Fala, galera.
Durante meus anos de hospital, tive várias experiências sexuais tanto com gatinhas quanto com caras.
Uma delas foi com a Griselda, uma loira peituda, rabuda e com uns lábios de dar inveja em qualquer boqueteira profissional.
Gris era radiologista e a gente dividia o plantão de sexta.
Quando comecei a comer ela, já metade do hospital tinha passado a rola nela, mas naquela hora era a minha vez, haha.
A gente transava muito bem. Boquete pra caralho e ela engolia tudo. Vaginal nem se fala, e anal até a pica ficar completamente morta.
Gris era tão puta quanto tarada. Desde a nossa primeira trepada, enquanto me chupava a rola, ela enfiou um e logo dois dedos no meu cu, o que me deixou muito excitado, mas ela mais ainda.
No 69, eu comi a buceta dela e uma cachoeira de lubrificação que jorrou, e ela tirou meio litro de porra de mim, dedando meu cu.
Nos meses em que fomos "namorados", vendo que eu não reclamava quando ela "brincava" com meu cuzinho, a mina realizou seus desejos e fantasias, incluindo umas chupadas de cu que me levavam ao ponto de gozar, especialmente quando uma noite de plantão a putona me comeu o cu e, no auge do tesão, enfiou um consolo que ela tinha escondido.
Eu engoli tudo (15 x 3, trancão), e gozei sem me tocar.
Naquela noite, Gris pirou ao ponto de me pedir pra comer a bunda dela enquanto ela enfiava o consolo na buceta. Ela gozou litros, aos gritos, e me pediu em casamento segundos depois de gozar (pedido que, óbvio, retirou depois, hahaha).
Nosso último encontro foi uma verdadeira festa de despedida inesquecível.
A chupada de cu que ela me deu foi apoteótica, e nessa altura já não era mais 15 x 3: a babona puxou uma cintaralha com um brinquedo de 19 x 5, que aceitei de bom grado, mas não aguentei tudo, embora tenha tentado, hahaha.
Até hoje, pelo Facebook, de vez em quando troco ideia com a Gris, e não me surpreendi quando ela contou que casou com "o homem ideal", um cara que, sem dúvida, entrega o cu pra ela. Pra aquela putona gostosa que goza igualzinho eu gozei naquela hora.
Mesmo tendo sido poucas as gostosas que chuparam meu cu comparado com os caras, compartilho essa experiência como uma espécie de homenagem pra Gris, mestra em comer cu e viciada em pegar caras pelo rabo.
Salve, Gris, sei que você vai ler isso e sabe que sempre amei e ainda amo quando beijam minha bunda (e um pouco mais também kkkkk).
Salve e aproveitem, galera.
Durante meus anos de hospital, tive várias experiências sexuais tanto com gatinhas quanto com caras.
Uma delas foi com a Griselda, uma loira peituda, rabuda e com uns lábios de dar inveja em qualquer boqueteira profissional.
Gris era radiologista e a gente dividia o plantão de sexta.
Quando comecei a comer ela, já metade do hospital tinha passado a rola nela, mas naquela hora era a minha vez, haha.
A gente transava muito bem. Boquete pra caralho e ela engolia tudo. Vaginal nem se fala, e anal até a pica ficar completamente morta.
Gris era tão puta quanto tarada. Desde a nossa primeira trepada, enquanto me chupava a rola, ela enfiou um e logo dois dedos no meu cu, o que me deixou muito excitado, mas ela mais ainda.
No 69, eu comi a buceta dela e uma cachoeira de lubrificação que jorrou, e ela tirou meio litro de porra de mim, dedando meu cu.
Nos meses em que fomos "namorados", vendo que eu não reclamava quando ela "brincava" com meu cuzinho, a mina realizou seus desejos e fantasias, incluindo umas chupadas de cu que me levavam ao ponto de gozar, especialmente quando uma noite de plantão a putona me comeu o cu e, no auge do tesão, enfiou um consolo que ela tinha escondido.
Eu engoli tudo (15 x 3, trancão), e gozei sem me tocar.
Naquela noite, Gris pirou ao ponto de me pedir pra comer a bunda dela enquanto ela enfiava o consolo na buceta. Ela gozou litros, aos gritos, e me pediu em casamento segundos depois de gozar (pedido que, óbvio, retirou depois, hahaha).
Nosso último encontro foi uma verdadeira festa de despedida inesquecível.
A chupada de cu que ela me deu foi apoteótica, e nessa altura já não era mais 15 x 3: a babona puxou uma cintaralha com um brinquedo de 19 x 5, que aceitei de bom grado, mas não aguentei tudo, embora tenha tentado, hahaha.
Até hoje, pelo Facebook, de vez em quando troco ideia com a Gris, e não me surpreendi quando ela contou que casou com "o homem ideal", um cara que, sem dúvida, entrega o cu pra ela. Pra aquela putona gostosa que goza igualzinho eu gozei naquela hora.
Mesmo tendo sido poucas as gostosas que chuparam meu cu comparado com os caras, compartilho essa experiência como uma espécie de homenagem pra Gris, mestra em comer cu e viciada em pegar caras pelo rabo.
Salve, Gris, sei que você vai ler isso e sabe que sempre amei e ainda amo quando beijam minha bunda (e um pouco mais também kkkkk).
Salve e aproveitem, galera.
10 comentários - Melhor beijo grego e muito mais