Minha esposa quebra as regras

Minha esposa quebra as regrasRecentemente publiquei um conto sobre como eu e minha esposa fizemos uma troca com um amigo e a mulher dele, o conto se chamava "Minha esposa quebra as regras". Basicamente, a gente tinha combinado que não teria encontros separados com aquele casal depois da nossa troca, mas ela achou divertido fazer isso com ele num motel. Enfim, aquilo já passou e tá por aí se você quiser ler. Depois de reconhecer o erro, minha esposa Ceci se entregou de corpo e alma, tentando se redimir. Ela realizava cada uma das minhas fantasias na cama pra mostrar que aquilo não passou de um deslize. Embora eu me aproveitasse da situação, no fundo sabia que fui eu mesmo quem a incentivou a fazer aquela troca, e aconteceu o que acontece quando você ultrapassa os limites. Chama de sexto sentido, vibra, energia, sei lá, mas eu sentia que algo nela tinha mudado, sentia que tinha despertado ideias e, embora naqueles dias eu pudesse garantir que ela era fiel porque conhecia os passos dela, pressentia que a qualquer momento algo ia rolar. Como já disse, Ceci é uma mulher gostosa do tipo latina, caderuda, big booty, baixinha, cabelo castanho claro que puxa pro loiro. Trabalhava num banco e sempre ia impecável pro escritório. Cabelo escovado com algum detalhe, uma trança, um grampinho, maquiagem sutil, vestidos colados no corpo, às vezes calça, às vezes saias na metade da coxa, sempre de salto. A bunda grande dela se elevava majestosamente ao andar. Sabia que minha mulher era desejada no trabalho, naturalmente, então preferia manter essas ideias fora da minha cabeça e também deixava ela socializar com o pessoal da empresa. As traições acontecem com vigilância ou sem ela. Eu mesmo já tinha tido minhas aventuras secretas. Aquela sensação de que nossa troca tinha despertado coisas novas nela se confirmou numa quinta-feira. Ceci trabalhava naquele dia até as 7 da noite. Tinha combinado de passar pra buscá-la pra sair pra jantar juntos. Normalmente passava por ela bem na hora Hora da saída e a gente se encontrava na porta. Mas naquele dia, ainda não sei por quê, decidi entrar até o posto de trabalho dela pra surpreendê-la. Já tinha feito isso antes, mas não era comum. Cheguei meia hora antes das 7 e entrei, já me conheciam, então não foi problema. Peguei o elevador até o 9º andar e entrei numa área de escritórios. Tava deserta, metade das luzes apagadas. Caminhei até o posto da minha esposa e encontrei a tela dela ligada num projeto do Excel, a bolsa dela tava lá, a garrafa térmica dela tava lá. Dei uma olhada de onde eu tava. No fundo do corredor dava pra ver um escritório com a porta fechada e uma luz piscando. Fui pra lá. Cheguei perto da porta, ouvi algo lá dentro, mas não era um som que dava pra distinguir. Não sei por que não bati na porta, peguei a maçaneta e devagar, sem fazer barulho, abri um pouco a porta, empurrei só uns centímetros e espiei lá dentro. Lá estava a Ceci. Ajoelhada na frente de um sofá onde tava sentado um homem com cara de alto executivo. Ainda tava com a roupa elegante, o paletó e a gravata, a única coisa desajustada no visual dele era o zíper da calça. Minha esposa tinha o pau inteiro do cara dentro da boca e mexia a cabeça com vontade, pra cima, pra baixo, em círculos. Soltava uns gemidinhos baixos. O cara tava com a cabeça encostada no encosto do sofá e os olhos fechados. Não me viram. Fiquei paralisado. Não entrei nem saí, só fiquei olhando. Um turbilhão de surpresa virou raiva rapidinho. Minha atenção só desviou quando senti que dentro da minha calça o meu pau começou a endurecer. Observei por uns segundos e simplesmente me afastei antes que me vissem. Fui pro banheiro do andar e me masturbei com a imagem da Ceci ajoelhada na minha mente. Gozei violentamente e joguei todo o meu líquido pra frente, espalhando pra todo lado no cubículo do banheiro. Não me preocupei em limpar, só me levantei e desci pro carro. -amor, já Tô aqui embaixo, cê vai descer?
