra cara", uma colega de trabalho me disse. Se chamava Lucía e era uma senhora de 60 anos da parte administrativa. Era daquelas pessoas super perceptivas. "Tá conhecendo alguém", ela falou. "Não, nada a ver. Pelo contrário, tô morando com minha irmã faz uns 3 ou 4 dias." "Hmmm, não sei, tem alguma coisa." Lucía era esperta.
Quando cheguei na cozinha, a Sonia estava sentada olhando o celular. "Tá conversando com o Pablo?", perguntei. "Sim, na Alemanão são 13h e ele tá almoçando. Não vê a hora de voltar, mas tá complicado." "Manda um abraço", falei. "Pode deixar."
Comecei a preparar o café da manhã e daqui a pouco ouço a Sonia gravando um áudio no celular: "Meu irmão tá preparando o café pra mim agora, então a gente se fala mais tarde."
Terminei de preparar o café e nos sentamos frente a frente, como sempre. Ela tava vestida como todo dia e na camiseta dava pra ver uma mancha de porra que saía do peito direito dela. Como de costume, direcionei o olhar pra essa área. A essa altura, já tava claro que minha irmã não se incomodava com esses olhares, aliás, até diria que ela gostava.
- Viu o que eu sou, me roubo o tempo todo
- Relaxa, a gente tá em confiança, eu digo
- É que tão doendo e vou ter que começar a tirar o leite e dar na mamadeira
- Bom, hoje se quiser eu compro quando sair
- Não, ia te pedir uma coisa. Se puder ficar um tempinho com a Jazmín, assim eu vou rápido até a farmácia e compro outras coisas que preciso também
- Sem problema, falei
- Tem certeza?
- Claro, nena, se a Jazmín é de boa e comigo fica tranquila
- Bom, muito obrigada, muito obrigada
- Não tem que me agradecer nada, nena
Já tínhamos terminado de tomar café quando a Sonia se levantou e foi até uma prateleira e pegou uma mamadeira. Sem se importar, voltou a se sentar e tirou um peito para fora, começando a massageá-lo. Você não sabe como dói, ela me dizia. Eu estava novamente surpreso com a falta de pudor da minha irmã. Depois de se acariciar — para mim não era outra coisa — ela pegou seu peito como se estivesse pesando e apertou. Um jato de uns 10 cm saiu disparado. Aquilo foi tremendamente excitante para mim, não me pergunte por quê. Ela me pediu para segurar a mamadeira enquanto ela ia tirar o leite.
- Você vai se ordenhar sozinha, eu disse rindo para aliviar a tensão que sentia naquele momento.
- Sim, haha.
- Lá vou eu, me levantei com uma ereção enorme.
- Coloca aqui, assim, minha irmã disse, pegando minha mão e aproximando a boca da mamadeira do seu mamilo.
- Perfeito, eu disse.
- Lá vamos nós, minha irmã fazia pressão e saía um jato que entrava na mamadeira.
- Saiu um pouco, eu disse, absorto no que estava vendo e, principalmente, por ter minha mão a 3 cm do seu mamilo e vê-lo emanar leite.
- Nesse ritmo nunca vou encher isso, admitiu Sonia.
- Não importa, você continua, eu disse.
- Sim, vou continuar, ela disse e prosseguiu com a excitante massagem e extração.
- Gosto de te ver, eu disse. Não sabia se tinha pensado ou falado. A questão é que isso, longe de envergonhá-la, parecia deixá-la mais ousada.
- Siiim? Ela esticou o "i" como num sussurro.
- Adoro, eu disse, totalmente solto nesse ponto.
- Vamos ver o outro…, e ela tirou a camiseta completamente.
- Lá vai. Eu disse, aproximando a mamadeira do outro mamilo.
- Espera, tenho que prepará-lo, ela me disse e começou a lenta massagem.
- Oh, escapou e meu pacote deu um pulo. A pica tinha dado um salto de excitação.
- Lá vai melhor, ela diz no momento em que olha para meu pacote.
- Bom… eu não sabia por que ela dizia isso de "lá vai melhor". Era pela minha ereção? - Vem cá, vamos ver. E ela pegou na minha mão para aproximar a mamadeira do seu mamilo e recomeçou a extração
- Tá saindo, falei eu, de olho na teta da minha irmã como um garoto diante da vitrine de uma loja de brinquedos
- Sim, sim, disse ela enquanto apertava com força o mamilo
- Mmmm, suspirei. A cena não podia ser mais excitante
Exatamente nesse momento minha sobrinha começou a chorar e ela se levantou com os peitos à mostra. Eu a via se afastar e sumir pelo corredor, observava sua teta de perfil, grande, dura, pesada e balançando no ritmo dos seus passos. Ela voltou com a nenê no colo, apoiada sobre seus seios, e sentou-se, desta vez ao meu lado. Começou a amamentar, pressionando a parte superior com o dorso do dedo médio. Minha sobrinha sugava com dificuldade, mas com vontade. Como eu faria, pensei por um instante. Agora ela trocou a nenê de peito e a colocou para mamar no seio mais distante de mim, de modo que a apenas alguns centímetros eu tinha a teta nua da minha irmã, que eu contemplava com prazer. Naquele momento eu pensava em como se pode obter prazer na contemplação, pensava nos artistas que não apenas olham, mas contemplam as obras. Aquilo para mim era como uma obra de arte. Aquele peito nu da minha irmã, além da excitação que me causava, me parecia de uma beleza superior.
