O motivo do meu divórcio - parte 2

Depois daquela masturbação culinária da Eli, fiquei louco. Aquilo foi a coisa mais excitante que tive no ano quase, e comecei a procurar a Eli pra continuar nossa aventura. Depois de uma mensagem que mandei pra ver se podíamos nos encontrar, a Eli me ligou: "Escuta, quero que a gente combine uma coisa. Nada de mensagens. Só ligações e conversas pessoalmente". Eu: "Tá bom, tá bom! Podemos apagar as mensagens também". Eli: "Não. Alguém vai esquecer e vai tudo pro caralho. A gente se vê na porta do colégio?" Eu: "Beleza".

Naquele dia, passei perfume antes de sair do escritório rumo ao colégio. Quando cheguei, vi ela na calçada do outro lado e me aproximei. Eli: "Vim aqui assim a gente pode conversar sem ninguém ouvir". Eu: "Haha, ok. Tudo pensado, hein". Eli: "Óbvio, nenê. Bom, me conta o que você queria dizer por mensagem". Eu: "É que... vamos fazer? Temos que continuar o do outro dia". Eli: "Continuar o quê? Você não ficou com culpa depois de ver a Mari e o Léo?" Eu: "Haha, ehh... não". Eli: "Que filho da puta! Haha, bom... pra ser honesta, eu também não". Eu: "Então... continuamos?" Eli: "Agora?!" Eu: "E eu tô a fim, se quiser ir pro carro". Eli: "Você é maluco. Só temos 5 minutos antes das crianças saírem".

Toda essa conversa era olhando pra porta pra ver se nossos filhos saíam e dando olhadinha pros outros pais. Não parecia suspeito e a gente nem se olhava na cara. Eu: "Então o que a gente faz agora?" Eli: "Só conversamos". Eu: "Sobre o quê?" Eli: "Qualquer coisa". Eu: "Posso falar de como eu puxaria essa legging e te tocaria todinha?" Ela me olhou pela primeira vez. Eli: "Sim... pode falar disso". Eu: "Que cor de calcinha fio dental você tá usando?" Eli: "Mmm, como você sabe que é fio dental?" Eu: "Dá pra ver o contorno todo com essa legging". Eli: "Haha... branca, por quê?" Eu: "Por nada... só tô imaginando essa calcinha sendo empurrada pro lado pra eu te enfiar até o fundo". Eli: "Haha, que difícil isso...".

