Todos os personagens são maiores de idade ------ Federico não conseguiu parar de pensar no que tinha acontecido naquela noite. Tudo aconteceu muito rápido; ter sido descoberto pela irmã se masturbando, ela ter pedido pra ver, como colocou saliva da boquinha dela pra lambuzar e depois a gozada foda que ele deu enquanto ela olhava com os olhos brilhando. Ele quis bater mais uma antes de dormir, mas obviamente não teria o mesmo prazer. Acordou antes do meio-dia no dia seguinte e nenhuma das irmãs estava em casa, então ficou enrolando no computador até a hora de ir cozinhar. Depois de um tempo, enquanto via merda no youtube, ouviu alguém entrar em casa, mas ainda não sabia qual das irmãs era. Enquanto continuava vendo vídeos, ouviu baterem na porta do quarto dele - entra A porta abriu e entrou a Melina, que vinha com o cabelo castanho preso num rabo de cavalo e a franjinha típica na testa - oi fede, bom dia - oi pervertida - disse o garoto, lembrando a noite anterior - ei, pra quem tu tá chamando de pervertida, muleque?? - kkkk foi mal, é que com o negócio de ontem... - e daí? - como assim e daí? Fede olhava meio confuso pra ela, e a camiseta tão solta que marcava as tetas da irmã não deixava ele pensar direito - sim fede, e daí o que aconteceu ontem? - é que... - não me diga que você quer fazer de novo, irmãozinho...? A possibilidade de repetir aquele momento fez todo o sangue dele descer pra baixo, enquanto ela também começava a se excitar de novo - não me diga que você quer bater uma pra sua irmãzinha de novo, muleque... Vai me mostrar toda a sua pica? Definitivamente o garoto ficou duro que nem um foguete de novo - é... Se você quiser... - hmm acho que quero sim... vai lá, irmãozinho, mostra como você se masturba.. O garoto tirou a pica da calça e apontou pra ela - olha ela, meli... Tá gostando? - uff sim... Vê como você toca ela O que foi? Ele agarrou o próprio pau com a mão e começou a se masturbar, prazer dele e da irmã, que olhava maravilhada, não conseguia acreditar que o irmão tinha guardado aquela rola por tanto tempo sem ela saber. Quando já tinha passado um tempinho, ele disse: — Acho que vou precisar de algo pra facilitar isso. — Hum, tipo o quê? — E não sei, Meli... Talvez se você encher de saliva de novo, me ajuda. — Epa... olha como você pede, e depois eu sou a pervertida. — Kkkk, é que ontem me ajudou pra caralho na masturbação. — Tá bom, moleque, tira a mão daí. Fede obedeceu e tirou a mão com que estava se masturbando. Dessa vez ela se aproximou, colocou uns dedos dentro da boca pra gerar um pouco mais de saliva e depois passou toda aquela baba por cima da rola. Em seguida, deixou que alguns fios caíssem sozinhos. O garoto não acreditava que aquilo estava acontecendo de novo, tava morrendo de tesão... e ela também. Ele levou a mão de volta à rola, espalhou bem toda a saliva e continuou a masturbação. Depois de um tempinho se tocando com toda aquela saliva, Meli, que já tava bem molhadinha, interrompeu: — Ei, Fede... você tá meio desconfortável? — Hã? Não entendi. — Sim, moleque... Você tá bem assim ou precisa de ajuda? — Como? — O garoto ainda não entendia o que a irmã queria dizer. — Ah, não sei, irmãozinho... tô dizendo se você não precisa que eu te ajude um pouco... que eu dê uma mão, digamos — falou, fazendo o gesto de sobe e desce com o punho. Fede ficou sem palavras. A irmã pedir pra ele se masturbar já era uma coisa, mas ela se oferecer pra fazer isso nele? Era pedir demais. — Hum... tá bom, Meli, como você quiser. — Hum, ok, irmãozinho, deixa comigo então. Ela passou a língua na palma da mão pra encher de saliva também e agarrou a rola do garoto, começando a masturbá-lo. — Mmmm, ahhh. — Tá