Filha da Quiosqueira: Prévias de Natal

Oi,
Hoje escrevo esse relato que seria uma continuação do primeiro com a Valentina, a filha da dona do barzinho, com quem tive minha primeira experiência de aventura sendo casado.
O que conto hoje aconteceu na noite de quinta-feira, 23 de dezembro de 2021, véspera do Natal e dos dias festivos. Como em todas aquelas tardes, passei no barzinho e, depois de uns amassos atrás das geladeiras, combinamos de nos ver naquela noite depois das 12, já que eu ia me encontrar com meus amigos para um churrasco, porque na sexta, por ser dia 24, não poderíamos nos reunir.
Fiz um comentário de que tinha um presente para dar a ela pelo Natal, e ela disse que deixaria a janela aberta, como sempre, para eu poder entrar.
O presente que comprei foi uma corrente de ouro com um pingente de infinito também de ouro, como sinal de que nosso lance seria infinito. Junto, fiz uma carta onde expressei tudo que sentia por ela, sem deixar nada de fora. Queria que ela soubesse que o que sentia era mais que uma aventura, mas estava ciente de que não podia continuar assim com duas vidas paralelas.
Naquela noite, como sempre, terminei de comer o churrasco, tomei uns fernet com coca e, quando deu meia-noite, me despedi dos amigos e fui direto para a casa dela.
Como se fosse a primeira vez, pulei o muro e empurrei a janela, com aquele nervosismo e ansiedade de quem está apaixonado e louco.
Quando entrei, a vi sentada na cama assistindo TV no escuro. Ao me ver, ela imediatamente se levantou e correu até mim. Nos abraçamos tão forte que parecíamos fundir em um só. Beijei sua testa, olhei em seus olhos e a beijei com força na boca, mordendo seus lábios. Nossas línguas brincavam e nossa saliva se misturava.
Nos separamos por um instante e parei para observar como ela estava vestida: com uma blusa branca de ombros de fora e uma saia jeans branca bem justa que me matou de tesão. Ver aquelas perninhas firmes, longas e delicadas com sandálias de salto que faziam sua... A bunda dela ficou em pé e marcada em sua perfeição, ela sabia que eu adorava branco e ainda mais uma minissaia curta.
Não resisti, virei ela para observá-la por trás, uuuffff ainda me lembro e sinto meu pau fazendo pressão por baixo da minha calça... Abracei ela por trás, pela barriga, e puxei ela contra mim, apoiei meu pau na bunda dela enquanto beijava seu pescoço, seus ombros, as costas, ao mesmo tempo que ela mexia a cabeça e soltava pequenos suspiros que me deixavam ainda mais excitado, e ela pôde sentir porque meu pau pressionava sua bunda, o que a fez começar a balançar os quadris e esfregar a bunda no meu pau.
Ficamos assim por alguns minutos até que eu a virei e nos beijamos de novo, nos separamos e eu disse que tinha sentido muita saudade dela e que parecia que os dias e as horas não passavam mais, ao que ela respondeu que sentia exatamente o mesmo, que não aguentava mais esperar tanto para ficarmos juntos.
Nos sentamos na cama enquanto um filme continuava na TV e eu tirei do bolso o pequeno presente que tinha para ela, ela se emocionou ao ver, já que não acreditou que eu realmente daria um presente, mas maior foi seu espanto quando abriu e leu a carta, vi seus olhos brilharem e uma fina lágrima correr por sua bochecha, ela tinha adorado e ainda mais o significado do presente, o nosso para mim era infinito.
Nos abraçamos e deitamos na cama enquanto eu acariciava seu cabelo, beijava seus olhos e acariciava seu rosto tão lindo.
Enquanto conversávamos sobre tudo um pouco, eu não parava de acariciar suas costas, sua bunda e suas pernas, nos beijamos apaixonadamente de novo e dessa vez ela subiu em cima de mim, deixando minhas mãos tocarem toda a beleza de suas pernas, subindo até sua bunda e metendo minha mão por baixo da saia justa que me deixava ainda mais excitado, nisso ela solta uma risada e me diz "que dura que você está, está me fazendo mal na barriga", ao que respondo "tudo é por você, amor", e ela sorriu para mim... Quando você me disse isso, comecei a me mexer debaixo dela, e ela respondeu com os mesmos movimentos. Sem pensar mais, levantei sua saia e pude notar que ela estava usando uma calcinha fio dental de renda com elástico na cintura. Fiquei surpreso, era a primeira vez que a via usando esse tipo de peça. Deitei-a ao meu lado e disse: "Tenho que admirar isso". Ela respondeu: "É seu presente de Natal".
Não conseguia sair do meu espanto e luxúria ao tirar sua blusa. Ela usava um corpete branco de renda muito delicado. Não conseguia parar de olhar para ela — aquele corpinho quase moreno e aquele corpete branco me enchiam de prazer. Dava para ver seus mamilos marcando por baixo...
Me joguei sobre ela e comecei a beijar seu pescoço, descendo pelo peito até chegar em seus peitos duros. Fui beijando-os pela lateral do corpete, ao mesmo tempo que o deslocava para o lado até alcançar seus mamilos, que lambi suavemente até sentir com minha língua que começavam a ficar cada vez mais duros. Beijei-os e chupei-os devagar, enquanto com a outra mão fazia o mesmo com o outro mamilo, dando pequenas apertadas suaves. Troquei de mamilo com a boca como um bebê desesperado para mamar. Ela ofegava e arqueava as costas — sentia e via em seu rosto o quanto ela estava gostando do que eu estava fazendo...
Depois de aproveitar seus seios, desci pela sua barriguinha. Amo o ventre feminino — beijei, acariciei, brinquei com seu umbigo, apoiei meu rosto para sentir sua pele até chegar no botão da sua saia, que desabotoei e abri um pouco para ver a borda da sua calcinha, também branca de renda. Nos olhamos e sorrimos com aquela mistura de prazer e luxúria que já tomava conta de nós...
Agarrei-a pelos ombros e a virei de bruços, enquanto tirava minha camiseta e minha calça. Subi em cima de sua bunda, ainda com a saia branca, e comecei a beijar suas costas. Desabotoei seu corpete enquanto beijava toda sua espalda, desci até sua cintura, beijei seus quadris e comecei lentamente a puxar sua saia para baixo que... Terminei de gozar, deixando-me admirar toda a sua bunda minúscula, com aquela calcinha branca enfiada bem no meio. Acariciei suas nádegas e comecei a beijá-las de fora para dentro. Cada vez que chegava perto do centro, sentia um calor intenso saindo e aquele cheiro de lubrificação me deixava louco. Desci por suas pernas, abri um pouco e pude ver como a bucetinha gordinha marcava por baixo daquele rendado branco.