Tão absorto em meus pensamentos estava que não percebi que minha irmã havia terminado. Ela acomodou Jasmim para que arrotasse e me perguntou se eu me importava que ela fosse à farmácia comprar a bomba de extração e essas coisas. Sem problema, eu disse. Aproveita e anda algumas quadras para espairecer um pouco, eu fico com Jasmim. Você é um amor, ela disse e me deu um beijo na bochecha antes de ir se trocar, depois de deixar a nenê no berço.
Durante o resto da manhã eu fiquei com Jasmim no colo em alguns momentos, ao meu lado em outros, e a maior parte do tempo ela dormiu tranquilamente. Sônia demorou bastante porque a farmácia estava um mundo de gente com uma fila enorme, mas finalmente conseguiu voltar com tudo que precisava. O mais importante, o aparelho para extrair o leite.
Durante a tarde fiquei trabalhando no meu quarto, minha irmã me trazia mates e bolachas. Também disse que ia fazer o jantar. Por volta das 8 da noite passei pelo quarto dela e olhei para dentro. Minha irmã estava sentada na cama, totalmente nua da cintura para cima, tentando usar o sacaleite. Fiquei paralisado diante dessa visão. Ela me viu e com cara de preocupação disse:
- Achei que isso ia ser mais fácil
- O que foi? – perguntei, sentando ao lado dela
- Tô com muita dificuldade pra manobrar isso – ela falou, tentando ajustar o aparelho em diferentes posições
- Deixa eu ver – me ajoelhei no chão e fiquei de frente pra ela
- Você vai me ajudar? – ela perguntou
- Claro – e peguei o sacaleite com a mão, apontando para o mamilo esquerdo dela
- Parece que tá indo, vamos ver – ela disse
- Ai, tentei apertar o gatilho e o peito escapou no movimento
- E agora? – minha irmã perguntou, recolocando o mamilo na boca do aparelho
- Vamos ver… – falei e apertei três vezes seguidas, mas ele ficava se mexendo. Não conseguíamos coordenar a mão dela com a minha pressionando
- Aperta um pouco mais forte com o aparelho contra o peito – minha irmã sugeriu
- Tá indo, vamos ver – disse, fazendo um pouco mais de pressão
- Aih – minha irmã reclamou
- Tô machucando?
- Quase nada, é que eles tão muito inchados – ela falou
- Me deixa? – perguntei, olhando nos olhos dela
- Tá… tá bom – a voz dela tremia
- Fica tranquila, deixa comigo. Peguei o peito dela com minha mão esquerda e com a direita ajustei a boca do aparelho. O mamilo dela ficou ereto. A pele dela arrepiou, a minha também. Comecei a bombear e o leite começou a sair do mamilo com mais fluidez. Suavemente pressionei as laterais do peito dela. enquanto com a outra mão bombeava.
- Sai muito bem, disse minha irmã sorridente
- Viu? Te falei, deixa comigo
- Você é um gênio, minha irmã parecia feliz
- Pronto, vamos para a outra, ela me disse pouco depois
- Vamos, falei enquanto repetia a operação com o peito que ainda não tinha ordenhado. Nesse caso, o leite saiu imediatamente, mas logo escapou da boca do aparelho. Acomodei novamente o peito da minha irmã, embora dessa vez com a ponta do dedo polegar acariciasse seu mamilo. Ela deu um salto. Eu estremeci só com aquele contato mínimo
- Aghhh, sussurrou minha irmã
- Machuquei você? Perguntei
- Não, não foi isso, disse enquanto me olhava com os olhos brilhantes
- Ah, bom, respondi
- Acho que já está, disse ela
- Perfeito, falei e soltei seu peito suavemente
Já de noite, depois do jantar, comentei com minha irmã que ia para o quarto porque tinha uma conversa pendente com Paula, minha sex amiga. Joguei esse comentário para provocar um pouco de ciúme nela. Não quis mencionar a dor nas bolas que estava sentindo pela excitação de ter estado tão perto dela, e mais particularmente pela última extração de leite.Sábado, 28 de marçoComeçava o fim de semana, embora o confinamento praticamente não permitisse diferenciar os dias. Tomamos café da manhã juntos, eu e minha irmã. Como todas as manhãs, o ritual de vê-la amamentando, embora cada vez fosse menos o tempo que ela dava no peito e maior o que dava na mamadeira com o leite previamente extraído com o aparelho. Ia ser uma tortura ver os peitos da minha irmã o tempo todo, mas ia ter que me acostumar. Minha irmã se exibia diante de mim de peitos à mostra como se nada a perturbasse, e isso me excitava.
