Há alguns meses, a gente se mudou pra um condomínio com a minha namorada. Nós dois trabalhamos, eu como programador, passo a maior parte do tempo em casa, e ela num escritório no aeroporto nos fins de semana e feriados. Nosso apê era o penúltimo e ficava do lado do apartamento do zelador, que também morava com a mulher dele há muitos anos. A gente ficou amigo, porque depois de conversar várias vezes, minha mulher conseguiu um trampo no trabalho dela pra esposa do zelador, então agora elas trabalham juntas. Eu curto muito ver futebol, e o zelador também, aliás, nós dois somos do mesmo time e sempre nos juntávamos pra ver o jogo na casa de um de nós ou num bar, se rolasse. O zelador, Gustavo, é um cara na casa dos quarenta, quase cinquenta, meio largado, com uma barriguinha, moreno e peludo, meio desleixado e barbudo. Mas eu achava ele mó gente boa, pelo tempo que a gente se conhecia. Só que no último mês a gente quase não se encontrou, porque ele tava brigando com a mulher e, quando eu mandava mensagem ou ligava pra gente se ver e assistir ao jogo, ele dizia que não dava, que tava de mau humor ou simplesmente sem vontade. Durante a semana, eu cruzava com ele no corredor e era só um "oi, tchau" e pronto. Depois de uns fins de semana assim, resolvi ir direto na casa dele no dia do jogo, com umas cervejas, e, falasse o que falasse, ia convencê-lo a relaxar e assistir ao jogo comigo. Foi o que aconteceu: chegou domingo, umas 8 da noite, apareci lá com umas brejas, quase estourei a campainha porque ele não atendia. No fim, atendeu de mau humor e, quando eu disse que era eu, ele pediu pra esperar um pouco. Abriu a porta depois de alguns minutos e tava só de cueca, pelado. O calor naquela época era absurdo, mesmo assim imaginei que ele pelo menos ia sair com uma camiseta, igual eu, que tava de short e camiseta. Não me incomodou nem nada, mas parecia que ele não tomava banho há uns dias, o que confirmei quando cumprimentei ele com um beijo. E, com uma mão que segurava o celular, ele se cobria ou tentava se cobrir. Boxer, ele não conseguia muito, ainda mais porque eram modelos de boxer soltos e com abertura frontal. Mostro a cerveja pra ele e falo:
- O que você tava fazendo que não me atendeu?
Tava... começo a falar com a voz rouca dele, e ele fica pensando. Sem dar tempo de responder:
- Te peguei dormindo? Falo, vamos ver o jogo, que há várias semanas você vem me deixando na mão. E não é a mesma coisa ver sozinho, semana passada ganhamos de 3 a 1 e nem te ouvi gritar os gols.
- Não, o que acontece... ele começa a falar e fica pensando, eu tava... ocupado.
- Vamos ver o jogo que começou há 5 minutos, interrompo.
Entro e, quando levanto a mão, dá pra ver o volume que parecia que a rola dele tava descendo. Aí percebi que ele tava se tocando antes de eu chegar, por isso demorou pra me atender, e eu interrompi quando cheguei. Por um momento me senti mal.
A gente senta pra ver o jogo, os dois juntos num sofá de dois lugares de frente pra TV, e cerveja vai, cerveja vem, comentários, reclamações. Nosso time perdia por um gol. No meio disso, ele vai me contando que brigou com a mulher porque, pelo visto, ela deu uns chifres nele, e por isso ele tinha ido pra casa da irmã há um mês. Então tava meio perdido e pra baixo, por isso tava tão sumido esse tempo todo. Mas que tinha animado ele eu aparecer assim.
De repente, a luz cai, os dois xingando pra todo lado, porque dava pra ver pela janela que era geral. Nessa altura, eu já tava pelado por causa do calor. Aí percebi que não tinha trazido o celular e falo pra ele procurar um aplicativo de rádio no celular pra pelo menos continuar ouvindo, ou algum app pra assistir. Pego o celular dele e peço pra desbloquear, já que tinha senha numérica. Ele estica a mão e digita 6969, desbloqueia, e a primeira coisa que aparece no meio da escuridão da sala é um site pornô com um cara metendo forte num travesti, que claramente era o que ele tava vendo quando cheguei, esqueceu de fechar ou não deu tempo por causa da pressa. tenta tirar o celular da mão dele e não deixo, meio que a gente força um pouco sem briga na escuridão e ele fala:
- Uh! Para, não é o que parece, começa a dizer, mas faz tempo que não rola nada com minha mulher e você cortou meu barato, coloquei esse vídeo sem querer e...
Interrompo ele morrendo de rir:
- Fica tranquilo, Gustavo, não tem problema, já comi vários travecos antes de namorar minha mulher, não vou me incomodar com um vídeo desses.
Aí ele acalma um pouco e me pergunta:
- Sério?!? Faz tempo?!? Não me engana, tá falando isso pra eu não me sentir mal.
- Não, nada a ver, respondo, inclusive se quiser, já que estamos aqui, a gente vê junto, que tal?
Ele responde:
- Não te incomoda mesmo?
