Dois sábados atrás, depois daquele dia lindo da mulher e sem faltar, como toda última sexta-feira do mês, elas se reuniram de novo na minha casa. A primeira a dar sinal de que algo não estava bem foi a Deusa Marta, que na reunião disse: "Comecei a me sentir mal, tenho umas náuseas incríveis, tudo que como eu vomito". Aí a Karen respondeu com uma risadinha debochada: "Amiga, você não tá grávida, né?" Todas riram, menos a Marta, que falou: "Você sabe que são os mesmos sintomas que tive na minha primeira gravidez. Não aguento perfumes, tudo me faz mal, e ainda meus peitos ficaram muito sensíveis, qualquer roçada incomoda. Na verdade, tenho os sintomas de gravidez, mas de quem? Se faz muito tempo que não transo, só se foi um anjo que desceu, me comeu e foi embora. É impossível eu estar grávida. Quem me comer tem que tirar as teias de aranha da minha buceta, porque já não uso ela, e tenho medo de cicatrizar", disse, e todas caíram na risada. "Você realmente não transa, amiga?", perguntou Karen. "Sim, faz mais de dois anos que nenhum homem me toca. Por isso deve ser um problema estomacal ou hormonal. Talvez seja pré-menopausa, já tenho 37, mas sou um reloginho com minha menstruação, e isso me chama atenção. Além disso, parei de tomar as pílulas anticoncepcionais há muito tempo, e talvez seja isso. Vou ter que visitar meu ginecologista pra ver se tá tudo bem." Aí a Laura interrompeu: "Mas você não disse que nenhum homem toca na sua buceta há dois anos? E seu ginecologista?" Marta se levantou e disse em voz baixa, tentando que eu não ouvisse: "Faz dois anos que não me tocam com a pica, com a divina pica, entendeu?" De novo, risadas.
Minha mãe tinha me pedido pra fazer o churrasco de novo, e eu topei. Todas comeram e brindaram, menos a Marta, que quando chegou a carne, saiu correndo pro banheiro pra vomitar. Isso estranhou todas, e disseram: "Essa aí tá grávida, comeu alguém e se faz de santinha, sabendo como a Marta é. com suas histórias, piadas e insinuações sexuais, e vendo uma mulherão daquele, era impossível alguém não se aproximar dela. Mamãe, como anfitriã, foi ver a Marta, que não parava de ter ânsias de vômito. Me chamou — eu estava no terceiro ano de medicina — e disse: "Olha ela, o que você acha que pode estar acontecendo?" Olhei, examinei um pouco, apalpei o estômago dela, fiz duas ou três perguntas, todas sobre a última menstruação ou a vida sexual dela. Ela me deu a data e disse que não transava há mais de dois anos. Receitei um antiemético sublingual de efeito rápido, e ela se sentiu melhor. Depois, peguei um calendário e os dias férteis coincidiam com aquela noite em que eu comi ela. E meti, não tinha dúvida: ela estava prenha até o talo, e era meu.
Marta se sentiu muito melhor. Falei pra ela não beber e que, se tivesse qualquer sintoma, me ligasse, que eu passaria a tarde inteira estudando no meu quarto. Ela saiu, e minha mãe me perguntou: "O que você acha que ela tem, filho?" "Falta exame, mas não senti nenhum problema no estômago ou intestino dela. Os sintomas são muito parecidos com gravidez, mas isso ela vai saber com um simples exame de sangue ou um teste." Minha mãe ficou muito preocupada, ou melhor, intrigada.
Descemos e comemos o churrasco. Marta só comeu um pouco de carne e vestiu o biquíni, mostrando os bicos dos peitos duros e grandes, enquanto se dirigia com o corpaço escultural pra espreguiçadeira da piscina pegar sol. O resto foi se juntando aos poucos. Eu lembrava daquela noite em que, uma por uma — exceto minha mãe, e graças à bebedeira danada dela pela comemoração do Dia da Mulher —, tinham se deixado pegar. Comi e meti em cada uma. Na Marta, eu tinha gozado fundo, sentindo a ponta do meu pau quase tocar o útero dela. E ali estava ela, tomando sol com o corpaço espetacular.
Num momento, minha mãe saiu de casa, e eu me despedi delas e fui pro meu quarto. Sabia que a qualquer hora começaria meu grande show, o dos topless daquelas éguas. Era só esperar. E adivinhem? quem foi a primeira, se a Marta tirou o sutiã e os peitos dela, especialmente aqueles mamilos, ficaram de fora.
Minha mãe chegou rápido, trouxe uma sacolinha plástica e entrou no meu quarto me dizendo: "Ei, filho, você sabe como se usa esses testes de gravidez?"
"Sei", falei, "são rápidos e muito confiáveis, é quase 100% certeza. É pra você?" perguntei.
"Não, como assim, é pra Marta. Você topa fazer nela?"
"Sim", falei, "se ela aceitar, não tenho problema."