À tarde, minha irmã se animou a me pedir se eu a ajudava com a bombinha de tirar leite. Vou esperar a Jasmim dormir para ficarmos mais tranquilos, ela me disse. Me senti um pouco reconfortado quando ela disse que queria estar tranquila durante a extração do leite, que para mim era também uma sessão de massagens e carícias naqueles peitos que estavam me deixando louco. Passaram algumas horas e minha irmã vem em direção ao sofá da sala onde eu estava sentado.
- Jasmim dormiu, ela me disse.
- Bom, trouxe o aparelho?
- Ah, sim, aqui está, e ela me entregou.
- Perfeito, eu disse, esperando ver sua reação.
Estávamos sentados um de frente para o outro no sofá da sala, fazia muito calor e na rua o silêncio era sepulcral. O respeito ao isolamento era total. E lá estava eu, com minha irmã na minha frente com sua camiseta sem sutiã como sempre e prestes a obter um dos maiores prazeres que tive ultimamente: curtir os peitos da minha irmã.
- Vou tirar a camiseta para ficarmos mais confortáveis, disse Sônia, e ao puxá-la pela cabeça os peitos se moveram e eu fiquei louco com essa visão.
- Desculpa, Sônia, já, já sei que te falei, mas, que peitão gostoso você tem! Eu gaguejava.
- Ai, nenê, que exagero! Sou uma mãe que amamenta! Haha, minha irmã ria divertida.
- Eu sei, mas não consigo deixar de te falar.
- Obrigada, gosto que você me diga, estou sozinha e é bom se sentir desejada. des… linda. Minha irmã ia dizer "desejada" e era verdade, o que eu sentia era desejo. Enquanto dizia isso, ela acariciava os seios e os olhava
- Estão perfeitos, acrescentei
- Sim, eu também gosto deles, minha irmã olhava para os próprios peitos
- Bom, vamos ao que interessa, cortei, e levei minha mão ao seu seio esquerdo
- Espera, primeiro massageia um pouco para sair melhor
- Tem certeza? Quis confirmar o que tinha ouvido
- Sim, certeza
- Bom, se doer você me avisa, e comecei a acariciar massageando lentamente seu seio direito com minha mão esquerda.
- Por que não larga o aparelho e me massageia com as duas mãos?, propôs minha irmã
- Claro, claro, disse eu e voltei ao seu peito agora com as duas mãos
- Mmmm, minha irmã suspirava
- Está doendo? Perguntei para confirmar meu pressentimento sobre aquele sussurro
- Nããão, estou gostando, disse Sonia e era tudo que eu precisava ouvir
- Vamos devagar, disse e comecei a amassar seu peito com as duas mãos, às vezes travava um pouco dada a firmeza daqueles lindos melões que minha irmã tinha
- Espera, disse minha irmã e se levantou
- O que foi? perguntei preocupado se algo tinha incomodado
- Já volto, disse e voltou com um creme hidratante neutro
- Ah, acho que é uma boa ideia
- Põe um pouco, ela me disse
- Mmm, sim, disse. Agora minhas mãos deslizavam pelo peito de um jeito totalmente erótico
- Aghhh, está frio, mas vai esquentando, pelo calor dos meus peitos e das suas mãos, disse Sonia
- Claro, disse pigarreando de nervoso já que não conseguia acreditar no que minha irmã estava dizendo. Em um movimento, esfreguei o mamilo e olhei esperando sua reação
- Aghhh, disse minha irmã
- Machuquei? Perguntei curioso
- Não, respondeu seca
- Ok, disse e continuei massageando por um tempo, quando já achava que Eu tinha dedicado tempo suficiente (poderia ter ficado a tarde toda) e passei meus dedos pelo mamilo dela novamente, como se estivesse alongando
- Auhggg, disse minha irmã no meio de um tremor
- Agora eu te machuquei, perguntei, intuindo a resposta
- Você sabe que não, ela me respondeu de novo, seca e com uma seriedade que eu não sabia se era nervosismo ou tesão
- Ah, vamos testar esse aparelhinho, eu disse e comecei a extração
- Vai, melhor assim…
- Tá saindo bem, comentei enquanto via o leite emanando do mamilo dela
- Que bom!
- Vamos para a outra? Perguntei animado
- Espera, passa creme primeiro, ela disse, e eu agradeci
- Claro, claro, disse eu visivelmente excitado
- Devagar, ela me pediu
- De-va-ga-r, tentei fazer graça com a música do Luis Fonzi pra descontrair
- Que babaca! Minha irmã riu
- Vamos com calma, eu disse e comecei minha massagem suave na outra teta da minha irmã
- Muito bom, ela disse e fechou os olhos
- Lá vai, eu disse e, enquanto massageava, olhei pra ela com os olhos fechados, curtindo a situação. Decidi arriscar um pouco. Sem tirar os olhos do rosto dela, percorri a aréola com os dedos e apertei suavemente o mamilo
- Mmmm, ela mordeu os lábios sem abrir os olhos
- Devagar, eu repeti e voltei a acariciar a teta pelo contorno externo antes de retornar ao mamilo, tudo isso fazendo enquanto alternava o olhar entre a teta e minha irmã, que não abria os olhos e mordia o lábio de novo
- Aghhh, ela sussurrou, já tá?