Sem responder, e como a gente tava sentado um do lado do outro, eu à esquerda dele e quase sem espaço entre os corpos, seguro o celular na altura do joelho dele e do meu, no meio dos dois, com a mão esquerda. Com a mão direita, que tava quase colada no corpo dele, começo a reproduzir do início. Durava uns 45 minutos e era uma compilação de partes de fodas e chupadas de pau, um atrás do outro, tudo de travecos.
- Te incomoda se a gente colocar som? - ele pergunta.
Aumento o som, dava pra ouvir as estocadas, os gemidos de prazer, e ele pede pra aumentar mais um pouco. Os vídeos eram bons, eu fazia tempo que não via pornô, então o pau já tava começando a endurecer. Depois de alguns minutos assistindo, a gente já tava comentando como se fosse um jogo: "olha esses peitos, olha esse pau, olha como entra, olha como chupa". No meio disso, ele pergunta:
- Como foi quando você comeu o traveco? Só você comeu ou foi um vai e vem?
Esclareci:
- Só eu comi, ele não me comeu, mas a real é que umas duas vezes me comeram, não curti, mas foi algo que rolou e continuo contando, mas comi o cu e chupei o pau dele inteiro, com certeza!
A gente continua vendo mais um tempo e ele pergunta de novo:
- E você gostou de chupar o pau dele?
- Foi algo que rolou na hora - respondo, mas a verdade é que sim. tinha encantado. E você já usou a roupa dela? Não, verdade, não respondi, embora tenha dado pra perceber a mentira. Olha só?, ele me responde, porque a real é que fiquei lembrando, várias vezes que estive lá ele pedia pra eu usar roupa de putinha pra foder com ele. Ele pega minha mão, que segurava o celular, e mexe ela bem na frente dele, primeiro lá em cima e depois a 5 centímetros na frente da pica dele. Com a luz do celular dava pra ver que a pica já tava pra fora da cueca e ele tava se masturbando com a mão direita, com vontade. Eu afastei a mão um pouco por reflexo. E ele me pega de novo e aproxima quase do lado da pica, e dessa vez não solta e pergunta:
- Deixa ela aí um instante, não te incomoda, né? Respondo meio nervoso, não, tranquilo, continua no que tava fazendo. Aí notei como ele tava suado e o cheiro de falta de banho que ele tinha. A pica era normal, uns 15 cm no máximo. Como eu segurava o celular com a mão esquerda, minha mão direita tava apoiada na coxa esquerda dele sem eu perceber. Ah, beleza então, uh, olha essa cena! ele comenta e, sem eu conseguir responder, solta meu pulso e me abraça por trás, me puxando bem perto do corpo dele, e coloca a perna direita dele sobre a minha perna esquerda, tudo sem parar de se masturbar de leve com a mão direita. Enquanto me encara fixo. E eu falo, tá confortável? Ignorando minha pergunta, ele diz, e o traveco gostou de como você chupou ele, eu? Hã?!... Não sei, reclamar ele não reclamou, respondo com uma risada nervosa. Ele solta a pica e pega o celular do lado oposto de onde eu tava segurando e aponta bem pra pica, que tava pulsando, e pergunta, cê acha bonita? E antes que eu responda, cê se anima a chupar ela um pouquinho? Não, nem ferrando... E não termino de responder. Ele solta o celular e pega minha mão direita, que ainda tava na coxa dele, e leva até a pica e começa a se masturbar de leve com a minha mão. Enquanto repetia "é assim, que gostoso". Penso comigo, já era, é uma punheta. Continua sozinho, ele fala, solta minha mão. E enquanto ele... masturbo, me agarra pela buceta e me puxa pra perto do rosto dele, e começa a comer minha boca. Nessa hora, a luz volta... Continua...
- O que você tava fazendo que não me atendeu?
Tava... começo a falar com a voz rouca dele, e ele fica pensando. Sem dar tempo de responder:
- Te peguei dormindo? Falo, vamos ver o jogo, que há várias semanas você vem me deixando na mão. E não é a mesma coisa ver sozinho, semana passada ganhamos de 3 a 1 e nem te ouvi gritar os gols.
- Não, o que acontece... ele começa a falar e fica pensando, eu tava... ocupado.
- Vamos ver o jogo que começou há 5 minutos, interrompo.
Entro e, quando levanto a mão, dá pra ver o volume que parecia que a rola dele tava descendo. Aí percebi que ele tava se tocando antes de eu chegar, por isso demorou pra me atender, e eu interrompi quando cheguei. Por um momento me senti mal.
A gente senta pra ver o jogo, os dois juntos num sofá de dois lugares de frente pra TV, e cerveja vai, cerveja vem, comentários, reclamações. Nosso time perdia por um gol. No meio disso, ele vai me contando que brigou com a mulher porque, pelo visto, ela deu uns chifres nele, e por isso ele tinha ido pra casa da irmã há um mês. Então tava meio perdido e pra baixo, por isso tava tão sumido esse tempo todo. Mas que tinha animado ele eu aparecer assim.
