Embaracé a las amigas de mi madre Parte 2

Acordei sentindo o corpo da minha mãe, tinha adormecido profundamente abraçado aos seus peitões e com meu pau entre suas nádegas. Não podia acreditar que aquela mulher que sempre amei estava nua e que eu tinha comido ela na noite anterior. Meu pau subiu desesperado atrás da buceta da minha mãe. Me acomodei e coloquei a cabecinha do meu pau na entrada do seu buraquinho e, zas, entrei sem a mínima resistência. Ela ainda estava molhada das gozadas da noite anterior. Ela só arrebitou o cuzinho e eu comecei o vai e vem. Minha mãe só gemía e reclamava, me dizendo: "mete mais fundo, por favor, mete". E senti o orgasmo dela. Continuei bombando assim de ladinho, massageei os peitos dela, meu pau endureceu e de repente gozei, enchendo a vagina dela de porra. A ponta do pau ardia e doía. Passei a noite toda comendo a Karen e a Marta, e depois comi minha mãe, mas estava com um tesão que não podia parar. Minha mãe se virou e disse: "Bom dia, meu amor. Faz muito tempo que não me sentia assim. Estou tão feliz por estar ao seu lado". "Eu também", respondi. "Vamos tomar banho e ver o que a Karen e a Marta estão fazendo". Entramos no banheiro e ela ensaboou minhas costas com seus peitões. Depois se agachou e começou a chupar meu pau. Era incrível a técnica que ela tinha. Chupava e passava a língua da ponta até minhas bolas. Só queria que meu leite terminasse na boca dela. Ela acelerou a mamada e, quando eu estava prestes a gozar, disse: "Vai, termina, que te espero". Jorrei um jato que acabou na boca dela. Ela saboreou e engoliu. "É minha vez", falei. Me abaixei e comecei a chupar sua buceta. Enfiei dois dedos e chupei o clitóris. Ela começou a gemer e apertou minha cabeça com as mãos, pressionando mais. Eu chupava e bebia aqueles sucos. Quando enfiei os dedos na sua vagina, minha mãe explodiu num orgasmo intenso, que aproveitei bastante. Me levantei e nos beijamos. Ela tinha gosto do meu sêmen e eu dos seus suquinhos maternais. Ensaboei aquelas... peitos enormes, e então a beijei... nesse momento bateram na porta, era Karen chamando minha mãe. Ela respondeu: "Estou tomando banho, Karen, já saio". Karen disse: "Posso entrar? Preciso falar com você". Ela me fez um sinal para ficar quieto, se enrolou numa toalha e saiu enrolada nela. Karen disse: "Olha, amiga, quero te contar uma coisa. Estou muito preocupada e surpresa. Também estou com sintomas de gravidez: meu fluxo está abundante, meus peitos mudaram de cor e estão super sensíveis. Me acompanha pra comprar aqueles testes e a gente poderia pedir pro seu filho fazer". "Amiga, não sei como aconteceu, mas acho que rolou alguma coisa. Espera uns minutos que eu te acompanho, também preciso comprar um remédio urgente. Espera aí, já saio". Karen saiu do quarto.

Minha mãe entrou no banheiro com os olhos cheios de fúria e me disse: "Não me diga que esse também é seu?". E... "Pode ser", respondi. "Não me diga nada. Ei, me fala como se chama a pílula do dia seguinte". Eu disse o nome e ela falou: "Você escreve e eu vejo como faço pra comprar". Ela se vestiu, me deu um beijo na boca, tocou no meu pau e foi embora. Uma hora depois, ela chegou com Karen e bateram na porta do meu quarto. Abri com um livro de farmacologia na mão e minha mãe disse: "Você poderia nos ajudar nessa dificuldade?". "Sim, claro", respondi gentilmente. "O que precisam?". Minha mãe só levantou a mão com as caixas de teste e disse: "Houston, temos um problema".

Abri a porta e o rosto de Karen estava vermelho de vergonha. Eu disse: "Olha pra mim, sou quase um médico, não tenha vergonha. Entra e me conta o que está acontecendo". Ela me disse que se sentia muito mal, ficava tonta com frequência, que os seios estavam extremamente sensíveis e que sentia mudanças de humor. "Bom, vamos ver o que os reagentes dizem. Vai ao banheiro, urina e traz uma amostra nesse recipiente, enquanto eu preparo tudo". Karen entrou no banheiro e minha mãe me mostrou a outra caixinha com a bendita pílula azul. "Como se toma isso?", ela perguntou. "Bom, você coloca na boca e pronto", respondi. Rapidamente, ela abriu e se... Peguei, era uma verdadeira emergência. Pouco depois, a Karen saiu, toda envergonhada, com o potinho de urina na mão. Coloquei os reagentes no frasquinho e esperamos. Três minutos depois, apareceram as famosas duas listras positivas. "Mais um herdeiro", pensei. Minha mãe me olhou e abraçou a Karen, que começou a chorar e a se perguntar como isso era possível, já que ela se cuidava e fazia pelo menos quatro meses que não transava. "Caramba", eu disse, "isso é uma pandemia. Deixa eu te examinar pra ter certeza. Tira a roupa". Minha mãe me olhou com um ciúme que tava comendo ela por dentro, mas ela aguentou. Examinei os peitos dela e vi sua buceta. Ela mostrava todos os sinais de gravidez: corrimento viscoso e abundante, mudança de cor dos lábios, além de estarem bem inchados. "Sim, Karen", eu disse, tirando as luvas, "você tá grávida. Parabéns."