Me incorporei sobre ela, ficando com meu pau entre suas nádegas e meu peito em suas costas. Beijei seu pescoço, suas orelhas, enquanto fazia movimentos com meus quadris, ao que ela respondeu levantando a bunda para que meu pau se encaixasse mais entre suas nádegas. Já sentia que estava quase gozando, minha cueca já estava completamente encharcada de líquido seminal. Me levantei, peguei-a pelos quadris e a virei de barriga para cima, abrindo completamente suas pernas. Comecei a beijar suas coxas até chegar na sua buceta. Ao chegar, beijei por cima da calcinha e notei como sua lubrificação brotava. Lamberei tudo. Desci sua calcinha e comecei a beijar seus lábios vaginais por fora, recolhendo com minha língua toda a lubrificação. Fui separando-os com a língua até chegar ao seu lindo clitóris, que me esperava todo molhado e bem duro, querendo ser mimado. Comecei a massagear seu clitóris enquanto ela arqueava as costas e abria mais as pernas para me dar total conforto. Peguei seus seios com minhas mãos e, desta vez, estava decidido a fazê-la chegar ao orgasmo com minha língua. Lambia devagar e suave, às vezes exercendo pressão no clitóris e apertando seus mamilos, enquanto ela soltava pequenos gemidos de prazer. Até que, em um momento, ela disse: "Para, que eu vou gozar". Levantei a cabeça e disse: "Quero fazer isso, quero que você me dê um orgasmo". Imediatamente voltei ao que estava fazendo e, desta vez, exerci mais pressão. Foi quando senti que ela pegou minha cabeça e me apertou mais contra sua buceta. Não lembro quanto tempo foi, mas não mais que um minuto, quando comecei a sentir seu clitóris se expandir ao extremo e ficar muito duro, ao que respondi apertando. seus mamilos, seu corpo se contraiu e pude sentir com minha língua como sua buceta começou a pulsar, ela gemía e tremia, todo seu corpo me apertou com suas pernas e com suas mãos puxava meu cabelo, mas ao mesmo tempo me empurrava para sua ppk. Ela ficou quase um minuto tremendo com espasmos até que me soltou, sequei minha boca e fui até seu rosto já relaxado, com seus olhos fechados, ela me abraçou e me beijou. Ficamos alguns minutos abraçados e no meu ouvido ela disse: "Nunca senti tanto prazer, pensei que ia desmaiar". Eu sorri e a beijei.

Me levantei para baixar minha cueca, mas ela me impediu e disse que ela faria isso, mas que eu me deitasse. Quando ela estava tirando minha cueca, se surpreendeu ao me ver todo molhado e perguntou se eu tinha gozado, ao que respondi que não, que era só o líquido da excitação. Ela tirou minha cueca e se jogou em cima de mim, colocando sua buceta sobre meu pau. Começou a se mover e eu comecei a fazer pressão para penetrá-la enquanto segurava seus quadris. Ela se afastou para baixo e começou a beijar meu peito, desceu pelo meu abdômen até chegar no meu pau. Vou contar pra vocês que não estou totalmente depilado, mas sim aparado bem curto por questão de higiene. Ela me olhou de baixo e disse: "Quero fazer o mesmo que você fez comigo, mas quero que me diga se estou fazendo errado". Eu disse que nada do que ela fizesse estaria errado, mas que se não gostasse, que parasse de fazer. Não queria que ela fizesse só para me agradar.