- Sim, acho que sim, eu disse e peguei o aparelho para voltar ao processo de extração
- Tá saindo bem, minha irmã confirmou
- Acho que as massagens são fundamentais, eu disse, me fazendo de profissional, com uma ereção que não tinha nada de profissional
- Além de ser - Fundamentais, parece que você gosta, né? Disse minha irmã olhando meu pacote - Não vou negar, falei - Eu também curto, concluiu Sonia À noite Paula não apareceu e não quis mandar mensagem, mesmo com a dor nos ovos por causa da excitação de hoje estar bem intensaDomingo 29 de marçoOs dias estavam lindos, fazia muito calor, mas não era sufocante. O apartamento da minha irmã tinha churrasqueiras comuns na varanda, então aproveitei e subi para verificar se estavam reservadas. Supostamente as áreas comuns não deveriam ser usadas, mas como é algo privado, quem iria controlar? Algum vizinho poderia denunciar, é verdade, mas que se dane. Por sorte era um prédio com muita gente jovem e não via isso como possível. Na saída para a varanda tinha um caderno e nenhuma churrasqueira estava reservada, então anotei "Sonia 5º A" e desci para ir ao açougue comprar para o mini churrasco para duas pessoas.
Já no açougue, comprei tanto para comer naquele dia quanto para congelar e comer outro dia. Aproveitei e comprei uns vinhos, da outra vez tinha comprado no supermercado também. A pandemia nos dá uma sensação de que nunca podemos ficar desabastecidos. Por isso é que quando existe a possibilidade, eu compro mantimentos.
Voltei para o apartamento e perguntei à Sonia se ela não queria subir com Jazmín para a varanda enquanto eu preparava o fogo. Ela aceitou muito feliz. Era muito lindo ver o rosto feliz da minha irmã. Em 15 minutos estávamos abrindo a garrafa de vinho e rindo enquanto preparávamos o churrasco. Comemos simplesmente uma linguiça, uma morcilla, uma provoleta (um queijo provolone derretido, que na Argentina fazemos na churrasqueira) e um pedaço de carne entre os dois. Sonia fez uma salada de alface e tomate e tomamos a garrafa inteira de malbec.
Animadas, depois do almoço minha irmã começou a amamentar Jazmín. Ela estava com uma camiseta e sutiã dessa vez, então com dificuldade tirou o peito e deu o almoço para minha sobrinha.
- Dói? Perguntei.
- Sim, muito. Ela respondeu.
- Bom, se quiser hoje eu tiro um pouco mais.
- Sim, sim, vou precisar.
- Por mim, não tem problema, disse complacente.
- Já vejo que não tem problema, disse sorrindo cúmplice. - Não vou mentir, e ainda acrescentei: você também vai precisar de massagens?
- Haha, acho que sim, riu minha irmã divertida
- Acho que você também não tem problema, ou estou errada? Soltei
- Não está errada, disse ela, e corou
- Bom, melhor então.
- Falando um pouco de tudo, espero que me mostre mais fotos da sua amiga, quero conhecê-la mais intimamente.
- Que curiosa você ficou? Cutuquei ela
- Sim, me interessa, além do mais ela está muito gostosa
- Você gosta de mulheres também?, perguntei surpresa
- Não especialmente, me considero heterossexual, mas não teria problema em experimentar com uma garota algum dia, soltou minha irmã
- Acho muito bem, "mente aberta", disse
- Se te interessar ver as fotos da Paula posso te mostrar agora, tenho no celular, falei.
- Vamos ver, quero ver. Me disse a Sonia
- Olha, mostrei no celular uma foto da Paula de peitos, eram pequenos, mas com uns mamilos bem escuros e duros
- Ah, muito bom, ela tem bons peitos, é a única que tem? Me disse
- Tem mais, mas não sei se te mostro, são muito pesadas, falei
- Vai, o que você acha que eu sou? Que nunca fiz essas coisas? Disse minha irmã divertida
- Ah, olha só minha irmãzinha, que curiosa e safadinha você ficou
- Haha, você não sabe nada de mim nesse sentido, disse ela divertida e intrigante
- Lá vai, olha essa foto, e mostro uma da Paula de quatro, tirada por trás, onde dava pra ver toda a bunda e a buceta
- Ughhh, que foto boa, disse minha irmã
- Gostou? Falei
- Sim, é um enquadramento perfeito, me disse
- Já tirou fotos assim?, perguntei
- Sim. Disse ela seca
- Com seu marido?
- Não, com meu ex, Martín, lembra dele?
