Essa história foi escrita pelo meu amigo José, que quer comer minha esposa faz anos já...
Espero que vocês gostem tanto quanto ele e eu...Estávamos passando um fim de semana prolongado na chácara desde sexta-feira. Tava um calorão, o sábado inteiro foi de piscina e eu pude curtir ver a Ana de biquíni. Fiquei o dia todo de pau duro...Talvez em algum momento eu pude perceber que ela estava se dando conta...
Domingo de manhã, eu dedicado ao churrasco e Ana na cozinha preparando algumas saladas e aperitivos...
Foi nesse momento que Ro disse:
— Que burrice, esquecemos o pão...
— Opa, respondi.
— Sem problema, vamos até o vilarejo comprar e de quebra trazemos sorvete, você falou.
— Bom, vamos então, Ro te disse.
Em poucos minutos vocês foram embora e ficamos sozinhos, eu e Ana, na casa.
Eu a observava pela janela...
Com o pau duro como uma madeira, entrei na cozinha e fui direto ficar atrás dela, quase encostando, mas sem tocar...
Aproximei minha cabeça do pescoço dela e sussurrei no ouvido...
- Sabe que faz mais de 24 horas que não consigo parar de te olhar e imaginar coisas com você, né?
Senti que ela deu um sobressalto, mas se controlou imediatamente...
- Opa, acho que você viajou na maionese, hein? — ela respondeu.
- Você acha? — eu disse.
- Acho que sim, mas respondendo à sua pergunta: sim, te peguei várias vezes me encarando...
- E sabe quais são as consequências disso pra mim?
- Também pude notar...
Nesse momento me aproximei rapidamente e, sem deixá-la reagir, encostei todo o volume, com o pau bem duro, bem no meio das nádegas dela...
- Epaaaa!!! O que é isso aí? — ela disse.
- O pau duro como uma madeira por sua culpa — respondi, segurando-a pelos quadris e puxando-a o mais perto possível...
Ela tentou um movimento leve para se soltar, que pude interromper levantando uma mão e apertando forte um dos seus peitos...
- Para, para, sério, não faz merda, ela disse...
- Você acha uma merda que eu esteja com tesão em você? eu disse...
- De certa forma sim, você pode arruinar toda uma relação de amizade...
- De jeito nenhum, tranquila, nada vai acontecer que você não queira...
Automaticamente, apertei mais o pau contra as nádegas dela e agarrei os dois peitos com minhas mãos...
- Para! José, por favor!
- Não gostou?
Silêncio...
Um instante depois...
- Eu não disse isso... - respondeu
Aumentei o aperto dos peitos e a pressão contra a bancada, notei um leve movimento dos quadris...
E surgiu a frase que eu esperava...
- Essa pica está muito grande, hein...
- Pode comer quando quiser, respondi.
Notei outro sobressalto...
- Você sabe, com certeza o Hugo te contou que não me come como queria, que ele tem uma pequena e não fica duro, por isso você faz isso...
- Eu só sei que gosto muito de você e quero te dar uma máquina.
- Hahaha, que forte soa.
- Fortes vão ser as pirocadas que vou te dar.
- Mas o Hugo... não sei, por favor José - dizia enquanto tentava afastar a bunda da minha pelve e começava a suar...
Deixei os peitos e fui direto com minha mão direita por baixo da calcinha para tocar sua buceta...
- Upa!!!! depilada e molhada, eu disse... Mmmmmmm, parece que você não está desgostando muito...
Ela soltou uma risadinha, mas tentando mexer os quadris debaixo da minha mão.
- Tenho sensações conflitantes, sério mesmo, disse com a voz entrecortada porque meus dedos já estavam entrando devagarinho entre seus lábios menores...
Sem tirar minha mão da sua virilha, eu a virei, mas sem separá-la da bancada...
Nesse momento, devorei sua boca com um beijo profundo, apertando meu volume contra sua virilha, que continuava ocupada pela minha mão também.
Houve certa resistência, mas durou um segundo e ela me devolveu o beijo de língua com vontades vorazes, Ana transpirava cada vez mais...
Ela tirou as mãos do apoio na bancada para me agarrar por trás do pescoço com uma mão e com a outra agarrou meu pau por cima do short...