- Mandei mensagem às 6:55.
- Sim, meu amor, já tô descendo - respondeu na hora. Ela tinha claramente calculado o tempo. Não beijei ela na hora de cumprimentar, só dei um beijo no rosto e fomos pro restaurante.
- Cê tá estranho, o que foi? - ela perguntou.
- Nada, muito trampo, tô cansado.
- A gente pode ir pra casa se quiser.
- Não, vamos comer.
Mesmo me sentindo meio distante, consegui segurar a onda no encontro. Ela parecia tão normal e carinhosa, eu olhava pra ela e lembrava de tudo que amava nela. Tomamos uns drinks e, quando chegamos em casa, abrimos uma garrafa de vinho pra beber mais um pouco. Dançamos, coloquei a mão na cintura dela, me aproximei do corpo dela, senti os peitos dela, apertei a bunda dela. Ela correspondeu e a gente começou a se beijar. Na minha mente, começaram a surgir as imagens que eu tinha visto por acaso naquela sala. Fiquei durasso, fui até um sofá, sentei, só tirei meu pau pra fora e pedi pra ela se ajoelhar na minha frente e me chupar. Ela obedeceu, abriu a boca e engoliu meu pau, apertava os olhos como se estivesse trazendo alguma lembrança, suspirava e gemia enquanto esfregava a cabeça do meu pau com a boca toda. A gente transou um tempo até ficar exausto, deitados de barriga pra cima na cama. Simplesmente deixei escapar.
- Hoje cheguei mais cedo que o normal no seu escritório. Cheguei na sua mesa e você não tava. Te vi numa sala, de joelhos, chupando o pau de um cara - falei olhando pro teto. Ela se sentou rápido, me olhando de olhos arregalados, e tentou falar alguma coisa. Nossos olhares se encontraram e as palavras sumiram.
- O que cê tá fazendo? - perguntei.
O olhar dela baixou, igual quando uma criança é repreendida.
- Me perdoa. Não sei o que tá rolando comigo, não consigo me controlar. Desde aquela vez com o André e a Camila, desde que tudo aquilo aconteceu, não consigo parar de pensar em sexo. Não entendo direito, vivo excitada - Deixei ela falar, aquilo não era desculpa, imagina um homem traidor falando isso pra esposa... irrelevante.
- O que cê tá procurando? - perguntei.