Mamãe desceu e chamou a Marta, conversaram por vários minutos e minha mãe convenceu ela. Depois, vieram pro meu quarto e a Marta me disse: "Você tem certeza do seu diagnóstico?"
Não respondi, mas falei: "É melhor descartar uma gravidez, melhor você fazer o teste e tirarmos as dúvidas."
"Tá bom", ela disse, "posso usar seu banheiro?"
Minha mãe tinha comprado 4 testes de marcas diferentes. Ela saiu com o copinho de urina, eu peguei as tiras reagentes e o cassete e mergulhei na urina. Depois de alguns minutos, uma por uma começaram a marcar as duas listrinhas que davam positivo.
Marta arregalou os olhos sem entender o que tava rolando e não falou nada. Minha mãe abraçou ela e as duas choraram juntas.
"Mas tem alguma chance disso falhar?" ela me perguntou.
Não respondi. "São 4 e todas deram positivo. Se quiser, eu te examino direitinho, mas acho que não tem dúvida."
"Por favor", ela disse, "me examina."
"Tá bom, tira o sutiã que eu preciso apalpar seus peitos e ver a cor da aréola."
Ela tirou rapidinho o sutiã do biquíni e eu notei o escuro que eles tinham ficado. Toquei nos mamilos dela e senti que estavam muito sensíveis. Perguntei: "Você notou uma mudança de cor?"
Ela disse, olhando pra aqueles peitos incríveis: "Sim, agora que você falou, tão bem escuros."
"Tá bom, vou examinar sua buceta", e baixei a calcinha dela, deitei ela na cama e comecei a examinar. Mas a única coisa que eu queria era tocar naquela buceta enorme que ela tinha. Os lábios dela estavam terrivelmente inchados, escuros igual aos peitos. Separei os lábios maiores e enfiei um dedo, e a Marta deu um pulinho. Ela estava apertada e os lábios... mamilas inchadas e escuras, típico de gravidez, Marta, eu falei: "você tá grávida". Ela, perplexa, me disse: "mas como pode ser isso se eu não transei com ninguém? Como eu posso estar grávida?" Ela vestiu a tanga e saiu com o sutiã na mão. Fiquei olhando ela pela janela. Quando chegaram na piscina, minha mãe contou a notícia pra elas, e todas abraçaram Marta enquanto ela chorava.
Aquela tarde passou rápido, não tinha alegria. Quando a noite chegou, cada uma foi pra sua casa, menos a Marta, que ficou em casa, e a Karen, que quis acompanhar ela. Eu me aproximei da grávida e falei: "olha, é melhor você ir no ginecologista na segunda e fazer uns exames mais profundos". Ela concordou com a cabeça. "Enquanto isso, recomendo tomar esses calmantes, vão te relaxar e você vai dormir a noite toda." "É", disse minha mãe, "é o melhor. Você não teria uns pra mim também?", perguntou a Karen. "Tenho, sim", falei, e entreguei uma dose bem forte de ansiolíticos pra ela. Já tinha minha festinha pronta. Elas comeram e depois foram ver um filme, quando tomaram as pílulas. Minha mãe também pediu e tomou. 20 minutos depois, as três estavam totalmente apagadas na sala. "Bem, senhoras, é hora de provar meu pau." A primeira seria a nova mamãe. Abaixei a legging e a calcinha da Marta, e depois fiz o mesmo com a Karen. As tetonas da Karen me chamaram atenção, então tirei elas pra fora e comecei a chupar. Depois fiz o mesmo com os peitos de mamilos enormes da Marta. Ela gemeu um pouco e os peitos dela ficaram enormes, eram incríveis. A única que ainda estava vestida era minha mãe. E de repente pensei: "por que não a mamãe também?" Abaixei o vestido e a blusa dela, e saíram aqueles peitões que minha mãe tem, pesados, redondos, firmes, com mamilos rosados e pequenos. Me chamou a atenção a buceta dela, bem depilada, mas com lábios grandes e carnudos, uma vulva parecida com a da Marta. Juntei as três, abri as pernas delas e falei: "qual vai ser a primeira?" Acabou que foi a Karen, que ficou no meio. Comecei a chupar a buceta dela. palavra: buceta e a veterana começou a gemer, de repente a buceta dela ficou toda molhada, enfiei um dedo e procurei o ponto G dela, com a outra mão comecei a acariciar a buceta da Marta, os lábios dela estavam inchados, a buceta molhada, Marta começou a gemer quando peguei no botãozinho do prazer dela, nessa hora a Karen gozou com um squirt na minha cara, me enchendo de um néctar doce, aí meu pau começou a gritar, quero buceta, quero buceta, abaixei meu short e enfiei de uma vez na buceta da Karen, o orgasmo ainda pulsava nela, comecei a meter forte, fundo, com violência, via os peitos incríveis dela balançando, apalpei eles e com uma mão comecei a tocar o clitóris enorme da Karen até ela ter o segundo orgasmo daquela deusa, e sem mais nem menos meti uma porra violenta e fui até o fundo da buceta dela, tocando o útero, e gozei de uma vez.