- Sim, lembro, você teria uns 25 anos, né? Perguntei
- Sim, Com o Martín fizemos umas coisas muito loucas - O que será que você fez pra ficar com essa carinha de safada?, perguntei curioso - Um dia desses eu te conto… Aquele foi um dia incrível com a Sonia, a gente se divertiu muito na varanda, fizemos outra extração de porra super excitante e rimos o dia inteiro Continua… Podem deixar seus comentários emreybaco2005@hotmail.comou no Telegram @reybaco2005
Quando cheguei na cozinha, a Sonia estava sentada olhando o celular. "Tá conversando com o Pablo?", perguntei. "Sim, na Alemanão são 13h e ele tá almoçando. Não vê a hora de voltar, mas tá complicado." "Manda um abraço", falei. "Pode deixar."
Comecei a preparar o café da manhã e daqui a pouco ouço a Sonia gravando um áudio no celular: "Meu irmão tá preparando o café pra mim agora, então a gente se fala mais tarde."
Terminei de preparar o café e nos sentamos frente a frente, como sempre. Ela tava vestida como todo dia e na camiseta dava pra ver uma mancha de porra que saía do peito direito dela. Como de costume, direcionei o olhar pra essa área. A essa altura, já tava claro que minha irmã não se incomodava com esses olhares, aliás, até diria que ela gostava.
- Viu o que eu sou, me roubo o tempo todo
- Relaxa, a gente tá em confiança, eu digo
- É que tão doendo e vou ter que começar a tirar o leite e dar na mamadeira
- Bom, hoje se quiser eu compro quando sair
- Não, ia te pedir uma coisa. Se puder ficar um tempinho com a Jazmín, assim eu vou rápido até a farmácia e compro outras coisas que preciso também
- Sem problema, falei
- Tem certeza?
- Claro, nena, se a Jazmín é de boa e comigo fica tranquila
- Bom, muito obrigada, muito obrigada
- Não tem que me agradecer nada, nena
Já tínhamos terminado de tomar café quando a Sonia se levantou e foi até uma prateleira e pegou uma mamadeira. Sem se importar, voltou a se sentar e tirou um peito para fora, começando a massageá-lo. Você não sabe como dói, ela me dizia. Eu estava novamente surpreso com a falta de pudor da minha irmã. Depois de se acariciar — para mim não era outra coisa — ela pegou seu peito como se estivesse pesando e apertou. Um jato de uns 10 cm saiu disparado. Aquilo foi tremendamente excitante para mim, não me pergunte por quê. Ela me pediu para segurar a mamadeira enquanto ela ia tirar o leite.
- Você vai se ordenhar sozinha, eu disse rindo para aliviar a tensão que sentia naquele momento.
- Sim, haha.
- Lá vou eu, me levantei com uma ereção enorme.
- Coloca aqui, assim, minha irmã disse, pegando minha mão e aproximando a boca da mamadeira do seu mamilo.
- Perfeito, eu disse.
- Lá vamos nós, minha irmã fazia pressão e saía um jato que entrava na mamadeira.
- Saiu um pouco, eu disse, absorto no que estava vendo e, principalmente, por ter minha mão a 3 cm do seu mamilo e vê-lo emanar leite.
- Nesse ritmo nunca vou encher isso, admitiu Sonia.
- Não importa, você continua, eu disse.
- Sim, vou continuar, ela disse e prosseguiu com a excitante massagem e extração.
- Gosto de te ver, eu disse. Não sabia se tinha pensado ou falado. A questão é que isso, longe de envergonhá-la, parecia deixá-la mais ousada.
- Siiim? Ela esticou o "i" como num sussurro.
- Adoro, eu disse, totalmente solto nesse ponto.
- Vamos ver o outro…, e ela tirou a camiseta completamente.
- Lá vai. Eu disse, aproximando a mamadeira do outro mamilo.
- Espera, tenho que prepará-lo, ela me disse e começou a lenta massagem.
- Oh, escapou e meu pacote deu um pulo. A pica tinha dado um salto de excitação.
- Lá vai melhor, ela diz no momento em que olha para meu pacote.
- Bom… eu não sabia por que ela dizia isso de "lá vai melhor". Era pela minha ereção? - Vem cá, vamos ver. E ela pegou na minha mão para aproximar a mamadeira do seu mamilo e recomeçou a extração
- Tá saindo, falei eu, de olho na teta da minha irmã como um garoto diante da vitrine de uma loja de brinquedos
- Sim, sim, disse ela enquanto apertava com força o mamilo
- Mmmm, suspirei. A cena não podia ser mais excitante
Exatamente nesse momento minha sobrinha começou a chorar e ela se levantou com os peitos à mostra. Eu a via se afastar e sumir pelo corredor, observava sua teta de perfil, grande, dura, pesada e balançando no ritmo dos seus passos. Ela voltou com a nenê no colo, apoiada sobre seus seios, e sentou-se, desta vez ao meu lado. Começou a amamentar, pressionando a parte superior com o dorso do dedo médio. Minha sobrinha sugava com dificuldade, mas com vontade. Como eu faria, pensei por um instante. Agora ela trocou a nenê de peito e a colocou para mamar no seio mais distante de mim, de modo que a apenas alguns centímetros eu tinha a teta nua da minha irmã, que eu contemplava com prazer. Naquele momento eu pensava em como se pode obter prazer na contemplação, pensava nos artistas que não apenas olham, mas contemplam as obras. Aquilo para mim era como uma obra de arte. Aquele peito nu da minha irmã, além da excitação que me causava, me parecia de uma beleza superior.