"Mas isso é impossível!", a Karen chorava. "Não sei como pôde acontecer. Tenho certeza que não fiquei com ninguém. Como isso é possível?" E ela me olhou procurando alguma resposta, que eu não soube dar. "Me diz, responde uma pergunta: como posso engravidar se a última vez que fiquei com um homem foi há mais de quatro meses? Além disso, me cuidei, e minha menstruação veio certinha. Não sei o que aconteceu, mas tô grávida. Como pode ser? Olha, te faço uma pergunta que talvez você considere muito boba: dá pra engravidar num banheiro, sentando pra fazer xixi, se tiver resto de sêmen no bidê?"

"Impossível", eu disse, olhando nos olhos dela. "Isso seria um milagre." "É boba a pergunta, mas é que não encontro explicação nenhuma. Me senti mal e, ao ver a Marta ontem à noite, fiquei em dúvida e não conseguia parar de pensar nesses sintomas. Quando engravidei, tinha um corrimento vaginal grosso e abundante, e os peitos doíam de tão sensíveis que estavam, e isso me deixou em dúvida. Já não sei o que pensar. Seu diagnóstico me deixa gelada. Não tem possibilidade de todos os testes falharem, né? E… não, mas se quiser fazer um que tire sua dúvida, um de sangue seria o ideal, mas se prepare pra ideia. Acho que vai dar positivo, faz uma semana que minha menstruação devia ter vindo e não veio, e eu sou super certinha, mas sei lá… Vi minha mãe me devorando com os olhos, aí falei: "Karen, pensa no maravilhoso que é a chegada de um filho". Ela deu meia-volta e saiu do quarto. Enquanto caminhava, encontrou a Marta, que vinha procurar minha mãe. As duas se encontraram no corredor e a Marta perguntou, surpresa: "Por que você está chorando, Karen?" E ela se jogou nos braços dela dizendo: "É que eu estou grávida…". "O quê?!", disse Marta. "Você também? E quem é o pai?" "É isso que é mais estranho: não sei." "Ahhh, bom, então tem um duende por aí engravidando mulheres, porque eu também não faço a menor ideia de quem é o pai do meu filho."

Minha mãe não sabia o que dizer nem o que fazer. Ela já sabia de toda a verdade, mas as consequências podiam ser enormes. Marta olhou para minha mãe e disse: "Seu filho está acordado? Quero perguntar umas coisas pra ele." "Sim, está no quarto", ela respondeu. Eu fechei a porta e esperei as batidas da Marta. Ela entrou sem bater, parou com cara de fúria, fechou a porta atrás de si e trancou com chave. "Olha aqui", ela disse. "Me esclarece uma coisa, e quero a verdade. São muitas coincidências para não ter uma explicação, e você vai me dar. Eu olhei pra ela confuso. "Eu não sei do que você está falando, Marta", falei. Ela ajeitou o roupão que estava usando — os mamilos dela estavam durinhos e seus olhos negros soltavam fogo. "Olha, não me trata como idiota", disse, levantando o braço, e uma teta quase escapou do lugar. "Vamos somar: eu estava nos meus dias férteis no Dia da Mulher, e nesses dias o único homem que vi foi você. Não lembro quem me levou pra cama, nem por que minha buceta doía tanto no dia seguinte. As cinco garotas, incluindo sua mãe, acordamos em nossos quartos e, pelo que me lembro, todas estávamos destruídas da bebedeira. E somando que você era o único homem nesta casa, só dá pra tirar uma conclusão: você estuprou a mim e a Karen. Me diz, estou… Errada? Quando ela disse isso e seus movimentos fizeram o roupão pregar uma peça, deixando seus peitos totalmente à mostra, ela rapidamente se cobriu e continuou me encarando com raiva. Eu apenas respondi a primeira coisa que veio à cabeça: "Olha, Martita, se esses peitões enormes que você tem são de verdade, eu sem problema nenhum afirmo pra quem quiser que seu bebê é meu. Não consigo entender como uma mulherão desses, uma beleza dessas, está divorciada. Por acaso seu ex-marido era cego? Você seria a inveja de qualquer homem. Caminhar ao seu lado, levando você pelo braço, deve ser um monumento à inveja masculina. Eu mesmo adoraria ter estado com você, ter tocado seus seios, ou ter sido convidado para a sua entreperna, mas juro que nada aconteceu."