gostando? — Sim, ahh, não para. — Hum, fica tranquilo que não vou parar até você gozar, moleque. Fede sentia que já tava excitado demais, e o mesmo valia pra Meli, que fazer uma masturbação daquele jeito no irmão dela tava botando fogo nele. Ela continuou assim por mais um tempinho, e de vez em quando puxava a pele pra baixo pra ver a cabeça brilhando de saliva, e cuspia mais um pouco — olha a bagunça que a gente tá fazendo, neném — ela disse enquanto a saliva já escorria pelas bolas dele. — ahh... Meli... acho que vou gozar... — mmm, goza quando quiser, irmãozinho — tem que achar um guardanapo ou algo... — haha, não se preocupa, goza na minha outra mão mesmo — ehh? Tem certeza? — siiiim, adoro sentir sua porra, haha, já te falei, além disso, faz tempo que não faço nada assim — ahh... por causa do seu namorado, né... bom... uf... bom, se você quer, irmãzinha... Fede sentia que já ia gozar, o movimento da mão da Meli junto com toda a saliva que ela tinha colocado já era demais — ahhh, tô gozando, irmãzinha! Ahhhh Ela aproximou a outra mão e colocou na frente dele com a palma fechada, pra ele poder soltar toda a porra ali. Na hora começaram a sair os primeiros jatos de esperma da pica, enquanto ela masturbava ele mais rápido, e um após outro iam caindo na mão da Meli enquanto o garoto morria de prazer com aquele orgasmo. Finalmente, a porra do Fede parou de sair, e ele demorou uns segundos pra se recompor — olha tudo que você gozou em mim, neném! — ela disse enquanto mostrava a mão suja de esperma dele — quanto você tinha guardado aí dentro?? — haha, desculpa, Meli, é que você me excitou muito... Quer que eu traga um guardanapo? — não não, pera, acho que meu celular tá tocando A garota tentou pegar o celular que tinha deixado em cima da mesa do computador do irmão, que teve que alcançar pra ela, não sem antes dar uma olhada em quem tava ligando — é... seu namorado — ah sim, passa pra cá — ela disse enquanto tentava não deixar cair a porra que ainda tinha na mão e com a outra, suja de saliva, pegava o celular — oi, meu amor? Começaram a conversar enquanto o garoto ainda estava com a pica pra fora e ela olhava pra mão que tava toda gozada. De repente, enquanto o namorado dela perguntava como tinha sido o dia dela, ela levou a mão no rosto e começou a comer a porra toda — sim sim por aqui tudo bem amor — falava ela, enquanto chupava um dos dedos e deixava ele limpinho de porra — só um calorzinho mesmo, cê sabe como é. Fede olhava pra ela com os olhos arregalados, não acreditava que a irmãzinha dele tava engolindo toda a porra dele enquanto falava com o namorado no telefone... obviamente isso deixou ele muito mais excitado — fico feliz que seu pai tá melhorando amor... como? Não, ainda não comi... Bom, tô comendo alguma coisa agora — disse Meli pro namorado enquanto terminava de passar a língua na mão pra engolir o resto da porra do irmãozinho, que olhava pra ela todo excitado — mas ainda não cozinhei, quero dizer... e tenho que ir fazer isso agora... Tá bom tá bom amor, a gente fala mais tarde. A mina desligou e falou pro irmão deixar o celular de volta na escrivaninha — escuta Fede, vou no banheiro rapidinho e depois vou cozinhar, te aviso quando o almoço tiver pronto, ok? — hãã... Beleza, me avisa... Qualquer coisa se quiser comer alguma coisa já sabe onde encontrar haha — hahaha sim, adorei comer sua porra neném, gosto como ela é quentinha — disse ela fazendo um biquinho — bom, vou te deixar, daqui a pouco te aviso sobre a comida. Assim, Melina levantou e saiu do quarto pra ir cozinhar, embora já estivesse de barriguinha cheia de ter engolido a porra do irmão.
5 comentários - Dale, irmãozinho II
van 10