- Ufffffffff, ela disse entre línguas, esse pau parece diferente...
- Vai, chupa ele pra mim, eu disse...
Continua...
Domingo de manhã, eu dedicado ao churrasco e Ana na cozinha preparando algumas saladas e aperitivos...
Foi nesse momento que Ro disse:
— Que burrice, esquecemos o pão...
— Opa, respondi.
— Sem problema, vamos até o vilarejo comprar e de quebra trazemos sorvete, você falou.
— Bom, vamos então, Ro te disse.
Em poucos minutos vocês foram embora e ficamos sozinhos, eu e Ana, na casa.
Eu a observava pela janela...
Com o pau duro como uma madeira, entrei na cozinha e fui direto ficar atrás dela, quase encostando, mas sem tocar...
Aproximei minha cabeça do pescoço dela e sussurrei no ouvido...
- Sabe que faz mais de 24 horas que não consigo parar de te olhar e imaginar coisas com você, né? Senti que ela deu um sobressalto, mas se controlou imediatamente...
- Opa, acho que você viajou na maionese, hein? — ela respondeu.
- Você acha? — eu disse.
- Acho que sim, mas respondendo à sua pergunta: sim, te peguei várias vezes me encarando...
- E sabe quais são as consequências disso pra mim?
- Também pude notar...
Nesse momento me aproximei rapidamente e, sem deixá-la reagir, encostei todo o volume, com o pau bem duro, bem no meio das nádegas dela...
- Epaaaa!!! O que é isso aí? — ela disse.
- O pau duro como uma madeira por sua culpa — respondi, segurando-a pelos quadris e puxando-a o mais perto possível...
Ela tentou um movimento leve para se soltar, que pude interromper levantando uma mão e apertando forte um dos seus peitos...- Para, para, sério, não faz merda, ela disse...
- Você acha uma merda que eu esteja com tesão em você? eu disse...
- De certa forma sim, você pode arruinar toda uma relação de amizade...
- De jeito nenhum, tranquila, nada vai acontecer que você não queira...
Automaticamente, apertei mais o pau contra as nádegas dela e agarrei os dois peitos com minhas mãos...
- Para! José, por favor!
- Não gostou?
Silêncio...
Um instante depois...
- Eu não disse isso... - respondeu
Aumentei o aperto dos peitos e a pressão contra a bancada, notei um leve movimento dos quadris...
E surgiu a frase que eu esperava...
- Essa pica está muito grande, hein...
- Pode comer quando quiser, respondi.
Notei outro sobressalto...
- Você sabe, com certeza o Hugo te contou que não me come como queria, que ele tem uma pequena e não fica duro, por isso você faz isso...
- Eu só sei que gosto muito de você e quero te dar uma máquina.
- Hahaha, que forte soa.
- Fortes vão ser as pirocadas que vou te dar.
- Mas o Hugo... não sei, por favor José - dizia enquanto tentava afastar a bunda da minha pelve e começava a suar...
Deixei os peitos e fui direto com minha mão direita por baixo da calcinha para tocar sua buceta...
- Upa!!!! depilada e molhada, eu disse... Mmmmmmm, parece que você não está desgostando muito...Ela soltou uma risadinha, mas tentando mexer os quadris debaixo da minha mão.
- Tenho sensações conflitantes, sério mesmo, disse com a voz entrecortada porque meus dedos já estavam entrando devagarinho entre seus lábios menores...
Sem tirar minha mão da sua virilha, eu a virei, mas sem separá-la da bancada...
Nesse momento, devorei sua boca com um beijo profundo, apertando meu volume contra sua virilha, que continuava ocupada pela minha mão também.
Houve certa resistência, mas durou um segundo e ela me devolveu o beijo de língua com vontades vorazes, Ana transpirava cada vez mais...
Ela tirou as mãos do apoio na bancada para me agarrar por trás do pescoço com uma mão e com a outra agarrou meu pau por cima do short...
- Ufffffffff, ela disse entre línguas, esse pau parece diferente...
- Vai, chupa ele pra mim, eu disse...
Continua...
1 comentários - Fim de semana na chácara - corno!!!!