Tão absorto em meus pensamentos estava que não percebi que minha irmã havia terminado. Ela acomodou Jasmim para que arrotasse e me perguntou se eu me importava que ela fosse à farmácia comprar a bomba de extração e essas coisas. Sem problema, eu disse. Aproveita e anda algumas quadras para espairecer um pouco, eu fico com Jasmim. Você é um amor, ela disse e me deu um beijo na bochecha antes de ir se trocar, depois de deixar a nenê no berço.
Durante o resto da manhã eu fiquei com Jasmim no colo em alguns momentos, ao meu lado em outros, e a maior parte do tempo ela dormiu tranquilamente. Sônia demorou bastante porque a farmácia estava um mundo de gente com uma fila enorme, mas finalmente conseguiu voltar com tudo que precisava. O mais importante, o aparelho para extrair o leite.
Durante a tarde fiquei trabalhando no meu quarto, minha irmã me trazia mates e bolachas. Também disse que ia fazer o jantar. Por volta das 8 da noite passei pelo quarto dela e olhei para dentro. Minha irmã estava sentada na cama, totalmente nua da cintura para cima, tentando usar o sacaleite. Fiquei paralisado diante dessa visão. Ela me viu e com cara de preocupação disse:
- Achei que isso ia ser mais fácil
- O que foi? – perguntei, sentando ao lado dela
- Tô com muita dificuldade pra manobrar isso – ela falou, tentando ajustar o aparelho em diferentes posições
- Deixa eu ver – me ajoelhei no chão e fiquei de frente pra ela
- Você vai me ajudar? – ela perguntou
- Claro – e peguei o sacaleite com a mão, apontando para o mamilo esquerdo dela
- Parece que tá indo, vamos ver – ela disse
- Ai, tentei apertar o gatilho e o peito escapou no movimento
- E agora? – minha irmã perguntou, recolocando o mamilo na boca do aparelho
- Vamos ver… – falei e apertei três vezes seguidas, mas ele ficava se mexendo. Não conseguíamos coordenar a mão dela com a minha pressionando
- Aperta um pouco mais forte com o aparelho contra o peito – minha irmã sugeriu
- Tá indo, vamos ver – disse, fazendo um pouco mais de pressão
- Aih – minha irmã reclamou
- Tô machucando?
- Quase nada, é que eles tão muito inchados – ela falou
- Me deixa? – perguntei, olhando nos olhos dela
- Tá… tá bom – a voz dela tremia
- Fica tranquila, deixa comigo. Peguei o peito dela com minha mão esquerda e com a direita ajustei a boca do aparelho. O mamilo dela ficou ereto. A pele dela arrepiou, a minha também. Comecei a bombear e o leite começou a sair do mamilo com mais fluidez. Suavemente pressionei as laterais do peito dela. enquanto com a outra mão bombeava.
- Sai muito bem, disse minha irmã sorridente
- Viu? Te falei, deixa comigo
- Você é um gênio, minha irmã parecia feliz
- Pronto, vamos para a outra, ela me disse pouco depois
- Vamos, falei enquanto repetia a operação com o peito que ainda não tinha ordenhado. Nesse caso, o leite saiu imediatamente, mas logo escapou da boca do aparelho. Acomodei novamente o peito da minha irmã, embora dessa vez com a ponta do dedo polegar acariciasse seu mamilo. Ela deu um salto. Eu estremeci só com aquele contato mínimo
- Aghhh, sussurrou minha irmã
- Machuquei você? Perguntei
- Não, não foi isso, disse enquanto me olhava com os olhos brilhantes
- Ah, bom, respondi
- Acho que já está, disse ela
- Perfeito, falei e soltei seu peito suavemente
Já de noite, depois do jantar, comentei com minha irmã que ia para o quarto porque tinha uma conversa pendente com Paula, minha sex amiga. Joguei esse comentário para provocar um pouco de ciúme nela. Não quis mencionar a dor nas bolas que estava sentindo pela excitação de ter estado tão perto dela, e mais particularmente pela última extração de leite.Sábado, 28 de marçoComeçava o fim de semana, embora o confinamento praticamente não permitisse diferenciar os dias. Tomamos café da manhã juntos, eu e minha irmã. Como todas as manhãs, o ritual de vê-la amamentando, embora cada vez fosse menos o tempo que ela dava no peito e maior o que dava na mamadeira com o leite previamente extraído com o aparelho. Ia ser uma tortura ver os peitos da minha irmã o tempo todo, mas ia ter que me acostumar. Minha irmã se exibia diante de mim de peitos à mostra como se nada a perturbasse, e isso me excitava.
À tarde, minha irmã se animou a me pedir se eu a ajudava com a bombinha de tirar leite. Vou esperar a Jasmim dormir para ficarmos mais tranquilos, ela me disse. Me senti um pouco reconfortado quando ela disse que queria estar tranquila durante a extração do leite, que para mim era também uma sessão de massagens e carícias naqueles peitos que estavam me deixando louco. Passaram algumas horas e minha irmã vem em direção ao sofá da sala onde eu estava sentado.
