Só pensa, o tempo todo você tá com a sensação de estar flutuando no ar, é como boiar numa nebulosa enquanto sente as carícias e a brisa percorrendo teu corpo inteiro, uma sensação doce como caramelo te invade a cada movimento e gemido que você solta enquanto o suor molha cada poro do teu corpo…. Isso só me dava andar de bicicleta ou, pelo menos, eu pensava até aquele encontro….
Desde que me lembro, sempre tive uma companheira de duas rodas do meu lado, já é costume pra mim ir pra qualquer lugar de bicicleta. Essa sensação do vento no corpo é, sem dúvida, uma das melhores coisas que dá pra experimentar. Prefiro sair da cidade pra pedalar até os campos verdes ou subir as colinas e florestas pra deitar debaixo de uma árvore… Infelizmente, nenhuma das minhas amigas é tão animada quanto eu, então geralmente vou sozinha. Lembro que naquele verão eu decidi subir o morro todo dia, tudo ia bem, até que um dia, enquanto subia, notei que lá longe vinha outra pessoa de bicicleta. Isso era novo, porque geralmente era só eu naquela rota. Como me distraí por uns segundos, não vi uma pedra e caí da bicicleta, rolando morro abaixo. O tombo deve ter sido forte, porque não lembro muito mais daquele momento. Quando acordei, tava deitada na grama em cima da jaqueta de alguém, do meu lado uma garrafa de água gelada e na minha testa um pano úmido. Tentei me sentar na grama com um pouco de dificuldade por causa do tombo, mas aí percebi que a uns metros dali minha bike tava sendo consertada pelo mesmo cara que me fez me distrair. Ele percebeu que eu tinha acordado e disse: "Oi, como você tá?" Eu respondi: "Tô bem já, meio dolorida, mas acho que melhor." Ele sorriu pra mim e respondeu: "Ufa, que bom. Te vi rolando morro abaixo, não sei o que te distraiu, mas você precisa prestar mais atenção na estrada." Eu só ri, enquanto por dentro não parava de pensar: "Por sua culpa, filho da puta, hahaha." Perguntei quem ele era, porque nunca tinha visto ele antes. Ele me olhou, sorriu e respondeu: "Prazer, sou Jota, cheguei na cidade há uns dias." Acho que eu ainda tava meio lerda ou atordoada, porque não conseguia parar de olhar pro sorriso dele… Não falei nada, só fiquei olhando. Acho que passaram mais segundos do que eu pensei, porque Jota perguntou de novo: "Você tá Tá segura que cê tá bem? Você ficou meio travada por uns segundos." Eu só ri e falei: "É, desculpa, acho que ainda tô meio tonta." Nessa hora, o Jota me mostrou que, com a queda, minha bike tinha sofrido um dano no disco e uma das rodas ficou totalmente destruída. Infelizmente, eu não tava com as ferramentas naquele lugar pra poder arrumar, mas se ela quisesse, podia acompanhar ele até a casa dele, que ele podia consertar a bicicleta, já que morava perto dali... Na real, eu tava bem longe da minha casa, então aceitei. No fim, da casa dele dava pra chamar um táxi, ou pelo menos foi o que eu pensei...
Naquele momento, Jota estendeu a mão pra mim e me ajudou a levantar. Foi aí que pude ver ele por completo: era muito alto, tatuado e bem definido, principalmente as pernas — dava pra ver que não era novato na bike... Começamos a andar devagar pela colina cercada de árvores, com a brisa deixando o caminho até a casa do Jota bem mais gostoso. No caminho, a gente foi conversando sobre nós, como entramos no mundo das bicicletas e o amor que isso representa pra cada um. Nem percebi quando chegamos na casa do Jota. Ele, todo atencioso, me ofereceu primeiro um refri e um lugar pra sentar e ficar à vontade enquanto ele consertava minha bike... Lembro que numa das paredes dele tinha um monte de medalhas e troféus do ciclismo. Ele me disse que o avô e o pai dele tinham sido ciclistas, e que ele seria o próximo a ganhar medalhas... A determinação com que ele falou, aquele fogo nos olhos dele — verdade, naquele momento percebi que ele sentia uma paixão genuína pela bike, igual a mim... Lembro que quando terminou de arrumar minha bicicleta, ele perguntou se eu queria comer alguma coisa: "Cê deve estar com fome, né?" E eu tava mesmo, com muita fome, então aceitei. Lembro que ele disse que eu podia tomar um banho enquanto ele preparava algo pra comer, e depois ele tomaria banho pra gente poder comer mais sossegada. Achei uma ótima ideia, então fui direto pro chuveiro... Quando terminei o banho, saí e notei que o Jota já tinha deixado tudo pronto. Aí ele falou: "Me dá uns minutos pra eu tomar banho também"... Enquanto o Jota tomava banho, percebi que meu celular tava descarregado. Fui até a porta do banheiro pra pedir um carregador pra ele, mas nessa hora meus olhos ficaram totalmente em choque... Jota tinha deixado a porta meio aberta, e eu pude ver como cada gota d'água escorria pelo corpo e pelos músculos dele. Mas mais do que isso, fiquei surpresa porque notei que o Jota tinha uma coisa enorme entre as pernas dele... pernas... saí o mais rápido que pude pra Jota não me notar... quando ele saiu do banho, a gente foi comer e eu tentava esquecer o que vi, mas não era nada fácil mesmo... entre risadas e conversa, nem vimos as horas passar e quando percebemos já era tarde demais, então Jota falou: "se quiser, pode ficar e amanhã cedo a gente pedala até sua casa". Aí não tive escolha a não ser aceitar... Jota não parava de me surpreender, porque disse: "Você fica na minha cama enquanto eu durmo na rede, a noite tava uma delícia pra ficar debaixo das estrelas, então era uma opção muito boa...