Ela pegou meu pau e começou a dar beijinhos tímidos até que botou sua língua para fora e com a ponta lambeu a cabeça, até que aos poucos começou a colocá-lo na boca. Eu sentia que ia explodir naquele instante, mas não queria, até que ela meteu metade na boca. Eu podia sentir sua boca quentinha e ela começou a subir e descer bem devagar e suave, que delícia. Com uma das mãos ela agarrou o tronco e começou a fazer o mesmo no mesmo ritmo que me chupava. Eu sentia quando ela subia como sua língua massageava minha glande e o colocava de volta até que não aguentei mais e disse para ela parar, que eu estava quase gozando, ao que ela respondeu que... queria que ele gozasse na minha boca... fechei meus olhos e deixei meu corpo responder ao prazer intenso que meu bebê estava me proporcionando, e jorrei completamente em sua boca. Ele não conseguiu aguentar e teve que cuspir um pouco, ficou com meu pau na boca imóvel, e quando meus espasmos terminaram, ele tirou e correu para cuspir tudo pela janela. Voltou e me disse: "O sêmen é muito ruim, mas adorei sentir como você ficou quando gozou". Abracei ele e não me importei de sentir sua boquinha com cheiro de sêmen. Descansamos alguns minutos enquanto nos acariciávamos, olhávamos de vez em quando a TV e conversávamos. Ríamos e nos beijávamos, mas ambos sabíamos que queríamos mais.

Nem 15 minutos se passaram e voltamos a nos beijar, mas dessa vez eu o coloquei de bruços. Comecei a beijar suas costas, desci pela sua bunda, abri suas nádegas e beijei desde sua bunda até sua boceta molhada e quente. Satisfiz meu desejo de chupar sua bunda e sua boceta. Ele levantava os quadris e se abria mais sozinho, enquanto eu alcançava seu clitóris com minha língua, que já estava bem dura. Me levantei sobre ele e, com apenas dois movimentos, meu pau entrou em sua boceta. Ele gemeu e ficamos alguns segundos nos sentindo, até que comecei a me mover. Entrava e saía dele, sentindo a cada entrada como meu pau deslizava e se inundava de seus fluidos. Coloquei minhas mãos por baixo e agarrei seus peitos, começando a foder mais forte, ao que ele respondia levantando a bunda e abrindo mais as pernas para que, com meus quadris, eu pudesse enfiar meu pau mais fundo. Ficamos um bom tempo; meu pau estava duro como uma pedra, eu conseguia sentir o quanto estava rígido porque até a cabeça do meu pau doía. Saí para colocar uma camisinha, mas ele disse que não queria, queria sentir minha porra dentro, que em dois dias sua menstruação viria. Olhei para ele e morri de tesão, há muito tempo imaginava essa situação e adorei ouvir isso. Respondi feliz que adoraria e pedi que ele ficasse de quatro, porque queria foder ele assim. Qual respondeu.
Ao se colocar de quatro, sua bunda me enlouqueceu, passei meu pau pelo seu cuzinho e buceta várias vezes, me excitava cada vez mais, peguei ela pelos quadris e enfiei bem devagar até o fundo, depois puxava lentamente e voltava a meter. Comecei a aumentar o ritmo e minas investidas a faziam gemer mais, ela se agarrou na cabeceira da cama e continuei comendo ela, agarrava sua bunda e dava pequenas palmadas, tudo era muito excitante, sentia como meus testículos estavam molhados da sua lubrificação e não aguentava mais, sentia que já estava pra gozar, aí diminui o ritmo, não queria vir, queria continuar aproveitando aquele momento. Ao fazer isso, ela me disse para não parar, que ela estava quase gozando. Ao ouvir essas palavras, enlouqueci e comecei a comer ela desenfreadamente até sentir seu corpo se contrair e da sua boca começou a sair gemidos, enquanto no meu pau sentia como sua buceta queria me expulsar pra fora, mas eu continuei com minhas investidas até não aguentar e explodi dentro dela como nunca, parecia que não parava de gozar mais e mais. Ficamos alguns segundos parados e ao tirar meu pau, ela ficou alguns segundos de quatro e pude admirar como jorrava da sua buceta todo meu sêmen grosso misturado com sua lubrificação, e imediatamente ela caiu sobre a cama e ficou deitada de bruços. Me deitei ao lado dela enquanto a abraçava e, olhando pra mim, ela disse: "Te amo", ao que respondi: "Eu te amo mais, meu bebê".
Desde aquela noite, nosso amor e paixão foram crescendo mais e mais.
No próximo relato, vou contar o que aconteceu uma noite em que Valentina estava menstruada e dessa vez envolve minha esposa.
Saudações.

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