Minha libido não tinha baixado, agora era hora de decidir se comia a Marta ou a minha mãe, decidi comer a Marta, coloquei o pau no meio dos peitos dela e comecei a fazer um boobs fuck, depois resolvi chupar os peitos dela, sem pressa, não parei de chupar, Marta gemendo e suspirando, aí desci devagar até a vulva suculenta dela, aquela racha enorme e carnuda, e agora grávida de mim, comecei a chupar a buceta dela, enfiei dois dedos, estava incrível, doce e incrivelmente quente, ela começou a tremer, eu achei o clitóris dela e chupei sem parar, ela começou a gemer, de repente fechou as pernas e me apertou, o orgasmo dela foi incrível, senti a buceta dela pulsar e aquele bum ritmado, era lindo ver aquela deusa gozando, meu pau já estava durasso, levantei as pernas dela até a altura dos meus ombros e encostei a cabeça do pau na buceta e de uma só enfiada meti, entrou de uma vez, estava bem lubrificada, acho que cheguei no útero dela, depois comecei o vai e vem, via os mamilos dela ficarem duros, quase do tamanho centímetro e meio, eram dois caroços de azeitona em pé, mas maiores e mais redondos, eu tinha virado uma máquina única num mete e tira incrível, com a mão eu tocava e acariciava o clitóris dela, ela começou a gemer, e se tensionou, eu também tava quase gozando, e sem perceber chegamos juntos.
Ela com um orgasmo incrível, as contrações dela pareciam estar me ordenhando, naquele momento senti a buceta dela envolvendo a cabeça da pica e senti uma eletricidade e soltei um jorro abundante, meus gritos deviam ter sido ouvidos na África, fiquei deitado sobre os peitos da Marta bufando como um touro, deixei gozar dentro, e quando saiu fez um plof, agora era a vez da mamãe, mas eu precisava me recuperar, o tempo de refração usei pra trazer uma bacia com água e sabão neutro, e com uma esponja lavei os restos de porra da Karen e da Marta, depois vesti elas, e me dediquei a limpar qualquer vestígio de porra que tinha no sofá, só minha mãe tava nua, tinha passado quase uma hora, servi uma cerveja e depois comecei a acariciar os peitos da minha mãe, eles endureceram na hora, a carne branquíssima dela era linda de ver, me ajoelhei e abri aquela buceta linda que ela tinha, explorei devagar os lábios grandes e depois os pequenos, vi de perto o buraquinho dela, apertado e bem rosado, toquei devagar aquela buceta e enfiei um dedo, ela deu um pulinho, era extremamente sensível, parecia virgem de tão apertada que era, eu sabia que minha mãe depois que meu pai foi embora quando eu tinha 3 anos nunca mais ficou com homem nenhum, e eu seria o primeiro depois de mais de 17 anos.
Comecei a lamber ela e o gosto era muito doce, o cheiro era de perfume, eu sabia que minha mãe ainda menstruava, então tinha que tomar cuidado, comecei a chupar aquela buceta única, o clitóris dela apareceu e ela começou a reclamar, entre sonhos ela reclamava e dizia meu nome, isso me excitou pra caralho, minha mãe no prazer dela me chamava, fiquei chupando aquela buceta pussy uns 5 minutos e de repente me surpreendeu o orgasmo dela, explosivo, pulsava a pussy de forma rítmica e a bunda dela também, fui pro meu quarto e peguei os preservativos que tinham umas tachinhas, queria cuidar da minha mãe, mas antes enfiei só pra sentir a buceta dela na minha pele, era macia deliciosa, aveludada e bem quentinha, não podia acreditar que tava comendo a minha mãe e ela respondia às minhas investidas, de repente percebi que tô dentro dela sem proteção, tirei meu pau e coloquei o preservativo, meti, meu pau é grosso mas com as tachinhas é uma delícia, segundo as minas que eu comia de vez em quando na faculdade, minha mãe começou a gemer e quando tava quase chegando no segundo orgasmo dela acordou de repente, bem na hora que o orgasmo veio, me viu e tentou se soltar do meu pau inchado mas a pussy dela traiu, eu aproveitei e segurei a cintura dela afundando mais o pau até o fundo bem quando o orgasmo intensificou, gemeu e depois tentou se soltar mas não deixei, meti mais forte e falei mãe aproveita o pau do seu filho, aproveita te amo muito, e você também me deseja.