Antes mesmo de ir me deitar, fui dar boa noite pro Jota, mas antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele me perguntou se eu queria fumar algo pra relaxar o corpo e a mente antes de dormir… Esse cara não parava de me surpreender… Enquanto a gente fumava, os efeitos não demoraram pra bater, o ambiente inteiro virou algo mágico… O rio fazia barulho, de um lado a lua iluminava a gente com toda força, as estrelas se camuflavam com os vagalumes do lugar, o incenso que saía daquele baseado nos queimava e convidava a ficar cada vez mais perto… Entre tragadas e risadas, num instante a gente ficou se olhando fixamente, eu e o Jota, nos aproximamos devagar e com calor até que nossos lábios fizeram o resto…
Lembro que o Jota me pegou e a gente se deitou na rede, ele comia minha boca como ninguém nunca fez antes, os lábios dele macios e doces me afundavam cada vez mais no prazer... lembro que tomei a iniciativa e comecei a tirar a regata dele, só pra começar a beijar o pescoço dele, desci devagar pelo torso até chegar na barriga, lembro que parei naquele momento e olhei pro Jota... ele só me encarou e eu notei que nos olhos dele não tinha nada além de paixão... com minhas mãos, puxei o short dele pra baixo enquanto minha língua safada fazia o dele...
Lembranças de que o Jota começou a gemer um pouco, isso me excitou ainda mais. O Jota tirou minha roupa devagar e delicadamente enquanto me beijava pelo corpo todo até me deixar completamente pelada. Lembro que ele sentou na rede e eu, como se fosse montar na minha bicicleta, montei nele, nos deixando levar por toda a paixão e safadeza daquela noite. Hoje em dia as coisas ficaram muito mais interessantes... abrimos um clube de ciclismo com o Jota e isso foi um sucesso total. Temos um grupo grande com o qual fazemos trilhas algumas vezes por mês, e isso me deixou muito feliz... mas sem dúvida o melhor de tudo é que uma vez por semana, com o Jota, vamos na casa dele dar aquela manutenção sagrada nas nossas magrelas de duas rodas.
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Desde que me lembro, sempre tive uma companheira de duas rodas do meu lado, já é costume pra mim ir pra qualquer lugar de bicicleta. Essa sensação do vento no corpo é, sem dúvida, uma das melhores coisas que dá pra experimentar. Prefiro sair da cidade pra pedalar até os campos verdes ou subir as colinas e florestas pra deitar debaixo de uma árvore… Infelizmente, nenhuma das minhas amigas é tão animada quanto eu, então geralmente vou sozinha. Lembro que naquele verão eu decidi subir o morro todo dia, tudo ia bem, até que um dia, enquanto subia, notei que lá longe vinha outra pessoa de bicicleta. Isso era novo, porque geralmente era só eu naquela rota. Como me distraí por uns segundos, não vi uma pedra e caí da bicicleta, rolando morro abaixo. O tombo deve ter sido forte, porque não lembro muito mais daquele momento. Quando acordei, tava deitada na grama em cima da jaqueta de alguém, do meu lado uma garrafa de água gelada e na minha testa um pano úmido. Tentei me sentar na grama com um pouco de dificuldade por causa do tombo, mas aí percebi que a uns metros dali minha bike tava sendo consertada pelo mesmo cara que me fez me distrair. Ele percebeu que eu tinha acordado e disse: "Oi, como você tá?" Eu respondi: "Tô bem já, meio dolorida, mas acho que melhor." Ele sorriu pra mim e respondeu: "Ufa, que bom. Te vi rolando morro abaixo, não sei o que te distraiu, mas você precisa prestar mais atenção na estrada." Eu só ri, enquanto por dentro não parava de pensar: "Por sua culpa, filho da puta, hahaha." Perguntei quem ele era, porque nunca tinha visto ele antes. Ele me olhou, sorriu e respondeu: "Prazer, sou Jota, cheguei na cidade há uns dias." Acho que eu ainda tava meio lerda ou atordoada, porque não conseguia parar de olhar pro sorriso dele… Não falei nada, só fiquei olhando. Acho que passaram mais segundos do que eu pensei, porque Jota perguntou de novo: "Você tá Tá segura que cê tá bem? Você ficou meio travada por uns segundos." Eu só ri e falei: "É, desculpa, acho que ainda tô meio tonta." Nessa hora, o Jota me mostrou que, com a queda, minha bike tinha sofrido um dano no disco e uma das rodas ficou totalmente destruída. Infelizmente, eu não tava com as ferramentas naquele lugar pra poder arrumar, mas se ela quisesse, podia acompanhar ele até a casa dele, que ele podia consertar a bicicleta, já que morava perto dali... Na real, eu tava bem longe da minha casa, então aceitei. No fim, da casa dele dava pra chamar um táxi, ou pelo menos foi o que eu pensei...
