Uns anos atrás, eu tinha uma vizinha trans. Via ela sair lá pelas 20h, sempre vestida de colegial. Alta, pernas lindas. Uma bunda enorme e peitos muito bons.
A rabeta que ela tinha me fazia fantasiar com ela, muitas punhetas pensando nela.
Algumas vezes que eu levava meu cachorro pra passear de madrugada, via ela chegando do trampo e mais de uma vez estava com os peitos de fora, o que me deixava louco.
Um domingo, a luz dela caiu e ela pediu pro meu pai se ele podia passar um cabo pra conectar a geladeira e outros aparelhos. Passamos uma extensão pelo muro. Um tempo depois, ela me chamou e mandou eu pular o muro pra ver que não tinha muita coisa ligada. Me ofereceu algo pra beber, ela tava tomando cerveja, então pedi um copo e me servi.
Ela tava com uma camiseta folgada, mas dava pra ver os peitos dela, e foi difícil esconder a ereção. Ela percebeu e disse: "Tá calor, se quiser a gente fica mais à vontade", enquanto sorria.
Falei que há tempos eu fantasiava com ela, que queria ver ela pelada, que nunca tinha ficado com outro homem ou trans.
A gente se pelou e continuou com a cerveja, eu de pau duro, não aguentei muito a tesão e comecei a me masturbar. Perguntei se podia acariciar ela, ela respondeu que sim. Comecei pelos peitos, mas fiquei tentado pela rola depilada dela e fui bater uma pra ela, depois chupei e lambi até ela gozar. Uns segundos depois, meu pai me chamou pra jantar. Me lavei, me vesti e me despedi com um beijo.
A rabeta que ela tinha me fazia fantasiar com ela, muitas punhetas pensando nela.
Algumas vezes que eu levava meu cachorro pra passear de madrugada, via ela chegando do trampo e mais de uma vez estava com os peitos de fora, o que me deixava louco.
Um domingo, a luz dela caiu e ela pediu pro meu pai se ele podia passar um cabo pra conectar a geladeira e outros aparelhos. Passamos uma extensão pelo muro. Um tempo depois, ela me chamou e mandou eu pular o muro pra ver que não tinha muita coisa ligada. Me ofereceu algo pra beber, ela tava tomando cerveja, então pedi um copo e me servi.
Ela tava com uma camiseta folgada, mas dava pra ver os peitos dela, e foi difícil esconder a ereção. Ela percebeu e disse: "Tá calor, se quiser a gente fica mais à vontade", enquanto sorria.
Falei que há tempos eu fantasiava com ela, que queria ver ela pelada, que nunca tinha ficado com outro homem ou trans.
A gente se pelou e continuou com a cerveja, eu de pau duro, não aguentei muito a tesão e comecei a me masturbar. Perguntei se podia acariciar ela, ela respondeu que sim. Comecei pelos peitos, mas fiquei tentado pela rola depilada dela e fui bater uma pra ela, depois chupei e lambi até ela gozar. Uns segundos depois, meu pai me chamou pra jantar. Me lavei, me vesti e me despedi com um beijo.

2 comentários - Mi vecina