E enfiei meu pau mais fundo, ela falou mas sou sua mãe não podemos fazer o que você tá fazendo! e naquele momento veio o terceiro orgasmo dela, aí a resistência caiu e ela me abraçou me dando um beijo de língua, era uma potra gostosa com o macho dela penetrando a buceta, me arranhou as costas enquanto a pussy dela ordenhava meu pau com o orgasmo, sempre te desejei filho meu, sempre, mas ahhh que gostoso que é, me arrebenta toda meu amor, que faz mais de 17 anos que ninguém me fode, me dá teu pau, por favor, e eu obedeci como bom filho que sou, meti mais e mais, ela falou num momento, tira o preservativo quero sentir tua pele, e eu fiz, tirei o preservativo e foi tocar o céu de novo, a pussy dela agora era um vulcão com os sucos saindo e as contrações sem parar, me dá mais me parte no meio filho meu, meu gostoso de pau grande, me dá mais, isso me deixou a mil e meu corpo começou a se arrepiar, ela disse ahhh meu amor como seu pau ficou grande, meu amor tá quase gozando, e eu também, e ela fez um movimento único que se harmonizou com o meu, quando eu penetrava ela vinha ao meu encontro e quando eu saía ela fazia o mesmo, cada estocada era tão profunda que eu sentia minhas bolas batendo na bunda dela e o som do impacto era intenso e forte.
E então veio, comecei a gozar como um touro, minha mãe também chegou ao orgasmo, dessa vez os olhos dela se fecharam como se quisesse sentir meu sêmen entrando na buceta dela, e curtindo essa gozada que foi a mais forte de todas, porque saiu um squirt profundo que me molhou todo, sim, meu gostoso, goza dentro de mim, e senti minhas contrações, me faz de sua putinha, que mamãe te ama, e nos fundimos num beijo enorme que era uma mistura de paixão, amor e ternura, meu pau não amoleceu e ela percebeu, me jogou no tapete e disse agora é minha vez, e sentou no meu pau, era uma potra gostosa me cavalgando, os peitos dela eram um espetáculo quicando, não aguentei muito quando ela gozou pela quinta vez, caiu no meu peito quase desmaiada, eu beijava os peitos dela e aproveitava pra beijar a boca dela, meu pau ainda tava dentro, e aproveitando a posição toquei na bunda dela, consegui enfiar um dedo e ela disse sou virgem pelo cuzinho, não dei pra ninguém, seu pai cansou de pedir, mas guardei pra uma noite especial, mas não vai ser hoje não, meu amor, hoje só come a sua velhinha e enche a pussy dela de porra, ela se levantou de novo e começou a pular no meu pau que aparecia e sumia em segundos dentro daquela buceta, os lábios dela tinham inchado e a vulva era uma massa carnuda que era uma delícia, ela se inclinou e me comeu a boca num beijo, enfiou a língua e me arranhou as costas.
Era um sexo violento, furioso, ela começou a gritar goza dentro de mim, filho da puta, arrebenta minha pussy como quando você nasceu, vai que por aqui tu saiu, chupa meus peitos como quando você era bebê, me dá, quero seu gozo agora, goza em mim, eu senti que vinha um orgasmo como nunca antes, comecei a jorrar leite e naquele momento ela gozou pela sexta vez, gritando sim, assim, meu amor, assim, depois caiu desmaiada, se encolheu e se aninhou no meu peito, meu pau ainda dentro, e não descia, ela olhou de repente pra Karen e Marta, e disse, o filho da Marta é seu, né? Você comeu a gente no Dia da Mulher, né? Aproveitou que a gente tava bêbada e comeu a gente, não falei, comi elas, comi as duas, você não, mas elas sim, ahhh, agora tudo faz sentido, Marta, Julia, Laura e principalmente Karen reclamaram todas da dor terrível no cu que tinham, a Karen tava com um rasgo e achou que tinha caído bêbada naquele dia, mas agora sei que foi você quem comeu elas, por isso no dia seguinte todas andavam abertas e sonharam que tinham sido fodidas, por que você não usou camisinha, meu filho? Porque queria sentir elas, e me deixei levar, agora você vai ser avó do filho da Marta, sua melhor amiga. Ei, falei, e você? Gozei duas vezes dentro, não tem medo de engravidar? Ela me olhou e disse, seria lindo ter seu bebê na minha barriga, mas isso não vai rolar, amanhã tomo a pílula do dia seguinte e resolvemos, mas agora, você só tava me comendo ou também pensava em abusar delas? Já fiz, já comi as duas, só que você deixei pro final, como uma boa sobremesa, ela me beijou e apertou meu pau com a buceta dela, eu respondi com um gemido e de novo a eletricidade no ar, coloquei ela de quatro e meti até o fundo, ela só gritava, sou sua puta, sou sua puta, me come, me faz gozar de novo, e dessa vez foi bem violento, cada estocada eu sentia minha cabeça batendo no útero dela, ela apertava com a buceta e soltava, num momento falei, mãe, quem te ensinou a usar a buceta assim? E ela respondeu, foi a Irmã Estela, uma freira bem puta do internato, acelerei meus movimentos e acariciei o clitóris dela, e ela gozou de novo. Nessa altura, eu já estava seco, e quando gozei, mal saíram umas gotinhas de porra que foram parar no fundo daquela matriz tão delicada da minha mãe.