- Não sei. Não sei", disse ela, e algumas lágrimas caíram. "Você me ama?" "Com todo o meu ser." Levantei-me com veemência, com meu pau mole e escorrendo. "Você está enganada se acha que vou continuar aceitando essas coisas. Sempre fui uma pessoa muito aberta sexualmente, levamos anos para ganhar confiança para nos abrir a novas experiências, mas você só fez cagada. Da próxima vez que algo assim acontecer, simplesmente vou embora. Sei que você me ama, mas não está me respeitando." Ceci me olhava surpresa. Continuei. "Primeiro de tudo, se sentir desejo por algo, me fala primeiro, a gente analisa e decide junto. Leve em conta também que seus desejos satisfeitos também significarão desejos satisfeitos para mim. Acho que já superamos o medo de ver o outro transando com outra pessoa, aliás, gostei de te ver naquele escritório. Mas fazer isso escondido é inaceitável." Servi mais duas taças de vinho e as levei para a cama. Conversamos sinceramente, nos abrimos totalmente, entendendo que o sexo não necessariamente ia contra o amor que sentíamos um pelo outro. Rimos e combinamos de ser transparentes daqui para frente. "Agora... o que você fez hoje... significa que me deve uma. Vou pensar no que quero fazer." Falei, e não houve réplica. Dormimos. Passaram-se alguns dias, eu a levava para o escritório. "E a sua amiga Laura?", perguntei. "Bem, trabalha no andar de baixo do meu. Terminou com o namorado há um mês. Está triste." "Por que não a convida para casa neste fim de semana? Podemos beber algo juntos." Ela me olhou estranho. Laura mal tinha ido uma vez à nossa casa, e foi para adiantar um trabalho. Laura era uma mulher de uns 45 anos, muito bem conservada, magra, branca e de cabelo loiro. Eu a achava incrivelmente gostosa e sentia que ela também me achava agradável. Mal tinha trocado algumas palavras com ela, mas sabia bastante da vida dela porque Ceci era tão linda quanto fofoqueira e me contava tudo o que ela dizia. Sabia, então, que uma vez, mesmo tendo namorado, Laura... tinha tido um caso com uns colegas de trabalho, então sabia que os padrões dela eram amplos. — Quero comer a Laura — falei veementemente. — Ah, a Laura, minha amiga?! Como é que você tem coragem, imbecil! — respondeu gritando. Só precisei de algumas quadras pra lembrar ela da nossa conversa e da dívida que tinha comigo. — Quero que você fale de mim pra ela, que me torne desejável aos olhos dela. E quero que convide ela pra tomar uns drinks com a gente. E quero comer ela. Naquela mesma tarde, Ceci começou a trabalhar nisso. — Manda uma foto da sua pica — escreveu. — Nossa, que gostosa, meu amor — respondi. — Calma, que não é pra mim… — E então? — Quer comer a Laura ou não? Manda uma foto. Ela contou que puxou uma conversa sobre paus com Laura durante o almoço. Num canto afastado, procuraram fotos na internet e começaram a ver. — Olha essa, é grande — disse Ceci, mostrando uma foto de um pau da internet. — Ai!!! sei não, isso deve doer kkkk — respondeu Laura. — Olha essa outra — disse Ceci, mostrando outra foto da internet. — Uffa amiga… essa sim que eu gosto… acho que cabe na minha boca. — Você engole até as bolas, amiga? kkkk, porque eu sim. — Ei, e a do chefe, como é? — Amiga, só chupei ele, não é tão grande mas dá pra curtir kkkk. — Que tal essa? — disse minha esposa, mostrando meu pedaço duro num ângulo lisonjeiro. — Uffa, que gostosa essa, as veias. — Você comeria essa? — Uffa, acho que sim, amiga. — Lau, essa é a pica do meu marido. Laura ficou congelada e olhou várias vezes entre a foto e o rosto de Ceci, sem saber o que dizer. — Amiga… posso te pedir um favor? — disse Ceci. Naquela sexta, organizei a casa porque Laura e Ceci viriam tomar algo depois do trabalho. Abri a porta na chegada delas, ambas vestidas de preto com saias. A saia de Laura era mais curta que a de Ceci, mostrando coxas firmes e brancas, aquelas