- Jasmim dormiu, ela me disse.
- Bom, trouxe o aparelho?
- Ah, sim, aqui está, e ela me entregou.
- Perfeito, eu disse, esperando ver sua reação.
Estávamos sentados um de frente para o outro no sofá da sala, fazia muito calor e na rua o silêncio era sepulcral. O respeito ao isolamento era total. E lá estava eu, com minha irmã na minha frente com sua camiseta sem sutiã como sempre e prestes a obter um dos maiores prazeres que tive ultimamente: curtir os peitos da minha irmã.
- Vou tirar a camiseta para ficarmos mais confortáveis, disse Sônia, e ao puxá-la pela cabeça os peitos se moveram e eu fiquei louco com essa visão.
- Desculpa, Sônia, já, já sei que te falei, mas, que peitão gostoso você tem! Eu gaguejava.
- Ai, nenê, que exagero! Sou uma mãe que amamenta! Haha, minha irmã ria divertida.
- Eu sei, mas não consigo deixar de te falar.
- Obrigada, gosto que você me diga, estou sozinha e é bom se sentir desejada. des… linda. Minha irmã ia dizer "desejada" e era verdade, o que eu sentia era desejo. Enquanto dizia isso, ela acariciava os seios e os olhava
- Estão perfeitos, acrescentei
- Sim, eu também gosto deles, minha irmã olhava para os próprios peitos
- Bom, vamos ao que interessa, cortei, e levei minha mão ao seu seio esquerdo
- Espera, primeiro massageia um pouco para sair melhor
- Tem certeza? Quis confirmar o que tinha ouvido
- Sim, certeza
- Bom, se doer você me avisa, e comecei a acariciar massageando lentamente seu seio direito com minha mão esquerda.
- Por que não larga o aparelho e me massageia com as duas mãos?, propôs minha irmã
- Claro, claro, disse eu e voltei ao seu peito agora com as duas mãos
- Mmmm, minha irmã suspirava
- Está doendo? Perguntei para confirmar meu pressentimento sobre aquele sussurro
- Nããão, estou gostando, disse Sonia e era tudo que eu precisava ouvir
- Vamos devagar, disse e comecei a amassar seu peito com as duas mãos, às vezes travava um pouco dada a firmeza daqueles lindos melões que minha irmã tinha
- Espera, disse minha irmã e se levantou
- O que foi? perguntei preocupado se algo tinha incomodado
- Já volto, disse e voltou com um creme hidratante neutro
- Ah, acho que é uma boa ideia
- Põe um pouco, ela me disse
- Mmm, sim, disse. Agora minhas mãos deslizavam pelo peito de um jeito totalmente erótico
- Aghhh, está frio, mas vai esquentando, pelo calor dos meus peitos e das suas mãos, disse Sonia
- Claro, disse pigarreando de nervoso já que não conseguia acreditar no que minha irmã estava dizendo. Em um movimento, esfreguei o mamilo e olhei esperando sua reação
- Aghhh, disse minha irmã
- Machuquei? Perguntei curioso
- Não, respondeu seca
- Ok, disse e continuei massageando por um tempo, quando já achava que Eu tinha dedicado tempo suficiente (poderia ter ficado a tarde toda) e passei meus dedos pelo mamilo dela novamente, como se estivesse alongando
- Auhggg, disse minha irmã no meio de um tremor
- Agora eu te machuquei, perguntei, intuindo a resposta
- Você sabe que não, ela me respondeu de novo, seca e com uma seriedade que eu não sabia se era nervosismo ou tesão
- Ah, vamos testar esse aparelhinho, eu disse e comecei a extração
- Vai, melhor assim…
- Tá saindo bem, comentei enquanto via o leite emanando do mamilo dela
- Que bom!
- Vamos para a outra? Perguntei animado
- Espera, passa creme primeiro, ela disse, e eu agradeci
- Claro, claro, disse eu visivelmente excitado
- Devagar, ela me pediu
- De-va-ga-r, tentei fazer graça com a música do Luis Fonzi pra descontrair
- Que babaca! Minha irmã riu
- Vamos com calma, eu disse e comecei minha massagem suave na outra teta da minha irmã
- Muito bom, ela disse e fechou os olhos
- Lá vai, eu disse e, enquanto massageava, olhei pra ela com os olhos fechados, curtindo a situação. Decidi arriscar um pouco. Sem tirar os olhos do rosto dela, percorri a aréola com os dedos e apertei suavemente o mamilo
- Mmmm, ela mordeu os lábios sem abrir os olhos
- Devagar, eu repeti e voltei a acariciar a teta pelo contorno externo antes de retornar ao mamilo, tudo isso fazendo enquanto alternava o olhar entre a teta e minha irmã, que não abria os olhos e mordia o lábio de novo
- Aghhh, ela sussurrou, já tá?