Vem, ela disse, vamos levar a Karen e a futura mãe para os quartos delas. Levantei a Marta e a coloquei na cama dela. Minha mãe olhou e disse: "Ainda tá saindo porra da buceta dela, não é à toa que engravidou numa noite só. Você tem um chafariz entre as pernas." E era verdade, ainda escorria um pouco de sêmen da buceta da Marta. A Karen, a gente levou e eu revisei bem a xereca dela pra não deixar nenhum vestígio. Depois, entrei no quarto da minha mãe e me deitei de conchinha, não sem antes tocar na bunda dela. Ela me disse: "Se você se comportar bem, vai ser seu presente. Você vai desvirginar sua mãe pelo cu, e também vou te chupar e tomar seu gozo."
"Ei", eu disse, "não sabia que você é multiorgásmica?"
"Seu pai me arrancou 19 orgasmos na nossa lua de mel", ela respondeu, "então você tem que se esforçar mais."
Peguei as tetonas dela e encaixei a pica nas nádegas dela. Realmente, naquela noite, entre a mamãe e as amigas dela, eu já estava exausto.
Minha mãe tinha me pedido pra fazer o churrasco de novo, e eu topei. Todas comeram e brindaram, menos a Marta, que quando chegou a carne, saiu correndo pro banheiro pra vomitar. Isso estranhou todas, e disseram: "Essa aí tá grávida, comeu alguém e se faz de santinha, sabendo como a Marta é. com suas histórias, piadas e insinuações sexuais, e vendo uma mulherão daquele, era impossível alguém não se aproximar dela. Mamãe, como anfitriã, foi ver a Marta, que não parava de ter ânsias de vômito. Me chamou — eu estava no terceiro ano de medicina — e disse: "Olha ela, o que você acha que pode estar acontecendo?" Olhei, examinei um pouco, apalpei o estômago dela, fiz duas ou três perguntas, todas sobre a última menstruação ou a vida sexual dela. Ela me deu a data e disse que não transava há mais de dois anos. Receitei um antiemético sublingual de efeito rápido, e ela se sentiu melhor. Depois, peguei um calendário e os dias férteis coincidiam com aquela noite em que eu comi ela. E meti, não tinha dúvida: ela estava prenha até o talo, e era meu.
Marta se sentiu muito melhor. Falei pra ela não beber e que, se tivesse qualquer sintoma, me ligasse, que eu passaria a tarde inteira estudando no meu quarto. Ela saiu, e minha mãe me perguntou: "O que você acha que ela tem, filho?" "Falta exame, mas não senti nenhum problema no estômago ou intestino dela. Os sintomas são muito parecidos com gravidez, mas isso ela vai saber com um simples exame de sangue ou um teste." Minha mãe ficou muito preocupada, ou melhor, intrigada.
Descemos e comemos o churrasco. Marta só comeu um pouco de carne e vestiu o biquíni, mostrando os bicos dos peitos duros e grandes, enquanto se dirigia com o corpaço escultural pra espreguiçadeira da piscina pegar sol. O resto foi se juntando aos poucos. Eu lembrava daquela noite em que, uma por uma — exceto minha mãe, e graças à bebedeira danada dela pela comemoração do Dia da Mulher —, tinham se deixado pegar. Comi e meti em cada uma. Na Marta, eu tinha gozado fundo, sentindo a ponta do meu pau quase tocar o útero dela. E ali estava ela, tomando sol com o corpaço espetacular.
Num momento, minha mãe saiu de casa, e eu me despedi delas e fui pro meu quarto. Sabia que a qualquer hora começaria meu grande show, o dos topless daquelas éguas. Era só esperar. E adivinhem? quem foi a primeira, se a Marta tirou o sutiã e os peitos dela, especialmente aqueles mamilos, ficaram de fora.
Minha mãe chegou rápido, trouxe uma sacolinha plástica e entrou no meu quarto me dizendo: "Ei, filho, você sabe como se usa esses testes de gravidez?"
"Sei", falei, "são rápidos e muito confiáveis, é quase 100% certeza. É pra você?" perguntei.
"Não, como assim, é pra Marta. Você topa fazer nela?"
"Sim", falei, "se ela aceitar, não tenho problema."
Mamãe desceu e chamou a Marta, conversaram por vários minutos e minha mãe convenceu ela. Depois, vieram pro meu quarto e a Marta me disse: "Você tem certeza do seu diagnóstico?"
Não respondi, mas falei: "É melhor descartar uma gravidez, melhor você fazer o teste e tirarmos as dúvidas."
"Tá bom", ela disse, "posso usar seu banheiro?"
Minha mãe tinha comprado 4 testes de marcas diferentes. Ela saiu com o copinho de urina, eu peguei as tiras reagentes e o cassete e mergulhei na urina. Depois de alguns minutos, uma por uma começaram a marcar as duas listrinhas que davam positivo.
Marta arregalou os olhos sem entender o que tava rolando e não falou nada. Minha mãe abraçou ela e as duas choraram juntas.
"Mas tem alguma chance disso falhar?" ela me perguntou.
Não respondi. "São 4 e todas deram positivo. Se quiser, eu te examino direitinho, mas acho que não tem dúvida."