pernas se exercitavam com toda segurança. Em cima, destacava o decote de Ceci com um par de peitos grandes apertados, enquanto os peitos as pequenas de Laura desenhavam um pequeno montinho sob a roupa. Começamos a beber, o álcool sempre funcionava pra catalisar essas coisas. Ceci bebia muito mais que a gente e logo ficou bêbada. A gente tava dançando os três no meio da sala. Ceci se afastou uns passos. —Aí está ela, o que você queria, minha amiga… pra você foder ela! — disse Ceci. Aquilo foi estranho, fiquei com medo de que toda a missão fosse pro saco. —Fode ela!, me dá a lição — disse Ceci. Olhei pra Laura, os olhos dela brilhavam por causa do vinho, os lábios vermelhos brilhavam por causa do batom e eu esperava que a buceta dela também brilhasse com uma lubrificação gostosa. Descobri minha mulher chupando o pau de um executivo do seu trabalho, talvez você o conheça, até talvez já soubesse. Pra qualquer outro relacionamento teria sido o fim, mas a gente, em vez disso, fez um acordo porque nos amamos. Me foi concedido qualquer desejo sexual… e eu, dentre o monte de opções que existem, escolhi você… porque te acho gostosa, porque você é um mistério que quero descobrir e porque quero chupar seu cu — falei olhando nos olhos dela. A gente se fundiu num beijo. Ceci desapareceu pra mim. Meti a mão por baixo da saia dela e agarrei uma calcinha pequena que puxei pra baixo enquanto me ajoelhava. Enfiei minha cabeça debaixo da saia dela e no meio daquela escuridão abri minha boca pra devorar aquela buceta experiente. Levei ela pra um sofá e levantei as pernas dela enfeitadas por saltos altos pretos. Me abaixei de novo e continuei chupando a entreperna dela. —Ai, papai, que delícia! eu sabia que você era bom, sua esposa tinha me contado — disse Laura. —Ceci!, me virei pra procurar ela mas não tava na sala com a gente. Olhei pra todo lado mas não achei ela. Tinha ido dar pra alguém! pensei, a putinha não era capaz de respeitar um acordo. Me levantei pronto pra seguir ela mas uma carícia suave pousou no meu pau. Laura dava beijinhos na minha cabeça. —Uff, é melhor que na foto, papai… vai meter em mim? Deixei ela massagear meu pau por um tempo. Depois se levantou, tirou toda a roupa e deixou na minha frente um corpo branco e lisinho, quase sem imperfeições apesar da idade. Peguei na cintura fina dela, virei ela de costas e fiz ela subir no sofá de quatro. Como de costume, primeiro enfiei minha língua no cu dela… — Aiii papai, que gostosoo, ufff, que delícia o que a minha amiga tem — gemeu Laura. Logo estávamos na mesma posição em que eu tinha encontrado minha esposa com o chefe dela. Eu no sofá e ela ajoelhada na minha frente de quatro, chupando minha pau. O que veio foi uma surpresa grande e gostosa. No meu campo de visão apareceu a Ceci, pelada, entornando uma garrafa de vinho, com um cinto na cintura pendurado uma pau de plástico monumental. A gente tinha aquele brinquedo pra fazer coisas entre nós. Ela chegou por trás da Laura, que estava de quatro no chão na minha frente. — Pois é, tenho que pagar minha dívida, e parece que tô pagando bem. Parece que os dois tão aproveitando muito… mas eu não vou ficar de fora dessa festa. Ela pegou um pote de lubrificante e, com um sorriso maldoso, encharcou aquele dildo inteiro. Ajoelhou atrás da Laura e eu vi como, com um único movimento de quadril, enfiou a pau de plástico até o fundo. — Ahhh! — gritou Laura. — Calma, amiga, eu te conheço e por trás dessa carinha de santa esconde uma puta bem suja. O mês passado inteiro chorando pelo seu namorado, sabendo que ele te largou porque te pegou trepando com dois caras num motel. — Jajaja ufff, isso foi gostoso jajaja. Mas e você, já contou pra ele como foi tudo com o chefe? — respondeu Laura. — Ele não sabe todos os detalhes — disse Ceci sorrindo. Laura se levantou, subiu no sofá de barriga pra cima, abriu as