De repente, o olhar dela mudou. Cada palavra parecia perfurar sua mente, e ela me disse: "Você realmente me levaria com orgulho pelo braço e se deleitaria em despertar inveja nos homens?" "Claro", eu disse. "Seria meu sonho realizado. Quem não gostaria de desfilar com uma deusa como você?" Ela baixou os olhos e se aproximou lentamente de onde eu estava, então disse: "Olha, Guy, eu sempre gostei muito de você, e o que acabou de dizer é um doce para meus ouvidos." Soltando o roupão, que a deixou nua diante de mim com seus peitos maravilhosos expostos, nos fundimos em um beijo apaixonado. Nossas línguas se entrelaçaram em uma luta única. Minhas mãos naturalmente foram para aquele bum agradável, e ela pressionou seus peitos contra meu peito. Não sei em que momento me despi, mas quando percebi, Marta estava enfiada na minha pica, de pé mesmo. Ela começou a se mover de um jeito único, a pica tocando seu clitóris. Quando ela soltou minha cabeça do abraço, pude tocar aqueles peitos que eram uma verdadeira obra de arte. "Devagar, que estou muito sensível e dói", ela disse, "mas se você acariciar, me excita muito."

Assim chegamos à cama. Eu caí sobre ela e, sem sair de sua buceta, ela montou em mim e começou a cavalgar. Era uma amazona! Ela gemeu e observava a pica entrando naquela vagina inchada, apertada e molhada. lubrificada, mesmo sem a gente se tocar, só enfiei de uma vez, minha cabeça estava doendo por causa da pica, mamãe tinha me deixado seco na noite anterior, e também tinha comido a Karen e a Marta, mas dessa vez era diferente, estava aproveitando uma garota sexy única, uma verdadeira campeã, ela movia os quadris de um jeito incrível, de repente ela ficou tensa e gozou na minha pica, os espasmos eram violentos, mas acolhedores, dignos de uma mulher como ela, um grito mudo, e o aperto das mãos dela nas minhas mostrou que ela tinha acabado, depois ela caiu sobre mim, mas eu sem parar de me mexer continuei dando porrada naquela buceta grávida, ela reclamava e me dizia no ouvido, foi você, né? Foi você que me engravidou, né? Você encheu minha barriga de vida, né? Só olhei pra ela e como única resposta dei duas porradas e acabei regando aquela vagina com meu leite, ela me olhou e eu soube que ela já sabia a resposta, não diga nada, meu amor, sua pica já me contou, e contou pra minha buceta, sabe, vou ter esse filho, nosso filho, vai ser minha vingança mais doce contra o idiota do Roberto, estar grávida de um cara que me diz essas coisas e que tem a pica mais maravilhosa e grande que já comi, e ela começou a se mexer de novo, minha pica não tinha amolecido, que delícia, você me enche toda, buceta, que pica linda que você tem, como vou te comer, vou te comer até sair leite pelos meus olhos, me dá, enfia essa pica dourada, vai, sou sua putinha, então virei ela e coloquei na posição de cachorrinho e enfiei até o fundo, ela acabou mordendo o travesseiro pra não ser ouvida, eu terminei só com algumas gotinhas, ela se levantou, veio até mim e disse, tenho sua sementinha plantada em mim e acho que a Karen também, mas relaxa, meu amor, eu só vou cobrar uma boa dose de pica e não me importo se tenho que te dividir com a Karen, vestiu o roupão e saiu rápido, momentos depois chegou minha mãe e disse que a Marta queria, mas ao me ver no estado que essa amazona me deixou, não precisou perguntar, ela me pergunta: "você transou com ela?" Não, mãe, eu engravidei ela, o que é diferente. Minha mãe olhou para mim e disse: "só ela?" A Karen, a Laura, a Marta e a Julia, e você, mãe. Bom, parece que vamos ter um jardim de infância aqui, o que eu sempre sonhei. E o que você vai fazer com a Karen? Devemos contar a verdade para ela. Sim, mas na hora certa, mãe. Primeiro temos que fazer ela se apaixonar, e estando grávida ela fica mais vulnerável. É hora de brincar de lobo e Chapeuzinho Vermelho. Minha mãe se aproximou, tocou no meu pau e disse: "quando ela conhecer, não vai deixar você escapar". Nós rimos enquanto eu apertava os peitos da minha mãe. Lá fora, a manhã estava linda.

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