"Por favor", ela disse, "me examina."
"Tá bom, tira o sutiã que eu preciso apalpar seus peitos e ver a cor da aréola."
Ela tirou rapidinho o sutiã do biquíni e eu notei o escuro que eles tinham ficado. Toquei nos mamilos dela e senti que estavam muito sensíveis. Perguntei: "Você notou uma mudança de cor?"
Ela disse, olhando pra aqueles peitos incríveis: "Sim, agora que você falou, tão bem escuros."
"Tá bom, vou examinar sua buceta", e baixei a calcinha dela, deitei ela na cama e comecei a examinar. Mas a única coisa que eu queria era tocar naquela buceta enorme que ela tinha. Os lábios dela estavam terrivelmente inchados, escuros igual aos peitos. Separei os lábios maiores e enfiei um dedo, e a Marta deu um pulinho. Ela estava apertada e os lábios... mamilas inchadas e escuras, típico de gravidez, Marta, eu falei: "você tá grávida". Ela, perplexa, me disse: "mas como pode ser isso se eu não transei com ninguém? Como eu posso estar grávida?" Ela vestiu a tanga e saiu com o sutiã na mão. Fiquei olhando ela pela janela. Quando chegaram na piscina, minha mãe contou a notícia pra elas, e todas abraçaram Marta enquanto ela chorava.
Aquela tarde passou rápido, não tinha alegria. Quando a noite chegou, cada uma foi pra sua casa, menos a Marta, que ficou em casa, e a Karen, que quis acompanhar ela. Eu me aproximei da grávida e falei: "olha, é melhor você ir no ginecologista na segunda e fazer uns exames mais profundos". Ela concordou com a cabeça. "Enquanto isso, recomendo tomar esses calmantes, vão te relaxar e você vai dormir a noite toda." "É", disse minha mãe, "é o melhor. Você não teria uns pra mim também?", perguntou a Karen. "Tenho, sim", falei, e entreguei uma dose bem forte de ansiolíticos pra ela. Já tinha minha festinha pronta. Elas comeram e depois foram ver um filme, quando tomaram as pílulas. Minha mãe também pediu e tomou. 20 minutos depois, as três estavam totalmente apagadas na sala. "Bem, senhoras, é hora de provar meu pau." A primeira seria a nova mamãe. Abaixei a legging e a calcinha da Marta, e depois fiz o mesmo com a Karen. As tetonas da Karen me chamaram atenção, então tirei elas pra fora e comecei a chupar. Depois fiz o mesmo com os peitos de mamilos enormes da Marta. Ela gemeu um pouco e os peitos dela ficaram enormes, eram incríveis. A única que ainda estava vestida era minha mãe. E de repente pensei: "por que não a mamãe também?" Abaixei o vestido e a blusa dela, e saíram aqueles peitões que minha mãe tem, pesados, redondos, firmes, com mamilos rosados e pequenos. Me chamou a atenção a buceta dela, bem depilada, mas com lábios grandes e carnudos, uma vulva parecida com a da Marta. Juntei as três, abri as pernas delas e falei: "qual vai ser a primeira?" Acabou que foi a Karen, que ficou no meio. Comecei a chupar a buceta dela. palavra: buceta e a veterana começou a gemer, de repente a buceta dela ficou toda molhada, enfiei um dedo e procurei o ponto G dela, com a outra mão comecei a acariciar a buceta da Marta, os lábios dela estavam inchados, a buceta molhada, Marta começou a gemer quando peguei no botãozinho do prazer dela, nessa hora a Karen gozou com um squirt na minha cara, me enchendo de um néctar doce, aí meu pau começou a gritar, quero buceta, quero buceta, abaixei meu short e enfiei de uma vez na buceta da Karen, o orgasmo ainda pulsava nela, comecei a meter forte, fundo, com violência, via os peitos incríveis dela balançando, apalpei eles e com uma mão comecei a tocar o clitóris enorme da Karen até ela ter o segundo orgasmo daquela deusa, e sem mais nem menos meti uma porra violenta e fui até o fundo da buceta dela, tocando o útero, e gozei de uma vez.
Minha libido não tinha baixado, agora era hora de decidir se comia a Marta ou a minha mãe, decidi comer a Marta, coloquei o pau no meio dos peitos dela e comecei a fazer um boobs fuck, depois resolvi chupar os peitos dela, sem pressa, não parei de chupar, Marta gemendo e suspirando, aí desci devagar até a vulva suculenta dela, aquela racha enorme e carnuda, e agora grávida de mim, comecei a chupar a buceta dela, enfiei dois dedos, estava incrível, doce e incrivelmente quente, ela começou a tremer, eu achei o clitóris dela e chupei sem parar, ela começou a gemer, de repente fechou as pernas e me apertou, o orgasmo dela foi incrível, senti a buceta dela pulsar e aquele bum ritmado, era lindo ver aquela deusa gozando, meu pau já estava durasso, levantei as pernas dela até a altura dos meus ombros e encostei a cabeça do pau na buceta e de uma só enfiada meti, entrou de uma vez, estava bem lubrificada, acho que cheguei no útero dela, depois comecei o vai e vem, via os mamilos dela ficarem duros, quase do tamanho centímetro e meio, eram dois caroços de azeitona em pé, mas maiores e mais redondos, eu tinha virado uma máquina única num mete e tira incrível, com a mão eu tocava e acariciava o clitóris dela, ela começou a gemer, e se tensionou, eu também tava quase gozando, e sem perceber chegamos juntos.