Chegaram as crianças e a gente teve que se separar. A semana inteira a gente se provocou do mesmo jeito. Eram 5 ou 10 minutos nos provocando na porta do colégio. Cada vez a gente chegava mais cedo, até que a gente... A gente combinou de se encontrar no carro, mas num parque. Ela desceu do carro dela e entrou no meu correndo, tipo com medo de alguém ver.
Eu: haha qual é o problema?
Eli: olha, se alguém me ver...
Eu: ninguém vai te conhecer por aqui
Eli: bom, mas sei lá...
Eu: tá bom, vem cá, se esconde
Deitei ela pra cabeça ficar no meu colo. Ela ficou de costas, me olhando.
Eli: a gente tá fazendo o quê? Por que me pôs assim?
Não deixei a dúvida crescer e levei minha mão pra tocar nela. Passei a barreira do fio-dental e meus dedos entraram na sua buceta.
Eu: retornando favores. É isso que a gente tá fazendo. Hoje é minha vez de te tocar.
Não tínhamos muito tempo, então foquei em fazer ela gozar só com as mãos. Toquei bem devagar no começo, enquanto ela lambia os lábios. Quando ela começou a arquejar de prazer, pediu pra eu tirar meu pau pra fora. Ela tentou chupar, mas eu sabia que não dava tempo. Em 5 minutos os meninos saíam. Tirei meu pau e coloquei na cara dela enquanto fazia ela gozar.
Eli: aaahwww
Eu: na próxima você vai me chupar todinho – falei quase dando ordem.
Eli: mmm SIM...
Deu um beijinho e desceu correndo pro carro dela. Chegamos na porta da escola e eu disse que ela tava com cara de relaxada só pra provocar.
Virou um hábito a gente se ligar no caminho de buscar as crianças. Cada um no seu carro, mas as conversas eram sem filtro.
Eli: mal posso esperar pra fazer o que combinamos.
Eu: combinamos o quê?
Eli: que na próxima eu ia te chupar todinho.
Eu: ah, é! Lembrei. E como é que você chupa?
Eli: haha que tipo de pergunta é essa!
Eu: bom... tô interessado!
Eli: seu amigo não contou nada pra você? – já tava nem aí falar dos nossos parceiros.
Eu: haha não, na verdade ele reclama da falta.
Eli: haha olha só você!
Eu: você devia chupar ele mais.
Eli: agora você tá tentando ajudar ele? Que pervertido! Eu com vontade de chupar você, e você me pede pra chupar meu marido.
Eu: haha pois é. Então... como é que você chupa?
Eli: sei lá! Normal! Você tem expectativas altas
Eu: óbvio
Eli: olha a Mari! Ela chupa bem?
Eu: haha não, ela não chupa diretamente. Antes só mamava e muito bem. Me tinha todos os dias pensando nela e toda vez que eu ia transar com a Mari também. Até transando com minha mulher já me imaginava com a Eli e dava bem forte mesmo ela reclamando. Uma noite acordei ela super tesão e sem deixar ela falar nada tirei a calcinha e meti sem parar. Os dois gozamos como há muito tempo não acontecia. Nas nossas conversas no carro contamos como o tesão que tínhamos estava nos fazendo transar com nossos parceiros. Leo leva vários boquetes por mim. Ela dizia que praticava pra mim. Não sabíamos como fazer para nos encontrar até que eu disse que não iria trabalhar se ela me dedicasse a manhã. Para minha surpresa ela curtiu a ideia e disse que me buscaria num lugar. Subi no carro dela e fomos pra casa dela. Duas quadras antes de chegar, me escondi. Quando já estávamos dentro da garagem, desci desesperado.
Eli: finalmente te tenho aqui! – nos beijamos, acho que pela primeira vez
Eu: puxei ela pra perto e toquei toda a bunda dela. Ela estava com uma camiseta branca e uma legging preta bem justa. Ela disse que íamos ficar ali na garagem e que não podíamos fazer muito barulho por causa dos vizinhos.
Eu: deixa eu te ver. – ela se afastou e deu uma voltinha
Eli: tô boa?
Eu: deixa eu ver... Abaixa um pouco a legging – ela fez bem rápido – pode virar
Ela virou e vi um fio dental branco com um laço atrás. Era um espetáculo.
Eli: o que você acha? – ela tocou a própria bunda
Eu: ufff. Adorei. Tira a camiseta também
Vi aquele corpo impressionante na minha frente. Estava no paraíso. Me apoiei no carro e tirei meu pau.
Eu: agora chegou a hora que você me prometeu
Ela se ajoelhou e levou meu pau até a boca. Começou tímida, segurando com as duas mãos e dando uns beijinhos na ponta. Depois enfiou 2 ou 3 centímetros e me olhou. Eli: você gosta?
Eu: uff, eu adoro.
Ela fechou os olhos e se concentrou na chupada. Eu me masturbava com a mão e acompanhava com a boca para enfiar mais. De vez em quando usava a língua dentro da boca dela. Ela não era uma expert, mas eu estava curtindo um boquete depois de anos e era incrível. Depois de alguns minutos lambendo e chupando, ela começou a sentir os joelhos doendo e se preparou para o próximo passo. Ela se levantou e se apoiou na parede da garagem, me convidando para meter. Eu coloquei a camisinha.
Eu: mm, vou começar devagar. Mas que vontade de te dar que eu tô.
Eli: já enfia, vai.
Eli tinha os antebraços apoiados na parede e virava a cabeça para falar comigo ou me olhar. Eu comecei a meter meu pau devagar. Que delícia sentir entrando naquele cuzinho lindo, definitivamente melhor bunda que a da Mari. Começamos a gemer e curtir aquela foda. Ela começou a provocar como quando a gente fala por telefone.
Eli: que pau que você tem e como entra. Sinto que me abre.
Eu: você estava bem molhada.
Mudei ela para o carro para ficarmos mais confortáveis, e ela subiu uma perna no capô. Parei para olhar porque era um espetáculo ver aquela bunda assim. Pedi para ela abrir a bunda com as mãos, e ela topou na hora. Não aguentei mais e enfiei de novo. Eli começou a acompanhar minhas investidas com os dedos para tocar o clitóris.
Eu: você adora, né?
Eli: ai SIM... Awwww.
O gemido dela começou a perder volume e terminou em um orgasmo. Parei por dois segundos e depois me joguei no chão para ela subir em cima de mim. Ela tirou o sutiã e ficou de peitos para fora. Não tinha peitos grandes, mas eram do tamanho certo para caber na mão. Ela sentou no meu pau e começou a pular. Sentia que entrava bem fundo, e ela estava adorando. Ela aumentou a velocidade de um jeito que não consegui aguentar e gozei tudo na camisinha.
Ela deitou em cima de mim, e por cinco minutos ficamos ali. Jogados no chão da garagem dela, os dois pelados, curtindo finalmente ter chegado nisso, esquecendo tudo que é certo para os outros e nos fodendo com toda a vontade. Ela se vestiu e Ele pediu pra eu ficar no carro. Trouxe uma garrafa de água e me tirou da casa dele escondido.

8 comentários - O motivo do meu divórcio - parte 2

Excelente historia, te deja gusto a poco cada capítulo, muy bueno.
Lamentablemente si de entrada hablaste de divorcio, la cosa no terminó bien, al menos para la pareja con Mari....aunque si soy mal pensado, o bien pensado, según como se mire, Mari podría terminar junto a Leo, si es que hasta ahora no hicieron de las suyas por su lado....pero bueno, como dije, soy un malpensado jaja. Gracias por seguir la historia, van 10 puntos!!
Me vas a prender fuego el teléfono amigo!! Que suerte la tuya!
Jjajajaja muero por saber de como fue que te enteraste más tarde de que tu mujer te gorreaba a pelo con el marido de eli.