pernas e puxou a Ceci pra perto pra ela meter com a pau de plástico, me olhou e começou a falar. A gente fez uma aposta por dinheiro. Nosso chefe é bem tímido, tem uma esposa e quatro filhos, a gente acha ele muito gostoso. Durante um almoço, quatro de nós, apostamos dinheiro. quem seria a primeira a conseguir algo com ele. Todas nós tentamos, mas sua esposa, muito esperta, atrasou a entrega de um relatório e teve que ficar até tarde, sozinha com ele. Claro que precisava trazer provas. — Disse Laura. Ela se espreguiçou e pegou a bolsa, tirou o celular, procurou algo por um momento e me passou. Rodava um vídeo gravado pela minha esposa secretamente. Ela aproveitou o êxtase do homem para filmar o rosto dele e o escritório. Ganhou a aposta. — Kkkkk você é a melhor amiga, obrigada por me oferecer seu marido — Disse Laura. — Só hoje em promoção, piranha, se olhar pra ele depois te mato kkkkk — respondeu Ceci. Elas continuaram zoando, eu repeti o vídeo várias vezes, estava explodindo de tesão. Peguei minha esposa por trás e meti na buceta dela por um tempo. — Love… ela gosta é no cu — me disse Ceci se afastando. Sentou numa poltrona, abriu as pernas e começou a se tocar na pussy. — Kkkkk será? Me mostra o que você tem — Disse Laura se colocando de quatro, agarrando as duas nádegas e se abrindo toda. Peguei meu cock duro do jeito que estava e posei sobre o cu dela. — Me dá lubrificante, my love — Falei me virando pra Ceci. Ela pegou de uma mesinha e jogou pra mim. Escorregou e caiu no chão, me inclinei, peguei e quando ia me levantando de volta meu olhar cruzou com o de Laura. Ela lambeu os lábios e disse — mete logo. Laura gemia como se o ponto G estivesse alojado dentro do ânus dela. Eu entrava e saía com facilidade, era claro que praticava anal com certa frequência. Depois de um tempo senti as mãos da minha esposa nas minhas costas. — Quem mais gosta é no cu? — ela disse sussurrando no meu ouvido. Senti o cock de plástico pressionando e separando minhas nádegas. Não era a primeira vez. Ceci me penetrou devagar com movimentos lentos, fora dentro, fora dentro. Ao mesmo tempo e no mesmo ritmo meu cock entrava e saía do cu da Laura. Gozei depois de um tempo. Como temos uma cama king size, decidimos que seria uma boa ideia Dormir juntos, no tinha nada de intimidade que pudesse superar o que já tínhamos feito. Na manhã seguinte, tomamos banho juntos, nós três, café da manhã na mesa e nos arrumamos pra sair. Como era sábado, convidei as meninas pra almoçar. — Sempre quis participar de uma orgia. Sei que é perigoso, que não pode ser em qualquer lugar nem com qualquer pessoa, mas me chama atenção. Vocês não sentem isso? — Perguntou a Laura durante o almoço. — Eu sinto, mas tem que ser em equipe, o mais legal é curtir aquilo em casal. Sempre fantasiei alguém metendo na Ceci, mas só recentemente virou realidade… acho que já superei isso. Numa orgia, com a raba que ela tem, ia ter que ver várias dando pra ela — falei, passando a mão na perna da minha esposa. — Uff, eu também queria, a gente devia planejar — disse a Ceci. — Desde que tragam umas minas gostosas… eu apoio a ideia — falei. — Cê tá gostando da ideia, né?… três caras comendo sua esposa, um na buceta, outro no cu e outro na boca… — A Laura falou, sussurrando baixinho. — Uai, e por que eu?… por que você não deixa comer assim? — A Ceci entrou na conversa. — Se um deles for seu marido… eu topo, hahaha. Terminamos o almoço, levamos a Laura pra casa dela. Eu e a Ceci voltamos pra nossa. Tudo aquilo tinha deixado a gente muito excitado. Transamos. Caímos estirados na cama. — Meu amor… a esposa do meu chefe é muito gostosa — ela me disse.

5 comentários - Minha esposa quebra as regras

Bien capo por fin alguien con dignidad, poringa está lleno de cornudos consentidores,uno más patético que el otro
Terrible relato
Se me re paro la pija leyéndolo