Ela com um orgasmo incrível, as contrações dela pareciam estar me ordenhando, naquele momento senti a buceta dela envolvendo a cabeça da pica e senti uma eletricidade e soltei um jorro abundante, meus gritos deviam ter sido ouvidos na África, fiquei deitado sobre os peitos da Marta bufando como um touro, deixei gozar dentro, e quando saiu fez um plof, agora era a vez da mamãe, mas eu precisava me recuperar, o tempo de refração usei pra trazer uma bacia com água e sabão neutro, e com uma esponja lavei os restos de porra da Karen e da Marta, depois vesti elas, e me dediquei a limpar qualquer vestígio de porra que tinha no sofá, só minha mãe tava nua, tinha passado quase uma hora, servi uma cerveja e depois comecei a acariciar os peitos da minha mãe, eles endureceram na hora, a carne branquíssima dela era linda de ver, me ajoelhei e abri aquela buceta linda que ela tinha, explorei devagar os lábios grandes e depois os pequenos, vi de perto o buraquinho dela, apertado e bem rosado, toquei devagar aquela buceta e enfiei um dedo, ela deu um pulinho, era extremamente sensível, parecia virgem de tão apertada que era, eu sabia que minha mãe depois que meu pai foi embora quando eu tinha 3 anos nunca mais ficou com homem nenhum, e eu seria o primeiro depois de mais de 17 anos.
Comecei a lamber ela e o gosto era muito doce, o cheiro era de perfume, eu sabia que minha mãe ainda menstruava, então tinha que tomar cuidado, comecei a chupar aquela buceta única, o clitóris dela apareceu e ela começou a reclamar, entre sonhos ela reclamava e dizia meu nome, isso me excitou pra caralho, minha mãe no prazer dela me chamava, fiquei chupando aquela buceta pussy uns 5 minutos e de repente me surpreendeu o orgasmo dela, explosivo, pulsava a pussy de forma rítmica e a bunda dela também, fui pro meu quarto e peguei os preservativos que tinham umas tachinhas, queria cuidar da minha mãe, mas antes enfiei só pra sentir a buceta dela na minha pele, era macia deliciosa, aveludada e bem quentinha, não podia acreditar que tava comendo a minha mãe e ela respondia às minhas investidas, de repente percebi que tô dentro dela sem proteção, tirei meu pau e coloquei o preservativo, meti, meu pau é grosso mas com as tachinhas é uma delícia, segundo as minas que eu comia de vez em quando na faculdade, minha mãe começou a gemer e quando tava quase chegando no segundo orgasmo dela acordou de repente, bem na hora que o orgasmo veio, me viu e tentou se soltar do meu pau inchado mas a pussy dela traiu, eu aproveitei e segurei a cintura dela afundando mais o pau até o fundo bem quando o orgasmo intensificou, gemeu e depois tentou se soltar mas não deixei, meti mais forte e falei mãe aproveita o pau do seu filho, aproveita te amo muito, e você também me deseja.
E enfiei meu pau mais fundo, ela falou mas sou sua mãe não podemos fazer o que você tá fazendo! e naquele momento veio o terceiro orgasmo dela, aí a resistência caiu e ela me abraçou me dando um beijo de língua, era uma potra gostosa com o macho dela penetrando a buceta, me arranhou as costas enquanto a pussy dela ordenhava meu pau com o orgasmo, sempre te desejei filho meu, sempre, mas ahhh que gostoso que é, me arrebenta toda meu amor, que faz mais de 17 anos que ninguém me fode, me dá teu pau, por favor, e eu obedeci como bom filho que sou, meti mais e mais, ela falou num momento, tira o preservativo quero sentir tua pele, e eu fiz, tirei o preservativo e foi tocar o céu de novo, a pussy dela agora era um vulcão com os sucos saindo e as contrações sem parar, me dá mais me parte no meio filho meu, meu gostoso de pau grande, me dá mais, isso me deixou a mil e meu corpo começou a se arrepiar, ela disse ahhh meu amor como seu pau ficou grande, meu amor tá quase gozando, e eu também, e ela fez um movimento único que se harmonizou com o meu, quando eu penetrava ela vinha ao meu encontro e quando eu saía ela fazia o mesmo, cada estocada era tão profunda que eu sentia minhas bolas batendo na bunda dela e o som do impacto era intenso e forte.
