Faz mais ou menos um mês, saí pra dançar com meus amigos numa balada na capital, perto do planetário, chamada "Arcos", se não me engano. A gente saiu porque era o aniversário de uma amiga. Umas 4:30 da manhã quando saímos da balada, e enquanto meus amigos iam ficar no apartamento de um parente de um deles, eu pedi um Uber pra ir até a Constituição e pegar o 79 pra voltar pra casa. O Uber chegou e eu entrei na hora. A gente quase não conversou, só umas perguntas educadas do motorista e só. Quase no meio da viagem, percebi que o motorista tava olhando pro celular dele e depois pra mim pelo retrovisor, fez isso umas duas vezes, como se quisesse confirmar alguma coisa. Eu ia perguntar se tava tudo bem quando ele me pergunta: "Quantos anos você tem?" Eu olhei pra ele: "18, por quê?" Ele olhou pro celular de novo, sorriu e me mostrou a tela: "Você tem uma bunda gostosa, gatinho." Olhei e era meu perfil do Grindr, uma foto da minha bunda, mais especificamente.
Dou uma olhada melhor no motorista. Um cara de uns quarenta e poucos anos, fortão, barba grisalha, camisa e jeans. Tava ficando com tesão. "Gostou?" Respondo. "Não sei", ele diz, "com essa pintura toda não dá pra ver direito". No Grindr tive que postar tudo borrado pra não derrubarem minha conta haha. Penso bem no que faço, tava ficando muito excitada com onde isso ia dar. "Para o carro e te mostro, se quiser". Ele não respondeu, só encostou o carro num canto. Não sabia onde estávamos, não conheço a capital, mas era um lugar tipo uma praça com árvores e estacionamento. Eu me virei e, empinando a bunda o máximo que podia, comecei a rebolar um pouco e passar a mão por cima da roupa. Abaixei a calça e a cueca, mostrando minha bunda que, por sorte, tinha depilado antes de sair. Sinto o cara esticar a mão e me tocar. "Agora enxerga bem?" perguntei. "Agora sim", ele respondeu. "Quer ir lá fora ver melhor?" Saímos do carro e entramos no meio das árvores. De repente, ele me pega pela nuca e me empurra contra uma árvore. "No teu perfil você diz que gosta assim, hein? Dezoito anos e tão putinha assim." Me fez ajoelhar e puxou o pau dele. De tamanho tava bom, mas a grossura era enorme. Assim que ele tirou, comecei a chupar. Tava limpinho, felizmente. Com as mãos, ele enfiava o pau bem até o fundo, meus olhos lacrimejavam e sentia escorrendo pelo queixo. Ele comeu minha boca por um tempo. "Tão viadinho e tão boqueteiro, mariconzinho", ele disse, e eu explodia. Ele tirou o pau da minha garganta e, enquanto eu tossia e me levantava, ele me virou e me colocou contra a árvore de novo. Abaixou minha calça e comeu meu cu ali mesmo. Tirou da jaqueta uma camisinha e um sachê de lubrificante e enfiou os dedos. Quando tava pronto, colocou bem devagar enquanto continuava falando: "Mais vale você aguentar, como diz no Grindr, cara." "Vou te violar todinha." "Diz que você gosta, putinha." Eu, gaguejando e querendo que aquele filho da puta me destruísse. Ele me comeu todinha ali, ao ar livre. enquanto me chamava de putinha e viadinho. Ele metia em mim enquanto dizia que eu chorava igual um bebezinho e que isso o deixava mais excitado. "Assim, putinha, toma tudo". Ele ficou um tempo me comendo, eu gozei e ele tirou. Me fez chupar ele de novo e encheu minha boca e parte do meu rosto de porra. A gente ficou se pegando mais um pouco. Quando voltamos pro carro, eu sentei na frente com ele e de vez em quando eu amassava o pau dele ou puxava um pouco a borracha. Ele gozou de novo e tirou uma foto com a porra dele na minha cara. Passei meu número e ele me salvou com aquela foto. Ele me levou até a Constituição e quando eu desci ele falou "até mais, gatinho, temos que repetir" "Adoraria, papai" eu respondi. "Papai" ele repetiu rindo "que putinha gostosa você é". A gente se despediu e ele me mandou uma mensagem dizendo que na próxima quarta-feira estava livre.
Dou uma olhada melhor no motorista. Um cara de uns quarenta e poucos anos, fortão, barba grisalha, camisa e jeans. Tava ficando com tesão. "Gostou?" Respondo. "Não sei", ele diz, "com essa pintura toda não dá pra ver direito". No Grindr tive que postar tudo borrado pra não derrubarem minha conta haha. Penso bem no que faço, tava ficando muito excitada com onde isso ia dar. "Para o carro e te mostro, se quiser". Ele não respondeu, só encostou o carro num canto. Não sabia onde estávamos, não conheço a capital, mas era um lugar tipo uma praça com árvores e estacionamento. Eu me virei e, empinando a bunda o máximo que podia, comecei a rebolar um pouco e passar a mão por cima da roupa. Abaixei a calça e a cueca, mostrando minha bunda que, por sorte, tinha depilado antes de sair. Sinto o cara esticar a mão e me tocar. "Agora enxerga bem?" perguntei. "Agora sim", ele respondeu. "Quer ir lá fora ver melhor?" Saímos do carro e entramos no meio das árvores. De repente, ele me pega pela nuca e me empurra contra uma árvore. "No teu perfil você diz que gosta assim, hein? Dezoito anos e tão putinha assim." Me fez ajoelhar e puxou o pau dele. De tamanho tava bom, mas a grossura era enorme. Assim que ele tirou, comecei a chupar. Tava limpinho, felizmente. Com as mãos, ele enfiava o pau bem até o fundo, meus olhos lacrimejavam e sentia escorrendo pelo queixo. Ele comeu minha boca por um tempo. "Tão viadinho e tão boqueteiro, mariconzinho", ele disse, e eu explodia. Ele tirou o pau da minha garganta e, enquanto eu tossia e me levantava, ele me virou e me colocou contra a árvore de novo. Abaixou minha calça e comeu meu cu ali mesmo. Tirou da jaqueta uma camisinha e um sachê de lubrificante e enfiou os dedos. Quando tava pronto, colocou bem devagar enquanto continuava falando: "Mais vale você aguentar, como diz no Grindr, cara." "Vou te violar todinha." "Diz que você gosta, putinha." Eu, gaguejando e querendo que aquele filho da puta me destruísse. Ele me comeu todinha ali, ao ar livre. enquanto me chamava de putinha e viadinho. Ele metia em mim enquanto dizia que eu chorava igual um bebezinho e que isso o deixava mais excitado. "Assim, putinha, toma tudo". Ele ficou um tempo me comendo, eu gozei e ele tirou. Me fez chupar ele de novo e encheu minha boca e parte do meu rosto de porra. A gente ficou se pegando mais um pouco. Quando voltamos pro carro, eu sentei na frente com ele e de vez em quando eu amassava o pau dele ou puxava um pouco a borracha. Ele gozou de novo e tirou uma foto com a porra dele na minha cara. Passei meu número e ele me salvou com aquela foto. Ele me levou até a Constituição e quando eu desci ele falou "até mais, gatinho, temos que repetir" "Adoraria, papai" eu respondi. "Papai" ele repetiu rindo "que putinha gostosa você é". A gente se despediu e ele me mandou uma mensagem dizendo que na próxima quarta-feira estava livre.
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