De repente, a luz cai, os dois xingando pra todo lado, porque dava pra ver pela janela que era geral. Nessa altura, eu já tava pelado por causa do calor. Aí percebi que não tinha trazido o celular e falo pra ele procurar um aplicativo de rádio no celular pra pelo menos continuar ouvindo, ou algum app pra assistir. Pego o celular dele e peço pra desbloquear, já que tinha senha numérica. Ele estica a mão e digita 6969, desbloqueia, e a primeira coisa que aparece no meio da escuridão da sala é um site pornô com um cara metendo forte num travesti, que claramente era o que ele tava vendo quando cheguei, esqueceu de fechar ou não deu tempo por causa da pressa. tenta tirar o celular da mão dele e não deixo, meio que a gente força um pouco sem briga na escuridão e ele fala:
- Uh! Para, não é o que parece, começa a dizer, mas faz tempo que não rola nada com minha mulher e você cortou meu barato, coloquei esse vídeo sem querer e...
Interrompo ele morrendo de rir:
- Fica tranquilo, Gustavo, não tem problema, já comi vários travecos antes de namorar minha mulher, não vou me incomodar com um vídeo desses.
Aí ele acalma um pouco e me pergunta:
- Sério?!? Faz tempo?!? Não me engana, tá falando isso pra eu não me sentir mal.
- Não, nada a ver, respondo, inclusive se quiser, já que estamos aqui, a gente vê junto, que tal?
Ele responde:
- Não te incomoda mesmo?
Sem responder, e como a gente tava sentado um do lado do outro, eu à esquerda dele e quase sem espaço entre os corpos, seguro o celular na altura do joelho dele e do meu, no meio dos dois, com a mão esquerda. Com a mão direita, que tava quase colada no corpo dele, começo a reproduzir do início. Durava uns 45 minutos e era uma compilação de partes de fodas e chupadas de pau, um atrás do outro, tudo de travecos.
- Te incomoda se a gente colocar som? - ele pergunta.
Aumento o som, dava pra ouvir as estocadas, os gemidos de prazer, e ele pede pra aumentar mais um pouco. Os vídeos eram bons, eu fazia tempo que não via pornô, então o pau já tava começando a endurecer. Depois de alguns minutos assistindo, a gente já tava comentando como se fosse um jogo: "olha esses peitos, olha esse pau, olha como entra, olha como chupa". No meio disso, ele pergunta:
- Como foi quando você comeu o traveco? Só você comeu ou foi um vai e vem?
Esclareci:
- Só eu comi, ele não me comeu, mas a real é que umas duas vezes me comeram, não curti, mas foi algo que rolou e continuo contando, mas comi o cu e chupei o pau dele inteiro, com certeza!
A gente continua vendo mais um tempo e ele pergunta de novo:
- E você gostou de chupar o pau dele?
- Foi algo que rolou na hora - respondo, mas a verdade é que sim. tinha encantado. E você já usou a roupa dela? Não, verdade, não respondi, embora tenha dado pra perceber a mentira. Olha só?, ele me responde, porque a real é que fiquei lembrando, várias vezes que estive lá ele pedia pra eu usar roupa de putinha pra foder com ele. Ele pega minha mão, que segurava o celular, e mexe ela bem na frente dele, primeiro lá em cima e depois a 5 centímetros na frente da pica dele. Com a luz do celular dava pra ver que a pica já tava pra fora da cueca e ele tava se masturbando com a mão direita, com vontade. Eu afastei a mão um pouco por reflexo. E ele me pega de novo e aproxima quase do lado da pica, e dessa vez não solta e pergunta:
- Deixa ela aí um instante, não te incomoda, né? Respondo meio nervoso, não, tranquilo, continua no que tava fazendo. Aí notei como ele tava suado e o cheiro de falta de banho que ele tinha. A pica era normal, uns 15 cm no máximo. Como eu segurava o celular com a mão esquerda, minha mão direita tava apoiada na coxa esquerda dele sem eu perceber. Ah, beleza então, uh, olha essa cena! ele comenta e, sem eu conseguir responder, solta meu pulso e me abraça por trás, me puxando bem perto do corpo dele, e coloca a perna direita dele sobre a minha perna esquerda, tudo sem parar de se masturbar de leve com a mão direita. Enquanto me encara fixo. E eu falo, tá confortável? Ignorando minha pergunta, ele diz, e o traveco gostou de como você chupou ele, eu? Hã?!... Não sei, reclamar ele não reclamou, respondo com uma risada nervosa. Ele solta a pica e pega o celular do lado oposto de onde eu tava segurando e aponta bem pra pica, que tava pulsando, e pergunta, cê acha bonita? E antes que eu responda, cê se anima a chupar ela um pouquinho? Não, nem ferrando... E não termino de responder. Ele solta o celular e pega minha mão direita, que ainda tava na coxa dele, e leva até a pica e começa a se masturbar de leve com a minha mão. Enquanto repetia "é assim, que gostoso". Penso comigo, já era, é uma punheta. Continua sozinho, ele fala, solta minha mão. E enquanto ele... masturbo, me agarra pela buceta e me puxa pra perto do rosto dele, e começa a comer minha boca. Nessa hora, a luz volta... Continua...
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