E então veio, comecei a gozar como um touro, minha mãe também chegou ao orgasmo, dessa vez os olhos dela se fecharam como se quisesse sentir meu sêmen entrando na buceta dela, e curtindo essa gozada que foi a mais forte de todas, porque saiu um squirt profundo que me molhou todo, sim, meu gostoso, goza dentro de mim, e senti minhas contrações, me faz de sua putinha, que mamãe te ama, e nos fundimos num beijo enorme que era uma mistura de paixão, amor e ternura, meu pau não amoleceu e ela percebeu, me jogou no tapete e disse agora é minha vez, e sentou no meu pau, era uma potra gostosa me cavalgando, os peitos dela eram um espetáculo quicando, não aguentei muito quando ela gozou pela quinta vez, caiu no meu peito quase desmaiada, eu beijava os peitos dela e aproveitava pra beijar a boca dela, meu pau ainda tava dentro, e aproveitando a posição toquei na bunda dela, consegui enfiar um dedo e ela disse sou virgem pelo cuzinho, não dei pra ninguém, seu pai cansou de pedir, mas guardei pra uma noite especial, mas não vai ser hoje não, meu amor, hoje só come a sua velhinha e enche a pussy dela de porra, ela se levantou de novo e começou a pular no meu pau que aparecia e sumia em segundos dentro daquela buceta, os lábios dela tinham inchado e a vulva era uma massa carnuda que era uma delícia, ela se inclinou e me comeu a boca num beijo, enfiou a língua e me arranhou as costas.
Era um sexo violento, furioso, ela começou a gritar goza dentro de mim, filho da puta, arrebenta minha pussy como quando você nasceu, vai que por aqui tu saiu, chupa meus peitos como quando você era bebê, me dá, quero seu gozo agora, goza em mim, eu senti que vinha um orgasmo como nunca antes, comecei a jorrar leite e naquele momento ela gozou pela sexta vez, gritando sim, assim, meu amor, assim, depois caiu desmaiada, se encolheu e se aninhou no meu peito, meu pau ainda dentro, e não descia, ela olhou de repente pra Karen e Marta, e disse, o filho da Marta é seu, né? Você comeu a gente no Dia da Mulher, né? Aproveitou que a gente tava bêbada e comeu a gente, não falei, comi elas, comi as duas, você não, mas elas sim, ahhh, agora tudo faz sentido, Marta, Julia, Laura e principalmente Karen reclamaram todas da dor terrível no cu que tinham, a Karen tava com um rasgo e achou que tinha caído bêbada naquele dia, mas agora sei que foi você quem comeu elas, por isso no dia seguinte todas andavam abertas e sonharam que tinham sido fodidas, por que você não usou camisinha, meu filho? Porque queria sentir elas, e me deixei levar, agora você vai ser avó do filho da Marta, sua melhor amiga. Ei, falei, e você? Gozei duas vezes dentro, não tem medo de engravidar? Ela me olhou e disse, seria lindo ter seu bebê na minha barriga, mas isso não vai rolar, amanhã tomo a pílula do dia seguinte e resolvemos, mas agora, você só tava me comendo ou também pensava em abusar delas? Já fiz, já comi as duas, só que você deixei pro final, como uma boa sobremesa, ela me beijou e apertou meu pau com a buceta dela, eu respondi com um gemido e de novo a eletricidade no ar, coloquei ela de quatro e meti até o fundo, ela só gritava, sou sua puta, sou sua puta, me come, me faz gozar de novo, e dessa vez foi bem violento, cada estocada eu sentia minha cabeça batendo no útero dela, ela apertava com a buceta e soltava, num momento falei, mãe, quem te ensinou a usar a buceta assim? E ela respondeu, foi a Irmã Estela, uma freira bem puta do internato, acelerei meus movimentos e acariciei o clitóris dela, e ela gozou de novo. Nessa altura, eu já estava seco, e quando gozei, mal saíram umas gotinhas de porra que foram parar no fundo daquela matriz tão delicada da minha mãe.
Vem, ela disse, vamos levar a Karen e a futura mãe para os quartos delas. Levantei a Marta e a coloquei na cama dela. Minha mãe olhou e disse: "Ainda tá saindo porra da buceta dela, não é à toa que engravidou numa noite só. Você tem um chafariz entre as pernas." E era verdade, ainda escorria um pouco de sêmen da buceta da Marta. A Karen, a gente levou e eu revisei bem a xereca dela pra não deixar nenhum vestígio. Depois, entrei no quarto da minha mãe e me deitei de conchinha, não sem antes tocar na bunda dela. Ela me disse: "Se você se comportar bem, vai ser seu presente. Você vai desvirginar sua mãe pelo cu, e também vou te chupar e tomar seu gozo."
"Ei", eu disse, "não sabia que você é multiorgásmica?"
"Seu pai me arrancou 19 orgasmos na nossa lua de mel", ela respondeu, "então você tem que se esforçar mais."
Peguei as tetonas dela e encaixei a pica nas nádegas dela. Realmente, naquela noite, entre a mamãe e as amigas dela, eu já estava exausto.
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