- Sim, acho que sim, eu disse e peguei o aparelho para voltar ao processo de extração
- Tá saindo bem, minha irmã confirmou
- Acho que as massagens são fundamentais, eu disse, me fazendo de profissional, com uma ereção que não tinha nada de profissional
- Além de ser - Fundamentais, parece que você gosta, né? Disse minha irmã olhando meu pacote - Não vou negar, falei - Eu também curto, concluiu Sonia À noite Paula não apareceu e não quis mandar mensagem, mesmo com a dor nos ovos por causa da excitação de hoje estar bem intensaDomingo 29 de marçoOs dias estavam lindos, fazia muito calor, mas não era sufocante. O apartamento da minha irmã tinha churrasqueiras comuns na varanda, então aproveitei e subi para verificar se estavam reservadas. Supostamente as áreas comuns não deveriam ser usadas, mas como é algo privado, quem iria controlar? Algum vizinho poderia denunciar, é verdade, mas que se dane. Por sorte era um prédio com muita gente jovem e não via isso como possível. Na saída para a varanda tinha um caderno e nenhuma churrasqueira estava reservada, então anotei "Sonia 5º A" e desci para ir ao açougue comprar para o mini churrasco para duas pessoas.
Já no açougue, comprei tanto para comer naquele dia quanto para congelar e comer outro dia. Aproveitei e comprei uns vinhos, da outra vez tinha comprado no supermercado também. A pandemia nos dá uma sensação de que nunca podemos ficar desabastecidos. Por isso é que quando existe a possibilidade, eu compro mantimentos.
Voltei para o apartamento e perguntei à Sonia se ela não queria subir com Jazmín para a varanda enquanto eu preparava o fogo. Ela aceitou muito feliz. Era muito lindo ver o rosto feliz da minha irmã. Em 15 minutos estávamos abrindo a garrafa de vinho e rindo enquanto preparávamos o churrasco. Comemos simplesmente uma linguiça, uma morcilla, uma provoleta (um queijo provolone derretido, que na Argentina fazemos na churrasqueira) e um pedaço de carne entre os dois. Sonia fez uma salada de alface e tomate e tomamos a garrafa inteira de malbec.
Animadas, depois do almoço minha irmã começou a amamentar Jazmín. Ela estava com uma camiseta e sutiã dessa vez, então com dificuldade tirou o peito e deu o almoço para minha sobrinha.
- Dói? Perguntei.
- Sim, muito. Ela respondeu.
- Bom, se quiser hoje eu tiro um pouco mais.
- Sim, sim, vou precisar.
- Por mim, não tem problema, disse complacente.
- Já vejo que não tem problema, disse sorrindo cúmplice. - Não vou mentir, e ainda acrescentei: você também vai precisar de massagens?
- Haha, acho que sim, riu minha irmã divertida
- Acho que você também não tem problema, ou estou errada? Soltei
- Não está errada, disse ela, e corou
- Bom, melhor então.
- Falando um pouco de tudo, espero que me mostre mais fotos da sua amiga, quero conhecê-la mais intimamente.
- Que curiosa você ficou? Cutuquei ela
- Sim, me interessa, além do mais ela está muito gostosa
- Você gosta de mulheres também?, perguntei surpresa
- Não especialmente, me considero heterossexual, mas não teria problema em experimentar com uma garota algum dia, soltou minha irmã
- Acho muito bem, "mente aberta", disse
- Se te interessar ver as fotos da Paula posso te mostrar agora, tenho no celular, falei.
- Vamos ver, quero ver. Me disse a Sonia
- Olha, mostrei no celular uma foto da Paula de peitos, eram pequenos, mas com uns mamilos bem escuros e duros
- Ah, muito bom, ela tem bons peitos, é a única que tem? Me disse
- Tem mais, mas não sei se te mostro, são muito pesadas, falei
- Vai, o que você acha que eu sou? Que nunca fiz essas coisas? Disse minha irmã divertida
- Ah, olha só minha irmãzinha, que curiosa e safadinha você ficou
- Haha, você não sabe nada de mim nesse sentido, disse ela divertida e intrigante
- Lá vai, olha essa foto, e mostro uma da Paula de quatro, tirada por trás, onde dava pra ver toda a bunda e a buceta
- Ughhh, que foto boa, disse minha irmã
- Gostou? Falei
- Sim, é um enquadramento perfeito, me disse
- Já tirou fotos assim?, perguntei
- Sim. Disse ela seca
- Com seu marido?
- Não, com meu ex, Martín, lembra dele?
- Sim, lembro, você teria uns 25 anos, né? Perguntei
- Sim, Com o Martín fizemos umas coisas muito loucas - O que será que você fez pra ficar com essa carinha de safada?, perguntei curioso - Um dia desses eu te conto… Aquele foi um dia incrível com a Sonia, a gente se divertiu muito na varanda, fizemos outra extração de porra super excitante e rimos o dia inteiro Continua… Podem deixar seus comentários emreybaco2005@hotmail.comou no Telegram @reybaco2005
14 comentários - Quarentena com a irmã (3) incesto
Abrazo
Pronto la 4ta
ya falta poco para la 4ta