Naquele momento, Jota estendeu a mão pra mim e me ajudou a levantar. Foi aí que pude ver ele por completo: era muito alto, tatuado e bem definido, principalmente as pernas — dava pra ver que não era novato na bike... Começamos a andar devagar pela colina cercada de árvores, com a brisa deixando o caminho até a casa do Jota bem mais gostoso. No caminho, a gente foi conversando sobre nós, como entramos no mundo das bicicletas e o amor que isso representa pra cada um. Nem percebi quando chegamos na casa do Jota. Ele, todo atencioso, me ofereceu primeiro um refri e um lugar pra sentar e ficar à vontade enquanto ele consertava minha bike... Lembro que numa das paredes dele tinha um monte de medalhas e troféus do ciclismo. Ele me disse que o avô e o pai dele tinham sido ciclistas, e que ele seria o próximo a ganhar medalhas... A determinação com que ele falou, aquele fogo nos olhos dele — verdade, naquele momento percebi que ele sentia uma paixão genuína pela bike, igual a mim... Lembro que quando terminou de arrumar minha bicicleta, ele perguntou se eu queria comer alguma coisa: "Cê deve estar com fome, né?" E eu tava mesmo, com muita fome, então aceitei. Lembro que ele disse que eu podia tomar um banho enquanto ele preparava algo pra comer, e depois ele tomaria banho pra gente poder comer mais sossegada. Achei uma ótima ideia, então fui direto pro chuveiro... Quando terminei o banho, saí e notei que o Jota já tinha deixado tudo pronto. Aí ele falou: "Me dá uns minutos pra eu tomar banho também"... Enquanto o Jota tomava banho, percebi que meu celular tava descarregado. Fui até a porta do banheiro pra pedir um carregador pra ele, mas nessa hora meus olhos ficaram totalmente em choque... Jota tinha deixado a porta meio aberta, e eu pude ver como cada gota d'água escorria pelo corpo e pelos músculos dele. Mas mais do que isso, fiquei surpresa porque notei que o Jota tinha uma coisa enorme entre as pernas dele... pernas... saí o mais rápido que pude pra Jota não me notar... quando ele saiu do banho, a gente foi comer e eu tentava esquecer o que vi, mas não era nada fácil mesmo... entre risadas e conversa, nem vimos as horas passar e quando percebemos já era tarde demais, então Jota falou: "se quiser, pode ficar e amanhã cedo a gente pedala até sua casa". Aí não tive escolha a não ser aceitar... Jota não parava de me surpreender, porque disse: "Você fica na minha cama enquanto eu durmo na rede, a noite tava uma delícia pra ficar debaixo das estrelas, então era uma opção muito boa...
Antes mesmo de ir me deitar, fui dar boa noite pro Jota, mas antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele me perguntou se eu queria fumar algo pra relaxar o corpo e a mente antes de dormir… Esse cara não parava de me surpreender… Enquanto a gente fumava, os efeitos não demoraram pra bater, o ambiente inteiro virou algo mágico… O rio fazia barulho, de um lado a lua iluminava a gente com toda força, as estrelas se camuflavam com os vagalumes do lugar, o incenso que saía daquele baseado nos queimava e convidava a ficar cada vez mais perto… Entre tragadas e risadas, num instante a gente ficou se olhando fixamente, eu e o Jota, nos aproximamos devagar e com calor até que nossos lábios fizeram o resto…
Lembro que o Jota me pegou e a gente se deitou na rede, ele comia minha boca como ninguém nunca fez antes, os lábios dele macios e doces me afundavam cada vez mais no prazer... lembro que tomei a iniciativa e comecei a tirar a regata dele, só pra começar a beijar o pescoço dele, desci devagar pelo torso até chegar na barriga, lembro que parei naquele momento e olhei pro Jota... ele só me encarou e eu notei que nos olhos dele não tinha nada além de paixão... com minhas mãos, puxei o short dele pra baixo enquanto minha língua safada fazia o dele...
Lembranças de que o Jota começou a gemer um pouco, isso me excitou ainda mais. O Jota tirou minha roupa devagar e delicadamente enquanto me beijava pelo corpo todo até me deixar completamente pelada. Lembro que ele sentou na rede e eu, como se fosse montar na minha bicicleta, montei nele, nos deixando levar por toda a paixão e safadeza daquela noite. Hoje em dia as coisas ficaram muito mais interessantes... abrimos um clube de ciclismo com o Jota e isso foi um sucesso total. Temos um grupo grande com o qual fazemos trilhas algumas vezes por mês, e isso me deixou muito feliz... mas sem dúvida o melhor de tudo é que uma vez por semana, com o Jota, vamos na casa dele dar aquela manutenção sagrada nas nossas magrelas de duas rodas.
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